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Teoria de agência e governança corporativa: os problemas dos sistemas de incentivos e monitoramento

Teoria de agência e governança corporativa: os problemas dos sistemas de incentivos e monitoramento

e somado às despesas de depreciação incorridas no período.. A racionalidade econômica dita que a distribuição de capital acionário de empresas aos seus executivos os [r]

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Rev. adm. contemp.  vol.21 número especial

Rev. adm. contemp. vol.21 número especial

O modelo de gestão pública adotado pelo Estado de Minas Gerais, conhecido como Choque de Gestão, foi implementado utilizando-se de um instrumento de pactuação de resultados, denominado Acordo de Resultados, que prevê possíveis recompensas para o alcance das metas pactuadas. Considerando o Acordo de Resultados e a premissa de que os agentes fazem ajustes ou mudanças nos indicadores de desempenho nele contidos para adequar interesses distintos daqueles inicialmente almejados, esta pesquisa buscou identificar os fatores organizacionais e ambientais que influenciam as alterações dos indicadores de desempenho na estrutura gerencial do governo mineiro, à luz da teoria de agência e da teoria da contingência. Para alcançar o objetivo proposto, realizou-se um estudo de caso contendo abordagem qualitativa, utilizando-se de análise documental, questionário e entrevistas semiestruturadas para a coleta de dados. As entrevistas realizadas foram analisadas por meio de análise de conteúdo. Os resultados encontrados evidenciam que as ferramentas gerenciais aportadas no Choque de Gestão apresentam-se insuficientes para blindar a estrutura gerencial do modelo de gestão diante de algumas pressões identificadas com base nas teorias citadas, desvirtuando o modelo inicialmente proposto e promovendo alterações nos indicadores.
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Conexões políticas das empresas por estruturas de propriedade: uma abordagem do Governo como acionista

Conexões políticas das empresas por estruturas de propriedade: uma abordagem do Governo como acionista

Com o crescente interesse da literatura econômica sobre o ativismo do Governo, per- cebe-se que, de maneira mais intensiva, este passa a influenciar a atividade produtiva e econômica no Brasil. Sob a integração de duas correntes teóricas, a teoria da estratégia política corporativa e a teoria de agência, este estudo procura discutir os efeitos das co- nexões políticas por meio da estrutura de propriedade e a presença do Governo como acionista. O objetivo principal deste ensaio teórico é discutir a relevância de estruturas de propriedade conectadas politicamente por meio de sua estrutura de propriedade, principalmente quando o Governo toma parte desta estrutura como acionista para a mensuração do desempenho econômico-financeiro, de mercado e alavancagem. En- tre as duas teorias analisadas, existe um ponto de convergência, que é quando o gover- no é personificado como acionista dentro de uma estrutura de propriedade, pois tanto a teoria de agência como a teoria de estratégia política corporativa tem suas premissa quando se trata da relação da empresa como o governo.
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Teoria da agência e franchising: evidência empírica para o caso brasileiro

Teoria da agência e franchising: evidência empírica para o caso brasileiro

Para conseguir captar este comportamento, criamos duas variáveis que refletissem a importância do esforço do agente no resultado do negócio. Na primeira temos o índice de produtividade por funcionário (ind_prod_func), onde divide-se o número médio de funcionários por unidade, pelo faturamento bruto médio. Esta variável serve de proxy para a importância do esforço dos funcionários no resultado das vendas, supondo-se que exista uma correlação entre produtividade e esforço. Desta forma, espera-se que quanto maior a produtividade, menor deve ser a taxa de royalties cobrada do franqueado para dar incentivos a este monitorar seus empregados. Do mesmo modo, como visto na teoria de agência, quanto mais importante o input do agente no resultado da unidade, maior o custo de monitoramento deste, o que implica que o percentual de unidades franqueadas deverá ser maior.
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Palavras-chave: Corporate Governance; Teoria da agência; Conflitos de agência;

Palavras-chave: Corporate Governance; Teoria da agência; Conflitos de agência;

As diversas fontes empíricas disponíveis vêm evidenciando que os custos de agência são uma realidade não negligenciável e que as práticas de expropriação dos acionistas pelos gestores são uma possibilidade não meramente teórica. Jensen e Meckling (1976) defendem que os custos de agência são tão reais como qualquer outro, estão associados à separação entre propriedade e controlo e explicam que a relação de agência é não-ótima e ineficiente. Ross (1973) e Jensen e Meckling (1976) mostram que os custos de agência dependem não só do grau de separação entre propriedade e controlo como da eficácia das medidas para os reduzir. Ainda que a existência de mecanismos de fiscalização assuma uma importância significativa, a sua eficácia depende da confiança dos investidores pelo que o custo e a disponibilidade do capital estão deles dependentes (Silva et al., 2006). Por sua vez, Jensen e Meckling (1976) defendem que quando os acionistas têm influência na gestão o investimento tende a ser maior e melhor, enquanto para Shleifer e Vishny (1997) a proteção legal que a maioria dos países dá aos acionistas é uma forma de minimizar os custos de agência, tal como o é a existência de grandes acionistas com influência no processo de tomada de decisão (Bebchuk, 1999; La Porta et al., 1999). Porém, o exercício da gestão está relacionado e muito dependente das práticas de CG uma vez que estas influenciam o desempenho da empresa. Quando o gestor é também acionista o nível de desempenho é maior (Sun & Li, 2014), decorrente da existência de uma relação consistente e positiva entre a performace e a existência de diretores com participação no capital (Bhagat & Bolton, 2008).
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RISCO REGULATÓRIO NO PROCESSO DE GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS: UM ESTUDO NO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA APÓS A IMPLANTAÇAO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº. 579, DE 11 DE SETEMBRO DE 2012 MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ATUARIAIS

RISCO REGULATÓRIO NO PROCESSO DE GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS: UM ESTUDO NO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA APÓS A IMPLANTAÇAO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº. 579, DE 11 DE SETEMBRO DE 2012 MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ATUARIAIS

utilizados para motivar os gerentes a agirem de acordo com os interesses dos acionistas, entre eles estão à ameaça de demissão, a ameaça de tomada de controle e a compensação administrativa. Entre os acionistas e os credores – Os credores emprestam recursos à empresa com taxas baseadas no risco dos ativos existentes na firma, nas expectativas referentes ao risco de futuras adições de ativos, na estrutura existente de capital da empresa (quantia de financiamento da dívida que ela utiliza) e nas expectativas referentes às mudanças da estrutura de capital. O conflito de agência surge quando, por exemplo, os acionistas juntamente com administradores assumem novos empreendimentos de risco muito maior do que o antecipado pelos credores, fazendo com que caia o valor da dívida a pagar. Se esses empreendimentos forem bem-sucedidos todos os benefícios irão para os acionistas, porque os credores obtêm apenas retorno fixo, por outro lado, se os empreendimentos não derem certo, os detentores dos bônus terão de partilhar as perdas. Da mesma forma, se a empresa aumentar seu uso da dívida em um esforço para expandir o retorno para os acionistas, o valor da dívida antiga aumentará, de forma que se tem outra situação do tipo ‘cara, eu ganho; coroa, você perde’. (ARRUDA et al, 2008, p.78).
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O Conselho de Administração ou a Carne é Fraca? O Dilema da BRF S.A.

O Conselho de Administração ou a Carne é Fraca? O Dilema da BRF S.A.

Após horas de uma análise fundamentalista, Marcelo chegou à conclusão de que deveria investir na BRF. Definiu a empresa como um ótimo investimento, levou em conta principalmente o perfil de seus executivos, disponibilizados pela própria companhia. Em teoria, tratava-se de uma ótima equipe, bem remunerada, alta- mente assessorada. Marcelo investiu, então, em fevereiro de 2017, todas as suas reservas de capital, comprando ações da BRF. Conforme seu depoimento: “Confirmei muitas informações que me fizeram apostar na BRF como a melhor companhia para investir meu dinheiro. Há uma pequena porcentagem, entre 10 e 12% de ações concen- tradas em apenas um acionista. O perfil dos conselheiros é, na grande maioria, com alguma formação nas áreas de Administração, Finanças ou Economia. Nos últimos 10 anos o valor da ação da companhia deu um salto da casa dos 10 reais para 70 reais. Acredito que, com a nova gestão, esse patamar possa ser alcançado novamente.”
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A agência a partir da Teoria Ator-Rede: reflexões e contribuições para as pesquisas em administração.

A agência a partir da Teoria Ator-Rede: reflexões e contribuições para as pesquisas em administração.

Nos casos empíricos, o filme-documentário e as costureiras são efeitos de suas redes de relações, da mesma forma que o equipamento de projeção e a máquina de bordado, assim como ambas as cooperativas das quais esses e outros não humanos e humanos participam. A forma que encontramos para “mostrar a agência dos não humanos” foi evidenciar (por meio das descrições e análises de pesquisa) suas rela- ções com os humanos e o quanto essas relações constituem um ao outro – o filme só se tornou filme quando pôde ser visto pelo público, o bordado só ganhou destaque depois de muito desgaste físico. A TAR ajuda, portanto, a atribuir as ações a um nú- mero maior de actantes, uma vez que a agência não está confinada nas pessoas, é distribuída. Todos esses elementos possuem capacidade de agir, e isso só é possível por intermédio de pesquisas que envolvam a participação do pesquisador no cotidiano de trabalho da organização, não para interferir de maneira intencional, mas para seguir suas ações e reações. A responsabilidade pelas ações fica dividida entre humanos e não humanos que recebem tratamento simétrico (LAW, 2003), bem como a sociedade e a natureza (LATOUR, 2000; 2001; LATOUR; WOOLGAR, 1997), os vencedores e os vencidos (LATOUR; WOOLGAR, 1997; LAW, 1992). Lembrando que a dicotomia entre sujeito e objeto dificulta entender os coletivos.
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Agência e estrutura nas práticas sociais de uso eficiente da energia: a construção social da eficiência energética no sector doméstico

Agência e estrutura nas práticas sociais de uso eficiente da energia: a construção social da eficiência energética no sector doméstico

Não obstante a sua omnipresença nos documentos e discursos políticos e técnicos e a sua presença no quotidiano das famílias através de um conjunto de medidas que, nas últimas décadas, têm sido implementadas no sentido de melhorar o desempenho energético no sector doméstico, tem-se observado um debate paralelo em que se apontam limitações ao conceito de eficiência. Para alguns autores, o conceito de eficiência energética é “uma forma de levar a que todos acreditem que a sociedade está a caminhar no bom sentido quando, de facto, o capital natural e social está a ser consumido e é uma muleta para aqueles que acreditam que a expansão industrial perpétua num planeta finito é possível e mesmo científica, moderna e justa” (Princen, 2005: 74). Se alargarmos um pouco o ângulo de análise, a promoção da eficiência no uso de recursos, que não apenas a energia, surge como “o enquadramento preferido dos políticos” para conceptualizar e agir em relação a grande parte dos problemas com que têm que lidar, entre eles o hoje omnipresente tema das alterações climáticas (Porrit, 2010: 212). Esta é uma abordagem que se enquadra numa corrente teórica designada Modernização Ecológica e que assenta, em larga medida, no pressuposto que a ciência e a tecnologia permitirão dar uma resposta capaz para encarar e resolver os problemas ambientais mais prementes que se colocam à humanidade no presente e com reflexos no futuro. Uma abordagem mais pormenorizada desta teoria será desenvolvida um pouco mais à frente neste trabalho, no âmbito da contextualização teórica. Contudo, fica para já a ideia que esta abordagem, por via da apologia da eficiência, é amplamente aceite enquanto enquadramento para decisões de quaisquer agentes sociais (políticos, empresariais, cidadãos), desde logo pela forma como se adapta, quase na perfeição, aos modelos dominantes de desenvolvimento seguidos pela larga maioria dos países a nível mundial. A ideia do crescimento contínuo, da legitimidade de novas expectativas e das formas de as satisfazer e que será possível, através da reengenharia da forma como lidamos com os recursos, sejam eles de que natureza forem, manter ou mesmo aumentar o nível actual de produção e consumo, surgem como elementos estruturantes dos modelos de desenvolvimento actuais (Porrit, 2010) onde o tema da eficiência energética se enquadra.
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Rev. Adm. Pública  vol.41 número1

Rev. Adm. Pública vol.41 número1

A teoria da agência no setor da saúde: o caso do relacionamento da Agên- cia Nacional de Saúde suplementar com as operadoras de planos de assistência supletiva no Brasil analisa o relacionamento entre os atores do mercado de as- sistência supletiva à saúde, tendo como base o referencial teórico da teoria da agência. Essa teoria possibilita a avaliação de conflitos de interesse que sur- gem num contexto de regulação: a ANS defende os usuários dos planos de saúde, que têm demandas divergentes das operadoras; estas têm poder de barganhar sobre fornecedores, que contestam decisões das empresas de pla- nos de saúde.
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Os determinantes da estrutura de capital das pequenas e médias empresas do setor da hotelaria

Os determinantes da estrutura de capital das pequenas e médias empresas do setor da hotelaria

21 valor estimado de B  0 . 63829 . Este resultado indica-nos que por cada unidade monetária de aumento do deficit financeiro, as PME aumentam o endividamento em 0.6389 unidades monetárias. Embora B não seja 1, não pode deixar de ser considerado um valor que nos indica que as PME se comportam, no que respeita às suas decisões de estrutura de capitais, na proximidade do previsto pela teoria da Pecking Order. Também é de realçar o facto de a constante não ser muito diferente de 0, obtendo-se um valor estimado de  0  0 . 0109 ,não sendo estatisticamente significativo. Estes resultados sugerem que as PME seguem a teoria da Pecking Order, dado que estas empresas recorrem ao endividamento para colmatar as suas necessidades de financiamento, na ausência de lucros retidos. Desta forma, os resultados obtidos não permitem rejeitar a Hipótese 1 anteriormente formulada.
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Reconhecimento tenso, acontecimento inaugural: na direção de outra comunicação

Reconhecimento tenso, acontecimento inaugural: na direção de outra comunicação

A internalização preserva a perda na psique, ao mesmo tempo em que a nega. A melancolia é um circuito produzido e faz parte, portanto, do funcionamento do poder regulador (idem, p. 158, grifo nosso). Para Butler, se a melancolia designa um âmbito de vinculações que não aparece explicitamente como objeto do discurso, então erode a operação de linguagem pela qual esta não apenas postula objetos, mas também os regula e normaliza ao postulá-los. Enquanto a melancolia parece ser, em princípio, uma forma de contenção, um modo de internalizar um vínculo que está excluído do mundo, também estabelece as condições psíquicas para ver que ‘o mundo’ se organiza de maneira contingente através de certo tipo de repúdios (idem, p.158). Essa dobra do sujeito sobre si, esse recolhimento ancorado em um repúdio, na medida em que faz com que o sujeito se constitua e ao mesmo tempo se sujeite ao poder está afetivamente carregada, e a economia libidinal e seu circuito de afetos precisam ser investigados para que a teoria social e política possa pensar a forma da agência pós-acontecimental (embora não se possa planejá-la), bem como entender o quadro dos afetos possíveis na potência de existência dada nas singularidades emergentes após a intensidade do acontecimento.
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Gestão do relacionamento entre franqueadores e franqueados e o grau de maturidade da rede: estudo comparativo de casos no segmento de alimentação no mercado brasileiro

Gestão do relacionamento entre franqueadores e franqueados e o grau de maturidade da rede: estudo comparativo de casos no segmento de alimentação no mercado brasileiro

Durante o referencial teórico, foram apresentados dados sobre este mercado, considerando a sua evolução, etapas de desenvolvimento, vantagens e desvantagens, boas práticas, diferenciais competitivos, modelos de gestão, além de especificar a sua legislação vigente, mostrando também a sua grande representatividade e relevância. Com base nas duas teorias apresentadas, pode ser identificada a visão positivista da teoria da agência nas redes estudadas, com a busca pelos resultados fazendo com que haja uma convergência entre o principal e o agente, franqueador e franqueado respectivamente, reduzindo com isso as possibilidades de conflitos entre eles, por mais que existam como identificado nas entrevistas, e também a teoria de recursos da empresa, principalmente para a rede Beta, onde houve a abertura para a entrada de franqueados para atingir o crescimento preterido devido à escassez de recursos.
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A teoria da agência no setor da saúde: o caso do relacionamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar com as operadoras de planos de assistência supletiva no Brasil.

A teoria da agência no setor da saúde: o caso do relacionamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar com as operadoras de planos de assistência supletiva no Brasil.

Com a finalidade de fiscalizar o cumprimento da legislação pertinente ao setor, foi criada, em 30 de dezembro de 1999, a Agência Nacional de Saú- de Suplementar (ANS), pela Medida Provisória n o 2.012-2. De acordo com Nunes (1999), esta agência regulatória deveria ter como características: auto- nomia de decisão; ampla divulgação de decisões e procedimentos; celeridade nas relações com os consumidores e agentes econômicos; inclusão dos inte- ressados em audiências públicas e limitação da ação estatal na provisão de serviços públicos.

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Natália Batista da Costa Santos & Fillipe Azevedo Rodrigues, “Os Jogos da Leniência: Uma Análise Econômica da Lei Anticorrupção”

Natália Batista da Costa Santos & Fillipe Azevedo Rodrigues, “Os Jogos da Leniência: Uma Análise Econômica da Lei Anticorrupção”

Resumo: Este trabalho objetiva fazer uma análise sobre a Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013), baseando-se nos métodos da Teoria Econômica e Análise Econômica do Direito. Através de pesquisa bibliográfica, promove-se uma relação entre o acordo de leniência, presente na referida Lei, e o Dilema dos Prisionei- ros, pertencente à Teoria dos Jogos, além de inserir premissas da Teoria da Agência. A abordagem proposta guarda extrema rele- vância por analisar a legislação e seus comandos versados no combate a ilícitos tão comuns no contexto brasileiro, apresen- tando a eficácia dos dispositivos legais para desbaratar e reparar os danos causados por organizações envolvidas em casos de cor- rupção. Inicialmente, segue-se uma introdução sobre o que é
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A aplicabilidade do sistema monitor na Universidade de Brasília : uma análise sob os preceitos da teoria da agência

A aplicabilidade do sistema monitor na Universidade de Brasília : uma análise sob os preceitos da teoria da agência

De acordo com Jensen e Meckling (1976), os custos de agência surgem em qualquer situação envolvendo experiência cooperativa entre duas ou mais pessoas. Sendo assim, o conceito de custos de agência de Jesen e Meckling (1976) é muito próxima do problema de monitoramento em uma equipe de produção levantado por Alchian e Demsetz (1972) no seu estudo sobre a teoria da firma, eles pesquisaram a natureza da firma estabelecendo que as atividades internas de uma empresa deveriam ser embasadas nas relações contratuais. O relacionamento de agência envolve a delegação do principal para a tomada de decisão do agente. (JENSEN E MECKLING 1976). Segundo Azeredo (2007), o contrato deve ser compreendido como o conjunto de normas formais ou informais que normatizam a conduta dos interessados onde as partes se responsabilizam a agir em troca de benefícios mútuos.
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Uma longa história de corrupção: dos anões às sanguessugas

Uma longa história de corrupção: dos anões às sanguessugas

ARAÚJO e SANCHEZ (2006, 150) antes de abordarem a Teoria da Agên- cia, que tem no homem contratual a base de compreensão do modelo, o diferenciam do homem econômico e do administrativo. O homem econômi- co, como formulado pelos economistas neoclássicos, é uma construção ideal, baseada na racionalidade e na su- posição de que conhece todas as al- ternativas para escolher a melhor e maximizar seus resultados. O homem administrativo, que está sedimentado na obra de Hebert Simon, é um agente intencionalmente racional, mas de for- ma limitada. A diferença para o ante- rior está nas condições em que o agente toma suas decisões. Oliver Williamson foi além de Simon ao ob- servar que a ausência de informação completa induz os agentes a buscar a exploração das assimetrias de infor- mação, dando origem ao que este au- tor denomina de comportamento oportunista, essência do homem con- tratual. É justamente o oportunismo que gera a obrigatoriedade de se cons- tituir mecanismos de controle antes, durante e depois dos contratos.
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A Grande Recessão e a teoria da crise de Marx — Outubro Revista

A Grande Recessão e a teoria da crise de Marx — Outubro Revista

Resumo: Para auxiliar a compreensão das causas da grande recessão, este artigo concentra-se nas suas causas subjacentes e emprega a teoria das crises econômicas capitalistas de Karl Marx. Mostra-se que as taxas de retorno dos investimentos em ativos fixos das corporações estadunidenses caíram durante o meio século que precedeu a recessão, e que esta queda responde por todo o declínio em sua taxa de acumulação de capital (investimento produtivo). A desaceleração do investimento conduziu a um declínio na taxa de crescimento, que foi uma causa fundamental principal da elevação do endividamento, em conjunto com as políticas fiscais e monetárias de estímulo que adiaram, mas exacerbaram os efeitos dos problemas econômicos fundamentais. O artigo também refuta a alegação de que a taxa de lucro não poderia realmente ter caído em face da maciça redistribuição de renda dos salários para os lucros que teria ocorrido, além de argumentar que é improvável que as grandes crises do capitalismo possam ser eliminadas.
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Timeshare: Um estudo sob a perspectiva da governança coorporativa

Timeshare: Um estudo sob a perspectiva da governança coorporativa

A fim de verificar empiricamente as proposições levantadas durante a revisão bibliográfica, foram usados dados disponíveis no portal Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br) sobre o programa de timeshare da empresa Beach Park. Portanto, o pre- sente trabalho procurará responder a seguinte ques- tão: ‘À luz da teoria da agência, quais os problemas de governança que são passíveis de ocorrer em um sistema hoteleiro de tempo compartilhado?’, através do estudo de caso do Beach Park Vacation Club.

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Investigação sobre a formação do clero católico num seminário teológico.

Investigação sobre a formação do clero católico num seminário teológico.

outras correntes: teoria e prática. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos. Belo Horizonte: PUC Minas. A instituição total como agência de produção de subjetividade na sociedade [r]

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