Sucessão secundária

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Ecologia de Florestas Atlânticas com ocorrência do muriqui (Brachyteles spp.): diversidade, sucessão secundária e estrutura nutricional

Ecologia de Florestas Atlânticas com ocorrência do muriqui (Brachyteles spp.): diversidade, sucessão secundária e estrutura nutricional

No capítulo um, pode-se concluir que a riqueza de espécies e a estrutura de diversidade acumuladas ao longo do processo sucessional interferiram nas densidades populacionais de muriquis. Na floresta cuja diversidade alfa e equabilidade foi menor (PERD) mostrou uma menor densidade de muriquis. As características intrínsecas à estrutura de diversidade suplantaram àquelas relacionadas à sucessão, o que sublinham a importância da composição florística dessas floretas. No entanto, a expansão populacional de espécies não-recurso para o muriqui, como são os casos de Senefeldera multiflora (Euphorbiaceae) no PERD e dos bambus no PESB, em virtude de eventos de perturbação no passado, apontam a importância da sucessão secundária nos remanescentes de floresta com muriquis. Diante disso, é imperativo intensificar os estudos que abordam a determinação das composições de espécies e estrutura de diversidade das florestas resultante do processo sucessional para a conservação mútua da floresta e dos muriquis. A ação efetiva para a conservação do muriqui é a interrupção dos eventos perturbadores (e.g. fogo e extração clandestina de madeira) dentro das unidades de conservação. Para o entorno dessas unidades o aumento de áreas florestadas através do plantio de espécies secundárias iniciais e tardias utlizadas como recurso alimentar é uma estratégia recomendada.
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Lianas hiperabundantes como filtros ecológicos para a sucessão secundária em fragmentos...

Lianas hiperabundantes como filtros ecológicos para a sucessão secundária em fragmentos...

Nestas condições, recomenda-se o corte de lianas visando reduzir a competição com os indivíduos arbóreos e restabelecer a dinâmica e estrutura florestal (AMADOR; VIANA, 2000; ROZZA; FARAH; RODRIGUES, 2007a). No entanto, diversos estudos frisam que coberturas de lianas fazem parte do mosaico florestal, criando microambientes favoráveis à sobrevivência de plântulas (ENGEL; FONSECA; OLIVEIRA, 1998; JORDÃO, 2009; VIEIRA; SCARIOT, 2006) e reduzindo a predação de sementes por grandes herbívoros (VIEIRA; SCARIOT, 2006). Recomenda-se assim que o manejo de lianas poupe as espécies de elevada importância ecológica (AMADOR; VIANA, 2000; ENGEL et al., 1998; VIEIRA; SCARIOT, 2006). No entanto, Jordão (2009), argumenta que, como o estrato arbóreo sob as lianas é formado principalmente por espécies de sub-bosque tolerantes à sombra, de baixo crescimento e de baixo porte, a simples remoção das lianas não é suficiente para a retomada dos processos sucessionais, sendo necessária a reintrodução de espécies arbóreas de do grupo funcional de recobrimento (RODRIGUES et al., 2009b) para a reestruturação do dossel. Tais informações indicam que o simples corte de lianas pode não ser suficiente para a restauração de fragmentos florestais degradados, sendo necessário um entendimento maior dos filtros ecológicos impostos por esse grupo de plantas que estejam envolvidos no bloqueio da sucessão secundária nessas situações, para que sejam estabelecidas formas adequadas de manejo.
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SUCESSÃO SECUNDÁRIA, ESTRUTURA GENÉTICA E PLANTAÇÕES DE ESPÉCIES ARBÓREAS NATIVAS

SUCESSÃO SECUNDÁRIA, ESTRUTURA GENÉTICA E PLANTAÇÕES DE ESPÉCIES ARBÓREAS NATIVAS

Quantas espécies? Quantos indivíduos de cada espécie? Qual o melhor arranjo para distribuir as espécies nas plantações? Estes são exemplos de outras questões que ainda aguardam uma resposta adequada. Acreditamos que para respondê-las, muito pode ser inferido dos conhecimentos referentes à sucessão secundária, biologia da reprodução e estrutura genética, bem caro dos escassos experimentos e plantios já realizados com espécies nativas. Embora a interpretação dos dados experimentais nos pareça problemática (poucas repetições, falta de homogeneidade experimental e inadequação da instalação e da apresentação dos dados), consideramos que algumas tendências podem ser destacadas. Desta forma, esperamos que este trabalho possa contribuir para que as plantações mistas com espécies nativas tenham maior previsibilidade e possibilidade de sucesso e que possam se constituir em uma alternativa de uso da terra, econômica e ecologicamente viável.
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Infestação de Mimosa gemmulata Barneby em áreas entretalhões de eucalipto de cerrado em sucessão secundária.

Infestação de Mimosa gemmulata Barneby em áreas entretalhões de eucalipto de cerrado em sucessão secundária.

RESUMO – Observam-se no Brasil extensos plantios de eucalipto, sobretudo no Estado de Minas Gerais, que possui essa cultura como atividade rentável em áreas marginais. Visando reduzir os efeitos da colheita florestal sobre a vegetação nativa e seleção de algumas espécies como o angiquinho (Mimosa gemmulata Barneby), objetivou- se com este trabalho avaliar a sucessão secundária em povoamentos de eucalipto de diferentes idades e manejo após a exploração, comparando-a por meio da composição florística e estrutura horizontal e vertical da vegetação arbustivo-arbórea, com fragmentos de Cerrado. O trabalho foi realizado em área representativa do referido bioma no Vale do Jequitinhonha. Foram calculados os parâmetros fitossociológicos e os índices de diversidade e da similaridade em ambientes com recuperação inicial e avançada, com e sem eucalipto. O controle foi o Cerrado sentido restrito. Foram amostrados 42 famílias, 99 gêneros, 150 espécies e 1268 indivíduos. O estudo da composição florística e dos parâmetros fitossociológicos indicou a existência de famílias, gêneros e espécies de grande relevância na área que são típicos do bioma Cerrado. A remoção do eucalipto na regeneração inicial não afetou a diversidade nesses ambientes. Contudo, a remoção do eucalipto no estádio avançado promoveu redução da diversidade, permitindo a colonização pela espécie pioneira Mimosa gemmulata Barneby. No entanto, a manutenção do eucalipto na recuperação avançada resultou em maiores valores de diversidade e demais atributos estruturais. Os resultados deste estudo subsidiarão as práticas de manejo a serem adotadas em áreas similares, visando à manutenção da diversidade biológica nos locais de reestabelecimento de corredores de biodiversidade entre áreas cultivadas.
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Variações do carbono orgânico dissolvido e de atributos físicos do solo sob diferentes sistemas de uso da terra na Amazônia central.

Variações do carbono orgânico dissolvido e de atributos físicos do solo sob diferentes sistemas de uso da terra na Amazônia central.

Pastagem: área manejada em sistema de pastejo rotacional, semiconfinado, em relevo ondulado suave, em solos do tipo latossolo Vermelho-amarelo distrófico, com textura muito argilosa, cobertura de gramínea brachiaria humidicola (quicuio-da- amazônia), sem prática de queima no decorrer dos últimos cinco anos. sistema agroflorestal (saF): área constituída por sistema agrossilvicultural de 16 anos, dominado por cupuaçuzeiro (teobroma grandiflorum), pupunheira (bactris gassipaes), açaizeiro (euterpe oleraceae) e andiroba (carapa guianensis), sobre latossolo amarelo distrófico, textura muito argilosa. sucessão secundária: vegetação originada a partir da regeneração natural de pastagem degradada, com 16 anos, dominada por espécies do gênero Vismia, principalmente V. japrurensis, V. caynensis e V. guianensis, por laetia procera, belucia glossularioides e b. dichotoma.
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Deposição de Fitomassa em Formações Secundárias na Floresta Atlântica do Paraná.

Deposição de Fitomassa em Formações Secundárias na Floresta Atlântica do Paraná.

A quantidade de serapilheira total depositada variou entre as formações secundárias (Tabela  1). A deposição total de serapilheira foi estatisticamente superior na FS-3 em comparação a FS-2, sendo que a FS-1 não diferiu das demais áreas. Apesar disso, as quantidades depositadas foram semelhantes, o que pode ser explicado pela homogeneidade das condições climáticas vigentes nas áreas, em virtude da proximidade entre elas e também devido à similaridade das áreas quanto à estrutura da comunidade, uma vez que ambos os fatores influenciam fortemente a deposição de serapilheira arbórea (Dickow et al., 2012). Além  disso, com o avanço da sucessão secundária, o padrão de deposição de serapilheira tende a se estabilizar (Pezzatto & Wisniewski, 2006), como reflexo da estabilização da produtividade primária, uma vez
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FLORÍSTICA E ESTRUTURA DE DUAS COMUNIDADES ARBÓREAS SECUNDÁRIAS COM DIFERENTES GRAUS DE DISTÚRBIO EM PROCESSO DE RECUPERAÇÃO1 FLORISTIC AND STRUCTURE OF TWO SECONDARY ARBOREAL COMMUNITY WITH DIFFERENT DISTURBANCE DEGREE IN RECOVERY PROCESS Elaine Vivian O

FLORÍSTICA E ESTRUTURA DE DUAS COMUNIDADES ARBÓREAS SECUNDÁRIAS COM DIFERENTES GRAUS DE DISTÚRBIO EM PROCESSO DE RECUPERAÇÃO1 FLORISTIC AND STRUCTURE OF TWO SECONDARY ARBOREAL COMMUNITY WITH DIFFERENT DISTURBANCE DEGREE IN RECOVERY PROCESS Elaine Vivian O

Um trabalho de recomposição deve envolver preocupações com a composição florística, a estrutura, a reprodução e autorregeneração da floresta (KAGEYAMA; CASTRO, 1989). Diversos pesquisadores com base em teorias propõem modelos de recomposição com técnicas e metodologias próprias. A recomendação de modelos que utilizam os conceitos relacionados à sucessão secundária foi indicada em diversas situações (REIS; ZAMBONIN; NAKAZONO, 1999; RODRIGUES; GANDOLFI, 2004; RODRIGUES et al., 2011), sendo uma das preferidas pelos gestores ambientais pelo seu menor custo e maior eficiência.
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Validação do balanço de radiação obtido a partir de dados MODIS/TERRA na Amazônia com medidas de superfície do LBA.

Validação do balanço de radiação obtido a partir de dados MODIS/TERRA na Amazônia com medidas de superfície do LBA.

de coleta de dados de superfície (por meio de torres micrometeorológicas) do projeto LBA. Os sítios experimentais são representativos das condições de pastagem e floresta, e estão situados na Fazenda Nossa Senhora Aparecida (FNSA) e na Reserva Biológica do Jaru (RBJ), localizadas nos municípios de Ouro Preto do Oeste e Ji-Paraná, respectivamente. Cada região de estudo (FNSA e RBJ) compreende aproximadamente 85.087 ha, e além das características intrínsecas aos sítios experimentais nelas contidos (pastagem e floresta) são verificados outros tipos de uso e cobertura da terra, como corpos de água e áreas de sucessão secundária.
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SUCESSÃO FAMILIAR EM EMPRESAS IMOBILIÁRIAS

SUCESSÃO FAMILIAR EM EMPRESAS IMOBILIÁRIAS

A confiança criada ao longo de anos, pelos patriarcas da empresa, seja mãe ou pai, com o público, e com os funcionários, pode ser um impedimento para a sucessão. Na maior parte das vezes a sucessão familiar só ocorre quando não há outra opção. E aí é que se encontra o principal erro. Não adianta realizar a sucessão porque o responsável pela Imobiliária teve um infarto ou um AVC (Acidente Vascular Cerebral). A sucessão deve ser feita de modo progressivo.

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A nova caracterização da sucessão trabalhista

A nova caracterização da sucessão trabalhista

46 PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito ciinb, introdução ao direito civiI e teoria geral de direito civil. 47 PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civ[r]

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Estimativa de área de vegetação secundária na Amazônia Legal Brasileira.

Estimativa de área de vegetação secundária na Amazônia Legal Brasileira.

analisaram dados municipais dos censos demográficos e agropecuários de 1980 e 1991 combinados com dados orbitais. 2e acordo com esse estudo o menor tempo de uso da terra e a forma tradicional de usá-la (agricultura itinerante) tendem a aumentar a área de vegetação secundária. Ondas migratórias e usos não tradicionais (pastagem) diminuem a área de ocorrência. 2’antona et al. (2006) encontraram forte influência do tamanho da propriedade no processo de conversão da cobertura da terra, e conseqüentemente na formação de vegetação secundária. O estudo mostrou também que propriedades menores tendem a apresentar florestas secundárias com ciclos de vida mais curtos devido à menor disponibilidade de terras. Ciclos de menor duração impedem a formação de vegetação secundária intermediária ou avançada, mantendo a área em constante utilização agrícola.
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A SUCESSÃO GENÉTICA NA AGRICULTURA FAMILIAR

A SUCESSÃO GENÉTICA NA AGRICULTURA FAMILIAR

familiar é considerada um dos setores que cultivam em grande número os alimentos mais saudáveis, livres de agrotóxicos, preocupando-se com a saúde de seus trabalhadores e consumidores. O método utilizado para atingir os objetivos proposto neste artigo é de uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa e quanto aos níveis é uma pesquisa descritiva e documental. A coleta de dados se deu por meio da análise de artigos já publicados. Os resultados esperados por meio da pesquisa é despertar o interesse público para a problemática da não sucessão geracional na agricultura familiar e contribuir para que haja incentivos para a alavancagem da produção de alimentos saudáveis, livre de agrotóxicos, por meio da utilização de técnicas menos agressivas ao meio ambiente e de logística que venham a proporcionar um melhor desempenho das atividades e garantir o crescimento da produtividade e consequentemente da renda das famílias de agricultores.
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Denise Miriam Mendes Torrão

Denise Miriam Mendes Torrão

A Escola na qual se realizou este estágio foi a Escola Secundária Fernando Lopes Graça, inicialmente designada por Escola Secundária da Parede. Esta escola foi criada em 1981 e localiz[r]

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Carbono orgânico total, biomassa microbiana e atividade enzimática do solo de áreas agrícolas, florestais e pastagem no médio Vale do Paraíba do Sul (RJ).

Carbono orgânico total, biomassa microbiana e atividade enzimática do solo de áreas agrícolas, florestais e pastagem no médio Vale do Paraíba do Sul (RJ).

Características do solo, como o carbono orgânico total (COT), a biomassa microbiana e a atividade enzimática, são influenciadas por diversos fatores e têm sido apontadas como indicadores adequados de alterações provocadas por diferentes sistemas de uso e manejo do solo. O objetivo deste trabalho foi avaliar o COT, a biomassa microbiana e a atividade enzimática de um Cambissolo Háplico Tb distrófico típico de áreas agrícolas, florestais e de pastagem, no Médio Vale do Paraíba do Sul (RJ). Os sistemas avaliados foram: agricultura anual (AgAn); agricultura perene (AgP); pasto; floresta secundária em estádio inicial de sucessão (FSEI); floresta secundária em estádio médio de sucessão (FSEM); e floresta secundária em estádio avançado de sucessão (FSEA). Foram coletadas amostras de terra na camada de 0-5 cm, em duas épocas distintas (úmida e seca), e analisados o COT e as propriedades biológicas: C da biomassa microbiana - CBM; N da biomassa microbiana - NBM; respiração basal - RB; quociente metabólico - qCO 2 ; quociente
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Vitimização secundária nos filhos adultos de veteranos da Guerra Colonial Portuguesa.

Vitimização secundária nos filhos adultos de veteranos da Guerra Colonial Portuguesa.

De acordo com os resultados, tendo em conta a presença de sintomatologia de vitimização secundária nos filhos adultos, torna-se importante fazer rastreio de Vitimização Secundária e desenvolver intervenções o mais precocemen- te possível. Por meio de uma perspectiva preventiva, é fundamental considerar o treinamento e a prática dos pro- fissionais de saúde para lidar com filhos de vítimas de trauma. É importante que da formação dos profissionais de saúde faça parte o conhecimento do Transtorno do Estresse Pós-Traumático e de Vitimização Secundária. Os profissionais de saúde que trabalham em cuidados de saú- de primários devem estar sensibilizados para o fato dos filhos adultos dos veteranos de guerra manifestarem sin- tomas semelhantes aos do pai, sintomas de estresse e/ou alterações de comportamento que se podem camuflar sob a forma de sintomatologia física.
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A EDUCAÇÃO CIENTÍFICA COMO ELEMENTO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO: UMA PERSPECTIVA DE CONSTRUÇÃO DISCURSIVA.

A EDUCAÇÃO CIENTÍFICA COMO ELEMENTO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO: UMA PERSPECTIVA DE CONSTRUÇÃO DISCURSIVA.

c) o discurso associa-se a condições de produção determinadas, ou seja, en- volve um gênero discursivo determinado (artigo de jornal, romance, etc.). Essas considerações nos impedem de definir o discurso como uma simples sucessão de frases, para demarcá-lo em função de fins específicos do estudo a ser compreendido. Por isso, Osakabe (1999, p.8), em seu trabalho, propõe abordar o discurso como realidade empírica sobre a qual incidirá a análise. “[...] Entende-se como realidade empírica um objeto delimitável no tempo e no espaço, perceptivel- mente observável e compreensível, e analisável em seus elementos recorrentes.” Assim, podemos perceber que a análise do discurso de origem francesa (AD) estabe- lece uma relação entre o dizer e as condições de produção desse dizer, percebendo a linguagem como uma prática social e histórica, tornando-se a opção mais viável ao projeto que empreedemos.
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Diagnóstico, tratamento e prevenção da mania e da hipomania no transtorno bipolar.

Diagnóstico, tratamento e prevenção da mania e da hipomania no transtorno bipolar.

Estudos abertos, sendo dois ensaios clínicos, um estudo longitudinal e uma revisão com análise secundária dos dados, e três randomizados (dois dos quais revisões com análise secundária d[r]

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS – CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA – DEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS - PGCEM

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA – UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS – CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA – DEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS - PGCEM

PIMENTEL, Amanda. Grafitização Secundária em Ferro Fundido Cinzento. 2011. 142p. Dissertação (Mestrado em Ciências e Engenharia de Materiais – Área Metais) – Universidade de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, Joinville, 2011.

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Regeneração natural de espécies arbóreas em fragmento florestal da Zona da Mata Mineira

Regeneração natural de espécies arbóreas em fragmento florestal da Zona da Mata Mineira

pubescens (tamboril da mata), Sapium gladulatum (pau leiteiro ou esperta). Todas estas espécies são classificadas como secundária tardia, exceto a última que é pioneira e deve ter ocorrido em uma clareira, indicando o avançado estágio de sucessão desse fragmento. Platymiscium pubescens, embora presente pela primeira vez no monitoramento da regeneração, já havia sido encontrada no monitoramento dos indivíduos arbóreos da área (SILVA et al., 2004a). Myrciaria cauliflora é uma espécie frutífera presente em pomares de propriedades na circunvizinhança do fragmento florestal estudado. Sua presença já havia sido detectada em outros levantamentos na área (PINTO et al., 2007; MARTINS et al., 2008). Brunfelsia brasiliensis também já havia sido identificada em outro fragmento de Viçosa, no componente arbóreo adulto (SILVA et al., 2004b). A presença de Myroxylon peruiferum foi constatada em levantamentos de fragmentos vizinhos à área de estudo por Paula et al. (2004) e Gasparine-Júnior (2004). Nectandra oppositifolia esteve presente em diversos levantamentos da área de estudo (IRSIGLER, 2002; SILVA et al., 2003; VIANA, 2005; CAMPOS et al., 2006; PINTO et al., 2007; SOUZA et al., 2007; MARTINS et al., 2008). Sapium glandulatum está presente em levantamentos anteriores do monitoramento dos indivíduos arbóreos adultos da área (SILVA et al., 2004a), em outros levantamentos realizados na mesma região (IRSIGLER, 2002; GASPARINI-JÚNIOR, 2004; SILVA et al., 2004b; FERREIRA JÚNIOR et al., 2007; MARAGON et al., 2007). A presença de Lafoensia gliptocarpa foi constatada em outros fragmentos do município de acordo com Irsigler (2002) e Campos et al. (2006).
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Sucessão no direito controverso

Sucessão no direito controverso

iussu iudicis no Brasil, qual previsto no artigo 107 do Codice, é superável com o artigo 47 do CPC.. interrupção daquele prazo 243 , opinião esta última que não compartilhamos. Civil, h[r]

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