Sistema de TV

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TV Analógica e Digital - 03 - O sistema de TV em preto-e-branco

TV Analógica e Digital - 03 - O sistema de TV em preto-e-branco

em uma imagem deve ser grande, para que se tenha um grande número de elementos de imagem e, portanto, maiores detalhes. Entretanto, outros fatores limitam a escolha e foi fixado em 525 linhas para um quadro, no sistema de TV preto e branco. Este é um número ideal para a largura de 6MHz de um canal de radiodifusão de televisão.

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Fora da caixa - o processo de decisão sobre o sistema de TV digital no Brasil

Fora da caixa - o processo de decisão sobre o sistema de TV digital no Brasil

Enquanto Miro Teixeira foi responsável pela pasta, o diálogo dos grupos internacionais com o governo ficou bastante reduzido, com poucos resultados práticos. Em junho de 2003, o Fórum ATSC (2003) enviou ao governo brasileiro uma proposta de cooperação entre as indústrias brasileira e americana em três áreas: televisão interativa; desempenho do sistema de radiofreqüência e novas tecnologias em receptores, incluindo capacitação móvel e portátil; e novas tecnologias de vídeo e áudio. No mês seguinte, a União Européia fechou um acordo com a administração federal para pesquisas conjuntas em TV e inclusão digitais (RAMON; PULITI, 2003). Caso fosse escolhida pelo Brasil, a tecnologia européia precisaria mesmo ser adaptada, pois na Europa os canais de televisão têm 8 MHz e, no Brasil, 6 MHz. Em 1966, foi feita uma adaptação parecida, quando o PAL-M (chamado então NTSC/PAL) foi escolhido como o padrão de TV em cores para o Brasil. O padrão combinou características do sistema alemão PAL – com melhor padrão de cores, mas canal de 8 MHz, diferente do brasileiro – com o americano NTSC – que tinha padrão de cores pior, mas canal de 6 MHz, igual ao brasileiro. Encomendado pelo Conselho Nacional de Telecomunicações (Contel), o estudo que definiu o PAL-M como o sistema brasileiro foi executado num prazo de quatro meses, por quatro professores da Escola Politécnica, da Universidade de São Paulo: Antonio Hélio Guerra Vieira (que hoje preside o Instituto de Engenharia), Nelson Zuanella, Ovidio Cesar Machado Barradas e Edson Palladini Veiga (VIEIRA, 1966).
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Contribuições para distribuição, modulação e demodulação do sistema de TV digital ISDB-TB

Contribuições para distribuição, modulação e demodulação do sistema de TV digital ISDB-TB

sinal  comprimido  de  áudio,  vídeo,  dados  e  tabelas  de  sistema  devem  ser  multiplexados.  Em  seguida,  informações  sobre  os  parâmetros  de  modulação  e  sincronismo  são  inseridas  no  bloco  chamado  de  re‐multiplexação.  O  re‐multiplexador  aumenta  o  tamanho  de  pacote  do  TS  (Transport  Stream)  tornando‐o  incompatível  com  a  maioria  dos  equipamentos  de  transmissão  que  são  utilizados  para  interconectar  o  estúdio  da  emissora  até  o  transmissor.  Essa  incompatibilidade ainda é agravada quando se utiliza redes de frequência única que necessitam  utilizar enlaces de micro‐ondas e satélite.  
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Implementação de codificador LDPC para um sistema de TV digital usando ferramentas de prototipagem rapida

Implementação de codificador LDPC para um sistema de TV digital usando ferramentas de prototipagem rapida

Trabalhando-se com dispositivos que contêm milhões de portas lógicas, como, por exemplo, ASICs, tem-se o problema de que, operando-se através do fluxo padrão de desenvolvimento, muitos detalhes do projeto não são perceptíveis até a análise de timing. Este fato suscitou a necessidade de visualização de alguns comportamentos específicos do sistema antes de toda a etapa de desenvolvimento do dispositivo mostrar-se concluída. Uma solução encontrada foi a criação da prototipagem virtual em silício (SVP). SVP é uma representação de projeto que pode ser gerada de uma maneira relativamente rápida e que contém um nível mínimo de informações, de forma a permitir que os desenvolvedores identifiquem e localizem problemas em potencial antes de perder tempo desempenhando as tarefas de distribuição e roteamento de conexões dos dispositivos. Teoricamente, o tempo investido em iterações no projeto usando SVP é medido em horas, enquanto o tempo gasto em iterações no projeto, depois das etapas de distribuição e roteamento, é medido em dias ou semanas. Um aspecto fundamental do fluxo SVP é a habilidade deste ser gerado de uma forma fácil e rápida. A maioria dos SVPs para ASIC são baseados na representação de netlist ao nível de portas lógicas. Como, em geral, as ferramentas de síntese são pesadas e lentas, os SVPs utilizam um tipo de síntese “suja" e rápida.
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TV Analógica e Digital - 04 - O sistema de TV em cores

TV Analógica e Digital - 04 - O sistema de TV em cores

2. A tela não é revestida com uma simples folha de fósforo como na TV preto e branco. Ela é revestida com fósforos vermelho, verde e azul organizados em pontos e linhas. Se ligar a TV ou o monitor do computador e olhar bem de perto a tela com uma lupa, você vai poder ver os pontos e linhas;

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Sintonizador-demodulador para o sistema brasileiro de TV digital

Sintonizador-demodulador para o sistema brasileiro de TV digital

No dia 3 de abril de 2003 o então Ministro das Comunicações, Miro Teixeira, encaminhou ao presidente da república a exposição de motivos MC00034EM (MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, 2003), propondo diretrizes para a escolha do sistema. No dia 6 de junho de 2003 ocorre a primeira reunião conjunta com a presença de diversos representantes das universidades USP 17 (LSI 18 , LARC 19 e EF 20 ), UNICAMP 21 , PUC-RS 22 , UFPB 23 e UNISINOS 24 , da Sociedade de Engenharia de Televisão, SET, do Pólo Tecnológico de Porto Alegre e do Ministério das Comunicações, com o objetivo de encaminhar ao governo uma proposta de consórcio entre as instituições para a escolha do sistema de TV digital para o Brasil. No dia 8 de agosto ocorre a primeira reunião técnica na UNICAMP com a presença de diversos representantes de universidades, centros de pesquisa e desenvolvimento, sociedades afins, e ministérios do governo, com o objetivo de se organizar um grande consórcio nacional para o desenvolvimento de um sistema brasileiro de TV digital. Todo este movimento culmina com o Decreto Presidencial N o 4901 de 26 de novembro de 2003 (PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, 2003) instituindo o Sistema Brasileiro de TV Digital - SBTVD e dando outras providências, dentre elas uma de importante destaque que foi a indicação do FUNTTEL 25 como financiador dos projetos do SBTVD com o objetivo de estabelecer uma rede de competências nacional, promovendo a integração dos centros de pesquisa brasileiros para apresentar uma solução técnica inovadora, mantendo e aproveitando a compatibilidade com elementos já padronizados no mercado mundial de TV digital.
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Televisão pública no Brasil: um estudo de caso da TV Brasil e as características de um sistema público de comunicação

Televisão pública no Brasil: um estudo de caso da TV Brasil e as características de um sistema público de comunicação

167 brilhante. Agora a gente tem que entender que ele surgiu dentro de um contexto no qual o governo tinha um interesse particular dele, digamos um interesse próprio dele na emergência desse movimento. Então o que a gente observa historicamente é isso. Então o primeiro fórum ele criou essas bases você vê que alguns meses depois do primeiro fórum foi criada a TV Brasil. Então foi uma coisa, assim, que aconteceu na sequencia o governo viu que ele tinha pressa, foi logo no ano seguinte depois da eleição, quer dizer, o presidente lula ganhou a reeleição e logo em seguida já foi executando. Já tinham algumas discussões antes, claro, do fórum, mas o fórum foi executado depois e logo depois do fórum foi criada a TV Brasil, foi criada inclusive de forma um tanto apressada. Por que você vê que a TV Brasil entrou no ar no caso em 2/12/2007 junto com o sistema de TV digital, mas ninguém sabia da criação da TV Brasil, ela não foi amplamente divulgada, ela não teve a visibilidade nem sequer a visibilidade que teve o sistema de TV digital, então muita gente nem pôde perceber, na verdade, qual foi a diferença, assim, o público de maneira geral não percebeu, em principio, a diferença entre a TVE, ou seja, a TV Educativa e a nova TV Brasil. É... A não ser por algumas vinhetas que modificaram, mas a programação era praticamente a mesma da TV educativa. Na verdade eles criaram né, a 398, foi uma discussão na época um embate... Os setores de oposição ao governo tentaram derrubar de todas as formas, teve muito embate no congresso, mas o governo conseguiu passar e colocou a MP e depois a legislação que criou a TV Brasil, mais a EBC, mas de qualquer maneira isso ocorreu com uma certa pressa do governo, que se não conseguisse fazer naquele momento, dificilmente teria outra oportunidade. Então o governo viu isso como uma oportunidade e apostou, por isso foi feito dessa forma. A programação da TV Brasil, por exemplo, sofreu modificações significativas quase um ano depois, uns 8 meses depois. Então o primeiro forum teve essa importancia. O segundo forum ele teve muita importância também, mas já foi mais uma espécie de avaliação desse primeiro forum, de todas as modificações que estavam ocorrendo no sistema público de TV e que alternativas se teriam daí para frente. Por isso o segundo forum foi importante, mas eu que a importancia do primeiro forum foi maior nesse sentido, por que ele subsidiou a criação, a reordenação do sistema público de TV a criação da EBC, da TV Brasil certo?
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Estudo técnico-jurídico: Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) e implementação de sistema anticópia

Estudo técnico-jurídico: Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) e implementação de sistema anticópia

Desse mede, as restrições tecnelógicas acabam per prejudicar apenas e espectader cemum, uma vez que aqueles que desejam ebter centeúdes de ferma ilegal, quebrande as restrições tecnelógicas, centinuam se enriquecende às custas des titulares de direites auterais, cem a venda de predutes centrafeites e nãe serãe impedides pela adeçãe da tecnelegia. Aliás, e use de tais travas tecnelógicas vai expressamente centra es ebjetives de geverne quande da criaçãe de SBTVD, já que e Decrete n. 4.901/2003, que instituiu e sistema de TV digital, clara e expressamente diz em seu art. 1º, incise I, que e SBTVD “tem per finalidade (...) premever a inclusãe secial, a diversidade cultural de País e a língua pátria per meie de acesse à tecnelegia digital, visande à demecratizaçãe da infermaçãe” (grifames). Em assim sende, a finalidade primerdial de SBTVD, que é a inclusãe secial, diversidade cultural e demecratizaçãe de acesse a cenhecimente e infermaçãe, fica inevitavelmente frustrada.
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Análise do desempenho do sistema brasileiro de TV digital sob condições adversas de recepção

Análise do desempenho do sistema brasileiro de TV digital sob condições adversas de recepção

Esta dissertação está estruturada da seguinte forma: no capítulo 2 é apresentada uma introdução sobre o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) e suas principais características. No capítulo 3 é realizado um detalhamento dos cenários, condições e procedimentos empregados nos testes de campo realizados para coleta de dados reais na cidade de São Paulo, no capítulo 4 é apresentado o embasamento teórico dos modelos de propagação mais utilizados nos sistemas de telecomunicações e os resultados dos trabalhos de campo realizados e finalmente no capítulo 5 são apresentadas as conclusões e considerações finais sobre o desempenho do sistema de TV Digital na cidade de São Paulo. Como etapas futuras sugerem-se o estudo e desenvolvimento de um modelo de canal que contemple as características peculiares de uma grande cidade como São Paulo.
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Um modelo de segurança para o canal de interatividade do sistema brasileiro de tv digital : arquitetura e implementação

Um modelo de segurança para o canal de interatividade do sistema brasileiro de tv digital : arquitetura e implementação

Este trabalho apresentou a proposta de um modelo de segurança para proteção do canal de interatividade da TV Digital. Tal modelo tem como principal objetivo promover a redução do processamento e de espaço para armazenamento de dados utilizados em sistemas de segurança baseados em certificação digital, como as LCRs, por exemplo, dado que os STBs são dispositivos limitados quanto a estes requisitos. A construção de STBs mais robustos (com mais recursos) implicaria no encarecimento dos mesmos, o que dificultaria a venda no caso de países em vias de implantação de um sistema de TV Digital e cuja população possui baixo poder aquisitivo, como é o caso do Brasil, por exemplo, que possui um projeto de ―inclusão digital‖ (promover acesso à tecnologia e à Internet) por meio da televisão. Sendo assim, o modelo de segurança aqui proposto mostra-se bastante interessante para sistemas de TV Digital em países como o Brasil, dadas as reduções de custo no desenvolvimento dos STBs, como também pode ser utilizado em qualquer outro sistema de TV Digital.
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TV Legislativa: TV Câmara de Ribeirão Preto e accountability

TV Legislativa: TV Câmara de Ribeirão Preto e accountability

Nowadays, the agenda of the Brazilian parliamentarians' discussions around the public TV has been demonstrating it as the relationship between media and politics is interlaced. Like this, through an interdisciplinary approach involving the Sociology, the History, the Communication and the Political Science, this thesis contemplates on public politics of communication and the paper of Legislative TV's in operation in Brazil, there is more than 10 years. This study discusses the possibility of promotion of the democracy, through the vertical accountability, among representatives and represented, in the Chamber of the City of Ribeirão Preto, from the creation of the local parliamentary TV, in 1997. To travel the historicity of the creation process and development of the TV of the Chamber of the City, analyzing agents and interests involved in that trajectory, as well as the dimension of the performance of TVL's as middle of accounts rendered politics, with prominence to your potentialities and limits for the promotion of the democracy, they were constituted in the principal objectives of the study. The used methodology associates to the bibliographical research, the historical-documental investigation, the exploration of audiovisual sources as recordings of programs of TV and interviews, besides questionnaires, in a study of in case on the TV of the Chamber of Ribeirão Preto. The results allowed to consider that Legislative TV's has an important paper for the democracy, but that your accountability potential is not still explored properly.
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Terminal de TV

Terminal de TV

Os terminais de TV requerem mecanismos eficientes de transporte para a informação transmitida dos vários serviços oferecidos pelos operadores, informação essa que é dependente do tempo. O RTP (Real-Time Transport Protocol) [20], protocolo de transporte em tempo-real, foi desenvolvido para responder a esta situação. Não inclui mecanismos que garantem a entrega e com garantias de QoS, ou que permitam reserva de recursos, deixando isso para as camadas de serviços inferiores. O RTP fornece mecanismos para incluir: timestamp, identificando diferentes tipos de payload, numeração de sequenciação, e monitorização da entrega da informação. Isto é tipicamente implementado em cima do UDP, mas outros protocolos básicos de comunicações podem ser igualmente usados.
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Linguagens na TV.

Linguagens na TV.

A média semanal de audiência televisiva em diversos países é ainda muito alta. Segundo pesquisa da consultoria americana NOP World, divulgada pela BBC, em 27 de junho de 2005, os brasileiros passam 18,4 horas semanais diante da telinha e ocupam o 8º lugar em relação a outras nações. À frente do país, ficaram Tailândia (22,4 horas), Filipinas (21 horas), Egito (20,9 horas), Turquia (20,2 horas), Indonésia (19,7 horas), Estados Unidos (19 horas) e Taiwan (18,9 horas). É possível afirmar também que o hábito de assistir à televisão ocupa lugar privilegiado na escala de atividades dos brasileiros. Na mesma pesquisa, pode-se verificar a diferença das 18,4 horas semanais voltadas para a televisão, para as 17,2 horas sintonizados nas estações de rádio, para as 10,5 horas na Internet em atividades desvinculadas de assuntos de trabalho e 5,2 horas por semana para ler. Pesquisa recente registra “o significativo aumento do tempo gasto com o hábito de assistir à TV” e indica que, “no Brasil, adolescentes passam cerca de cinco horas por dia diante da TV” (<http://www.canalciencia.ibict.br/index.php>, fev. 2006). Além disso, a televisão é a tecnologia mais presente nos lares brasileiros, em todas as classes sociais (dados de pesquisa quantitativa realizada em agosto/setembro de 2005. Disponível em: <http://www.nic.br/indicadores/usuarios/rel.geral-01.htm>).
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A TV do Mundial

A TV do Mundial

Tomando a televisão como um dos pontos centrais da vida social, somos tentados a perspectivar as suas emissões como se de rituais se tratasse. Esta não será uma comparação inovadora. Já a fizeram quer quem estuda os ritos e descobre novos lugares onde assenta a sua realização, quer quem analisa o campo televisivo e defende que se desenvolve aí um tipo de comunicação que se aproxima de um ritual. Conjugando o trabalho de uns e de outros, encontramos um caminho fértil para pensar o audiovisual como um lugar de celebração colectiva de um presente social que se pretende o mais participativo possível. Quer isto dizer que deixa de fazer sentido pensar a TV com dois lados distintos: o de quem produz as emissões e o de quem as recebe de forma passiva.
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Mobile TV

Mobile TV

Sabendo todos os fatores mencionados anteriormente, foi possível concluir, que a melhor adaptação é a transmissão através do MPEG-DASH, apesar de que em termos de caracte- rísticas ser semelhante a outras formas de transmissão por HTTP, o facto de esta solução ser de acesso livre (não exigir equipamento ou sistema operativo específico), torna-a ampla- mente acessível, quer a nível computacional, quer a nível económico. Sendo também uma excelente solução para os produtores de conteúdos televisivos, pois este permite a difusão para diversas plataformas, possibilitando assim uma maior adaptabilidade aos dispositivos de receção, o que se pode tornar bastante vantajoso para quem já produz conteúdos e pretende transmiti-los a uma larga escala.
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Real TV

Real TV

Television is one of the inventions that most changed our society; because it allows easy access to an almost inexhaustible source of information. This process has evolved significantly on the type of screens, type of transmission (analog to digital) and on the type of services provided. Since the onset of monitors using Cathode Ray Tubes (CRT), the emergence of these in color, the transition to Liquid Crystal Displays (LCD), and from these types of LCD to Light Diodes (LED) and three dimensions (3D)… With these developments, major manufacturers have molded their products in order to meet their needs of the market and then integrated the Internet on television, giving rise to Smart TV, offering more than size reduction, different forms of backlight or an increase of image quality.
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A TV justiça e o papel da TV pública na efetivação dos tratados

A TV justiça e o papel da TV pública na efetivação dos tratados

Comparando-se a diferença de posicionamento entre os ministros Moreira Alves e Marco Aurélio, é fácil perceber que o pensamento contrário à existência da emissora não era uma unanimidade interna do STF, já na gênese da TV. Isso pode ser observado também em outras instâncias, como é verificável no depoimento de outro magistrado entrevistado pela revista eletrônica, este representante de uma entidade de classe da magistratura. “Para o juiz Fernando Moreira Gonçalves, diretor da Associação dos Juízes Federais, a gestão do ministro Marco Aurélio foi marcada pela transparência e pela ousadia. A criação da TV Justiça se inscreveu nesse contexto. Segundo ele, a implantação da TV Justiça é um grande exemplo, ‘entre muitos outros’, das conquistas obtidas em favor do Poder Judiciário pelo ex- presidente do STF. ‘O Judiciário não é um poder alheio à realidade. Ao discutir, de maneira franca e transparente, assuntos de grande relevância, sem se esquivar da ousadia, o ministro Marco Aurélio deu uma grande contribuição para demonstrar que o juiz do século 21 não deve ter receio de prestar esclarecimentos à sociedade por meio da imprensa, a respeito de seus posicionamentos, ao contrário do magistrado do século 19, que, amordaçado, somente podia falar nos autos’. 148 Comparando-se as posições adotadas pelos diferentes magistrados, verifica-se a existência de indícios de conflito de paradigmas, no sentido previsto por Thomas Kuhn: O historiador da ciência que examinar as pesquisas do passado a partir da perspectiva da historiografia contemporânea pode sentir-se tentado a proclamar que, quando mudam os paradigmas, muda com eles o próprio mundo (...) E o que é ainda mais importante: durante as revoluções, os cientistas vêem coisas novas e diferentes quando, empregando instrumentos familiares, olham para os mesmos pontos já examinados anteriormente” 149 .
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Sistema de recomendação de TV

Sistema de recomendação de TV

Outra solução original proposta em ( Hölbling et al. , 2010 ) é: considerar uma TV como um sistema de e-mail. A ideia baseia-se na utilização de filtros SPAM, tais como os utilizados em e-mail muito eficazmente. No entanto o que normalmente seria considerado SPAM em e-mail, no contexto TV seria HAM e o recíproco SPAM. A razão para tal é simples, os filtros SPAM são eficazes no contexto em que a maior parte dos documentos são HAM, em TV a quantidade de programas a serem transmitidos na hora são imensos, é imensamente improvável que um utilizador esteja interessado em tudo (aliás é impossível estar actualizado com tudo ao mesmo tempo), daí considerar-se que em TV a maior parte dos "documentos"são SPAM. O que leva à conclusão: utilizadores estão interessados em programas "particulares"e não na "generalidade"do que se passa na TV. Na prática esta solução até é muito parecida a actual implementação no que toca ao uso de classificadores combinados Naïve Bayes. No entanto a sua aplicação seria diferente. Seria necessário estar consciente em qualquer hora com tudo o que se está a passar em todos os canais, isto geraria um fluxo de informação bem superior. O processamento da informação do perfil seria também mais complexa dada a extensa quantidade de informação.
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A TV que crianças e adolescentes fariam, se tivessem uma A TV que crianças e adolescentes fariam, se tivessem

A TV que crianças e adolescentes fariam, se tivessem uma A TV que crianças e adolescentes fariam, se tivessem

Entende-se que a qualidade de programação de televisão para crianças e jovens vincula-se à participação dessas audiências como atores sociais, sujeitos em formação, com voz própria, imag[r]

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Há experimentação na TV Universitária?: TV Unifor: condições e possibilidades de desenvolvimento

Há experimentação na TV Universitária?: TV Unifor: condições e possibilidades de desenvolvimento

Além dos festivais, as emissoras perceberam que a parceria música/auditório daria grandes resultados em audiência e as emissoras passaram a investir em musicais. Em abril de 1965, Elis Regina apresenta “O Fino da Bossa”, pela Record. Em setembro daquele ano, estreia “Jovem Guarda”, com o ídolo Roberto Carlos. De olho na velha guarda, Elizete Cardoso e Ciro Monteiro comandam “Bossaudade”. Para a geração universitária, “Pra Ver a Banda Passar”, com Chico Buarque de Holanda e Nara Leão. E, diversificando a linha de shows, a Record lança “Hebe” (1966), o humorístico “Família Trapo” (1967), “Corte Rayol Show” em 1967, Jô Soares e Renato Corte Real na década de 1970, entre outros. A televisão passou, então, a ser o ponto de convergência da efervescência cultural dos anos 1960 e 70. Nas primeiras experiências do documentário de TV, os conceitos da ‘câmera na mão e o olhar do diretor’ imprimiram um novo ritmo ao jornalismo; a linha de shows acolheu calouros e novos talentos, com espaço para lançamentos da indústria fonográfica. Na dramaturgia, o videoteipe viabilizou o que vem a ser, hoje, a grande marca da TV brasileira: o surgimento das novelas diárias, a partir de 1963.
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