Transição de fase (Física Estatística)

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Transição de Fase Difusiva-Balística em

Transição de Fase Difusiva-Balística em

No estudo do modelo de Ising unidimensional, vimos que não ocorre uma transição de fase com respeito à descontinuidade da magnetização quando o campo externo h é não-nulo. O modelo de polímeros bidimensional herda esta propriedade do modelo de Ising unidimensional e não possui transição de fase difusiva-balística, quando o drift h é não-nulo. O ponto central para o comportamento semelhante entre os dois modelos são os resultados apre- sentados na Seção 2.3, mais especificamente, o Lema B.

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Transição de Fase Difusa e Propriedades Dielétricas de Cerâmicas Ferroelétricas de (Pb, Ba)Nb2O6.

Transição de Fase Difusa e Propriedades Dielétricas de Cerâmicas Ferroelétricas de (Pb, Ba)Nb2O6.

A caracterização da dependência da constante dielétrica com a temperatura em materiais ferroelétricos tem sido extensivamente estudada, revelando-se como uma impor- tante e indispensável ferramenta para a determinação das características básicas das transições de fase desses mate- riais. Desta forma, numerosos esforços vêm sendo empre- gados no sentido de promover essa caracterização a temperaturas superiores a temperatura de máxima con- stante dielétrica 11 , já que nessa região de temperaturas e especificamente no intervalo de rádio freqüências, nen- huma dispersão com a freqüência para as temperaturas de máximo da constante dielétrica é observada. A difusividade de uma transição de fase ferroelétrica pode ser determinada por variados métodos, sendo que o mais empregado, para temperaturas superiores a T m e que se revela em boa con-
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Formação de Listras na Transição de Fase Isotrópica-Colestérica pelo Método de Monte Carlo

Formação de Listras na Transição de Fase Isotrópica-Colestérica pelo Método de Monte Carlo

FORMAÇÃO DE LISTRAS NA TRANSIÇÃO DE FASE ISOTRÓPICA- COLESTÉRICA PELO MÉTODO DE MONTE CARLO.. DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADA AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DO DEPARTAMENTO D[r]

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Polaron superficial : possível existência de uma transição de fase

Polaron superficial : possível existência de uma transição de fase

Devido a es ta quebra de simetria podemos esperar então um comportamento do tipo transição de fase para o problema, no qual o polaron superficial passa de um estado quase livre para um e[r]

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Diagrama de fases magnéticas e transição de fase quântica em ligas de Cr-Ti

Diagrama de fases magnéticas e transição de fase quântica em ligas de Cr-Ti

Neste trabalho realizamos um estudo sobre as propriedades magnéticas das ligas de Cr-Ti com baixas concentrações de Ti. As amostras foram preparadas por fusão de grânulos de Cr e Ti de alta pureza em forno a arco voltaico. O diagrama de fases magnéticas foi determinado a partir das temperaturas de transição obtidas por medidas de resistividade elétrica e suscetibilidade magnética, delimitando as fronteiras entre as fases antiferromagnéticas de polarização de SDW (“spin density waves”) transversal e longitudinal e a fase paramagnética. Observamos que o Modelo de Banda Rígida é válido apenas para concentrações inferiores a 1,5%Ti, acima da qual possivelmente há uma transição de fase estrutural, que pode explicar o desaparecimento da fase antiferromagnética.
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Efeito do íon Mn como aditivo na transição de fase g ®a da alumina.

Efeito do íon Mn como aditivo na transição de fase g ®a da alumina.

O difratograma na Fig. 4 aponta a presença de reflexões características dos planos do espinélio γ-Al 2 O 3 tanto para alumina pura como para alumina contendo manganês [23]. Uma observação mais detalhada das curvas de DRX revela uma influência considerável do aditivo Mn na estrutura do espinélio, sendo notada solubilização do íon na rede, o que poderia interferir em fatores cinéticos para a transformação de fase da alumina como veremos. A Fig. 5 ressalta um deslocamento do pico de reflexão do plano (220) com a inclusão do aditivo. Através de refinamentos Rietveld de DRX e simulações computacionais [23] propôs-se a associação das zonas de reflexão com sub-redes de alumínios tetraédricos, octaédricos e sub-redes de oxigênio presentes no espinélio. Desta maneira, o plano (220) é relacionado exclusivamente a sub-rede de Al tetraédricos, o que caracteriza uma substituição acentuada do Mn nestes sítios. Os íons Al destes sítios são preferencialmente divalentes, podendo ter algum grau de desordem e troca com cátions trivalentes de posições octaédricas [24]. Para possuir raio iônico semelhante ao Al 2+ ,
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Relação entre dinâmica clássica e transição de fase quântica em modelos de campos médio

Relação entre dinâmica clássica e transição de fase quântica em modelos de campos médio

É possível entender melhor essa transição ara terizada por δ observando- se o grá o do espe tro quânti o omo função do parâmetro G , gura 4.2. Até o ponto G = 1 , no estado fundamental não há fótons no ampo ou ex itações atmi as, ou seja, omo no aso integrável há onservação do

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Elétrons fortemente correlacionados na vizinhança de uma transição de fase quântica

Elétrons fortemente correlacionados na vizinhança de uma transição de fase quântica

Se um estado ordenado se fizer presente, como mostrado em (b), podem ser observadas transições de fase robustas, quando variamos o parâmetro r para valores de T suficientemente pequenos. A linha cheia representa a região de transição, e pró- ximo a ela as flutuações clássicas passam a ser dominantes. Entretanto, a região crítica quântica fica cada vez mais estreita a medida que nos aproximamos do valor crítico de r. Portanto, podemos nos aproximar do PCQ de dois modos diferentes, variando-se r até o valor crítico r c , com T = 0, ou fazendo T → 0 em r = r c .
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O Fenômeno de Transição de Fase no Modelo de Percolação de Elos* em d Dimensões.

O Fenômeno de Transição de Fase no Modelo de Percolação de Elos* em d Dimensões.

e areas ans, do f^ enomeno de transi ~ ao de fase num modelo de perola ~ ao de elos independentes.. na rede hiper ubia d-dimensional.[r]

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Transição de fase no modelo de percolação independente em grafos

Transição de fase no modelo de percolação independente em grafos

O estudo do processo de percola¸c˜ao independente de Bernoulli em um grafo G faz sentido apenas quando G ´e um grafo infinito, conexo e localmente finito. Em todo cap´ıtulo (salvo men¸c˜ao ao contr´ario) vamos designar simplesmente por grafo os grafos infinitos, conexos e localmente finitos. Na primeira se¸c˜ao come¸caremos relacionando o processo de percola¸c˜ao em elos com o processo de percola¸c˜ao nos v´ertices, em seguida mostraremos que todo grafo com constante de Cheeger positiva admite transi¸c˜ao de fase n˜ao trivial, e por fim, definirei algumas constantes relacionadas a fronteira dos subconjuntos de v´ertices de um grafo. Na segunda se¸c˜ao provaremos o Argumento de Peierls, que me permitir´a a partir de uma contagem, cotar o ponto cr´ıtico de um grafo, como consequˆencia teremos que grafos planares de crescimento polinomial com dimens˜ao maior que 1 percolam, al´em de mostrar que grafos satisfazendo certas desigualdades isoperim´etricas tamb´em percolam. Na ´ ultima se¸c˜ao ser´a apresentado os grafos de Cayley, daremos algumas conclus˜oes destes grafos em rela¸c˜ao a percola¸c˜ao e terminaremos provando que grafos de Cayley de grupos finitamente apresent´aveis com um fim percolam.
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Estudo da transição de fase da percolação através da entropia da informação

Estudo da transição de fase da percolação através da entropia da informação

Muitos sistemas f´ısicos tˆem uma dinˆamica que pode ser modelada atrav´es de processos de percola¸c˜ao. A percola¸c˜ao ´e utilizada para estudar desde a difus˜ao de um fluido em um meio desordenado at´e a fragmenta¸c˜ao de uma rede de computadores causada por um ataque de hackers. Uma caracter´ıstica comum a todos esses sistemas nos quais a percola¸c˜ao pode se aplicar ´e a presen¸ca de dois regimes n˜ao-coexistentes associados a certas propriedades do sistema. Por exemplo: o meio desordenado pode permitir ou n˜ao a passagem do fluido de acordo com sua porosidade. A mudan¸ca de um regime para o outro caracteriza a transi¸c˜ao de fase percolativa. A forma padr˜ao de se analisar essa transi¸c˜ao ´e atrav´es do chamado parˆametro de ordem, uma vari´avel relacionada a alguma caracter´ıstica do sistema que apresenta valor zero em um dos regimes e valor diferente de zero no outro. A proposta apresentada na presente tese ´e que essa transi¸c˜ao de fase pode ser avaliada sem o uso direto do parˆametro de ordem, sendo poss´ıvel caracteriz´a-la atrav´es do uso da entropia de Shannon. Essa entropia ´e uma medida do grau de incerteza na informa¸c˜ao codificada atrav´es de uma distribui¸c˜ao de probabilidades. A proposta ´e estudada no contexto da forma¸c˜ao de aglomerados em grafos aleat´orios, sendo aplicada tanto para a percola¸c˜ao cl´assica (Erd¨os e R´enyi) quanto para a percola¸c˜ao explosiva. Ela se baseia no c´alculo da entropia da distribui¸c˜ao de probabilidades dos tamanhos dos aglomerados e os resultados obtidos mostram que o ponto cr´ıtico da transi¸c˜ao est´a relacionado `as derivadas da fun¸c˜ao entropia. Al´em disso, a diferen¸ca entre as naturezas suave e abrupta das transi¸c˜oes cl´assica e explosiva, respectivamente, ´e refor¸cada ao se observar que a entropia tem valor m´aximo no ponto cr´ıtico da transi¸c˜ao cl´assica, enquanto que essa correspondˆencia n˜ao ocorre durante a transi¸c˜ao explosiva.
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Métodos estocásticos aplicados à transição de fase

Métodos estocásticos aplicados à transição de fase

Me^ ania Estat stia dos fen^ omenos r tios e transi ~ ao de fase de equil brio e fora de.. equil brio, om os reursos assoiados a an alise de esala de tamanho nito quanto no.[r]

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A transição de fase para modelos de percolação Bootstrap

A transição de fase para modelos de percolação Bootstrap

A prova ser´a realizada para o modelo Polarizado (um s´ıtio vazio se torna ocupado se possui pelo menos um vizinho ocupado em cada uma das d diferentes dire¸c˜oes), e, como vimos no Cap´[r]

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Estudo numérico da transição de fase na QCD a temperatura finita

Estudo numérico da transição de fase na QCD a temperatura finita

Modelo O(4) 1-D: Susceptibilidade Magnética Média por Síto vs... time (Polyakov Loop).[r]

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Transição de fase no sistema de Hénon-Heiles.

Transição de fase no sistema de Hénon-Heiles.

Na Fig. 7, temos a se¸c˜ao de Poincar´e para o sistema com energia E = 1/10. Nesta figura, pode-se observar a transi¸c˜ao de fase do sistema, de integr´avel para misto, ou seja, o espa¸co de fases deixa de ter apenas ilhas fecha- das para apresentar a coexistˆencia das fases regulares e ca´oticas. As trajet´orias regulares e quase-regulares do sistema s˜ao representadas pelas “ilhas” ou linhas fecha- das, enquanto os pontos representam o “mar” ca´otico. Visualiza-se, mais claramente, o mar ca´otico na Fig. 8, que ´e uma amplia¸c˜ao da Fig. 7 para a regi˜ao −0, 26 < y < 0, 355 e −0, 44 < p y < 0, 00. Nesta
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Interação entre partículas coloidais

Interação entre partículas coloidais

sistemas formados por esferas de po1iestireno quando em dispersão. aquosa, que são relevantes aos fen5menos ligados i transição de fase..[r]

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Análise de um modelo microscópico para o mercado financeiro

Análise de um modelo microscópico para o mercado financeiro

Na tentativa de explicar qualitativamente os motivos pelo qual o sistema passa por uma transição de fase e a universalidade em seu comportamento para diferentes números de agentes, est[r]

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Estudo das transições de fases estruturais em cristais mistos LiK1-xRbxSO4 .

Estudo das transições de fases estruturais em cristais mistos LiK1-xRbxSO4 .

As técnicas de análises térmicas nos permitem determinar o calor envolvido, seja liberado ou absorvido, quando um material sofre uma mudança de estado físico, tal como a fusão ou uma transição de fase estrutural, ou quando ele reage quimicamente. A técnica de Calorimetria Diferencial de Varredura (DSC), em particular, permite calcular as entalpias dos processos, medindo o fluxo de calor diferencial necessário para manter a amostra e a referência inerte à mesma temperatura. Esta técnica é geralmente composta por dois fornos controlados por sistemas de potências separados, onde a amostra e a referência inerte são aquecidas simultâneamente com uma taxa de temperatura pré-determinada. Uma vez que uma diferença de temperatura se produz entre a amostra e a referência inerte devido à um tipo de processo, seja endotérmico ou exotérmico, o fluxo de calor liberado para a amostra varia, a afim de reduzir esta diferença. Este método é conhecido como princípio de compensação de potência. Na figura 6a, nós mostramos um diagrama esquemático do princípio de funcionamento da DSC.
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Estudo comparativo entre as alterações produzidas pelas biomoléculas floretina e barbaloína na estrutura e na hidratação de membranas modelo negativamente carregadas de DMPG

Estudo comparativo entre as alterações produzidas pelas biomoléculas floretina e barbaloína na estrutura e na hidratação de membranas modelo negativamente carregadas de DMPG

Desde cedo aprendemos que a matéria pode se encontrar em três estados básicos: sólido (cristalino), líquido e gasoso. Por outro lado moléculas anfifílicas como os lipídeos podem se arranjar de diferentes maneiras e conseqüentemente a membrana lipídica pode apresentar diferentes fases ou graus de ordenamento em função da temperatura em que se encontra (Pascher, 1992). Dois importantes modos de arranjo (estado) para moléculas lipídicas de bicamadas são o estado rígido ou ordenado (fase gel-cristalina) e o estado fluído ou desordenado (fase líquido-cristalino), os quais são assim chamados por apresentarem propriedades físicas intermediárias entre estruturas sólidas (organização regular) e líquidas (fluidez), sendo a transição de um estado para outro caracterizada por um valor específico de temperatura denominada temperatura de transição de fase principal T m . Na fase ordenada as ligações C-C dos ácidos graxos
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