taxonomia de objetivos educacionais

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Análise das provas do exame da OAB e do ENADE dos Cursos de Direito do ano de 2012 à luz da taxonomia dos objetivos educacionais de Benjamin Bloom

Análise das provas do exame da OAB e do ENADE dos Cursos de Direito do ano de 2012 à luz da taxonomia dos objetivos educacionais de Benjamin Bloom

A aprovaçã o no E xame da OA B é exigê ncia legalmente imposta a todos os bacharé is em direito que almejem exercer a advocacia. D esde a sua imposiçã o, ela foi alvo de diversas críticas acerca da sua legalidade, necessidade e, até mesmo, eficá cia. E nquanto guardiã da profissã o de advogado, a OA B , como já ocorre em outros países, utiliza uma prova como mecanismo para selecionar apenas os candidatos que demonstram o conhecimento, capacidade e habilidades indispensá veis ao exercício da advocacia. Por outro lado, a efetiva avaliaçã o do ensino superior, em toda a sua totalidade, é tarefa precipuamente executada pelo ME C atravé s do S INA E S , sendo o E NA D E o componente utilizado para a avaliaçã o dos estudantes. A presente pesquisa analisou as provas do E xame da OA B e do E NA D E à luz da taxonomia dos objetivos educacionais de B enjamin B loom, atravé s do mapeamento dos objetivos educacionais exigidos nesses testes aplicados no ano de 2012. Os dados obtidos indicaram que os E xames da OA B trabalham no nível da categoria do conhecimento, ao passo que o E NA D E explora mais a categoria imediatamente superior, a da compreensã o.
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Objetivos educacionais dos Cursos de Ciências Contábeis das Universidades Federais Brasileiras: um estudo sob a perspectiva da Taxonomia de Bloom

Objetivos educacionais dos Cursos de Ciências Contábeis das Universidades Federais Brasileiras: um estudo sob a perspectiva da Taxonomia de Bloom

2 apresentou um crescimento ao número de cursos, instituições e alunos (QUEIROZ et al., 2013). Especialmente no curso de ciências contábeis, este crescimento se iniciou por volta da década de 1990 com o redirecionamento educacional dado pela Lei de Diretrizes e Bases da LDBEN (1996) (LEAL et al., 2014; SANTOS, 2016). No entanto, que o marco para a evolução do ensino em contabilidade foi a Resolução diretrizes curriculares nacionais o superior de bacharel em ciências contábeis (MARRONI; RODRIGUES; a aprovação da Resolução CNE/CES 10/2004, as instituições passaram a elaborar o Projeto Político Pedagógico (PPP) do curso de forma a possibilitar ao estudante a nsão de questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e financeiras, em âmbito nacional e internacional e nos diferentes modelos de organização; oportunizando o domínio das responsabilidades funcionais envolvendo apurações, auditorias, perícias, arbitragens, noções de atividades atuariais e de quantificações de informações financeiras, patrimoniais e governamentais, com a plena utilização de inovações tecnológicas; e estimulando a analítico de avaliação, quanto às implicações organizacionais com o PPP elaborado pelas instituições de ensino superior também (CNE/CES nº 10/2004, Art. 2º § 1). um dos instrumentos existentes que pode auxiliar esse desenvolvimento nos cursos superiores é a taxonomia proposta por Bloom et al. (1956), desenvolvida para classificar os objetivos educacionais, facilitando o planejamento, a organização e o controle Esta tem sido amplamente utilizada para embasamento de estudos em diversas áreas do conhecimento.
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TAXONOMIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS

TAXONOMIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS

A aquisição de habilidades psicomotoras em cirurgia é o componente central dos programas de residência médica em Cirurgia Geral e Especialidades. Tornar o aprendizado mais efetivo é ponto basilar dos processos educacionais. Esse artigo retrata os aspectos das taxonomias educacionais e teorias de aprendizagem que podem ser envolvidas no treinamento da cirurgia. Entre as inúmeras taxonomias e teorias educacionais aplicáveis no aprendizado em cirurgia destacam-se: 1) Taxonomia de Dave- Hierarquização a ações que facilitam a aquisição de habilidades psicomotoras; 2) Teoria de Miller- Definição do passo a passo que facilita a aquisição das habilidades; 3) Teoria de Ericsson- Competência após a repetição da prática seguida de reforço sistemático; 4) Teoria de Vigotsky- Definição do papel do especialista no aprendizado; 5) Teoria de Boud, Schon e Ende- Importância da devolutiva (feedback) para alunos e professores. O conhecimento dessas ferramentas por professores e preceptores pode facilitar o aprendizado na cirurgia, em especial nas atividades mais complexas.
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Objetivos educacionais na pedagogia das humanidades médicas: taxonomias alternativas (campos de significado e competências).

Objetivos educacionais na pedagogia das humanidades médicas: taxonomias alternativas (campos de significado e competências).

Entretanto, é extensa a lista dos traços humanísticos que o médico deve exibir para ser considerado um bom profissional. Muitos desses traços podem, de fato, ser contemplados pela taxonomia de objetivos educacionais em algum de seus do- mínios. Por exemplo, os traços relacionados aos processos do pensar, que envolvem pensamento mais crítico e reflexivo, são enunciáveis como objetivos educacionais no domínio cogniti- vo. Os traços que envolvem valores e atitudes e sua percepção nos outros seres e nas sociedades podem ser expressos como objetivos no domínio afetivo.
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Artigo Taxonomia de Bloom

Artigo Taxonomia de Bloom

Resumo: A preparação para o ensino de uma disciplina de um curso universitário costuma começar com a definição dos seus conteúdos, os quais sã o derivados da ementa proveniente tomada do projeto político-pedagógico do Curso. Os conteúdos enumerados são organizados em uma sequencia considerada lógica. Planeja-se então um conjunto de ações, tais como aulas expositivas, laboratórios, entre outras, através das quais os conteúdos serão desenvolvidos. Considera-se a formação anterior do estudante, as disciplinas concomitantes e subsequentes, enfim, o contexto da disciplina no Curso, os objetivos específicos e gerais do ensino. Um conjunto de avaliações é também definido, como parte deste planejamento, associado às metodologias, técnicas e objetivos de ensino. Com este contexto, este trabalho se foca no aspecto do sequenciamento de conteúdos, das metodologias e técnicas de ensino em uma disciplina. Aplica-se, com este fim, a Taxonomia dos Objetivos Educacionais de Bloom, a qual estabelece uma estrutura hierárquica para o processo cognitivo. A importância desta hierarquização dos conhecimentos é a de uma maior consciência do professor quanto aos caminhos a serem adotados no processo de ensino.
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Análise do desempenho dos formandos em relação a objetivos educacionais da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, em duas estruturas curriculares distintas.

Análise do desempenho dos formandos em relação a objetivos educacionais da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, em duas estruturas curriculares distintas.

O processo de avaliação terminal permitiu estimar o grau de consecução de 17 dos 36 objetivos intermediários. Os da- dos obtidos de 1995 a 1997 permitem infe- rir que, na estrutura curricular anterior, ha- via ausência de domínio de seis destes obje- tivos, domínio parcial de outros oito objeti- vos e domínio completo de três objetivos intermediários. Na atual estrutura curri- cular, há, aparentemente, ausência de do- mínio de oito objetivos, domínio parcial de

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PLANO DE CURSO. NOME DA AÇÃO: Noções Básicas do Pacote Office Word, PowerPoint e Excel 2. OBJETIVOS EDUCACIONAIS DO EVENTO DE CAPACITAÇÃO

PLANO DE CURSO. NOME DA AÇÃO: Noções Básicas do Pacote Office Word, PowerPoint e Excel 2. OBJETIVOS EDUCACIONAIS DO EVENTO DE CAPACITAÇÃO

Calcular em uma tabela do Word Criar e desenhar uma tabela do Word Vincular documentos com o Excel Detectar tipos de quebras de seção Inserir, manipular e excluir seções Utilizar se[r]

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METAS E OBJETIVOS

METAS E OBJETIVOS

Na prática, o desafio do professor é identificar as metas/objetivos pelos quais o aluno vai iniciar o programa, ficar bem claro as razões pelas quais o aluno “deseja alcançar tais metas/objetivos”, este trabalho geralmente é feito pelo Avaliador Físico ou pelo próprio Personal Trainer e em seguida, relacionar os objetivos do professor, aqueles que irão nortear seu trabalho prático: seleção das modalidades de exercícios, métodos de treinamento, periodização do treinamento (construção teórica) e elaboração e aplicação prática (montagem da aula)
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Organização e objetivos

Organização e objetivos

A participação dos restaurantes aderentes no concurso de receitas para a resturação fica sujeita a inscrição, junto das entidades organizadoras (Associação Armalgarv[r]

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Apresentação. Objetivos

Apresentação. Objetivos

Trata-se de uma competição futebolística direccionada exclusivamente a equipas com jogadores com 35 ou mais anos de idade, podendo contudo, ser utilizados até 03 (três) atletas entre os 30 e 35 anos nos respectivos jogos. Pretendemos que esta Liga eleve ainda mais a qualidade e imagem das nossas equipas, dos nossos parceiros e sobretudo dos nossos eventos desportivos. Objetivos

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OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

 Reformular o sistema Citius para dar resposta às necessidades do novo modelo de organização judiciária, com a introdução de novas funcionalidades no sistema que[r]

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

 Consultórios equipados para atendimento de crianças/adolescentes – mesa, cadeiras (pelo menos 6), biombo, balança pediátrica, régua pediátrica, estadiômetro,orquidôme[r]

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O ensino de Sistemática e Taxonomia Biológica

O ensino de Sistemática e Taxonomia Biológica

A centralização da produção acadêmica no eixo Sul-Sudeste é tendência também detectada para todo o conjunto das pesquisas educacionais, caracterizando situação que reflete a desigualdade na distribuição do conjunto de programas de pós- graduação nas diferentes áreas, bem como reflete a própria desigualdade social e econômica entre as várias regiões brasileiras. Segundo o CNPq, por motivos relacionados a própria história do país, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste sofrem defasagem em termos de número de pesquisadores e no desenvolvimento da pós-graduação das universidades locais em relação às demais do país (TEIXEIRA; MEGID-NETO, 2017, p. 529).
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ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO CONCEITO DE TAXONOMIA

ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO CONCEITO DE TAXONOMIA

O termo taxonomia se origina do grego taxis (ordem) e nomos (lei, norma,) e foi usado pela primeira vez em 1735 com a publicação da versão inicial da obra Systema Naturae, pelo cientista e médico sueco Karl Von Linné, e assim se tornou conhecida como pertencente ao domínio da biologia. Durante o século XVIII, Linné classifi cou os seres vivos de acordo com suas características distintivas e os hierarquizou, dividindo-os em Reinos, fi los, classes, ordens, famílias, gêneros e espécies, que após algum tempo foram subdivididos. Sua classifi cação fi cou conhecida como “Taxonomia de Lineu”.
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Uma Taxonomia para Softwares 3D Interativos

Uma Taxonomia para Softwares 3D Interativos

Para conceber os J3D, foi necessário avaliar a abrangência e pertinência das atuais POB em relação às classes definidas pela taxonomia apresentada antes. Essa análise visava avaliar quantas e quais POB pre- cisariam ser adaptadas e/ou acrescentadas para que as POB resultantes fossem capazes de idealizar qualquer tipo de S3DI. As semelhanças dadas nos S3DI são in- teressantes nesse ponto, pois é possível, desse modo, criar uma estrutura com as mesmas perguntas para a maioria dos S3DI. Seguindo essa linha é possível per- ceber temas que já existiam na M2: área, cooperação, delimitação e quantidade de usuários. Deixando em aberto a criação de perguntas para os temas: narrativa, esforço do usuário, visão, visibilidade, disponibilida- de e caráter, como perguntas básicas que podem estar presentes a todos os S3DI. Porém, em certos pontos, os J3D possuem requisitos próprios excludentes den- tre os S3DI, como: atores, sequencialidade e modos de jogo. Essas características não abrangem S3DI dos
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Trajtax: uma taxonomia para o domínio de trajetórias.

Trajtax: uma taxonomia para o domínio de trajetórias.

O segundo passo para avaliar a taxonomia é a verificação se ela atende às condições de parada. Neste sentido, o critério objetivo da condição de parada escolhido nesta pesquisa é que cada dimensão seja única e que cada característica seja também única dentro da sua dimensão. Esse critério foi optado para garantir que as dimensões não fossem baseadas em informações repetidas. A taxonomia gerada está de acordo com o critério. Dado que, todas as dimensões geradas são únicas, assim como as características são únicas para cada dimensão. Uma vez que os critérios objetivos estão de acordo com o que foi proposto como critério de parada, é possível avaliar os critérios subjetivos. Os dois primeiros critérios subjetivos são que a taxonomia deve ser concisa, mas também deve ser robusta. Estes critérios são conflitantes e devem ser levados em consideração em paralelo para que haja um bom balanço entre eles. A taxonomia aqui proposta é sucinta de modo que as características presentes são facilmente visualizáveis, ainda assim, explica diferentes aspectos dos atributos. Em outras palavras, a taxonomia trabalhada não é simples demais, o que levaria a pouca explicação sobre os atributos, assim como não é complexa em demasia, o que levaria a contemplação de detalhes desnecessários.
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Taxonomia de Gymnopilus (Agaricales) no Brasil

Taxonomia de Gymnopilus (Agaricales) no Brasil

Este trabalho é importante em relação ao melhor conhecimento da riqueza de Gymnopilus no Brasil, que certamente possuem grande importância ecológica na degradação de substrato[r]

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Uma proposta de taxonomia para plataformas logísticas

Uma proposta de taxonomia para plataformas logísticas

A infraestrutura logística de uma região é composta por diversas instalações logística, dentre as quais destacam-se as plataformas logísticas, as quais são conhecidas por vários termos ao redor do mundo. Com o objetivo de propor-lhes uma taxonomia, este trabalho empreende uma análise de literatura a fim de identificar os diversos termos pelos quais as plataformas são conhecidas, bem como dos critérios pelos quais elas são classificadas. Em seguida, observa-se a influência desses critérios em áreas de concentrações de atividades logísticas em três estados brasileiros, bem como em plataformas logísticas existentes no Brasil. Observa-se que as plataformas se distinguem de acordo com a sua função e que essa, por sua vez, é caracterizada de acordo com três critérios preponderantes: os produtos transportados, o mercado atendido e a infraestrutura disponível. Ao fim apresenta-se uma taxonomia que categoriza as plataformas logísticas em cinco categorias, a depender da sua função: i) plataformas de commodities; ii) plataformas industriais; iii) plataformas portuárias; iv) plataformas de distribuição e v) plataformas de logística reversa. A taxonomia proposta condensa os diversos termos pelos quais as plataformas logísticas são conhecidas e consiste numa proposta de classificação que é, concomitantemente, genérica, abrangente e de fácil aplicação.
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Taxonomia de Corethrellidae (Diptera) do Brasil

Taxonomia de Corethrellidae (Diptera) do Brasil

Um desafio da taxonomia de Corethrellidae se encontra na interpretação dos caracteres morfológicos. É comum em diversos grupos de insetos o estudo da terminália dos machos, que geralmente fornece grande número de caracteres com valor taxonômico (MOULTON, 2017; CAPELLARI & AMORIM, 2009). Porém, em coretrelídeos, a terminália é muito simples e semelhante entre os membros da família, de modo que em algumas espécies os machos adultos sejam indistinguíveis (BORKENT, 2008). Por isso, boa parcela dos caracteres úteis na identificação das espécies é relativa a padrões de pigmentação no corpo e asas dos insetos. Isto pode ser e frequentemente é um problema, uma vez que a coloração é bastante dependente da subjetividade de quem analisa e também pode se alterar nos processos de preservação dos espécimes. É interessante, portanto, buscar novos caracteres morfológicos que sejam úteis para a sistemática do grupo e auxiliem na identificação das espécies e na reconstrução de sua filogenia.
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Filogenia e taxonomia de  (tunicata: ascidiacea)

Filogenia e taxonomia de (tunicata: ascidiacea)

Além dessa grande diversidade de formas encontrada, a própria taxonomia do grupo apresenta problemas. Muitas descrições são bastante incompletas, sendo baseadas apenas em poucos caracteres, como no caso de Ecteinascidia conklini Berrill, 1932 (Berrill 1932). Em outros casos, caracteres muito específicos acabam sendo usados como únicas fontes de identificação, criando complexos de espécies ou identificações equivocadas. Esse tipo de engano foi reconhecido recentemente para Phallusia nigra Savigny, 1816, cuja túnica escura e lisa considerada tão característica na realidade encobria três espécies: P. nigra, P. fumigata (Grube, 1864) e P. philippinensis Millar, 1975 (Vandepas et al. 2015). E há ainda casos em que a falta de registros históricos de uma determinada espécie para o local leva à criação de uma nova espécie sem que seja feita uma revisão detalhada da bibliografia já existente para o gênero ao redor do mundo. Esse foi o caso de Ascidia corelloides (Van Name, 1924), descrita como uma espécie caribenha que, ao ser comparada com espécimes provenientes do Japão e da Austrália, foi reconhecida como sinônimo menor de Ascidia archaia Sluiter, 1890 (Kott 1985). Essa grande dificuldade em identificar corretamente as espécies de Phlebobranchia pode ser facilmente notada pelo grande número de sinonimizações registradas ao longo dos tempos (http://www.marinespecies.org/).
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