Sinistralidade Rodoviária

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A importância das medidas de acalmia de tráfego na redução da sinistralidade rodoviária

A importância das medidas de acalmia de tráfego na redução da sinistralidade rodoviária

Estes elevados valores de sinistralidade rodoviária, apresentam um grave prejuízo para toda a sociedade Portuguesa, com elevados impactos ao nível social e económico. A morte de um ser humano tem um valor incomensurável ao nível social, mas quando avaliada a perda económica de uma vida de uma forma objectiva, os estudos europeus avançam com valores entre um milhão e um milhão e meio de euros por morte na estrada para o cidadão médio europeu. Um estudo desenvolvido em universidades portuguesas (Santos B (2007) “Modelação dos custos dos utentes na gestão da estrada”. PhD Thesis (in portuguese), University of Beira Interior, Covilhã, Portugal), apresenta valores
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Análise de dados de sinistralidade rodoviária nas zonas em obras

Análise de dados de sinistralidade rodoviária nas zonas em obras

Os fatores contribuintes para a ocorrência de acidentes estão relacionados com o condutor, o veículo e a infraestrutura. Como tal, o presente documento, enquadrado essencialmente nos fatores relacionados com a infraestrutura rodoviária, teve como principal objetivo uma análise estatística dos dados oficiais da sinistralidade rodoviária ocorrida nas zonas com obstáculos ou em obras em Portugal Continental durante o triénio de 2013 a 2015. Os acidentes nestes locais correspondem a 2 a 3% do total de acidentes (considerando apenas os casos em que o campo B4.3 foi corretamente preenchido), valor que tem verificado uma tendência decrescente nos últimos anos, o que não significa necessariamente uma melhoria na segurança. Tal facto pode estar associado à redução do investimento na manutenção e reabilitação das infraestruturas rodoviárias devido à crise financeira nacional, uma vez que o número de acidentes fora destes locais não segue a mesma tendência. Valores semelhantes foram obtidos por outros estudos consultados (ARROWS 1998; FORMAT 2005).
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Análise de Dados de Sinistralidade Rodoviária nas Zonas em Obras com Recurso à Regressão Logística Multinomial

Análise de Dados de Sinistralidade Rodoviária nas Zonas em Obras com Recurso à Regressão Logística Multinomial

O combate sistematizado à sinistralidade rodoviária através de políticas públicas pioneira, teve início em Portugal no final da década de 90. Na trajectória histórica foram desenvolvidos três modelos de planos e estratégias que tiveram diferentes abordagens na sua base de concepção: o Plano Integrado de Segurança Rodoviária (PISER), de carácter anual, de 1998 a 2000; o Plano Nacional de Prevenção Rodoviária (PNPR), de carácter plurianual, de 2003 a 2010; e a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR), de carácter plurianual, prevista para os anos de 2008 a 2015, objecto de uma revisão intercalar em 2013 a 2015 e cuja implementação se prolongou pelo ano de 2016. Entretanto, em virtude da elaboração dos planeamentos teóricos terem ocorrido sem o envolvimento e comprometimento directo dos diferentes organismos com responsabilidades na execução das ações definidas nestes planos e estratégias, a eficiência global se mostrou um pouco prejudicada (Diário e República, 2017).
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Pagamentos de portagens nas ex SCUT  Qual o impacto na sinistralidade rodoviária LucieneDias

Pagamentos de portagens nas ex SCUT Qual o impacto na sinistralidade rodoviária LucieneDias

dá enfâse à consciência cívica pois a sinistralidade, na sua grande maioria, advém de comportamentos inadequados dos cidadãos para além de que pode ser considerado um grave problema de saúde pública com consequências económicas e sociais para a sociedade num todo. O PNPR (2003:5) tinha como principal objetivo a redução em 50% das vítimas mortais e feridos graves até 2010 pelo que foi possível verificar que, efetivamente, esta meta foi, em grande parte, alcançada antes do período previsto; por isso, em 2008, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária com a acessoria científica do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) procedeu à elaboração da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária 2008 – 2015 (ENSR) tendo este documento o objetivo qualitativo de “colocar Portugal entre os 10 países da U.E. com mais baixa sinistralidade rodoviária, medida em mortos a 30 dias por milhões de habitantes ” e do ponto de vista quantitativo “alcançar em 2015 o máximo de 62 mortos por milhão de habitantes, o que equivale a uma redução de 31.9% face aos valores registados em 2006 ” (ENSR, 2009). Com a figura 1 é possível concluir que este objetivo foi alcançado antes do tempo determinado, comprovando a eficácia das políticas de segurança rodoviária implementadas.
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Registo e diagnóstico da sinistralidade rodoviária dos troços em obras

Registo e diagnóstico da sinistralidade rodoviária dos troços em obras

Depois da elaboração do PNPR e dos objetivos propostos terem sido alcançados antes do término do período estabelecido, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária em conjunto com a direção científica do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) procedeu à elaboração da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR) para o período 2008-2015 [ENSR,2009]. A implementação da ENSR foi considerada dividida em dois períodos, 2008-2011 e 2012-2015, tendo como principal objetivo a introdução de novos métodos e processos de trabalho, assim como a exposição de progressos e resultados alcançados [ANSR, 2009]. Na ENSR foi definido como objetivo qualitativo colocar Portugal entre os 10 países da EU com menor taxa de sinistralidade rodoviária, medida em mortos a 30 dias por milhão de habitantes. Como objetivos quantitativos pretendeu-se colocar, até 2011, a sinistralidade rodoviária portuguesa em 78 mortos por milhão de habitante (representado uma redução de vítimas mortais de cerca de 14% em relação ao ano base de 2006), o que não foi alcançado (84 vítimas mortais por milhão de habitante em 2011) e melhorar esse indicador de modo a alcançar, em 2015, os 62 mortos por milhão de habitantes (representando uma redução de cerca de 32% em relação ao ano base de 2006).
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Aplicação de SIG para localização e auxílio ao diagnóstico da sinistralidade rodoviária em meio interurbano

Aplicação de SIG para localização e auxílio ao diagnóstico da sinistralidade rodoviária em meio interurbano

Apesar das medidas e políticas em matéria de segurança rodoviária, os acidentes continuam a representar um grave problema da actualidade, quer na perspectiva económica devido aos avultados custos e recursos envolvidos, quer na perspectiva social, tendo em conta o número de vidas humanas perdidas a cada ano. Os custos tangíveis e intangíveis em causa são, de facto, inaceitáveis em qualquer sociedade moderna. Por essa razão, o tema da segurança rodoviária tem hoje um estatuto importante e prioritário, não só para as diversas entidades competentes, como também para o simples utente das estradas. A urgência económica e social desta problemática justifica o desenvolvimento de novas abordagens e intervenções técnicas especializadas com vista à redução da sinistralidade rodoviária.
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Sinistralidade rodoviária: Uma análise jurídica dos instrumentos de controlo do risco do sinistro rodoviário

Sinistralidade rodoviária: Uma análise jurídica dos instrumentos de controlo do risco do sinistro rodoviário

Quanto à prova por declarações do arguido 134 , estas constituem meio de prova mas também um meio de defesa, assim, vejamos, se é verdade que não possuem, em julgamento, nomeadamente para efeito de formação da convicção do tribunal, quaisquer provas que não tiverem sido produzidas ou examinadas em audiência 135 , não é menos verdade que em matéria de acusação ou não do arguido por parte do Ministério Público, este poderá apreciar segundo as regras da sua experiência e da sua livre convicção 136 o valor a dar a certos meios de prova apresentados pelos OPC em matéria de sinistralidade rodoviária, in casu, referimo-nos especificamente às declarações prestadas de imediato, no local da ocorrência, aos OPC pelos intervenientes no sinistro rodoviário, ou seja, em regra, as primeiras reações dos intervenientes, nesta matéria, são as mais verídicas, senão vejamos, Jonh Locke teve como uma das suas ideias mais notáveis a tese da “Tabula rasa” 137 na qual defendia o argumento de que “a mente humana seria originalmente, uma “folha em branco”, sobre a qual é gravado o conhecimento, cuja base é a sensação, ou seja, todas as pessoas quando nascem, fazem-no sem saber rigorosamente nada, sem qualquer impressão ou conhecimento, assim, todo o processo de conhecimento, de saber e do agir é aprendido ao longo da sua existência através da sua experiência, da tentativa e do erro”.
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Tatiana Maria de Oliveira Marques A fiscalização do crime de condução em estado de embriaguez e a sua influência na sinistralidade rodoviária grave

Tatiana Maria de Oliveira Marques A fiscalização do crime de condução em estado de embriaguez e a sua influência na sinistralidade rodoviária grave

Vivemos numa sociedade de risco em evolução, onde surgem constantemente novas formas de perigo para o ser humano. Alguns desses perigos, principalmente os subjacentes à sinistralidade rodoviária, podem ser prevenidos. A causa dos acidentes de viação gravita entre o homem, a via e o veículo. No entanto, a conduta humana é maioritariamente responsável pelos acidentes rodoviários. Assim, para combater a sinistralidade rodoviária, é necessário apostar na conduta dos condutores que a propiciam. Uma dessas condutas é a condução aliada ao consumo de bebidas alcoólicas, que se torna num fator potenciador de acidentes de viação. Uma das missões da GNR é garantir a segurança rodoviária através da fiscalização de trânsito. Assim, tendo em conta as ações de fiscalização desencadeadas pela GNR no combate à condução sob influência de álcool, tenho a intenção de, com a presente dissertação, analisar de que forma a fiscalização do crime de condução em estado de embriaguez influencia a sinistralidade grave no distrito de Lisboa. Para tal, proponho-me elaborar um estudo da sinistralidade grave e do crime de condução em estado de embriaguez no distrito de Lisboa, com dados referentes ao ano de 2015 e apenas na área de atuação da GNR. Foi escolhido o distrito de Lisboa por ser este o local onde me encontro a residir e a trabalhar, sendo assim mais viável a recolha de dados para o presente estudo.
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Lopes   A GNR no Combate à  Rodoviária, Educação ou Coação

Lopes A GNR no Combate à Rodoviária, Educação ou Coação

O presente Questionário insere-se no âmbito do Trabalho de Investigação Aplicada necessário para a conclusão do Mestrado em Ciências Militares – Ramo GNR Infantaria, subordinado ao tema “A Guarda Nacional Republicana no combate à sinistralidade rodoviária, Educação ou Coação?” Tem como objetivo determinar o Papel da GNR no combate à sinistralidade rodoviária. Os dados a recolher serão anónimos e sujeitos a tratamento estatístico. INSTRUÇÕES Para responder ao Questionário, deverá assinalar com um clique no espaço (.), a resposta que considera a mais verdadeira. Nas Questões 9, 10 e 13, que compreendem 5 (Cinco) níveis, entende-se que o nível 1 corresponde a "Discordo Totalmente", o nível 2 a "Discordo", o nível 3 a "Não concordo nem discordo", o nível 4 a "Concordo" e o ´nível 5 a "Concordo Totalmente" Nas Questões 6, 8, 11 e 12, que compreendem 5 (Cinco) níveis, entende-se que o nível 1 corresponde a "Nenhuma Frequência", o nível 2 a "Pouca Frequência", o nível 3 a "Alguma Frequência", o nível 4 a "Regular Frequência" e o nível 5 a "Muita Frequência" POR FAVOR responda a todas as questões colocadas. Pretende-se que responda às seguintes questões tendo somente em consideração os conhecimentos que dispõe e o que ocorre no destacamento que comanda. Todas as respostas são estritamente confidenciais, não se pretendendo qualquer tipo de identificação pessoal. As questões são todas no âmbito rodoviário.
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Dissertação  Rodoviária em STP   Odair dos Anjos 2016

Dissertação Rodoviária em STP Odair dos Anjos 2016

Apesar do nível da sinistralidade rodoviária registar uma ligeira diminuição, o seu elevado valor continua a ser preocupante, visto que o país possui uma reduzida extensão e ainda detém poucos meios materiais e humanos e, tomando em consideração que o grosso das vítimas encontram-se numa faixa etária produtiva, poe em causa o desenvolvimento socioeconómico quer das famílias dos vitimados em particular, assim como do Estado em geral. Este problema tem enorme relevo, pois, a PN tem estudado e desenvolvido seriamente vários pogramas de índole preventiva (ação de fiscalização e sensibilização) sobre este flagelo para alcançar à redução significativa do fenómeno no país. Compete à PN fazer cumprir as normas e regulamentos através da fiscalização do cumprimento destes, sancionando condutas desviantes, bem como desenvolver ações de prevenção e combate à sinistralidade rodoviária.
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TIA 429 GNR Pasadas Ricardo

TIA 429 GNR Pasadas Ricardo

Ao abordar este problema, pretendeu-se perceber qual é a realidade atual da criminalidade rodoviária, assim como analisar a forma como a Guarda atua no âmbito da prevenção rodoviária, para evitar e reduzir os comportamentos geradores de crime rodoviário, bem como contribui para a diminuição das suas consequências, quando ocorrem. O tema reveste-se de extrema importância para a Guarda, tendo em conta a missão de promover a segurança rodoviária e de zelar pelo cumprimento das normas de trânsito, através de orientações internas e diretivas de planeamento de ações de fiscalização e regulação da circulação, que visam a segurança dos utilizadores das vias. Missões desenvolvidas pela Unidade Nacional de Trânsito (UNT), especialmente vocacionada para esta vertente, e pelos CTer (Branco, 2010). Pretendeu-se sobretudo, compreender melhor o fenómeno da criminalidade rodoviária e as suas consequências ao nível da sinistralidade rodoviária, bem como quais as principais barreiras que estas unidades enfrentam no desempenho das suas funções, uma vez que podem ser um fator de influência na qualidade do seu trabalho.
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A Insegurança rodoviária e a gestão da Impunidade

A Insegurança rodoviária e a gestão da Impunidade

Muito se tem opinado, nos últimos anos, sobre as altas taxas de sinistralidade rodoviária em Portugal. Comenta-se também frequentemente o facto de parecer paradoxal que os sinistros mortais atinjam valores tão elevados face ao aperfeiçoamento da rede viária e ao incremento da segurança dos veículos automóveis. A título de exemplo, notemos que só nos meses de Janeiro a Outubro de 2000 foram registados pelo Observatório de Segurança Rodoviária da D.G.V. 38.800 desastres e atropelamentos, de que resultaram 1.380 mortos e 49.853 feridos, dos quais 5.741 feridos graves ou muito graves. A média diária foi, assim, de quase 5 mortos (4.6) e 19 feridos graves 1 . Tais valores são superiores aos das guerras mais mediáticas que estão a acontecer hoje no mundo.
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Mortalidade rodoviária em Portugal: Uma abordagem sócio-demográfica

Mortalidade rodoviária em Portugal: Uma abordagem sócio-demográfica

Independentemente do tipo de filosofia de segurança rodoviária, a inversão conseguida nos números e impactos dos acidentes rodoviários é atribuída sobretudo à implementação de um grande leque de medidas de segurança rodoviária, cujas principais são os sistemas de protecção passiva dos veículos, o uso do cinto de segurança, a melhoria das infra-estruturas rodoviárias, as medidas de acalmia do trânsito, as iniciativas legislativas em matéria de sancionamento das infracções e a fiscalização policial. No entanto, para além desta componente mais de ordem material, existe uma outra dimensão do problema onde se terá de continuar a investir: a componente humana. É necessário apostar cada vez mais na educação rodoviária, na mudança de comportamentos ao volante e na educação cívica e de cidadania, que leve as pessoas a adoptar atitudes e comportamentos seguros, de acatamento voluntário das normas, de respeito pela sã vivência (também rodoviária). Acreditamos que só com uma verdadeira e radical mudança de atitude social colectiva, se poderá diminuir drasticamente a sinistralidade rodoviária.
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Análise estatística da sinistralidade laboral em dois sectores de actividade

Análise estatística da sinistralidade laboral em dois sectores de actividade

O estudo actual procura aprofundar um trabalho anterior sobre sinistralidade laboral em Portugal, da autoria de Jacinto et al (2007). Nesta tese, em contraste com o referido, que abordava cinco sectores de actividade económica, analisam-se apenas dois sectores – Indústrias Extractivas (sector C) e Indústrias da Madeira e da Cortiça e suas Obras (subsector DD) – sendo que o primeiro é comum a ambos os trabalhos. O período em análise deixa de ser de três anos (2001-2003) passando a ser de cinco anos consecutivos (2002-2006). Por outro lado, as técnicas estatísticas utilizadas para estudar as relações causa-efeito entre modalidades de variáveis são duas, sendo que uma delas constitui uma novidade em relação ao trabalho anterior. Tal como no estudo original, as relações de dependência estatística serão analisadas para duas variáveis específicas: o desvio e o contacto; estas variáveis representam, respectivamente, a “causa imediata” e o “tipo ou modalidade de acidente”. Contudo, outra novidade do presente trabalho consiste em repetir a análise das relações “desvio × contacto” não apenas para o sector, como um todo, mas também por faixa etária; o objectivo deste desdobramento foi o de verificar se o “mecanismo do acidente” (causa-efeito) é diferente para as várias faixas etárias. Por outras palavras: procurou-se não só caracterizar o acidente mais relevante de cada sector em análise, mas também verificar se os acidentes dos “mais novos” são estatisticamente diferentes dos acidentes ocorridos com trabalhadores mais velhos.
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Análise de risco como ferramenta de avaliação de custos da sinistralidade laboral

Análise de risco como ferramenta de avaliação de custos da sinistralidade laboral

Este capítulo inicia com uma evolução histórica deste tema, fazendo referência a diversos autores, que ao longo do tempo, deram o seu contributo com os seus respetivos estudos. É iniciada com uma breve explicação da pertinência do tema, em que essencialmente refere que as melhorias neste sentido podem trazer benefícios monetários à empresa mas também podem ter uma influência positiva no rendimento do colaborador. Após isto, são apresentadas várias metodologias de contabilização de custos totais de acidentes de trabalho, em que todas elas defendem que os custos visíveis por parte da empresa são apenas “a ponta do icebergue”, explicando que a fatura dos custos indiretos é bastante mais avultada, sendo assim de grande importância que a entidade empregadora os consiga quantificar. Finaliza com alguns dados genéricos de foro estatístico, onde é realçada a melhoria na sinistralidade laboral nacional, comparando como país vizinho, a Espanha, e justificando a opção da escolha de uma Pequena e Média Empresa, por estas representarem 99,5% do tecido empresarial português e garantirem 75% do emprego nacional.
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anexo 4   planificação Prevenção Rodoviária

anexo 4 planificação Prevenção Rodoviária

Após a conversa distribui-se as crianças pelo tapete, virados para o lado do teatro de fantoches, colocando as crianças mais altas atrás e as mais baixas À frente, c[r]

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Estudo da acessibilidade aplicado a rodoviária de Aparecida-SP

Estudo da acessibilidade aplicado a rodoviária de Aparecida-SP

Em visita técnica notou-se poucas rampas de acesso na rodoviária, e as poucas existentes, além da falta de manutenção, sofrem descaso de alguns usuários deste espaço público. O que demonstra a necessidade de conscientização de todos os segmentos sociais sobre a importância da acessibilidade nessa rodoviária que recebe em um único mês, mais de 40 mil usuários.

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Estudo da sinistralidade no mercado securitário de veículos: uma abordagem multivariada

Estudo da sinistralidade no mercado securitário de veículos: uma abordagem multivariada

Outras variáveis tais como, quantidade de sinistros, valor do sinistro, mês do sinistro, boletim de ocorrência, com representatividades apenas no grupo dos sinistrados, nã[r]

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MÚLTIPLAS AGÊNCIAS E FRÁGEIS CONTROLES  Vinicius Lúcio de Andrade, Vinícius Leão de Castro

MÚLTIPLAS AGÊNCIAS E FRÁGEIS CONTROLES Vinicius Lúcio de Andrade, Vinícius Leão de Castro

Uma segunda premissa: no processo penal, forma é garantia. Pois "quando há um modelo ou forma prevista em lei, e que foi desrespeitada, o normal é que tal atipicidade gere prejuízo, sob pena de se admitir que o legislador estabeleceu uma formalidade absolutamente inútil ” (BADARÓ, 2007, p.189). Entretanto, além do desrespeito as formas existentes, inexistem modelos normativos procedimentais de investigação quanto à atuação do Ministério Público, das Polícias Militares e da Polícia Rodoviária Federal.

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