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Variabilidade espacial do teor de água e sua influência na condutividade elétrica...

Variabilidade espacial do teor de água e sua influência na condutividade elétrica...

Numa segunda etapa da análise estatística, buscou-se a confirmação ou não da validade dessas medidas de posição ou dispersão, o que foi feito utilizando-se algumas das técnicas da análise exploratória de dados, aliada a uma descrição espacial dos conjuntos de variáveis obtidas (Isaaks & Srivastava, 1989). Apesar da qualidade da informação fornecida pela estatística descritiva, essa ignora a posição espacial de cada valor da variável. A visualização foi realizada para as variáveis de CE, teor de água e textura, utilizando o sistema de informação geográfica (SIG) dedicado à agricultura de precisão SSToolBox 3.4 (SST Development Group, Inc ® ). Esta etapa consiste na espacialização dos valores candidatos a discrepantes. Se os valores candidatos a discrepantes estiverem localizados de forma aglomerada ou em regiões conhecidamente diferenciadas, esses não são considerados discrepantes, mas, se não apresentaram nenhum indício de que fazem parte de uma região diferenciada, serão considerados discrepantes e removidos.
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Avaliação de sensor capacitivo para o monitoramento do teor de água do solo.

Avaliação de sensor capacitivo para o monitoramento do teor de água do solo.

RESUMO: Este trabalho teve como objetivo avaliar sensores capacitivos desenvolvidos para monitorar o teor de água do solo. Os sensores foram submetidos a testes para avaliar o efeito da temperatura, o tempo de resposta, obter a equação de calibração e determinar a sua sensibilidade. Foram analisados em diferentes situações (solo, água e ar) e temperaturas (25 °C; 20 °C; 15 °C; 10 °C; 5° C e 0 °C). A calibração foi efetuada com um dos sensores capacitivos instalado em uma coluna de solo (indeformada) contida em um tubo de PVC (0,015066 m³) e suspensa em um dos lados de uma balança de braços. Na outra extremidade da balança, havia uma célula de carga conectada a um sistema de aquisição de dados. Os resultados indicaram redução na frequência do sensor capacitivo com o aumento da temperatura. O sensor capacitivo apresentou alta velocidade de resposta (menos de um segundo) ao imergi-lo na água e às variações da quantidade de água na amostra de solo e detectou as mudanças de perda de água pela coluna de solo no decorrer deste experimento, apresentando maior sensibilidade à medida que se diminui o conteúdo de água no solo. Portanto, o sensor capacitivo pode ser utilizado para determinar o teor de água do solo de forma adequada.
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Condutividade elétrica e teor de água inicial das sementes de soja.

Condutividade elétrica e teor de água inicial das sementes de soja.

Dentre os fatores citados, o teor de água das se- mentes por ocasião da realização da condutividade elétrica é de extrema importância na padronização do método do teste, bem como na obtenção de resulta- dos uniformes entre laboratórios e dentro de um mesmo laboratório. Dependendo da espécie, da re- gião de produção, da época de colheita, da eficiência da secagem, e do ambiente, pode ser encontrada uma amplitude de variação muito grande entre os valores (Hampton et al., 1994).

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Estratégias de aeração de milho armazenado: temperatura e teor de água.

Estratégias de aeração de milho armazenado: temperatura e teor de água.

Analisando-se a Figura 7, observa-se que o teor de água dos grãos secos na primeira semana manteve-se constante, mas elevou-se no nono e no décimo quinto dia do ensaio. Esse reumedecimento ocorreu devido às condições meteorológicas, de alta umidade relativa e baixa temperatura do ar ambiente (Figura 2). A partir do décimo oitavo dia, o teor de água foi reduzido novamente até valores inferiores ao inicial. De modo geral, verificou-se, durante o armazenamento, a tendência de redução do teor de água desses grãos.
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Teor de água no substrato de crescimento e fotossíntese em laranjeira ‘Valência’.

Teor de água no substrato de crescimento e fotossíntese em laranjeira ‘Valência’.

A diminuição dos valores de g s , a despeito da manutenção daqueles de Ψ Ψ Ψ Ψ Ψ, nos primeiros dias de estresse, evidenciou que não houve relação direta en- tre ambas as variáveis. Por outro lado, isso parece mostrar que a variação em g s pode estar relacionada ao efeito direto da queda do teor de água no substrato sobre os estômatos. Em várias espécies, já se obser- vou que um dos fatores que controlam a resposta do estômato, no início do dessecamento do solo, está re- lacionado com a comunicação raiz-parte aérea, a qual informa a respeito do estado da água na região das raízes, independentemente do seu estado na folha (Jones & Rawson, 1979; Turner et al., 1985; Gollan et al., 1986a, b; Liang et al., 1997; Repellin et al., 1997; Sassaki et al., 1997; Sassaki & Machado, 1999).
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Propriedades mecânicas dos grãos de soja em função do teor de água.

Propriedades mecânicas dos grãos de soja em função do teor de água.

cisalhantes nos tecidos internos que, dependendo da direção do esforço aplicado, deverá ser requerida maior ou menor força para deformar o grão. Essas deformações causam ruptura dos cotilédones que apresentavam, inicialmente, acomodação celular definida (PETERSON et al., 1995). A partir dos dados de força de compressão, foram obtidos os módulos proporcionais de deformidade, os quais apresentaram o mesmo comportamento da força de compressão em função do teor de água.

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Teor de água, temperatura do ambiente e conservação de sementes de ipê-roxo.

Teor de água, temperatura do ambiente e conservação de sementes de ipê-roxo.

Os dados obtidos nos testes de vigor (Tabelas 3, 4 e 5), que apresentaram tendência similar à verificada na germinação, sugeriram que o teor de água mais elevado, na temperatura de armazenamento de 20 °C, conduziu intenso processo de deterioração, prejudicando, consequentemente, a conservação das sementes. Nesses mesmos quadros, verificou-se que as avaliações realizadas aos 270 dias de armazenamento apresentaram resultados inferiores aos obtidos nas avaliações de 180 e 360 dias. Tal fato pode ser justificado pelas temperaturas menos propícias à emergência de plântulas dessa espécie, registradas no mês de julho, durante a terceira avaliação (270 dias). Marcos Filho (2005) destacou que o processo de deterioração não ocorre de maneira uniforme nas partes da semente e que, por isso, a redução do vigor pode preceder qualquer alteração significativa da germinação. Entretanto, verificou-se que poucos estudos sobre conservação de ipês utilizam critérios de vigor associados aos de germinação na avaliação da qualidade fisiológica de sementes durante o armazenamento (SILVA et al., 2001; SOUZA et al., 2005).
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Influência do teor de água no comportamento de materiais de construção

Influência do teor de água no comportamento de materiais de construção

Por estas razões, negligenciar o transporte de vapor de água entre o ar e os materiais, pode levar a sérios erros em edifícios. No presente estudo pretende-se analisar o comportamento dos materiais de construção pela adsorção isotérmica. A análise da adsorção isotérmica representa um importante papel no estudo do comportamento dos materiais, especialmente na estimativa do teor de água e nos efeitos de histerese devido ao efeito adsorção-desadsorção. A maioria dos materiais são de natureza higroscópica e portanto com capacidade para libertar ou acumular humidade consoante as condições ambientais dos edifícios.
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Qualidade de cultivares de alface produzidos em hidroponia.

Qualidade de cultivares de alface produzidos em hidroponia.

Pode-se comparar a inferioridade da concentração de nutrientes recomendada pela solução Ueda com as demais soluções testadas (TABELA 1). Essa solução apresenta concentração de nutrientes muito baixa, o que levou a planta de alface a acumular alto percentual de massa de matéria seca (8,72%), fazendo com que vários componentes da composição centesimal (fibra, extrato etéreo e valor calórico) aumentassem consideravelmente, principalmente a fibra. A superioridade da solução Ueda se deve ao fato que as frações lipídicas, protéicas, a fibra e resíduo mineral são calculadas em função da massa de matéria seca total e a fração glicídicas pela diferença das anteriores mais o teor de água, bem como o valor calórico é calculado em função das frações protéica, lipídica e glicídica.
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Teste de deterioração controlada para avaliação do vigor de sementes de milho (Zea mays L.)

Teste de deterioração controlada para avaliação do vigor de sementes de milho (Zea mays L.)

O potencial de utilização do processo de envelhecimento da semente como medida de vigor foi verificado por Delouche & Baskin (1973) e Roberts (1973). De acordo com Powell (1995) a deterioração ou o envelhecimento, ocorre em menor período de tempo quando as sementes são armazenadas em condições de elevadas umidade e temperatura do ar; destacou, também, que o comportamento germinativo da semente, após um período de armazenamento a uma dada temperatura e umidade, será altamente reproduzível para qualquer lote. Para Delouche (1969), diferentes níveis de deterioração podem ser verificados em lotes com percentuais de germinação semelhantes; emprego de um método padronizado para a deterioração controlada da semente, utilizando altas temperaturas em sementes com elevado teor de água por um determinado período de tempo, poderia proporcionar distintos níveis de germinação entre os lotes e, assim, a discriminação dos mesmos em termos de vigor.
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Modelo numérico do transporte de nitrogênio no solo. Parte II: Reações biológicas durante a lixiviação.

Modelo numérico do transporte de nitrogênio no solo. Parte II: Reações biológicas durante a lixiviação.

As maiores taxas de redução de amônio ao longo do tem- po ocorreram quando o teor de água no solo foi equivalente à capacidade de campo (29% no solo muito argiloso e 22% no solo franco-argilo-arenoso) ou superior (Tabelas 2 e 3), independentemente do solo e da temperatura. Gomes et al. (1998), observaram que, ao aplicar sulfato de amônio em condições aeróbias no solo, o amônio foi totalmente trans- formado para a forma nítrica após 20 a 30 dias da sua apli- cação, diferente do observado neste experimento.

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Propriedades termodinâmicas de grãos de milho para diferentes teores de água de equilíbrio.

Propriedades termodinâmicas de grãos de milho para diferentes teores de água de equilíbrio.

3. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IFG), Rio Verde, GO, Brasil. E-mails: osvresende@yahoo.com.br, O estudo das propriedades termodinâmicas propor- ciona o conhecimento da afinidade do sorvente pela água e da espontaneidade do processo de sorção, sendo importante para projetar equipamentos de secagem. Este trabalho visou a determinar e avaliar as propriedades termodinâmicas, para diferentes teores de água de equilíbrio em grãos de milho, utilizando-se o método estático indireto. O experimento foi desenvolvido em Rio Verde (GO), utilizando-se grãos de milho da cultivar AG 7088, com teor inicial de água de 23,3% (base seca - b.s.), os quais foram submetidos a secagem (40ºC), até atingirem teor de água de 14,4% (b.s.). Concluiu- se que as propriedades termodinâmicas foram influenciadas pelo teor de água, o calor isostérico integral de dessorção aumentou com o decréscimo do teor de água de equilíbrio, o processo de dessorção do milho da cultivar AG 7088 foi controlado pela entalpia e a energia livre de Gibbs foi positiva para as temperaturas estudadas, com aumento ao longo do processo de dessorção, demonstrando ser um processo não espontâneo.
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Armazenamento de sementes de ipê-amarelo-do-brejo (Handroanthus umbellatus (Sond.) Mattos. Bignoniaceae).

Armazenamento de sementes de ipê-amarelo-do-brejo (Handroanthus umbellatus (Sond.) Mattos. Bignoniaceae).

A manutenção da viabilidade das sementes por meio do armazenamento, em condições de ambiente controlado, representa uma das linhas de pesquisa mais importantes para espécies florestais com sementes pouco longevas como as das espécies do gênero Handroanthus . Nesse trabalho procurou-se identificar o comportamento das sementes quanto à longevidade e à condição mais adequada para o armazenamento de sementes de Handroanthus umbellatus. As sementes foram secas até 6,3% de teor de água e submetidas aos seguintes tratamentos de armazenamento: acondicionamento em sacos de papel unifoliado (permeável) em condições não controladas de temperatura e umidade relativa de laboratório (testemunha) e multifoliados (semipermeável) nas temperaturas de -18ºC, 1ºC e 25 o C. As sementes armazenadas foram avaliadas
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Estabilidade temporal de medidas do teor e do potencial mátrico da água no solo em uma transeção.

Estabilidade temporal de medidas do teor e do potencial mátrico da água no solo em uma transeção.

profundidades, indicando que a correlação para alguns locais muda significativamente com o tempo. Embora alguns valores de r tenham sido baixos, todos os resultados apresentaram correlação significativa a 0,01 de significância (SAS, 1991), indicando a existência de estabilidade temporal forte nas posições com r próximo a 1. De outra forma, aplicando os limites unilaterais de r para o teste de correlação de Spearman (Campos, 1983), a interpretação seria mais seletiva, tendo em vista o limite crítico de 0,671 para significância de 0,01. Então, obter-se-ia uma redução significativa entre as correlações temporais, principalmente para as medidas de φ m . Neste caso, para o teor de água no
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STORAGE OF Handroanthus umbellatus SEEDS

STORAGE OF Handroanthus umbellatus SEEDS

A manutenção da viabilidade das sementes por meio do armazenamento, em condições de ambiente controlado, representa uma das linhas de pesquisa mais importantes para espécies florestais com sementes pouco longevas como as das espécies do gênero Handroanthus . Nesse trabalho procurou-se identificar o comportamento das sementes quanto à longevidade e à condição mais adequada para o armazenamento de sementes de Handroanthus umbellatus. As sementes foram secas até 6,3% de teor de água e submetidas aos seguintes tratamentos de armazenamento: acondicionamento em sacos de papel unifoliado (permeável) em condições não controladas de temperatura e umidade relativa de laboratório (testemunha) e multifoliados (semipermeável) nas temperaturas de -18ºC, 1ºC e 25 o C. As sementes armazenadas foram avaliadas
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Caracterização química e tecnológica das folhas, caules e planta inteira da Ipomoea pes-caprae (L.) R. Br., Convolvulaceae, como matéria-prima farmacêutica.

Caracterização química e tecnológica das folhas, caules e planta inteira da Ipomoea pes-caprae (L.) R. Br., Convolvulaceae, como matéria-prima farmacêutica.

RESUMO: Ipomoea pes-caprae (L.) R. Br., (Convolvulaceae), planta que ocorre abundantemente nas dunas do litoral é popularmente conhecida como “salsa-da-praia”, e usada na medicina popular devido às suas propriedades analgésica, antiinlamatória e cicatrizante. A partir das partes aéreas frescas foram desenvolvidos protocolos para o seu tratamento prévio e controle de qualidade, com o propósito de caracterizar a planta como matéria-prima farmacêutica. A perda por secagem mostrou que as folhas apresentam menor rendimento de matéria seca em relação aos caules, devido ao seu maior teor de água. A secagem e moagem teve por objetivo a manutenção da perda por dessecação abaixo do valor máximo permitido para drogas vegetais. As folhas e caules secos e moídos foram classiicados como pós grossos através da análise granulométrica por tamisação, e caracterizados segundo testes farmacopeicos para drogas vegetais. A determinação de cinzas indicou a presença de material inorgânico, possivelmente areia, associado ao habitat da espécie. O teor de extrativos solúveis em água foi maior nas folhas, seguido dos caules e proporcional na planta inteira, correlacionando-se ao teor de lavonoides totais. A cromatograia em camada delgada das soluções extrativas hidroetanólicas mostrou diferenças apenas com relação à intensidade das manchas, e indicação da presença de isoquercitrina, sendo mais evidente nas folhas.
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Isotermas e calor isostérico de sementes de Buchenavia capitata (Vahl) Eichler.

Isotermas e calor isostérico de sementes de Buchenavia capitata (Vahl) Eichler.

Nota-se que, para uma atividade de água constante, os valores do teor de água de equilíbrio higroscópico das sementes diminuíram com o aumento da temperatura (Figura 1), seguindo a mesma tendência da maioria dos produtos vegetais, como observado para isotermas de sorção de variedades chinesas de trigo (Triticum spp.) (LI et al., 2011), folhas e caule de erva-cidreira (Melissa officinalis L.) (ARGYROPOULOS et al., 2012), sementes de quiabo (Abelmoschus esculentus L.) (GONELI et al., 2010), milho (Zea mays L.) (SMANIOTTO et al., 2012), nabo forrageiro (Raphanus sativus L.) (SOUSA et al., 2013) e crambe (Crambe abyssinica hochst) (COSTA et al., 2013).
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Contração volumétrica e forma dos frutos de mamona durante a secagem.

Contração volumétrica e forma dos frutos de mamona durante a secagem.

A forma dos frutos de mamona é influenciada pela redução do teor de água, promovendo redução dos valores da esfericidade e circularidade com a redução do teor de água; as dimensões características (comprimento, largura e espessura) e o diâmetro geométrico médio dos frutos sofrem redução de suas magnitudes com a redução do teor de água; a redução do teor de água influencia a contração volumétrica unitária e da massa dos frutos de mamona, provocando redução de seus valores em 46,0 e 63,0%, respectivamente; o modelo polinomial, dentre aqueles testados, foi o que melhor representou os fenômenos da contração volumétrica da massa e unitária das sementes de mamona.
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Maturação fisiológica de sementes de quaresmeira.

Maturação fisiológica de sementes de quaresmeira.

O teor de água dos frutos (Figura 2) apresentou de- créscimos contínuos e progressivos, durante todas as épocas de colheita, que ficaram evidenciados principal- mente a partir da quarta colheita, 28 dias após a antese. Aos 105 dias, após a antese, os frutos ainda apresenta- vam teor de água de 51,8%; nesse ponto apresentavam coloração marrom-escuro e cinza, opaca, com o mesocarpo bastante verdolengo, e as sementes já ofe- reciam facilidade para serem removidas dos mesmos. Nas sementes, nas primeiras colheitas realizadas, quan- Tabela 1. Parâmetros físicos e morfológicos dos frutos e se-
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Qualidade fisiológica de sementes de arroz submetidas à radiação gama.

Qualidade fisiológica de sementes de arroz submetidas à radiação gama.

ácida, segundo metodologia descrita pela Association of Official Analytical Chemists - AOAC (1975), nos tecidos vegetais obtidos das sementes (zero dias) e das plântulas (sete e 14 dias após a semeadura). Terceiro ensaio: as sementes foram submetidas ao envelhecimento acelerado, segundo metodologia descrita pela AOSA (1983), e foram secas em estufa a 35ºC por 24 horas após o término do processo. O teor de água das sementes foi determinado antes e após secagem, de acordo com as Regras para Análises de Sementes – RAS (BRASIL, 1992). Após a secagem, as sementes foram submetidas às doses 0, 10, 25 e 50Gy de radiação gama.
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