Sistema de Normalização Contabilística

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SISTEMA de NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA

SISTEMA de NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA

Considerando a entrada em vigor do novo sistema de normalização contabilística (SNC) em Portugal assente nas Normas Internacionais de Contabilidade (NIC) e nas Normas Internacionais de Relato Financeiro (NIRF) torna-se importante analisar as novas regras de contabilização dos instrumentos fi nanceiros preconizadas no SNC, tanto mais que se trata de uma matéria cujo tratamento contabilístico em termos internacionais tem vindo a distanciar-se do normativo português e, portanto, de grande impacto na transição de normativo. Lopes e Rodrigues (2006) efectuaram um estudo comparativo entre as práticas contabilísticas ao nível dos instrumentos fi nanceiros das empresas cotadas em Portugal antes da transição para as IAS/ IFRS e as regras de reconhecimento, mensuração e divulgação das IAS 32 e IAS 39, tendo concluído que a passagem para as IAS terá o seu maior impacto nas categorias dos instrumentos fi nanceiros para as quais as IAS exigem a adopção do justo valor e na contabilização de operações de cobertura. Lopes e Viana (2008), num estudo sobre a transição para as IAS/IFRS nas empresas cotadas portugue- sas encontraram evidência de que, logo após o reconhecimento de intangíveis e o tratamento contabilístico do goodwil, a contabilização de instrumentos fi nanceiros é a rubrica que afectou o maior número de empresas.
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SISTEMA de NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA

SISTEMA de NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA

22 Jornadas de Contabilidade e Fiscalidade - Sistema de Normalização Contabilística Outro exemplo é o dos instrumentos compostos, isto é, instrumentos fi nanceiros que têm características de dívida e características de capital próprio. É o caso dos empréstimos obrigacionistas convertíveis em acções. Este tipo de instrumento confere ao seu detentor a opção de converter as obrigações em acções numa data futura. Assim, o montante recebido pelo emitente refere-se a duas contrapartidas – a dívida e a opção de conversão –, devendo ser apresentadas separadamente no balanço, no passivo e no capital próprio, respectivamente. Para tal deve ser men- surada a parte da dívida como se não incluísse a opção de conversão, atribuindo a diferença à componente do capital próprio. Apresenta-se de seguida um exemplo da mensuração das componentes passivo e capital próprio de um instrumento composto para efeitos de apresentação no Balanço.
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O sistema de normalização contabilística e o impacto fiscal na tributação directa

O sistema de normalização contabilística e o impacto fiscal na tributação directa

Finalmente, em 16 de Abril de 2008, em sessão promovida pela Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, decorreu em Lisboa uma sessão de “Apresentação para Audição Pública do Novo Sistema de Normalização Contabilística”, sendo indicado o prazo de 60 dias a partir daquela data para audição pública e entrega de contributos com vista ao seu melhoramento; este prazo foi entretanto alargado até 31 de Julho de 2008, por despacho de 06 de Junho de 2008 do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, “prorrogação necessária visto se estar perante a importação de conceitos, definições, valores e comportamentos, que não fazem parte, em grande medida, do nosso léxico contabilístico, pelo que se justifica uma análise detalhada e profunda quanto às questões a analisar”.
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O novo sistema de normalização contabilística: impacto da sua adopção numa empresa pública

O novo sistema de normalização contabilística: impacto da sua adopção numa empresa pública

Ferreira (2010) considera que a utilização dos critérios de valorimetria do justo valor e valor real actual no âmbito do novo sistema de normalização contabilística irá gerar problemas, porque se passam a valorizar meras expectativas, tomando-as como realidades. Enquanto na contabilidade tradicional se buscava apurar ocorrências passadas que conduziam a alcançar certo resultado e dada situação patrimonial, a nova contabilidade procura apurar resultados e valores patrimoniais remanescentes no fim do período de gestão apreciado, na base do futuro, que se desconhece, mas que se quer postular. Considera que esta mudança é subversiva e que deste modo se caminha para forte subjectivismo, que poderá dar azo a “malabarismos” diversos. “A contabilidade tradicional era base aceitável para as previsões do futuro, mas «pegar no futuro e torná-lo presente» será privilegiar o incerto.” Os trabalhos de avaliação de empresas são sempre demorados, controversos e dispendiosos. Apurar o valor real actual de cada empresa na contabilidade digráfica, que de acordo com as NIC passa a ser opção contida no fim de cada exercício, constitui opção efectivamente cheia de dificuldades.
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OS CONTRACTOS DE CONCESSÃO NO CONTEXTO DO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO

OS CONTRACTOS DE CONCESSÃO NO CONTEXTO DO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO

Considerados activos intangíveis (de facto a entidade acaba por ter um “Direito” de explorar um determinado activo), o processo contabilístico é feito a luz do disposto na Norma de Relato Financeiro nº6 – Activos Intangíveis. Os contractos de concessão apresentam especificidades próprias e por esta razão o IASB emitiu uma IFRIC (nº 12) com o objectivo de clarificar o tratamento contabilístico desta problemática. Não existindo no normativo nacional tal norma interpretativa as empresas nacionais que convivem com esta realidade vêem-se na contingência de, supletivamente, recorrer às normas internacionais de contabilidade para resolver o assunto. É o caso da ELECTRA para os activos afectos a distribuição. Neste sentido, o estudo debruça sobre esta problemática, apresenta um enquadramento teórico, analisar os principais aspectos de reconhecimento a luz dos dois normativos contabilísticos nacionais (o antigo Plano Nacional de Contabilidade e o actual Sistema de Normalização Contabilística e de Relato Financeiro) e termina utilizando as informações da ELECTRA, SARL para ilustrar este processo de reconhecimento contabilístico.
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A Implementação do Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas na Marinha Portuguesa

A Implementação do Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas na Marinha Portuguesa

Tendo em conta que este decorre do Plano Oficial de Contabilidade (POC), conforme refere o documento de aprovação do Sistema de Normalização Contabilística (SNC) (Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de julho), os princípios contabilísticos nos domínios conceptual e instrumental instituídos apresentam alguma desadequação com as exigências contemporâneas, alertando ainda para o dever de aproximação aos novos padrões comunitários. Assim, segundo Ferreira (2012, pp. 25), existem algumas carências que justificam a aprovação do SNC e revogação do POC, aplicando-se também ao POCP. Neste momento, o sistema contabilístico utilizado no setor privado é o SNC e no público o POCP, resultando numa normalização contabilística do setor público (SP) desatualizada, inconsistente e fragmentada (Decreto-Lei n.º 192/2015 de 11 de setembro). Resulta desta asserção o reconhecimento da necessidade de aplicar um novo normativo, de modo a responder às exigências de um adequado planeamento, relato e controlo financeiro, originando um novo sistema contabilístico para as administrações públicas, consistente com o SNC e com as Normas Internacionais de Contabilidade Pública (IPSAS), o Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas (SNC-AP).
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XPLICADO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA SNC EXPLICADO. João Rodrigues

XPLICADO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA SNC EXPLICADO. João Rodrigues

1. a PARTE 28 SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA 1 – DECRETO ‑LEI N.° 158/2009, DE 13 DE JULHO (A provA o SNC) – I NCluI A D eClArAção De r etIfICAção N .° 67 ‑B/2009, De 11 De SetemBro , AS AlterAçõeS reSultANteS DA l eI N .° 20/2010, De 23 De AgoSto , Do D eCreto ‑l eI N .º 36‑A/2011, De 9 De mArço , DA l eI N .º 66‑B/2012, DA l eI N .º 83‑C/2013, De 31 De DezemBro , Do D eCreto ‑l eI N .º 98/2015, De 2 De juNho , que o repuBlICA , e Do D eCreto ‑l eI N .º 192/2015, De 11 De SetemBro .................................................................................... 29
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Implementação do Sistema de Normalização Contabilística para as administrações públicas na Guarda Nacional Republicana

Implementação do Sistema de Normalização Contabilística para as administrações públicas na Guarda Nacional Republicana

De acordo com o Preâmbulo do DL n.º 192/2015, de 11 de setembro, “pode afirmar -se que a normalização contabilística em Portugal para o setor público encontra-se atualmente desatualizada, fragmentada e inconsistente” (MF, 2015, p. 7584). Uma das causas desta fragmentação e inconsistência deve-se à aprovação do Sistema de Normalização Contabilística (SNC), e consequente revogação do Plano Oficial de Contabilidade (POC), que implicou o desaparecimento das bases concetuais e de referência do POCP. Por outro lado, coexistiram diferentes referenciais contabilísticos autónomos para a administração central, local, para o setor da saúde, da educação, segurança social e para as entidades públicas reclassificadas (MF, 2015).
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O Sistema de Normalização Contabilística e de Relato Financeiro e a Tributação sobre o Rendimento das Empresas

O Sistema de Normalização Contabilística e de Relato Financeiro e a Tributação sobre o Rendimento das Empresas

O Sistema de Normalização Contabilística e de Relato Financeiro (SNCRF), aprovado pelo Decreto-lei n.º 5/2008, de 4 de Fevereiro, é um instrumento de gestão muito actual, criado devido à aceitação generalizada da necessidade de uma normalização contabilística de carácter global, que permita aos vários utentes, nacionais e estrangeiros, localizados em qualquer parte do mundo, uma tomada atempada de decisões económicas em relação as entidades. O SNCRF, com isso, promove uma abordagem teórica e uma estrutura prática radicalmente novas, para a preparação e apresentação das demonstrações financeiras, assentes em normas e não em prescrições legais, sucedendo ao Plano Nacional de Contabilidade (PNC), vigente em Cabo Verde, desde o ano de 1984.
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Biblioteca Digital do IPG: Impostos Diferidos: Impactos da Transição para o Sistema de Normalização Contabilística

Biblioteca Digital do IPG: Impostos Diferidos: Impactos da Transição para o Sistema de Normalização Contabilística

Em Portugal, as normas contabilísticas registaram uma evolução ao longo do tempo, com o objetivo de se adaptarem às novas realidades económicas e financeiras, fazendo com que as demonstrações financeiras traduzam com maior rigor a posição e desempenho financeiro das empresas. Esta investigação centra-se na Norma Contabilística e de Relato Financeiro (NCRF) 25, relativa aos Impostos Diferidos, para as sociedades abrangidas desde 2010 pelo regime geral do Sistema de Normalização Contabilística (SNC). Contudo, o conceito de impostos diferidos não é uma novidade, atendendo que a Diretriz Contabilística (DC) 28, aplicada no âmbito do Plano Oficial de Contabilidade (POC), já tratava esta temática desde 2003, por transposição para o normativo nacional da International Accounting Standard (IAS) 12.
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O Plano geral de contabilidade angolano e o sistema de normalização contabilística de Portugal: uma análise comparada

O Plano geral de contabilidade angolano e o sistema de normalização contabilística de Portugal: uma análise comparada

No entretanto, a globalização impõe às empresas a necessidade de elaboração de demonstrações financeiras baseadas em critérios e normas internacionais únicos, de forma a proporcionar informações mais concisas, comparáveis e fiáveis. Portugal adotou, desde 2010,o sistema de normalização contabilística (SNC) no sentido de acompanhar o esforço de harmonização ao nível internacional. Desta forma, o SNC garante transparência, uniformização, comparabilidade e padronização da informação financeira, facilitando a tomada de decisão dos investidores em diferentes mercados.
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O sistema de normalização contabilística

O sistema de normalização contabilística

Segundo Caiado, Carvalho e Silveira (2010), citados por Pinho (2014, p.20), os principais objetivos estabelecidos pela RAFE, relacionam-se com uma clara preocupação em modernizar a AP, tendo em vista uma maior e melhor racionalização da despesa pública, o cumprimento da legalidade, controlo das despesas públicas eficaz e eficiente e uma melhoria no relato da informação financeira. Outro aspeto que merece realce neste diploma é a referência à necessidade dos serviços e fundos autónomos que adotavam o regime excecional, a autonomia administrativa e financeira, de adotarem um sistema de contabilidade enquadrado no POC, pois decorrente da autonomia administrativa, financeira e patrimonial que lhes era conferida, a complexidade de registo de todas as suas operações era maior, bem como a de relato e prestação de contas (MF, 1992, p.3507). Deste modo, estabelece-se a coexistência de dois sistemas totalmente distintos na AP, um baseado em contabilidade de caixa e compromissos, para os serviços integrados e outro baseado no POC aplicado ao setor privado, para as entidades com autonomia administrativa e financeira.
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O Sistema de Normalização Contabilística

O Sistema de Normalização Contabilística

Embora partindo do princípio de que os utilizado- res das demonstrações financeiras das PME’s têm necessidades de informação distintas das dos utentes das entidades que possuem public accountability (res- ponsabilidade pública), verificamos que a estrutura conceptual proposta é semelhante e que os princípios relativos ao reconhecimento e mensuração não são significativamente distintos dos aplicáveis às normas denominadas “ full ”, ou seja, ao conjunto completo das Normas Internacionais emanadas do IASB e apli- cáveis no seio da União Europeia de acordo com os Regulamentos e disposições comunitárias em vigor. Chegamos, assim, a um ponto essencial relativo à ava- liação da adequacidade da proposta do Conselho Geral da Comissão de Normalização Contabilística relativa ao SNC, o qual consiste em identificar as necessida- des de informação dos utilizadores das demonstrações financeiras e em que medida, se alguma, existem necessidades específicas e distintas do utilizadores das demonstrações financeiras das entidades que possuam uma responsabilidade pública, daquelas que não pos- suem essa mesma responsabilidade. Este é um aspecto fulcral e essencial.
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Sistema de Normalização Contabilística (SNC)

Sistema de Normalização Contabilística (SNC)

Método de Consolidação Integral: Consiste na integração nas demonstrações financeiras da empresa através da soma linha a linha, isto é conta a conta, todos os elem[r]

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Sistema de normalização contabilística - do POC ao SNC

Sistema de normalização contabilística - do POC ao SNC

Estados-membros terem aproximado as suas posições, ao harmonizarem as suas raízes legislativas, a multiplicidade de opções que as Directivas oferecem não permitiu ultrapassar por completo os problemas de falta de comparabilidade da informação financeira. Por outro lado, como o período de transposição foi demasiado lento, relativamente ao inicialmente previsto, foram criadas novas e maiores dificuldades. Ou seja, inactividade da U.E. em termos de regulamentação contabilística, durante o período de transposição, fez com que cada Estado-membro se visse forçado a avançar com normalização estritamente nacional para os temas não tratados nas Directivas, quer porque à data não fossem suficientemente conhecidos ou por não se encontrarem suficientemente desenvolvidos. Desta feita, os condicionalismos da envolvente, que já haviam influenciado cada sistema contabilístico, continuaram a fazê-lo durante o período de transposição para as matérias ainda não regulamentadas. Ora, se pensarmos que as duas últimas décadas serviram de palco a rápidas e profundas alterações, de natureza técnica e científica, que impuseram novos conceitos e relativamente aos quais havia necessidade de assumir uma postura comum, assistiu-se ao emergir de novas legislações nacionais que se transformaram em novos factores de entropia. Nesta conformidade, pensamos poder dizer-se que as conquistas no caminho da harmonização acabaram por descambar por inactividade da própria Comissão Europeia. Esta passividade, que havia sido assumida pela U.E. como uma opção, acabaria por lhe colocar novas e acrescidas dificuldades. A clássica via que vinha sendo seguida, preconizada pelas Directivas Comunitárias desde 1978, afirmava-se ainda como uma solução possível mas de difícil concretização, designadamente pelo longo caminho que haveria ainda por percorrer e sem tempo suficiente para tal. As pressões cresciam e a U.E. via-se confrontada com a necessidade de dar uma resposta rápida e eficaz. É neste contexto, e como uma consequência dele, que a U.E. e o IASB estabelecem um acordo e passam a partilhar objectivos.
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Análise do sistema de normalização contabilística da Dinamarca

Análise do sistema de normalização contabilística da Dinamarca

A Lei das Sociedades Limitadas de 1930 aumentou a quantidade de informação a ser apresentada nas demonstrações financeiras. Os requisitos foram englobados numa cláusula geral chamada de "Boa e prudente prática empresarial” que se tornou no principal princípio de valoração. A prudência foi realçada de tal forma que permitiu a criação de reservas ocultas. Além da condição geral, a lei incluía regras específicas para a reavaliação, custos de formação e goodwill, mas não incluía nenhum detalhe adicional sobre os itens e formatos das contas. A lei esteve em vigor durante mais de quarenta anos, não havendo, nesse período, qualquer mudança significativa na legislação contabilística.
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Análise do sistema de normalização contabilística da Itália

Análise do sistema de normalização contabilística da Itália

In vigore fino al 31/12/2003: -[1] Entro trenta giorni dall'approvazione una copia del bilancio, corredata dalla relazione sulla gestione, dalla relazione del collegio sindacale e dal ve[r]

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Análise do sistema de normalização contabilística da Polónia

Análise do sistema de normalização contabilística da Polónia

61º da Lei de 2000 estabelece que o valor contabilístico reflectido no custo de aquisição das acções detidas pela entidade mãe ou por entidades compreendidas na [r]

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Análise do sistema de normalização contabilística em Espanha

Análise do sistema de normalização contabilística em Espanha

das normas espanholas nas DF individuais, já modificadas, para estabelecer a homogeneidade e comparabilidade da informação contabilística seguindo o modelo de harmonização comunitário e a aplicação das NIC, adoptadas pela UE, para as DF consolidadas, tanto para as sociedades cotadas, como para as sociedades não cotadas. Como consequência do Regulamento, incorpora-se no normativo contabilístico espanhol as NIC na elaboração das DF consolidadas através da Lei 62/2003, de 30 de Dezembro, de Medidas Fiscais, Administrativas e Sociais. A partir de 1 de Janeiro de 2005, em Espanha, estabeleceu-se o seguinte:
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Implementação do Novo Sistema de Normalização Contabilística

Implementação do Novo Sistema de Normalização Contabilística

b) Resultado do trabalho duma comissão incumbida pelo governo português de estudar a normalização contabilística, constituída por pessoas representativas das mais diversas instituições técnicas da sociedade portuguesa, é publicado, em 1977, o Decreto-Lei nº 47/77, de 7 de Fevereiro que aprova o Plano Oficial de Contabilidade (POC). Normativo extremamente importante que vem contribuir para a uniformização da contabilidade em Portugal, tornando-se obrigatório para as empresas dos grupos A e B da Contribuição Industrial, embora com níveis de exigência diferentes no que diz respeito à elaboração das demonstrações financeiras, mais exigente para o grupo A e menos para o grupo B;
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