Sistema nervoso parassimpático

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Controle autonômico da freqüência cardíaca em Spilotes pullatus (Colubridae) como determinante das respostas de medo.

Controle autonômico da freqüência cardíaca em Spilotes pullatus (Colubridae) como determinante das respostas de medo.

A simples fixação de Spilotes pullatus aos eletrodos induz uma resposta de medo/ansiedade, caracterizada pela imobilidade comportamental e ativação do sistema nervoso parassimpático e/ou diminuição do simpático, com redução da freqüência cardíaca. A arritmia sinusal observada durante a bradicardia resulta dos reflexos cardiovasculares, responsáveis pelas alterações nas intensidades dos sinais neurais simpáticos e parassimpáticos para o nodo sinusal.

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Variabilidade da freqüência cardíaca em cães anestesiados com infusão contínua de propofol e sufentanil.

Variabilidade da freqüência cardíaca em cães anestesiados com infusão contínua de propofol e sufentanil.

apresentou valores significativamente menores em relação ao G1. É provável que a menor VFC nos momentos finais no G3 relacione-se ao efeito parassimpatolítico do sulfato de atropina (Kawamoto et al., 1996) administrado em 50% dos animais por volta dos 30 minutos de anestesia. Noriaki et al. (2003) relataram que o propofol reduz o tônus parassimpático em menor escala que o simpático, resultando em predominância do sistema nervoso parassimpático, o que leva a alterações hemodinâmicas e decréscimo da FC.

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resumo sistema nervoso periferico rp.docx

resumo sistema nervoso periferico rp.docx

Os nervos ligados ao cérebro são os nervos cranianos, que são os principais responsáveis ​​pelas funções sensoriais e motoras da cabeça e do pescoço (um desses nervos tem como alvo órgãos nas cavidades torácica e abdominal como parte do sistema nervoso parassimpático). Existem doze nervos cranianos, que são designados CNI a CNXII para "Nervo Craniano", usando números romanos de 1 a 12. Eles podem ser classificados como nervos sensoriais, nervos motores ou uma combinação de ambos, o que significa que os axônios nesses nervos originam-se dos gânglios sensoriais externos ao crânio ou núcleos motores dentro do tronco cerebral. Os axônios sensoriais entram no cérebro para fazer sinapses em um núcleo. Os axônios motores se conectam aos músculos esqueléticos da cabeça ou pescoço. Três dos nervos são compostos exclusivamente de fibras sensoriais; cinco são estritamente motores; e os quatro restantes são nervos mistos.
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Identificação da actividade do sistema nervoso simpático e parassimpático em dados de pupilometria, utilizando a Singular Spectrum Analysis

Identificação da actividade do sistema nervoso simpático e parassimpático em dados de pupilometria, utilizando a Singular Spectrum Analysis

69 Ainda da análise das tabelas de resumo (Tabela 6.1 e 6.2), retira-se que o sistema nervoso parassimpático apresenta frequências de funcionamento mais elevadas relativamente ao sistema nervoso simpático, sendo este um facto validado pela literatura [3] . Naturalmente que ambos estes sistemas apresentam as características e frequências de funcionamento ideais para que o corpo humano, neste caso concreto as pupilas, possam responder da forma mais adequada às suas necessidades de adaptação, face às alterações externas. Assim sendo, parece justificar-se que a frequência maior esteja associada ao sistema parassimpático, visto que, face a uma situação de intensificação da luminosidade exterior, existe a necessidade de uma contracção pupilar muito rápida, a fim de se evitarem possíveis danos a nível das estruturas internas do olho; já no caso de uma diminuição brusca da luminosidade, não existe o risco de lesão, pelo que a resposta a esta alteração externa poderá ocorrer mais lentamente, tendo apenas como consequência a diminuição da percepção visual no escuro.
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O líqüido cefalorraqueano no diagnóstico da criptococose do sistema nervoso.

O líqüido cefalorraqueano no diagnóstico da criptococose do sistema nervoso.

Os autores concluem: 1 — Deve-se incluir na rotina do exame do lí- quido céfalorraqueano, em casos suspeitos, meios de identificação para o cripto- coco; 2 — O criptococo pode ser suspei[r]

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Análise de sobrevida dos pacientes portadores de tumores do Sistema Nervoso Central acompanhados no Serviço de Oncologia Pediátrica do Hospital da Baleia

Análise de sobrevida dos pacientes portadores de tumores do Sistema Nervoso Central acompanhados no Serviço de Oncologia Pediátrica do Hospital da Baleia

do Sistema Nervoso Central (SNC) tratados e acompanhados no Serviço de Oncologia Pediátrica do Hospital da Baleia. Analisar a influência de fatores prognósticos sobre a probabilidade de sobrevida dos pacientes, tais como: idade, gênero, procedência, intervalo entre o aparecimento dos sinais e sintomas e o diagnóstico da doença, classificação histopatológica do tumor, localização primária do tumor e estadiamento.

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Linfossarcoma intracerebral em bovino.

Linfossarcoma intracerebral em bovino.

SANCHES, A.W.D. et al. Doenças do sistema nervoso central em bovinos no sul do Brasil. Pesq Vet Bras, v.20, p.113-118, 2000. SHERMAN, D.M. Localized diseases of the bovine brain and spinal cord. Vet Clin North Am Food Anim Pract, v.3, p.179- 191, 1987.

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NEUROGÊNESE NO SISTEMA NERVOSO ADULTO DE MAMÍFEROS

NEUROGÊNESE NO SISTEMA NERVOSO ADULTO DE MAMÍFEROS

As primeiras descrições detalhadas de células nervosas foram realizadas no final do século XIX por Camilo Golgi e Ramón y Cajal, contribuindo imensamente para a compreensão dos aspectos estruturais do sistema nervoso. Golgi desenvolveu técnicas de coloração utilizando sais de prata para corar neurônios, revelando detalhes da estrutura neuronal sob o microscópio, tais como o corpo celular, dendritos e axônio. Utilizando a técnica de coloração empregada por Golgi, o histologista espanhol Santiago Ramón y Cajal observou que o tecido nervoso é formado por uma rede de células distintas e que estas seriam os elementos fundamentais do sistema nervoso (Fig.1). Ramón y Cajal estudou as diferentes fases de desenvolvimento dos neurônios em mamíferos, observando que não havia a presença de qualquer sinal do surgimento de novas células no encéfalo adulto, além daquelas já estabelecidas ao nascimento. Outros pesquisadores da época também concluíram que a elaborada arquitetura do encéfalo de mamíferos permanece fixa e defenderam a idéia de que a adição de novas células era completamente inconcebível. Dessa forma, postulou-se que o sistema nervoso central possui conexões fixas e imutáveis, sem qualquer possibilidade de que novos neurônios surgissem.
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Linfoma primário do sistema nervoso central.

Linfoma primário do sistema nervoso central.

O linfoma primário do sistema nervoso central (LPSNC) é um linfoma extralinfonodal que, ao diagnóstico, encontra-se restrito ao parênquima cerebral, às meninges e/ou cordão espinhal e/ou olhos. Sua incidência triplicou nas últimas três décadas para 0,4 casos por 100.000 habitantes, representando 4% dos tumores do sistema nervo- so central (SNC). Embora pacientes infectados pelo HIV tenham 3.600 vezes maior risco para o desenvolvimento do LPSNC, a incidência não aumentou apenas neste grupo de pessoas. Dados sugerem reduções da incidência de LPSNC em pacientes infectados após a introdução de drogas anti-retrovirais. Cerca de 90% dos casos de LPSNC são classificados como linfoma difuso de grandes células B, 10% têm envolvimento ocular e 10% são HIV positivos. A apresentação clínica depende da localização tumoral, prevalecendo os sintomas neurológicos em detrimento aos sistêmicos. Os exames de tomografia computadorizada (TC) e ressonância nuclear magnética (RNM) são essenciais para o diagnóstico, porém o exame confirmatório deve ser o anatomopatológico. O estadiamento deve ser feito com exames de imagem e biópsia de medula óssea (BMO) bilateral. Os principais fatores de mau prognósti- co são: performance status do paciente acima de 1, idade superior a 60 anos, DHL elevada, hiperproteinorraquia e acometimento de área cerebral não hemisférica. Alguns fatores de prognóstico biológicos também podem influenciar na sobrevida, a exemplo da expressão de Bcl-6, que confere melhor prognóstico. O tratamento de escolha é a combinação de quimioterapia contendo altas doses de metotrexate e radioterapia (RDT). Devido às altas taxas de neurotoxicidade associada à RDT, seu uso tem ficado mais restrito aos pacientes idosos, e os recidivados ou refratários. Rev. bras. hematol. hemoter. 2008;30(1):54-60.
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Envolvimento do sistema nervoso central na cisticercose.

Envolvimento do sistema nervoso central na cisticercose.

Uma observação histopatológica interessante neste estudo foi a utilização do método de impregnação pela prata (Grocott) que se mostrou de grande importância na identificação do esquele[r]

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Tumores congênitos do sistema nervoso: cordomas.

Tumores congênitos do sistema nervoso: cordomas.

Clínica Neurológica — Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Uni- versidade de São Paulo — Caixa Postal 3461 — São Paulo, Brasil.[r]

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Características do envolvimento do Sistema Nervoso Central na Polirradiculoneuropatia...

Características do envolvimento do Sistema Nervoso Central na Polirradiculoneuropatia...

o entendimento desta técnica de imagem que posteriormente aparecerá como exame médico exigido de todos os sujeitos de pesquisa sendo brevemente apresentado quanto aos parâmetros ajustados (sequências de pulsos e padrões de aquisição para o processamento do sinal) para obtenção das neuroimagens desejadas no tópico respeitante que trata do protocolo de aquisição para este estudo. Num sistema físico qualquer onde há uma oscilação harmônica, ou onde seus elementos seguem um movimento periódico qualquer, é factível uma interação com sistema estimulador mediante uma transferência de energia. Esta condição ótima de transferência de energia é conhecida como “ressonância”, situação na qual a energia flui entre os dois sistemas físicos com o máximo rendimento sendo, portanto, mister o casamento de impedâncias entre os sistemas. Noutras palavras, casar impedâncias entre sistemas é garantir duas condições elementares para que haja uma ressonância entre eles. A primeira é que a estimulação feita sobre o sistema tenha uma frequência válida {condições onde o sistema oscila com frequência igual [ou múltiplo-harmônica] àquela natural do sistema}. A segunda condição é que haja coerência de fase {acoplamento entre os sistemas oscilantes [principal e estimulador] mediante o sincronismo das fases, impedindo atenuações antiparalelas [mesma direção (sentido oposto)]} entre o sistema estimulador (ou, estimulação) e os elementos excitados no sistema oscilante principal. Deste modo, há uma técnica física para se adquirir imagens por ressonância magnética (IRM). Nesta técnica, um campo B 0 constante [as
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DESCOBRINDO o SISTEMA NERVOSO I e II

DESCOBRINDO o SISTEMA NERVOSO I e II

O número de neurônios nesse sistema é da ordem de 100 milhões. Controla os movimentos e a secreção gastrointestinais[r]

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Citomegalia e malformações do sistema nervoso central: relato de dois casos associados à agenesia do corpo caloso e encefalopatia cística.

Citomegalia e malformações do sistema nervoso central: relato de dois casos associados à agenesia do corpo caloso e encefalopatia cística.

Dois casos de citomegalia do sistema nervoso central em lactentes, com- provados pelo encontro de inclusões virais típicas no tecido nervoso, associados à agenesia da comissura do corpo[r]

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Arq. NeuroPsiquiatr.  vol.40 número4

Arq. NeuroPsiquiatr. vol.40 número4

específicas do sistema nervoso, como cerebelo, glia retiniana e hipocampo são analisadas.. em detalhe.[r]

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Criptococose do sistema nervoso central. Registro de um caso.

Criptococose do sistema nervoso central. Registro de um caso.

foi feito com o especial sentido de chamar a atenção para este fato; no primeiro, a ob- servação de formas em brotamento entre células consideradas como linfóci- tos, sugeriu o diagnóst[r]

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Paracoccidioidomicose sistêmica com envolvimento do sistema nervoso central.

Paracoccidioidomicose sistêmica com envolvimento do sistema nervoso central.

Resumo É relatado o caso de um paciente portador de paracoccidioidomicose sistêmica, com comprometimento oral e ganglionar regional e posterior envolvimento pulmonar. O paciente, tratado com drogas específicas(anfotericina B, itraconazol, sulfametoxazol + trimetoprim) e acompanhado durante seis anos, foi ao óbito com extenso comprometimento do sistema nervoso central

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Paracoccidioidomicose do sistema nervoso central: relato de caso.

Paracoccidioidomicose do sistema nervoso central: relato de caso.

RESUMO - O envolvimento do sistema nervoso central na paracoccidioidomicose vem ganhando importância dentro do espectro de manifestações clínicas da doença. O primeiro registro na literatura de que o Paracoccidioides brasiliensis seria também capaz de comprometer órgãos do sistema nervoso central foi descrito em 1919 por Pereira & Jacobs; desde então muitos outros estudos têm demonstrado esta forma de apresentação clínica, sendo que em alguns sua frequência atinge os 27,27%. Descrevemos o caso de uma paciente de 34 anos, residente em Juiz de Fora-MG, admitida com quadro clínico compatível com pneumonia e que durante a internação iniciou sintomatologia cerebelar (náuseas, vômitos, ataxia de marcha e dismetria). A tomografia computadorizada de crânio revelou lesão cerebelar sugestiva de abscesso. O tratamento proposto baseou-se na exerese cirúrgica da lesão e, como a anátomo-patologia mostrasse presença de leveduras em gemulação múltipla (“roda de leme de navio”), diagnóstico de neuroparacoccidioidomicose pôde ser firmado, e o tratamento complementado pela associação de sulfametoxazol-trimetoprim. A paciente evoluiu bem, persistindo discreta paresia e hipoestesia em membro superior direito.
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Esquistossomose do sistema nervoso central relato de um caso.

Esquistossomose do sistema nervoso central relato de um caso.

O presente relato tem por objetivo descrever paciente com esquistossomose do SNC, confirmada por reações imunológicas no líquido cefalorraqueano (LCR) e pela presença de ovos viáveis d[r]

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Mielinização, desmielinização e remielinização no sistema nervoso central.

Mielinização, desmielinização e remielinização no sistema nervoso central.

ser efetivada pelo oligodendrócito ou pela célula de Schwann desde que os astrócitos também tenham desaparecido da área da lesão 18. Os internódulos reconstruídos no SNC são reconhecid[r]

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