Teatro romano - Lisboa (Portugal)

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A Cerâmica de tipo Kuass das escavações do Teatro Romano de Lisboa

A Cerâmica de tipo Kuass das escavações do Teatro Romano de Lisboa

Um dos exemplares de cerâmica de tipo Kuass recuperados na área do Teatro Romano de Lisboa corresponde claramente a um prato, ainda que a sua classificação exacta possa suscitar algumas dúvidas (Figura 7 e 8). A forma mais aproximada existente na tipologia de referência elaborada para as produções de tipo Kuass é a forma V, pos- sivelmente já inspirada no repertório da cerâmica campaniense, con- cretamente no tipo Lamboglia 36 (Niveau de Villedary y Mariñas 2003: 58-59). Contudo, o fragmento de Lisboa apresenta uma ligeira concavidade na parte superior do bordo que não coincide plenamente com esta morfologia. Outra possibilidade de classificação seria uma outra forma também inspirada ou influenciada pelos protótipos itáli- cos, concretamente nas produções napolitanas de campaniense do tipo Lamboglia 6. Neste caso, as principais divergências que se observam correspondem à existência, no âmbito destas produções de inspiração itálica (Lamboglia 1952; Morel 1981) e suas imitações gaditanas (Ni- veau de Villedary y Mariñas 2004), de um lábio mais desenvolvido e, de certa forma, moldurado.
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DO TEATRO GREGO AO TEATRO ROMANO DE LISBOA

DO TEATRO GREGO AO TEATRO ROMANO DE LISBOA

O Teatro romano de Lisboa parece testemunhar toda esta evolução do edifício do teatro antigo. Com efeito, foi construído ao modo grego, porque aproveitou o declive da colina para melhor se instalar. Uma observação do estado actual da cávea revela uma forte inclinação da mesma, resultante de uma difícil escavação do calcário fossilizado ali existente. Esta rocha ali mesmo forneceu material de construção para uma determinada fase do teatro, como pedras cantariadas em opus quadratum, pilares e, com posterior revestimento a estuque, colunas, capitéis e emolduramentos 13 . Como os teatros gregos, a
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As ânforas do teatro romano de Lisboa

As ânforas do teatro romano de Lisboa

A diminuição, face ao período precedente, das importações de preparados piscícolas béticos a partir dos finais do principado de Augusto parece estar, no caso concreto do teatro romano, directamente relacionada com a emergência das produções piscícolas lusitanas, que adquirem a partir de então uma expressão quantitativa bastante significativa. De facto, embora tal cenário não deixe de ser admissível numa perspectiva mais ampla, não se pode deixar de referir que em Santarém não se verifica análoga situação (Arruda, Viegas e Bargão, 2005 e 2006; Almeida, 2006). Embora as típicas ânforas piscícolas deste período - Dressel 7-11 - não alcancem o volume de importação que as Mañá C2 anteriormente alcançaram naquela cidade, elas são mais numerosas que as produções lusitanas mais precoces, estando presentes em proporções muito superiores às que se registam no teatro romano de Lisboa. Tendo em conta que os dados globais de Santarém têm uma representação quantitativa bastante superior aos do teatro, terá sempre que se olhar com precaução para o significado quantitativo do conjunto aqui em análise, sob pena de indevidamente se extrapolar para outros contextos uma realidade que, hipoteticamente, apenas aqui se verifica. De qualquer modo, não deixa de ser curioso que na intervenção da rua dos Bacalhoeiros (Fernandes et alii, 2006) se documente, também, uma superioridade numérica das ânforas lusitanas face às de origem bética, no que se refere aos recipientes piscícolas, em contextos do primeiro/inícios do segundo quartel do século I d.C..
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TEATRO ROMANO DE LISBOA: AS RUÍNAS E O SEU MUSEU OU COMO A ARQUEOLOGIA PROMOVE O DIÁLOGO EDUCACIONAL

TEATRO ROMANO DE LISBOA: AS RUÍNAS E O SEU MUSEU OU COMO A ARQUEOLOGIA PROMOVE O DIÁLOGO EDUCACIONAL

Passado um ano, o projeto de intervenção arqueológica será continuado por Irisalva Moita, então Conservadora dos Museus Municipais (Câmara Municipal de Lisboa), a qual não poupa esforços com vista à implementação, por parte da edilidade, de uma política de aquisição dos edifícios sobrepostos às ruínas do teatro romano (MOITA, 1970, p. 7-37). É também esta arqueóloga que continuará as escavações do teatro o que permitirá colocar à vista a parte principal das mesmas, concretamente a zona da orchestra (espaço semicircular destinado ao assento da elite citadina); parte do proscénio (o muro de separ ação entre o palco e a área destinada aos espectadores registado pela primeira vez por Francisco Xavier Fabri); o início das bancadas (situadas a norte do espaço e aproveitando o afloramento rochoso para a sua realização); e, a nascente, a parte inferior de um dos muros que delimitariam o aditus maximus (uma das duas entradas principais do teatro). Na mesma ocasião foi colocado a descoberto a parte inferior do palco, que mantinha ainda o seu revestimento original em opus signinum o que indica que esta área inferior ao palco (hyposcaenium) se destinava a ser impermeável.
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Estudo da Tecnologia de Produção dos Azulejos Hispano-Mouriscos Colecção de Azulejos Hispano-Mouriscos do Museu do Teatro Romano de Lisboa

Estudo da Tecnologia de Produção dos Azulejos Hispano-Mouriscos Colecção de Azulejos Hispano-Mouriscos do Museu do Teatro Romano de Lisboa

A análise física realizada na colecção de azulejos Hispano-Mouriscos de Lisboa, de contexto arqueológico, revelou-se importante para a obtenção de parâmetros físicos neste tipo de cerâmica, uma vez que na literatura as referências são muito escassas. No geral a colecção de azulejos Hispano-Mouriscos é diversificada nas suas características físicas, possuindo valores de porosidade aberta entre 30% e 42%(v/v), com uma distribuição de tamanho de raio de poros determinada por MIP entre 0,003 e 1 µm bimodal com a moda principal entre 0,2 e 0,3 µm e a secundária entre 0,01-0,03 µm. Os azulejos possuem densidades reais entre 2630-2800 (kg/m 3 ), densidade aparentes entre 1620-1920 (kg/m 3 ), coeficiente de absorção da água por capilaridade entre 1,5 e 6,1 (Kg/m 2 /h^ 1/2 ) um teor de absorção máximo de água de 16-26%(m/m) do seu peso. Não foi possível determinar através das amostras estudadas uma correlação entre as várias tipologias de azulejos Hispano-Mouriscos, as matérias-primas e tecnologia de produção usadas no corpo cerâmico dos azulejos em estudo. Obtiveram-se porém valores que permitem perceber melhor o comportamento destes azulejos quando expostos a determinadas condições ambientais como a presença de água e informação como a porosidade que pode ser futuramente utilizada em estudos que visem compreender melhor as suas técnicas de produção e possível alteração dos azulejos Hispano-Mouriscos.
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MRLS O teatro romano

MRLS O teatro romano

pavimentado com mosaicos de mármore cinzento e cor-de-rosa, da região de Sintra, como se pode ver na reconstrução da orquestra, e tinha a capacidade de cerca de 5000 espectadores. O edifício do teatro não tinha cobertura, mas hoje não se encontra a céu aberto; com o passar do tempo a cidade de Lisboa foi-se construindo em cima, o que dificulta a percepção do conjunto nos nossos dias. A sua construção foi edificada na encosta da colina do Castelo, ou colina de São Jorge, estando as bancadas dos espectadores defronte para o Tejo. Esta bela construção avistava-se perfeitamente, à distância, do estuário do Tejo e era um dos primeiros edifícios que os marinheiros, que os romanos e os estrangeiros viam, quando se aproximavam por mar da cidade de Lisboa, reconhecendo a partir de então que se encontravam já em território romano.
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Arraial Latino-Americano Um encontro de culturas na Lisboa das Festas Populares Maite Chaves Miller

Arraial Latino-Americano Um encontro de culturas na Lisboa das Festas Populares Maite Chaves Miller

RESPUESTA: Me parece que el concepto de una fiesta es particularmente novedoso en una sentido muy contemporáneo, porque ese tipo de encuentros son muy antiguos, siempre existieron, en todas nuestras culturas, en Europa particularmente en el proceso de la edad media existió un concepto similar que permitía no solamente el intercambio de opiniones sino también de carácter comercial. En esta ocasión la diversidad de comunidades que habitan Lisboa permite que ese tipo de encuentro se pueda realizar de una manera más extendida. Yo creo que sí es muy buena la iniciativa, que el concepto está muy bien planteado, pero tal vez lo que habría que revisar es el público al cual se quiere alcanzar, porque el concepto engloba tanto la idea del intercambio cultural, pero al mismo tiempo el público objetivo. El otro factor que me parece interesante es que en ese evento que se hizo se pudo conjugar diversas manifestaciones de la cultura de cada país, tanto sea de América del norte, central, el Caribe o del sur, porque la gente lleva su comida, el textil, manifestaciones artísticas como pintura, música o danza, ese tipo de cosas es una diversidad concentrada en un espacio que permite a una persona poder tener esa interpretación de lo que es hoy en día América Latina y el Caribe con sus diversas manifestaciones artísticas.
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As formas do Império Romano

As formas do Império Romano

No epigrama, o poeta personifica o próprio livro e o envia, na qualidade de salutator, para Gaio Júlio Próculo, rico patrono de Marcial. O epigrama indicia, muito sutilmente, ingredientes constitutivos do gê- nero do epigrama, ao mencionar Baco e Cibele; no entanto, o objetivo principal do poema, incorporando procedimentos elocutivos próprios do gênero epidítico, é saudar, louvar Próculo, que é dileto de Febo e das doutas Musas, por isso é homem culto e refinado que vê em Marcial, embora não seja dito diretamente no epigrama, um grande engenho: similis similibus, daí, também indiretamente, ser o poema elogio do próprio epigramatista. Além disso, com a écfrase, com a descrição do caminho que o libellus deve percorrer para encontrar seu patrono, o poeta perscruta as ruas, o emaranhado de templos e divindades que povoam a Urbs, dá conta por seu turno da grandiosidade da Cidade e, em função disso, se insere também no louvor, no culto ao princeps, quando, nos versos cinco e seis, alude às estátuas de Domiciano. Os templos mencio- nados pelo poeta, ainda que já prefigurem o olhar caleidoscópico do gênero epigramático, consequência da verdadeira cumulatio construída pelo poeta, que só pode ser apreendido metonimicamente, são índices de pietas romana, em que pese a referida amplificação das virtudes de Próculo e da divindade do summus dux, Domiciano. Ora, a piedade como índice do éthos do próprio cidadão romano, como tópos mesmo, já é explorada largamente por Virgílio na Eneida que a sintetiza amiúde na figura de Eneias, do pius Aeneas. É o epigrama agora elevado, pois não só incorpora matéria épica, mas sobretudo, como dissemos no início, emula, rivaliza com a epopeia. Compondo écfrase, não põe em cena o tempo breve, o hic et nunc da poesia lírica, da elegia amorosa e mesmo do gênero do epigrama, mas, sim, a Era, o tempo de longa duração, a aetas da poesia épica e da História. Marcial menciona, no início, o Aedes Castoris, o templo dos Dioscuri, os irmãos Castor e Pólux, situado nas proximidades do Fórum, cujo culto, segundo Tito Lívio, foi introduzido em Roma pelo ditador Aulo Postúmio após a batalha do lado Regilo, em 484 a.C.;. 8 faz referência ao Atrium
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Teatro em tempos/zonas de crise: uma perspectiva teórica

Teatro em tempos/zonas de crise: uma perspectiva teórica

3. Enquanto as batalhas irrompem, as pessoas pensam, primeiro, em sobre- viver. Se alguém pegasse uma arma automática e começasse a disparar balas nesta sala, a maioria de nós se esconderia. Ninguém improvisaria uma peça de teatro enquanto estivesse sob o fogo. E quando há extrema privação material – falta de água, comida, abrigo e medicamento – as pessoas pensam primeiro em adquirir esses elementos. Agora, tendo feito essas duas observações óbvias, quero questioná-las. Elas são realmente verdadeiras? Antes, durante e depois de batalhas, as pessoas rezam e performam rituais, esperando em Deus que so- breviverão. Esses não são trabalhos teatrais, mas são performances. E durantes as pausas na luta, os combatentes se divertem. Como mostra a pesquisa de An- nabelle Melzer, em recente artigo na Revista Theatre (2001), durante a I Guer- ra Mundial diferentes tipos de performance teatral aconteciam nas trincheiras. Carnificina, entretenimento e ritual não são práticas contraditórias.
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Publicações de teatro em 2010

Publicações de teatro em 2010

AA.VV., Teatro português do século XVI. I. Tomo II (Auto das capelas / Auto de D. Fernando / Auto dos Enanos / Farsa penada / Auto dos Sátiros), introd. e ed. José Camões, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Biblioteca de Autores Portugueses, 2010.

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O estupro no direito romano

O estupro no direito romano

64. Ars Am. 1,662-680. O poeta Públio Ovídio Naso nasceu no dia 24 de março de 43 a.C. e estudou retórica em Roma com Pórcio Latrão e Aurélio Fusco, os grandes mestres da época. Diferentemente dos demais poetas da primeira ge- ração do período de Augusto, muito centrados na guerra civil, Ovídio dedicou- -se a uma sociedade mundana e descuidada, voltada à busca de uma literatura que proporcionasse divertimento e sofisticação. Em 8 d.C., o poeta foi conde- nado por Augusto, recebendo a pena de exílio. Não é certa a causa da sua pu- nição, havendo três hipóteses: a) a sua obra Ars Amatoria teria um conteúdo transgressivo e contrário às diretivas da reforma moral implantada pelo impe- rador; b) o poeta teria colaborado com o adulterium da sobrinha de Augusto, Júlia Menor; c) uma outra obra, os Fastos, teria representado perigo para o im- pério, principalmente com a aplicação do relativismo do autor à ideologia do consenso. Cf. Picone, Romano & Gasti (2008, p.502-3).
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A FORMAÇÃO DO DIREITO PRIVADO EUROPEU E A TRADIÇÃO DO DIREITO ROMANO

A FORMAÇÃO DO DIREITO PRIVADO EUROPEU E A TRADIÇÃO DO DIREITO ROMANO

Deve-se mencionar, no entanto, que a doutrina do stare decisis está presente no Direito Romano - seguramente não de uma maneira expressa — em certa medida pela interpretação do ius respondendi. Isto se explica pelo fato de que a força jurídica das opiniões (responsa) dos jurisconsultos existe – de maneira implícita — no Direito Romano, exercendo uma certa influência sobre as sentenças futuras a serem pronunciadas.

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Nos Cristianismos Originários, a Postura de Paulo diante da Escravidão

Nos Cristianismos Originários, a Postura de Paulo diante da Escravidão

Paulo realizou pregações em todo este contexto do império romano, precisamente na cidade de Corinto onde a situação era mais grave, em que os escravos, suas mulheres e crianças não eram definidos como classe social, eram considerados objetos e não pessoas de decisões próprias, não podendo, ao menos, se casarem reconhecidamente pela sociedade romana, sendo certo que, muitas mulheres escravas eram utilizadas, pelos seus donos, como objetos sexuais.

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O teatro pós-dramático na escola

O teatro pós-dramático na escola

A poesia no espaço é também poesia do espaço oferecendo ao espectador a pos- sibilidade de cavar espaços de participação nesta espacialidade. Para tal, o encenador aproxima a cena do rito e o espaço do ritual. Narra ele que “o público ficará sentado no meio da sala, na parte de baixo, em cadeiras móveis que lhe permitirão seguir o espe- táculo que se desenrolará à sua volta. Com efeito, a ausência de palco, no sentido comum da palavra, convidará a ação a desenvolver-se nos quatro cantos da sala. (...) Além disso, no alto, correrão galerias por toda sala, (...) Essas galerias permitirão aos atores, toda vez que a ação exigir, caminhar de um ponto a outro da sala, e também que a ação se desenrole em todos os níveis e em todos os sentidos da perspectiva em altura e em profundidade. Um grito emitido num canto poderá se transmitir de boca em boca com amplificações e modulações sucessivas até o outro canto da sala. A ação romperá seu círculo, estenderá sua trajetória de nível em nível, de um ponto a outro, paroxismos nascerão de repente, acendendo-se como incêndios em pontos diferen- tes; e o caráter de ilusão verdadeira do espetáculo, assim como a influência direta e imediata da ação sobre o espectador; ”não serão palavras vazias”. Artaud especifica os espaços pelas ações dos sujeitos: as cadeiras giratórias servirão para a visão 360° do público, as galerias servem aos movimentos dos atores, a perspectiva em altura e profundidade servem para que, em locais diversos, aconteçam ações repentinas. Mu- dando a disposição espacial do palco e da platéia, colocando o espectador no meio da ação, recebendo estímulos (sonoros, visuais, espaciais) de modo a abrir-lhe a sensibili- dade para outras racionalidades, o encenador esvazia o lugar das identidades, promo- veria a desintegração do corpo que tem um nome próprio fazendo com que entre o teatro e a vida já não haja uma separação nítida.
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Pedro Lopes Pedro Romano

Pedro Lopes Pedro Romano

No entanto, os autores, enquanto Peritos Qualificados do Sistema de Certificação Energética, no âmbito do Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Ed[r]

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Pedro Romano Paulo Brito

Pedro Romano Paulo Brito

A segunda conclusão é de que a monitorização da variação, ao longo do tempo, do potencial de corrosão do aço da armadura e da sua resistência de polarização permitem perc[r]

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 GNR 274 João Romano

GNR 274 João Romano

Analisando ainda a temática da formação SIIOP e tendo presente de antemão que só recentemente o SIIOP foi implementado no CT Braga, sendo portanto a formação neste âmbito atual e ministrada diretamente pelo Gabinete SIIOP, considerou-se importante verificar se as respostas dos inquiridos desse CTer. à questão A5, diferiam dos demais. Recorrendo a uma tabulação cruzada realizada no SPSS (Tabela nº 24, Apêndice K) verificamos que a percentagem de inquiridos que consideram a formação SIIOP Muito Fraca ou Fraca é substancialmente mais baixa que os restantes CTer., cifrando-se nos 21,4%, contra por exemplo 30,4% do CT Coimbra e 64,3% do CT Lisboa. Esta diferença reflete-se nos outros parâmetros, com 67,9% dos inquiridos do CT Braga a considerarem a formação SIIOP Suficiente, a mais alta dos oito CTer., e 10,7% a considerarem a formação Boa ou Muito Boa, sendo este valor só suplantado por 13% dos inquiridos do CT Coimbra. Podemos concluir face aos números apresentados que a perceção dos inquiridos colocados no CT Braga sobre a formação ministrada no âmbito do SIIOP, é mais positiva, quando comparada com o restante dispositivo. A esta situação não será alheio o facto de, como apontamos, a formação e a implementação do SIIOP no CT Braga ser a mais recente do dispositivo territorial da GNR.
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Santos, Ana Sofia Romano dos

Santos, Ana Sofia Romano dos

Os estudos epidemiológicos permitem desenvolver uma melhor compreensão da complexidade da epidemiologia dos traumatismos dento-alveolares, dos factores de risco associ[r]

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