Sorgo - Adaptabilidade

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SELEÇÃO PARA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS, ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE SORGO GRANÍFERO

SELEÇÃO PARA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS, ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE SORGO GRANÍFERO

estabilidade dos genótipos é imprescindível nos programas de melhoramento de plantas. O objetivo deste trabalho foi selecionar genótipos de sorgo granífero com adaptabilidade e estabilidade produtiva a diversas regiões brasileiras e ve- rificar a associação entre os métodos de Lin & Binns (1988), Wricke (1965), Annicchiarico (1992) e Zobel et al. (1988). Os experimentos foram conduzidos em oito ambientes produtores dessa cultura, sob delineamento de blocos ao acaso com três repetições. Foram avaliados 25 genótipos, sendo 23 pertencentes ao programa de melhoramento da Embrapa Milho e Sorgo e dois híbridos comerciais. Os dados de produtividade de grãos foram submetidos à análise conjunta e, após verificar interação genótipos x ambientes significativa, foram realizadas análises de adaptabilidade e estabilidade utilizando os métodos Lin & Binns (1988), Wricke (1965), Annicchiarico (1992) e Zobel et al. (1988). Os métodos de Annicchiarico (1992) e Lin & Binns (1988) foram concordantes entre si. A associação relativamente fraca do método AMMI com Wricke (1965) e Annicchiarico (1992) permite o uso combinado desses métodos em estudos de estabilida- de e adaptabilidade. Os híbridos 1170036, 1167048 e 1170064 se destacaram por possuírem desempenho superior, alta adaptabilidade e estabilidade e podem ser alternativas para futura recomendação para cultivo.
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ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE SORGO FORRAGEIRO SEMEADOS EM DIFERENTES ÉPOCAS DO ANO

ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE SORGO FORRAGEIRO SEMEADOS EM DIFERENTES ÉPOCAS DO ANO

O método de análise de estabilidade e adaptabilidade de Lin & Binns (1988) foi adota- do, utilizando-se a estatística P i , denominada de MAEC (Medida de Adaptabilidade e Estabilida- de de Comportamento). Para que a recomenda- ção de cultivares de sorgo atenda ao conceito de grupos de ambientes favoráveis e desfavoráveis, que refletem ambientes onde há condições ade- quadas e inadequadas ao desenvolvimento das plantas de sorgo, respectivamente, faz-se neces- sária a decomposição do estimador (P i ) nas par- tes devido a ambientes favoráveis e desfavorá- veis. Neste estudo, foi empregada a metodologia dos trapézios quadráticos ponderados pelo coe- ficiente de variação, proposta por Carneiro (1998), sendo que os meses com maior precisão experimental tiveram maior peso na estimativa da estatística MAEC. Assim, a classificação dos cultivares de sorgo foi feita com base nas esti- mativas dos valores de P i ’s. As análises estatísti- cas foram realizadas empregando-se os recursos computacionais do Programa Genes (Cruz, 2001). Quando se observa o rendimento de ma- téria verde dos cultivares de sorgo nas oito épo- cas de semeadura, verifica-se comportamento diferenciado dos materiais testados em função da resposta ao fotoperíodo e à temperatura, propor- cionando variação no rendimento de forragem. Sendo o sorgo uma cultura que apresenta sensi- bilidade ao fotoperíodo (Karande et al., 1996; Alagarswamy et al., 1998; Craufurd & Qi, 2001), fotoperíodos indutivos ao florescimento
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Adaptabilidade e estabilidade em cultivares de sorgo.

Adaptabilidade e estabilidade em cultivares de sorgo.

RESUMO - As informações sobre o comportamento de cultivares obtidas em apenas um local e ano podem não ser suficientes para recomendar uma cultivar, em função da ocorrência de interação genótipo x ambiente. Assim, a indicação de cultivares com base na análise de estabilidade e repetibilidade é mais consistente, pois possibilita prever o comportamento delas em diversos ambientes. Este trabalho estudou a adaptabilidade e estabilidade da produção de matéria seca de sete cultivares de sorgo destinadas à produção de silagem. Foram considerados dados de dois locais (Lavras e Coronel Pacheco, Minas Gerais) obtidos em dois anos agrícolas consecutivos (1997/8 e 1998/9), utilizando-se o delineamento de blocos casualizados com três repetições. A cultivar AG 2002 foi recomendada por apresentar maior rendimento, boa previsibilidade de seu desempenho e maior proximidade do padrão ideal, sendo considerada de máxima produção em qualquer ambiente. Também a cultivar Volumax pode ser recomendada por apresentar bom desempenho, desde que cultivada em ambientes mais favoráveis.
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Adaptabilidade e estabilidade de genótipos de sorgo granífero em diferentes ambientes do estado do Ceará.

Adaptabilidade e estabilidade de genótipos de sorgo granífero em diferentes ambientes do estado do Ceará.

Os genótipos avaliados constam nos ensaios nacionais de sorgo granífero coordenadas pela Embrapa Milho e Sorgo que foram conduzidos em sete ambientes do estado do Ceará, municípios de Pentecoste (2002), Pacatuba (2002), Pentecoste (2003), Quixadá (2003), Morada Nova (2004), Pentecoste (2004) e Quixadá (2004), com vistas à adaptabilidade e estabilidade da produção de grãos. Aonde apenas os genótipos reincidentes em todos os anos foram utilizados neste trabalho.

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INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ESTANDE NA ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE SORGO BIOMASSA

INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ESTANDE NA ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE SORGO BIOMASSA

a superioridade não genética entre os materiais testados. Objetivou-se, com o presente trabalho, verificar a influência dos métodos de correção de estande na recomendação de cultivares de sorgo biomassa pelo método de adaptabilidade e estabilidade de Annicchiarico. Foram avaliadas 25 cultivares no delineamento de blocos ao acaso, com três repetições, em cinco ambientes. Os métodos utilizados para correção do estande foram regra de três, Zuber, covariância para estande médio, covariância para estande ideal, Cruz, Vencovsky & Cruz e correção estratificada. Os dados sem correção foram utilizados como referência. Apesar de ocorrer mudanças nos rankings de classificação da adaptabilidade e da estabilidade, os genótipos indicados foram os mesmos para a maioria dos métodos de correção do estande. A correção por covariância para estande ideal foi considerada a mais eficiente, por promover redução no coeficiente de variação e na relação entre o maior e o menor quadrados médios do resíduo dos ambientes avaliados. Ao todo, dez híbridos desenvolvidos pelo programa de melhoramento da Embrapa Milho e Sorgo foram considerados adaptados e estáveis pelo método de Annicchiarico e superaram as cultivares comerciais avaliadas.
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Adaptabilidade e estabilidade de cultivares de sorgo sacarino

Adaptabilidade e estabilidade de cultivares de sorgo sacarino

A África Oriental é o centro de origem do sorgo (Sorghum bicolor L. Moench), muito embora tenha sido constatada grande variabilidade de sorgos cultivados e selvagens também no Noroeste da África. Prevalece, no entanto, a tese de que o sorgo teve origem na Abissinia, nome antigo da atual Etiópia, centro de dispersão de muitas outras espécies de interesse econômico, como o milheto (Pennisetum glaucum), mamona (Ricinus communis) e café (Coffea arábica e Coffea robusta) (DOGGETT, H.1970).Diferentes autores divergem sobre o exato momento em que ocorreu a domesticação do sorgo pelo homem (WET, at al., 1967). Evidencias arqueológicas indicam que o início do cultivo do sorgo se deu na pré-história, 5 a 7 mil anos atrás (WALL, at al., 1970). Outros registros sugerem que a prática de domesticação de cereais começou no Egito ao redor do ano 3000 A.C. (DOGGETT, H. 1965).Na América, as primeiras introduções ocorreram no Caribe trazido pelos escravos africanos e alcançou os EUA por volta da metade do século XIX. O sorgo chegou ao Brasil provavelmente da mesma forma como nas Américas Central e do Norte, e o Nordeste pode ter sido uma das portas de entrada. Nomes comuns atribuídos ao sorgo pelos sertanejos como "Milho d' Angola" e "Milho da Guiné" sugerem que as primeiras cultivares foram introduzidas pelos africanos, porém só teve cultivos em grande escala a partir de 1950. É um cereal com elevada importância no mundo, sendo um produto agrícola de grande importância no Brasil, pelo seu potencial de produção de grão, vassoura, forragem e álcool, e de sua adaptabilidade às condições edafoclimáticas, além de ser uma cultura mecanizável da semeadura à colheita (RIBAS, 2003).
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ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE LINHAGENS DE SORGO EM AMBIENTES COM E SEM RESTRIÇÃO HÍDRICA

ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE LINHAGENS DE SORGO EM AMBIENTES COM E SEM RESTRIÇÃO HÍDRICA

Ao comparar as linhagens mais estáveis pelo método AMMI com as linhagens com adaptabilidade geral pelos métodos de Lin & Binns e Annicchiarico, apenas as linhagens 2 (9503086), 3 (9929020), 12 (CMSXS 230B), 13 (N 95B) e 23 (Tx 2908) foram selecionadas por todos os métodos. As linhagens 4 (9929034) e 11 (BR 008B) foram estáveis pelos mé- todos univariados, e de estabilidade intermediária pelo método multivariado. Por outro lado a linhagem 1 (9409132) apresentou alta estabilidade pelo método AMMI e mostrou-se não estável pelos métodos univa- riados. Os métodos de Lin & Binns e Annicchiarico TABELA 4. Análise de variância conjunta para produtividade (t ha -1 ) com desdobramento da interação genó- tipos x ambientes (GxA) pelo método AMMI, com respectivas proporções da soma de quadrados da interação GxA acumulada nos três primeiros componentes da análise AMMI, de vinte e cinco linhagens de sorgo em ambientes com e sem restrição hídrica. Sete Lagoas, 2014.
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Adaptabilidade e estabilidade de linhagens avançadas de sorgo forrageiro no estado de Sergipe.

Adaptabilidade e estabilidade de linhagens avançadas de sorgo forrageiro no estado de Sergipe.

Foram avaliadas vinte linhagens avançadas de sorgo forrageiro em seis ambien- tes do Estado de Sergipe, no período entre 2001 a 2005, em blocos ao acaso com três repetições, visando conhecer a adaptabilidade e a estabilidade desses materiais para fins de exploração comercial. As linhagens mostraram comporta- mento diferenciado entre si, na média dos ambientes, para os caracteres pesos de matéria verde e seca e porcentagem de matéria seca. As linhagens avaliadas diferiram quanto à adaptabilidade e à estabilidade, no tocante às características: rendimentos de matéria verde e matéria seca. São de grande importância para a região as linhagens avançadas de melhor adaptação (b 0 > média geral) e com estimativas de b 1 semelhantes à unidade (adaptabilidade ampla).
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Adaptabilidade e estabilidade de produtividade em progênies de soja

Adaptabilidade e estabilidade de produtividade em progênies de soja

PACHECO C.A.P., OLIVEIRA A.C., GAMA E. E. G., SANTOS M. X., PARENTONI S. N., MEIRELLES, W.F., GUIMARÃES P. E. O. e RIBEIRO, P.H.E. Influência do índice ambiental na estimação de parâmetros de adaptabilidade de estabilidade de Eberhart e Russel. In: XXIV Congresso Nacional de Milho e Sorgo, 2002, Florianópolis, SC. PELUZIO, J. M.; AFFÉRRI, F. S.; MONTEIRO, F. J. F.; MELO, A. V.;

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Associação entre métodos de adaptabilidade e estabilidade em milho.

Associação entre métodos de adaptabilidade e estabilidade em milho.

Neste trabalho, foram usados dados de produtividade de grãos oriundos de 65 ensaios de competição de cultivares de milho, realizados no Estado do Rio Grande do Sul, nos anos agrícolas 2002/2003, 2003/2004 e 2004/2005, com o objetivo de comparar os métodos de análise de adaptabilidade e estabilidade de: Yates & Cochran, Plaisted & Peterson, Wricke, Annicchiarico, Finlay & Wilkinson, Eberhart & Russell, Tai, Toler, Silva & Barreto, Cruz et al., Huehn, Lin & Binns modificado por Carneiro e a análise AMMI. Para verificar o grau de associação entre as estimativas dos parâmetros de adaptabilidade e estabilidade, obtidas pelos diferentes métodos, foi utilizado o coeficiente de correlação de Spearman. Há concordância na indicação de cultivares de milho pelos métodos de Plaisted & Peterson e Wricke, de Annicchiarico e Lin & Binns modificado por Carneiro, de Eberhart & Russell e Tai e de Toler e Silva & Barreto, o que contra-indica seu uso concomitante. Em menor grau de associação, a análise AMMI concorda com as estimativas dos parâmetros de estabilidade de Plaisted & Peterson, Wricke, Eberhart & Russell, Tai, Silva & Barreto e Cruz et al.
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A adaptabilidade de carreira em candidatos ao ensino superior

A adaptabilidade de carreira em candidatos ao ensino superior

Através dos resultados obtidos é possível comprovar que indivíduos “maiores de 23” evidenciam claramente não ter controlo sobre o seu futuro, no entanto demonstram ter confiança. Devido aos resultados inconclusivos face às dimensões de preocupação e curiosidade, seria necessário um estudo aprofundado para se conseguirem obter resultados mais concretos. No entanto, este estudo pode contribuir para o tema da adaptabilidade da carreira pois existe um grande número de investigações que analisam variáveis relacionadas com esta, tendo como foco alunos do ensino secundário, profissional (Silva & Gamboa, 2014) e superior (Gamboa, Paixão & Palma, 2014; Yousefi, Abedi, Baghban, Eatemadi & Abedi, 2011), não havendo, no entanto muita literatura sobre estudos da adaptabilidade da carreira com indivíduos “maiores de 23” no início do seu percurso no ensino superior.
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Associação entre métodos de adaptabilidade e de estabilidade em feijão

Associação entre métodos de adaptabilidade e de estabilidade em feijão

Um dos principais objetivos do melhoramento de plantas é a identificação de cultivares com alta produtividade de grãos, adaptabilidade e estabilidade. Nesse sentido, seria aconselhável que a seleção de cultivares mais adaptadas e estáveis fosse feita entre aquelas que apresentaram alta produtividade de grãos. Observou- se que os métodos de Lin e Binns (1988) modificado e de Annicchiarico (1992) apresentaram essa propriedade, pois mostraram-se altamente correlacionados com as médias de produtividade de grãos (Tabela 7). No processo de seleção, esta característica foi confirmada, sendo que as cultivares indicadas destacaram-se entre as mais produtivas (Minuano, TPS Nobre e Guapo Brilhante) (Tabela 6 e Figura 6). Em virtude da média de produtividade de grãos ter sido considerada como um parâmetro para a indicação de cultivares nos métodos de Eberhart e Russell (1966), de Cruz et al. (1989) e AMMI, a correlação entres esses e a média da produtividade de grãos não foi estimada.
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Adaptabilidade e empregos-ponte em maiores de 50

Adaptabilidade e empregos-ponte em maiores de 50

Uma outra teoria importante que pode ajudar a compreender as intenções e experiência de empregos-ponte na reforma, é a teoria da construção da carreira de Mark Savickas (2005), segundo a qual o indivíduo constrói e caracteriza a sua carreira com base numa perspetiva contextualista. Mais especificamente, nesta teoria, Savickas (2005) prevê que, ao longo do desenvolvimento, a carreira constroi-se com base (a) nos traços de personalidade, considerados atribuições sociais acerca da personalidade de cada um de nós, (b) nos modos como os indivíduos se vão adaptando e integrando nos seus ambientes, isto é, através de atitudes e competências chave de carreira, de natureza psicossocial, designadas competências de adaptabilidade de carreira, e (c) nos significados, tema central e narrativa pessoais de vida. Nesta teoria, o conceito de adaptabiliade de carreira ajuda-nos a perceber como é que os individuos se adaptam às diferentes fases da sua carreira, sobretudo, na adolescência e vida adulta (Duarte, 2000; Leite, 2010).
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Adaptabilidade e estabilidade em aveia em ambientes estratificados.

Adaptabilidade e estabilidade em aveia em ambientes estratificados.

(BENIN et al., 2003). Além da diferença de ambientes (locais), a ferrugem da folha exerce forte influência no desempenho dos genótipos de aveia, podendo provocar perdas superiores a 50% de rendimento de grãos, principalmente em ambientes desfavoráveis (BENIN et al., 2003), aumentando, desta forma, a magnitude da interação entre as constituições genéticas e o ambiente. Além disso, LORENCETTI et al. (2004) observaram que a aplicação de fungicida afetou intensamente os parâmetros de adaptabilidade (b 1 ), responsividade (b 1 +b 2 ) e estabilidade ( ) de um conjunto de genótipos avaliados em treze ambientes (locais) de cultivo, indicando que as estimativas devam ser realizadas em ambientes com e sem fungicida individualizados.
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Adaptabilidade e estabilidade produtiva de feijão-caupi.

Adaptabilidade e estabilidade produtiva de feijão-caupi.

Em programas de melhoramento, especificamente na etapa de lançamento de cultivares, é de fundamental importância o conhecimento da adaptabilidade e estabilidade dos genótipos, visando- se amenizar os efeitos da interação genótipos x ambientes (GxA) e facilitar a recomendação de cultivares. Em feijão-caupi (Vigna unguiculata), vários trabalhos têm sido feitos para estudar a adaptabilidade e estabilidade de genótipos, com predominância do uso de metodologias que utilizam regressão linear (FINLAY & WILKINSON, 1963; EBERHART & RUSSELL, 1966). Esses estudos têm subsidiado o melhoramento e o lançamento de cultivares de feijão- caupi em vários Estados do Nordeste (FREIRE FILHO et al., 2001; 2002).
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Heterose em sorgo-sacarino

Heterose em sorgo-sacarino

SANTOS, F.S. dos; PLÁCIDO, H.F.; GARCIA, E.B.; CANTÚ, C.; ALBRECHT, L.P.; FRIGO, K.D. de A. Sorgo sacarino na produção de agroenergia. Revista Brasileira de Energias Renováveis, v.4, p.1-12, 2015. DOI: 10.5380/rber.v3i3.39690. SANTOS, H.G. dos; JACOMINE, P.K.T.; ANJOS, L.H.C. dos; OLIVEIRA, V.A. de; OLIVEIRA, J.B. de; COELHO, M.R.; LUMBRERAS, J.F.; CUNHA, T.J.F. (Ed.). Sistema brasileiro de classificação de solos. 2.ed. Brasília: Embrapa, 2006. 306p. SCAPIM, C.A.; RODRIGUES, J.A.S.; CRUZ, C.D.; CECON, P.R.; RIBEIRO JÚNIOR, J.I.; BRACCINI, A. de L. Efeitos gênicos, heterose e depressão endogâmica em caracteres de sorgo forrageiro. Bragantia, v.57, 1998. DOI: 10.1590/S0006- 87051998000100010.
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Adaptabilidade e estabilidade de variedades crioulas de feijão

Adaptabilidade e estabilidade de variedades crioulas de feijão

No Brasil, o cultivo do feijão é submetido a diferentes condições edafoclimáticas, resultando em diferentes desempenhos dos genótipos, influenciadas pelas variações ambientais, resultando na redução de potencial produtivo. Além disso, devido ao processo de melhoramento genético, muitas variedades comerciais de feijão apresentam diferentes respostas a diferentes condições edafoclimática, condição menos propícia em ocorrer em variedades crioulas. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar a interação genótipo x ambiente e a adaptabilidade e estabilidade de 30 variedades crioulas de feijão no município de Dois Vizinhos-PR. O estudo realizou-se através da análise dos dados de produtividade de ensaios conduzidos na área experimental da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Câmpus Dois Vizinhos (UTFPR-DV). Avaliou-se 30 variedades crioulas de feijão em oito safras de cultivo, 1) Safrinha 2015, 2) Safra 2015/2016, 3) Safrinha 2016, 4) Safra 2016/2017, 5) Safrinha 2017, 6) Safrinha 2018, 7) Safra 2018/2019 e 8) Safrinha 2019, onde cada safra representou um ambiente, totalizando oito ambientes. O delineamento experimental utilizado foi de blocos inteiramente casualizados, com três repetições por tratamento. Ao final do ciclo de cada variedade na safra correspondente, realizou-se a colheita manual dos grãos. A produtividade total foi obtida quantificando-se a massa total de grãos da parcela e o resultado extrapolado para kg ha -1 , corrigindo a umidade
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Antracnose foliar do sorgo.

Antracnose foliar do sorgo.

Colletotrichum spp. provenientes de milho e sorgo têm demonstrado uma estreita especificidade de hospedeiro, indicando que os isolados de Colletotrichum spp. que atacam o milho e o sorgo são distintos, podendo ser considerados como formae speciales ou espécies diferentes. Mais recentemente, foram comparadas as sequências de nucleotídeos de rDNA da região ITS-2 de isolados de Colletotrichum spp. provenientes de milho e sorgo. Foi observado que dentro dos isolados de milho e sorgo as sequências foram altamente homólogas (98 - 100%), enquanto que entre esses grupos de isolados a homologia de sequência foi de 92%. Esses resultados indicaram que os isolados de milho representam uma espécie distinta daquela dos isolados de sorgo, confirmando estudos morfológicos e genéticos anteriores. Apesar dos vários estudos citados confirmarem a distinção entre as duas espécies, a denominação C. sublineolum não foi
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DISSERTAÇÃO_Heterose em Sorgo Sacarino

DISSERTAÇÃO_Heterose em Sorgo Sacarino

Devido sua ampla diversidade genética, o sorgo pode ser melhorado para diferentes finalidades (ROONEY, 2004). Entretanto, a cultura de sorgo produz muito menos do que seu potencial oferece. Em vários países pesquisas em andamento buscam a máxima expressão do potencial da cultura principalmente para produção de etanol. Nos EUA, por exemplo, muitas variedades de sorgo sacarino como Rio, Wray e Keller foram criadas para a produção de etanol, na comunidade Europeia e na China o sorgo sacarino também tem se destacado como cultura promissora sendo amplamente estudada (FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS - FAO, 2012). No Brasil, a abertura de programas do governo como PNA (Plano Nacional de Agroenergia), possibilitou as empresas federais como a EMBRAPA uma atenção especial ao desenvolvimento de cultivares de sorgo sacarino com a finalidade de geração de energia.
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Deficiências de macronutrientes em sorgo.

Deficiências de macronutrientes em sorgo.

As sementes de sorgo da cultivar Dow Agrosciences 822 (granífero), foram germinadas em recipientes plásticos de 60 x 40 x 9 cm contendo areia lavada e irrigada diariamente com água destilada. Aos dez dias, as plântulas tiveram as suas raízes lavadas com água destilada para obter uma completa limpeza, logo após selecionou-se três plântulas por vaso e as transplantaram para os vasilhames plásticos com dois litros de capacidade contendo solução nutritiva completa (SARRUGE, 1975), na proporção ¼ de força iônica, em sistema de aeração artificial contínuo, por um período de quatro dias. Decorrido esse período, substituiu-se a solução por uma outra de ½ força iônica por mais oito dias.
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