Soro de Queijo - Extração das Proteínas

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MODELAGEM HÍBRIDO-NEURAL DA EXTRAÇÃO LÍQUIDO-LÍQUIDO DAS PROTEÍNAS DO SORO DE QUEIJO COM SISTEMAS AQUOSOS BIFÁSICOS EM EXTRATOR GRAESSER

MODELAGEM HÍBRIDO-NEURAL DA EXTRAÇÃO LÍQUIDO-LÍQUIDO DAS PROTEÍNAS DO SORO DE QUEIJO COM SISTEMAS AQUOSOS BIFÁSICOS EM EXTRATOR GRAESSER

Variações deste modelo foram desenvolvidas considerando o tamanho de gotas, área interfacial e coeficiente de transferência de massa através de correlações empíricas envolvendo outros parâmetros e foram resumidas por KORCHINSKY (1992). Segundo esse autor, o modelo de dispersão axial pode predizer, adequadamente, os processos de transferência de massa em colunas de extração líquido-líquido, e os coeficientes de transferência de massa e dispersão axial devem ser determinados através de medidas do perfil de concentração. O problema deste modelo reside na estimação dos seus parâmetros (Pex, Pey e Nox) para as fases inferior e superior. A determinação dos parâmetros deste modelo é difícil devido ao custo elevado para realizar todos os experimentos necessários, além das considerações feitas para simplificação dos cálculos modificando um pouco o comportamento real do processo.
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Estratégia de purificação das proteínas α-lactoalbumina e β-lactoglobulina do soro de queijo

Estratégia de purificação das proteínas α-lactoalbumina e β-lactoglobulina do soro de queijo

Para uso em escala industrial, a Dex apresenta custo muito elevado. Assim, os sistemas PEG + sal têm sido empregados para extração de enzimas em larga escala, pelo reduzido custo, baixa viscosidade [70] e elevada seletividade [54]. SAB salinos (PEG + sal) são formados à temperatura ambiente, sendo a fase superior rica em PEG e a fase inferior rica em sal, como mostrado na Figura 1. Entretanto estes sistemas ainda apresentam algumas limitações, como por exemplo a desnaturação de biomoléculas, quando as concentrações de sal são altas. Para superar as limitações, novos compostos estão sendo usados como substitutos da Dex ou do sal em SAB, para processamento em larga escala. Por exemplo, o hidroxipropil-amido (HPS) forma SAB com PEG com muita facilidade e foi introduzido no mercado com os nomes comerciais de Reppal PES ® e Aquafase ® PPT. As propriedades desses sistemas são em muitos casos semelhantes as dos SAB poliméricos PEG + Dex [128]. Um outro sistema, composto por PEG + MD, foi usado para a separação de células de Lactobacillus acidophilus H2B20 UFV de um meio fermentado [85], para a partição de albumina de soro bovino (BSA) [5] e para a separação de α–la e de β–lg [118]. A BSA, α-lactoalbumina (α-la) e β-lactoglobulina (β-lg) também foram particionadas em SAB
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Extração de Proteínas do Soro de Leite por Coacervação com Polissacarídeo e Sua Utilização em Formulação Cosmética

Extração de Proteínas do Soro de Leite por Coacervação com Polissacarídeo e Sua Utilização em Formulação Cosmética

A caracterização do soro foi realizada com o intuito de possuir um parâmetro de quantidade de proteínas inicial sendo que na tabela 1 pode-se verificar que o teor de proteínas, pH e a lactose no soro de leite foi alto se comparado com de Teixeira e Fonseca (2008) que foi de 0.8% para proteínas, 6,3 para o pH e 4,12 para lactose. Um dos fatores que pode justificar esta diferença seria o método de fabricação do queijo, pois dependendo do processo utilizado pode ocorrer alteração nos valores avaliados.

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Processo de extração das proteínas de soro de leite para produção de concentrado proteico

Processo de extração das proteínas de soro de leite para produção de concentrado proteico

seu descarte nos efluentes pode acarretar em impactos ambientais críticos, o que levou a indústria a estudar maneiras de utilização do soro de leite como matéria-prima para for- mulação de diversos produtos, contribuindo com a minimização dos impactos ambientes de seu descarte incorreto (HARAGUCHI, 2011; OLIVEIRA; BRAVO; TONIAL, 2012). De acordo com Pacheco et al. (2005), foi so- mente a partir da década de 70 que os cientistas iniciaram os estudos sobre os métodos de pre- paro e utilização das proteínas de soro de leite. A finalidade destes estudos foi tanto clínica e nutricional como funcional, abordando as formas de uso pela indústria de alimentos como maneira de aproveitar este valioso subproduto, produzido em quantidades generosas nas indús- trias queijeiras. Estima-se que a cada quilo de queijo produzido sejam gerados nove quilos de soro de leite (OLIVEIRA; BRAVO; TONIAL, 2012).
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Concentrado protéico de soro como substituto de gordura em pão de queijo.

Concentrado protéico de soro como substituto de gordura em pão de queijo.

Segundo Lucca e Tepper (1994), o Dairy-Lo é um derivado de proteína modificada obtida pela inativação térmica controlada do soro, tendo como resultado o desenovelamento da proteína; assim, ao expor regiões hidrofóbicas da cadeia polipeptídica, confere-se um caráter anfifílico, o que melhora, por sua vez, a capacidade de emulsificação. Já a autoagregação e o desenovelamento aumentam a interação da proteína com a água, melhorando a textura dos alimentos com baixo teor de gordura (CÂNDIDO, 1996). Segundo Sivieri e Oliveira (2002), essas propriedades dos CPS são melhoradas pela desnaturação térmica, permitindo-lhe atuar como substituto de gordura. O elemento comum nos sistemas de substituição de gordura é a água e o sucesso do CPS depende do controle dessa água, de forma a proporcionar funcionalidade da gordura que falta (CÂNDIDO e CAMPOS, 1995) e/ou foi substituída.
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Utilização de soro de queijo para produção de lipídeos por leveduras oleaginosas

Utilização de soro de queijo para produção de lipídeos por leveduras oleaginosas

Esta extração de lipídeos foi realizada através do método Bligh e Dyer (1959) com modificações. A biomassa seca foi primeiramente tratada com solução de HCl 2M para rompimento da parede celular, posteriormente foi centrifugada a 12000 rpm por 10 minutos e descartado o sobrenadante. A biomassa (média de 150 a 750 mg) foi misturada com 4 mL de água, 10 mL de metanol e 5 mL de clorofórmio em tubos com capacidade de 30 mL. A mistura foi agitada em agitador rotativo durante duas horas a 220 rpm, e uma nova diluição foi feita com 5 mL de clorofórmio e 5 mL de solução de sulfato de sódio 1,5%. Após a separação das duas camadas por centrifugação a 1000 rpm por 2 minutos a camada aquosa superior contendo metanol, água e compostos não lipídicos foi descartada, e a camada clorofórmica inferior filtrada em papel de filtro contendo 1 g de sulfato de sódio anidro e recolhida em frascos de vidro previamente pesados. Este procedimento foi repetido para a extração dos lipídeos remanescentes na amostra. A quantidade de lipídeos presentes na biomassa foi determinada por método gravimétrico, evaporando-se o solvente em atmosfera de nitrogênio e posteriormente em estufa à vácuo até peso constante. Os frascos foram pesados em balança analítica após resfriamento em dessecador sob vácuo.
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Desempenho de bezerros aleitados com soro de queijo em associação ao colostro

Desempenho de bezerros aleitados com soro de queijo em associação ao colostro

A alta concentração de lactose na matéria seca do soro de queijo (aproximadamente 78,8%) pode provocar diarreia (Valadares Filho et al., 2006) e, provavelmente, foi responsável pelo menor ganho de peso, em alguns momentos, dos animais submetidos ao tratamento LS. Porém, esse quadro foi revertido com o crescente consumo de matéria seca do feno e do concentrado nas semanas seguintes (Tabela 3). Durante o período experimental, os animais do tratamento SC apresentaram desenvolvimento semelhante aos do tratamento LI, possivelmente em decorrência da presença de imunoglobulinas no colostro e no leite de transição. Para Berge et al. (2009), o fornecimento de colostro suplementar, mesmo após os primeiros dias de vida, é eficaz na redução de doenças, como a diarreia, e do uso de antimicrobianos.
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Desempenho de bezerros aleitados com soro de queijo em associação ao colostro.

Desempenho de bezerros aleitados com soro de queijo em associação ao colostro.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de bezerros mestiços, aleitados com soro de queijo em associação ao colostro. Foram utilizados 24 bezerros Holandês x Zebu, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, com três tratamentos e oito repetições. Os tratamentos consistiram de: leite integral, 50% de leite integral + 50% de soro de queijo, e 30% de colostro + 70% de soro de queijo. O desenvolvimento dos bezerros foi avaliado até os 60 dias de idade, por meio de pesagens semanais e mensurações corporais. Para a estimativa de consumo, foram feitas medições diárias de consumo da dieta sólida, pelo método oferta/ sobra. O desempenho econômico foi avaliado pelo cálculo de indicadores de custos e receitas, e de medidas de resultados econômicos. Não houve influência da dieta líquida sobre o consumo de matéria seca e sobre as médias de medidas corporais dos bezerros. Foram observadas diferenças significativas no ganho de peso dos animais na segunda e na quarta semanas de vida. A dieta com colostro apresentou o maior lucro adicional em comparação ao tratamento controle. A associação do soro de queijo ao colostro é a opção mais vantajosa economicamente, já que a substituição de 100% do leite por esses subprodutos não prejudicou o desempenho dos animais.
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Produção de cerveja a base de malte e permeado de soro de queijo

Produção de cerveja a base de malte e permeado de soro de queijo

O permeado de soro de queijo é um subproduto obtido por processos de separação por membranas (PSM) na produção do CPS (Concentrado Proteico de Soro) com teores de lactose em torno de 10%. Pelo seu teor de lactose, a utilização do permeado poderá ser utilizado na obtenção de bebidas alcoólicas entre elas a cerveja. Na indústria cervejeira, diferentes adjuntos são utilizados para diminuir custos e ou proporcionar novos sabores e aromas a cerveja. Este trabalho teve por objetivo elaborar cervejas utilizando diferentes porcentagens de permeado de soro de queijo (0%, 10%, 20%, 30%, 40%, 50%). Os mostos elaborados foram hidrolisados com 0,75 g/L da enzima lactase (β-Galactosidase) a 40ºC e pH 6. A fermentação ocorreu em um biorreator com um volume de 6 L pela
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Propriedades fisiológicas-funcionais das proteínas do soro de leite.

Propriedades fisiológicas-funcionais das proteínas do soro de leite.

O presente artigo coloca em destaque as propriedades multifuncionais das proteínas presentes no soro de leite bovino, a começar pelo colostro que contém essas proteínas em concentrações muito elevadas e que tem por função garantir a proteção e a imunidade dos recém-nascidos. Essas mesmas proteínas continuam no leite, porém em concentrações bastante reduzidas. A utilização dessas proteínas nas formas de concentrados e isolados protéicos evidenciam propriedades muito favoráveis à saúde no sentido de diminuir o risco de doenças infecciosas e também as consideradas crônicas e/ou degenerativas. Enfatizou-se as propriedades das proteínas do soro de leite e de peptídios delas resultantes no estímulo ao sistema imunológico, na proteção contra microrganismos patogênicos e contra alguns tipos de vírus como o HIV e o vírus da hepatite C, na proteção contra vários tipos de câncer, particularmente de cólon, na proteção da mucosa gástrica contra agressão por agentes ulcerogênicos, evidenciou-se várias linhas de ação protetora das proteínas de soro contra agentes condicionadores de problemas cardiovasculares. Com base em várias propriedades funcionais das proteínas do soro de leite, discutiu-se a vantagem e os benefícios de seu uso como suplemento alimentar para atletas e esportistas em geral. Os possíveis benefícios de vários fatores de crescimento celular, presentes no soro de leite também foram discutidos.
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Recuperação e purificação de proteínas do soro de queijo tipo coalho usando cromatografia de troca iônica e interação hidrofóbica em leito na forma expandida

Recuperação e purificação de proteínas do soro de queijo tipo coalho usando cromatografia de troca iônica e interação hidrofóbica em leito na forma expandida

Apesar dos problemas apresentados, no início da década de 1990 houve um crescente interesse de pesquisadores na aplicação da técnica de adsorção em leito expandido para recuperar e purificar proteínas de soluções contendo ou não material particulado (Chase & Draeger, 1992; Chang et al., 1993; Frej; Hjorth; Hammarström, 1994; Batt; Yabannavar; Singh, 1995; Pessoa et al., 1996; Owen & Chase, 1997; Clemmitt; Bruce; Chase, 1998; Lihme et al., 1998; Mattiasson & Nandakumar, 1998; Fernandez-Lahore et al., 2000; Palsson; Axelsson; Larsson, 2001; Cabanne et al., 2004; Hidayat; Takagi; Yoshida, 2004; Kalil; Maugeri-Filho; Rodrigues, 2005; De Lamotte, 2005). O processo continuou sendo utilizado devido ao interesse por parte da indústria de bioprocessos em diminuir o número de operações unitárias usadas nas etapas de purificação, principalmente a centrifugação e a filtração, uma vez que as biomoléculas geralmente são sintetizadas em meios líquidos que contém partículas sólidas em suspensão (células e/ou fragmentos de células), ou recuperadas de meios complexos como é o caso do soro do leite, por ser esse um fluido que provoca a comaltagem em leitos fixos, segundo Bascoul et al (1993), Carrere (1993) e James (1994).
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Soro de Leite e Suas Proteínas: Composição e Atividade Funcional

Soro de Leite e Suas Proteínas: Composição e Atividade Funcional

maior ao do esgoto doméstico. Portanto, um laticínio com produção média de 10.000 litros de soro por dia, provoca a mesma carga poluente de uma população de 5000 habitantes. O volume de soro produzido é elevado e o seu tratamento é dispendioso para os grandes e pequenos lacticínios O descarte total de soro representa também grave agressão ambientalu por outro lado quando é feitu tratamento adequado para posterior descarga do efluente tratado há implicação de implantação com custo muito alto 2,3 .

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O potencial bioativo do soro de queijo após fermentação lática. Comparação de diferentes tipos de soro

O potencial bioativo do soro de queijo após fermentação lática. Comparação de diferentes tipos de soro

Durante as últimas década, diversos estudos abriram as portas para uma nova área de pesquisa, tendo como base o isolamento e a utilização de componentes específicos do soro de leite, que apresentaram vários tipos de bioatividades importante para a saúde humana. As proteínas do leite, por exemplo, são atualmente reconhecidas como uma das maiores fontes de péptidos bioativos de interesse nutricional, sendo que algumas, como é o caso da β-lactoglobulina e da α-lactalbumina, são alergénicas. Estes péptidos são libertados através da proteólise das proteínas do soro, quer esta seja durante o processamento alimentar ou durante o processo digestivo, sendo que alguns estudos sugerem que os péptidos bioativos podem apresentar propriedades antibacterianas. Por outro lado, tem também sido demonstrada a capacidade antimicrobiana do ácido lático produzido, durante a fermentação por bactérias, apresentando assim um elevado potencial como agente desinfetante e conservante. No entanto, a maioria dos estudos desta área focam-se apenas nos péptidos derivados das caseínas, provavelmente devido ao facto de as proteínas do soro do leite, sobretudo a β-lactoglobulina, serem bastante resistentes à proteólise. De facto, tentativas anteriores de hidrolisar estas proteínas, utilizando fermentações de soro bovino curtas (24 a 48 horas), recorrendo a bactérias láticas comumente empregadas na indústria dos lacticínios, foram pouco frutíferas.
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Soro do Queijo: uma alternativa tecnológica para enriquecimento de produtos cárneos

Soro do Queijo: uma alternativa tecnológica para enriquecimento de produtos cárneos

No entanto, existe uma preocupação com relação a lactose, que pode vir a produzir a descoloração nos produtos à base de carne, devido à reação de Maillard (Mortensen, 1986), segundo Araújo (2011) e Coultate (2004), a lactose é um açúcar redutor e promove reações de escurecimento, modificando a tonalidade da cor rósea para rosa escuro em produtos cárneos. Na etapa de cozimento a formação destes pigmentos não é apenas acelerada, mas a sua intensidade também é aumentada (Araújo, 2011). Contudo, Dutra et al. (2012) não encontraram diferença significativa na análise sensorial de apresuntados elaborados com 100% de soro d e leite em substituição da água de formulação; Yetim et al. (2001) não encontraram diferenças significativa nos atributos de cor representados pelos valores L*, a* e b*. Terra et al. (2009), ao substituírem água por soro de leite também não encontraram alteração de forma significativa na coloração e análise sensorial de mortadela. Dutra et al. (2012) perceberam o desenvolvimento de sabor estranho com a adição de pequenas quantidades de soro de leite líquido no produto. Marriott et
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Estabilidade e digestibilidade de emulsões contendo lecitina e proteínas do soro

Estabilidade e digestibilidade de emulsões contendo lecitina e proteínas do soro

Figura 4.28. Diâmetro médio de gota (µm) de emulsões em pH 7 contendo lecitina e proteína do soro. ( ) Emulsão, ( ) digestão gástrica e ( ) digestão entérica. Letras minúsculas diferentes representam diferenças estatísticas (p<0,05) entre diferentes composições e mesma etapa do processo. Letras maiúsculas diferentes representam diferenças estatísticas (p<0,05) entre diferentes etapas do processo e uma mesma composição.

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Modelagem do processo de adsorção das proteínas do soro em tanques agitados

Modelagem do processo de adsorção das proteínas do soro em tanques agitados

suave, seguida de filtração à vácuo para retirada de líquido. Para obtenção das curvas de cinética de adsorção, adicionou-se a 10 filtros-seringa 100 mg de resina condicionada e 2 mL de solução contendo 5% (m/v) de isolado protéico de soro, deixando-se o sistema sob leve agitação. Os filtros-seringa foram mantidos sob agitação e foi retirado um filtro seringa para quantificação de proteínas na fase líquida nos seguintes tempos, em minutos: 0; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 5; 15; 30e 60. O incremento no tempo foi menor no início para garantir a presença de pontos representativos na cinética de redução da concentração antes que o equilíbrio fosse atingido. A quantificação de proteínas das amostras foi realizada por cromatografia líquida de alta eficiência segundo Ferreira (2001). A determinação dos parâmetros do modelo de Langmuir para as proteínas em estudo foram realizadas por Fontanet al. (2003) e os valores de q m e k d ajustados foram respectivamente
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Recuperação de proteínas do soro de leite por meio de coacervação com polissacarídeo.

Recuperação de proteínas do soro de leite por meio de coacervação com polissacarídeo.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi recuperar e fracionar as proteínas do soro de leite por meio da técnica de coacervação, utilizando o polissacarídeo carboximetilcelulose sódica (CMC). O soro de leite foi obtido da fabri- cação industrial do queijo tipo frescal. Foram estudados concentrações do polímero (0,1% a 0,9% CMC p/v) e valores de pH, a fim de se obter uma precipitação seletiva das proteínas do soro de leite, sendo as condições otimizadas para produção em piloto. Mediante ajuste gradual, foi possível obter, no pH 3, uma precipitação das proteínas totais (PT/CMC); no pH 4, da β-lactoglobulina (β-Lg/CMC) e, no pH 3,2, a maior proporção de α-lactoalbumina (α-La/CMC). Os coacervados foram separados, por aplicação de força centrífuga, e caracterizados em relação à composição centesimal e perfil eletroforético. O maior rendimento foi verificado no fracionamento da β-lactoglobulina, com 86% de recuperação dessa classe de proteínas do soro desnatado. O coacervado β-lactoglobulina-CMC (β-Lg/CMC) apresenta maior conteúdo protéico, provavelmente em conseqüência da proporção estabelecida entre os hidrocolóides coacervados. O coacervado composto pela α-La/CMC apresentou menor conteúdo protéico e porcentagem de recuperação dessas proteínas presentes no soro.
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UTILIZAÇÃO DE CONCENTRADO PROTEICO DE SORO EM UM PRODUTO “TIPO PÃO DE QUEIJO”

UTILIZAÇÃO DE CONCENTRADO PROTEICO DE SORO EM UM PRODUTO “TIPO PÃO DE QUEIJO”

1687 queijo e técnicos da área com grande conhecimento sobre as características adequadas para um pão de queijo de qualidade. Além disso, os 5 provadores foram selecionados quanto à acuidade sensorial, de acordo com a norma ISO-8586-1 (1993). Essa equipe definiu, em conjunto, os atributos que deveriam ser avaliados, as escalas empregadas para cada atributo com termos característicos de pão de queijo de baixa e de elevada qualidade. Isto permitiu ainda avaliar cada amostra de forma global, levando em consideração o quanto cada uma delas se aproximava ou não de um produto completamente característico. Foi empregada uma escala estruturada em que os pontos 1 e 5 foram definidos conforme descrito a seguir: aparência (1. nota mínima - pouco atraente: falta de cor, muitas estrias e assimétrico e 5. nota máxima - muito atraente: boa cor, sem estrias e simétrico); aparência da casca (1. nota mínima - casca muito grossa e esfarinhenta e 5. nota máxima - casca nem muito fina e nem muito grossa e não esfarinhenta); textura (1. nota mínima - nenhuma maciez, precisa realizar muito esforço para morder e mastigar e 5. nota máxima - muito macio, é preciso realizar pouco esforço para morder e mastigar); sabor (1. nota mínima - nenhum sabor de queijo ou sabor desagradável e 5. nota máxima - muito sabor de queijo ou sabor agradável); avaliação global (1. produto pouco característico e 5. produto completamente característico).
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Aproveitamento do soro do queijo "coalho" para produção e aplicação da β-galactosidase

Aproveitamento do soro do queijo "coalho" para produção e aplicação da β-galactosidase

g/L de etanol em 16 horas de cultivo. Diante dos resultados iniciais, avaliou-se as condições de purificação da β-gal em cromatografia em leito fixo utilizando um planejamento experimental 2 2 . Os parâmetros pH e força iônica foram avaliados considerando o fator de purificação, sem prejuízo ao rendimento. Os níveis mais altos de ambos os parâmetros no estudo aumentaram o fator de purificação (FP) de β-gal para 2,00, com maior influência da força iônica na resposta para FP. A enzima purificada parcialmente foi submetida a eletroforese, que apresentou uma banda com massa molecular na faixa entre 66 e 140 kDa, configurando a enzima de interesse. Na última etapa do estudo, observou-se as condições de hidrólise da lactose no soro de queijo “coalho” com a forma imobilizada de β-gal em alginato de sódio a 1% (p/v). A eficiência da imobilização atingiu 66%. Além disso, a forma imobilizada da enzima apresentou maior estabilidade às mudanças de pH e temperatura e uma conversão de lactose (46%) sem maiores diferenças estetíticas quando comparada ao extrato bruto de β-gal (53%). Para as simulações gástricas e intestinais, cerca de 40% da atividade enzimática foi preservada após 2 horas de exposição a condições gastrointestinais simulados. No geral, os resultados aqui descritos são promissores para as aplicações industriais da β-galactosidase de K. Lactis NRRL Y- 8279.
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Extração enzimática das proteínas da farinha de arroz.

Extração enzimática das proteínas da farinha de arroz.

O presente trabalho teve como objetivo extrair enzimaticamente as proteínas de uma farinha comercial de arroz. Visando aumentar o Rendimento de Extração Protéica (REP), os seguintes parâmetros foram avaliados: tipo de enzima (protease alcalina e neutra); temperatura (40, 50 e 60 °C); pH (9,5, 10,5 e 11,0); tratamento físico da amostra (sem tratamento, ultra-turrax a 16.000 rpm e ultra-som a 120 W, ambos por 5, 10 e 15 minutos); relação Enzima:Substrato (E:S) de 5:100 e 10:100; e concentração inicial de matéria-prima (1:3, 1:5 e 1:10 p/v). Os teores de proteínas da farinha de arroz e dos resíduos foram determinados para o cálculo do REP. Os resultados mostraram que a melhor condição de extração protéica, que levou ao maior REP, foi a que empregou a concentração inicial de matéria-prima a 1:10 (p/v), sem tratamento físico, com pH 10,5, com a protease alcalina na relação E:S de 10:100, a 50 °C, tendo atingido um REP de 63,4%.
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