Sintomas do climatério

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Lidiane Barazzetti RELAÇÃO ENTRE TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS MENORES E SINTOMAS DO CLIMATÉRIO EM MULHERES ATENDIDAS EM UM

Lidiane Barazzetti RELAÇÃO ENTRE TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS MENORES E SINTOMAS DO CLIMATÉRIO EM MULHERES ATENDIDAS EM UM

A análise multivariável seguirá o modelo conceitual definido na Figura 1, respeitando a hierarquia da relação entre as variáveis (VICTORA et al., 1997). As variáveis que pertencem ao Bloco I (variáveis distais) na determinação dos sintomas do climatério serão as primeiras a serem incluídas no modelo, uma vez que atuam sobre o desfecho, mas não são determinadas pelas variáveis mais proximais. Neste primeiro bloco foram incluídas as variáveis socioeconômicas e demográficas. No Bloco II (variáveis intermediárias), foram incluídas as variáveis comportamentais, reprodutivas e obesidade geral, as quais poderiam ser determinadas pelas variáveis distais. No Bloco III foi incluído o estado da menopausa e medicações para transtornos psicossociais e do sono para controle do efeito sobre o desfecho em relação às demais variáveis. Depois do Bloco III haverá a entrada da variável transtornos psiquiátricos menores, que no modelo foi mantida no mesmo nível do desfecho sintomas do climatério porque a existência de uma relação bidirecional entre ambas não pode ser descartada.
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Avanços na elucidação dos mecanismos de ação de Cimicifuga racemosa (L.) Nutt. nos sintomas do climatério.

Avanços na elucidação dos mecanismos de ação de Cimicifuga racemosa (L.) Nutt. nos sintomas do climatério.

Em controvérsia, há registro na literatura sobre as propriedades osteoprotetoras positivas para os extratos da C. racemosa. A melhora na qualidade do osso, a diminuição da perda óssea e o aumento na resistência mecânica à fratura foram observados após o uso do extrato isopropanólico de C. racemosa (Nisslein & Freudenstein, 2003; Viereck et al., 2005a). Os extratos etanólicos e isopropanólicos BNO 1055 de C. racemosa foram equipotentes a estrógenos e a fármacos dopaminérgicos (Mahady, 2005). Este extrato não induziu a proliferação do endométrio e produziu melhoras nas queixas dos sintomas do climatério em estudo feito com 400 mulheres na pós-menopausa, o que faz dele recurso seguro no tratamento dos desconfortos do climatério (Raus et al., 2006). É recomendada a dose de 40 a 80 mg dia -1 do extrato de C. racemosa. Para isto,
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Utilização de fitoestrógenos da soja (glycine max) e angelica sinensis (dong quai) como uma alternativa terapêutica para o tratamento dos sintomas do climatério

Utilização de fitoestrógenos da soja (glycine max) e angelica sinensis (dong quai) como uma alternativa terapêutica para o tratamento dos sintomas do climatério

Em relação às principais espécies vegetais que possuem fito-hormônios, a soja, sem dúvida, é o composto mais estudado em termos de pesquisas científicas. É uma planta originária da China, que em razão de sua facilidade de cultivo está disseminada em todo o mundo, possuindo alto poder alimentício. As pesquisas relacionadas aos efeitos da soja em mulheres no climatério originaram-se em decorrência de estudos populacionais, os quais demonstravam baixo índice de manifestações de sintomas do climatério em mulheres chinesas e japonesas, em consequência da maior ingestão diária de cereais (contendo grande quantidade de fitoestrógenos). Isso contrasta com o que se observava nas mulheres ocidentais, em que existe uma maior ingestão de carne vermelha e uma dieta bem diferente da oriental (ADLERCREUTZ et al., 1991; ALVES; SILVA, 2003).
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Efeitos do extrato de soja (Glycine max) na motricidade, nas funções cognitivas e sintomas do climatério: um estudo duplo cego

Efeitos do extrato de soja (Glycine max) na motricidade, nas funções cognitivas e sintomas do climatério: um estudo duplo cego

Caso a senhora aceite participar desta pesquisa, o pesquisador poderá integrar a senhora ao Grupo Isoflavona (que receberá o extrato seco de soja) ou ao Grupo Controle (que receberá placebo, ou seja, uma substância sem nenhum efeito). A senhora responderá a 11 questionários, sendo que destes, 7 são relacionados a aspectos cognitivos e dados pessoais, 1 de avaliação de pontos de desconforto, 1 para os sintomas do climatério, 1 para atitude de aceitação e frequência de consumo de soja, e 1 para verificar sintomas depressivos. A senhora também será submetida a uma bateria de teste motores para avaliar a motricidade (movimento). Todas as avaliações serão realizadas nas dependências do Laboratório de Atividade Física e Envelhecimento (LAFE), na UNESP de Rio Claro. A senhora terá que ingerir por 12 semanas uma cápsula ao dia e o controle será feito semanalmente por meio da ficha de monitoramento. Também serão monitoradas suas atividades físicas durante uma semana, por meio de um acelerômetro (aparelho que serve para medir a atividade física das pessoas) e não apresenta riscos em pessoas que não utilizem marcapasso.
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Prevalência de sintomas do climatério em mulheres dos meios rural e urbano no Rio Grande do Norte, Brasil

Prevalência de sintomas do climatério em mulheres dos meios rural e urbano no Rio Grande do Norte, Brasil

Foram entrevistadas 261 mulheres climatéricas, no período de fevereiro a dezembro de 2004, divididas em dois grupos: 131 mulheres residentes no meio rural (Grupo Rur) e 130 no meio urbano (Grupo Urb). As mulheres foram selecionadas a partir das unidades básicas de saúde dos referidos municípios, com base em mapeamentos realizados pelos agentes comunitários de saúde pertencentes ao Programa de Saúde da Família (PSF). Parte da amostra do Grupo Urb (30%) foi recrutada nos ambulatórios de Gine- cologia e Climatério da Maternidade Escola Januário Cicco da UFRN. A seleção foi realizada a partir de informações sobre idade e condições de vida das mu- lheres residentes nas áreas consideradas.
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Yoga como uma proposta para melhora dos sintomas do climatério em mulheres na pós-menopausa com queixa de insônia

Yoga como uma proposta para melhora dos sintomas do climatério em mulheres na pós-menopausa com queixa de insônia

Muitas mulheres que interromperam o uso da TH por ser contra indicada ou por opção, tiveram novamente os sintomas vasomotores e muitas destas foram buscar nas práticas alternativas e complementares o conforto para tais sintomas negativos (Kupferer et al., 2009). Os sintomas vasomotores são a queixa clínica mais comum nas mulheres no climatério e também os fatores que mais transtornam o bem estar da mulher. Podem desencadear o “efeito dominó” causando outros sintomas que são a insônia e a depressão, interferindo negativamente na qualidade de vida das mulheres nesta fase (Sousa et al., 2003). Mulheres com fogacho têm mais distúrbios do sono, como número significativo maior de despertares e menor eficiência de sono (Woodward 1994).
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Influência dos sintomas climatéricos sobre a função sexual de mulheres de meia-idade.

Influência dos sintomas climatéricos sobre a função sexual de mulheres de meia-idade.

OBJETIVO: Avaliar a inluência dos sintomas climatéricos na função sexual de mulheres de meia-idade. MÉTODOS: Estudo populacional de corte transversal, com amostra de 370 mulheres entre 40 e 65 anos, atendidas nas Unidades Básicas de Saúde da cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Aplicou-se um questionário referente às características sociodemográicas, clínicas e comportamentais das mulheres. A função sexual foi avaliada pelo Female Sexual Function Index (FSFI), enquanto os sintomas do climatério pelo Menopause Rating Scale (MRS). RESULTADOS: No grupo estudado, 67% das mulheres apresentaram risco de disfunção sexual (FSFI≤26,5). Todos os domínios do FSFI (desejo, excitação, lubriicação, orgasmo, satisfação e dor) apresentaram escores mais baixos nas mulheres com risco de disfunção sexual (p<0,001). Os domínos excitação, orgasmo e dor foram os que mais contribuíram para os baixos escores do FSFI. Os sintomas somatovegetativos, urogenitais e psicológicos do MRS apresentaram-se mais elevados nas mulheres com risco de disfunção sexual, sendo signiicativos para todas as comparações (p<0,001). A análise de regressão logística revelou que as chances de mulheres com riscos de disfunção sexual apresentarem fogachos, humor depressivo, problemas sexuais e ressecamento vaginal foram, respectivamente, 2,1 (IC95% 1,2–3,5); 2,4 (IC95% 1,5–4,1); 2,3 (IC95% 1,4–3,8) e 2,2 (IC95% 1,3–3,6) vezes maior, quando comparadas àquelas sem risco. CONCLUSÃO: Os sintomas climatéricos parecem inluenciar a função sexual de mulheres na meia-idade.
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Mudanças comportamentais e fisiológicas determinadas pelo ciclo biológico feminino – climatério à menopausa

Mudanças comportamentais e fisiológicas determinadas pelo ciclo biológico feminino – climatério à menopausa

Resumo: A menopausa, período da falência ovariana, aparece como um marco corporal desencadeando sinais e sintomas que necessitam de controle e avaliação para garantir qualidade de vida no processo do envelhecimento feminino. O objetivo deste trabalho foi investigar as ações do estrogênio no período que caracteriza o climatério/menopausa, a partir de uma revisão integrativa, cujos descritores foram: ações do estrogênio, sinais/sintomas do climatério/menopausa e terapia de reposição hormonal. O estrogênio apresenta receptores em todos os órgãos e, portanto, atua nas características anatômicas, fisiológicas e emocionais; estimula o crescimento da massa óssea e muscular; atua como antioxidante; exerce ação cardioprotetora e neuroprotetora; contribui na vitalidade emocional e sexual. Com isso, percebe-se que no climatério ocorre uma redução drástica nos níveis de estrogênio, que culmina com a ausência estrogênica na menopausa e esse fato acarreta desequilíbrio de diferentes sistemas, até atingir uma nova adaptação.
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Climatério: a intensidade dos sintomas e o desempenho sexual.

Climatério: a intensidade dos sintomas e o desempenho sexual.

O climatério nem sempre está associado às alterações físicas e emocionais comuns que ocor- rem neste período, mas quando surge é caracteri- zado como síndrome do climatério. Os sintomas do climatério sofrem inluência de inúmeros fato- res de ordem biológica (ligados à queda dos níveis de estrógenos ou em decorrência da senilidade), aspectos psicológicos (envolvendo a autopercep- ção da mulher, ou seja, como essa mulher enfrenta esse momento da sua vida) e aspectos sociais (rela- cionados à interação da mulher com os familiares, amigos e comunidade). Este último tem uma forte relação com os aspectos socioculturais, tais como os mitos, crenças e preconceitos que a sociedade constitui, dissemina e vivencia em cada época. 1-3
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MULHERES NO CLIMATÉRIO E OS FATORES INTERFERENTES SOBRE A SAÚDE

MULHERES NO CLIMATÉRIO E OS FATORES INTERFERENTES SOBRE A SAÚDE

O climatério é um processo natural que faz parte do envelhecimento feminino e é marcado por modificações hormonais que podem influenciar a saúde. Objetivo: avaliar os fatores que influenciam sobre a saúde de mulheres no climatério. Métodos: pesquisa de revisão bibliográfica encontrada em livros, sites e periódicos eletrônicos como: Scielo, Lilacs e Bireme, em língua portuguesa e inglesa, entre os anos de 2007 e 2015. As mudanças hormonais do período do climatério promovem modificações morfológicas, metabólicas e fisiológicas que podem contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas, no entanto fatores exógenos, como alimentação e hábitos de vida, também influenciam sobre a saúde/doença. Alguns alimentos auxiliam na minimização dos desconfortos dos sintomas do climatério e na prevenção de doenças, bem como trabalhos de promoção e prevenção da saúde. O acesso à informação, a monitoração do estado nutricional e de saúde, e a educação alimentar e nutricional podem contribuir na minimização de sintomas do climatério e na prevenção de agravos crônicos não transmissíveis.
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Promoção à saúde da mulher: desmistificando o climatério  / Women's health promotion: demystifying the climacteric

Promoção à saúde da mulher: desmistificando o climatério / Women's health promotion: demystifying the climacteric

Os sintomas do climatério classificados de acordo com o IMBK como leves, moderados e intensos podem afetar a sexualidade e o padrão de desempenho sexual da mulher neste período. Recomenda-se que o planejamento das ações oferecidas às mulheres no climatério nos serviços de saúde inclua a promoção da saúde com o incentivo às práticas educativas a respeito do tema, bem como, mudanças no estilo de vida.

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Avaliação do potencial antioxidante e antiglicante de fitoterápicos utilizados para os sintomas de climatério

Avaliação do potencial antioxidante e antiglicante de fitoterápicos utilizados para os sintomas de climatério

O climatério é uma fase biológica na vida da mulher em que ocorre a transição do período reprodutivo e o não reprodutivo, caracterizado pela diminuição da produção hormonal e consequentemente a cessação permanente dos ciclos menstruais associados ao decréscimo da função ovariana. Sendo assim, a necessidade de investigação clínica em mulheres no período do climatério torna-se necessária à medida que aumenta a expectativa média de vida da população. Terapias alternativas são estudadas e avaliadas, dentre elas destacam-se as preparações à base de plantas, denominadas de fitoterápicos. Este trabalho avaliou o potencial antioxidante nos fitoterápicos a base de Cimicifuga racemosa, Trifolium pratense, Humulus lupulus e Morus nigra utilizados para sintomas do climatério, por meio dos testes in vitro de sequestro de radical livre estável DPPH, potencial redutor de ferro (FRAP), atividade sequestradora do radical óxido nítrico (NO), inibição da peroxidação lipídica (TBARS) e pelo método de inibição da hemólise oxidativa em eritrócitos humanos. Também foram avaliadas in vitro a capacidade antiglicante e antioxidante, pelos sistemas albumina sérica bovina (BSA) /ribose e do sistema BSA/Metilglioxal, na presença ou ausência do agente oxidante Cu +2 , por meio do ensaio da mobilidade relativa em eletroforese. Foram quantificados os polifenóis e flavonoides totais presentes nos extratos secos. Entre os fitoterápicos, a maior atividade antioxidante tanto para o sequestro de DPPH quanto para o teste FRAP foi detectada no extrato seco de Humulus lupulus (83,56% e 46,95 µM ET/ g de extrato seco, respectivamente). Na inibição da peroxidação lipídica as menores porcentagens de TBARS foram encontradas para M. nigra (4,82%) e H. lupulus (18,26%). C. racemosa apresentou a menor formação de nitrito (34,57 µM/mL) no sequestro do radical NO. T. pratense apresentou o maior conteúdo de polifenóis (24,61 mg EAG/g de extrato seco) e flavonoides (22,79 mg ER/g de extrato seco). No ensaio de hemólise oxidativa, os extratos mostraram capacidade inibitória concentração-dependentes, enquanto para atividade antiglicante, todos os extratos demostraram potencial antiglicante.
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AVALIAÇÃO DOS SINTOMAS E DA QUALIDADE DE VIDA DAS MULHERES NO CLIMATÉRIO  DOI:  http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.1837

AVALIAÇÃO DOS SINTOMAS E DA QUALIDADE DE VIDA DAS MULHERES NO CLIMATÉRIO DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.1837

Para a avaliação dos sintomas do climatério, foi utilizado o Índice Menopausal de Kupperman e Bratt (IMKB). No IMBK, os diversos sintomas incluídos sob a denominação de síndrome climatérica (fogachos; insônia; parestesia; nervosismo; melancolia; vertigem; artralgia/mialgia; cefaleia; palpitação e zumbido) recebem valores numéricos de acordo com a sua intensidade (leves=1; moderados=2; severos=3) multiplicados pelos fatores de conversão de acordo com sua importância na síndrome climatérica. Dessa forma, os sintomas vasomotores podem receber valores 4, 8 ou 12; a parestesia, a insônia e o nervosismo, 2, 4 ou 6; e o restante (melancolia; vertigem; artralgia/mialgia; cefaleia; palpitação e zumbido), os valores 1, 2 ou 3. De acordo com o somatório dos valores, os sintomas são classificados em leve (19), moderado (20- 35) e severo (>35) (MARTINS et al., 2009).
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Qualidade do sono em mulheres paulistanas no climatério.

Qualidade do sono em mulheres paulistanas no climatério.

Considerando que, do ponto de vista clínico, a percepção do desconforto é tão ou mais importante do que as eventuais medidas objetivas que possam vir a caracterizá-lo, a avaliação subjetiva da qualidade do sono tem sua justificativa. Com relação às mulheres no climatério, uma vez que a qualidade do sono nessa fase ainda é pouco estudada, a avaliação subjetiva cumpre papel especial. Além de permitir a caracterização de algumas das queixas mais freqüentes nesse período e de verificar que diferentes fatores poderiam estar influenciando a qualidade do sono nessa fase, a avaliação subjetiva municia o clínico com informações que podem ajudá-lo a focalizar melhor as queixas dessas mulheres.
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HEALTH EDUCATION AS A TOOL FOR WOMEN IN CLIMACTERIC: GRANTS FOR NURSING CARE

HEALTH EDUCATION AS A TOOL FOR WOMEN IN CLIMACTERIC: GRANTS FOR NURSING CARE

Este estudo mostra-se relevante para o âmbito acadêmico e científico da Enfermagem, demonstrando que, mesmo ocorrendo transformações biológicas e sociais com estas mulheres no período do climatério, estas devem ser vistas como seres que estão passando por um período normal do ciclo da vida humana e com isso voltar a atenção a esse grupo é de extrema valia e a partir do momento em que é discutido o cotidiano destas mulheres, o acadêmico e o já profissional poderão demonstrar com habilidade, a prestação do melhor cuidado, seja ele tradicional ou educativo, a estas mulheres. Para a importância pessoal, estruturar um estudo que aborde a integralidade da saúde da mulher, para nós, se torna um prazer, pois esta área nos cativa desde a passagem pela disciplina na graduação.
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Tétano no climatério.

Tétano no climatério.

No organismo humano, a Clostridium tetani germina, assume forma vegetativa e produz a tetanospasmina, toxina que ataca o sistema nervoso central e causa rigidez muscular em diversas regiões do corpo. O trismo, riso sardônico, dores nas costas, rigidez abdominal e da nuca, espasmos e convulsões estão entre os principais sintomas observados; o quadro pode complicar-se com parada cardiorrespiratória.

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Concepções de mulheres sobre menopausa e climatério

Concepções de mulheres sobre menopausa e climatério

Portanto, o climatério é uma etapa importante da vida da mulher, caracterizando-se pela diminuição gradual da produção de hormônios sexuais femininos a partir dos ovários. Esse fato predispõe as mulheres a um conjunto de sinais e sintomas desagradáveis, denominados como síndrome do climatério, além de patologias decorrentes desta fase, como osteoporose e doenças cardiovasculares, entre outras. A intensida- de das modifi cações presentes no climatério depende do ambiente sociocultural, das condições de vida da mulher e do grau de privação estrogênica. A maioria dos sintomas típicos do climatério provêm da dimi- nuição dos níveis de estrogênio circulantes, sendo os mais freqüentes a instabilidade vasomotora, distúr- bios menstruais, sintomas psicológicos, atrofi a geni- tourinária e, a longo prazo, osteoporose e alterações cardiocirculatórias (1) .
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O climatério: a corporeidade como berço das experiências do vivido.

O climatério: a corporeidade como berço das experiências do vivido.

No ensino, faz-se necessário incluir temas e formas de ensiná-los, que privilegie a interconexão da razão, da ciência com a sensibilidade, de forma que o profissional seja formado com a visão da complexidade e da subjetividade para que a doença não seja o foco principal do conteúdo programático dos currículos, mas considerada como uma resposta do corpo aos processos vividos e não apenas nos seus aspectos de neutralidade e objetividade, como se pudéssemos departamentalizar o indivíduo enquanto uma lista de sinais e sintomas. Na pesquisa, paralelo ao desenvolvimento de biotecnologias que atendam aos aspectos biológicos do processo saúde-doença, é importante que se desenvolva estudos com vistas no desvelamento de outros fenômenos da vivência do climatério, respaldados pelos princípios científicos, que possam apontar novos caminhos para o cuidar.
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Descrição de uma intervenção psicológica com mulheres no climatério.

Descrição de uma intervenção psicológica com mulheres no climatério.

Diante dessas considerações, justifica-se a ne- cessidade e a importância do planejamento e implementação de ações de saúde que visem infor- mar, apoiar e preparar as mulheres para uma etapa tão importante de suas vidas, que é o climatério. Acre- dita-se que a intervenção psicológica relatada neste artigo é uma modalidade de atendimento que pode propiciar às mulheres a oportunidade de vivenciarem o climatério de maneira mais positiva. Além disto, argumentamos que é necessário a elaboração de téc- nicas que sejam, ao mesmo tempo pertinentes aos conteúdos e motivadoras, a fim de garantir o envolvimento emocional e favorecer a aquisição dos conhecimentos que se pretende transmitir. É nossa expectativa que a descrição detalhada das técnicas de grupo utilizadas para desenvolver a intervenção possa ajudar os profissionais da área de saúde inte- ressados na implementação de ações direcionadas às mulheres no climatério.
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Tradução, adaptação e validação da versão brasileira do questionário utian quality of life (uqol) para avaliação da qualidade de vida no climatério

Tradução, adaptação e validação da versão brasileira do questionário utian quality of life (uqol) para avaliação da qualidade de vida no climatério

O quadro sintomatológico inicial, caracterizado principalmente pela ocorrência de sintomas vasomotores, pode durar de alguns meses a vários anos, mas, em geral, desaparece espontaneamente. Existem vários tratamentos propostos para minimizar os efeitos da síndrome climatérica, sendo a terapia hormonal a opção mais utilizada e estudada. Seu princípio baseia-se na administração de estrogênio isolado ou em associação com um progestagênio, apresentando benefícios comprovados na melhora dos fenômenos vasomotores (sudorese e fogachos), urogenitais (distúrbios menstruais, secura vaginal, disfunção urinária) e melhora da densidade mineral óssea (redução da incidência de fraturas). Por outro lado, muito se discute acerca do efeito da terapia hormonal sobre importantes aspectos relacionados à saúde da mulher climatérica, tais como o sistema cardiovascular e memória (31, 33,34) .
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