Sistemas flexíveis

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Modelagem de sistemas flexíveis de movimentação de materiais através de redes de...

Modelagem de sistemas flexíveis de movimentação de materiais através de redes de...

Os sistemas de manufatura há muito vêm sendo objeto de interesse por profissionais e pesquisadores devido à busca de melhores técnicas visando o aumento da produtividade bem como pelo aumento da competitividade empresarial ao longo dos anos. Dentre seus componentes, o sistema de movimentação de materiais merece atenção especial pois, apesar de não aumentar o valor do produto, é responsável por manter o fluxo de materiais entre máquinas, células de manufatura, centros de custos ou mesmo entre empresas, que é imprescindível para qualquer sistema produtivo. Neste contexto, o presente trabalho propõe uma metodologia para a modelagem de sistemas flexíveis de movimentação de materiais e partes em ambiente fabril, focando-se em sistemas cuja movimentação possa ser realizada por VATs (Veículos Autônomos de Transporte).
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Modelação e Integração em Sistemas Flexíveis de Produção

Modelação e Integração em Sistemas Flexíveis de Produção

Modelação e Integração em Sistemas Flexíveis de Produção Pode-se então introduzir uma definição para os objectos afirmando que um objecto não é mais do que uma instância de uma dada clas[r]

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Proposta de um procedimento de programação on-line da produção de sistemas flexíveis de manufatura baseado em lógica fuzzy.

Proposta de um procedimento de programação on-line da produção de sistemas flexíveis de manufatura baseado em lógica fuzzy.

A situação dos sistemas de manufatura, nos últimos anos, tem sido caracterizada pelo aumento da variedade de produtos com pequenos e médios volumes de demanda, diminuição do ciclo de vida dos produtos e aumento da complexidade dos mesmos aliados à demanda às vezes não prevista e tempos de entrega cada vez mais curtos. Além disso, o mercado atual exige sistemas de manufatura com mais eficiência, maior flexibilidade e melhor qualidade nos produtos. Estes novos padrões e atributos de competitividade sinalizam de forma inequívoca que os sistemas de manufatura devem produzir de acordo com as conformidades e exigências do cliente. Dentro deste conceito surgem os sistemas flexíveis de manufatura (FMS – Flexible Manufacturing System), que têm apresentado uma resposta adequada a estas necessidades.
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Modelos analíticos para avaliação de sistemas flexíveis de manufatura.

Modelos analíticos para avaliação de sistemas flexíveis de manufatura.

A enorme flexibilidade, devida à automatização destes sistemas, tem como direção a busca de uma competitividade maior, a partir da melhoria da qualidade e da produtividade do processo produtivo. Sob este pretexto, novas tecnologias têm sido criadas, procurando um compromisso entre a eficiência dos sistemas repetitivos e a flexibilidade dos sistemas do tipo job-shop. Dentre estas novas tecnologias podem ser destacados os Sistemas Flexíveis de Manufatura - FMS, os quais são projetados para processar uma família de peças, em áreas de produção dedicada, com o objetivo de obter os seguintes melhoramentos: redução dos níveis de estoque (produtos acabados e em processo); redução dos tempos de preparação (trocas de ferramentas mais rápidas); redução dos custos de transporte e manipulação das peças em processo de fabricação; redução de desperdícios/retrabalho das peças produzidas; eficiência no cumprimento dos prazos de entrega do produto ao cliente; qualidade do produto; simplificação da estratégia de planejamento e controle da produção; etc.
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Metodologia de Sistemas Flexíveis aplicada a estudos em Ciência da Informação: uma experiência pedagógica.

Metodologia de Sistemas Flexíveis aplicada a estudos em Ciência da Informação: uma experiência pedagógica.

No campo das pesquisas consideradas aqui como puramente acadêmicas, isto é, não necessariamente comprometidas com a imple- mentação das ações propostas como melhoria das situações estudadas, alguns exemplos de estudos na área de Ciência da Informação ilustram o uso da SSM como Metodologia de pesquisa. Esses exemplos compreendem, aqui, pesquisas de doutorado e mostram a aplicação da Metodologia em três tipos de situação. Primeiro, questões relacionadas com problemas ocorrendo em universidades da Coréia do Sul, relativos a redes eletrônicas e sistemas de informação (OH, 1997). O estudo visou investigar que tipo de sistemas de informação em redes de alta velocidade permitiriam a acadêmicos usar recursos de informação de forma efetiva e eficiente. Segundo, questões relacionadas com a necessidade do tratamento confiável, eficiente e efetivo da informação no âmbito do Ministério das Relações Exteriores de Brunei (ABDUL- -KARIM, 2001). E terceiro, questões relacionadas com a preservação de dados digitais, considerando o potencial do conceito de metadados como chave para a gestão universal de dados (CHILVERS, 2000).
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Uma heurística para a programação da produção de sistemas flexíveis de manufatura usando modelagem em redes de Petri.

Uma heurística para a programação da produção de sistemas flexíveis de manufatura usando modelagem em redes de Petri.

Uma forma de se classificar as várias extensões de redes de Petri consiste na consideração de três grupos, dependendo de como o elemento lugar (p) é considerado. Assim sendo, têm-se as redes de nível-1 (sistemas de Condições/Eventos; sistemas de redes Elementares; sistemas 1-seguro e Máquinas Finitas de Estado), em que um lugar pode representar um valor booleano, ou seja, pode “conter” até uma marca não estruturada. Quando um lugar pode “conter” um número finito de marcas, podendo este inclusive representar um número inteiro não negativo, temos as redes de nível-2 ou redes lugar/transição (corresponde à abordagem da seção 3.1). Porém, os lugares podem estar associados a informações de alto nível, como se contivessem marcas que representassem estruturas de dados. São as chamadas redes de nível-3, ou redes de alto nível com tipos abstratos de dados, em que se incluem as tradicionais redes de Alto Nível (HLPN) e redes Coloridas (CPN) (Mortensen & Rölke, 2001).
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POSTPONEMENT E OUTROS CONCEITOS APLICADOS À GESTÃO DA PRODUÇÃO: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS THE POSTPONEMENT AND OTHER CONCEPTS APPLIED IN THE PRODUCTION MANAGEMENT: SIMILARITIES AND DIFFERENCES

POSTPONEMENT E OUTROS CONCEITOS APLICADOS À GESTÃO DA PRODUÇÃO: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS THE POSTPONEMENT AND OTHER CONCEPTS APPLIED IN THE PRODUCTION MANAGEMENT: SIMILARITIES AND DIFFERENCES

Nos últimos anos, o presente tema tem despertado interesse de acadêmicos e executivos em diversos países. Trabalhos abordando o conceito podem ser encontrados em diferentes áreas como logística, produção e cadeia de suprimentos (YANG et al., 2004) e em diferentes correntes literárias (gerencial e analítica) (CARDOSO, 2002). Apesar da atenção crescente ao tema, poucos trabalhos abordam as diferenças conceituais e práticas entre postponement e outros conceitos aplicados na gestão da produção, tais como: customização em massa, ponto de desacoplamento, modularidade, estratégias de produção, Just in time e sistemas flexíveis de manufatura. Além disso, a maioria dos trabalhos sobre o assunto apresenta esses conceitos isoladamente. Poucas pesquisas buscam analisá- los e discuti-los de maneira abrangente, levando muitos pesquisadores acreditarem erroneamente que o postponement seja sinônimo ou um novo rótulo para esses conceitos. Assim, neste artigo procurar-se-á investigá-los e defini-los, apresentando suas semelhanças, diferenças e relacionamentos com a estratégia de postponement.
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A cooperação homem-robot em sistemas de produção flexíveis e reconfiguráveis: contribuições para uma metodologia de desenho de linhas de produção

A cooperação homem-robot em sistemas de produção flexíveis e reconfiguráveis: contribuições para uma metodologia de desenho de linhas de produção

Por fim, em relação aos sistemas flexíveis, embora tenham sido introduzidos com elevadas expectativas, estes não foram amplamente aceites no setor. Koren (1999) [17] refere que o elevado custo associado a este tipo de sistemas compreende uma das maiores razões para a resistência e desaceitação relativamente à sua implementação. O autor explica que devido ao fato de as aplica- ções específicas do sistema não serem conhecidas a priori pelos fabricantes dos equipamentos, os sistemas flexíveis são construídos de modo a possuir todas as funcionalidades possíveis, seguindo o pressuposto de que um FMS deve ser capaz de produzir "(1) Qualquer parte (2) em qualquer mix de partes e (3) em qualquer sequência". Assim, apesar de serem escaláveis e capazes de suportar diferentes variedades de produtos, o elevado nível de complexidade associado acarreta, de forma direta, um elevado desperdício de capital. Além disso, requer o emprego de pessoal altamente qualificado, o que potencia ainda mais os custos associados [14]. Outra desvantagem associada a este tipo de sistemas é o fato de poderem ser considerados obsoletos, já que as suas componen- tes de hardware e software são pré-determinadas e fixas. Assim, pode-se concluir que não são adequadamente responsivos às mudanças, já que as suas capacidades em termos de atualização e customização acabam por ser limitadas.
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Suporte de identificação e enfrentamento de situações-problema (Siesp)

Suporte de identificação e enfrentamento de situações-problema (Siesp)

Desenvolve e aplica o Suporte de Identificação e Enfrentamento de Situações Problema (Siesp). Sob o ponto de vista descritivo, esse recurso busca ampliar e explicitar informações sobre situações- problema existentes nas organizações, mas que não são facilmente percebidas. Sob o ponto de vista prescritivo, esse Suporte baseado na Metodologia de Sistemas Flexíveis (MSF) busca ampliar e explicitar conhecimentos a serem aproveitados para converter decisões bem informadas em ações oportunas de confronto da situação antes enquadrada como problemática, porque ela causa ou tem potencial para causar consequências indesejáveis. O contexto focalizado é o sistema de informação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O resultado desse trabalho é relatado neste artigo. Novos trabalhos poderão ser realizados com o propósito de aplicar o SIESP em outras realidades organizacionais, com vistas a consolidá-lo como recurso útil destinado a ampliar, explicitar e aproveitar conhecimentos.
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Configuração e Balanceamento de Linhas de Produção Flexíveis

Configuração e Balanceamento de Linhas de Produção Flexíveis

Configuração e Balanceamento de Linhas de Montagem Flexíveis 73 O primeiro nível deste método corresponde ao diagrama de processo macro e no qual pode-se identificar um conjunto de informações relevantes para a concretização do processo. Isto é, observando a figura 4.17 sabe-se que o processo macro vai ter uma entrada que corresponde a todos os dados necessários para que depois de transformados pela actividade representada no interior da caixa possa gerar a saída pretendida. Através da análise da mesma figura verifica-se que, também, que existe entradas na parte inferior da função que têm o objectivo de informar quais os mecanismos necessários existir para que seja possível a concretização da actividade. Na parte superior da função há uma outra entrada que se refere aos dados que sejam necessários controlar ao longo de todo o processo.
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Array de sensores de pressão flexíveis para monitorização de equilíbrio

Array de sensores de pressão flexíveis para monitorização de equilíbrio

O mercado apresenta vários sistemas para mapeamento de pressão. A Tekscan, cujos sensores de pressão são baseados no uso de tinta condutora, apresenta soluções para cadeiras, camas ou palmilhas, com diferentes tamanhos, resolução e gama de pressão. A Xsensor [33] apresenta soluções semelhantes, no entanto utiliza sensores capacitivos. A Novel também constrói sensores capacitivos, e oferece uma linha de matrizes sensoriais com muita elasticidade para cadeira de rodas, bicicletas, camas, palmilhas e para a indústria automóvel, sendo utilizados para melhorar a ergonomia dos assentos, medir a pressão do cinto de segurança e também são utilizadas nos pedais dos automóveis. Para além de todas estas soluções comerciais, sistemas de medição de pressão plantar são transversais a todos os fabricantes anteriormente referidos. A Tomorrow Options [34], possui um sistema portátil (WalkinSense) e comunicação sem fios, utilizado em pacientes com distúrbios do pé diabético. Na área da robótica, a Pressure Profile Systems Inc. [31] disponibiliza sensores capacitivos para tarefas de manipulação.
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Metodologias para dimensionamento do reforço de pavimentos rodoviários flexíveis

Metodologias para dimensionamento do reforço de pavimentos rodoviários flexíveis

Este procedimento também pode ser aplicado em conjunto com o manual MADIPAV (atual IP,SA), contudo, é necessário ter presente que este manual foi concebido para dimensionar pavimentos flexíveis novos e considera um período de dimensionamento de 20 anos. Nesta abordagem é necessário escolher, de entre as estruturas tipo consideradas no manual, a mais próxima da situação existente, assim como obter a classe da plataforma de fundação e a classe de tráfego ajustada para o período de dimensionamento considerado para o reforço (10/15 anos). Ao contrário do procedimento anterior, os valores resultantes desta análise são fixos, existindo apenas uma solução possível para a espessura requerida. O cálculo da espessura efetiva é realizado segundo o descrito na abordagem anterior.
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INSTRUMENTAÇÃO DE UM TRIBÔMETRO PARA ENSAIOS DE DESLIZAMENTO EM DUTOS FLEXÍVEIS

INSTRUMENTAÇÃO DE UM TRIBÔMETRO PARA ENSAIOS DE DESLIZAMENTO EM DUTOS FLEXÍVEIS

Assim como discutido na seção anterior (análise dos LVDTs de limitação do desgaste), sugere-se a realização de ensaio com maior quantidade de ciclos de oscilação, verificand[r]

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CONTROLO ACTIVO DE VIBRAÇÕES EM ESTRUTURAS FLEXÍVEIS

CONTROLO ACTIVO DE VIBRAÇÕES EM ESTRUTURAS FLEXÍVEIS

O controlo semi&activo é uma solução intermédia entre os dois sistemas mencionados anteriormente. Esta solução combina a eficiência do controlo activo com a fiabilidade do controlo passivo. Tem como vantagem o facto de necessitar uma pequena quantidade de energia para manter o seu funcionamento, sendo por isso uma solução bastante económica. Este tipo de sistema recorre a dispositivos do tipo passivo, como por exemplo amortecedores viscosos, para dissipar a energia transmitida à estrutura, tendo ainda a capacidade de se ajustar consoante a resposta desta. Como exemplo destacam&se os dispositivos de rigidez variável (“active variable stiffness” – AVS) que começaram a ser fortemente utilizados no início da década de 90, amortecedores de orifício variável e amortecedores de atrito variável. Tendo sido este último apenas aplicado em trabalhos laboratoriais [4].
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Um estudo de simulação computacional para a análise de perfis de aprendizagem organizacional.

Um estudo de simulação computacional para a análise de perfis de aprendizagem organizacional.

Conforme Garvin (1998), a aprendizagem organizacional envolve aspectos técnicos e sociais. Resulta, pela combinação e inter-relação desses sistemas, em aprendizagem a respeito de práticas e crenças sobre o ambiente interno e externo, tanto para os indivíduos como para o sistema que constitui a organização. Em posição similar, Souza (2004) ressalta alguns pressupostos dos estudos sobre aprendizagem organizacional, sendo dois deles especialmente relevantes para o presente trabalho: (i) a aprendizagem organizacional é um fenômeno ao mesmo tempo individual e coletivo; e (ii) a aprendizagem organizacional está intrinsecamente relacionada à cultura das organizações. Assim, ao falar em aprendizagem não se consideram apenas os processos cognitivos e tampouco a aprendizagem técnica, mas incluem-se as questões culturais como normas, procedimentos e práticas adotados pelos indivíduos e pelas organizações.
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Factores psicológicos e afectivos em aprendentes de Língua Segunda: perfis de alunos imigrantes espanhóis e portugueses

Factores psicológicos e afectivos em aprendentes de Língua Segunda: perfis de alunos imigrantes espanhóis e portugueses

Aliás verificou- se que as mulheres são muito mais flexíveis na opção que fazem relativamente à língua que usam para comunicar, mas também são muito mais movidas por um[r]

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Descoloração de corantes azo em reactores anaeróbios termófilos

Descoloração de corantes azo em reactores anaeróbios termófilos

(figuras 4.2 e 4.8). De acordo com a literatura (Ahring e al., 2002), em regime termófilo predominam as metanogénicas hidrogenotróficas, estando as metanogénicas acetoclásticas em maioria em regime mesófilo. O consórcio microbiano, também depende do tipo de substrato fornecido ao sistema. O facto da fonte de carbono solúvel ser no presente estudo glucose e de no RT-DC existir um substrato adicional mais complexo (dreche cervejeira), pode justificar esta diferença de resultados, devido à presença de uma comunidade microbiana diferente. Esta tendência é acompanhada por uma maior taxa de descoloração no RT-DC, confirmando assim, um melhor desempenho deste sistema (figura 4.5). Ambos os sistemas são eficientes na remoção da cor do efluente simulado, sendo o RT-DC o mais adequado (81 ± 1 %) a este processo, para o teor de corante analisado (60mg/L). Observaram-se alterações significativas nos espectros de ultravioleta-visível, em amostras recolhidas na entrada e saída destes (figura 4.6 a e b). Embora não tenham sido efectuados cromatogramas por HPLC-high performance liquid cromatography, a fim de se poderem identificar alguns dos metabolitos presentes nas amostras de saída, resultados obtidos anteriormente apontam para a presença apenas do ácido sulfanílico na saída do reactor RT-DC. O outro metabolito anaeróbio do corante AO7, 1-amino-2-naftol, é eliminado no sistema, ou por biosorção, ou por mineralização deste por parte da população microbiológica presente. Os picos observados na região de UV do espectro (figura 4.6) podem ser atribuídos à presença de vários compostos que absorvem nesta região do espectro, nomeadamente alguns produtos metabólicos residuais. O facto de existir CQO ou COT residual ao longo da altura do reactor (perfis indicados nas figuras 4.11 e 4.12), corrobora a ideia da presença de intermediários na descarga dos reactores.
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Atividade Humana, o digital e os processos de ensino e aprendizagem Ensinar e Aprender na Sociedade da Informação

Atividade Humana, o digital e os processos de ensino e aprendizagem Ensinar e Aprender na Sociedade da Informação

Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa (UFP). Coordenador do Doutoramento em Ciências da Informação, especialidade de Sistemas, Tecnologia e Gestão da Informação, na UFP e Membro da Direção no Norte da APDSI (Associação para a Promoção da Sociedade da Informação) e membro do conselho desta ONG.

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PARCERIAS ESTRATÉGICAS FLEXÍVEIS: CONCEPÇÃO E FUNDAMENTOS DA TEORIA

PARCERIAS ESTRATÉGICAS FLEXÍVEIS: CONCEPÇÃO E FUNDAMENTOS DA TEORIA

O alcance de objetivos definidos numa parceria estratégica flexível, de qualquer dimensão – mundial, continental, regional ou nacional – exige um grau elevado de envolvimento e engajamento de inúmeros atores interessados na solução do problema. A concretização de parcerias estratégicas flexíveis pressupõe a definição de regras claras, racionais e de rígidos padrões éticos e morais, com vista ao estabelecimento da confiança entre as partes, sem as quais não será possível alcançar adequadamente os objetivos desejados. Nesse cenário, torna-se indispensável no debate sobre a evolução da estratégia levar em consideração os conceitos básicos da teoria geral de sistemas, além de uma visão holística (WEILL, 1995) 18 dos aspectos que envolvem o acordo que
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