Teoria dos Esquemas

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conhecimento prévio e teoria dos esquemas :: Brapci ::

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26 Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo geral investigar os aspectos cognitivos da leitura com ênfase no conhecimento prévio e na teoria dos esquemas; como objetivos específicos, realizar uma breve descrição da ciência cognitiva, demonstrar como se articula o conhecimento prévio e a sua relevância para a leitura e abordar as estratégias de leitura e sua relação com os modelos mentais relacionados à teoria dos esquemas. A metodologia adotada foi revisão bibliográfica, que segundo Gil (2007) é uma pesquisa em material já publicado, onde buscou-se informações já consolidadas para a comprovação das ideias expostas. O estudo é relevante porque descreve os aspectos cognitivos que envolvem a leitura e mostra a importância de estimulá-la nos mais diversos gêneros literários para que uma pessoa possa desenvolver desde cedo seus próprios esquemas de leitura, impulsionando e possibilitando enfoque diferenciado no processo de aprendizagem.
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Teoria dos esquemas e a invariância birracional do gênero geométrico

Teoria dos esquemas e a invariância birracional do gênero geométrico

O presente trabalho encontra-se dividido da seguinte maneira: no primeiro cap´ıtulo ´e feita uma exposi¸c˜ao sobre conceitos introdut´orios da teoria de feixes como estrutura preliminar para a apresenta¸c˜ao da no¸c˜ao de esquema. No segundo cap´ıtulo, vemos os crit´erios de valora¸c˜ao que ser˜ao essenciais para a demonstra¸c˜ao do resultado principal. O terceiro cap´ıtulo trata dos divisores de Weil e de Cartier de um esquema. Sob condi¸c˜oes espec´ıficas, tais divisores em um esquema coincidem e s˜ao chamados simplesmente de divisores. Em seguida, ver-se-´a a constru¸c˜ao de um feixe associado a um divisor. O quarto cap´ıtulo dedica-se ao estudo das diferenciais, donde adv´em a constru¸c˜ao do feixe de diferenciais. No cap´ıtulo quinto introduzimos o conceito de variedade n˜ao-singular e demonstramos o teorema principal. Vemos em seguida outros resultados relacionados, dentre os quais, apresentaremos um crit´erio que permite dizer se uma hipersuperf´ıcie n˜ao-singular de grau d em P n ´e uma variedade n˜ao-racional.
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Esquemas iniciais desadaptativos e ajustamento psicológico em crianças e adolescentes

Esquemas iniciais desadaptativos e ajustamento psicológico em crianças e adolescentes

Confirmando, a base psicopatológica referida dos esquemas e domínios, no estudo 2 verificou-se que os Sintomas Emocionais estão relacionados com o Factor 1 (Desconexão e Rejeição), o Factor 2 (Performance e Autonomia Deficitárias), o Factor 5 (Vulnerabilidade ao dano ou à Doença), e ligeiramente com Factor 3 (Foco Excessivo nos outros), da mesma forma que Problemas de Comportamento estão relacionados com os mesmos factores, apesar da relação com o Factor 5 ser menor. Contrariando um pouco a linha de desajustamento proposta na teoria dos esquemas de Young, o Factor 4 (Emaranhamento) surgiu como relacionado com Comportamento Pró-Social. Este resultado torna-se ainda mais interessante depois de verificar que o Factor 4 é o único que se não se correlaciona com os restantes factores identificados no IEC (com a excepção do Factor 5, cuja relação é fraca), o que sugere que este factor apresenta um constructo distinto dos demais. Desta forma, este resultado vem salientar mais uma vez os resultados expostos mais acima no estudo1, reforçando a presença de esquemas que se apresentam como factor promotor de comportamentos ajustados nesta faixa etária.
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A compreensão da memória segundo diferentes perspectivas teóricas.

A compreensão da memória segundo diferentes perspectivas teóricas.

Para a Teoria dos Esquemas “as unidades básicas de processamento seriam os esquemas, que consistem em ‘pacotes de informação’ sobre conceitos genéricos” (Pozo, 1998, p. 138), ou seja, todos nós teríamos “estruturas pré montadas” do que esperar em cada situação. Já Chi e Glaser (1992) definem os esquemas como “estruturas prototípicas que podem incorporar fenômenos observados” (p. 266), isto é, os esquemas funcionariam como um protótipo, um número de informações armazenadas sobre determinada situação que a classificaria , sendo que estes esquemas teriam a capacidade de incorporar novas informações conforme a necessidade. Sternberg (2000) define os esquemas como “estruturas mentais para representar o conhecimento, abrangendo uma série de c o n c e i t o s i n t e r - r e l a c i o n a d o s e m u m a organização significativa” (p.185).
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Esquemas de gênero de adolescentes do sexo feminino

Esquemas de gênero de adolescentes do sexo feminino

Nesse cenário de mudanças teóricas e conceituais foi elaborada a Teoria dos Esquemas de Gênero (do inglês Gender Schema Theory) que, partindo de uma perspectiva sociocognitiva, se propõe a analisar como as pessoas constroem seu funcionamento cognitivo e comportamental de gênero na sociedade a partir da primeira infância e ao longo do ciclo vital (Kulik, 2006; Range & Jenkins, 2010). Segundo essa teoria, nos primeiros anos de vida, cada pessoa desenvolve ideias e concepções sobre o que significa ser masculino ou feminino (esquemas de gênero). Esse desenvolvimento é mediado pelas experiências com outras pessoas, pela cultura e pelos processos de aprendizagem por observação e modelagem. Essas ideias e concepções terminam sendo a referência na categorização de informações, tomada de decisões e regulação comportamental (Starr & Zurbriggen, 2017).
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Raciocínio condicional : Silogismos e tarefa de selecção

Raciocínio condicional : Silogismos e tarefa de selecção

Relativamente ao efeito de facilitação espera- do nas condições de permissão (condicional Deôntica nos conteúdos Familiar e Plausível), de acordo com a teoria dos esquemas pragmáticos de raciocínio, pode-se dizer que tal efeito não foi encontrado nesta tarefa em qualquer dos tipos de inferência. Seria de esperar uma interacção entre as variáveis tipo de condicional e tipo de conteú- do, produzida pela superioridade de respostas Correctas nas condições acima referidas como de permissão, o que não se verificou na análise log- linear. No caso da inferência MP, não se verifica nenhuma relação entre o número de respostas Correctas e o tipo de condicional. O efeito de conteúdo observado ocorre nos dois tipos de condicional. No caso MT, quer os efeitos prin- cipais destas duas variáveis, quer a interacção existente entre elas, não dão suporte a esta hipó- tese. Note-se que no caso da inferência MT obtemos mesmo uma superioridade de respostas Correctas na condicional Neutra.
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Quím. Nova  vol.26 número5

Quím. Nova vol.26 número5

531-541, ocorreram problemas em algumas Figuras e Esquemas, devido a uma falha na fase final de editoração do texto.. Abaixo segue a versão correta das Figuras e dos Esquemas..[r]

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O PAPEL DOS ESQUEMAS PARA A COMPREENSÃO DE LEITURA EM ESPANHOL

O PAPEL DOS ESQUEMAS PARA A COMPREENSÃO DE LEITURA EM ESPANHOL

Segundo esse autor, um esquema culturalmente apropriado pode funcionar como um andaime para facilitar a compreensão da informação que se encaixa com o referido esquema. No entanto, devemos considerar que leitores de culturas distintas têm uma interpretação diferente com relação à leitura de textos que abordam características da cultura, e tendem a encontrar outras explicações para os eventos relatados no texto. Algumas vezes, os leitores cometem falhas durante o processo de leitura porque seus esquemas não coincidem com os principais aspectos de cultura.

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Inventário dos esquemas de gênero do autoconceito (IEGA).

Inventário dos esquemas de gênero do autoconceito (IEGA).

preenderem suas próprias experiências sociais e a organi- zar a ampla variedade de informações que possuem sobre si mesmos (Markus, Crane, Bernstein & Siladi, 1982, p.38). Quando estimulados, os auto-esquemas relacionados com o gênero tendem a se agrupar formando unidades de funci- onamento específicas – os esquemas de gênero. Considera- dos como partes constitutivas do autoconceito, os esque- mas de gênero são ativados quando em presença de estímu- los relacionados ao gênero. Quando estimulados, indivídu- os com auto-esquemas relacionados à masculinidade, agru- pam estes auto-esquemas formando uma rede de associa- ções cognitivas – o esquema masculino. Processo seme- lhante ocorre em indivíduos portadores de auto-esquemas relacionados à feminilidade. Quando estimulados, estes auto-esquemas agrupam-se formando o esquema femini- no. Isto não significa dizer que os indivíduos esquemáticos masculinos e os esquemáticos femininos não possuam co- nhecimentos relativos à feminilidade e à masculinidade, respectivamente. Mas, sim, que os conhecimentos que pos- suem não são relevantes em suas autodescrições. De acor- do com a teoria do auto-esquema, pode-se encontrar desde indivíduos aesquemáticos em relação ao gênero à indivídu- os esquemáticos, portadores dos dois esquemas (Crane & Markus, 1982; Markus e cols., 1982).
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A Escrita Numérica em Adultos: Esquemas e Representações

A Escrita Numérica em Adultos: Esquemas e Representações

RESUMO: O objetivo geral desta pesquisa foi o de examinar as principais características da aprendizagem da escrita numérica em alunos jovens e adultos. Vinte alunos das séries iniciais do ensino fundamental de escolas públicas, de classes de Educação de Jovens e Adultos (22 a 64 anos) foram entrevistados individualmente com base em vários itens, relativos à leitura e escrita de números, no sentido de evidenciar os esquemas utilizados e as dificuldades quanto às notações simbólicas envolvidas, na escrita de números considerados familiares ou aleatórios.Os dados obtidos mostram que a
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WAINER   Terapia Cognitiva Focada em Esquemas

WAINER Terapia Cognitiva Focada em Esquemas

O recurso a determinado processo esquemático em detrimento de outro depende de múltiplas variáveis, entre as quais parecem ter maior influência o temperamento e o modelamento (Young, 1990; Young et al., 2003). Assim, a adesão precoce a grupos de pares desviantes e a exposição a violência na família e/ou comunidade (fatores de risco para o comportamento antissocial amplamente identificados na literatura) podem ser fatores que contribuem para o recurso a determinado processo esquemático e não a outro. Em outras palavras, o padrão de comportamento agressivo e antissocial que é externalizado resultaria não apenas de um conjunto de esquemas nucleares típicos do autoconceito desses indivíduos, mas também do recurso a determinados estilos de coping com esses mesmos esquemas que são muitas vezes aprendidos no seu meio social de origem e que, não raramente, são adaptativos e aceitos nesse mesmo meio. Note-se, ainda, que um mesmo sujeito pode lidar com diferentes EMPs por meio de diferentes processos; por exemplo, pode compensar os seus pensamentos de defeito e inferioridade com um discurso grandioso e, em outros casos, simplesmente evitar contextos e situações em que seu esquema de defeito seria ativado. Os processos esquemáticos geram respostas mal-adaptativas, que, por sua vez, geram níveis elevados de afeto disruptivo, tornando a modificação do padrão de comportamento antissocial difícil e resistente às técnicas cognitivas tradicionais.
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Esquemas de argumentação para a interpretação da lei

Esquemas de argumentação para a interpretação da lei

Neste artigo demonstra-se como os esquemas argumentativos (esquemas que representam argumentos refutáveis, combinados com perguntas críticas correspondentes), podem ser usados para representar a estrutura lógica dos vários tipos de argumentos reconhecidos como fundamentais na interpretação da lei por Tarello (1980). Defende-se que o processo de interpretação da lei tem uma estrutura argumentativa distinta na qual a conclusão, nomeadamente o significado disputável ou questionado atribuído a uma fonte jurídica, é uma afirmação que necessita ser respaldada por argumentos refutáveis a favor ou contra. Esta transformação de argumentos de interpretação numa estrutura de esquemas argumentativos é analisada em detalhe em dois argumentos, o argumento psicológico e o argumento a contrario. A natureza refutável de cada esquema é demonstrada por meio de questões críticas que identificam as condições padrão para a aceitação de argumentos interpretativos e fornecem um método para avaliar a força ou a fraqueza de um determinado argumento. Palavras-chave: Interpretação; Argumentação; Esquemas de argumentação; Argumento a contrario; Raciocínio jurídico; Pragmática.
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A U L A

A U L A

A superfície inclinada deve estar con- tida entre dois planos paralelos, dis- tantes 0,05 mm, dispostos simetrica- mente em relação à posição teórica especificada do plano considerado, c[r]

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Resgate de autoria em esquemas de assinatura em anel

Resgate de autoria em esquemas de assinatura em anel

Assinaturas em anel são semelhantes à noção de assinaturas em grupos introduzidas por Chaum e Heyst (1991). Nos esquemas de assinatura em grupo, existe um gerente que predefine certos grupos de usuários e distribui as chaves especialmente geradas para cada um deles. Cada membro pode, individualmente, usar sua chave privada e as chaves públicas dos demais membros para assinar anonimamente mensagens em nome de seu grupo. As assinaturas produzidas por diferentes membros do grupo parecem indistinguíveis para os seus verificadores, mas não para o gerente do grupo que pode revogar o anonimato do assinante. Nas assinaturas em anel, não tem gerente de grupo, não há configuração prévia e não há colaboração entre os membros do grupo. Qualquer membro pode assinar em nome de qualquer conjunto de indivíduos. Além disso, ele pode escolher um novo grupo a cada mensagem divulgada sem precisar obter o consentimento dos outros membros.
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Esquemas terapêuticos no carcinoma da bexiga

Esquemas terapêuticos no carcinoma da bexiga

Relativamente ao carcinoma da bexiga e apesar das diversas abordagens de tratamento e extenso conhecimento nesta área, continua a ser um dos problemas mais clinicamente desafiadores na prática clínica urológica moderna (Einar et alli, 2013). O carcinoma da bexiga é um dos tumores mais prevalentes em todo o mundo mas o tratamento desta doença pode ser bem sucedido se a doença for detetada precocemente (Goodison et alli, 2013). Contudo, os protocolos e esquemas terapêuticos correntes para os diversos tipos de tumores muitas vezes não conseguem responder com eficácia a todos os grupos de doentes, promovendo uma intensa investigação na descoberta de novas formas de prevenir, detectar e tratar de forma mais específica e seletiva o cancro da bexiga e tendo sempre em atenção a melhoria da qualidade de vida das pessoas, durante e após o tratamento (Schenone et alli, 2011).
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A U L A

A U L A

Para determinar a tolerância de simetria, tomamos como elemento de referência o plano médio ou eixo da peça.. É o que mostra o próximo desenho.[r]

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Terapia focada em esquemas: conceituação e pesquisas.

Terapia focada em esquemas: conceituação e pesquisas.

Os Esquemas Iniciais Desadaptativos, em sua maioria, são causados pela vivência de experiências tóxicas que se repetem com alguma regularidade no decorrer da vida e que impossibilitam o preenchimento de necessidades emocionais essenciais do ser humano (vínculo seguro com outras pessoas, incluindo proteção, estabilidade e segurança; autonomia, competência e senso de identida- de; liberdade para expressar necessidades e emoções; es- pontaneidade e diversão; limites precisos e autocontrole). Apesar de nem todos os esquemas possuírem traumas em sua origem, esses padrões de funcionamento são destrutivos e causadores de sofrimento 2,4 .
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O papel dos esquemas na memória de idosas saudáveis.

O papel dos esquemas na memória de idosas saudáveis.

(...) reações relativas a reconhecimentos (em presença do objeto) ou a evocações (em sua ausência), das quais o primeiro critério distintivo é uma referência explícita ao passado: o sujeito reconhece um objeto ou uma sequência de acontecimentos se ele tem a impressão de já tê-los visto antes (...) e a imagem-lembrança, na evocação mnêmica, se diferencia da imagem representativa em geral, (...) porque ela se faz acompanhar de uma localização no passado [...] e não apenas do conhecido em geral e ainda menos de previsto. (...) a memória no sentido estrito e a lembrança-imagem só se referem a situações, processos, objetos, que são singulares e reconhecidos e evocados como tais, em oposição aos esquemas, que são gerais (...) ou às imagens representativas que, embora sejam individuais, simbolizam um esquema geral (Piaget & Inhelder, 1979, p. 6).
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Efeito dos Preços dos Alimentos sobre o Estado Nutricional dos Jovens Brasileiros Maria Micheliana da Costa Silva Naercio Aquino Menezes Filho

Efeito dos Preços dos Alimentos sobre o Estado Nutricional dos Jovens Brasileiros Maria Micheliana da Costa Silva Naercio Aquino Menezes Filho

Para tanto, serão estimados três modelos: um modelo que identifica a aquisição individual de calorias, por meio da aquisição agregada domiciliar, seguido por um modelo que relaciona o [r]

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Combate a pobreza: uma análise do imposto de renda negativo e algumas considerações sobre sua viabilidade no caso brasileiro

Combate a pobreza: uma análise do imposto de renda negativo e algumas considerações sobre sua viabilidade no caso brasileiro

Certamente que, mesmo para países mais pobres, em.. crescimento acelerado, o custo, mesmo dos esquemas mais ~s-.[r]

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