Supervisão pedagógica

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Formação inicial de professores de ciências em Angola: conceções e perceções sobre as práticas de supervisão pedagógica de estagiários e supervisores

Formação inicial de professores de ciências em Angola: conceções e perceções sobre as práticas de supervisão pedagógica de estagiários e supervisores

Neste sentido, o primeiro estudo, que visou dar resposta à primeira questão de investigação, Qual o papel atribuído pela legislação angolana à supervisão pedagógica na formação de professores de ciências?, é um estudo de natureza qualitativa. Para a sua concretização, o primeiro passo foi recolher os documentos oficiais que regulam a formação inicial de professores de Ciências e a supervisão pedagógica em Angola. Esses documentos foram depois analisados com recurso à técnica de análise de documental, concretizada por meio da análise de conteúdo, no sentido que lhe atribuem Bardin (2018) e De Ketele e Roegiers (1999). De seguida, foi elaborada uma grelha provisória de análise, de raiz, que incluiu as dimensões (ou aspetos) relativos à supervisão pedagógica a considerar na análise, tal como exigido pela questão de investigação a que este estudo pretendeu dar resposta. Posteriormente, essa grelha foi ajustada ao material a analisar, tendo sido incluídas algumas categorias que emergiram no material analisado. Para tal, foi efetuada uma análise prévia de conteúdo dos documentos em causa, que se desenvolveu em quatro fases: i) pré-análise do material objeto de estudo, para identificação das passagens relevante tendo em conta a pergunta de investigação e as dimensões selecionadas para a análise; ii) exploração do material selecionado para verificar se as dimensões de análise são suficientes ou se precisarão de ser modificadas ou acrescentadas; iii) elaboração da grelha final e, incluindo informação sobre o tipo de registo (quantitativo ou nominal/categorial) a efetuar para cada dimensão; iv) validação da grelha com a supervisora de educação em ciências; e v) análise, tratamento e interpretação dos resultados dos documentos selecionados com base na grelha elaborada e validada. Finalmente, foi feita a análise comparativa dos resultados obtidos para os diversos documentos analisados, de forma a identificar as semelhanças e/ou as diferenças que existem entre eles no que diz respeito ao conceito e ao papel por eles atribuído à supervisão pedagógica.
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Mestrado em Supervisão Pedagógica   Relatório de Atividades e de   Profissional

Mestrado em Supervisão Pedagógica Relatório de Atividades e de Profissional

Todavia, pensando mais a longo prazo, talvez se deve ponderar a hipótese de se enveredar pelo desenvolvimento de práticas dialógicas baseadas no respeito e na exploração construtiva da diferença, acompanhado de um estilo de supervisão não diretivo no acompanhamento de planos autodirigidos de desenvolvimentos profissional (Glickman, 2002). Vista na perspetiva do cenário dialógico a supervisão pedagógica privilegia o diálogo crítico na construção da cultura e do conhecimento próprio dos professores e na tomada de consciência dos fatores contextuais, escolares e sociais, que condicionam o exercício da sua profissão. Este cenário, defendido por Alarcão e Tavares (2003), pretende enfatizar uma relação de confiança e reciprocidade entre o supervisor e o supervisionado, reconhecendo como válidos os contributos de ambos. Aqui um e outro são indivíduos em desenvolvimento, com conhecimentos, valores e filosofias educativas que influenciam a sua forma de agir.
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Supervisão pedagógica: dos modelos teóricos à realização empírica estudo realizado com professores Caboverdianos

Supervisão pedagógica: dos modelos teóricos à realização empírica estudo realizado com professores Caboverdianos

O guião de entrevistas permitiu, geralmente, respostas e foi suficientemente flexível para permitir ao observador anotar e recolher dados sobre dimensões inesperadas do tópico do estudo. O guião contemplou questões sobre supervisão pedagógica, constrangimentos que os supervisores/orientadores enfrentam no exercício da supervisão pedagógica, funções e tarefas dos supervisores / orientadores, objetivo da prática pedagógica, funções do professor e componentes na formação dos professores. Teve-se o cuidado de elaborar questões abertas, uma característica da entrevista semiestruturada. O guião foi construído a partir das questões de pesquisa e eixos de análise do projeto de investigação. A matéria da entrevista foi organizada por objetivos, questões e itens. A cada objetivo corresponde uma ou mais questões. Com as entrevistas pretendeu-se obter informações comuns de todos os respondentes sem juízo de captar a especificidade da posição de cada um. Foram realizadas mediante preparação que se traduziu num encontro introdutório com os responsáveis, uma explicação formal do projeto de investigação e escolha dos respondentes que a priori pudessem ser capazes de “expressar pensamentos, sentimentos, opiniões e a sua perspetiva acerca do tema do estudo.
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Supervisão Pedagógica . Função do Orientador de Estágio na Escola

Supervisão Pedagógica . Função do Orientador de Estágio na Escola

E. Stones, citado por Alarcão e Tavares (1987) e ainda por Vieira (1993), diz que fazer supervisão é ensinar. Alarcão e Tavares (1987:34) afirmam que "ensinar os professores a ensinar deve ser o objectivo principal de toda a supervisão pedagógica". Partindo deste pressuposto, sentimos que cada vez mais se torna urgente que toda a comunidade escolar tome consciência de que o processo de formação de professores não acontece somente no ano de estágio, mas que terá que ser um trabalho longo e lento de aprendizagem e desenvolvimento.
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A supervisão pedagógica como prática de transformação: O lugar das narrativas profissionais

A supervisão pedagógica como prática de transformação: O lugar das narrativas profissionais

As narrativas produzidas pelos professores têm sido usadas, na minha prática formativa e investigativa, para revelar o que é importante, do ponto de vista do es- tudo do pensamento do professor, na prática docente, mas também de que modo os processos formativos podem ser facilitadores ou inibidores de processos de trans- formação e inovação nas escolas. Como dito noutros lugares (MOREIRA, 2011a; 2011b), as narrativas profissionais, ao sinalizar movimentos de resistência e de de- safio ao status quo no trabalho docente e nas vidas dos professores, servem ainda para evidenciar o modo como os discursos do senso comum operam no sentido de constranger o que é possível no campo da formação e da investigação, com impacto evidente na autonomia, emancipação e profissionalismo dos professores. No campo da formação pós-graduada em supervisão pedagógica e supervisão da formação, e em conjugação com a leitura e análise de textos críticos, as narrativas colocam-se ao serviço de processos de autossupervisão promotores da reflexividade profissio- nal no trabalho docente.
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Supervisão pedagógica em contexto de formação inicial de professores do 1º CEB: uma análise focada nos relatórios de estágio

Supervisão pedagógica em contexto de formação inicial de professores do 1º CEB: uma análise focada nos relatórios de estágio

Os conceitos de supervisão pedagógica explicitados po- dem ser situados no que Alarcão (1999) designa de cená- rios e/ou enfoques supervisivos. Na perspetiva da autora são quatros os possíveis cenários da supervisão: operativo, investigativo, consultivo e formativo. O cenário operativo está mais focado na instrução, o investigativo promove a refle- xão e o consultivo orienta e aconselha. No caso do cenário formativo, como o do contexto em estudo, seguidamente descrito, o sujeito participa do ato supervisivo. Trata-se, assim, de uma abordagem implicada do sujeito que se conhece e se obriga “a refletir, a mudar, a lutar para «a superar» e a inventar-se a si próprio, com os outros” (Du- bar, 2006, p. 185). Esta identidade pessoal constrói-se da articulação entre si e os outros, entre a teoria e a prática. Em trabalho mais recente, Alarcão e Tavares (2010, p. 17) referem-se a cenários de supervisão “mais virtuais do que reais” e defendem que estes devem coexistir, simultanea- mente, na prática dos processos de supervisão. Ou seja, os cenários não devem excluir-se reciprocamente pois a construção de conhecimento e os papéis no processo de supervisão poderão ambos existir na prática bem como na relação entre a teoria e a prática.
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Para uma visão transformadora da supervisão pedagógica.

Para uma visão transformadora da supervisão pedagógica.

O exemplo ilustra uma forma de operacionalização do quadro éti- co-conceptual proposto, evidencia formas de articulação entre a investi- gação académica e a actividade supervisiva, salienta o papel que a inves- tigação-acção pode assumir, como estratégia de formação profissional ao serviço de uma pedagogia para a autonomia nas escolas, e traduz uma forma de construir e divulgar conhecimento através da indagação crítica e (re)construção de teorias e práticas locais. Em cada um destes aspec- tos, o projecto evidencia ainda um conjunto de constrangimentos e pa- radoxos que afectam uma orientação emancipatória na formação inicial de professores, possivelmente presentes em iniciativas análogas, os quais nos remetem para a dimensão ideológica da supervisão pedagógica como prática situada entre a reprodução e transformação da ordem social im- plícita nos contextos de intervenção.
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Aprender ensinando : supervisão pedagógica, ensino e aprendizagem da profissão docente

Aprender ensinando : supervisão pedagógica, ensino e aprendizagem da profissão docente

O objeto do estudo deste trabalho inscreve-se no âmbito da supervisão pedagógica e foca-se nos orientadores (professores cooperantes, conforme Decreto-Lei n.º 43/2007) que desenvolvem a sua atividade de orientação da formação inicial de mestrandos, ensino de uma língua, em escolas do 3º ciclo do ensino básico e secundário, envolvendo este estudo quatro docentes. Foca-se igualmente no modo como a supervisão, enquanto ensino da profissão, potencia a (re)aprendizagem e a construção do conhecimento docente, nas suas diversas dimensões (Marcelo García, 1997. Neste contexto, a prática pedagógica surge associada à figura do professor cooperante (adiante designada por orientador e supervisor indiferentemente) que, tal como o nome indica, orienta, supervisiona as atividades docentes que o candidato à docência (formando) tem de realizar. Focamo-nos igualmente nas dimensões, modelos e conceções de desenvolvimento e de supervisão pedagógica que condicionam e potenciam o ensino e a aprendizagem da profissão. No presente estudo perspetivamos o orientador como um profissional que aprende/ensinando e ao ajudar o formando a aprender a profissão docente, também ele (re)aprende, desenvolvendo-se pessoal e profissionalmente, levando-nos a questionar em que medida a supervisão e orientação da prática pedagógica potenciam a aprendizagem da docência e o desenvolvimento profissional? É esse o ponto de partida desta investigação.
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A supervisão pedagógica e a reflexividade docente

A supervisão pedagógica e a reflexividade docente

De acordo com Híks (1976) deve ser entendida como orientação profissional e assistência dadas por pessoas competentes em matéria de educação, quando e onde forem necessárias, visando o aperfeiçoamento da situação total ensino/aprendizagem. Já para Good (1979) a supervisão representa, todos os esforços de funcionários escolares regulares, cujo objetivo é favorecer a atuação dos professores e outros trabalhadores no melhoramento da educação, incluindo o estímulo ao progresso profissional e o desenvolvimento de professores, a seleção e revisão dos objetivos da educação, dos materiais e métodos de ensino bem como a avaliação da instrução. Um outro autor, Rangel o conceito de Supervisão é algo mais amplo que surge com a Supervisão Pedagógica e não só como supervisão escolar. Assim será: "um trabalho de assistência ao professor em forma de planeamento, acompanhamento, coordenação, controle, avaliação e atualização do desenvolvimento do processo ensino/aprendizagem" (1979, p.14).
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Supervisão pedagógica no ensino do português: da perspectiva transmissiva à perspectiva interpretativa

Supervisão pedagógica no ensino do português: da perspectiva transmissiva à perspectiva interpretativa

Alarcão (2001) defende a reconceptualização da Supervisão cujo objectivo passa a considerar ser “ o desenvolvimento qualitativo da organização escola e dos que nela realizam o seu trabalho de estudar, ensinar ou apoiar a função educativa, através de acções individuais e colectivas, incluindo a formação de novos agentes”. Considera que o supervisor, fruto desta reconceptualização, surge como um “líder ou facilitador” de uma escola enquanto comunidade que aprende. Para que estas comunidades possam manter em equilíbrio a tensão entre as forças opostas – liberdade individual dos profissionais e organização do sistema, a autora defende que os supervisores terão necessariamente de conhecer bem o “ pensamento institucional estratégico e saber estabelecer as relações entre reflexão, planificação, acção, avaliação e monitorização (Alarcão 2002).
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UNIVERSIDADE DA MADEIRA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM SUPERVISÃO PEDAGÓGICA

UNIVERSIDADE DA MADEIRA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM SUPERVISÃO PEDAGÓGICA

que: “ No 1º ciclo do ensino básico podem as escolas, de acordo com os discursos disponíveis, proporcionar a iniciação de uma língua estrangeira, na sua realização oral e num contexto [r]

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Quem é o professor do século XXI: um estudo de supervisão pedagógica no ensino do português

Quem é o professor do século XXI: um estudo de supervisão pedagógica no ensino do português

Alguns autores, como Kurtz (1983) ou Houston e Felder (1982), chegaram à conclusão que os professores principiantes sofrem com frequência de um isolamento emocional e profissional. Sentem que lhes são dadas demasiadas tarefas e os que já têm experiência não costumam oferecer auxílio. Parte-se do pressuposto que cabe ao professor orientador apoiar os mais novos que abraçam a profissão. Mas é também um pressuposto de que a formação de professores compreende um elemento fundamental que é a prática pedagógica e, nesse caso, o papel do supervisor é de fundamental importância. Não podemos esquecer que o processo de desenvolvimento dos professores reflecte-se no desenvolvimento dos seus alunos. Além disso, falar sobre a formação do professor passa, necessariamente, pela sua própria vontade, pela sua iniciativa, em suma, pela existência de motivação para o ser, o fazer, o saber fazer e o saber ser. E o curioso é que o processo de formação de professores apresenta-se como uma experiência vivida como aluno.
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O desenvolvimento da competência metalinguística na aprendizagem da língua estrangeira: um contributo de supervisão pedagógica

O desenvolvimento da competência metalinguística na aprendizagem da língua estrangeira: um contributo de supervisão pedagógica

Numa altura em que se fala tanto em professores reflexivos em sentido schoniano, dentro de uma escola que se pretende também ela reflexiva, e uma vez que somos avessos a rotinas, a desgastes, propomo-nos investigar e reflectir sobre as nossas práticas lectivas, e relembrando Zeichner (1993) interrogarmo-nos, constantemente, sobre algumas das razões da nossa prática pedagógica. Deste modo, sentir-nos-emos mais capacitados para, diariamente, enfrentarmos as situações sempre novas e diferentes com que nos deparamos, abonando uma melhoria no nosso grau de profissionalismo, com o fito de desenvolvermos ambientes de trabalho mais enriquecedores e intelectualmente mais estimulantes, atestando, assim, a integridade e o rigor com que trabalhamos.
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A Supervisão Pedagógica exercida pelas Estruturas de Gestão Intermédia e a sua influência nas práticas colaborativas dos docentes - Um Estudo de Caso

A Supervisão Pedagógica exercida pelas Estruturas de Gestão Intermédia e a sua influência nas práticas colaborativas dos docentes - Um Estudo de Caso

Alarcão (2002) defende que compete ao supervisor assumir um papel rejuvenescido, facilitando, liderando ou dinamizando comunidades de aprendentes no interior da escola e defende que o supervisor deverá conhecer o “(...) pensamento institucional estratégico e saber estabelecer as relações entre reflexão, planificação, acção, avaliação e monitorização” (p. 232). Deve estar imbuído do espírito que caracteriza a organização e possuir uma visão crítica sobre o seu funcionamento. Deve ter a capacidade de refletir, intervir planificadamente e avaliar os resultados das ações empreendidas. Deve ser um profissional comprometido com o futuro da instituição em que atua e para o concretizar mobiliza os seus pares. O supervisor surge-nos assim como alguém cuja função é extremamente rica de conteúdo, revestindo-se de várias formas: liderança, organização e coordenação, formação, promoção da reflexão coletiva acerca dos caminhos que vão sendo seguidos pela própria instituição. Trata- se de um protagonista da vida escolar que precisa de compreender profundamente o seu funcionamento, a fim de detetar possibilidades de intervenção que induzam ou potenciem o seu desenvolvimento. O supervisor é alguém que comunga da visão de futuro traçada para a escola e concretizada no seu Projeto Educativo e que colabora com a sua implementação. Nesse sentido promove processos de formação, de reflexão, de investigação, de gestão de pessoas e de grupos, de avaliação. É um líder que dinamiza, incentiva, coopera, coordena ao serviço da qualificação e do desenvolvimento dos vários profissionais e da própria escola. As funções supervisivas detêm uma função de tal forma importante no seio das organizações que se advoga mesmo que todos os profissionais que desempenham cargos de liderança e de gestão intermédia ou mesmo gestão de topo, desempenhem, no seu exercício, funções de supervisão.
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UNIVERSIDADE DA MADEIRA MESTRADO EM SUPERVISÃO PEDAGÓGICA

UNIVERSIDADE DA MADEIRA MESTRADO EM SUPERVISÃO PEDAGÓGICA

As questões ligadas à aprendizagem na perspectiva de Piaget, Vigotsky e Ausubel já foram tratadas anteriormente. Elas serão aqui, de alguma forma recordadas, com o objectivo de facilitar as abordagens às questões ligadas à formação e à supervisão de professores. Na perspectiva de Marques (1999), a inteligência é vista por Piaget como a totalidade das estruturas de que dispõe um organismo num determinado período do seu desenvolvimento. Na interacção sujeito- objecto, ocorrem dois processos, a assimilação e a acomodação, que correspondem à função passiva e à função activa da inteligência. Piaget considera que o desenvolvimento cognitivo provém da adaptação da criança ao ambiente, mas chama a atenção para o facto dessa adaptação não ser passiva. Acontece precisamente o contrário, a criança age sobre o ambiente e modifica-o. Vigotsky, por seu turno, admite que o desenvolvimento cognitivo é um processo desencadeado a dois níveis: o primeiro é o nível efectivo dos conhecimentos adquiridos, e o segundo é o nível potencial de conhecimentos, que são os que, embora ainda não adquiridos, o aluno está em condições de adquirir, com a ajuda do professor. Também na linha construtivista, Ausubel desenvolveu a teoria da aprendizagem significativa. A estrutura cognitiva surge como uma variável importante e decisiva de toda a nova aprendizagem. Ela modifica-se e afecta os novos conhecimentos.
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Relatório de Estágio Profissional   Carina Antunes

Relatório de Estágio Profissional Carina Antunes

Desta forma, o Estágio Profissional e a orientação presenteada pelos docentes do grupo de supervisão pedagógica, nas reuniões de reflexão e de avaliação, foram imprescindíveis para a [r]

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 O Papel do Supervisor Pedagógico no Processo de Inclusão de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais: Uma Pesquisa Colaborativa

O Papel do Supervisor Pedagógico no Processo de Inclusão de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais: Uma Pesquisa Colaborativa

Eu, Josiane Rodrigues Barbosa Vioto, RG: 7099748-7 SSP-Pr, aluna do Programa de Mestrado em Educação da Universidade Estadual de Londrina, gostaria de pedir autorização para realização da pesquisa “O papel do Supervisor Pedagógico em relação ao paradigma da educação inclusiva: uma pesquisa colaborativa”, cujo objetivo é: desenvolver um processo de intervenção por meio de pesquisa colaborativa junto à supervisão pedagógica de uma escola Municipal da cidade de Londrina que ofereça Ensino Fundamental I, com vistas a favorecer o processo de inclusão de alunos com NEE no ensino regular. A pesquisa será realizada em três fases: 1ª) Será realizado junto ao supervisor pedagógico participante da pesquisa, os professores que estejam trabalhando em salas inclusivas e o professor de sala de recursos observações em relação o levantamento dos seus conhecimentos acerca do processo de inclusão de alunos com NEE e suas necessidades de formação, bem como das condições necessárias para incluir os referidos alunos. Nesta fase também realizaremos observações no contexto escolar, nas salas de aulas que tenham alunos com NEE; 2ª) Serão desenvolvidos procedimentos de intervenção baseados na pesquisa colaborativa, tais como: ciclos de estudos sobre o processo de inclusão educacional; análises reflexivas sobre as práticas dos participantes relacionadas ao processo de inclusão dos alunos com NEE e participação da pesquisadora no contexto educacional auxiliando o supervisor pedagógico em relação aos procedimentos destinados a inclusão dos alunos com NEE. 3ª) Será realizada uma entrevista junto a supervisora pedagógica com o objetivo de avaliar os procedimentos desenvolvidos. Gostaria de esclarecer que a participação dos colaboradores será totalmente voluntária, podendo recusar-se a participar, ou mesmo desistir a qualquer momento, sem que isto acarrete qualquer ônus ou prejuízo. Informamos ainda que as informações serão utilizadas somente para os fins desta pesquisa e serão tratadas com o mais absoluto sigilo e confidencialidade, de modo a preservar a identidade e a imagem dos colaboradores. Os benefícios esperados são contribuir para o progresso científico da área pesquisada, bem como, contribuir com análises acerca do trabalho do supervisor pedagógico em relação à organização de escolas inclusivas.
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A Prática Pedagógica em escolas de aplicação na Província do Bengo-Angola

A Prática Pedagógica em escolas de aplicação na Província do Bengo-Angola

A motivação pelo tema e realização do presente estudo partiu da observação e experiência do investigador, enquanto docente da referida Instituição, ao observar as dificuldades que muitos alunos têm apresentado em cada ano letivo na Unidade Curricular de Práticas Pedagógicas, a resistência que se encontra na parceria com certas escolas de aplicação a nível do município do Dande para a realização das referidas práticas, o excessivo número de estudantes face ao reduzido número de supervisores. Ainda os vários desafios relativos a deslocação dos estudantes e alguns supervisores para escolas de aplicação disponíveis, a falta de recursos de ensino tecnológicos (projetores, computadores e internet eficiente), as condições das infraestruturas das escolas de aplicação (salas não climatizadas, bastante quente) que pouco contribui no bem estar e consequente aprendizagem dos alunos, a falta de formação em supervisão pedagógica por parte da maioria dos docentes de práticas, entre outros aspetos, despertou em nós o interesse em realizar o presente estudo, a fim de aprofundar e tentar compreender a real perceção dos implicados na Unidade Curricular, tanto ao nível dos estudantes, quanto ao dos supervisores.
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Contributo para uma formação contínua centrada nas necessidades dos professores do 1.º ciclo do ensino básico na área de Ciências da Natureza

Contributo para uma formação contínua centrada nas necessidades dos professores do 1.º ciclo do ensino básico na área de Ciências da Natureza

Este questionário faz parte de uma investigação no âmbito do Mestrado em Educação – Área de Especialização em Supervisão Pedagógica em Ensino das Ciências da Natureza. A investigação em causa tem por objectivos conhecer alguns aspectos relativos ao levantamento das necessidades de formação contínua dos professores do 1º CEB na área de Ciências da Natureza.

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LOGO : um meio para aprender geometria no 2º ano do 1º ciclo do ensino básico

LOGO : um meio para aprender geometria no 2º ano do 1º ciclo do ensino básico

Paula Alexandra Pereira da Silva, aluna do Curso de Mestrado em Supervisão Pedagógica em Ensino de Matemática, da Universidade do Minho, vem, por este meio, solicitar a sua [r]

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