Tecendo saberes

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Tecendo saberes sobre plantas medicinais : um diálogo com a educação popular em saúde

Tecendo saberes sobre plantas medicinais : um diálogo com a educação popular em saúde

A educação popular surgiu na década de 1960, como uma nova forma de alfabetização de adultos. A mesma foi formulada em relações práticas e trouxe consigo ideias do próprio conhecimento como possibilidade de superar relações verticais, visando transformar o sujeito em um agente político e participante ativo na transformação do mundo. A educação popular tem ainda como uma de suas marcas acompanhar os movimentos de classe e grupos da sociedade os quais entendem que seu lugar na história não corresponde aos níveis de dignidade a que teriam direito. No campo da saúde, a educação popular em saúde pode ser descrita como um processo de formação e capacitação que ocorre dentro de uma perspectiva política de classe, que toma parte ou se vincula à ação organizada do povo para construir uma sociedade nova de acordo com seus interesses, que intensifique a participação popular radicalizando a perspectiva democratizante das políticas públicas em saúde. A extensão universitária é uma forma de interação que deve existir entre a universidade e a comunidade na qual ela está inserida, uma espécie de ponte permanente entre a universidade e os diversos setores da sociedade. O projeto Tecendo Saberes teve como objetivo difundir o conhecimento da população sobre as plantas medicinais e, por meio da troca de saberes, contribuir a médio e longo prazo para a implementação da fitoterapia no sistema único de saúde. As ações iniciais do projeto foram centradas na capacitação sobre plantas medicinais, cultivo, farmácia viva, sobre a extensão e o seu papel na comunidade. A metodologia empregada seguiu a lógica de oficinas, rodas de conversas e a aplicação de um questionário semiestruturado. Assim, foi possível fazer um delineamento entre o perfil de uso de plantas medicinais e a percepção dos usuários das Unidades Básicas de Saúde sobre as plantas. O Tecendo Saberes também ampliou o conhecimento popular sobre plantas medicinais entre os usuários, profissionais de saúde, como Agentes Comunitários de Saúde e estudantes.
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Tecendo saberes sobre plantas medicinais : a inserção da fitoterapia nas Unidades Básicas de Saúde de Aracaju e a implementação de hortos de plantas medicinais

Tecendo saberes sobre plantas medicinais : a inserção da fitoterapia nas Unidades Básicas de Saúde de Aracaju e a implementação de hortos de plantas medicinais

O Projeto Tecendo Saberes sobre Plantas Medicinais foi criando no ano de 2012, por iniciativa dos professores do Curso de Farmácia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Wellington Barros da Silva e Francilene Amaral da Silva em parceria com o Movimento Popular de Saúde (MOPS) e pactuado com a Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju, o projeto teve como objetivo principal a integração entre o saber popular e acadêmico por meio da troca de saberes sobre plantas medicinais entre usuários e profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre as ações previstas, preconizava a promoção do uso correto, a manipulação para obtenção de formulações caseiras e o cultivo em hortos de plantas medicinais nas UBS, nas residências dos usuários e nos CAPS. Para a realização das práticas extensionistas foram escolhidos os seguintes cenários de prática: UBS Augusto Franco, UBS Edézio Vieira, UBS Eunice Barbosa, UBS Manoel de Souza Pereira e o CAPS Jael Patrício de Lima.
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II Olimpíada Piauiense de Língua Portuguesa Tecendo Saberes do nosso povo

II Olimpíada Piauiense de Língua Portuguesa Tecendo Saberes do nosso povo

A II Olimpíada Piauiense de Língua Portuguesa - Tecendo saberes do nosso povo é uma iniciativa da Universidade Estadual do Piauí fundamentada com base na atuação de leitura e da escrita com o objetivo de promover a reflexão sobre a produção textual, aproximando-a da pluralidade dos saberes, ajustando o conhecimento do aluno com a relação pessoal e de inserção social para o agir no exercício da cidadania.

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Tecendo saberes, dizeres, fazeres em formação contínua de professores: uma perspectiva de educação inclusiva

Tecendo saberes, dizeres, fazeres em formação contínua de professores: uma perspectiva de educação inclusiva

Este trabalho revela o florescer do processo inclusivo em formação contínua de professores, na perspectiva de educação inclusiva e foi germinado no espaço experiencial da pesquisa- formação, tecendo saberes, dizeres, fazeres, entrelaçando os sentidos e significados das histórias de formação e experiência. A análise deste processo inclusivo em formação revelou a beleza da renda e o sabor do saber tecer a canção do viver vivente, do aprender aprendente vivido sob os acordes da narrativa da ciência. Nesse desafiar-se, a pesquisa-formação trabalhou com um grupo de oito professoras de oito escolas diferentes das redes estadual e municipal, do município de Aracaju, desenvolvendo no seu espaço experiencial o curso “A formação continua de professores na perspectiva inclusiva: a narração, a escuta e a dialogicidade”, caracterizado como curso de extensão, certificado pela Universidade Federal de Sergipe. O movimento do caminhar metodológico da pesquisa-formação desafiou as professoras a refletirem, investigando a complexidade do seu próprio conhecimento e experiência. Nesse sentido, a pesquisa-formação movimentou-se em três teceduras: a narração na escuta e compreensão de si; a dialogicidade na multiplicidade de vozes e a escrita narrativa do sentido existencial de ser. Projetar-se nessa perspectiva, implicou a pesquisa-formação caminhar sob os acordes da transdisciplinaridade, no reverso da objetividade que, ao ser instituída como critério de verdade, desconsiderou a subjetividade e deixou à margem na formação de professores, a compreensão do sentido ontológico de ser, que lhe revela e lhe representa, deixando um vazio na articulação da intertextualidade do conhecimento, omitindo, silenciando ou negando a presença que lhe faz presente. Isso exigiu o entrelaçamento dos fundamentos hermenêntico e fenomenológico da pesquisa-formação aos fundamentos da epistemologia do educar, no caminhar de possibilidades, na articulação inter-transdisciplinar. Como resultado da pesquisa, o estudo revelou novos eixos de compreensão e novos processos de formação no movimento de constituição da autonomia, apontando para um processo inclusivo em formação de professores, considerando que as professoras, nesse processo, autorizaram-se a narrar, a refletir a pensar e produzir conhecimento.
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Memória dos professores negros e negras da UNILAB: tecendo saberes e práxis antirracistas

Memória dos professores negros e negras da UNILAB: tecendo saberes e práxis antirracistas

eu participei das primeiras reuniões aqui no Ceará para a criação da UNILAB... certo... pelo movimento negro aonde pessoas diziam a gente não precisa desta universidade aqui... ela não vai contribuir com nada... e um grupo dizia não... se aqui foi o primeiro lugar de abolição nós temos direito a esta universidade...a gente vai ter de [...] mais uma vez com referência o que fizeram de ruim a este lugar o milagre tem obrigação de devolver com estudo... com educação... com experiência com intercâmbio, com tudo... eu participei das primeiras reuniões brigas de foice. E a gente em uma votação ganhou... a gente quer a UNILAB aqui... entendeu?. Então, muitas pessoas não tem noção de como isso nasceu... quer dizer... você sabe muito bem... deve saber que o Abdias do Nascimento... em oitenta e oito nos congressos do negro na América já dizia... “a gente precisa de uma universidade afro-brasileira... a gente precisa dizer que o que houve não foi miscigenação... foi massacre da cultura negra”... a gente precisa de um espaço para fortalecer ressignificar... e realmente se existe uma cultura ou modo de ser negro neste mundo... entendeu?... (Professora Esperança, informação verbal) Sem o compromisso com a cultura dos afro-brasileiros e com a educação antirracista, existe um risco da UNILAB não produzir práticas pedagógicas descolonizadoras e não promover sua vocação de tecer saberes e práxis sobre a diáspora e a ancestralidade. Se seus professores (as) não forem selecionados a partir de um compromisso com sua vocação não tem como garantir que seus
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Tecendo saberes sobre a formação inicial em literatura no curso de pedagogia: as vozes dos graduandos

Tecendo saberes sobre a formação inicial em literatura no curso de pedagogia: as vozes dos graduandos

procesa esa formación en la carrera de Pedagogía en tres universidades del estado de Rio Grande do Norte. Se entiende que el pedagogo, por el lugar que ocupa en el sistema educativo − como primer maestro de los niños − tiene, en su práctica pedagógica, la precedencia, con relación a los demás, en lo que se refiere a asumir la responsabilidad de mediar la iniciación de los niños en la práctica de la lectura literaria (AMARILHA, 2012). Desde los años 80 del siglo XX, se ha discutido, en Brasil, la cuestión de las prácticas de lectura en la escuela orientadas a la formación de estudiantes lectores. Sin embargo, lo que es escenario actual ha dejado en evidencia es una formación incipiente en que la literatura se muestra, todavía, como una actividad poco significativa (ZILBERMAN, 2003). Concibiendo la lectura de literatura como una posibilidad de formación humana (COMPAGNON, 2009), se propone, a partir de un estudio de la interfaz educación, literatura y formación del pedagogo, que se investigue el proceso de formación en literatura vivido por los estudiantes en la carrera de pedagogía de instituciones de Enseñanza Universitaria en el estado de Rio Grande do Norte. Mirando hacia esa dirección, se definen algunos direccionamientos teóricos. En el punto de partida, se asume la suposición de que la literatura educa (ZILBERMAN; SILVA, 1998; AMARILHA, 2012, 2013), revelándose un territorio transdisciplinario de posibilidades educativas que pueden realizarse por medio de la palabra actualizada en sus dimensiones formativa y estética, como medio de aumentar las expectativas del lector en su interacción con el texto (STIERLE, 1979; ISER, 1996). A esos saberes, se suman los postulados teóricos en que se establece una base para reflexionar sobre la lectura de literatura, como Cerrillo (2016); Chambers (2007); Larossa (2010); Iser (1996); Sartre (1999
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História e meio ambiente: tecendo saberes e repensando práticas na sala de aula

História e meio ambiente: tecendo saberes e repensando práticas na sala de aula

Considerei importante, mesmo com certa brevidade, esboçar uma leitura sobre a EA, visto a sua importância para compreender o contexto em que se inserem as novas proposições da UNESCO,[r]

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A DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR E A EXPANSÃO UNIVERSITÁRIA: TECENDO SABERES A PARTIR DAS VOZES DO PROFESSOR INICIANTE

A DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR E A EXPANSÃO UNIVERSITÁRIA: TECENDO SABERES A PARTIR DAS VOZES DO PROFESSOR INICIANTE

Esta pesquisa de mestrado tem como objetivo responder as seguintes questões: qual é o perfil dos professores nomeados no período de 2008 a 2011 na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)? Quais saberes envolvem a atuação desses docentes? Os programas de mestrado e doutorado por meio dos quais esses professores se formaram ofereceram, além da competência científica, a competência pedagógica para a atuação no ensino superior? Quais as dificuldades e potencialidades dos docentes no processo de ensino-aprendizagem? Desse modo, face ao grande número de professores que ingressaram na UFOP a partir do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), cujo projeto institucional expressa preocupação com a formação dos docentes para melhoria do processo de ensino-aprendizagem, este estudo tem como foco os professores nomeados durante este período, especificamente aqueles que se encontram no início da carreira docente. A metodologia utilizada baseou-se na abordagem quantitativa e qualitativa. Foram consultados os currículos lattes de 346 professores nomeados na UFOP durante o Reuni. Após a consulta, tabularam-se os dados e realizou-se uma análise estatística descritiva, traçando o perfil dos docentes e organizando-os por áreas do conhecimento e tempo de atuação docente. A partir desse levantamento do perfil docente, foram localizados 188 professores que se enquadravam na fase de entrada na carreira. Conforme classificação de Huberman (1992), considerou-se os primeiros quatro anos de carreira docente, em qualquer nível de ensino, como referência para delimitar os sujeitos dessa pesquisa. Dentre esses professores iniciantes, 11 foram selecionados para entrevistas semiestruturadas, cujos conteúdos transcritos foram analisados por meio do método de análise
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Tecendo saberes, articulando alianças: um estudo sobre a subjetividade contemporânea a partir das contribuições de Adorno e de Guattari

Tecendo saberes, articulando alianças: um estudo sobre a subjetividade contemporânea a partir das contribuições de Adorno e de Guattari

geral não deixa nunca de procurar impor a sua ordem ao particular, apresentando-se como única possibilidade. Abre-se, assim, a possibilidade de destruir a ilusão do pensamento [r]

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Anais do II Seminário Seminário Estadual PIBID do Paraná: tecendo saberes

Anais do II Seminário Seminário Estadual PIBID do Paraná: tecendo saberes

Ao percorrer a comunidade, acompanhados pelo coordenador e a supervisora do PIBID – moradora local – e selecionar e entrevistar lideranças locais envolvidas diretamente com as lutas e resistência na perspectiva do mundo do trabalho dessa comunidade, tivemos a oportunidade de estabelecer relação social de pesquisa com sujeitos sociais que se afirmam como pescadores artesanais num cotidiano de tensões e disputas territoriais em torno da categoria trabalho. Manifestam-se nesses relatos elementos identitários que compõe a realidade social e suas contradições, até então ausentes no discurso dominante sobre a Ilha, ao ignorar ou mesmo negar os sujeitos sociais e seus conflitos sociais. Porquanto, para construir a proposta de educação das ilhas torna-se tarefa imprescindível reconhecer os saberes tradicionais associados ao cotidiano do mundo do trabalho dos pescadores e pescadoras artesanais até então pouco presentes no currículo da área de Ciências Humanas I. Ou seja, a problematização do mundo do trabalho desse grupo social, possibilita “descobrir” sua identidade no limite das relações de conflito travadas com projetos heterônimos advindos de uma visão de mundo fundamentada no preservacionismo ambiental. Sobressaem das narrativas um cotidiano repleto de saberes e práticas tradicionais que indicam a persistência, resistência e inovações afirmadas pela identidade de pescador e pescadora artesanal.
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Tecendo saberes no Teia/UFV: práxis e extensão universitária

Tecendo saberes no Teia/UFV: práxis e extensão universitária

Eu conheci o Teia através do grupo Gengibre que é um grupo que trabalha com matizes da cultura afro-brasileira. Eu entrei, então, em 2012, e no início de 2012, logo que eu entrei para o Gengibre eu fui direto para o Teia também, ser bolsista Teia pelo Gengibre. Foi a partir daí que eu me inseri no projeto. Na verdade, desde 2011, eu tive contato com o professores logo na primeira semana de aula, eu tava fresca na universidade. Aí eles me falaram do Programa Teia e que eu poderia me inserir... O que me motivou também foi conhecer um pouco do histórico do trabalho do grupo... foi mais também por poder estar utilizando também dos espaços, e participando, assim, desses territórios, porque tem os trabalhos na Agroecologia e a partir daí também... para o lado artístico também, sabe?! Essa construção, essa conversa que a gente vem, que a gente tinha também com os indivíduos, com as comunidades rurais, era assim, mais um foco... de memória cultural. Eu entrei no Gengibre mais por isso: trazer essas relações, essas memórias culturais... de olhar pro lugar do fazer... de olhar pra trás, né?! E aí, o Gengibre trabalhava com isso também, sabe?! De pesquisar, de buscar esses saberes, esses conhecimentos e trazer pra arte, né?! Fazendo a conexão, assim, com o curso de dança também...
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Tecendo saberes, formando uma profissão: 70 anos da Revista Nrasileira de Rnfermagem.

Tecendo saberes, formando uma profissão: 70 anos da Revista Nrasileira de Rnfermagem.

Por essa razão, a diretoria da Revista Brasileira de Enfermagem (REBEn), após considerar as ponderações de alguns de seus membros e com a aquiescência, naturalmente, da direto[r]

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A escrita fora da escola: tecendo um imaginário discursivo

A escrita fora da escola: tecendo um imaginário discursivo

Também para ele, a leitura e a escrita caminham juntas, em um processo complementar, segundo o qual um número expressivo de práticas (representado na fala do sujeito pelo advérbio de [r]

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A formação do sujeito: Tecendo uma Compreensão

A formação do sujeito: Tecendo uma Compreensão

Na medida em que se entende que a relação do homem com o conhecimento não se dá exclusivamente por transmissão, mas que este também é construído nas e pelas relações sociais que se est[r]

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O gepedes na formação docente: tecendo perspectivas, saberes e reflexões / Gepedes in teaching training: weaking perspectives, knowledge and reflections

O gepedes na formação docente: tecendo perspectivas, saberes e reflexões / Gepedes in teaching training: weaking perspectives, knowledge and reflections

Nesta mesma linha, Severino (2008, p. 13) afirma que “na Universidade, a aprendizagem, a docência, a ensinagem, só serão significativas se forem sustentadas por uma permanente atividade de construção do conhecimento. Tanto quanto o aluno, o professor precisa da pesquisa para bem conduzir um ensino eficaz”. No processo de aprendizagem como construção do conhecimento, torna- se imprescindível estratégias de ensino em que experiências práticas de pesquisa sejam o caminho para o aprender qualitativo, criativo, crítico, inovador e transformador. Assim, o professor requer a pesquisa como mediação para o ensino e o aluno necessita da pesquisa para sua própria aprendizagem. Fomentados a partir das perspectivas teóricas acima, os grupos de estudos e pesquisas, bem como as ações de iniciação científica se constituem em importantes possibilidades para a aprendizagem significativa discente, fomentando bases acadêmicas, científicas, cultural, criativa, abrangente e multidimensional necessárias a uma promissora trajetória universitária, para o prosseguimento de estudos e o exercício do magistério. Entendendo a pesquisa como mediação do conhecimento e do ensino, o grupo GEPEDES, mediante suas práticas realizadas tem contribuído para fomentar entrelaçamentos e ressignificações de saberes, habilidades, competências, conhecimentos e percepções, de acordo com as falas a seguir:
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O tecido sintático Tecendo a manhã

O tecido sintático Tecendo a manhã

Segundo uma divisão convencional, circunscrita à orientação de uma gram ática da frase, quatro períodos estruturam o poem a, todos eles delim itados por uma pausa acentuada, definida [r]

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A voz do passado: tecendo possíveis

A voz do passado: tecendo possíveis

Tendo como pressuposição ao meu espírito estas reflexões de Benjamin acerca da alegoria como forma de representar a realidade experimentada por ele próprio, pelos poetas e literatos, u[r]

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Tecendo os misteriosos fios da cinefilia

Tecendo os misteriosos fios da cinefilia

Em “Entranced” (2015), Martin trabalha a noção de transe e a forma como esta é abordada pelo cinema, nomeadamente na sua distinção do inconsciente. 88 e 89), o autor sugere a as[r]

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