Terapia fonológica

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Pseudopalavras favorecedoras para terapia fonológica

Pseudopalavras favorecedoras para terapia fonológica

O desvio fonológico é uma desordem da fala que acomete muitas crianças durante o processo de aquisição. A terapia fonológica visa adequar o sistema fonológico que está alterado. Existem diversos modelos e estratégias que podem ser utilizadas em terapia. O objetivo geral deste trabalho foi analisar os ambientes favorecedores dos fonemas do PB e a partir destes criar e validar uma lista de PSP, bem como verificar o progresso terapêutico de crianças submetidas a uma nova abordagem terapêutica utilizando PR e PSP. O estudo foi realizado em três etapas: a análise dos ambientes linguísticos dos fonemas, a criação e validação das pseudopalavras e a realização da terapia fonológica. A amostra da primeira etapa foi composta por 58 crianças com desvio fonológico e idades entre 4:00 e 8:00 anos. O corpus foi composto por 21446 palavras transcritas na Avaliação Fonológica da Criança (AFC). As palavras foram coletadas e analisadas em relação às variáveis linguísticas número de sílabas, tonicidade, posição na palavra e na sílaba, contexto precedente e seguinte. Os dados foram analisados pelo programa estatístico Varbwin para cada fonema do português. A partir dos resultados calculou-se o peso de cada variante e por meio da medida de Quartis estabeleceram-se os valores dos intervalos de favorecimento de cada fonema. A partir dos resultados obtidos nesta etapa foi calculado o valor de favorecimento de palavras reais e foi criada uma lista de pseudopalavras. Na segunda etapa da pesquisa, a lista de pseudopalavras foi avaliada por dois grupos de juízes, ambos compostos por 5 integrantes. O primeiro grupo realizou uma seleção das melhores pseudopalavras, e o segundo grupo classificou-as em categorias. Os resultados obtidos com o julgamento do segundo grupo de juízes foram analisados por meio da Razão de Validade de Conteúdo. Assim, obteve-se uma lista de pseudopalavras validadas. Na terceira etapa da pesquisa foi aplicada uma nova abordagem terapêutica em 3 sujeitos com desvio fonológico. Nesta abordagem alguns sujeitos foram tratados com as pseudopalavras e palavras reais, e outros apenas com palavras reais. As palavras-alvo utilizadas na terapia foram obtidas e tiveram seu valor de favorecimento calculado por intermédio dos dados obtidos na primeira e segunda etapas desta pesquisa. Os resultados do estudo permitiram verificar que cada fonema apresenta ambientes linguísticos próprios. As pseudopalavras são um recurso que pode ser utilizado em terapia. Concluiu-se que a nova abordagem terapêutica com pseudopalavras e ambientes favorecedores é adequada para o tratamento do desvio fonológico.
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A abordagem contrastiva na terapia fonológica em diferentes gravidades do desvio fonológico

A abordagem contrastiva na terapia fonológica em diferentes gravidades do desvio fonológico

Este estudo teve como objetivo comparar três modelos com abordagem contrastiva no tratamento de diferentes gravidades do desvio fonológico e analisar a generalização estrutural obtida. A amostra constituiu-se de nove sujeitos com desvio fonológico, com idades entre 4:2 e 6:6. Todos foram avaliados, antes e após a terapia fonológica. Foram estabelecidos três grupos para o tratamento, sendo todos constituídos por três sujeitos, cada grupo tinha um representante com desvio severo, moderado-severo e médio-moderado. Cada grupo foi submetido a um modelo - Oposições Mínimas, Oposições Máximas/Empty Set e Oposições Múltiplas. Foram comparadas as avaliações fonológica inicial e final, considerando-se o número de sons estabelecidos nos sistemas fonológicos, o número de sons presentes nos inventários fonéticos, os traços distintivos alterados, o Percentual de Consoantes Corretas e as generalizações (a itens não-utilizados no tratamento, para outras posições na palavra, dentro de uma classe de sons e para outras classes de sons). Posteriormente, realizou-se análise estatística dos dados, utilizando o Teste de Friedman, considerando-se p<0,05 e análise descritiva entre os modelos. Não houve diferença estatisticamente significante entre os modelos considerando-se a gravidade do desvio fonológico. Os Modelos de Oposições Mínimas e Oposições Máximas/Empty Set favoreceram maior número de aquisição de sons no inventário fonético nos sujeitos com graus severos e moderado-severo, enquanto que o Modelo de Oposições Múltiplas favoreceu melhor desempenho na aquisição de sons no sistema fonológico e diminuição dos traços distintivos alterados nos desvio severos e moderado-severos. Verificou-se aumento do Percentual de Consoantes Corretas e a ocorrência dos diferentes tipos de generalização em todos os grupos estudados, entretanto não houve diferença estatística entre eles. Os modelos de terapia foram eficazes no tratamento das diferentes gravidades do desvio fonológico e favoreceram a ocorrência de generalização observando-se melhor desempenho das crianças com desvio severo e moderado-severo.
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Terapia fonológica com uso de computador: relato de caso.

Terapia fonológica com uso de computador: relato de caso.

-se que S1 e S2, submetidos à terapia fonológica padrão, obtiveram mudanças, devido a generali- zação, no sistema fonológico, sendo que S1 tratado com os sons-alvo /r/ X / /, adquiriu o fonema /b/ em onset inicial, generalizando o tratamento para outra classe de sons. Já no caso de S2 que adquiriu apenas o fonema /s/em onset inicial, ocorreu gene- ralização dentro de uma mesma classe de sons, pois um dos sons-alvo foi o fonema /z/ também pertencente à classe das fricativas.

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Terapia fonológica: a generalização para outra posição na palavra.

Terapia fonológica: a generalização para outra posição na palavra.

referiu ter encontrado esse tipo de generalização em dois sujeitos submetidos a diferentes modelos de terapia fonológica (Modelo de Ciclos Modiicado e Modelo de Oposições Máximas). O alvo /r/, esti- mulado em OM, foi adquirido em CM e CF, e o alvo / / estimulado em OM determinou o aparecimento deste em OI. Ambos modelos estudados foram ei- cazes em relação à reorganização fonológica e pro- moção de generalizações.

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Segmento tardio do desempenho em linguagem de crianças com desvio fonológico após terapia fonológica.

Segmento tardio do desempenho em linguagem de crianças com desvio fonológico após terapia fonológica.

Objetivo: Realizar um acompanhamento tardio do desempenho em habilidades de linguagem de um grupo de estudo com histórico de desvio fonológico (após ter realizado terapia fonológica), comparando-o com um grupo controle. Métodos: Dezoito sujeitos, nove do grupo de estudo e nove do controle, participaram do estudo e foram avaliados quanto à linguagem escrita a partir da aplicação de atividades de compreensão de texto, complementação de sentenças, formação de sentenças, sequencialização de parágrafos e combi- nação de sentenças que fazem parte do Exame de Linguagem TIPITI. Resultados: Os resultados da pesquisa mostraram correlações estatísticas signiicantes, positivas e fortes, nas habilidades de linguagem, entre os grupos estudados e, também, diferenças estatis- ticamente signiicantes entre o grupo experimental e o grupo controle, na análise do teste Kruskal-Wallis. Conclusão: Veriicou-se que, mesmo após a realização de terapia fonológica e a superação dos desvios, o grupo de estudo apresentou desempenho inferior ao do grupo controle.
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Terapia fonológica: a generalização dentro de uma classe de sons e para outras classes de sons.

Terapia fonológica: a generalização dentro de uma classe de sons e para outras classes de sons.

O grupo pesquisado foi constituído por 21 sujei- tos, sendo dez do sexo feminino e onze do mascu- lino, cuja média de idade no início do tratamento era de 5:7 anos. Os sujeitos foram tratados com três diferentes modelos de terapia fonológica: seis (C3 ao C8) submetidos ao Modelo de Ciclos Modiicado 5 ;

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Mudanças no sistema fonológico após terapia fonológica de abordagem contrastiva.

Mudanças no sistema fonológico após terapia fonológica de abordagem contrastiva.

Ainda, o fato do GE obter maior mudança da gravidade do desvio fonológico que o GC justifica-se pela terapia fonológica que levou à melhora da fala da criança, com a qual se pôde observar a redução do uso de estratégias de reparo e o conse- quente abrandamento da gravidade do desvio fonológico. Com o aumento do número de fonemas adquiridos há atenuação da gravidade do desvio fonológico, já que a mesma é quantificada por meio do PCC-R (7,8) .

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Onset complexo pré e pós-tratamento de desvio fonológico em três modelos de terapia fonológica.

Onset complexo pré e pós-tratamento de desvio fonológico em três modelos de terapia fonológica.

Objetivo: Analisar a ocorrência de onset complexo pré e pós-tratamento em crianças tratadas com três diferentes modelos de terapia fonológica. Métodos: Participaram 21 sujeitos com desvio fonológico, 16 meninos e cinco meninas, com idades entre quatro e sete anos e 11 meses, divididos em grupos de sete sujeitos de acordo com o modelo utilizado para o tratamento: Ciclos Modiicado, Oposições Máximas e ABAB-Retirada e Provas Múltiplas. Veriicou-se os dados do sistema fonológico inicial e inal, referentes à produção total de onsets complexos e dos onsets complexos com /l/ e com /r/. Estes foram classiicados em: não adquiridos, de 0 a 39%; parcialmente adquiridos, de 40 a 69% e adquiridos de 70 a 100%. Os dados foram submetidos à análise estatística. Resultados: Quanto ao total de onsets complexos, nos Modelos de Ciclos e Oposições Máximas, houve diferença nas médias dos onsets com- plexos não adquiridos e dos onsets complexos adquiridos antes e após a terapia e, no Modelo ABAB apenas nos onsets complexos adquiridos (p<0,05). No onset complexo com /r/ veriicou-se o mesmo resultado. No onset complexo com /l/, somente no Modelo de Ciclos houve diferença entre as médias dos onsets complexos não adquiridos e dos onsets complexos adquiridos. Em todos os modelos foi diferente a classiicação de onsets complexos não adquiridos para onsets complexos adquiridos, pré e pós-tratamento. Conclusão: Os três modelos de terapia fonológica se mostraram eicientes para o tratamento da estrutura silábica onset complexo.
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O tratamento com os róticos e a generalização obtida em dois modelos de terapia fonológica.

O tratamento com os róticos e a generalização obtida em dois modelos de terapia fonológica.

Participaram da pesquisa quatro sujeitos, todos do gênero masculino, com desvio fonológico e idades variando entre 4 anos e 6 anos e 4 meses. Os sujeitos fazem parte do banco de dados de um centro de estudos, do projeto “A generalização obtida pelo tratamento com o /r/ e o /R/ em três modelos de terapia fonológica” foi registrada e aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), sob nº 063/2004. Os pais ou responsáveis assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido.

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Análise comparativa da eficiência de três diferentes modelos de terapia fonológica.

Análise comparativa da eficiência de três diferentes modelos de terapia fonológica.

No Quadro 1 observa-se que o número de fonemas estabelecidos no sistema fonológico geral dos 21 sujeitos com a aplicação dos modelos de terapia fonológica ABAB - Retirada e Provas Múltiplas, Oposições Máximas e Ciclos Modificado foi semelhante nos três modelos. A análise estatística mostrou que o número de fonemas estabelecidos no sistema fonológico difere estatisticamente entre as avaliações iniciais e finais nos três modelos analisados. Este resultado corrobora os achados dos estudos realizados por Mota et al. (2002) em que os três diferentes modelos de terapia estudados também proporcionaram importantes generalizações nos sistemas fonológicos das crianças e por Pagan e Wertzner (2002) em que todos os pacientes apresentaram grandes ganhos em seu sistema fonológico a partir do programa terapêutico utilizado.
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Terapia fonológica em irmãos com diferentes graus de gravidade do desvio fonológico.

Terapia fonológica em irmãos com diferentes graus de gravidade do desvio fonológico.

Tema: terapia fonológica em irmãos com desvio fonológico. Procedimentos: participaram da pes- quisa dois irmãos, S1 e S2, do sexo masculino e feminino, respectivamente. O S1, 6:6 de idade, apre- sentava desvio fonológico de grau severo e foi tratado pelo modelo de Oposições Mínimas e o S2, 4:8 de idade, com desvio fonológico de grau moderado-severo foi tratado pelo Modelo de Oposições Máximas. Ambos os sujeitos realizaram 25 sessões de fonoterapia. Resultados: o S2 obteve uma melhor evolução terapêutica comparado ao S1. O S1 apresentou generalização a itens não utiliza- dos no tratamento e o S2 apresentou generalização dentro de uma classe de sons. Conclusão: os OQFGNQUWVKNK\CFQUUºQGſEC\GURQKURTQRQTEKQPCTCOCQEQTTÄPEKCFGIGPGTCNK\CÁÐGUGCOGNJQTC do sistema fonológico de ambos os sujeitos. No entanto os fatores ambientais podem ter limitado a evolução do tratamento, uma vez que as crianças apresentavam substituições semelhantes na fala o que favorecia a manutenção da alteração.
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Pseudopalavras para terapia fonológica validadas por juizes especialistas

Pseudopalavras para terapia fonológica validadas por juizes especialistas

Objetivo: Criar uma lista de pseudopalavras baseada em ambientes favorecedores e submeter esta ao julgamento de juízes especialistas, a fim de se obter uma lista validada de pseudopalavras que possam ser utilizadas em terapia. Método: Buscou-se um estudo que analisou os ambientes favorecedores de todos os fonemas do Português Brasileiro e, a partir de seus dados, criou-se uma lista de pseudopalavras para cada fonema, em diferentes níveis de favorecimento. A amostra julgadora da lista foi composta por dez juízes que analisaram as pseudopalavras. Esta análise foi realizada em duas etapas distintas. Na primeira etapa, cinco juízes analisaram quais as melhores pseudopalavras. Na segunda etapa, os outros cinco juízes julgaram se as pseudopalavras eram essenciais para a terapia. A análise de concordância entre os juízes foi realizada por meio da Razão de Validade de Conteúdo. Resultados: Os juízes da primeira etapa analisaram e reduziram consideravelmente o número de pseudopalavras, que passou de 4000 no total para 1547. E, com a análise estatística utilizada sobre os dados obtidos com os juízes da segunda etapa, a lista de pseudopalavras com validade de conteúdo foi reduzida a poucas opções. Os juízes apontaram a simplicidade na estrutura das pseudopalavras como um critério de seleção. Conclusão: O julgamento dos juízes especialistas resultou em um pequeno número de pseudopalavras que apresentam validade de conteúdo e podem ser utilizadas na terapia fonológica.werty
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Generalização em três modelos de terapia fonológica aplicados em crianças com diferentes graus de severidade do desvio fonológico

Generalização em três modelos de terapia fonológica aplicados em crianças com diferentes graus de severidade do desvio fonológico

Os sujeitos de duas (Blanco, 2003 e Bagetti, 2005) das três pesquisas usadas neste trabalho foram encaminhados pelo Setor de Triagem Fonoaudiológica do Serviço de Atendimento Fonoaudiológico (SAF), com o diagnóstico de DF e, posteriormente, foram selecionados e encaminhados ao Centro de Estudos de Linguagem e Fala (CELF). Esses sujeitos foram avaliados e tratados pelas próprias pesquisadoras, à exceção dos sujeitos: C6 e O7, cujos dados foram obtidos no banco de dados do Projeto “Estudo Comparativo da Generalização em Três Modelos de Terapia Fonológica em Crianças com Diferentes Graus de Severidade do Desvio Fonológico” do CELF; e do O6, que foi tratado por uma aluna do 5º semestre do Curso de Fonoaudiologia sob orientação da coordenadora do projeto. Os sujeitos tratados pelo Modelo de Ciclos Modificado receberam atendimentos, por seis semanas, sendo três semanas pela pesquisadora e, na seqüência, pelas acadêmicas do 6º semestre do Curso de Fonoaudiologia. As sessões foram orientadas e acompanhadas pela pesquisadora. Os sujeitos do estudo de Barberena (2005) fazem parte do banco de dados da tese de doutorado: “Terapia Fonoaudiológica Fundamentada na Hierarquia Implicacional dos Traços Distintivos Aplicada em Crianças com Desvios Fonológicos” (Keske-Soares, 2001).
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Habilidades em consciência fonológica de sujeitos após realização de terapia fonológica.

Habilidades em consciência fonológica de sujeitos após realização de terapia fonológica.

Tema: habilidades de consciência fonológicas de crianças com histórico de desordens fonoaudiológicas. Objetivo: comparar o desempenho das habilidades em consciência fonológica de um grupo de sujeitos com histórico de transtorno fonológico, após sua superação, através de terapia fonológica com indivíduos em desenvolvimento fonológico típico. Método: participaram deste estudo dezoito sujeitos, nove do grupo estudo e nove do grupo controle. Os dois grupos foram avaliados quanto às habilidades em consciência fonológica por meio do Instrumento de Avaliação Seqüencial Confias. Resultado: os grupos apresentaram diferenças estatisticamente significativas em seus desempenhos nas atividades silábicas de identificação de rima, produção de rima, exclusão de sílabas, no total das atividades envolvendo sílabas e nas atividades fonêmicas de exclusão, segmentação e transposição de fonemas, no total das atividades fonêmicas e, também, no total das atividades de consciência fonológica. O grupo controle obteve melhor desempenho em todas as atividades. Conclusão: mesmo após a intervenção fonológica o grupo estudo apresentou desempenho inferior nas habilidades de consciência fonológica.
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Terapia fonológica: a generalização a itens não utilizados no tratamento (outras palavras).

Terapia fonológica: a generalização a itens não utilizados no tratamento (outras palavras).

Para constituir o grupo pesquisado, conforme os critérios de inclusão utilizados pelas pesquisadoras, os sujeitos deveriam apresentar: diagnóstico prévio de DF na triagem realizada no serviço de atendi- mento fonoaudiológico da instituição; ausência de alterações signifi cativas nas avaliações realizadas, exceto na fonológica; diferentes graus de gravidade do DF, segundo a classifi cação do Percentual de Consoantes Corretas (PCC) 27 .

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Progresso terapêutico de sujeitos submetidos a terapia fonológica pelo modelo de oposições múltiplas: comparação do progresso terapêutico.

Progresso terapêutico de sujeitos submetidos a terapia fonológica pelo modelo de oposições múltiplas: comparação do progresso terapêutico.

Este trabalho tem como objetivo analisar e comparar o progresso terapêutico apresentado por crian- ças submetidas ao Modelo de Oposições Múltiplas estimuladas na terapia com os mesmos sons-alvo. Participaram deste relato de caso duas crianças com desvio fonológico, sendo um menino (S1) e uma menina (S2), com idades de 4:2 e 4:11, respectivamente. Os dados da fala foram coletados por meio da avaliação fonológica. Para o tratamento, foi utilizado o Modelo de Oposições Múltiplas durante 25 sessões com os mesmos sons-alvo, todos pertencentes a classe das fricativas. As substituições e omissões no inventário fonológico de cada criança foram analisadas, assim como a ocorrência de processos fonológicos pré e pós-terapia. Observou-se que o sujeito que apresentava mais substi- tuições (S1) foi o que apresentou maiores aquisições de fonemas no inventário fonológico. O S1 foi o que apresentou maior ocorrência de processos em sua fala, tanto pré quanto pós-terapia, o que diicultava a inteligibilidade de fala para o ouvinte. Os processos que envolveram a classe das líquidas foram os que apresentaram um maior percentual de ocorrência, mesmo após a terapia. O Modelo de Oposições Múltiplas possibilitou um adequado progresso no tratamento dessas crianças com desvio fonológico, proporcionando uma expansão no inventário fonológico e uma diminuição de ocorrência de processos fonológicos apesar de haver diferenças quanto a evolução apresentada por cada uma. DESCRITORES: Fonoterapia; Transtorno da Articulação; Generalização; Distúrbios de Fala; Fala
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Pseudopalavras para terapia fonológica validadas por juizes especialistas

Pseudopalavras para terapia fonológica validadas por juizes especialistas

Therefore, the present work aimed to establish a pseudowords list based on favorable environments and to submit this to the judgment of expert judges, in order to obtain a reliable ps[r]

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Terapia fonológica a partir da estimulação de sons isolados e em conjunto.

Terapia fonológica a partir da estimulação de sons isolados e em conjunto.

titui por um único fonema (por exemplo: os fonemas /R/, /k/, /g/ e /m/ são substituídos por [s]). A terapia envolve um grupo de palavras que diferem em apenas um fonema, por exemplo: rola x mola x cola x gola x sola, que quando produzidas pela criança, gera homônimos. Geralmente este modelo é aplicado em crianças com desvios fonológicos mais graves, pois nesses casos as substituições de vários sons por um único som são mais frequentes nestas gravidades, não sendo tão comuns em desvios mais leves; isto é, nem todas as crianças poderão ser tratadas com este modelo. O grupo 2 (G2), por sua vez, era composto por sujeitos tratados pelo Modelo ABAB-Retirada e Provas Múltiplas (5) em que apenas um som-alvo é selecionado
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Terapia fonológica em sujeitos com diferentes gravidades do desvio fonológico.

Terapia fonológica em sujeitos com diferentes gravidades do desvio fonológico.

O tratamento das crianças constou de duas ses- sões semanais de 45 minutos cada, totalizando 30 sessões de terapia, distribuídas da seguinte forma: cinco sessões e uma sondagem. Após o término das 25 sessões foi realizada novamente uma ava- liação do sistema fonológico das crianças coletando os dados de fala por meio do mesmo instrumento usado na avaliação inicial. Também foi realizado novamente o cálculo do PCC.

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A influência das habilidades em consciência fonológica na terapia para os desvios fonológicos.

A influência das habilidades em consciência fonológica na terapia para os desvios fonológicos.

Atualmente este banco de dados está composto por 193 sujeitos, os quais foram avaliados e subme- tidos a diferentes modelos de terapia fonológica (ABAB-Retirada e Provas Múltiplas, Ciclos Modi- icado, Pares Mínimos, Pares Mínimos/Oposições Máximas, Oposições Múltiplas). Para este estudo foram selecionados aleatoriamente os dados de cinco sujeitos, de acordo com os seguintes crité- rios de inclusão: diagnóstico de desvio fonológico; audição normal; não apresentar alterações nos aspectos neurológico, cognitivo e psicológico; ter os protocolos das avaliações da consciência fonoló- gica (Protocolo de Tarefas de Consciência Fonoló- gica proposto por Cielo 1 ) e da fonologia completos;
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