Síndrome demencial - Cuidados de saúde primários - Diagnóstico

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Dependência de álcool nos cuidados de saúde primários : diagnóstico e referenciação

Dependência de álcool nos cuidados de saúde primários : diagnóstico e referenciação

É com este foco que se consideram as Unidades de Cuidados de Saúde Primários como importantes veículos para a concretização dos objectivos acima referidos. O médico de família, ao estabelecer uma importante relação médico-doente, fortemente influenciada pelo conhecimento do seu contexto de vida pessoal e familiar, bem como crenças, num seguimento continuado, encontra-se numa posição privilegiada para suspeitar, abordar o doente e intervir (sendo mesmo uma importante valência do seu trabalho) 8 . Embora os Cuidados de Saúde Primários não sejam a porta de entrada exclusiva do utente na rede de Cuidados dos Problemas Ligados ao Álcool, são a preferencial (pela proximidade e acessibilidade) e, pelo acima mencionado, a privilegiada para o diagnóstico atempado do problema.
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Efetividade de uma rede de espirometria no diagnóstico da doença pulmonar obstrutiva crónica nos cuidados de saúde primários

Efetividade de uma rede de espirometria no diagnóstico da doença pulmonar obstrutiva crónica nos cuidados de saúde primários

Existem benefícios importantes, que decorrem do diagnóstico e tratamento precoces da DPOC. A cessação tabágica e a vacinação contra a gripe sazonal são medidas benéficas para todos os indivíduos com DPOC, inclusive nos portadores de doença ligeira ou moderada. O tratamento farmacológico diminui a sintomatologia e as exacerbações da doença. Outro dos tratamentos eficazes consiste na administração de oxigénio de longa duração (OLD) em doentes com hipoxemia em repouso, sobre qual existe evidência científica de uma diminuição da mortalidade (Calonge & Petitti, 2008).
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Síndrome das pernas inquietas : estudo de prevalência num grupo de utentes dos cuidados de saúde primários da Covilhã

Síndrome das pernas inquietas : estudo de prevalência num grupo de utentes dos cuidados de saúde primários da Covilhã

O diagnóstico é baseado nos critérios clínicos (5) , podendo algumas alterações denominadas “de suporte” (“supportive features”) como a história positiva familiar de SPI (11, 22) , uma resposta inicial a terapia dopaminérgica (23) e um aumento da taxa de movimentos periódicos das pernas, que estão presentes em mais de 80% dos doentes com SPI (24, 25, 26) , incrementar a sensibilidade e especificidade dos critérios. Além dos critérios de diagnóstico e dos critérios “de suporte”, os critérios denominados “associados” (“associated features”) foram introduzidos numa tentativa de um diagnóstico ainda mais assertivo: curso natural da doença, especificando condições genéticas ou doenças concomitantes nas quais surge a forma secundária; distúrbios do sono; achados do exame físico e neurológico dos doentes (27) .
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A Psicologia Clínica nos Cuidados de Saúde Primários

A Psicologia Clínica nos Cuidados de Saúde Primários

Neste sentido, as consultas de psicologia são regidas de acordo com os critérios de preferência - para a intervenção psicológica; e de exclusão, as situações de encaminhamento externo. Apresentam-se como critérios de preferência, nesta instituição de saúde os indícios relacionados com questões psicológicas ao nível do comportamento, estado emocional ou do pensamento; as reações infantis desajustadas dos padrões de desenvolvimento; as perturbações psicofisiológicas ao nível de alterações alimentares, do sono, encoprese e enurese; e nas crises pessoais ou familiares. A vivência problemática da sexualidade no sujeito, e a emergência de queixas físicas e somáticas apresentam-se como critérios fundamentais de referência para uma consulta de psicologia. Para além destas variáveis, existem também as dificuldades na gestão de doenças agudas ou crónicas, principalmente em estados terminais, diagnóstico ou tratamento, na adesão a prescrições médicas ou tratamentos necessários, e nos comportamentos de vida prejudiciais à saúde (DAEANPC, 2013).
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Demências nos cuidados de saúde primários

Demências nos cuidados de saúde primários

O declínio cognitivo ligeiro caracteriza-se por um declínio na cognição superior ao esperado para a idade e nível educacional do indivíduo, mas que não interfere notoriamente nas atividades da vida diária.[8] Para o diagnóstico de declínio cognitivo ligeiro apenas é necessário o declínio num dos domínios cognitivos, sendo que os principais cinco domínios avaliados são a aprendizagem e memória, linguagem, visuo-espacial, executivo e psicomotor. [7]Dentro do declínio cognitivo ligeiro podemos considerar o amnésico mais relacionado com a doença de alzheimer e o não- amnésico com implicações noutros domínios como a linguagem, funções executivas e capacidades visuo-espaciais, o qual se associa mais com uma patologia vascular.[8]
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O acesso aos cuidados de saúde primários

O acesso aos cuidados de saúde primários

7 relacionadas com a interação da pessoa com os fatores ambientais. Desse modo, a incapacidade é o resultado da interação da pessoa com o meio, ou seja, não é um atributo pessoal, depende de um conjunto complexo de condições inerentes ao ambiente (barreiras físicas, sociais e ambientais). Por outro lado, a incapacidade não deve ser distinguida pela etiologia ou diagnóstico: uma pessoa com a mesma etiologia e diagnóstico pode apresentar desempenhos muitos distintos ao nível da execução das atividades e da participação. Sendo assim, a incapacidade pode ser ultrapassada por meios facilitadores da funcionalidade atendendo sempre às necessidades específicas de cada pessoa. Assim, as pessoas não devem ser reduzidas ou caracterizadas apenas em termos das suas deficiências, limitações da atividade, ou restrições na participação, mas sim, pela conjugação das diferentes perspetivas de saúde: biológica, individual e social (Organização Mundial de Saúde, 2004).
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Acessibilidade aos Serviços de Cuidados Primários: diagnóstico de situação no Baixo Alentejo

Acessibilidade aos Serviços de Cuidados Primários: diagnóstico de situação no Baixo Alentejo

Esta pequena nota de agradecimentos é curta demais para o que me vai na alma, mas mesmo assim, terá que servir para que fiquem registadas alguns dos sentimentos que eu quero exprimir. O meu percurso até aqui é bastante singular, pois teve início há 10 anos atrás, quando ainda era investigador do CEG na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ficando para trás diversos projetos, um dos quais me levou durante uma temporada a residir em terras africanas, nomeadamente na República do Congo. Nestes 10 anos, foram diversos os recomeços, passando por temas que foram desde os transportes ao geomarketing e à micro segmentação dos mercados, acabando finalmente com o tema atual da acessibilidade aos cuidados de saúde primários. Durante este tempo todo, apenas existiram 3 factores que nunca mudaram: a vontade de acabar o mestrado, a geografia e o meu orientador, o Prof. Doutor Nuno Marques da Costa. Assim, primeiramente, gostaria de agradecer aos meus pais, à minha irmã Sónia Freitas, cunhado e restantes familiares (incluindo todo o vasto número de primos) toda a força que sempre me deram e coragem que depositaram em mim em como levava este objetivo até ao final; aos meus amigos de um modo geral, geógrafos ou não geógrafos, que nunca desistiram de me incentivar e me aturaram enquanto me ouviam dizer “desta vez é que é” ou “estou a acabar a tese”, mesmo quando lá no fundo eu próprio duvidava das minhas palavras; a todos os elementos do IGOT, docente e não docentes, que desde os tempos de aluno me cativaram com a sua amizade e camaradagem, disponibilidade de partilhar conhecimentos e trocar ideias, fosse no bar ou nos seus gabinetes; aos meus colegas e amigos do GEOMODLAB, que me ajudaram tornando os serões de trabalho mais leves e animados; à minha revisora não oficial Sónia Queiroz, que me aturou horas a fio dissertando sobre os problemas que iam surgindo e teve a paciência de fazer a revisão final, e ao meu maior critico Pedro Guimarães, um dos maiores “chatos” de sempre mas que me obrigava a não desistir e a ter novidades todas as semanas para lhe apresentar.
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Acompanhamento do cuidador informal da pessoa com demência nos cuidados de saúde primários

Acompanhamento do cuidador informal da pessoa com demência nos cuidados de saúde primários

A síndrome demencial apresenta um espectro de sintomas que vai desde fases iniciais em que a principais alterações são o esquecimento de acontecimentos recentes ou a dificuldade em executar tarefas complexas, passando por uma fase intermédia com alterações marcadas de memória (esquece-se de nomes, perde-se em locais familiares), dificuldades de comunicação (fluência e compreensão) e alterações comportamentais (desinibição, agressividade, questões repetitivas, distúrbios de sono). Na fase de doença grave, o doente pode ser dependente para todas as atividades de vida diária (tomar banho, vestir, comer), apresentar disfagia e incontinência de esfíncteres, até ficar acamado. Assim a tarefa do cuidador também vai evoluindo ao longo das fases da doença: numa fase inicial dá apoio emocional e ajuda com tarefas domésticas e atividades financeiras, evoluindo para o cuidado pessoal e terminando na supervisão e substituição constante.(2)
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Tese de Mestrado Iº Mestrado de Saúde Tropical Instituto de Higiene e Medicina Tropical

Tese de Mestrado Iº Mestrado de Saúde Tropical Instituto de Higiene e Medicina Tropical

Decrey  et  al,  numa região com 80.000 pessoas na Suíça, verificou que 80%   dos   pedidos   de   exame   são   para   investigação   de   uma   condição   médica   nova.     Neste   contexto,   as   alterações   de   diagnóstico   e   de   gestão   terapêutica   estão   condicionadas   pelo   grau   de   formação   do   clínico   que   a   requisita,   assim   o   especialista   obtém   uma   alteração   de   3%   no   diagnóstico   e   10%   na   gestão   terapêutica,  enquanto  o  interno  obtém    10  e  16%  ,  respectivamente.  Este  grupo   de  investigação  avaliou, ainda, ao nível dos cuidados de saúde primários as taxas de referenciação para exame ecográfico por internos e especialistas de clínica geral, sendo esta,  respectivamente, de 17,2  e  9,7  por  cada  mil  consultas.  É  de  notar,  que   estes   valores   não   tiveram   em   conta   referenciações   para   exames   cardíacos,   vasculares  e  obstétricos(Decrey, et al, 1998).  
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Trabalho de Projeto apresentado à Escola Superior de Saúde de Bragança para obtenção do grau de mestre em Cuidados Continuados Andreia Filipa Fidalgo Fernandes Dificuldades sentidas pelas equipas dos Cuidados de Saúde Primários, na referenciação de utente

Trabalho de Projeto apresentado à Escola Superior de Saúde de Bragança para obtenção do grau de mestre em Cuidados Continuados Andreia Filipa Fidalgo Fernandes Dificuldades sentidas pelas equipas dos Cuidados de Saúde Primários, na referenciação de utente

De acordo com o Guia Prático do Instituto da Segurança Social (2012) os utentes são referenciados para a RNCCI pelas Equipas de Gestão de Altas (EGA) do hospital de agudos (preferencialmente nas 48 horas após o internamento; ou 48 horas antes da data prevista para a alta hospitalar, quando os cuidados continuados integrados serão prestados no domicilio do utente) ou pelas Equipas Referenciadoras dos cuidados de saúde primários que realizaram o diagnóstico da situação de dependência, mediante avaliação médica, de enfermagem e social. Esta decisão tem de ser validada pela Equipa Coordenadora Local (ECL) da área de residência do utente, consoante os formulários e processos de registo estabelecidos pela Coordenação Nacional da RNCCI.
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Inserção dos Optometristas nos Cuidados de Saúde Primários em Portugal

Inserção dos Optometristas nos Cuidados de Saúde Primários em Portugal

A inserção dos Optometristas no SNS não iria resolver todos os pedidos pendentes e todas as solicitações diárias por cuidados da visão mas, pelo menos, atenuaria as listas de espera, uma vez que os pacientes que apenas precisassem dos cuidados primários (refração e prescrição, deteção/diagnóstico e acompanhamento/tratamento de doenças oculares e a reabilitação/tratamento de condições do sistema visual) poderiam ser encaminhados para o optometrista. Esta integração facilitaria o acesso dos utentes aos Cuidados de Saúde Visuais. A diferença seria que quando um paciente se queixasse ao seu médico de família de problemas visuais este reencaminhava-o para o Optometrista e não para o Oftalmologista. Aí o Optometrista iria examinar o paciente, perceber o seu diagnóstico e conforme o resultado desse diagnóstico perceber se era, ou não, necessário reencaminhá-lo para o Oftalmologista. Esta triagem libertaria o oftalmologista das consultas em que apenas fossem necessários cuidados primários, podendo focar a sua atenção nos casos secundários de visão, o que diminuiria as listas e tempo de espera dos utentes.
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A adesão terapêutica em contexto de cuidados de saúde primários.

A adesão terapêutica em contexto de cuidados de saúde primários.

No que respeita às características da relação médi- co–paciente, parecem ser factores-chave as competências de comunicação e as atitudes quanto aos pacientes. Na rea- lidade, uma das principais razões pelas quais os pacientes falham em implementar os procedimentos médicos é a falha do médico em fornecer informação (Bishop, 1994). O mesmo acontece em relação à adesão, já que os estudos tendem a mostrar que os médicos sobrestimam os índices de adesão dos seus pacientes (Bishop, 1994; Sarafino, 1990; Sheridan & Radmacher, 1992). Os problemas relaciona- dos com a comunicação podem começar logo no momento em que o médico pede aos pacientes o relato dos seus sintomas e falha em ouvir as suas preocupações. Também no momento em que o diagnóstico é estabele- cido, duas situações podem interferir com a disponibili- dade do paciente para atender correctamente às instruções do médico; por um lado, se o diagnóstico for pouco grave, os pacientes podem ficar aliviados e pouco motivados para aderir (ou até ouvir) as instruções do médico; se for grave, podem ficar ansiosos e essa ansiedade interferir com
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Especificações técnicas para a realização de espirometrias com qualidade em adultos, nos Cuidados de Saúde Primários – Normas de Orientação Clínica

Especificações técnicas para a realização de espirometrias com qualidade em adultos, nos Cuidados de Saúde Primários – Normas de Orientação Clínica

A DPOC constitui uma das principais causas de morbilidade crónica, de perda da qualidade de vida e de mortalidade. A espirometria é o exame indicado para o diagnóstico de DPOC e permite, ainda, avaliar a gravidade da doença por forma a garantir uma correta orientação clínica, o que se traduz numa redução de consultas, episódios de urgência e necessidade de internamento hospitalar, para além de menor absentismo laboral e uma melhor qualidade de vida do doente.

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A abordagem do hipotiroidismo subclínico nos cuidados de saúde primários

A abordagem do hipotiroidismo subclínico nos cuidados de saúde primários

O hipotiroidismo subclínico é uma patologia comum a nível mundial, que poderá ser sintomática ou assintomática, e definida bioquimicamente como um aumento do nível sérico de Hormona Estimulante da Tiroide (TSH) e um valor normal de Tiroxina livre (T4 livre). Os cuidados primários são, por excelência, a rede de cuidados que se depara mais comummente com este problema, e um local seguro e eficiente para gerir esta patologia. Embora se trate de uma patologia que pode ter consequências clínicas importantes, ainda não há consenso quanto à sua gestão e orientação. É papel do médico de família gerir esta patologia quanto aos seus sinais e sintomas, indicar terapêutica adequada e follow-up. Para tal, este artigo pretende à luz da evidência científica atual abordar os seguintes aspetos sobre o hipotiroidismo subclínico: diagnóstico, consequências clínicas, terapêutica e monitorização.
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Abordagem da depressão nos Cuidados de Saúde Primários

Abordagem da depressão nos Cuidados de Saúde Primários

Um estudo desenvolvido em 2005 em Portugal demonstrou que 38% das mulheres sofriam de algum tipo de perturbação depressiva. Este estudo revelou, ainda, níveis de depressão mais elevados na faixa etária dos 45-54 anos (16). O nosso estudo não demonstrou diferença estatisticamente significativa da prevalência de depressão entre as diferentes faixas etárias. Apesar da prevalência ser tão elevada, estima-se que esta patologia seja sub-diagnosticada. Num estudo realizado por Rodríguez et al (17), foi demonstrado que os médicos precisam de ferramentas para melhorar a deteção de depressão e sua gravidade. Foi demonstrado que o diagnóstico de depressão efetuado nos CSP está associado com o sexo feminino, doença crónica, tabagismo e obesidade em mulheres. Estes dados podem ajudar na identificação precoce deste distúrbio pela MGF (18).
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A Satisfação dos Utentes com os Cuidados de Saúde Primários

A Satisfação dos Utentes com os Cuidados de Saúde Primários

Sobre esta matéria destacam-se dois elementos: o primeiro é a componente técnica dos cuidados (a função de curar) cuja preocupação essencial é a adequação dos processos de diagnóstico e de terapêutica, neste caso, a qualidade é medida em termo do que de melhor existe na prática. A qualidade técnica está relacionada com a competência dos prestadores de cuidados (eficácia e precisão das suas actividades e os riscos desnecessários que são corridos). O segundo elemento – o aspecto interpessoal dos cuidados de saúde (a função de cuidar) – envolve os elementos humanos dos cuidados e as relações sociais e psicológicas entre o doente e os prestadores de cuidados, as explicações acerca da doença e do tratamento, bem como a informação recebida. Este elemento refere-se à forma como os prestadores e cuidados interagem pessoalmente com os doentes relativamente à consideração, amizade, paciência, cortesia, respeito e sinceridade.
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Atenção à saúde na síndrome demencial: qual será o impacto econômico dessa atenção no Brasil?.

Atenção à saúde na síndrome demencial: qual será o impacto econômico dessa atenção no Brasil?.

O questionário originalmente desenhado pelos pesquisadores do Instituto Karolinska (Suécia) se atém a uma avaliação dos custos, a partir do fator tempo dispendido pelos cui- dadores aos portadores de síndrome demen- cial e o equivalente em termos de ganhos ou perdas salariais, como também o consumo de recursos de cuidados médicos e não médicos pelos pacientes e cuidadores (sobrecarga); ou seja, direcionado para avaliar tanto os custos relacionados à atenção formal (pa- cientes) como à informal (cuidadores), além do custo total. Destaca-se que recentemen- te, após um painel entre especialistas, nova versão do questionário foi elaborada, o RUD versão 4.0 (WIMO ET AL., 2012) .
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Seguimento nos Cuidados de Saúde Primários de doentes com Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono sob terapêutica com pressão positiva contínua – Normas de Orientação Clínica

Seguimento nos Cuidados de Saúde Primários de doentes com Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono sob terapêutica com pressão positiva contínua – Normas de Orientação Clínica

- Elsa Soares Jara, Cecília Vaz Pinto, Carlos Silva Vaz, António de Sousa Uva, Cândido Matos Campos, Celeste Barreto, Cristina Bárbara, Isabel Castelão, Joaquim Moita, Paula Pinto, Paula Simão, Sofia Mariz. Cuidados Respiratórios Domiciliários: Prescrição de Ventiloterapia e Outros Equipamentos. Norma nº 022/2011 de 28/09/2011 (atualizada a 1/09/2015). DGS 2015.

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A síndrome de Burnout e a gestão de conflitos na classe profissional dos enfermeiros

A síndrome de Burnout e a gestão de conflitos na classe profissional dos enfermeiros

Valentine (2001), assumiu tempos de mudança no paradigma de enfermagem, o que levou estes profissionais a assumir novas funções e novos papéis, implicando que o conhecimento de estratégias para gerir conflitos seja de vital importância. Morais (2002), assegura que a comunicação assume um papel importante pois é um dos meios mais eficazes para a mudança de atitudes, uma vez que é essencial à condução dos homens. Tanaka (2001), ao pesquisar sobre a perceção dos enfermeiros chefes acerca do relacionamento interpessoal na rotina de trabalho num hospital público, concluiu que esse relacionamento por vezes é difícil tanto entre pares, como com outros profissionais da equipa multidisciplinar de saúde.
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A Satisfação dos Utentes face aos Cuidados de Enfermagem: o caso de uma USF

A Satisfação dos Utentes face aos Cuidados de Enfermagem: o caso de uma USF

O motivo e a frequência com que os inquiridos recorrem à USF, não apresentam qualquer relação com o grau de satisfação com os cuidados prestados, assim como o tempo de espera também não influência no grau de satisfação com os cuidados de enfermagem prestados. Estes resultados surpreenderam-nos: por um lado, esperávamos que o grau de satisfação fosse menor naqueles que esperaram mais tempo para serem atendidos. O facto de isto não ter acontecido, pode levar-nos a pensar que são outras as dimensões com maior peso nesta perceção de satisfação, como por exemplo, as dimensões relacionais. Por outro lado, teria sido interessante se tivesse emergido alguma relação entre o motivo de ida à USF e o grau de satisfação, pois essa informação ajudar-nos-ia a identificar os serviços que, por gerarem maior insatisfação, necessitariam de diagnóstico/introdução de melhorias.
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