Tomada de decisão (Administração executiva)

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Tomada de decisão...

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Com efeito, a compra de um bem de consumo de escolha complexa e a compra de um curso de ensino superior são ambas fruto de uma reflexão, diferente é certo, que resulta de uma actividade submetida ao processo de escolha proposto por Kotler. Tal como um bem de alto envolvimento, o curso superior é uma compra cada vez mais submetida aos princípios evidenciados no modelo: reconhecimento da necessidade, recolha de informação a respeito das alternativas, posterior análise dessa informação e tomada de decisão. Ora a tomada de decisão tem, geralmente, em consideração as opiniões de terceiros, as percepções do consumidor a respeito do produto a adquirir e os objectivos a satisfazer.
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A INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

A INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

Vive-se em um momento em que as mudanças ocorrem numa fração de segundos. E nesses momentos, é preciso ressaltar que a informação se constitui num recurso básico e indispensável para qualquer atividade humana. Assim sendo, é necessário que as informações sejam oportunas, relevantes, organizadas, disponibilizadas a fim de orientar os atores dos diferentes processos organizacionais na tomada de decisão. “A informação é um bem necessário para a tomada de decisões, é o avanço dos conhecimentos, é o controle das atividades, é também desenvolvimento econômico, cultural e social” (SÁNCHEZ VIGNAU; RODRIGUEZ MUÑOZ, 2000, p.159, tradução nossa). 1
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Um Mecanismo de offloading de dados com tomada de decisão

Um Mecanismo de offloading de dados com tomada de decisão

(2015), tal tática aumenta os recursos computacionais provendo maior poder de armazenamento e um aumento da eficiência energética em virtude de se utilizar, por menos tempo, as conexões de rede para envio dos dados. Eles afirmam ainda que, neste tipo de offloading, há informações adicionais que mesmo não sendo utilizadas na tomada de decisão pelo offloading, são relevantes sob o ponto de vista global do sistema pois podem resultar em um aumento de complexidade no processo de migração, e.g., (i) o tipo dos dados que irão sofrer offloading; e (ii) as operações de cache que o sistema remoto poderá realizar sobre esses dados.
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A Assessoria Executiva no Processo de Tomada de Decisão

A Assessoria Executiva no Processo de Tomada de Decisão

Sobre sua atuação na organização, o profissional de Secretariado Executivo considera-se um agente facilitador no processo de tomada de decisão e quando envolvido no processo tem responsabilidades e assume riscos. Nesse sentido, de acordo com o entendimento de Mascarenhas; Sepulveda e Dessumpção (2011), o profissional de Secretariado Executivo atua como coparticipante e mediador nas relações organizacionais. Na gestão de processos é responsável por contribuir nas tomadas de decisões ao atuar como agente facilitador dos processos devido ao seu perfil polivalente e multifuncional.
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Efeitos da responsabilização na tomada de decisão ética

Efeitos da responsabilização na tomada de decisão ética

O processo de tomada de decisão, como temos vindo a notar encontra-se afectado pela natureza do problema (ambiguidade e complexidade), pelo contexto em que ocorre (responsabilização) mas também por aspectos ligados ao decisor. A necessidade de cognição refere-se à motivação intrínseca do indivíduo para despender esforço cognitivo na compreensão detalhada dos problemas, verificando-se assim de forma natural, a adopção de processos sistemáticos de procura e análise da informação. A assunção de que o processamento da informação é contingente, quer com os aspectos motivacionais, quer com a competência individual para lidar com os problemas, leva-nos a colocar a hipótese de que a capacidade de resistência ao enviesamento provocado pelas consequências não depende somente da indução da necessidade de procurar preservar a imagem social através de decisões não afectadas por erros cognitivos, mas também que esta capacidade pode ser incrementada pelo desejo de conhecer de forma aprofundada o problema. Os indivíduos com elevada necessidade de cognição estão habituados a resolver problemas complexos, pelo que a condição de responsabilização poderá constituir uma oportunidade para debater diferentes perspectivas do problema fomentando o seu envolvimento com a tarefa (Green, Visser & Tetlock, 2000). No caso dos indivíduos com baixa necessidade de cognição, a perspectiva de ter de justificar perante outros as suas acções poderá ser sentida como uma ameaça e conduzir a estratégias de evasão ou evitamento da tomada de decisão.
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CONFUSÃO DO CONSUMIDOR E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

CONFUSÃO DO CONSUMIDOR E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

Atualmente, os consumidores encontram-se em um ambiente com elevado número de informações e pressionados em virtude do tempo. De acordo com Mitchell, Walsh e Yamin (2005), a confusão por excesso de informação pode ser caracterizada como uma falta de entendimento causada por uma sobrecarga de informação disponível no ambiente e que não consegue ser processada dentro do tempo disponível para um confiável e completo entendimento por parte do consumidor. Para Afonso (2010), o excesso de informações é o resultado da relação entre a quantidade de informações relevantes disponíveis e a quantidade de alternativas. Malhotra (1982) acredita que a sobrecarga de informações se deve ao recebimento de muitas informações além do que a memória de curto prazo consegue processar, podendo até afetar a escolha de marca pelos consumidores. Nota-se que o excesso de informações, inicialmente, pode aumentar a qualidade das decisões, mas, posteriormente, essa qualidade tende a diminuir. Os consumidores não conseguem assimilar todas as informações disponíveis, o que dificulta seu processo de tomada de decisão.
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A influência do género na tomada de decisão

A influência do género na tomada de decisão

colaboradores (2011) que encontraram diferenças entre géneros na escolha dos baralhos vantajosos (C e D).Uma das razões para esta divergência nos resultados pode dever-se ao tamanho da amostra. No estudo de Stanton e colaboradores (2011), a amostra era constituída por 154 participantes (78 homens e 76 mulheres) e a nossa por 60 participantes (30 do género feminino e 30 do género masculino). No entanto, Derntl e colaboradores (2014) ao compararem uma amostra de 71 mulheres e 45 homens, com o objetivo de investigar a variação diurna da testosterona e a concentração de testosterona em mulheres e homens na tomada de decisão, também não encontraram diferenças relevantes. Os autores verificaram uma ausência de diferenças entre os sexos na tomada de decisão bem como uma não influência dos níveis de testosterona no desempenho, apesar de verificarem diferenças nos níveis de testosterona no período da manhã comparativamente ao da tarde nos diferentes sexos. Por fim, analisamos o desempenho dos participantes relativamente à aversão ao risco, ou seja, o resultado da formula [(C+D) - (A+B)]. Nesta análise também não se observou diferenças com relevância estatística, embora nos dois últimos blocos de 20 cartas escolhidas (net4, net5), se tivesse evidenciado um aumento da aversão ao risco por parte das mulheres comparativamente com os homens. Dwyer e colaboradores (2002) também demonstram que as mulheres apresentavam um aumento da aversão ao risco em situações de investimento, mas de uma forma bastante significativa, no entanto a sua amostra era substancialmente superior à do presente estudo.
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Determinantes da Tomada de Decisão do Tempo da Amamentação

Determinantes da Tomada de Decisão do Tempo da Amamentação

Finalmente, e relativamente à percepção materna dos factores que conduziram ao abandono da amamentação, a grande maioria estabeleceu um paralelismo entre alguns sentires extrínsecos e intrínsecos relativos à amamentação e o facto de estes se comportarem como indutores do desmame. Dos intrínsecos verificamos que foram utilizados todo um conjunto de razões que estão directamente relacionadas com o leite, designadamente com a sua qualidade ou quantidade, o que interfere directamente com o comportamento face à amamentação. Daqui podemos inferir que há alguma falta de conhecimentos por parte da mãe e que tal está na base do desmame, o que poderia, pensamos, ser minimizado com consultas informativas individuais e grupos de apoio. Já do ponto de vista dos extrínsecos estão de facto os profissionais de saúde, através de comportamentos e orientações moduladores do comportamento materno, levando, no estudo em questão, consequentemente ao desmame. Os argumentos mais usados por estes profissionais prendem-se fundamentalmente com indicações associadas à insuficiência de leite materno para as necessidades bio-fisiológicas do RN. Ainda nesta vertente extrínseca muitas das mães identificaram também como determinante o peso da dimensão social na tomada de decisão, com forte condicionante familiar exercida por mães/sogras/maridos/companheiros. Achamos por isso que ainda estamos muito aquém de fornecer um acompanhamento correcto à grávida e posteriormente à mãe face a este tema onde a grande parte da responsabilidade centra-se na equipa de saúde envolvida e com responsabilidades nesta área.
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TOMADA DE DECISÃO NO TRATAMENTO DE EMERGÊNCIAS

TOMADA DE DECISÃO NO TRATAMENTO DE EMERGÊNCIAS

A tabela 5 indica que os recursos disponíveis em material e pessoal também são vitais para a tomada de decisão e crescem em importância quando a situação é mais tensa. Nenhuma instituição terá à disposição todos os recursos em todos os lugares no tempo necessário. No entanto, deve-se prever antecipadamente o modo mais rápido de se dispor deles quando necessário.

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Fatores que participam da tomada de decisão em humanos

Fatores que participam da tomada de decisão em humanos

“Esse instrumento contempla uma situação de tomada de decisão sob incerteza, que envolve escolhas monetárias (...). A tarefa envolve escolhas de uma carta, ao longo de 100 jogadas (cinco blocos de vinte jogadas cada), de um dentre quatro baralhos. Cada um desses baralhos inclui uma longa série de ganhos e perdas. A partir de um processo de aprendizagem, os participantes criam padrões de probabilidade e inferem quais baralhos são vantajosos e quais não o são. Esses devem desenvolver o conhecimento de quais baralhos são arriscados e quais são lucrativos em longo prazo. Cada baralho possui um esquema fixo e pré-programado de recompensa e punição. Escolhendo qualquer carta do baralho "A" ou do "B", ocorre um rendimento de R$ 100,00; já optando por qualquer carta dos baralhos "C" ou "D" o rendimento é de R$ 50,00. No entanto, o lucro futuro final de cada baralho varia, porque a punição é, em termos de valor, maior nos baralhos que pagam altas quantias (A e B) e menor nos baralhos que pagam menos (C e D).” (p.445).
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Métodos de tomada de decisão envolvendo especialistas

Métodos de tomada de decisão envolvendo especialistas

Este estudo teve o propósito de aplicar algumas das hipóteses apresentadas por Mos- taghimi (2001) no artigo Information Collection Strategic Design in Experts assisted Decision Making Paradigm, que discorre a respeito de como o processo de coleta de informações sub- sidia uma tomada de decisão, influenciando no resultado da mesma. Segundo o autor, o estilo do tomador de decisões e o seu nível de envolvimento no levantamento das informações irão interferir nos resultados obtidos, considerando a utilização de especialistas na área avaliada e sua estruturação para obtenção das informações. Esse processo envolve diversas variáveis, desde o conhecimento entre os especialistas - como eles pensam e se relacionam entre si e com o tomador de decisões - até a forma como será concebida a apresentação das informa- ções: em grupo, individualmente, consensada ou não.
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A Tomada de Decisão e a Eficácia da Liderança Escolar

A Tomada de Decisão e a Eficácia da Liderança Escolar

diferentes fases, isto é, nas Figuras 18 e 19, o seu contributo distribui-se entre NENHUM / ALGUM (n=3) e SIGNIFICATIVO / MUITO SIGNIFICATIVO (n=3), ao passo que na Figura 20 – Execução, o contributo tende para o lado negativo (NENHUM / ALGUM n=4). Relacionando os resultados obtidos com os anos em funções de liderança dos participantes, verificamos que os que responderam SIGNIFICATIVO / MUITO SIGNIFICATIVO nas fases de Preparação e Decisão, dois contabilizam nove anos e o terceiro é o subdiretor. Interpretamos estes dados em função da necessidade de uma compreensão cabal do que está em causa, pois frequentemente a informação provinda dos Serviços da tutela suscita dúvidas e a diversidade de realidade de contexto devido aos recursos disponíveis implica um pedido de esclarecimento nas duas fases iniciais do processo da tomada de decisão. Quanto à posição de pendor mais negativo dos restantes líderes, pensamos que a experiência adquirida facilita o entendimento, ou talvez, e aventuramos a admiti-lo, são muitas as situações em que a informação solicitada é contraditória, permanece insuficiente, ou ainda assuntos há em que ficamos sem respostas, pelo que desistimos de perguntar. Quanto aos resultados para a terceira fase, os dois participantes que ainda assinalaram SIGNIFICATIVO / MUITO SIGNIFICATIVO, provavelmente por uma questão de segurança, ainda indagam os técnicos dos Serviços regionais e centrais para poderem ajustar o processo. Também compreendemos que quatro tenham respondido NENHUM / ALGUM já que as nossas decisões, os nossos processos são monitorizados por aplicações informáticas e plataformas eletrónicas criadas com esse intuito. Ainda na senda da última reflexão, acrescentamos que “Abundam os sistemas e as plataformas que reforçam o controlo burocrático do centro sobre as periferias, instituindo uma hiperburocracia altamente formalizadora e racionalizadora, que muitos confundem, ingenuamente, com desmaterialização desburocratizante e eficiente.” (Lima, 2013).
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O papel da memória no julgamento e tomada de decisão

O papel da memória no julgamento e tomada de decisão

Uma importante diferença individual é a numeracia. A numeracia é uma habilidade cognitiva que pode influenciar no julgamento e na tomada de decisão. A numeracia é a capacidade para compreender informações em formato numérico, e a habilidade de processar conceitos matemáticos e probabilísticos básicos. A Numeracy Scale (Lipkus, Samsa & Rimer, 2001) é uma das medidas de numeracia mais utilizadas. O desempenho nesse teste pode ser baixo tanto em populações com baixos quanto com altos níveis de educação formal. Esse teste acessa o quanto as pessoas são boas em: 1) diferenciar e realizar simples operações matemáticas sobre magnitudes de risco usando percentuais e proporções, 2) converter percentuais em proporções, 3) converter proporções em percentuais, e 4) converter probabilidades em proporções. A Numeracy Scale é formada por 11 itens. A numeracia tem sido relacionada à redução da suscetibilidade aos efeitos de enquadramento (quando um mesmo problema, apresentado de forma diferente, gera respostas diferentes) e ao aumento da precisão em julgamentos (Peters et al., 2006). A versão original em inglês da escala está no Anexo D e a versão em português, denominada Escala Subjetiva de Habilidades Numéricas, resultado deste estudo, está no Anexo A.
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A tomada de decisão e sistemas de informação em saúde

A tomada de decisão e sistemas de informação em saúde

Além disso, o MS afirma que “a tecnologia da informação e a integração dos sistemas de informação em saúde contribuirão para aperfeiçoar e consolidar a gestão descentralizada do SUS”, unindo a gestão e a informação. A tecnologia serve para fortalecer o “comando único do sistema em cada esfera de governo, aprimorando a descentralização progressiva dos recursos e contribuindo para a orientação das ações de saúde segundo as necessidades e demandas locais”. Segundo o MS, a informática e a informação são recursos importantes para a tomada de decisão, sendo utilizadas “para o planejamento e a avaliação de ações de promoção, prevenção e reabilitação, capazes de reduzir a morbimortalidade decorrente das doenças e agravos prevalentes, levando em conta as diversidades locais e regionais, bem como os grupos ou segmentos populacionais mais expostos (FACCHINI et al., 2004, pg.22).” A tecnologia da informação deve facilitar o acesso do usuário (população) aos serviços de saúde. Também deve servir à educação em saúde, facilitando o auto-cuidado e autonomia. Para os profissionais, a tecnologia deve facilitar os processos de trabalho (agendamento, referência e contra-referência, etc.) e melhorar a qualidade do trabalho. O comitê criador da PNIIS cita recursos como registro eletrônico em saúde (prontuário eletrônico), sistemas de apoio à decisão e tele medicina para facilitar e melhorar o serviço dos profissionais de saúde. A tecnologia também deve ajudar o gestor público, para aperfeiçoar e consolidar a descentralização da gestão do SUS.
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Métodos multicritérios que envolvem a tomada de decisão

Métodos multicritérios que envolvem a tomada de decisão

Este presente estudo de cunho monográfico e bibliográfico teve o objetivo de analisar os métodos multicritérios que ajudam na tomada de decisão. Observou-se que as decisões e atitudes do tomador de decisão não são tão simples e podem demandar mais tempo para análise, bem como a criação de vários critérios, buscando aperfeiçoar as escolhas. A análise de métodos multicritérios na solução de problemas de tomada de decisão tem sido bastante utilizada, uma vez que procuram esclarecer ao decisor as possibilidades de escolhas. Apóia o processo decisório, embasado nas informações existentes, incorporando valores dos agentes, na busca da melhor solução. No estudo de caso apresentado observou-se que a análise multicritério ajuda a tomada de decisão.
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Tomada de decisão de Psicólogos em avaliação Psicologica

Tomada de decisão de Psicólogos em avaliação Psicologica

Ao término deste estudo ficou evidente que, o exercício da profissão por profissionais da Região Nordeste requer por parte dos psicólogos uma prática reflexiva, a qual lhe permitirá a tomada de decisão mediante as diferentes necessidades oriundas dos diversos contextos nos quais atuam. Assim, considerando que a atuação do psicólogo está regulada por um Código de Ética Profissional, a sua violação expressa a crença de que ele não agiu de acordo com os princípios e as normatizações de sua profissão (Anache & Reppold, 2010). Ainda referindo os comentários dessas autoras, constatou-se que, de fato, avaliar é uma atividade que implica juízo de valores e requer atenção por parte dos profissionais. Por isso, é imprescindível que os psicólogos sejam criteriosos no emprego das técnicas, com observância de resultados às pesquisas produzidas sobre o construto o qual está buscando compreender antes de emitir parecer e sobre a melhor forma de conduzir um processo avaliativo. Isso exige, do profissional, atualizações na área e, dos órgãos de classe, maior atenção ao ensino da avaliação psicológica.
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fonte informacional para tomada de decisão :: Brapci ::

fonte informacional para tomada de decisão :: Brapci ::

Entretanto, a tomada de decisão em algumas MPE, quando baseada apenas na experiência do empreendedor, é pautada numa política de sobrevivência, o que dificulta a prospecção de melhorias, devido ao fato de ele não ser capaz de realizar um planejamento baseado nos objetivos da empresa, pois, conforme Leone (1999 apud THODE FILHO e CALDAS, 2008), os objetivos da pessoa física tende a se confundir com os da pessoa jurídica, sendo os objetivos da empresa afetados pelo percurso pessoal de seu dirigente.

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TOMADA DE DECISÃO EM GRUPO E INDIVIDUAL: UMA ANÁLISE DA EXISTÊNCIA DO EFEITO DISPOSIÇÃO

TOMADA DE DECISÃO EM GRUPO E INDIVIDUAL: UMA ANÁLISE DA EXISTÊNCIA DO EFEITO DISPOSIÇÃO

As Finanças Comportamentais ganharam notoriedade depois da metade do século XX principalmente por complementar alguns vazios da já consolidada Teoria Neoclássica de Finanças (Finanças Modernas). Isto foi possível com o auxílio da psicologia no estudo dos agentes econômicos no que se refere à tomada de decisão sob risco. A presente pesquisa tem por base a tomada de decisão sob risco envolvendo escolhas financeiras. A busca por ganhos no mercado de ativos faz as pessoas manterem por um longo período os ativos que apresentam preço inferior ao de compra, na expectativa que este retorne a patamares superiores, e a venderem rapidamente ativos que estão acima do preço de compra. Este comportamento é denominado na literatura de efeito disposição, advindo da Teoria do Prospecto, a qual enfatiza que as pessoas estão mais propensas ao risco em situações de perda e avessas ao risco em situações de ganho. Muitas pesquisas encontraram o efeito disposição em investidores individuais, mas sabe-se que a maioria das escolhas de investimento são efetuadas por instituições como bancos e fundos de investimento, onde dois ou mais indivíduos tomam as decisões. Assim, a tomada de decisão dos grupos adquire um caráter preponderante nesta pesquisa tendo em vista a existência ou não do efeito disposição em suas escolhas. Busca-se, nesse sentido, verificar se a tomada de decisão sob risco em termos individuais difere das decisões tomadas em grupo. Através de um software open-source chamado ExpEcon foi possível a realização de vários experimentos controlados com graduandos dos cursos de Economia e Contabilidade. A hipótese adotada foi a de que em grupo o efeito disposição deve ser menor em virtude da capacidade dos grupos em trocar experiências e avaliar de maneira mais racional as decisões, reduzindo-se os riscos e logo o efeito disposição. Nossos resultados, no entanto, indicam que os grupos tomam decisões mais arriscadas e logo apresentam o efeito disposição, sendo este com grau mais elevado em relação aos participantes individuais. Além disso, integrantes dos grupos com algum grau de amizade apresentaram atitudes mais arriscadas e maior efeito disposição quando comparados aos participantes dos grupos que não se conheciam, ao menos num dos pontos de referência calculados.
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Materialização da informação em conhecimento para a tomada de decisão

Materialização da informação em conhecimento para a tomada de decisão

Como reacção à falta de informação para a tomada de decisão, surge em França o Tableau de Bord, em 1932. Até aos anos 80, o Tableau de Bord não foi mais do que um relatório onde se comparavam e controlavam os dados realizados com os previamente orçamentados, com vista à tomada de medidas correctivas. Apesar da utilidade evidente do Tableau de Bord para as organizações, apresentava algumas limitações, entre elas a predominância da perspectiva financeira na análise do desempenho, em detrimento de outras perspectivas igualmente relevantes, o que não garantia o alinhamento dos interesses da Direcção e dos gestores dos diversos centros de responsabilidade (Bugalho, 2004).
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Elementos intervenientes na tomada de decisão

Elementos intervenientes na tomada de decisão

As organizações gerenciadas nos moldes taylorianos estão cada vez mais cedendo espaço a novas formas de gestão. O foco nos bens tangíveis cede lugar a outros bens, os intangíveis. Dos bens intangíveis relevantes para o gerenciamento das organizações, destacamos nesse trabalho o dado, a informação e o conhecimento como subsídios essenciais à comunicação e à tomada de decisão. Para que as decisões organizacionais sejam tomadas com rapidez e qualidade, é importante que as organizações disponham de um sistema de comunicação eficiente, que permita a rápida circulação da informação e do conhecimento, sendo, para isso, indispensável o suporte da tecnologia.
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