Sistema de Normalização Contabilística

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A implementação do sistema de normalização contabilística numa PME do sector da indústria da construção civil

A implementação do sistema de normalização contabilística numa PME do sector da indústria da construção civil

Cravo, et al. (2009:55) em Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística referem relativamente ao Modelo do SNC que “a opção adoptada pela CNC e formulada na sua proposta, contemplava e assim se manteve na versão final – um sistema contendo três conjuntos de normas: as que decorrem da IAS/IFRS, aplicáveis a Portugal, directamente por força do Regulamento 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho, ou por aplicação de alguma das disposições constantes do diploma que aprovará o novo SNC; as que decorrem do modelo geral do novo SNC, e as que integram o modelo para pequenas entidades, também do novo SNC sendo que deste modelo triplo se pretende que seja coerente e devidamente articulado, sem contudo, prescindir que quanto aos dois últimos patamares os mesmos correspondam a um sistema nacional, embora (fortemente) inspirado nas IAS/IFRS.”
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Efeito da adoção da NCRF 6 “Ativos Intangíveis” do sistema de normalização contabilística

Efeito da adoção da NCRF 6 “Ativos Intangíveis” do sistema de normalização contabilística

Este estudo tem como objetivo analisar o efeito da adoção da Norma Contabilística e de Relato Financeiro 6 – Ativos intangíveis (NCRF 6) no momento da transição do Plano Oficial de Contabilidade (POC) para o Sistema de Normalização Contabilística (SNC), centrando-se a análise nos efeitos da sua aplicação no valor dos ativos intangíveis, na posição financeira, no desempenho financeiro e nos indicadores económico financeiros. Para tal efetuou-se um estudo de caso múltiplo que compreendeu um conjunto de seis empresas que até ao exercício de 2009 elaboraram e apresentaram as suas demonstrações financeiras (DF) individuais de acordo com o POC e que, por força da transição de normativos, a partir de janeiro de 2010, viram-se obrigadas a apresentar as mesmas em conformidade com o SNC. Da análise verificou-se que os efeitos da adoção da norma nas DF e nos indicadores económicos financeiros das empresas em estudo estão relacionados, fundamentalmente, com as diferenças entre os dois normativos relativamente ao reconhecimento das despesas de instalação e das despesas de investigação e à valorização subsequente do goodwill.
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IMPACTO DA ADOÇÃO DO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA - ENTIDADES DO SETOR NÃO LUCRATIVO (SNC-ESNL) NAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA DO DISTRITO DE BRAGANÇA Resumen

IMPACTO DA ADOÇÃO DO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA - ENTIDADES DO SETOR NÃO LUCRATIVO (SNC-ESNL) NAS SANTAS CASAS DA MISERICÓRDIA DO DISTRITO DE BRAGANÇA Resumen

Este estudio tiene como objetivo entender el impacto que la implementación del “Sistema de Normalização Contabilística - Entidades do Setor Não Lucrativo” en los estados financieros de la “Santa Casa daMisericórdia do Porto”, en 2011. En concreto, se pretende evaluar los impactos de la implementación del“Sistema de Normalização Contabilística - Entidades do Setor Não Lucrativo”, en las diferentes rubricas de los estados financieros (balance y cuenta de resultados) y ciertos ratios financieros. También se estudia el grado de conservadurismo (índice de Gray), intentando entender si en la transición de “Plano de Contas das Instituições Particulares de Solidariedade Social” para“Sistema de Normalização Contabilística - Entidades do Setor Não Lucrativo”e adoptaron prácticas contables más o menos conservadoras. Los resultados permiten concluir que la adopción del“Sistema de Normalização Contabilística - Entidades do Setor Não Lucrativo” tuvo algún impacto en diferentes rubricas de los estados financieros (balance y cuenta de resultados) y ciertos ratios financieros. También se observa que el grado de conservadurismo subyacente a los dos estándares son muy similares.
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Activos fixos tangíveis numa empresa de prestação de serviços: transição para o sistema de normalização contabilística

Activos fixos tangíveis numa empresa de prestação de serviços: transição para o sistema de normalização contabilística

Neste estudo pretende-se identificar os ajustamentos a efectuar nos Activos Fixos Tangíveis, na transição para o novo Sistema de Normalização Contabilística, por uma Empresa de prestação de serviços, existente no mercado português. São também identificadas as expectativas de impacto no Balanço de Abertura, resultantes da adopção deste novo sistema. Para atingir estes objectivos são caracterizados os dois normativos, o actual - Plano Oficial de Contabilidade e Legislação Complementar, e o novo - Sistema de Normalização Contabilística (NCRF 7 - Activos Fixos Tangíveis) no que respeita à definição, reconhecimento e desreconhecimento dos activos fixos tangíveis, bem como os modelos para a sua mensuração inicial e posterior, e informação adicional a divulgar pelas empresas. Neste estudo são ainda identificadas as suas principais diferenças, e de seguida, tendo em consideração os activos fixos tangíveis da Empresa alvo, são identificadas as políticas contabilísticas que lhe serão mais adequadas. Com este estudo concluí-se que, apesar das várias diferenças entre os dois normativos, o impacto da adopção da nova norma aplicável aos activos fixos tangíveis, na Empresa em análise, não terá efeitos significativos no seu balanço de abertura, e extrapolando para a generalidade empresarial, o impacto dependerá das opções, permitidas na norma em estudo, tomadas por cada entidade.
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With the approval of the Sistema Normalização Contabilística (SNC), will come into force after 1

With the approval of the Sistema Normalização Contabilística (SNC), will come into force after 1

A regulamentação contabilística em Portugal fez-se assentar, por mais de trinta anos, no Plano Oficial de Contabilidade (POC), consubstanciado num sistema excessivamente detalhado e que não deixava qualquer possibilidade de flexibilidade ou arbitrariedade na sua aplicação. A nossa qualidade de Estado-membro (da actual União Europeia (U.E.)) impôs-lhe, porém, sucessivas alterações, com o objectivo não só de o compatibilizar com as normas comunitárias como também para permitir acompanhar a evolução registada a nível internacional, fundamentalmente a protagonizada pelo International Accounting Standard Board (IASB). Recentemente, como consequência da estratégia europeia em matérias de normalização contabilística, Portugal procedeu a uma profunda reforma do seu sistema contabilístico que viria a culminar com a adopção do Sistema de Normalização Contabilística (SNC) e consequente revogação do POC a partir de 1 de Janeiro de 2010. Porém, e não obstante estes esforços de aproximação aquelas que se acredita serem as melhores práticas internacionais, a verdade é que as mudanças normativas nem sempre se fazem acompanhar por mudanças na envolvente, o que faz com que as principais características de um sistema contabilístico tendam a sobreviver às reformas.
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Contributo para um novo sistema de normalização contabilística para o sector público em Portugal

Contributo para um novo sistema de normalização contabilística para o sector público em Portugal

14 O capítulo dois respeita à apresentação de uma proposta para uma demonstração financeira a integrar num futuro Sistema de Normalização Contabilística aplicável ao sector público em Portugal, tendo como ponto de partida estudos de referência internacional que salientam as diferenças entre o Saldo Orçamental (output da vertente orçamental) e o Resultado Económico (output da vertente financeira/patrimonial). Assim, a proposta consubstancia uma Demonstração Financeira de conciliação entre o SO e o RE, partindo do primeiro para o segundo e evidenciando os ajustamentos a efectuar relativos às principais diferenças de acréscimo e de caixa. O propósito é proporcionar informação mais transparente que obvie aos constrangimentos resultantes da utilização de bases contabilísticas diferentes nos sistemas orçamentais e nos sistemas financeiros/patrimoniais.
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Implementação do sistema de normalização contabilística numa empresa do sector da construção civil

Implementação do sistema de normalização contabilística numa empresa do sector da construção civil

Este estudo tem como intuito aferir o modo como será realizada a passagem das normas instituídas pelo POC para as NCRF do SNC. Em Portugal, a partir de 1 de Janeiro de 2010, a maioria das empresas portuguesas são obrigadas a implementar o novo sistema contabilístico. O SNC é um modelo inteiramente baseado no modelo do IASB adoptado na UE, garantindo desta forma a compatibilidade com as directivas contabilísticas comunitárias, sendo as NCRF constituídas quase na integra com base das normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB. O IASB é a sigla de Internacional Accounting Standards Board, que assume responsabilidades como organismo internacional emissor de normas contabilísticas. Os principais objectivos do SNC consistem na convergência nas práticas de contabilização e avaliação dos activos e passivos entre os vários Estados Membros da UE e na potencialidade de comparabilidade das demonstrações financeiras entre as diferentes empresas do mesmo ramo de actividade económica. A UE pretende através da adopção das novas normas contabilísticas que os detentores de capital e os utilizadores das demonstrações financeiras tenham acesso a informação financeira fiável, transparente e comparável. Assim, o SNC contribuirá para um maior investimento e financiamento estrangeiro e para uma maior integração das empresas portuguesas nos mercados internacionais, visto que qualquer investidor poderá avaliar e perceber os relatos financeiros de uma empresa de qualquer parte do mundo, uma vez que os critérios usados nos seus relatos financeiros serão os mesmos.
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A implementação do sistema de normalização contabilística (SNC) em Portugal: a experiência do 1º ano na perspectiva de profissionais de contabilidade

A implementação do sistema de normalização contabilística (SNC) em Portugal: a experiência do 1º ano na perspectiva de profissionais de contabilidade

É o caso de Zweigert e Goldman (1969), in Garcia Benau (1995) 1 , que demonstraram a sua preocupação com o problema das leis harmonizadoras resultarem frequentemente híbridas e com excesso de cláusulas, sendo um processo difícil de alcançar pela diversidade legal e fiscal entre os países. Também Fantl (1971), in Inchausti e Enguídanos (2001) 2 , estava convicto de que a informação contabilística só mantém a sua relevância quando a contabilidade é sensível ao meio em que opera, pelo que a harmonização das normas, não sendo acompanhada por uma harmonização dos factores de influência que dão lugar à diversidade contabilística, pode privar a contabilidade da sua utilidade e levar a um distanciamento entre as normas e a práctica empresarial. Rivera (1989) e Goeltz (1991) argumentaram que a harmonização era desnecessária uma vez que os mercados financeiros se conseguiram desenvolver favoravelmente, mesmo sem recurso e cumprimento de normas harmonizadoras. Hoarau (1995) debroçou-se sobre as consequências da imposição predominante do modelo contabilístico anglo-saxónico e manifestou a sua preocupação com o provocar de um conflito com a identidade nacional em matéria contabilística e, em alguns casos, com a soberania nacional.
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A capitalização dos custos dos empréstimos no sistema de normalização contabilística

A capitalização dos custos dos empréstimos no sistema de normalização contabilística

A CNC no desenvolvimento do novo modelo de normalização contabilística seguiu as adaptações que decorreram das opções que haviam sido efectuados pelo Governo, através do Decreto-Lei nº 35/2005, de 17 de Fevereiro e optou por adaptar as normas do IASB à realidade nacional, para serem integradas no normativo nacional. Aquando da adaptação verificou a existência de um assinalável conjunto de normas diferentes ou substancialmente diferentes das normas nacionais, pelo que na adaptação das mesmas verificar-se-ia importantes alterações face ao normativo nacional. Por outro lado existiam matérias, em especial relacionadas com as divulgações, que estavam omissas nas normas nacionais e passaram a ser merecedoras de cobertura legislativa.
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Evolução do Normativo Contabilístico para Entidades do Setor não Lucrativo na Península Ibérica

Evolução do Normativo Contabilístico para Entidades do Setor não Lucrativo na Península Ibérica

Apresenta-se com especial relevância o enquadramento do setor cooperativo, pois no seguimento do tratamento que lhe era dado no âmbito do anterior POC, também o Decreto-Lei n.º 158/2009 dispõe no n.º 1 da alínea e) do seu artigo 3.º que o SNC é obrigatoriamente aplicável às cooperativas (MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, 2009). Em conformidade, o n.º 2 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 36-A/2011 exclui-as também da aplicação do Sistema de Normalização Contabilística – Entidades do Setor Não Lucrativo, remetendo-as (implicitamente) para os diversos enquadramentos contabilísticos possíveis (geral, pequenas entidades ou, eventualmente, microentidades) nomeadamente em função da respetiva dimensão económica (MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, 2011). Assim, é claro a aplicação do SNC às cooperativas 8 .
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Cumprimento dos requisitos de divulgação da NCRF 18: Inventários

Cumprimento dos requisitos de divulgação da NCRF 18: Inventários

Assim, o objetivo deste trabalho passa por analisar o grau de cumprimento das divulgações obrigatórias constantes da NCRF 18 do Sistema de Normalização Contabilística (SNC), bem como os[r]

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Normalização contabilística internacional

Normalização contabilística internacional

Começa por caracterizar os modelos de normalização contabilística que integram o sistema contabilístico; quanto à harmonização contabilística na União Europeia (UE) merecem referências especiais, os instrumentos contabilísticos, a nova estratégia contabilística adoptada e a situação actual e as mudanças significativas em vários países membros da UE; é abordado o panorama contabilístico internacional no limiar do ano 2000, bem como os “actores principais” que nos próximos anos serão protagonistas do recém iniciado processo de “normalização contabilística mundial”.
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A evolução dos conceitos associados à normalização contabilística

A evolução dos conceitos associados à normalização contabilística

De acordo com Soderstrom e Sun (2007), se o IASB continuar a melhorar a qualidade das IFRS é expectável que o relato financeiro sob as IFRS se torne progressivamente mais relevante e fiável, e embora opositores argumentam que um simples conjunto de normas pode não ser adequado para todas as envolventes e que a relevância e fiabilidade podem não melhorar uniformemente dadas as diferenças entre países, ocorreu uma reação positiva dos mercados na Europa ao anúncio da adoção das IFRS que estará relacionada com a quantidade de novas divulgações e de mensurações de estimativas deste normativo em comparação com as normas nacionais. Nesse sentido, o IASB tem trabalhado para retirar as opções contabilísticas (Kvaal e Nobes, 2012). Note-se, ainda, que existem dúvidas e discussão, ainda hoje, sobre se os normativos contabilísticos devem ser baseados em regras ou em princípios (Zeff, 2007). Por exemplo, Psaros e Trotman (2004), salientam que, quando ocorrem grandes colapsos corporativos, estes são acompanhados por críticas e exigência de reformas regulamentares nas práticas de contabilidade e de auditoria, sugerindo no sentido de que as normas contabilísticas devem ser mais apertadas e de que devem ser feitas mudanças de maior significado, deixando ainda avisos de que o relato financeiro e o sistema de regulamentação corporativa moem no mesmo sulco, quase garantindo que o curso da história será repetido.
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SEGURANÇA USANDO CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA EM HARDWAREMUZZI, Fernando Augusto Garcia; TAMAE, Rodrigo Yoshio; ROSA; Adriano Justino

SEGURANÇA USANDO CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA EM HARDWAREMUZZI, Fernando Augusto Garcia; TAMAE, Rodrigo Yoshio; ROSA; Adriano Justino

Revista Científica Eletrônica de Sistema de informações é uma publicação semestral da Faculdade de Ciências de Ciências Jurídicas e gerenciais FAEG/FAEF e Editora FAEF, mantidas pela Associação Cultural e Educacional de Garça – ACEG. Rua das Flores, 740 – Vila Labienópolis – CEP: 17400-000 – Garça/SP – Tel: (0**14) 3407-8000 – www.revista.inf.br – www.editorafaef.com.br – www.faef.br.

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UMA BREVE INTRODUÇÃO AO ESTUDO E IMPLEMENTAÇÃO  DE COMPILADORESBRANCO; Guido Aparecido Junior, TAMAE, Rodrigo Yoshio

UMA BREVE INTRODUÇÃO AO ESTUDO E IMPLEMENTAÇÃO DE COMPILADORESBRANCO; Guido Aparecido Junior, TAMAE, Rodrigo Yoshio

Uma vez verificado que não existem erros sintáticos ou semânticos, o compilador pode realizar sua tarefa, que é a criação do código-objeto. Em geral, o código-objeto é armazenado num arquivo que pode ser posteriormente linkeditado com outros códigos-objeto ou simplesmente carregado na memória do computador e executado pelo sistema operacional (DELEMARO, 2004). Dentro do diversificado leque de categorias de ferramentas que prestam apoio às atividades da Engenharia de Software, uma específica vem ganhando cada vez mais destaque e, sobre ela, tem- se aplicado muito investimento nos últimos tempos: as Ferramentas de Geração de Código, ou simplesmente Geradores de Código. Dessa forma, Gerador de Código é aquela ferramenta que possui a capacidade de gerar código a partir de um determinado modelo de software. Inclusive, de acordo com alguns pontos de vista e a partir das características específicas do tipo de Gerador de Código, ele passa a ser conversor de códigos de linguagens distintas. Isso acontece, por exemplo, com o compilador, que transforma um código escrito através de uma linguagem de programação para código de máquina ou código-objeto .
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ESGB – FERRAMENTA PARA O ESTUDO DO SISTEMA  GÁSTRICO BOVINO UTILIZANDO TÉCNICAS DE REALIDADE  VIRTUALTOLEDO, Mirian; HERMOSILLA, Lgia

ESGB – FERRAMENTA PARA O ESTUDO DO SISTEMA GÁSTRICO BOVINO UTILIZANDO TÉCNICAS DE REALIDADE VIRTUALTOLEDO, Mirian; HERMOSILLA, Lgia

O sistema foi desenvolvido para que estudantes de Medicina Veterinária, leigos na área de Informática e professores, pudessem utilizá-lo sem a necessidade de conhecimentos mais específicos da área ou a aquisição de equipamentos especiais. Por isso a tela apresenta um aspecto visual amplo e menus que indicam com facilidade a ação que deve ser efetuada, como mostra a Figura 2(a). A Figura 2(b) apresenta ao lado o sistema digestivo completo. O sistema apresenta qualquer parte do sistema gástrico, focando os quatro estômagos do bovino, com tamanhos amplos permitindo ao aluno navegar pela parte escolhida como mostram as Figuras 2(c) e 2(d).
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ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância - NANOMEDICINA: O AVANÇO DA TECNOLOGIA NA SAÚDEHERMOSILLA, Lgia

ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a Distância - NANOMEDICINA: O AVANÇO DA TECNOLOGIA NA SAÚDEHERMOSILLA, Lgia

Revista Científica Eletrônica de Sistema de informações é uma publicação semestral da Faculdade de Ciências de Ciências Jurídicas e gerenciais FAEG/FAEF e Editora FAEF, mantidas pela Associação Cultural e Educacional de Garça – ACEG. Rua das Flores, 740 – Vila Labienópolis – CEP: 17400-000 – Garça/SP – Tel: (0**14) 3407-8000 – www.revista.inf.br – www.editorafaef.com.br – www.faef.br.

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UM EXPERIMENTO DE COMPARAÇÃO DE TEMPOS DE  EXECUÇÃO DE ALGORITMO DE CLASSIFICAÇÃO  BASEADO NO MÉTODO DA INSERÇÃO DIRETA  IMPLEMENTADOS NAS LINGUAGENS JAVA E CHERMOSILLA, Lgia

UM EXPERIMENTO DE COMPARAÇÃO DE TEMPOS DE EXECUÇÃO DE ALGORITMO DE CLASSIFICAÇÃO BASEADO NO MÉTODO DA INSERÇÃO DIRETA IMPLEMENTADOS NAS LINGUAGENS JAVA E CHERMOSILLA, Lgia

Revista Científica Eletrônica de Sistema de informações é uma publicação semestral da Faculdade de Ciências de Ciências Jurídicas e gerenciais FAEG/FAEF e Editora FAEF, mantidas pela As[r]

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ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a DistânciaAGUIAR, Juliana; HERMOSILLA, Lgia

ESTUDO DE CASO: LeCS: Ensino a DistânciaAGUIAR, Juliana; HERMOSILLA, Lgia

camadas, com funções bem definidas em cada camada. Essa analogia com a arquitetura de redes permite um independência de implementação em cada camada. Em uma sessão com o sistema, existe um agente de informação e um agente de aconselhamento rodando, e tantos agentes de interface quanto forem os participantes. Nesse contexto os agentes de interface interagem com os alunos, passam informações aos outros agentes e iniciam as intervenções do sistema; o agente de informação lida com o conhecimento sobre o domínio e com o conhecimento pedagógico; e o agente de aconselhamento monitora o processo de aprendizado e inicia as intervenções do sistema.
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UMA IMPLEMENTAÇÃO EM LINGUAGEM JAVA DE  ALGORITMO DE CLASSIFICAÇÃO BASEADO NO MÉTODO DA  INSERÇÃO DIRETALOPES, Aline Barbosa; QUEIROZ, Glauber Vanesco Forni; SACCA, Juliana; TAMAE, Rodrigo Yoshio2, MUZZI, Fernando Augusto Garcia2; ROSA, Adriano Justino 2.

UMA IMPLEMENTAÇÃO EM LINGUAGEM JAVA DE ALGORITMO DE CLASSIFICAÇÃO BASEADO NO MÉTODO DA INSERÇÃO DIRETALOPES, Aline Barbosa; QUEIROZ, Glauber Vanesco Forni; SACCA, Juliana; TAMAE, Rodrigo Yoshio2, MUZZI, Fernando Augusto Garcia2; ROSA, Adriano Justino 2.

Revista Científica Eletrônica de Sistema de informações é uma publicação semestral da Faculdade de Ciências de Ciências Jurídicas e gerenciais FAEG/FAEF e Editora FAEF, mantidas pela Associação Cultural e Educacional de Garça – ACEG. Rua das Flores, 740 – Vila Labienópolis – CEP: 17400-000 – Garça/SP – Tel: (0**14) 3407-8000 – www.revista.inf.br – www.editorafaef.com.br – www.faef.br.

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