Teoria do conceito

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Teoria do conceito

Teoria do conceito

Na linguagem usual muitas coisas são chamadas "definição". Alguns chamam definição a explanação do sentido de uma palavra; outros, a simples descrição de um objeto; outros têm a tendência de restringir o conceito de definição aos processos contidos nos sistemas axiomáticos da matemática e da lógica. E entre estes há também métodos diversificados para obtenção de definições. Seja como for, quaisquer que sejam as opiniões a respeito das definições, existe consenso no afirmar que as definições são pressupostos indispensáveis na argumentação e nas comunicações verbais e que constituem elementos necessários na construção de sistemas científicos. Por conseguinte, parece hoje mais do que em qualquer outra época necessário fazer todos os esforços a fim de obter definições corretas dos conceitos, tanto mais que o
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Teoria do conceito :: Brapci ::

Teoria do conceito :: Brapci ::

Se dois conceitos diferentes possuem características idênticas e um deles possui uma característica a mais do que o outro, então entre eles se estabelece a relação hierárquica ou relação de gênero e espécie. Pode-se então falar de conceitos mais amplos ou mais restritos. Pode-se também falar de conceito superior e inferior. O conceito superior é o mais genérico e o inferior é o mais específico. Se falamos de macieira temos como conceito mais amplo ou superior o conceito de árvore frutífera e mais genérico ainda o conceito de árvore. Teremos então a seguinte hierarquia:
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: Brapci ::

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Páginas a&b. S.3, nº especial (2017) 245-257 | DOI 10.21747/21836671/pag2017a15 Resumo: O objetivo deste artigo é apresentar e contextualizar o inveterado diálogo entre teorias que abordam o conceito e suas relações como elemento fundamental na estruturação de esquemas de Organização da Informação. Para tanto, foi realizada uma revisão de literatura em fontes de informação convencionais e eletrônicas das áreas de Ciência da Informação, Comunicação e Ciências da Linguagem. Evidenciou-se a Teoria da classificação, considerando especificamente os contributos de Ranganathan, decorrente do método analítico-sintético e a abordagem multidimensional. Também, a Teoria da Terminologia e suas distintas abordagens, destacando o aspecto comunicativo do termo. Complementarmente, seguiu-se com a Teoria do Conceito e com as definições acerca dos tesauros, enquanto primeira linguagem de indexação mais flexível e adaptável ao contexto digital.
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Ci. Inf.  vol.33 número1

Ci. Inf. vol.33 número1

Esta investigação discute a problemática representacional, comparando os mecanismos de abstração presentes nas teorias da ciência da informação, da terminologia e da computação, que permitem a representação de conhecimento em domínios diversos, em uma proposta de encontrar um núcleo comum de conceitos imprescindíveis ao ato de modelar o conhecimento. Da ciência da informação, analisam-se teorias ligadas mais especificamente à representação de sistemas de conceitos, como a teoria da classificação facetada de S. R. Ranganathan (Ranganathan, 1951, 1967) e a teoria do conceito de I. Dahlberg (Dahlberg, 1978, 1978 a, 1983), que possibilitam a representação de domínios de conhecimento. Da ciência da computação, investigam- se os modelos representacionais associados à modelagem de sistemas de banco de dados, mais especificamente o modelo orientado a objetos (Gray, 1992; Furlan, 1998; Rumbaugh, 1994) , além de um campo mais recente que repensa as possibilidades representacionais e de organização de domínios de conhecimento – a ontologia formal (Guarino, 1998, 1998 a, 1994, 1997; Gruber, 1993; Sowa, 2000). Da teoria da terminologia, utilizam-se princípios estabelecidos para a determinação de conceitos e suas relações apresentadas por E. Wuester (Wuester, 1981) e seus seguidores (Drozd, 1981; Felber, 1981, 1984; Kandelaki, 1981; Riggs, 1979). Os princípios resultantes deste estudo pretendem auxiliar o modelizador em sua atividade de elaboração de modelos de representação.
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NOMEAÇÃO DE ELEMENTOS ONTOLÓGICOS PARA CRIAÇÃO DE ONTOLOGIAS: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA

NOMEAÇÃO DE ELEMENTOS ONTOLÓGICOS PARA CRIAÇÃO DE ONTOLOGIAS: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA

Analisa no escopo da Ciência da Informação os fundamentos da Teoria da Classificação Facetada e Teoria do Conceito com foco nos seus princípios e métodos para análise, identificação e formação de termos/conceitos de um domínio de conhecimento. Na Ciência da Computação descreve os aspectos conceituais de ontologias de fundamentação, a modelagem conceitual orientada a ontologia, a partir da base teórica subjacente à Unified Foundational Ontology (UFO) e analisa os estereótipos da linguagem OntoUML. Utiliza a pesquisa aplicada com abordagem qualitativa com análise de conteúdo e análise de assunto, bem como, a pesquisa exploratória, descritiva, bibliográfica e documental para propor, por meio, de uma perspectiva interdisciplinar que engloba área como a Ciência da Informação e Ciência da Computação o método Nomeação de Elementos Ontológicos (NEO) para delimitação, definição e validação de conceitos e relações para a nomeação de entidades, relacionamentos e atributos na elaboração de modelos conceituais ontológicos em combinação com ontologias de fundamentação utilizando a linguagem OntoUML para a criação de ontologias. Aplica o método NEO construção de ontologias de domínio para a gestão de coleções no campo da biblioteconomia, especificamente no processo de seleção de material informacional. Conclui que a incorporação dos princípios e métodos da Teoria da Classificação Facetada e Teoria do Conceito combinada com as Ontologias de Fundamentação, especificamente a UFO e a linguagem OntoUML contribui para a consistência dos termos/conceitos, flexibilidade nas combinações dos termos/conceitos e suas relações e na elaboração de definições de termos/conceitos na construção de ontologias de domínio.
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A percep o do outro. O conceito da reciprocidade na teoria dos jogos

A percep o do outro. O conceito da reciprocidade na teoria dos jogos

Como vimos, olhando para o período inicial da teoria dos jogos, o pensamento racional constituía, nessa altura, a base estratégica dos jogos não cooperativos. Um jogador não podia entrar em diálogo com o outro para não influenciar a sua decisão. A meu ver, podemos pôr esta concepção em paralelo com a tradição cartesiana, segundo a qual existe uma divisão radical entre os sujeitos e o mundo, onde o primeiro se encontra imanente, e a sua experiência vivida não influen- cia o mundo exterior. Descartes supunha também um abismo entre os sujeitos, isto é, eles apenas concebem a própria existência e não podem ter acessos ao mundo dos outros. Nesta visão sobre o mun- do não existem, evidentemente, relações intersubjetivas.
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Conceito: qual a ética e a estética de sua composição para a teoria da interdisciplinaridade?

Conceito: qual a ética e a estética de sua composição para a teoria da interdisciplinaridade?

Na pesquisa de mestrado “O conceito de afetividade numa educação interdisciplinar” percorri diferentes labirintos para encontrar-me com o locus, no qual a matriz do conceito de afetividade se aninhava. A partir daquele encontro o diálogo se instaurou. Dialoguei com as teorias, com a prática de outros profissionais, com a minha própria, com as experiências vividas como pessoa e profissional e com a história de vida. Estendi o diálogo, também com as definições gerais sobre afetividade presente na literatura geral e dicionários e com a literatura específica, na área da filosofia, da psicologia, da sociologia e da educação. Todavia, esse diálogo foi acompanhado de lentes transparentes, límpidas, desvinculadas de pré-conceitos, constituída pelos princípios e pressupostos da teoria da interdisciplinaridade. Por isso, foi possível (re)significar o conceito de afetividade com sentido e significado para o contexto educacional.
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Teoria (dialética) do partido ou a negação da negação leninista — Outubro Revista

Teoria (dialética) do partido ou a negação da negação leninista — Outubro Revista

No entanto, na teoria leninista de partido, como no desenvolvimento dialético de O capital, esta última instância (que coincide com a ilegalidade e violência aberta da luta de classes), na verdade, existe como pressuposto desde o começo de todo o processo. Esta instância existente, sob a legalidade burgue- sa do mercado, ao ser vislumbrada, permite a compreensão da totalidade histó- rica como luta de classes, e a sua compreensão expressa o nível de consciência e de oganização do núcleo clandestino marxista-leninista detentor da teoria e da estratégia revolucionária. No entanto, a existência do pressuposto, enquanto pré-suposto, é uma existência velada, não manifesta, é uma existência secreta, clandestina. No caso de O capital, apesar de presente desde o capítulo primeiro (A mercadoria), este pressuposto aparece somente ao final do percurso (seção sétima do livro I) como posto, e somente aí se revela enquanto ex-posto. Da mesma forma, na teoria leninista de partido o pressuposto (núcleo clandestino, ilegal, detentor da consciência de classe histórica da classe operária) não pode aparecer desde o começo como posto, isto é, a vanguarda clandestina-ilegal precisa ser posta pelo trabalho da práxis, pela longa dialética que somente ao final do processo conduzirá à superação dos níveis inferiores de consciência e de organização, os níveis legais e semi-legais, unificando-os então (e somente então) sob a hegemonia da vanguarda. Esta vanguarda ao final do processo deverá ter conseguido se ex-por como direção histórica do proletariado e, como tal, poderá então ser reconhecida e conduzir a aberta violência revolucionária das massas (e também, como veremos adiante, ser conduzida por ela).
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Teoria humanística: análise semântica do conceito de community.

Teoria humanística: análise semântica do conceito de community.

A Enfermagem humanística ou fenomenológica evolui a partir da motivação de que a Enfermagem humanística deriva da Psicologia humanística. A forte influência que a teoria recebeu das obras literárias de psicólogos humanistas, fenomenologistas e existencialistas, como Marcel, Niestzsche, Hesse, Chardin, Bergson, Jung e Buber, é marcante e bastante clara em seus trabalhos. Humanistic Nursing (1988) é o resultado de anos de experiência em enfermagem clínica, na reflexão e exploração destas experiências, retratando como foram elas vividas com clientes psiquiátricos, estudantes, enfermeiras e outros profissionais que prestam auxílio (9) .
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Proletariado: conceito e polêmicas — Outubro Revista

Proletariado: conceito e polêmicas — Outubro Revista

Escravos e trabalhadores assalariados “livres” são mais similares do que se acostuma admitir. No capitalismo, muitas formas intermediárias e transitórias entre os dois modos de exploração existiram – os ganhado- res são apenas um exemplo. Além disso, escravos e assalariados “livres”, em muitas situações, fizeram o mesmo trabalho para o mesmo capi- talista (por exemplo, nas plantações brasileiras de café e em fábricas no Sul dos Estados Unidos (ver, por exemplo, Hall; Stolcke, 1983; Whitman, 1993). Evidentemente, a força de trabalho escrava é, para sempre, propriedade do detentor do escravo, enquanto a força de traba- lho do trabalhador assalariado é disponibilizada ao capitalista por cur- tos períodos de tempo. Porém, não é claro porque o trabalho escravo não criaria valor e nem mais-valia. É preciso, portanto, ampliar a teoria de valor de tal modo que ela seja também adequada para tratar do es- cravo e outras formas de força de trabalho não-livre.
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O conceito de interação segundo a teoria sistêmica na psicologia

O conceito de interação segundo a teoria sistêmica na psicologia

.... tLIDA SIGELMANN,pela sua compre- ensão e paciência sem o que nao teria chegado ao termino deste trabalho. FRANCO LO PRESTI SEMINtRIO, pelb incentivo e apoio. M[r]

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Conceito da teoria do cuidado cultural em dissertações de mestrado

Conceito da teoria do cuidado cultural em dissertações de mestrado

Assim, os conceitos passaram a ser incorpo- rados como se fossem os “originais”, e não o são. Um dos exemplos observados foi que a definição do conceito de “cuidado popular” (que foi elaborado por Leininger com base nos elementos de “crenças”, “valores”, “visão de mundo”, dentre outros), resul- tou em interpretação não apenas incompatível com as ideias antietnocêntricas de Leininger, mas, ainda mais perverso, resultou em uma ideia contrária àquela ori- ginalmente impressa pela pena da autora, ou seja, a de que o cuidado popular é baseado em premissas de erro, falta de lógica e que precisa ser “corrigido” pelo cuidado profissional.
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Mateus Perito

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Mateus Perito

A passagem 1094a 1 – 1095 a 13 pode ser entendida como um prólogo à obra, pois não se aprofunda em nenhuma das discussões levantadas, porém é possível encontrar nesse Prólogo as elucidações necessárias para o entendimento do restante da obra. Essas elucidações resumem-se a quatro pontos introduzidos de maneira sequencial e, no caso de dois desses pontos, simultânea. Inicialmente, Aristóteles apresenta o tema da obra, a saber, o bem, porém se trata de uma primeira formulação, pois o mesmo ainda será abordado mais algumas vezes durante a passagem A, passando do bem (agathon) para o bem mais final, o bem e o melhor (tagathòn kaí tò àriston), chegando finalmente à felicidade (eudaimonìa). A segunda elucidação, não diretamente declarada por Aristóteles, mas comumente aceita pelos estudiosos, é a abordagem teleológica do tema, o que de mais final existir será o melhor 78 . A elaboração de uma abordagem teleológica é desenvolvida por Aristóteles ao mesmo tempo em que o refinamento do tema está em andamento. Assim, a formulação mais refinada do tema somente será possível através de uma abordagem teleológica do conceito de bem, o que ficará mais claro ao longo do desenvolvimento da presente pesquisa. Na sequência, em sua terceira elucidação, o autor aponta que essa pesquisa se encontra sobre a égide da política, pois a mesma gira em torno da ação humana. Finalmente, no quarto capítulo do Livro I, a quarta elucidação é destacada e o método a ser usado para o desenvolvimento da pesquisa sobre o bem deve se adequar ao objeto de sua análise. Após a apresentação desses quatro pontos é marcado o fim do Prólogo. Para o entendimento do conceito de autarkéia a análise de cada uma dessas elucidações mostra-se necessária, já que as mesmas auxiliarão no desenvolvimento do tema, até que esse seja finalmente apresentado como a felicidade, da qual a autarkéia é característica primária.
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O conceito de ideologia na teoria do jornalismo de Adelmo Genro Filho.

O conceito de ideologia na teoria do jornalismo de Adelmo Genro Filho.

Nesse aspecto, há proximidades entre as concepções de ideologia em Lukács e as de Genro Filho. O teórico gaúcho também não acredita que a oposição teoria / ciência versus ideologia seja adequada para entender a questão. A sua definição de ideologia está mais desenvolvida no texto em que analisa o livro “O que é Ideologia”, de Marilena Chauí. O texto “A Ideologia da Marilena Chauí” traz indicações de que a autora realiza o mesmo movimento de Althusser, colocando poder em demasia nas mãos dos intelectuais e teóricos. Genro Filho aponta que o conceito de ideologia de Chauí advém de um “socialismo de cátedra”, como se as questões da realidade pudessem ser resolvidas a partir da proposição de uma teoria. Portanto, “[...] só realizável efetivamente como tese de mestrado ou doutorado. Trata-se de uma vulgar pedagogia, na qual o proletariado entra apenas como cobaia para que “o saber real” demonstre toda sua grandeza” (GENRO FILHO, 1986, p.96).
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Categoria, teoria, conceito (para dizer o ser em múltiplos sentidos).

Categoria, teoria, conceito (para dizer o ser em múltiplos sentidos).

Porque, por um paradoxo que nada tem de casual, essa noção retraça, em sua longa trajetória no terreno filosófico, a história das tentativas de se lidar com a polissemia da experiência humana – para conjurá-la ou para dela extrair a própria seiva do pensamento – ela parece especialmente apro- priada à reflexão sobre a prática da educação, pois aí, tanto quanto na práti- ca da psicanálise e da política, estando em jogo a autoformação, a singu- laridade irredutível do humano impõe um pesado desafio à teoria que, cumprindo sua vocação para a universalidade, muitas vezes constrói lindas formalizações que tanto nos atraem, e, entretanto, não cessam de afugentar o sujeito empírico que é o próprio fim de toda reflexão, sendo o único que encontramos e supostamente pretendíamos conhecer. Buscando escapar ao triste destino que é o da perda de seu objeto, a teoria tende outras tantas vezes para o extremo oposto: passa então a pretender que só lhe interessa a existência particular de seu objeto e, para melhor mantê-lo sempre junto a si, passa a rejeitar todos os traços que o ligam a outros. Mas, assim agarrada ao objeto empírico, a teoria perde sua alma, que é a discursividade. Reduzi- da à mera descrição, a teoria emudece.
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O conceito de racionalidade em Habermas: a 'guinada lingüística' da teoria crítica

O conceito de racionalidade em Habermas: a 'guinada lingüística' da teoria crítica

Com a tese segundo a qual "na estrutura das relações de mercado pode ser encontrado o arquétipo de todas as formas de objetivação e de todas as formas correspondentes de subjeti­ vidade na sociedade burguesa", Lukács determina, segundo Habermas, "a forma de objetiva­ ção dominante na sociedade capitalista que prejudica as referências de mundo, o modo em que os sujeitos capazes de linguagem e de ação podem referir-se a qualquer coisa no mundo obje­ tivo, no mundo social e no seu mundo subjetivo" (1 1 , p. 474). É o que Lukács denomina de rei­ ficação. Ao conceber a racionalização e a reificação como dois aspectos de um mesmo pro­ cesso, Lukács apóia-se precisamente na tese weberiana da racionalidade formal. Mas, segun­ do Lukács, Weber desconhece o nexo causal, pois separa "os fenômenos da reificação do fundamento econômico da sua existência e os eterniza caracterizando-os como tipos atempo­ rais de relações humanas possíveis em geral" (1 1 , p. 476). Como demonstra Habermas, Lu­ kács serve-se também de outras fontes para seu conceito de racionalidade formal: a forma da mercadoria; a crítica do conhecimento intelectivo de Kant; e ainda: "ele recebe de Hegel o con­ ceito de totalidade de um nexo vital organizado racionalmente e o usa como critério para a irra­ cionalidade da racionalização social" ( 1 1 , p. 476).
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Considerações sobre o conceito de marketing teoria e prática gerencial.

Considerações sobre o conceito de marketing teoria e prática gerencial.

propósito deste trabalho é discutir o conceito e o processo gerencial de marketing (prática), contrapondo as perspectivas teórico/acadêmica e a do profissional de marketing. Desenvolvido na modalidade ensaio, inicialmente, o texto apresenta uma revisão histórica consolidada do conceito de marketing, com fundamento em autores de referência no âmbito acadêmico. Apresenta-se, também, uma análise a respei- to da natureza do marketing. Em seguida, são descritos significativos estudos referentes à evolução do conceito de marketing à luz de diferentes orientações empresariais. A partir de uma análise da orientação adotada pela organização, são avaliadas suas implicações na gestão da empresa, destacando-se dois contextos de análise: a teoria de marketing e a administração de marketing. No desenvolvimento do texto e na síntese conclusiva, salienta- se como, na vertente teórica, o conceito de marketing tem-se ampliado, em decorrência da ampliação do próprio escopo de marketing na prática gerencial; esse escopo reflete, por sua vez, a orientação ou filosofia de ação empresarial adotada pela organização.
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REDES SOCIAIS E TEORIA SOCIAL: REVENDO OS FUNDAMENTOS DO CONCEITO

REDES SOCIAIS E TEORIA SOCIAL: REVENDO OS FUNDAMENTOS DO CONCEITO

Para Barnes (1972), não existe uma teoria de redes sociais, sendo possível a adaptação da noção de rede à diversas teorias. A concepção básica de redes - tan- to para uso metafórico, quanto para o uso analítico - seria a de que a configuração de vínculos interpessoais entrecruzados são de forma inespecífica conectados às ações dessas pessoas e às instituições da socie- dade. A idéia que permeia a metáfora de redes, é a de indivíduos em sociedade, ligados por laços sociais, os quais podem ser reforçados ou entrarem em conflito en- tre si.
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Competição baseada em competências e aprendizagem organizacional: em busca da vantagem competitiva.

Competição baseada em competências e aprendizagem organizacional: em busca da vantagem competitiva.

Em resumo, pode-se afirmar que as teorias tradicionais de estratégia não explicam de forma adequada a dinâmica dos ambientes competitivos, nos quais a maioria das organizações compete atualmente, bem como os desafios enfrentados pelos executivos, ao criar e gerir as capacidades organizacionais. Diante de tais lacunas, a partir do início da década de noventa, diversos trabalhos foram realizados com base em uma perspectiva de integração das Teorias da Organização Industrial e Baseada em Recursos com uma abordagem dinâmica, sistêmica, cognitiva e holística (Heene e Sanchez, 1997), objetivando construir uma nova teoria, fundamentada no conceito central de competência, a Competição Baseada em Competências. O próximo item aborda esta teoria.
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O FUTURO DO ESTADO (?): SOBRE CRISES E TRANSFORMAÇÕES DA RELAÇÃO DIREITO E POLÍTICA E SEUS REFLEXOS   Tássia Aparecida Gervasoni, Iuri Bolesina

O FUTURO DO ESTADO (?): SOBRE CRISES E TRANSFORMAÇÕES DA RELAÇÃO DIREITO E POLÍTICA E SEUS REFLEXOS Tássia Aparecida Gervasoni, Iuri Bolesina

Além disso, como bem anota Sorensen, o debate sobre o suposto fim da soberania e, de certo modo, assim, da própria estrutura estatal (pelo menos no molde tradicional), não raro se desenvolve a partir de um erro categorial, uma confusão da realidade material do Estado com a instituição jurídica da soberania. A soberania, conforme ensina o professor dinamarquês, tem por núcleo jurídico a independência constitucional, que assegura aos Estados o pertencimento à ordem internacional em igualdade de condições. Portanto, formal e juridicamente todos os Estados são iguais, no sentido de que têm os mesmos direitos e obrigações na órbita internacional. Substantivamente, contudo, são enormes as desigualdades. Disso que se trata a realidade material do Estado, relacionada à capacidade real para a ação e controle próprio, bem como do controle de uma série de fluxos e condições transfronteiriços, fatores que, embora influenciem no jogo de soberania, com este conceito não se confundem (2010, p. 140-141).
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