Sistemas de refrigeração - Eficiência energética

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Eficiência energética em sistemas de refrigeração industrial: estudo de caso

Eficiência energética em sistemas de refrigeração industrial: estudo de caso

etanol no circuito secundário, sendo composto por compressores do tipo parafuso, condensadores evaporativos, evaporadores de placas, conjunto de bombas e válvulas expansoras com controle eletrônico. Usualmente, os sistemas de refrigeração atendem diversos processos e etapas de produção, que diferem nos requisitos de temperatura de produto. Além disso, por serem projetados para atender a maior demanda esperada, constituem uma grande oportunidade de otimização nos períodos fora de pico de consumo. Foram descritos e detalhados os componentes do sistema de refrigeração, bem como todas as ações e requisitos necessários para melhoria na eficiência energética da instalação. A implementação destas ações de melhoria de eficiência na planta industrial estudada contou com um investimento total de R$ 302.000,00, e foram responsáveis por um ganho anual de R$ 241.000,00, correspondentes a uma redução no consumo elétrico de 1,7 GWh/ano. O payback simples, portanto, é de 1,25 anos.
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Eficiência energética aplicada na indústria de bebidas em sistemas de refrigeração e ar comprimido: estudo de casos

Eficiência energética aplicada na indústria de bebidas em sistemas de refrigeração e ar comprimido: estudo de casos

A eficiência energética aos poucos vai ganhando espaço nas indústrias, em função da redução dos custos de produção, pela política de sustentabilidade e de preocupação ambiental empregada atualmente. As indústrias de bebidas, como a que o trabalho foi implantado, utilizam muito o sistema de refrigeração e o de ar comprimido. Praticamente 50% do consumo destas fábricas são em função destas utilidades. O objetivo desta dissertação foi desenvolver uma metodologia para ser usada como ferramenta na identificação de oportunidades de redução do consumo de energia em sistemas de refrigeração e ar comprimido. A metodologia desenvolvida foi baseada em conceitos de refrigeração e ar comprimido e, em alguns estudos de casos de eficiência energética implantados em algumas unidades fabris. Este trabalho mostra como esta metodologia foi criada para melhorar a eficiência energética de sistemas de refrigeração e de ar comprimido. Posteriormente esta metodologia foi utilizada em outras unidades desta mesma indústria para reduzir o consumo de energia elétrica. Inicialmente há uma breve descrição dos principais componentes destes sistemas e de conceitos que ajudam na melhoria da eficiência deles. Por fim, são apresentadas algumas boas práticas e projetos implementados que ajudaram na criação da ferramenta ou foram implementados a partir do uso dela. Os resultados do trabalho mostram a ferramenta pronta para ser usada e uma redução do consumo de energia elétrica de mais de 37 GWh/ano, que significam mais de R$ 6.000.000,00 por ano. A principal conclusão desta dissertação é que a metodologia foi criada e, independente do tipo de configuração destes dois sistemas, é possível utilizá-la para melhorá-los.
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Eficiência energética em ar condicionado e refrigeração através da aplicação da termoacumulação

Eficiência energética em ar condicionado e refrigeração através da aplicação da termoacumulação

A utilização de sistemas de ar condicionado e de refrigeração é de fundamental importância no que se diz respeito à climatização de ambientes. Importante também é o uso de energia elétrica para o funcionamento dos equipamentos relacionados a esses sistemas. Devido ao alto custo de tarifação deste tipo de energia, os fatores “economia” e “eficiência” ocupam papéis fundamentais entre os parâmetros de projeto de um sistema. Uma das formas de se obter essa economia é a utilização da técnica denominada termoacumulação, ou armazenagem de frio, que consiste em deslocar as cargas requesitadas dos horários de ponta e também no nivelamento das mesmas, de forma que o consumo de energia é transferido do horário de ponta para um horário fora de ponta reduzindo, assim, o custo da energia consumida. O frio pode ser armazenado na forma de gelo ou água gelada.
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ANÁLISE EXPERIMENTAL DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE UM SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO AUTOMATIZADO UTILIZANDO R22 E PROPILENO COMO FLUIDO REFRIGERANTE

ANÁLISE EXPERIMENTAL DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE UM SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO AUTOMATIZADO UTILIZANDO R22 E PROPILENO COMO FLUIDO REFRIGERANTE

Peixoto (2007) retratou os cenários internacional e nacional quanto ao uso dos HCs no setor HVACR. Resumidamente, os principais fluidos de trabalho utilizados na refrigeração doméstica são: misturas R600a e R152a na Rússia, misturas R600a e R290 na Índia e Europa. Quanto a refrigeração comercial (unidades compactas, unidades condensadoras e sistemas centralizados) os países europeus, restritos a cargas reduzidas de refrigerante pelas normas de segurança européias, utilizam R600a, R290 e misturas de HCs em expositores e equipamentos comerciais compactos de pequeno porte. Amônia e HCs como refrigerantes primários em sistemas indiretos (incluindo R1270 e R290) estão sendo implantados e operando em vários países europeus. No que diz respeito à refrigeração industrial, utiliza-se R1270, R290 e misturas R290/R600a, pois todos estes fluidos apresentam condições de saturação (pressão e temperatura) muito semelhantes a do R22 e R502.
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Análise energética de equipamentos de uma fábrica de lacticínios: sistemas de frio e refrigeração por absorção

Análise energética de equipamentos de uma fábrica de lacticínios: sistemas de frio e refrigeração por absorção

Por outro lado, com a introdução de um fluido é necessário que o patamar mínimo de temperatura (a temperatura de evaporação do ciclo com amoníaco) seja um pouco mais baixo que os sistemas tradicionais com expansão directa de refrigerante, o que resulta numa diminuição da eficiência energética do ciclo. Para compensar a perda de energia, algumas aplicações tiveram a sua concepção alterada, de forma a minimizar ou neutralizar este impacto, pelo que os componentes dos novos sistemas com amoníaco foram optimizados, para se obter uma recuperação da eficiência energética.
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Análise técnico-econômica e ambiental da certificação brasileira do uso de aquecedores solares de água em edificações residenciais

Análise técnico-econômica e ambiental da certificação brasileira do uso de aquecedores solares de água em edificações residenciais

Nos Estados Unidos, as normas de eficiência energética em edifícios são aplicadas há mais de trintas anos; dentre as primeiras publicadas estão a norma 90/1975, da Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers - ASHRAE) e a norma 24/1978, do Estado da Califórnia. Durante a década de 1990, a Agência de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency - EPA) desenvolveu o programa Green Lights, com o objetivo de incentivar o uso de sistemas de iluminação eficientes em edifícios comerciais e industriais. Alguns anos depois, o Green Lights fundiu-se com o programa Energy Star Buildings, o qual é voluntário e tem como principal finalidade contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa por meio da aplicação de medidas de eficiência energética. De acordo com o EPA, o benefício do programa é evidente, visto que edifícios certificados com o Energy Star Buildings emitem, em média, 35% menos dióxido de carbono comparado com edifícios similares não certificados (EPA, 2009).
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AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE UM FRIGORÍFICO DO MEIO OESTE CATARINENSE

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO DE UM FRIGORÍFICO DO MEIO OESTE CATARINENSE

Desta forma, destaca-se a importância de que os sistemas de refrigeração destes frigoríficos funcionem perfeitamente atendendo as necessidades de frio dos diferentes setores que compõe a fábrica. Em qualquer indústria, a energia elétrica é uma das principais fontes de despesas mensais, sendo que a área de refrigeração representa grande parcela deste montante. Cada vez mais vem crescendo nas companhias a preocupação em melhorar a eficiência de sistemas já instalados, assim como adquirir sistemas de maior eficácia e menores custos de operação e manutenção quando se trata de novos projetos.
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Avaliação de projetos de eficiência energética na iluminação pública

Avaliação de projetos de eficiência energética na iluminação pública

Carli et al. (2015) defendem que os municípios devem utilizar ferramentas de suporte de decisão para conseguirem uma melhor gestão da eficiência energética das suas instalações indo de encontro às necessidades dos seus cidadãos. Para aplicarem este tipo de ferramentas devem associar as tecnologias de informação e comunicação a ferramentas de otimização, uma vez que esta conjugação permite medir os indicadores-chave de performance (tais como o consumo anual de energia nas diversas instalações, o fluxo luminoso médio em cada uma das vias, entre outros) e ao mesmo tempo determinar as ações necessárias para melhorar o desempenho das instalações do município. Assim sendo, sugerem a adoção de um modelo de tomada de decisão de dois níveis por parte dos municípios, em que o nível de topo trata as preferências e as linhas orientadoras da gestão de energia da cidade e o segundo nível define um número de unidades de decisão que estão afetas aos diversos setores urbanos e que podem ser afetadas pelas políticas de remodelação de instalações e de eficiência energética. Em relação ao processo de decisão de gestão de energia é proposto um sistema de duas fases, em que primeiro são definidas as atividades de aquisição de dados do estado das instalações e definido o design da decisão em conjunto com o operador da rede de iluminação pública e numa segunda fase são identificadas e selecionadas ações de gestão de eficiência energética.
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Universidade Federal de Ouro Preto Programa de Pós-Graduação em Mestrado Sustentabilidade Socioeconômica e Ambiental Mestrado Profissional

Universidade Federal de Ouro Preto Programa de Pós-Graduação em Mestrado Sustentabilidade Socioeconômica e Ambiental Mestrado Profissional

5. melhoria da eficiência energética de seu produto; 6. melhoria da eficiência energética da logística; 7. utilização de energia renovável. Seguindo nos indicadores da Portaria IN[r]

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Análise energética e econômica da cultura de algodão em sistemas agrícolas familiares

Análise energética e econômica da cultura de algodão em sistemas agrícolas familiares

particularmente inseticidas (39,71%) e fertilizantes químicos (19,88%) e de fontes fósseis (33,80%). Assim sendo, estabeleceu-se o balanço energético da fase agrícola, cujo valor atingiu 19.573,12 MJ . ha -1 e uma eficiência energética de 2,11. Com relação ao aspecto econômico, os indicadores de eficiência, mostraram-se superiores ao valor obtido no cálculo de eficiência energética. Na relação do indicador econômico e energético, que diz respeito aos meses que referem-se à época de colheita, ou seja, março, abril e maio, o indicador de máxima eficiência econômica foi atingido no mês de maio (1,33), no entanto, a uma freqüência reduzida, de apenas 0,30%. Verificou-se, assim, que as relações energéticas e econômicas são coincidentes e mostrou-se que sistemas eficientes economicamente podem não o ser do ponto de vista energético.
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Carlos Emanuel Teixeira Sopas

Carlos Emanuel Teixeira Sopas

Através dos resultados obtidas da auditoria energética foi possível caracterizar uma instalação industrial do sector farmacêutico, que se encontra ao abrigo do Decreto-Lei n.˚ 68-A/2015 de 30 de abril por apresentar um consumo global anual de energia de cerca de 682 tep. Com a auditoria energética efetuada verificou-se que a instalação auditada apresenta um elevado consumo energético nos serviços auxiliares que corroboram com o processo produtivo, estes representam cerca de 70% do consumo total de energia elétrica. Apurou-se ainda que dada a especificidade desta indústria, em termos de requisitos de controlo das condições de temperatura e humidade relativa no interior dos espaços produtivos e armazéns, os sistemas de climatização encontram-se em permanente funcionamento, acarretando um elevado peso no consumo energético em que o maior consumo de energia térmica corresponde ao aquecimento de água quente para o sistema de AVAC (93% do consumo de gás natural). Devido à especificidade desta indústria, verificou-se redundância dos equipamentos existentes (caldeiras, compressores, secadores, chillers), para salvaguardar não só a produção mas também requisitos de qualidade.
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Patrícia Maria Pereira Vieira Licenciada em Engenharia Civil pelo Instituto Politécnico de Bragança

Patrícia Maria Pereira Vieira Licenciada em Engenharia Civil pelo Instituto Politécnico de Bragança

Em parceria com um conjunto de características mínimas exigidas das propriedades térmicas da envolvente, pretendia-se minimizar as situações patológicas nos elementos de construção, tendo em vista o aumento da sua durabilidade, satisfazendo as exigências de conforto, sem o dispêndio excessivo de energia [10]. Mais tarde, para assegurar a transposição da diretiva europeia n.º2010/31/EU, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de maio de 2010, surgiu o Decreto-Lei n.º118/2013 de 20 de Agosto, que também serviu para a revisão da legislação nacional, que se resume em melhorias ao nível da sistematização e âmbito de aplicação, aglutinando, num só diploma, o Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE), o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação (REH) e o Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS), sendo os últimos dois, parte integrante do primeiro [9]. Esta versão da legislação nacional, em vigor desde 30 de novembro de 2013, mantem os objetivos do RCCTE e promove a harmonização concetual e terminológica, a facilidade de interpretação por parte dos destinatários das normas e a separação clara do âmbito de aplicação do REH e do RECS, passando o primeiro a incidir, exclusivamente, sobre os edifícios de habitação, e o segundo, sobre os edifícios de comércio e serviços. Para além desta divisão, são ainda definidos princípios gerais, concretizados em requisitos específicos para edifícios novos, edifícios sujeitos a grande intervenção e edifícios existentes [10]
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Avaliação e análise da eficiência energética na irrigação em sistemas pivô central.

Avaliação e análise da eficiência energética na irrigação em sistemas pivô central.

A avaliação da eficiência energética proposta neste traba- lho foi aplicada em três equipamentos instalados no Assen- tamento Itamarati I ensaiado em abril de 2006, localizado em Ponta Porã, MS (22º 32’ S e 55º 43’ W). O assenta- mento ocupa uma área de 25,1 mil ha na qual 1145 famílias irrigam 7,2 mil ha com 58 sistemas pivô central.

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Eficiência energética de sistemas de iluminação em galpões de aves poedeiras através de avaliações estatísticas e econômicas

Eficiência energética de sistemas de iluminação em galpões de aves poedeiras através de avaliações estatísticas e econômicas

O tubo de descarga da lâmpada de sódio é constituído de sódio e uma mistura de gases inertes (neônio e argônio) colocados a uma determinada pressão suficiente para obter uma tensão de ignição baixa. A descarga ocorre num invólucro de vidro tubular a vácuo, coberto na superfície interna por uma camada de óxido de ídio. Esta camada age como um refletor infravermelho. A lâmpada de sódio de baixa pressão possui uma radiação quase monocrática, elevada eficiência luminosa e vida útil longa, a luz emitida é de cor amarelada (Niskier, 1996). Na Quadro 1 encontram-se alguns tipos de lâmpadas relacionadas com a sua eficiência luminosa e à vida útil.
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Análise da operação de sistemas de ventilação industrial visando à eficiência energética

Análise da operação de sistemas de ventilação industrial visando à eficiência energética

A curva característica da carga do ventilador foi obtida experimentalmente, controlando a posição do damper, a partir de alimentação do motor direto da rede. Esta curva é imprescindível para um estudo de eficientização energética. Assim, para o dispositivo (damper) completamente aberto tem-se a máxima vazão e a mínima pressão e estando totalmente fechado a máxima pressão e mínima vazão. Para traçar a curva de carga versus vazão, novos pontos intermediários foram coletados entre a pressão máxima e a pressão mínima. Os ensaios para o levantamento da curvas características e potência ativa requerida pelo sistema foram realizados respeitando a situação de equilíbrio térmico para o motor elétrico, de modo que as leituras não sofram variações no intervalo considerado.
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Eficiência energética de sistemas de produção de mamona no Estado de Minas Gerais

Eficiência energética de sistemas de produção de mamona no Estado de Minas Gerais

RESUMO: Este estudo teve por objetivo determinar a eficiência econômica e energética da cultura da mamona nas regiões da Zona da Mata e Sul de Minas Gerais. Através do método de simulação de Monte Carlo, verificaram-se as probabilidades de ocorrência dos índices de eficiência econômica e cultural. Com relação aos sistemas de produção da mamona em Minas Gerais na safra 2005/2006, constatou-se que as variáveis preço e produtividade foram as mais sensíveis para os produtores da Zona da Mata, enquanto que no Sul de Minas foi a produtividade. Verificou-se que a probabilidade do índice de eficiência econô- mica ser menor que um foi de 43,26% para os produtores da região da Zona da Mata e 39,57% para os do Sul de Minas. O preço médio recebido cobriu os custos médios de produção. Contudo, observou-se que os custos médios nestas regiões de Minas Gerais, estiveram acima do preço mínimo. Quanto a análise ener- gética, os resultados mostraram que os sistemas das regiões estudadas em Minas Gerais, apresentaram índices de eficiência cultural média de 8,26. Concluiu-se que, mesmo que do ponto de vista energético o resultado tenha sido favorável, sob a ótica da sustentabilidade econômica há necessidade de uma política mais efetiva de apoio à mamona, já que as expectativas dos produtores com o PNPB não se confirmaram.
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Análise energética e econômica da produção de milho (Zea mays spp) em sistema de plantio direto em propriedades familiares no município de Pratânia-SP

Análise energética e econômica da produção de milho (Zea mays spp) em sistema de plantio direto em propriedades familiares no município de Pratânia-SP

químicos, e de fontes fósseis, sendo o óleo Diesel o mais significativo. Com relação ao aspecto econômico, observou-se que o custo operacional por área para o sistema de produção “A” foi de R$ 1.773,57 e para o sistema de produção “B” foi de R$ 1.430,98. Similarmente ao perfil energético, nos dois sistemas de produção verificou-se que os maiores custos são decorrentes da energia indireta, particularmente fertilizantes químicos e operações mecanizadas, com elevado consumo de óleo Diesel. Na relação do indicador econômico e energético, os indicadores de eficiência econômica mostraram-se significativamente inferiores à eficiência energética cultural, para cada sistema de produção, nos meses que se referem à época de colheita (março e abril). O maior índice de eficiência econômica com maior freqüência de ocorrência foi do sistema “B”, no mês de março (1,31) e abril (1,26), em razão do custo deste sistema de produção apresentar-se menor em relação ao sistema “A”. Verificou-se, assim, que as relações energéticas e econômicas não são coincidentes e mostrou-se que sistemas eficientes energeticamente podem não o ser do ponto de vista econômico.
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA DA UNICAMP EM TERMOS DA SENSIBILIDADE ESPECTRAL DO OLHO HUMANO

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA DA UNICAMP EM TERMOS DA SENSIBILIDADE ESPECTRAL DO OLHO HUMANO

período noturno, por ser o principal eixo de circulação entre o Ciclo Básico I (CB) e o Ciclo Básico II (PB). Fez durante algumas noites uma análise dos hábitos dos estudantes que por ali circulam e notou-se que o hábito de leitura ao ar livre é praticado por grande parte desses estudantes (leitura de material didático e literatura em geral). A leitura é um hábito que requer boa iluminação, de modo que é imperativo que haja boa eficiência perceptiva num ambiente em que as pessoas leem.

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Tendências e oportunidades na economia verde: eficiência energética

Tendências e oportunidades na economia verde: eficiência energética

Tal percepção não somente esquece não somente os ganhos de eficiência, em geral três vezes maior de um VE frente a um modelo semelhante com motor à combustão, como negligencia a possibilidade de fontes energéticas renováveis atenderem o aumento de demanda por eletricidade caso um modelo 100% elétrico seja adotado, mas principalmente não leva em consideração o ponto de vista dos produtores de etanol, uma vez que a posição da Unica, entidade não convidada para reuniões promovidas pelo governo federal, um híbrido nacional seria uma possibilidade a ser considerada para combinar as vantagens das duas tecnologias em uma solução inteiramente nacional. O atraso do país para se posicionar neste debate pode colocar em cheque o caráter exportador da indústria brasileira, que atualmente possui bom desempenho com 475 mil automóveis exportados em 2009, enquanto japoneses, coreanos e chineses ampliam sua presença no mercado internacional.
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Edificações sustentáveis e eficiência energética

Edificações sustentáveis e eficiência energética

Outro desafio que precisa ser vencido para que o SFN possa ampliar sua atuação no mercado das edificações sustentáveis é a falta de padronização dos projetos. Para reduzir custos de tran- sação e aumentar a eficiência na análise de projetos nos bancos é necessário que sejam desen- volvidos modelos para projetos de eficiência energética e construções sustentáveis de acordo com o porte dos investimentos e com o mercado. A padronização levará ao desenvolvimento de produtos financeiros previamente definidos. Esse sistema pode conter a tipologia dos possíveis contratos e formas de remuneração, além de medições e certificações de terceira parte quanto aos objetivos de economia traçados no projeto. Este componente é de especial relevância para os bancos, na medida em que reduz a necessidade de realização de uma minuciosa análise téc- nica dos projetos ao considerar como válidos relatórios de performance assinados por empresas especializadas que tenham credibilidade comprovada. Dependendo do porte e complexidade do projeto, recomenda-se sua validação por uma terceira parte independente, o que reforçaria a credibilidade na qualidade e na efetividade da entrega dos resultados previstos.
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