Tomada de decisão de carreira

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Dificuldades de tomada de decisão de carreira no contexto da intervenção vocacional

Dificuldades de tomada de decisão de carreira no contexto da intervenção vocacional

Por sua vez, Ussene e Taveira (2010) desenvolvem um novo estudo com o CDDQ34q, para testar as suas propriedades métricas e a aplicabilidade da versão portuguesa do CDDQ34q (Gati & Saka, 2001b; Silva, 2005) a alunos da 12ª classe, moçambicanos. A amostra deste estudo é composta por 314 alunos, de escolas privadas e públicas da região sul de Moçambique, de ambos os sexos (194 raparigas e 120 rapazes), com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos (M=17,05; DP=1,24). Em relação aos resultados, o referido autor registou, na primeira fase de exploração factorial dos itens do CDDQ34q, que as médias dos itens de resposta variam entre 3,51 e 6,51 pontos, e os desvios- padrão apresentam valores entre os 2,51 e 3,08 pontos. Em relação à consistência interna dos itens, Ussene e Taveira (2010) verificaram que estes apresentam coeficientes alfa de Cronbach muito satisfatórios, com valores entre 0,91 e 0,92. Na segunda fase de análise dos resultados, foi realizada uma análise de componentes principais de 32 itens do CDDQ34q (após retirada dos itens de validade 7 e 12), alcançando-se uma solução factorial de nove factores interpretável, que explicam 65,60% da variância. O Factor 1 inclui os itens 19-24 da escala Falta de Informação e os itens 25-28 da escala Informação Inconsistente. O Factor 2 integra os itens 10 e 11 da escala Falta de Prontidão os itens 29, 31, 32 e 34 da escala Informação Inconsistente. O Factor 3 é composto pelos itens 27, 30 e 33 da categoria principal Informação Inconsistente. No Factor 4, saturam os itens 3-6 da escala Falta de Prontidão. O Factor 5 inclui os itens 15-17 da categoria Falta de Informação. O Factor 6 engloba os itens 2 da escala Falta de Prontidão e o item 18 da categoria principal Falta de Informação. Por fim, o Factor 7 é composto pelos itens 8 e 9 da escala Falta de Prontidão; o Factor 8 pelos itens 1 da escala de dificuldades por falta de prontidão e o item 14 por Falta de Informação; e o Factor 9 pelo item 13 da escala Falta de Informação. Finalmente, foram registados neste estudo valores de coeficientes de alfa de Cronbach (consistência interna) de 0,61 para Falta de Prontidão, de 0,78 para a Falta de Informação, e de 0,81 para a Informação Inconsistente, e de 0,88, para o total do CDDQ, semelhantes aos registados em outros estudos com análises congéneres (e.g., Mau, 2001; Hijazi, Tatar & Gati, 2004; Loureiro & Taveira, 2010). Ussene e Taveira (2010) concluem que é adequado considerar esta versão do CDDQ34q, num estudo mais definitivo sobre o tipo de dificuldades de tomada de decisão de carreira de estudantes moçambicanos, ainda que seja importante prosseguir a investigação da medida com novas amostras do mesmo país.
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A avaliação dos interesses como fonte da auto-eficácia na tomada de decisão de carreira, em jovens do 9º ano : planificação de estudo

A avaliação dos interesses como fonte da auto-eficácia na tomada de decisão de carreira, em jovens do 9º ano : planificação de estudo

De acordo com o modelo da maturidade da carreira de Crites (1981), a dimensão das competências para a escolha de carreira é um cluster que reúne as componentes da recolha de informação sobre diversas profissões, da auto-avaliação das capacidades e dos interesses, de traçar objectivos de vida, de planeamento de cursos de acção congruentes para alcançar os objectivos propostos e de desenvolvimento de estratégias para resolver ou lidar com problemas do percurso profissional. Estas são dimensões subjacentes à auto-eficácia na tomada de decisões de carreira, cuja definição tem a ver com a crença quanto à capacidade pessoal de realizar com sucesso as tarefas necessárias para a tomada de decisão de carreira (Taylor & Betz cit. por Betz & Nancy, 2004).
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Suporte dos pares e desenvolvimento vocacional em estudantes do ensino secundário: o efeito da autonomia no processo de tomada de decisão de carreira

Suporte dos pares e desenvolvimento vocacional em estudantes do ensino secundário: o efeito da autonomia no processo de tomada de decisão de carreira

13 A investigação no âmbito da motivação em contexto escolar tem sido propícia para o surgimento de diversas teorias e modelos. Uma das teorias de maior realce na explicação do investimento dos indivíduos nas diferentes tarefas escolares ou no domínio da carreira é a Teoria da Autodeterminação, a qual propõe três dimensões da motivação que se associam à exploração vocacional e à tomada de decisão de carreira: amotivação, motivação extrínseca e motivação intrínseca. A motivação intrínseca foi reconhecida pela primeira vez nos estudos experimentais de comportamento animal, onde foi possível verificar que muitos organismos exercem comportamentos exploratórios movidos pela curiosidade, mesmo na ausência de reforços ou recompensas (Ryan & Deci, 2000b). Este tipo de motivação refere-se ao facto de uma pessoa realizar uma determinada tarefa unicamente pelo interesse interno ou por satisfação pessoal. A pessoa demonstra prazer na realização da tarefa e não a realiza para evitar uma possível consequência. É neste nível que se verifica maiores índices de autodeterminação (Leal, Miranda e Carmo, 2013; Ryan e Deci, 2000b). Por sua vez, a motivação extrínseca está associada ao ato do indivíduo realizar uma tarefa para adquirir uma recompensa externa. Dentro deste tipo de motivação podemos distinguir quatro níveis de regulação: regulação externa (é a forma menos autónoma da motivação, é o facto de o sujeito realizar a tarefa apenas para receber a recompensa ou evitar uma punição); regulação introjetada (representa a realização de uma tarefa para evitar a culpa ou ansiedade, pretendendo manter coesa a integridade do self); regulação identificada (é mais autónoma que as anteriores e ocorre quando existe um reconhecimento da importância de um determinado comportamento para atingir os objetivos desejados) e regulação integrada (é a forma de motivação extrínseca mais autónoma, é quando o indivíduo aceita a validade e utilidade da motivação extrínseca, tornando-se parte dos seus valores e identidade (Guimarães & Bzuneck, 2008; Ryan & Deci, 2000b). Por último, a amotivação consiste na ausência de motivação para realizar uma tarefa ou ação ou a falta de um prepósito para a realizar. É um estado motivacional encontrado quando o sujeito não identifica bons motivos para realizar uma determinada atividade (Leal et al., 2013; Ryan & Deci, 2000b).
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O suporte parental e autoeficácia nos processos de exploração e de tomada de decisão de carreira, em alunos do ensino secundário

O suporte parental e autoeficácia nos processos de exploração e de tomada de decisão de carreira, em alunos do ensino secundário

20 no desenvolvimento de carreira e tomada de decisão na carreira, demonstram que o suporte parental e uma relação afetuosa promove e facilita uma maior consciência da identidade vocacional, altos níveis de aspirações e expetativas, aumento das expetativas de autoeficácia e do compromisso perante as suas escolhas vocacionais. No estudo de Nota, Ferrari, Solberg e Soresi (2007), com 235 participantes italianos do ensino secundário, o qual se propôs a verificar se o impacto da família na tomada de decisão da carreira era mediado pela autoeficácia concluindo-se, nos jovens do sexo masculino, que a autoeficácia mediava parcialmente o suporte familiar e a tomada de decisão. No que se refere às jovens do sexo feminino, o suporte familiar estava diretamente associado à autoeficácia, e esta associada diretamente à Indecisão de carreira. Sovet e Metz (2014) na sua investigação procuraram comparar estilos parentais na tomada de decisão de carreira, verificaram que a perceção do estilo parental está significativamente associada às crenças de autoeficácia e dificuldades na tomada de decisão. Um estilo parental mais afetuoso é mais eficaz em jovens franceses, enquanto um estilo parental mais autoritário é mais eficaz nos jovens coreanos, remetendo-nos para questões culturais. Por fim, também Gianakos (1999), no seu estudo de 172 participantes, demonstrou que pessoas com múltiplos e estáveis modelos vicariantes reportavam maior confiança nas suas habilidades para as atividades relacionadas com a procura de informação, resolução de problemas e planeamento conciso e realista na carreira.
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Perfis de decisão de carreira de bloggers e youtubers portugueses e brasileiros

Perfis de decisão de carreira de bloggers e youtubers portugueses e brasileiros

Seguindo esta linha de estudo e pensamento, Gati et al. (2010) propuseram um modelo multidimensional e alternativo para descrever a tomada de decisão dos indivíduos, construído a partir de duas premissas principais: (1) várias características paralelas (dimensões) são necessárias para abordar completamente o processo de tomada de decisões e (2) algumas das dimensões que caracterizam o perfil de tomada de decisão do indivíduo estão relacionadas com a personalidade, enquanto outras são mais influenciadas por fatores situacionais. (Gati & Levin, 2012). Nesta abordagem, Gati et al. (2010) propõem medir o perfil de tomada de decisão de carreira de um individuo, através dos 39 itens do instrumento Career Decision-Making Profile (CDMP), que avalia doze dimensões, isto é, preferências, perceções, e modos de atuar do sujeito, perante as suas escolhas de carreira. São elas: procura de informações, processamento de informação, locus de controlo, esforço investido no processo, procrastinação, velocidade na tomada de decisão final, consultoria com os outros, dependência dos outros, desejo de agradar sos outros, aspiração por uma ocupação ideal, disposição para comprometer e uso da intuição.
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Intuição na tomada de decisão em recrutamento e selecção

Intuição na tomada de decisão em recrutamento e selecção

XL a alargar mais para o desenvolvimento organizacional. Portanto, hoje em dia tenho outras coisas para além do recrutamento. Mas, o início foi recrutamento em trabalho temporário, depois perfis especializados e depois “head hunting”. Portanto a minha base de carreira que me tem vindo a acompanhar é o recrutamento. Neste momento, faço muito pouco recrutamento. O que nós estamos a assistir um bocado em Portugal e na Europa é que o recrutamento está congelado. O recrutamento que é feito aqui no DN é feito ciclicamente sempre que algum perfil sai da empresa e é preciso substituir, porque aumentar vagas, aumentar “head count”, não está a acontecer nos últimos tempos. Portanto, sempre que nos deparamos com uma necessidade pontual, então nós fazemos o recrutamento. Se houver alguém dentro da empresa que consiga acumular funções, já não se faz recrutamento ou também podemos optar pela mobilidade interna. É outra forma de colmatarmos as necessidades com um custo mais baixo. Os processos de recrutamento e selecção são sempre um bocadinho dispendiosos, mesmo que se peça ajuda externa a empresas de consultoria, temos os fees para pagar e temos sempre que despender tempo, porque temos sempre as entrevistas finais, a parte das propostas e da contratação, é sempre tempo gasto e hoje em dia se conseguirmos evitar este custo pode ser bastante proveitoso. Mas para mim é um gosto fazer recrutamento.
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Um Mecanismo de offloading de dados com tomada de decisão

Um Mecanismo de offloading de dados com tomada de decisão

O processo de tomada de decisão é ilustrado na Figura 9. O processo é iniciado quando o dispositivo móvel está em posse da árvore de decisão. Inicialmente, é verificado no diretório definido pelo usuário os arquivos que podem ser migrados. Para cada arquivo é feito o processo de identificação (função hash) e verificação da disponibilidade do arquivo na cloudlet. Caso o arquivo não tenha sido enviado anteriormente ou seja um arquivo novo, é calculado seu tamanho. A ação seguinte é verificar as condições da rede (RTT, vazão Upload, vazão Download) e listar os métodos que podem ser executados na cloudlet. Então, são passadas para a árvore de decisão as condições da rede com a combinação dos arquivos e dos métodos. A árvore então classifica se o arquivo selecionado, utilizado como parâmetro em um método, é "Local"ou "Cloudlet". Os arquivos que são classificados como "Cloudlet"devem ser migrados para a cloudlet, já os classificados como "Local"devem permanecer apenas no dispositivo móvel.
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A INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

A INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

Os tomadores de decisões fazem escolhas por meio de interações diversas, quase sempre envoltas em grandes incertezas, em ambientes turbulentos, sob grande pressão e sem tempo para levantar informações, pois a maioria das decisões demanda respostas quase que imediatas (MOTTA, 1999). Com efeito, a tomada de decisões estratégicas é produto de avaliações, embasadas em processos estruturados de coleta, organização e difusão de informações, possibilitando, desta forma, apoio na tomada de decisão (DEBERTOLI et al., 2002).

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Lógica  anotada aplicada à tomada de decisão

Lógica anotada aplicada à tomada de decisão

Os modelos de processo de apoio à tomada de decisã o, em resposta à escassez dos recursos financeiros e ao ônus crescente desses recursos, fazem com que as decisões sejam tomadas com base em crité rios racionais, que garantam a otimizaçã o dos retornos obtidos. A introduçã o do risco e da incerteza nos modelos, trouxeram uma nova gama de informações que permitiram o aperfeiçoamento do processo decisó rio. A té este momento, os modelos e té cnicas utilizadas simplificavam as situações reais, considerando-as determinísticas. D esde entã o, novas té cnicas e modelos se fizeram necessá rios para criar condições de interpretar com mais precisã o os problemas do mundo real. O desenvolvimento destas té cnicas e modelos estã o em evoluçã o e o crescimento tem sido muito rá pido nos últimos anos.
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CONFUSÃO DO CONSUMIDOR E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

CONFUSÃO DO CONSUMIDOR E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

A facilidade de acesso às informações e o aumento da variedade de produtos e serviços disponíveis no mercado geram um considerável número de opções de escolha para os consumidores. No processo de tomada de decisão do consumidor, um dos estágios em que este tende a sofrer mais influências é o da busca de informações. Tal estágio pode causar uma confusão no consumidor devido à similaridade das informações, à ambiguidade, ou seja, a informações pouco esclarecedoras ou incorretas e ao excesso de informações. Este estudo buscou analisar quais os impactos da similaridade, da ambiguidade e do excesso de informação durante a busca de informações dos consumidores de cursos de pós-graduação. De caráter quantitativo, foi realizado a partir de 294 questionários aplicados a estudantes de cursos de pós- graduação Lato Sensu de duas instituições de ensino superior. Foi necessária a adaptação de uma escala já utilizada por autores em estudos anteriores, com a qual foi possível identificar o nível de confusão do indivíduo durante a busca de informações para determinar sua escolha. Uma consequência da confusão do consumidor está relacionada à busca de estratégias de decisão, representadas por: busca de mais informações, diminuição do número de alternativas, procura de ajuda com outras pessoas, postergação da decisão e desistência da escolha.
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A tomada de decisão e sistemas de informação em saúde

A tomada de decisão e sistemas de informação em saúde

O processo de simplificação do processo decisório possui forte relação com o desenvolvimento de sistemas de informação. À medida que a empresa amadurece sua concepção da realidade, este conhecimento pode ser embutido nas rotinas (processos) e no sistema de informação. Por exemplo, suponha que um determinado tipo de empregado seja responsável pela colocação de uma peça. Ao longo do tempo, a organização descobre a melhor forma da colocação desta peça e transforma este conhecimento em uma rotina. Em seguida, instala um sistema para avaliação da qualidade da colocação da peça. As decisões sobre bonificação e promoção do empregado ficam então relacionadas às informações disponibilizadas pelo sistema de informação para os gerentes. Pode-se verificar, neste momento, que a simplificação da decisão (relacionada à adequação do processo de colocação da peça de acordo com o padrão da organização) só será modificada caso exista uma nova interpretação da realidade (a peça na verdade deveria ser colocada e avaliada de outra forma). O sistema de informação é, portanto, capaz de solidificar uma interpretação.
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Materialização da informação em conhecimento para a tomada de decisão

Materialização da informação em conhecimento para a tomada de decisão

De modo a envolver a segunda linha de gestores no desempenho financeiro da empresa, mensalmente são efectuadas reuniões específicas para a análise dos custos e proveitos de cada BU. Esta necessidade surge do facto de indicadores financeiros e não financeiros terem de estar devidamente articulados de modo a inter-relacionar as perspectivas de desempenho operacional com os resultados financeiros da organização, transmitindo a informação necessária ao processo de tomada de decisões estratégicas para os distintos stakeholders.

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fonte informacional para tomada de decisão :: Brapci ::

fonte informacional para tomada de decisão :: Brapci ::

Entretanto, a tomada de decisão em algumas MPE, quando baseada apenas na experiência do empreendedor, é pautada numa política de sobrevivência, o que dificulta a prospecção de melhorias, devido ao fato de ele não ser capaz de realizar um planejamento baseado nos objetivos da empresa, pois, conforme Leone (1999 apud THODE FILHO e CALDAS, 2008), os objetivos da pessoa física tende a se confundir com os da pessoa jurídica, sendo os objetivos da empresa afetados pelo percurso pessoal de seu dirigente.

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Fatores que participam da tomada de decisão em humanos

Fatores que participam da tomada de decisão em humanos

Recentemente, tem havido tentativas de avaliar em que extensão a tomada de decisões é influenciada por contingências ambientais, antes mesmo da percepção consciente dessas influências. Entretanto, é preciso descrever de que forma os processos implícitos e explícitos interagem e qual a contribuição dos sistemas cognitivos para uma ação integradora, como uma tomada de decisão. São sistemas separados, independentes, integrados, colaborativos? Mais ainda, falta compreender como essa dinâmica implícita/explícita opera em pessoas saudáveis, isto é, sem lesão frontal. Outro desafio é apresentar um modelo experimental que lide o mínimo possível com variáveis subjetivas (como são testes envolvendo dilemas morais, ou figuras impactantes, por exemplo) cuja grande variabilidade individual dificultaria muito as conclusões. Finalmente, compreender a quais variáveis o sistema nervoso está sujeito quando escolhemos permitirá que eventualmente tracemos suas causas.
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Métodos de tomada de decisão envolvendo especialistas

Métodos de tomada de decisão envolvendo especialistas

A experiência de um especialista é um fator importante para a decisão, pois o decisor tende a aceitar melhor a opinião de especialistas mais experientes do que a dos novatos (HAR- VEY; FISCHER, 1997; YANIV; KLEINBERGER, 2003). Entretanto, como ressalta Harvey Fischer (1997), ainda que os especialistas sejam experientes, o decisor combina seus conselhos com o seu próprio julgamento. Conforme aponta Gino, Shang e Croson (2009), uma vez que o conse- lho é reunido, o decisor pesa a sua opinião e a opinião dos especialistas para chegar à decisão final. Essa combinação de opiniões, de preferência não correlacionadas, aumenta a precisão da decisão porque reduz o erro vinculado a cada recomendação individual. A agregação de todas as previsões garante que a previsão resultante tenha menor variabilidade e menor erro aleató- rio (BONACCIO; DALAL, 2006).
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O papel da memória no julgamento e tomada de decisão

O papel da memória no julgamento e tomada de decisão

para a prática, sendo essencial para o design de ambientes de compra amigáveis. Hutchinson e Alba (1991) mostraram que o processamento analítico varia significativamente em função da carga da memória, objetivos de processamento, tipo de busca por informação e a relativa saliência perceptual dos atributos do produto. Baseando-se na memória operacional e na limitação cognitiva do consumidor na avaliação de alternativas de escolha, Ariely (2000) apresenta e testa um modelo geral para a compreensão das vantagens e desvantagens do controle da informação na qualidade de decisão do consumidor, memória, conhecimento e confiança. Seus resultados mostram que o controle do fluxo de informações pode ajudar os consumidores a melhor encaixar suas preferências, a ter uma memória melhor e mais conhecimento sobre o assunto sendo investigado, e ser mais confiante em seus julgamentos. Por fim, Lee e Lee (2004) corroboram os achados de Ariely (2000), indicando que o número de atributos e a distribuição de níveis de atributo são bons preditores do efeito da sobrecarga de informação na escolha do consumidor. O estudo mostra que a sobrecarga de informações online resulta em consumidores menos satisfeitos, menos confiantes e mais confusos.
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Métodos multicritérios que envolvem a tomada de decisão

Métodos multicritérios que envolvem a tomada de decisão

De acordo com Arroyo (2002) na solução de problemas multiobjetivos, dois aspectos importantes podem ser identificados: busca de soluções e tomada de decisões. O primeiro aspecto refere-se ao processo de otimização no qual a região factível é direcionada para soluções Pareto-ótimas. eomo no caso de otimização mono-objetivo, a busca pode tornar-se difícil devido ao tamanho e complexidade do espaço de busca, podendo inviabilizar o uso de métodos exatos, mas não prejudica o processo decisório. A tomada de decisões envolve a seleção de um critério adequado para a escolha de uma solução do conjunto Pareto-ótimo. É necessário que o decisor faça uma ponderação (trade-off) dos objetivos conflitantes. 1
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O impacto do stresse na tomada de decisão moral

O impacto do stresse na tomada de decisão moral

Estudos recentes têm sugerido uma influência do stresse na resolução de dilemas morais, referindo que sujeitos sob o efeito de stresse parecem resolver dilemas morais de forma menos utilitária (i.e. associado a respostas emocionais automáticas) quando comparados com sujeitos na situação de controlo. Contudo estes resultados não parecem ser consensuais entre autores uma vez que nem todos observaram resultados significativos da influência do stresse na tomada de decisão moral. Esta dissemelhança encontrada nas respostas de sujeitos sob o efeito de stresse tem sido explicada por variáveis individuais como, por exemplo, o efeito moderador da personalidade. Neste contexto, tivemos como principal objetivo, num primeiro momento, comparar o desempenho de 30 participantes submetidos a uma tarefa de indução de stresse (Grupo Experimental – GE) e 30 participantes controlo (GC) numa tarefa experimental de dilemas morais e não-morais. Num segundo momento, fomos dividir o GE e GC de acordo com os seus traços de personalidade (segundo o modelo dos cinco fatores – Big Five) e comparar o desempenho na mesma tarefa. Os principais resultados sugerem que
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Tomada de decisão de Psicólogos em avaliação Psicologica

Tomada de decisão de Psicólogos em avaliação Psicologica

Após a busca pela definição dos testes referidos pelos participantes e que não se encontram no SATEPSI constatou-se que, Custódio (2002), citada por Alves (2009) faz uma advertência de que os instrumentos mais utilizados atualmente na área de Saúde/Hospitalar não são ensinados nos cursos de graduação, levando os profissionais a procurarem formação especializada em Psicologia Hospitalar. Capitão, Scortegagma e Baptista (2005) relatam que a AP na saúde desempenha um relevante papel social, pois permite documentar a efetividade dos tratamentos aos pacientes, caracterizar a população atendida e traçar estratégias de intervenção, prevenção e profilaxia. Assim, complementa Alves (2009), a Avaliação Psicológica em ambientes médicos pode ser considerada adequada para a tomada de decisões no diagnóstico diferencial, no tipo de tratamento necessário e prognóstico na detecção precoce de distúrbios psicológicos ou psiquiátricos, e, dessa maneira, representar um diferencial no tipo e na qualidade de atendimento oferecido ao paciente.
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Comportamento gerencial, neurose e tomada de decisão

Comportamento gerencial, neurose e tomada de decisão

Menciona que não existem neuroses verdadeiras do trabalho senão psiconeuroses, que são desencadeAdas por ocasião do trabalho - as astenias reacionais ao trabalho (ibid.)..[r]

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