Tempo de ruminação

Top PDF Tempo de ruminação:

Comportamento de vacas da raça holandesa em pastagem manejada sob princípios agroecológicos.

Comportamento de vacas da raça holandesa em pastagem manejada sob princípios agroecológicos.

O trabalho foi realizado na Universidade Federal de Santa Maria - RS, e teve como objetivo avaliar o comportamento de vacas em lactação da raça Holandesa em pastagem constituída por capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum.) e aveia preta (Avena strigosa). Foram feitas quatro avaliações (caracterizando o período hibernal) nos dias 12/06, 17/07, 25/08 e 14/09 do ano de 2002. Para cada avaliação foram usadas cinco vacas entre o 2º e o 5º mês de lactação. O registro de dados foi realizado das 18 às 6h e das 8 às 16h, a cada 10 minutos por dois observadores. Os parâmetros observados foram o tempo de pastejo de capim-elefante, pastejo da aveia, pastejo total (pastejo de capim-elefante mais aveia), ruminação e ócio. A maior intensidade de pastejo ocorreu após as ordenhas, a partir do amanhecer e do anoitecer. Foi verificada posteriormente uma diminuição, tanto durante o dia quanto a noite. O tempo de pastejo diurno foi maior que o noturno. A preferência inicial de pastejo diário foi para a aveia, tanto no início quanto ao final da utilização. O capim- elefante foi pastejado em todas as avaliações do período hibernal. O menor tempo de ruminação e o maior tempo de ócio ocorreram no 2 o pastejo devido à maior participação da
Mostrar mais

8 Ler mais

Comportamento ingestivo de bovinos mantidos em pastos de Brachiaria brizantha cv. Xaraés manejado em diferentes alturas de pastejo

Comportamento ingestivo de bovinos mantidos em pastos de Brachiaria brizantha cv. Xaraés manejado em diferentes alturas de pastejo

A cada 10 minutos, foram feitos registros das atividades de pastejo, ruminação e ócio e após realizou-se o somatório para encontrar o tempo despendido nas atividades durante as horas de observação. O tempo de pastejo representa o período em que o animal está ativamente apreendendo ou selecionando forragem. O tempo de ruminação é considerado como o período em que o animal não está pastejando, entretanto, está mastigando o bolo alimentar retornado do rúmen, observado pelo movimento da boca do animal. O tempo de ócio indica o período em que o animal não está pastejando, nem tampouco ruminando.
Mostrar mais

8 Ler mais

Aspectos metodológicos do comportamento ingestivo de bovinos em pastejo.

Aspectos metodológicos do comportamento ingestivo de bovinos em pastejo.

treinados, portando binóculos e posicionados em andaimes. Os dados, expressos em minutos, foram registrados como tempo de pastejo, tempo de ruminação e tempo de outras atividades, ao se observar e registrar instantaneamente as atividades dos quatro animais testers de cada unidade experimental. O tempo de pastejo foi considerada como o tempo gasto com as atividades de procura e colheita de forragem na pastagem, com o animal em atividade de ingestão. O tempo de ruminação foi considerado como o período em que o animal não está pastejando, mas está mastigando o bolo alimentar retornado do rúmen, caracterizado por movimentos mandibulares cíclicos e repetitivos, onde o animal normalmente encontra-se parado. Por outras atividades entende-se o período em que o animal não está pastejando nem ruminando e inclui os períodos de descanso e em que o animal está bebendo água, ingerindo sal, etc.
Mostrar mais

7 Ler mais

Comportamento ingestivo de novilhas leiteiras alimentadas com polpa cítrica em substituição ao feno de capim-tifton 85.

Comportamento ingestivo de novilhas leiteiras alimentadas com polpa cítrica em substituição ao feno de capim-tifton 85.

Em condições de alimentação não competitiva de ani- mais em confinamento, onde não há restrição à quantidade de alimento fornecido, o tempo de alimentação e ruminação é influenciado pelas características do alimento, principal- mente seu teor de parede celular. Segundo Welch (1982), o comportamento ingestivo do animal varia de acordo com as características do alimento, como recurso para manter o consumo de nutrientes e seu potencial produtivo. Esses autores observaram, no entanto, que esta capacidade adaptativa é limitada e que o aumento do fornecimento de fibra indigestível não incrementa o tempo de ruminação em mais de 8 ou 9 horas por dia. Dado & Allen (1995), em estudo com vacas leiteiras alimentadas com dietas formuladas com diferentes teores de FDN, com ou sem adição de material inerte, verificaram que os tempos gastos com alimentação, ruminação e mastigação aumentam com o incremento do teor de FDN da dieta e a com adição de material inerte, como conseqüência do maior número de mastigação total, de alimentação e ruminação por dia.
Mostrar mais

8 Ler mais

Comportamento ingestivo diurno de novilhos Nelore recebendo níveis crescentes de suplementação em pastejo de capim-braquiária.

Comportamento ingestivo diurno de novilhos Nelore recebendo níveis crescentes de suplementação em pastejo de capim-braquiária.

150 m. As atividades comportamentais foram consideradas mutuamente excludentes, conforme definição de Pardo et al. (2003). Para o registro do tempo gasto em cada uma das atividades descritas acima, os animais foram observados visualmente a cada 10 min (Silva et al., 2006a), por dois períodos de 12 h cada (Silva et al., 2005) realizados no mês de setembro de 2006. A média do número de mastigações merícicas por bolo ruminal (MBR), do tempo gasto para ruminação de cada bolo (TBR) e o número de bolos ruminados (NBR) no período diurno foram obtidos registrando-se com cronômetros digitais nove valores por animal, conforme metodologia descrita por Burger et al. (2000). O tempo de mastigação total (TMT) foi determinado pela soma entre o tempo de pastejo e o tempo de ruminação.
Mostrar mais

8 Ler mais

Comportamento alimentar de vacas Nelore e de seus bezerros puros ou mestiços.

Comportamento alimentar de vacas Nelore e de seus bezerros puros ou mestiços.

Resultados semelhantes foram relatados por Vargas Jr. (2003), que encontrou efeito dos dias de lactação, do grupo genético do bezerro e interação entre grupos genéticos e dias de lactação. A duração da ruminação depende da quantidade de material fibroso ingerido. Mesmo que as vacas aumentem seu tempo de pastejo tentando buscar mais alimentos, a qualidade da pastagem e a disponibilidade de matéria seca tendem a piorar, à medida que se avança em direção ao período seco do ano. Assim, o aumento no tempo de pastejo com os dias de lactação (Fig. 5), presumivelmente, foi acompanhado por uma redução do consumo, que redundou em menor tempo de ruminação (Fig. 6).
Mostrar mais

9 Ler mais

Intake and ingestive behavior of rams fed with increasing inclusions of babassu endocarp meal I in their diet (Orbignya spp.) Hemilly Cristina Menezes de SáI Iran BorgesI Gilberto de Lima Macedo Junior

Intake and ingestive behavior of rams fed with increasing inclusions of babassu endocarp meal I in their diet (Orbignya spp.) Hemilly Cristina Menezes de SáI Iran BorgesI Gilberto de Lima Macedo Junior

O comportamento ingestivo constitui- se uma ferramenta de grande importância na avaliação de novos ingredientes para as dietas, pois possibilita ajustar o manejo alimentar dos animais as características dos alimentos, levando em consideração aspectos importantes para a nutrição animal tais como motilidade do pré-estômago, tempo de ruminação e mastigação, obtendo com os dados coletados um melhor desempenho reduzindo custo de produção (FIGUEIREDO et al., 2013).

6 Ler mais

Regis Luis Missio2 , Ivan Luiz Brondani3 , Dari Celestino Alves Filho3 , Magali Floriano da Silveira4 , Leandro da Silva Freitas5 , João Restle6

Regis Luis Missio2 , Ivan Luiz Brondani3 , Dari Celestino Alves Filho3 , Magali Floriano da Silveira4 , Leandro da Silva Freitas5 , João Restle6

O tempo destinado à ruminação deitado e total diminuiu linearmente (P<0,05) com o incremento de concentrado na dieta (Tabela 4), devido, principalmente, à diminuição na ingestão de fibra em detergente neutro (Tabela 2). Segundo Arnold & Dudzinski (1978), o tempo que o animal disponibiliza para ruminação é diretamente relacionado com a qualidade e quantidade de alimento consumido. Van Soest et al. (1991) afirmaram que o tempo de ruminação é influenciado pela natureza da dieta e parece ser proporcional ao teor de parede celular dos volumosos. Resultado similar foi verificado por Polli et al. (1996), os quais afirmaram que bovinos apresentam maior tempo de ruminação para dietas contendo cana-de-açúcar do que para as que contêm silagem de milho. Segundo Beauchemin et al. (1994), existe relação inversa entre o tempo de alimentação e o tempo de ruminação.
Mostrar mais

8 Ler mais

Consumo de nutrientes e comportamento ingestivo de cordeiros da raça Santa Inês alimentados com rações com diferentes níveis de energia metabolizável.

Consumo de nutrientes e comportamento ingestivo de cordeiros da raça Santa Inês alimentados com rações com diferentes níveis de energia metabolizável.

O tempo de alimentação, expresso em hora/dia, diminuiu linearmente (P<0,05) com os níveis energéticos das rações experimentais (Tabela 4). Com relação ao tempo de ócio, observou-se aumento linear, no entanto, o tempo de ruminação não foi influenciado (P>0,05) pelos níveis de EM (Tabela 4). Estes resultados diferiram dos obtidos por Dulphy et al. (1980), os quais relataram decréscimo no tempo despendido no processo fisiológico de ruminação com o aumento da inclusão de concentrado na dieta. Assim como Macedo et al. (2007), ao incrementarem o teor de FDN na dieta de ovinos com a substituição da silagem de sorgo por bagaço de laranja (70,78; 60,23; 50,69 e 43,39% de FDN, para os
Mostrar mais

7 Ler mais

Comportamento ingestivo, consumo de forragem e desempenho de cabritas alimentadas com diferentes níveis de suplementação.

Comportamento ingestivo, consumo de forragem e desempenho de cabritas alimentadas com diferentes níveis de suplementação.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar as alterações no comportamento ingestivo, consumo diário de forragem e desempenho de cabritas alimentadas com diferentes níveis de suplementação, em pastagem de aveia‑preta (Avena strigosa, 'IAPAR 61'). Foram utilizadas 36 cabritas da raça Boer, com 10 meses de idade e peso médio inicial de 21 kg, que receberam suplementação alimentar com milho moído e farelo de soja a 0, 0,5, 1 e 1,5% do peso vivo, em pastejo de lotação contínua com taxa de lotação variável. Utilizou‑se o delineamento experimental de blocos ao acaso com três repetições. Foram avaliados: altura, taxa de acúmulo, massa, oferta e estrutura da pastagem; carga animal; ganho de peso individual e por área; e tempo de pastejo, ruminação e ócio (comportamento ingestivo); além do consumo de forragem. A suplementação diminuiu o consumo de forragem – 2,4, 1,45, 1,43 e 1,05% do peso vivo, nos tratamentos com 0, 0,5, 1 e 1,5%, respectivamente –, o tempo de pastejo diário e o ganho de peso individual. Os níveis de suplementação não alteraram o consumo total de matéria seca (forragem + concentrado) e nem o tempo de ruminação, mas aumentaram o tempo de ócio, o que permitiu maior desempenho dos animais por área.
Mostrar mais

8 Ler mais

Hábito de pastejo de vacas lactantes Holandês x Zebu em pastagens de Brachiaria brizantha e Brachiaria decumbens.

Hábito de pastejo de vacas lactantes Holandês x Zebu em pastagens de Brachiaria brizantha e Brachiaria decumbens.

Avaliou-se o comportamento ingestivo de pastejo de vacas leiteiras em pastagens de Brachiaria brizantha e Brachiaria decumbens, em sistema de lotação contínua com taxa de lotação variável. O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso, com os dois pastos representando os tratamentos, cada um com cinco repetições. O período experimental foi de 30 dias, sendo 20 para adaptação dos animais e 10 para avaliações, em número de três, com duração de 24h cada, em intervalos de cinco dias. O tempo de pastejo da Brachiaria brizantha foi menor, 10,82h, que o tempo de pastejo da Brachiaria decumbens, 12,86h. Comportamento oposto foi observado para o tempo de ruminação, 7,95 e 6,45h para os pastos de Brachiaria brizantha e Brachiaria decumbens, respectivamente. A quantidade de bocados por minuto foi menor na Brachiaria decumbens, 37,30, e maior na Brachiaria brizantha, 42,12. Houve adequação entre os tempos de pastejo, ruminação e taxa de bocados, de modo que o total de bocados e o tempo de ócio não foram diferentes entre os dois pastos.
Mostrar mais

7 Ler mais

Comportamento ingestivo de cordeiros e digestibilidade dos nutrientes de dietas contendo alta proporção de concentrado e diferentes fontes de fibra em detergente neutro.

Comportamento ingestivo de cordeiros e digestibilidade dos nutrientes de dietas contendo alta proporção de concentrado e diferentes fontes de fibra em detergente neutro.

O tempo de ruminação diferiu entre a dieta contendo 100% de concentrado e as demais. Entretanto, as médias de cada tratamento indicam que a dieta com 100% de concentrado promoveu maior tempo de ruminação (min/ dia e min/g FDN) em comparação àquelas contendo casca de soja (Tabela 2). O tempo de ruminação em min/g FDN foi influenciado (P<0,05) pelo teor e pela fonte de FDN, pois foi menor para as dietas que continham casca de soja. Essa alteração no comportamento ingestivo é ocasionada pelo tamanho de partículas, uma vez que as dietas contendo 14% de FDN apresentaram 63,5% e 56,7% de partículas maiores que 1,18 mm para o bagaço de cana in natura e casca de soja, respectivamente. O mesmo foi observado para as dietas contendo 18% de FDN, com valores de 61,5% e 53,8% de partículas maiores que 1,18 mm para bagaço in natura e casca de soja, respectivamente (Tabela 1). Segundo Mertens (1997), partículas de alimento menores que 1,18 mm passam pelo rúmen sem a necessidade de ruminação e esse é o tamanho mínimo para estimular a atividade de mastigação.
Mostrar mais

7 Ler mais

Comportamento ingestivo de novilhos sob suplementação em pastagens de capim-tanzânia sob diferentes intensidades de desfolhação.

Comportamento ingestivo de novilhos sob suplementação em pastagens de capim-tanzânia sob diferentes intensidades de desfolhação.

RESUMO - Avaliou-se o efeito da intensidade de desfolhação da forragem e da suplementação protéica ou energética sobre o comportamento ingestivo de bovinos de corte. Foram utilizados oito novilhos canulados no rúmen, além dos animais traçadores para pastejar o capim-tanzânia (Panicum maximum Jacq.), em um sistema rotacionado com ciclos de pastejo de 33 dias de descanso e três dias de ocupação. As intensidades de desfolhação pré-definidas foram 1.000 e 4.000 kg matéria seca verde/ha (kg MSV/ha). Os novilhos foram distribuídos em dois quadrados latinos 4 x 4 e separados em dois grupos iguais nos piquetes, onde receberam os suplementos: SS = sem suplementação; MMG = 2,24 kg/dia de milho moído grosso, peneira de 8 mm; MF = 2,24 kg/dia de milho floculado; FS = 0,80 kg/dia de farelo de soja. Em cada período de ocupação, o comportamento ingestivo dos animais foi avaliado durante 24 horas consecutivas com observações a cada 5 minutos durante o dia e a cada 15 minutos à noite. A suplementação reduziu somente o tempo de ruminação. Os tempos em pastejo (470,6 vs 354,3 minutos/dia) e ruminação (408,5 vs 319,1 minutos/dia) aumentaram, enquanto o tempo em ócio reduziu nos animais mantidos em pastagem com intensidade de desfolhação de 1.000 kg MSV/ha em comparação àqueles mantidos na intensidade de desfolhação de 4.000 kg MSV/ha. Não houve efeito significativo da suplementação ou da interação MSV × suplementação sobre o comportamento ingestivo dos animais. A intensidade de desfolhação da forragem, em comparação à prática de suplementação, exerceu efeito mais acentuado sobre o comportamento ingestivo de bovinos em pastejo.
Mostrar mais

8 Ler mais

Comportamento ingestivo de ovinos alimentados com rações contendo quatro níveis de inclusão do farelo de mamona.

Comportamento ingestivo de ovinos alimentados com rações contendo quatro níveis de inclusão do farelo de mamona.

Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de observar a influência de quatro níveis de substituição (0; 50; 75 ou 100%) do farelo de soja pelo farelo de mamona destoxificado em rações para ovinos mestiços ½ Morada Nova x ½ SPRD (sem padrão racial definido) sobre o seu comportamento ingestivo. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro tratamentos e cinco repetições. Os ovinos eram machos, inteiros, com peso corporal 18,01 ± 1,41 kg e idade média de 7 meses. Foram avaliadas atividades contínuas (tempo de alimentação, ruminação, outras atividades e ócio) e pontuais (consumo de sal, ingestão de água, micção e defecação), como também a eficiência de alimentação (EAL), eficiência de ruminação (ERU), tempo de alimentação (TAL), tempo de ruminação (TRU), tempo de mastigação total (TMT), número de bolos ruminais (BOL), tempo de mastigações merícicas por bolo ruminal (MM tb ) e número de mastigações merícicas por bolo ruminal (MM nb ). As variáveis tempo de alimentação, ruminação, outras atividades, ócio, consumo de sal e ingestão de água foram afetadas (P<0,05), especialmente o MM nb , que foi inferior para os animais alimentados com as rações com 100% de substituição, possivelmente pelo seu menor teor de fibra (oriundo da forragem), sendo possível a substituição total do farelo de soja pelo farelo de mamona destoxificado.
Mostrar mais

8 Ler mais

Interface (Botucatu)  vol.21 número63

Interface (Botucatu) vol.21 número63

Dando seguimento a seu projeto terapêutico singular e diante de sua afirmação de que precisava fazer um curso de informática, acompanhei Miranda a um outro CAPS que oferecia o tal curso; tratava-se de uma tentativa de aproximação de um entre-dois. Como o imponderável é constituinte da vida, naquele espaço, ele encontrou Paulo, com quem havia ficado institucionalizado em um hospital psiquiátrico por mais de 10 anos. Também inesperado era o fato de que eu também conhecia Paulo, pois ele participava das atividades de um grupo – um coletivo de criação –, do qual eu também fazia parte. Algo ali se passou para Miranda. Um entrecruzamento entre passado e presente. Um passado que nunca deixou de ser. Miranda foi convidado por Paulo (e não por mim) a participar desse grupo. Apareceu por lá e, continuamente, nos muitos encontros, afirmava a sua não existência – enquanto Paulo insistia em trazer à tona histórias do tempo em que estiveram institucionalizados juntos em um hospital psiquiátrico.
Mostrar mais

10 Ler mais

Padrões da distribuição nictemeral do comportamento ingestivo de vacas leiteiras, ao início e ao final da lactação, alimentadas com dieta à base de silagem de milho.

Padrões da distribuição nictemeral do comportamento ingestivo de vacas leiteiras, ao início e ao final da lactação, alimentadas com dieta à base de silagem de milho.

O tempo diário total de ruminação não variou entre os estádios de lactação (Tabela 1), o que concorda com os resultados obtidos por Costa (2000). A duração total da ruminação não aumenta na mesma proporção que o consumo e, em conseqüên- cia, as durações unitárias de ruminação e de mastigação da matéria seca ou da fibra em detergen- te neutro (FDN) (minutos de atividade/kg de matéria seca ou FDN) diminuem à medida que o nível de ingestão aumenta (Welch & Smith, 1969; Deswysen et al., 1987; Fischer, 1996). Entre as causas possíveis da redução das durações unitárias de ruminação e mastigação podem-se citar o aumento da eficiência do processo de trânsito das partículas da digesta do retículo-rúmen para o omaso ou um aumento do tamanho crítico de passagem das partículas pelo orifício retículo-omasal, como foi sugerido por Deswysen et al. (1987), ou maior eficiência na redu- ção de partículas por movimento mandibular (Bae et al., 1981; De Boever et al., 1990).
Mostrar mais

10 Ler mais

Avaliação bioeconômica de estratégias de suplementação de novilhos zebuínos mantidos em pastagens diferidas de capim-marandu no período seco.

Avaliação bioeconômica de estratégias de suplementação de novilhos zebuínos mantidos em pastagens diferidas de capim-marandu no período seco.

Como tempo de pastejo foi considerado o período no qual ocorreu a prática de apreensão da forragem pelo animal, incluindo pequenos deslocamentos. Os tempos de ruminação e ócio foram combinados, considerandoCse que não foi possível separar os dois tipos de comportamento devido à distância dos observadores e o ângulo do posicionamento dos animais, semelhante ao que foi realizado por Kilgour et al. (2012). O tempo de permanência no cocho foi considerado o tempo despendido no consumo de suplemento pelo animal e a sua permanência próxima ao cocho. Os outros comportamentos foram deslocamento e ingestão de água. O delineamento experimental adotado foi inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os dados foram submetidos à ANOVA e as médias comparadas pelo Teste de Tukey (P<0,05), utilizandoCse o Programa ASSISTAT.
Mostrar mais

13 Ler mais

Liderança e criatividade:  o papel da co-ruminação nos processos criativos

Liderança e criatividade: o papel da co-ruminação nos processos criativos

20 Por vezes, mesmo nas nossas relações pessoais, torna-se difícil estarmos a ouvir repetidamente o mesmo problema e, essas conversas que deveriam estar a ajudar, tornam-se desviantes. Existe uma grande diferença entre partilhar e co-ruminar mas, se estamos constantemente a falar dos mesmos problemas, e se esses problemas envolverem sentimentos de raiva, tristeza ou ódio, podemos estar a transmiti-los ao ouvinte, criando um mau ambiente. No tópico anterior (2.7.) já observámos que o controlo pode mediar a relação entre a liderança sombra e a criatividade, através da descrição detalhada dos objetivos e coordenação. A co-ruminação negativa poderá moderar também esta relação através do controlo. Ao falarmos com os nossos pares, sobre o contexto organizacional, podemos estar a importuná-los com ideias e assuntos desnecessários para o trabalho dos mesmos e assim estarmos a diminuir o seu desempenho e a aumentar o seu stress. Com o controlo laboral, poderá existir uma moderação desse tipo de exposição de problemas, o que faz com que o controlo tenha uma relação mais positiva com a criatividade.
Mostrar mais

59 Ler mais

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

As contradições e os equívocos do período das remoções, que vol- tou a ser exaltado na grande imprensa, são conhecidos. Bastaria dizer que o programa acabou realimentando o próprio crescimento das fa- velas. Isso porque, em um primeiro momento, a população da área ameaçada começou a inchar devido à chegada dos favelados de última hora, interessados em realizar o sonho da casa própria num dos con- juntos habitacionais construídos pelo Estado. Mais tarde, percebendo a possibilidade de ganhos financeiros, ocupantes das novas moradias sublocavam ou cediam os direitos de seu imóvel e voltavam para as favelas – assim como aqueles que não pagavam a prestação em dia e eram obrigados a abandonar as suas casas; ainda que tenham tido a vantagem de morar de graça por certo tempo (Valladares, 1980, p. 14-19). Não obstante, os moradores transferidos reproduziram, no plano horizontal, todas as formas de associação e todas as dificulda- des que existiam nas favelas de onde vieram. No caso da Cidade de Deus, acresceu-se ainda uma notável guerra de quadrilhas (Zaluar, 2007, p. 37). Entre 1962 e 1974, foram 80 favelas atingidas, 26.193 casas destruídas e 139.218 habitantes removidos. Em anos de ditadura
Mostrar mais

20 Ler mais

Show all 10000 documents...