tecido biológico

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Análise da absorção e espalhamento óptico em phantoms de tecido biológico utilizando a técnica de imagem no domínio de frequência espacial

Análise da absorção e espalhamento óptico em phantoms de tecido biológico utilizando a técnica de imagem no domínio de frequência espacial

O intuito da técnica de SFDI é obter medidas quantitativas de absorção e espalhamento óptico por meio de modelos matemáticos de análise que são baseados na modulação espacial da luz. Com isso é possível estudar materiais e tecidos biológicos caracterizando-os com alta sensibilidade e resolução. Uma grande vantagem dessa técnica está principalmente no fato dela ser não invasiva, ou seja, não há necessidade de biopsia facilitando assim sua aplicação em tecidos biológicos, além de permitir caracterizar qualquer amostra semitransparente inclusive em sistema biológico in vivo (TARONI et al., 2009). Portanto, este trabalho tem o objetivo de investigar possíveis aplicações desta técnica em phantoms que simulam o tecido biológico.
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Análise da oxigenação do tecido biológico durante um exercício de força

Análise da oxigenação do tecido biológico durante um exercício de força

É importante, então, para que se entenda a demanda energética das regiões corticais de interesse, medir a oxigenação em regiões do córtex cerebral. Uma maneira de medir a oxigenação no córtex cerebral, bem como em outros tecidos biológicos, de forma não invasiva é através do uso de técnicas de espectroscopia óptica [11, 23, 30, 10, 27]. Em meios de propagação que espalham mais do que absorvem (como o tecido biológico), a radiação eletromagnética na região do infravermelho próximo (∼ 700-900 nm) se propaga de maneira difusiva, devido às interações que experimenta em sua trajetória, e parte da radiação incidida emerge do meio em estudo novamente. A partir da comparação da ra- diação incidente com a radiação detectada ou espalhada, pode-se obter as propriedades ópticas específicas do meio de propagação. Com essas propriedades é possível caracte- rizar a composição da amostra em análise quanto aos seus constituíntes. Esta técnica experimental é conhecida como Espectroscopia Óptica de Difusão (DOS). DOS traz con- sigo várias vantagens em relação a outras técnicas já usadas tanto no ambiente esportivo quanto no ambiente clínico, que são tipicamente de custo muito mais elevado, não são portáveis e não tem alta resolução temporal.
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UTILIZAÇÃO DE POLÍMEROS NA ENGENHARIA DE TECIDO BIOLÓGICO

UTILIZAÇÃO DE POLÍMEROS NA ENGENHARIA DE TECIDO BIOLÓGICO

Vários requisitos são identificados como cruciais para a produção de arcabouços para etb [9]. Deve possuir poros comunicantes de escala adequada para favorecer a integração do tecido e a vascularização, ser feita com materiais biodegradáveis ou bioabsorvíveis para que não haja rejeição do organismo, e que possa substituir o tecido danificado [10]. Existe uma química envolvida para o favorecimento da adesão celular, diferenciação e proliferação [11], com propriedades mecânicas adequadas para coincidir com o local pretendido de implantação e manejo [12], não podem induzir qualquer efeito adverso e ser facilmente fabricada em uma variedade de formas e tamanhos. Tendo esses requisitos em mente, diversos materiais podem ser sintetizados e fabricados em arcabouços.
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Projeto de um dispositivo para ensaio de cisalhamento simples em tecido biológico macio

Projeto de um dispositivo para ensaio de cisalhamento simples em tecido biológico macio

O módulo de elasticidade é um parâmetro mecânico que proporciona a medida da rigidez do material, ou seja, quanto maior o módulo, menor será a deformação elástica resultante[r]

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Utilização da fase para estimativa das propriedades ópticas absolutas do tecido biológico com espectroscopia óptica de difusão

Utilização da fase para estimativa das propriedades ópticas absolutas do tecido biológico com espectroscopia óptica de difusão

A técnica a ser utilizada é conhecida como espectroscopia óptica de difusão, ou simplesmente NIRS. A NIRS é uma técnica inofensiva, capaz de produzir informações sobre as mudanças das concentrações da hemoglobina (com e sem oxigênio) presentes no tecido quando este interage com a luz infravermelha. A técnica permite obter imagens do cérebro usando a luz infravermelha e permite reconstruir imagens topográficas dos tecidos a partir dos dados obtidos.

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Soldagem térmica de tecido biológico rico em colágeno (aorta porcina)

Soldagem térmica de tecido biológico rico em colágeno (aorta porcina)

Quanto ao entendimento do mecanismo envolvido na soldagem do tecido, algumas pistas foram obtidas durante os experimentos. Algumas observações oriundas dos experimentos levam a crer que a soldagem ocorre pela ocorrência de ligações químicas entre as fibras colágenas na interface das duas partes unidas, e não pela simples fusão do tecido e união pelo entrelaçamento destas fibras – mesmo porque as solda também foram realizadas em temperaturas abaixo da temperatura de fusão do tecido. Isso fica demonstrado pelas imagens obtidas no MEV, em que se vê fibras interligando as duas faces das bordas unidas, e o aspecto plano das borda, diferente do que se esperaria ver caso houvesse uma fusão do material naquela região.
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"Stimulate Mo" e proteção com Tecido "Não Tecido" no pré-enraizamento de mudas de mandioquinha-salsa

"Stimulate Mo" e proteção com Tecido "Não Tecido" no pré-enraizamento de mudas de mandioquinha-salsa

Propágulos de mandioquinha-salsa da cultivar “Amarela Comum” foram retirados da periferia das touceiras que completaram o ciclo vegetativo. Foram selecionados aqueles com massa de 10 a 15 g, cortados em bisel a 1,5 - 2,0 cm da base das folhas e submetidos ao tra- tamento de imersão por três minutos, em solução à base de hipoclorito de sódio a 10% (Brune et al., 1996). Posteriormen- te, os propágulos foram imersos por 30 minutos na solução de “Stimulate Mo”, nas seguintes doses: 1) testemunha (sem tratamento); 2) 2,5 ml/ L; 3) 5,0 ml/ L; 4) 7,5 ml/ L e 5) 10,0 ml/L. Os propágulos foram mantidos em condi- ções ambientais de laboratório por cin- co dias, para cicatrização do tecido cor- tado, e então transferidos para canteiros com 1 m de comprimento por 1,1 m de largura, no espaçamento de 0,05 x 0,05 m, com 56 mudas por parcela. Em se- guida os canteiros foram, ou não cober- tos com NT de 20 – 25 micras de espes- sura e massa de 17g/m², aplicado dire-
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Processos adaptativos do tecido muscular esqueletico e tecido conjuntivo : repercussões sobre a flexibilidade

Processos adaptativos do tecido muscular esqueletico e tecido conjuntivo : repercussões sobre a flexibilidade

Através do exercício físico, o sistema locomotor é funcionalmente estimulado e o tecido muscular esquelético provê a força muscular necessária para realização dos movimen[r]

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Estrutura e dinâmica do tecido ósseo

Estrutura e dinâmica do tecido ósseo

como a matriz de colagénio, forma uma malha tridimensional contínua, organizada em estruturas fibrilhares acompanhado de perto a disposição e arranjo característico das fibras de colagénio. Nesta organização encontram-se ainda fortes ligações intercristais capazes de assegurar e manter a estrutura fibrilar mesmo depois de destruído o suporte proteico. Assim, o osso não poderá mais ser considerado meramente como um material fibroso reforçado por cristais minerais, podendo talvez ser “olhado” como uma matriz mineral reforçada por fibras de colagénio, ou então como uma rede composta e interpenetrante de colagénio e fase mineral. Assim sendo, cada uma das fases poderia servir de molde para formação da outra. Este interessante arranjo supramolecular da fase mineral, apresentando uma disposição fibrilar dos cristais, em tudo semelhante à matriz colagénica, reflete uma íntima interação mineral/colagénio, conferindo, deste modo, a este tecido propriedades sui generis. Esta organização nunca se encontra nas hidroxiapatites sintéticas.
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Embalagem de tecido-não-tecido (TNT) para liberação de parasitoides Trichogramma spp. (hymenoptera: trichogrammatidae

Embalagem de tecido-não-tecido (TNT) para liberação de parasitoides Trichogramma spp. (hymenoptera: trichogrammatidae

Dentro do que preconiza o MIP, o controle biológico deve seguir procedimentos básicos sendo a introdução, a conservação e a multiplicação de importância considerável para o sucesso dos programas. Na introdução, o inimigo natural é inserido no local onde se encontra a praga. Nesse caso, é importante a realização de um levantamento prévio da biodiversidade local, pois se a inserção for realizada de maneira inadequada, pode ocorrer competição entre os organismos e perda da biodiversidade (BENNET, 1993; DUAN et al., 1997; BOMFIM et al., 2010). Na conservação ocorre manutenção do agroecossistema, tornando-o favorável ao desenvolvimento do inimigo natural para que ele consiga sobreviver e alcançar seus hospedeiros. Já na multiplicação, o produto final é a multiplicação dos inimigos naturais durante várias gerações, permitindo liberações constantes visando o controle da praga-alvo (PARRA et al., 2002).
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Arquivos do Instituto Biológico

Arquivos do Instituto Biológico

Prevalência de anticorpos contra a linfadenite caseosa em criações comerciais de ovinos no Distrito Federal, Arquivos do Instituto Biológico, São Paulo, v... Prevalência de anticorpos co[r]

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Produção do meloeiro submetido a diferentes manejos de água com o uso de manta de tecido não tecido.

Produção do meloeiro submetido a diferentes manejos de água com o uso de manta de tecido não tecido.

Valores seguidos de mesma letra nas colunas não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. LP= lâmina padrão; TNT= manta de tecido não tecido; PT= produtividade total; PC= produtividade comercial; PFR= porcentagem de frutos refugo; MMF= massa média de fruto; NFP= número de frutos por planta (means followed by the same letter in the column did not differ significantly from each other by the Tukey test at 5% of probability. LP= standard water amount; TNT= nonwoven row cover; PT= total yield; PC= commercial yield; PFR= percentage of cull fruit; MMF= fruit average mass; NFP= number of fruits per plant).
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MODO DE ENSACAMENTO DE TOMATE COM TECIDO-NÃO-TECIDO (TNT) NO MANEJO DA BROCA-PEQUENA-DO-FRUTO

MODO DE ENSACAMENTO DE TOMATE COM TECIDO-NÃO-TECIDO (TNT) NO MANEJO DA BROCA-PEQUENA-DO-FRUTO

O ensacamento foi efetuado nos três primeiros cachos por planta, a partir do momento que os primeiros frutos atingiram 20 mm de diâmetro para prevenir posturas. A cobertura dos cachos foi realizada com TNT (30 x 35 cm), conhecido como tecido-não-tecido, classificado na indústria têxtil como um tecido técnico, devido à sua ampla aplicação na agricultura e indústria em geral. As sacolas de TNT foram preparados com o auxílio de uma prensa elétrica. Dois tipos de sacolas foram confeccionados; uma com fundo fechado, que protege totalmente o cacho (Controle Negativo), e outra com fundo aberto, que permitia a observação do cacho. Em campo, as sacolas foram fixadas no pedúnculo do cacho, acima dos frutos, utilizando fita crepe. Na área sem sacola (Controle Positivo), foi realizado o manejo de broqueadores conforme calendário pré- estabelecido, no qual a cada três dias, empregava-se o uso de inseticidas específicos e recomendados para esses insetos.
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Os agremiados, os contribuintes e o tecido comercial.

Os agremiados, os contribuintes e o tecido comercial.

CONTRIBUINTES E O TECIDO COMERCIAL. OS GRÉMIOS DO COMÉRCIO DE BRAGA E GUIMARÃES, 1944-1955 Os grémios, organismos corporativos patronais, surgiram enquadrados no corporativismo e na sua organização, instituído pelo Estado Novo, como uma resposta política e económico- -social a uma situação de crise e com perigos à espreita (crise de 1929 e II Guerra Mundial), numa economia com vulnerabilidades estruturais. O regime instaurado defendia uma lógica de organização económica e social, privilegiando o interesse geral, através de uma harmonia entre os vários intervenientes do mercado, que o próprio Estado controlava. É neste contexto político-ideológico que surgem as corporações e os grémios, que iriam controlar as decisões económicas nacionais, constituindo os grémios (a par dos sindicatos nacionais, casas do povo e casas dos pescadores) a base da organização corporativa, tendo como principais funções a representação profissional e a defesa de categoria económica.
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Tratamento biológico da lixívia.

Tratamento biológico da lixívia.

TABELA 4.7 - f&Vl A'SEMANAL VÚS TESTES VE SpLIVOS SUSPENSOS, TOTAIS E VOLÁTEIS, EM mg/t, REALIZADOS VU PANTE A PRIMEIRA FASE... TABELA 4.8 - MÉDIA SEMANAL VOS TESTES VE VQO, EM [r]

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TECIDO LINFOIDE E ÓRGÃOS LINFOIDES

TECIDO LINFOIDE E ÓRGÃOS LINFOIDES

As formações linfoides subepiteliais consistem em aglomerados de tecido linfoide associados às mucosas (MALT, mucous-associated lymphoid tissue) dos vários tratos do organismo (principalmente o digestório e o respiratório). Nas mucosas, o tecido linfoide está representado principalmente por nódulos ou folículos linfoides (NL em 1) isolados ou em grupos maiores que se instalam no tecido conjuntivo da lâmina própria (LP em 1), imediatamente abaixo do epitélio de revestimento (Ep em 1), podendo se estender à região de submucosa (quando presente). O exemplo da fotomicrografia em 1 é um nódulo linfoide isolado na mucosa do esôfago.
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Efeitos da radioterapia no tecido ósseo.

Efeitos da radioterapia no tecido ósseo.

Assim como outros tecidos, o osso tam- bém está sujeito às ações da radiação, re- sultando numa grande dificuldade na capa- cidade de regeneração quando é lesiona- do (4,5) . Uma das alterações seria um distúr- bio no equilíbrio de atividades osteoblás- ticas e osteoclásticas, a favor de um pro- cesso destrutivo, podendo ser observada, também, uma diminuição do número de os- teócitos e de osteoblastos após a irradiação do tecido. As grandes alterações na matriz óssea após a irradiação são desenvolvidas lentamente, onde as mudanças iniciais são resultados de uma injúria ao sistema de remodelagem óssea, ou seja, os osteoblas- tos, osteócitos e osteoclastos. Os osteoblas- tos tendem a ser mais radiossensíveis que os osteoclastos, portanto, pode ocorrer um aumento da atividade da lise celular (6) . Com isso, o processo de formação de ma- triz óssea é paralisado, impedindo o pro- cesso de mineralização, o que pode levar a fraturas ósseas espontâneas e à osteorra- dionecrose (7–9) . As células endoteliais tam- bém são fortemente afetadas e a fibrose vascular resulta numa diminuição da vas- cularização, afetando a vitalidade do osso e das células medulares, tornando a área suscetível a uma infecção e necrose, mesmo após um pequeno trauma (5,9) . Por esse mo- tivo, as extrações dentárias são contra-in- dicadas num período de um ano após a ra- dioterapia (10) .
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O Aborto e o Transplante de Tecido Fetal

O Aborto e o Transplante de Tecido Fetal

A leitura da extensa bibliografia científica já existente sobre a utilização de tecidos de fetos abortados para a realização de transplantes dá-nos idéia sobre a grave turbulência que a matéria provoca na "alma" dos aticistas. Observa-se também que a maioria deles busca normalizações que dêem alívio aos seus sentimentos contrários ao aborto provocado, ou, então, contrários à retirada de tecido fetal. Chega-se, por exemplo, à situação de os que são contrários ao aborto provocado não aceitarem a divulgação dos benefícios dos aludidos transplantes, "para não atenuarem, sob um pretexto benemerente, os sentimentos de culpa das mulheres que quiseram praticar o aborto em si mesmas".
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O tecido sintático Tecendo a manhã

O tecido sintático Tecendo a manhã

Segundo uma divisão convencional, circunscrita à orientação de uma gram ática da frase, quatro períodos estruturam o poem a, todos eles delim itados por uma pausa acentuada, definida [r]

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TECIDO MUSCULAR NOVO

TECIDO MUSCULAR NOVO

tecido  muscular  é  composto  por  células  alongadas  (fibras  musculares)  que    possuem  no  seu  citoplasma  grande  quantidade  de  proteínas  filamentosas  contráteis  que  geram  a  força  de  contração  ao  utilizarem  ATP  como  energia.  As  células  musculares  são  de  origem  mesodérmica  e,  de  acordo  com  as  suas  características  morfológicas  e  funcionais, constituem três tipos de tecidos musculares:

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