Solo exposto

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Florística e fitossociologia da vegetação de um campo sujeito à arenização no sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Florística e fitossociologia da vegetação de um campo sujeito à arenização no sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Estes solos são considerados pouco resilientes, ou seja, têm baixa capacidade de resistir ao processo de degradação e/ou de retornar às condições de pré-pertur- bação, tendo em vista que: apresentam baixa capacidade de resposta às práticas de manejo com incremento da fração orgânica e de nutrientes; sua textura arenosa e o baixo grau de agregação agem como fatores impeditivos aos incrementos, ao mesmo tempo que, uma vez expostos, acentuam os processos de degradação (A.P.M. Rovedder, comunicação pessoal). Uma vez iniciado o processo de arenização, devido ao intenso transporte de sedimentos por erosão hídrica e eólica, ocorre soterramento e efeito abrasivo sobre a vegetação que estiver próxima (A.P.M. Rovedder, comunicação pessoal). Os dados pluviométricos indicaram a ocorrência de períodos de intensa redução na quantidade de chuvas, seguidos por meses chuvosos, com grande quantidade de chuvas, por vezes concentrada num único dia (p. ex., em 31/março/2005, a precipitação foi de 108 mm), o que caracteriza chuvas torrenciais. Ao longo do período de estudo, houve meses com picos de precipitação elevada, seguidos de redução na quantidade de chuvas (Fig. 2). Este comportamento pluviométrico normalmente aumenta a probabilidade de efeitos erosivos, conforme foi observado durante no mês de janeiro/2005, período de reduzida precipitação, quando o pisoteio do gado sobre a vegetação e o solo secos provocava a remoção de ambos. As chuvas torrenciais posteriores a esse período provocaram a movimentação do solo e da cobertura vegetal, causando o aumento significativo das manchas de areia, como observado pela maior cobertura de solo exposto no levantamento de maio. As chuvas torrenciais
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Ecologia da paisagem: mapeamento da vegetação da Reserva Biológica da Serra do Japi, Jundiaí, SP, Brasil.

Ecologia da paisagem: mapeamento da vegetação da Reserva Biológica da Serra do Japi, Jundiaí, SP, Brasil.

RESUMO – (Ecologia da paisagem: mapeamento da vegetação da Reserva Biológica da Serra do Japi, Jundiaí, SP, Brasil). Foi realizado o mapeamento da vegetação da Reserva Biológica (REBIO) Municipal da Serra do Japi, Jundiaí, SP, por meio de fotointerpretação analógica, em escala 1:30.000. O mapa foi digitalizado e transferido para computador pelo sistema de informação geográfica (Idrisi) e posteriormente para o programa Corel Draw. Foram identificadas, mapeadas e descritas oito unidades de paisagem (UP) sendo três antrópicas (solo exposto, campo antrópico e reflorestamento homogêneo) e cinco naturais (floresta estacional semidecidual montana dossel uniforme - microfanerófitos; floresta estacional semidecidual montana dossel uniforme - mesofanerófitos; floresta estacional semidecidual montana dossel emergente; floresta estacional semidecidual aluvial dossel emergente e refúgio montano arbustivo). As unidades naturais somaram 98,46% do total dos 2.071,20 ha da área, indicando que a Reserva vem cumprindo seu papel na preservação do ecossistema em questão. No entanto, como algumas unidades não tem expressiva representatividade na área, e como existe grande extensão de floresta no entorno da Reserva, sugere-se a ampliação e a transformação da mesma em uma unidade que contemple inclusive a visitação pública como forma de auxiliar no processo de conservação. Sugere-se que a área seja transformada em parque estadual, cujo nome poderia ser Parque Estadual da Serra do Japi.
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Prognose do uso da terra em ambientes sujeitos à desertificação utilizando Cadeias de Markov e Autômatos Celulares

Prognose do uso da terra em ambientes sujeitos à desertificação utilizando Cadeias de Markov e Autômatos Celulares

No que se refere ao resultado da predição do CA_Markov, deve-se analisá-lo separadamente. Em relação ao desempenho da Cadeia de Markov neste modelo, relacionado com a questão da suscetibilidade à desertificação, ou seja, enfocando a classe Solo exposto, pôde-se observar que esta classe esteve bem próxima em área da classificação de 2005, 51 e 59 km 2 , nesta ordem. Mesmo ocorrendo uma redução desta classe, pode-se considerar então que a Cadeia de Markov conseguiu predizer de maneira satisfatória as áreas que têm maior suscetibilidade à desertificação. No entanto, quando avaliado o desempenho dos Autômatos Celulares, principalmente relacionado com a classe Solo exposto, pôde-se perceber um baixo desempenho, uma vez que, quando comparado com a classificação de 2005, o resultado dos Autômatos indicou apenas 30 % de coincidência entre as áreas que de fato são Solo exposto em 2005. Do ponto de vista da desertificação, pode-se afirmar que a situação apontada pelos Autômatos Celulares tem gravidade maior do que quando comparada ao que foi revelado pela classificação. Observou-se que na predição (Figura 12) as classes de Solo exposto, apesar de terem uma leve redução em sua distribuição na área de estudo, tornaram-se maiores. Já no caso da imagem classificada (Figura 11) o Solo exposto estava distribuído de maneira esparsa na bacia hidrográfica do rio Vieira e em diversas áreas menores. No sentido de promover a recuperação de uma área desertificada, entende-se que combater uma área maior, ou seja, que possua um núcleo mais intenso de degradação, seja de maior dificuldade, tanto do ponto de vista físico e biológico quanto econômico.
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DINÂMICA DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA ÁREA DE DRENAGEM DO RESERVATÓRIO DE ABASTECIMENTO DO SISTEMA JURAMENTO/MG

DINÂMICA DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA ÁREA DE DRENAGEM DO RESERVATÓRIO DE ABASTECIMENTO DO SISTEMA JURAMENTO/MG

Para fins de classificação e avaliação da dinâmica de uso e ocupação do solo nesse estudo, a cobertura vegetal na área de drenagem foi dividida em: Pastagem, Solo Exposto, Água, Mata Ciliar, Cerrado Stricto Senso e Campo Cerrado, Cerrado Denso e Eucalipto, uma vez que foram esses os usos identificados na área de estudo pela pesquisa de campo e pela imagem de satélite. Nessa área estão presentes, conforme classificação do SIAM de Minas Gerais, dois biomas distintos, são eles: Cerrado e Caatinga. O bioma Cerrado, segundo a EMBRAPA (2014) apresenta formações vegetais variando desde campos abertos até formações densas de florestas, que podem atingir 30 m de altura.
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GEOTECNOLOGIAS NO DIAGNÓSTICO DE CONFLITOS DE USO DO SOLO DE UMA MICROBACIA DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT.

GEOTECNOLOGIAS NO DIAGNÓSTICO DE CONFLITOS DE USO DO SOLO DE UMA MICROBACIA DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT.

Foram criadas cinco classes sendo elas: Floresta, Pastagem, Água, Solo Exposto e Ocupação Urbana. Para cada uma destas classes foram coletadas aleatoriamente Pontos de Controle (PCs) do tipo ROI (Region of Interest ) que serviram como base no processo de classificação. A resultante do processo de classificação é uma imagem em escala de cinza, na qual é possível definir o arquivo de saída (output) em diversos formatos, optou-se por manter o formato original da imagem em raster de extensão (.tiff).

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Monitoramento da cobertura do solo no entorno de hidrelétricas utilizando o classificador...

Monitoramento da cobertura do solo no entorno de hidrelétricas utilizando o classificador...

26 entre os Estado de Alagoas e Sergipe. Os autores citam Sachs (1993), que definiu a desertificação como sendo “a degradação da terra nas zonas áridas, semi-áridas e sub-úmidas secas, resultante de vários fatores, incluindo as variações climáticas e as atividades humanas.” Assim o classificador MAXVER foi utilizado na distinção de seis classes: Área urbana, Corpos d’Água, Caatinga Arbórea, Caatinga Arbustiva, Pasto/cultivo e Solo exposto. Ao avaliar as imagens LANDSAT dos anos 1989, 1995 e 2003, Freire e Pacheco (2005) definiram as áreas como “Em processo de desertificação” aquelas áreas que sempre permaneceram como “Solo exposto” e como “Áreas degradadas” as áreas que eram cobertas por alguma forma de vegetação e passaram por perda de biomassa. A validação das classificações foi feita através de expedições de campo. Assim, “Numa visão geral, o estudo concluiu que no período observado, 1989 a 2003, a Região de Xingó sofreu uma contínua, sistemática e devastadora degradação ambiental”, pois fora verificado na região um aumento de 91,3% de solo exposto. Nesse sentido, acerca do processo de desertificação, o Freire e Pacheco (2005) completaram que em sua área de estudo:
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Influência do uso e ocupação do solo na temperatura da superfície: o estudo de caso de João Pessoa - PB.

Influência do uso e ocupação do solo na temperatura da superfície: o estudo de caso de João Pessoa - PB.

A Figura 6b mostra aumento da temperatura nas porções sudoeste e sudeste da cidade em relação ao período 20062010. Isso pode ser explicado devido ao fato de essas áreas possuírem grande presença de solo exposto e crescimento da malha urbana. Entretanto, observou-se que a temperatura variou negativamente em grande parte da cena nesse período, mostrando uma diminuição da temperatura até mesmo em áreas mais urbanizadas da cidade, como nas porções oeste, leste e norte da cidade. Deve-se ressaltar que as imagens isoladas não têm como explicar a totalidade das alterações de temperatura na superfície em decorrência das constantes mudanças no uso do solo e por serem estáticas. As imagens captam a resposta espectral no momento da tomada, mas têm como finalidade melhorar o conhecimento sobre a variabilidade espacial da temperatura nos diversos usos do solo. A Figura 6c indica que no período de 19912010 houve aumento da temperatura, sobretudo nas porções oeste, leste e sul, em função do aumento da área urbanizada e, consequentemente, de materiais como asfalto e concreto, onde antes havia a presença de vegetação. A presença desses materiais interfere diretamente no balanço de energia em zonas urbanas. Analisando a Figura 6c percebeu-se que a variação da temperatura foi de 35 ºC (8,82 e -27,62ºC) e que esta cena apresenta temperaturas mais elevadas em relação às outras análises. Os maiores valores de temperatura ocorrem principalmente sobre as áreas adensadas e as que se expandiram continuamente no decorrer dos anos, como na porção sul da cidade, onde estão os bairros de Mangabeira e Valentina.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO GEOGRAFIA E GESTÃO DO TERRITÓRIO

A parcela com solo exposto apresentou alguns processos que ocorrem em uma superfície sem cobertura vegetal (ou outra proteção), com encrostamento da superfície, rede de ravinas, pedestais, elevada taxa de transporte de sedimentos, potencial matricial próximo à saturação, baixa umidade superficial no período com pequena precipitação. Essas informações confirmaram a importância da vegetação para o solo, ou a utilização de outras formas de conservação que visem a sua proteção. Dessa forma, os objetivos da pesquisa foram alcançados a partir dos procedimentos metodológicos adotados.
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DINÂMICA DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NO LITORAL DE MACAU-RN NO PERÍODO DE 1978 À 2008

DINÂMICA DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NO LITORAL DE MACAU-RN NO PERÍODO DE 1978 À 2008

A tecnologia na área do geoprocessamento disponibiliza ferramentas de grande utilidade para embasar os estudos das organizações espaciais, permitindo pesquisas mais acuradas a respeito da estrutura e dinâmica dos sistemas inclusos no campo de ação em estudo. Para a realização do presente trabalho, foram interpretadas imagens de satélite Landsat 5 sensor ETM e mosaicos de fotos aéreas, que foram inseridas em um SIG para que fosse possível a sua comparação no tempo e no espaço. A partir de observações de campo foram definidas as classes de maior relevância para o nosso estudo (salinas, carcinicultura, bases petrolíferas, áreas de inundação, solo exposto, águas continentais, caatinga, dunas fixas, dunas móveis e manguezal), que posteriormente foram transformadas em mapas de uso do solo.
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Atributos físico-químicos de um Latossolo do Cerrado brasileiro e sua relação com características dendrométricas do eucalipto

Atributos físico-químicos de um Latossolo do Cerrado brasileiro e sua relação com características dendrométricas do eucalipto

Tendo em vista o maior interesse agronômico na característica principal da planta (VOL), o destaque ficou por conta dos pares VOL vs pH1 e VOL vs MO2 (Quadro 2), referente às equações (6) e (7) (Quadro 3). Houve variação inversamente proporcional entre causa e efeito, ou seja, com o aumento tanto do pH quanto da matéria orgânica, o VOL foi reduzido, ao contrário do esperado. No caso do pH, esse fato sugere que essa espécie de eucalipto, como algumas outras, é bastante tolerante à acidez do solo (Vale et al., 1996), visto que os efeitos do baixo pH (Raij, 1991) não resultaram em limitações, do mesmo modo que o observado por Billet et al. (1988) e Jaiyeoba (1995). Já no caso da MO, a literatura, de forma geral, tem indicado correlação positiva entre MO e crescimento do eucalipto (Grespan, 1997). Do mesmo modo que no presente trabalho, Jonas (2003) identificou significativa correlação negativa (r = -0,310) entre MO e o índice de sítio do eucalipto. No entanto, nada foi relatado ou discutido sobre as possíveis causas dessa interação inesperada. Pode-se inferir no presente trabalho que a correlação observada (aumento do VOL com a redução dos valores de pH e MO) não pôde ser explicada por informações da literatura nem por meio dos demais atributos estudados. Provavelmente, para as condições ambientais do local do experimento, houve alguma influência de outros fatores físicos, químicos e, ou, biológicos não medidos. Há de se destacar os pares PAP vs RP1, PAP vs MO2, PAP vs pH1, uma vez que foram estatisticamente significativos (Quadro 3). Quanto maiores os valores de RP1, MO e pH1, tanto menor será o PAP.
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Atributos do solo e componentes produtivos da soja: Uma abordagem linear, multivariada e geoestatística

Atributos do solo e componentes produtivos da soja: Uma abordagem linear, multivariada e geoestatística

extensão – Setor de Produção Vegetal, da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (FEIS/UNESP), no ano agrícola 2013/14, localizada no município de Selvíria (MS), na latitude 20°22’S e na longitude 51°22’W. A precipitação média anual é de 1.300 mm, enquanto que a temperatura média é de 23,7 °C. O tipo climático é Aw, segundo Köeppen, caracterizado como tropical úmido com estação chuvosa no verão e seca no inverno. O solo no qual a malha experimental foi instalada é um Latossolo Vermelho Distroférrico típico argiloso, A moderado, hipodistrófico, álico, caulinítico, férrico, muito profundo, moderadamente ácido (Typic Acrustox), com declive homogêneo de 0,025 m m -1 (EMBRAPA, 2013). Na Figura 1, estão indicadas as precipitações pluviais
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Atributos físicos de um Latossolo Vermelho correlacionados linear e espacialmente com a consorciação de guandu com milheto

Atributos físicos de um Latossolo Vermelho correlacionados linear e espacialmente com a consorciação de guandu com milheto

m) por ponto, com locação do ponto da malha centrali- zado entre quatro linhas de cultivo, sendo este método baseado na menor distância entre dois pontos (1,67 m). Todas as plantas da área útil de cada ponto amostral (PA) foram retiradas, por meio de corte com cutelo, a aproximadamente de 5 a 7 cm do nível do solo, efetuan- do-se a pesagem para conhecimento da massa de maté- ria úmida total (MU). Posteriormente, para obtenção dos valores da massa de matéria seca da forragem (MSF), utilizou-se um fator de correção (FC), o qual representou a relação massa de matéria seca/verde para cada ponto amostral, sendo obtido da seguinte forma: foram trituradas 5 plantas de guandu e 5 plantas de milheto, escolhidas aleatoriamente, dentre todas as plan- tas coletadas na área útil do ponto amostral. A seguir, retirou-se uma pequena amostra, a qual foi pesada ime- diatamente (massa de matéria verde). Posteriormente, o material foi acondicionado em sacos de papel e levado para estufa com circulação forçada de ar, à temperatura de 65ºC, por 72 horas, até atingir massa constante, sen- do pesado novamente (massa de matéria seca). Portan- to, a expressão para o cálculo do atributo trabalhado
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Correlação linear e espacial entre a produtividade do feijoeiro e atributos físicos de um LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico de Selvíria, Estado de Mato Grosso do Sul

Correlação linear e espacial entre a produtividade do feijoeiro e atributos físicos de um LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico de Selvíria, Estado de Mato Grosso do Sul

A cultura trabalhada foi o feijão, cultivar IAC Carioca Eté. Sua semeadura foi efetuada no primeiro decêndio de agosto de 2006, no sistema plantio direto, em uma área terraceada e sob pivô central, cultivada, desde 1997, com a sucessão milho feijão. Seguiram se as instruções agrícolas para as principais culturas do Estado de São Paulo (FAHL et al., 1998), tomando se por base a análise química inicial da fertilidade do solo para fins de rotina, que relacionou o seguinte: a) pH em CaCl 2 = 5,0; b) matéria orgânica = 26,5 g dm 3 ; c)

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Estoque e disponibilidade de nitrogênio no solo em experimento de longa duração.

Estoque e disponibilidade de nitrogênio no solo em experimento de longa duração.

As leguminosas destacam-se como plantas de co- bertura ou adubos verdes pela redução da erosão do solo, conservação da água no solo e reciclagem de nu- trientes. Porém, o grande benefício do cultivo de leguminosas no aumento do rendimento das culturas tem sido atribuído ao aumento da disponibilidade de N às culturas cultivadas em sucessão (Fugita et al., 1992; Da Ros & Aita, 1996; Rao & Mathuva, 2000; Aita et al., 2001), permitindo a redução dos custos com fertilizantes nitrogenados minerais (Bohlool et al., 1992) e dos impactos ambientais gerados pela pro- dução industrial desses fertilizantes, o que envolve alto consumo de combustíveis fósseis, com significati- va emissão de gases para a atmosfera (Amado et al., 2001; Zanatta et al., 2007). A utilização de leguminosas em sistemas de culturas associada ao sistema plantio direto também contribui para o au- mento dos estoques de N total do solo (Poudel et al., 2001; Diekow et al., 2005) como resultado da maior entrada de N no solo pela fixação biológica realizada pelas leguminosas somada à menor taxa de mineralização do N orgânico em sistema plantio dire-
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Correlação linear e espacial entre a produtividade do feijoeiro e atributos físicos de um LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico de Selvíria, Estado de Mato Grosso do Sul.

Correlação linear e espacial entre a produtividade do feijoeiro e atributos físicos de um LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico de Selvíria, Estado de Mato Grosso do Sul.

A análise geoestatística evidenciou que PG, DS1, DS3, DS4, UG2, UG3, UG4, UV1, UV2, UV3, UV4, RP1 e RP4 apresentaram dependência espacial, ao passo que DS2, UG1, RP2 e RP3 apresentaram efeito pepita puro (Tabela 3). Assim, os valores da produtividade de grãos e os atributos do solo indicaram que a distribuição no espaço não foi aleatória, uma vez que suas classes de dependência espacial variaram de 23,3% (baixa para a DS3) a 99,6% (alta para a UG3). Foi constatado que 60,5% da variação total da produtividade de grãos foram explicados pela dependência espacial. Por outro lado, o efeito do erro atribuído ao acaso, referente ao efeito pepita, foi de 39,5%, concordando com os resultados obtidos por Gonçalves et al. (1998), Santos et al. (2005), Carvalho et al. (2006) e Kitamura et al. (2007), nos quais variou entre 20,0 e 44,1%. Os dois melhores semivariogramas ajustados foram para os atributos DS1 e PG, cujos coeficientes de determinação espacial (r 2 ) foram,
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Compactação de um solo de uso florestal submetido ao tráfego de arraste de madeira.

Compactação de um solo de uso florestal submetido ao tráfego de arraste de madeira.

RESUMO – Este trabalho teve como principal objetivo a avaliação dos níveis de compactação de um Latossolo Vermelho-Amarelo, de uso florestal, submetido ao tráfego comparativo entre duas versões de máquina de arraste de madeira, sobre pneus e esteiras, tendo em vista a escassez de informações sobre o tema e, ainda, considerando que o tráfego de máquinas habitualmente resulta em impactos no ecossistema, influenciando a qualidade dos recursos hídricos, a compactação do solo e a produtividade da floresta. As propriedades físicas do solo avaliadas foram: densidade, porosidade total e resistência mecânica do solo à penetração. O delineamento experimental empregado foi um esquema fatorial 2 x 3 x 3, ou seja, duas versões de máquina empregadas em três condições de operação, discutidas em relação à testemunha sem tráfego e em três profundidades, tendo quatro repetições. Foi também aplicado o teste de interações para avaliar o efeito das duas versões do trator arrastador em relação ao número de percursos das máquinas. As médias foram comparadas pelo teste de Dunnet a 5% de significância. A análise dos resultados obtidos apontou que, na faixa de profundidade entre 0 e 15 cm, o trator arrastador sobre pneus, trafegando com carregamento de madeira em um ou dois percursos, provocou efeitos na compactação do solo. Nas mesmas condições, o tráfego do trator arrastador sobre esteiras, em dois percursos, produziu efeito análogo. Nas profundidades entre 15 e 50 cm, somente dois percursos sobre pneus produziram alteração na compactação do solo.
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Modelagem da perda de solo por erosão hídrica em Planossolo Háplico / Modeling of soil loss by water erosion in Haplic Planosol

Modelagem da perda de solo por erosão hídrica em Planossolo Háplico / Modeling of soil loss by water erosion in Haplic Planosol

A partir da obtenção dos parâmetros foram determinadas as perdas de solo para os quatro períodos (Figura 2) através da USLE. A perda de solo no P1 (1996-2016) foi de 4,72 Mg ha -1 ano -1 (Figura 2). Esse período apresentou uma perda de solo 21,34% maior do que o P4, que foi de 3,89 Mg ha -1 ano -1 . Isso está relacionado à distribuição espaço-temporal dos eventos de chuva analisados nos dois períodos, tendo em vista que o P1 (1996-2015) possui uma maior série de dados pluviométricos que o P4 (2011-2015), totalizando 20 e 5 anos de dados de chuva, respectivamente. Além disso, no P4 as chuvas foram todas inferiores à média histórica, o que contribuir para uma menor tendência a perda de solo.
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ASPECTOS
FSICOS E QUMICOS DE ESPCIES ARBREAS NATIVAS E AGRCOLAS COM USO DE
LODO DE ESGOTO DOMSTICO

ASPECTOS FSICOS E QUMICOS DE ESPCIES ARBREAS NATIVAS E AGRCOLAS COM USO DE LODO DE ESGOTO DOMSTICO

A quantidade de lodo produzida tem aumentado consideravelmente devido à construção de novas estações de tratamento, esse aumento dos números, vem levando as autoridades a se preocuparem com as alternativas possíveis de disposição. O presente trabalho avaliou a situação física e química de hortaliças e plantas nativas, com aplicação de lodo do esgoto doméstico. A metodologia utilizada para as análises físicas e químicas foram de acordo com manual da EMBRAPA, 1997/2017. O nitrogênio e ferro se apresentaram como melhores indicadores na recuperação do solo. O uso de lodo de esgoto proporcionou maior rendimento de matéria orgânica e promoveu maior crescimento das plantas tanto nativa e agrícola. Notou-se que as hortaliças cultivadas em solo com adição de lodo e cal tiveram um maior crescimento tanto na altura, quanto em sua parte foliar, já as hortaliças, que foram plantadas no solo com lodo, o desenvolvimento foi mediano com exceção do feijão, que teve problemas de ferrugem em sua parte foliar e não se desenvolveu. As plantas desenvolvidas somente com solo puro, não houve um crescimento expressivo. Para o plantio com plantas nativas, o crescimento foi o mesmo para os três tipos de solo apresentado.
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Compressão do Solo e Profundidade de Semeadura na Emergência e no Crescimento Inicial da Cultura do Milho (Zea Mays L.)Renato de Mello PRADO, Osvaldo COAN, Maria Luiza Perez VILLAR

Compressão do Solo e Profundidade de Semeadura na Emergência e no Crescimento Inicial da Cultura do Milho (Zea Mays L.)Renato de Mello PRADO, Osvaldo COAN, Maria Luiza Perez VILLAR

Inicialmente realizou-se a sulcação mecânica com auxílio dos carrinhos nos respectivos níveis de profundidade e em seguida foi realizada a semeadura da cultura do milho manualmente em 19/04/99, com auxílio de tábuas com orifício de 1cm de diâmetro, equidistantes de 10 cm, com duas sementes por cova, totalizando 15 covas por linha, em seguida foram cobertas as sementes manualmente, nivelando o solo. Em seguida realizou-se a irrigação por aspersão, através de um tubo afixado no carrinho, atingindo a umidade média de 18,36% na profundidade de 0-30 cm. A compactação foi realizada com a roda metálica cilíndrica, com 40 cm de diâmetro e 10 cm de largura, vinculada ao carrinho por meio de um suporte com eixo vertical deslizante, deslocando-se a 0,37 m/s, com as respectivas cargas dos tratamentos, colocadas sobre eixo da roda.
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