TRANSMISSÃO VERTICAL DA DOENÇA

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Crenças das mães soropositivas ao HIV acerca da transmissão vertical da doença.

Crenças das mães soropositivas ao HIV acerca da transmissão vertical da doença.

As m ulheres que j á convivem com um a rotina d e f r e q ü e n t e s co n su l t a s m é d i ca s, t r a t a m e n t o s m edicam ent osos, e event ualm ent e, com as doenças oport unist as em suas vidas, não querem que o filho tam bém venha a ter. No caso da aids, isso é reforçado pelo fato de ainda ser um a doença com característica est igm at izant e par a a sociedade. O est igm a é um a const rução social legit im ada pelo olhar do out ro, que cir cu n scr ev e d e f or m a sim b ólica ou con cr et a, os t er r i t ó r i o s d e n o r m al i d ad e. Se al g u m as p esso as u lt r ap assar em a lin h a d iv isór ia q u e sep ar a essas nor m as, inst ala- se um desv io que é acom panhado de acusação, isolam ento e até m esm o de punição ( 13) . No caso dos port adores de HI V/ aids, t em os que considerar a form a com o a sociedade relacionou- os no início da epidem ia: com o vít im as, no caso dos infect ados por hem oderivados, ou com o culpados, no caso dos h om ossex u ais, pr ost it u t as e u su ár ios de drogas. Vist os com o prom íscuos, era at ribuída a eles a r espon sabilidade pela in f ecção. Em bor a t en h am ocorrido m udanças na t raj et ória da epidem ia, ainda hoj e o estigm a e o preconceito são receios presentes no cot idiano dos indivíduos infect ados.
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Tecnologias e práticas educativas para prevenção da transmissão vertical do HIV

Tecnologias e práticas educativas para prevenção da transmissão vertical do HIV

Muitos fatores culminam com a fragilidade de propostas consistentes de reorganização das práticas assistenciais no campo da promoção da saúde, como dificuldades para tra- balhar a instância coletiva via implementação dos grupos de autoajuda, bem como a deficiência da infraestrutura e de re- cursos humanos dos serviços. Além das próprias dificuldades relacionadas à motivação do cliente infectado pelo HIV como responsável pela sua saúde, em virtude de sua dificuldade em aceitar a doença, do caráter crônico e das repercussões do estigma e preconceito ainda fortemente atrelados à infecção. As questões de vulnerabilidade, sobretudo a pauperização, a baixa escolaridade e a dificuldade de acesso aos serviços de saúde, também foram mencionadas. Torna-se necessário avançar nas propostas do sistema de saúde que expressam uma visão ampliada de saúde, de modo que o atendimento não se detenha apenas aos aspectos de cura e prevenção das doenças, mas vá além no campo da promoção da saúde. Para tanto, faz-se pertinente a mudança de atitude dos profissionais por meio de processos de educação continuada, treinamento e novos processos organizacionais de trabalho (32) .
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Análise bibliométrica acerca da transmissão vertical do HIV

Análise bibliométrica acerca da transmissão vertical do HIV

O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), responsável pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), representa um grande problema no contexto de saúde pública. Decorrido um período superior a 30 anos da descoberta do HIV esse ainda é considerado uma epidemia mundial e um dos mais sérios desafios mundiais, em caráter da sua gravidade (BRASIL, 2015; LACERDA JS, et al., 2019; UNITED NATIONS, 2016). Inicialmente, acreditava-se, em relação às primeiras infecções pelo HIV, que estas estavam limitadas apenas a homossexuais, hemofílicos e usuários de drogas, que, naquela época, instituíram ‘grupos de riscos’- Alós AP (2018). Com o passar dos anos, essa descrição se modificou e a transmissão do vírus começou a disseminar com grande frequência em mulheres heterossexual menos favorecidas financeiramente e profissionais do sexo, demonstrando uma mudança no perfil da doença e caracterizando um aumento significativo na transmissão vertical (BRASIL, 2109).
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Transmissão vertical do HIV: expectativas e ações da gestante soropositiva.

Transmissão vertical do HIV: expectativas e ações da gestante soropositiva.

m orrer. Mas depois que eu com ecei a m e inform ar e estar m ais inform ada sobre e com o que era na gravidez, aí eu j á m e senti norm al. Me senti com o qualquer m ulher que pode ter um filho, parto norm al, que vai am am entar. Eu já encaro m ais de frente. Eu j á não tenho aquele sentim ento de dor, entendeu? Não tenho sentim ento nenhum . É alegria m esm o . É assim que eu encaro. Então, eu penso que sou um a m ulher igual a todas as outras. Que no m om ento não tem nada m e diferenciando disso, só o rem édio. Então, sinceram ente, ainda não sei o que é ser um HI V positivo. A única coisa que eu faço é tom ar os rem édios que m e passaram e ficar cuidando do m eu filho. A m inha vida tá girando em torno do m eu filho e não da m inha doença. Porque pra m im é norm al, é como uma pessoa qualquer, como uma gravidez qualquer. Qualquer um a outra m ãe que não seja soropositiva. Já é a segunda gravidez, é o 2 o filho que eu tenho, sendo soropositivo, e é com o se eu não
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Tecnologias e práticas educativas para prevenção da transmissão vertical do HIV

Tecnologias e práticas educativas para prevenção da transmissão vertical do HIV

Muitos fatores culminam com a fragilidade de propostas consistentes de reorganização das práticas assistenciais no campo da promoção da saúde, como dificuldades para tra- balhar a instância coletiva via implementação dos grupos de autoajuda, bem como a deficiência da infraestrutura e de re- cursos humanos dos serviços. Além das próprias dificuldades relacionadas à motivação do cliente infectado pelo HIV como responsável pela sua saúde, em virtude de sua dificuldade em aceitar a doença, do caráter crônico e das repercussões do estigma e preconceito ainda fortemente atrelados à infecção. As questões de vulnerabilidade, sobretudo a pauperização, a baixa escolaridade e a dificuldade de acesso aos serviços de saúde, também foram mencionadas. Torna-se necessário avançar nas propostas do sistema de saúde que expressam uma visão ampliada de saúde, de modo que o atendimento não se detenha apenas aos aspectos de cura e prevenção das doenças, mas vá além no campo da promoção da saúde. Para tanto, faz-se pertinente a mudança de atitude dos profissionais por meio de processos de educação continuada, treinamento e novos processos organizacionais de trabalho (32) .
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Redução da transmissão vertical do HIV: desafio para a assistência de enfermagem

Redução da transmissão vertical do HIV: desafio para a assistência de enfermagem

As taxas de transmissão perinatal variam de 13 a 40%, de acordo com a prevalência e fatores associados (CDC, 1995). Os fatores maternos que podem estar relacionados ao aumento do risco de transmissão perinatal incluem a doença materna avançada, a baixa contagem de CD4+ e o aumento da carga viral, bem como, corioamnionites, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), prematuridade (CDC, 1995) e a ruptura das membranas amnióticas por mais de quatro horas antes do parto (CONNOR et al., 1994; LANDESMAN et al., 1996). Alguns estudos, não conclusivos, sugerem que a realização de parto cesárea reduziria os riscos de transmissão intraparto (TOVO, 1993; CONNOR et al., 1994). Segundo MANDELBROT et al. (1998) a profilaxia com zidovudina (AZT) e a realização eletiva de parto cesárea diminuiria a incidência da transmissão perinatal do HIV.
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Conhecimento dos obstetras sobre a transmissão vertical da hepatite B.

Conhecimento dos obstetras sobre a transmissão vertical da hepatite B.

RESUMO – Contexto – A transmissão vertical é responsável por 35% a 40% dos novos casos de hepatite B no mundo e a infecção precoce pelo vírus da hepatite B aumenta o risco de evolução para a hepatite crônica, cirrose e carcinoma hepatocelular. Objetivo - Determinar o conhecimento dos obstetras sobre as práticas para o diagnóstico da infecção pelo vírus da hepatite B em gestantes e as condutas para a prevenção desta infecção em recém-nascidos de mães infectadas. Métodos - Foram sorteados aleatoriamente profissionais de saúde cadastrados na Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia da Bahia, que foram convidados a responder um questionário anônimo com informações sobre sua formação acadêmica, o local de trabalho, o contato com estudantes e as suas práticas profissionais em relação ao vírus da hepatite B. Adotou-se como critério de exclusão o não exercício atual da obstetrícia e a não residência na Bahia. A análise dos dados foi feita através do programa estatístico Epiinfo e para análise das correlações foi adotado intervalo de confiança de 95%. Resultados - Foram entrevistados 301 obstetras, dos quais 90,3% reconheciam a transmissibilidade vertical do vírus da hepatite B e 81,7% solicitavam algum exame para detecção de hepatite B durante o pré-natal de suas pacientes. Sessenta e seis por cento dos médicos entrevistados referiram o AgHBs como o marcador sorológico mais adequado para avaliar a presença de infecção pelo VHB. Apenas 13,0% destes profissionais indicavam de modo sistemático a vacina contra a hepatite B e a administração de imunoglobulina nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido de mães infectadas. O número de respostas corretas quanto à transmissibilidade vertical do VHB, ao marcador sorológico mais adequado e à conduta para o recém-nascido de mãe infectada foi maior entre os obstetras que possuíam o Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia que entre os demais profissionais (P = 0,018; P = 0,001 e P = 0,002, respectivamente). Conclusões - Observou-se a inadequação do conhecimento dos obstetras sobre as medidas eficazes para a detecção da infecção pelo vírus da hepatite B na gravidez e prevenção da transmissão vertical desse vírus para os recém-nascidos e a necessidade de educação continuada sobre as infecções passíveis de transmissão vertical. DESCRITORES – Hepatite B crônica, transmissão. Transmissão vertical de doença. Complicações infecciosas na gravidez. Diagnóstico pré-
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Estudo da transmissão vertical de Neospora caninum em ovelhas deslanadas

Estudo da transmissão vertical de Neospora caninum em ovelhas deslanadas

O que se tem observado é que o período da gestação no qual o animal foi infectado é importante para o destino da gestação (QUINN et al., 2002; INNES et al. 2002; BUXTON et al., 2002). Se a vaca prenha foi infectada no primeiro terço da gestação é muito provável que ocorra morte fetal, porque além da forte resposta celular imunomediada da mãe, os órgãos linfóides do feto estão ainda em formação. Porém, se ela foi infectada no terço médio, ocorre imunomodulação da resposta celular, e o feto apresenta uma resposta imune rudimentar, mas mesmo assim não é suficiente para neutralizar a infecção, ocorrendo abortamento ou nascimento de um animal com sinais clínicos da doença. Se a vaca é infectada no terço final da gestação, o feto é capaz de uma defesa crescente contra o protozoário, levando à sua sobrevivência (INNES et al. 2002; BUXTON et al., 2002).
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TRANSMISSÃO VERTICAL DE Campylobacter sp EM UM SISTEMA DE PRODUÇÃO AVÍCOLA

TRANSMISSÃO VERTICAL DE Campylobacter sp EM UM SISTEMA DE PRODUÇÃO AVÍCOLA

Nos últimos anos, várias pesquisas sobre a epidemiologia da campilobacteriose em humanos vêm sendo realizadas em países da União Européia e nos Estados Unidos. Outros lugares menos desenvolvidos como China, México, Chile, Guatemala, Peru, Singapura, Libéria, África do Sul e Bangladesh (SHANE, 2002), também têm pesquisado a doença, mas ainda não criaram uma tradição de diagnósticos. Estudos sobre isolamento de Campylobacter sp em frangos são numerosos nos países desenvolvidos, tanto no pré-abate como nos abatedouros. Em reprodutoras de postura ou pesadas, a prevalência do agente também é estudada, mas em menor número que em frangos. A epidemiologia da doença, porém, ainda não está totalmente desvendada e a transmissão vertical ainda é conteúdo divergente e de grande discussão entre autores do mundo inteiro.
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Projeto transmissão vertical zero: expectativas e ações de pais soropositivos para...

Projeto transmissão vertical zero: expectativas e ações de pais soropositivos para...

Eu tava no posto de saúde, tinha um rapaz supermagro, coitado, aquele rapaz nem tinha aids, a senhora olhou pra mim e falou: Não senta, você viu como ele está? Ele tem aids, vai pegar em você. Então, aquilo pra mim nossa! foi mesmo que... mas ele tá tossindo, pode ser até outro tipo de doença. Eu cheguei pra coordenadora do posto e perguntei o que o rapaz tem, coitado ele está com broncopneumonia, não tem nada a ver, ele não tem câncer, nem aids. O preconceito é grande, enorme... Eu não falo pra ninguém que eu tenho, porque se eu falar eu sei que tem preconceito, então, eu não comento. Nesse período é muito nervosismo, eu fico ansiosa, porque eu o vejo perfeito, tão lindo, tão bonito, ele sorri, eu fico com aquela consciência pesada. Ai, meu Deus, espero que ele não tenha esse vírus, dói a minha consciência em saber que eu tenho e posso ter passado pra ele, entendeu? Dói, dói muito... dói muito a consciência... demais até... Às vezes, à noite, eu deito e fico olhando pra ele e rezo pedindo a Deus que o exame seja sempre negativado e não positivo, confio em Deus que vai ser, né?
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Fatores protetores e de risco envolvidos na transmissão vertical do HIV-1.

Fatores protetores e de risco envolvidos na transmissão vertical do HIV-1.

De acordo com características genéticas, há uma maior ou menor predisposição à infecção. Por exemplo, é mais provável que gêmeos mo- nozigóticos tenham sorologia HIV-1 concordan- te do que gêmeos dizigóticos. O antígeno HLA contribui para a expressão da doença, pois por- ção do envelope do HIV tem homologia com o complexo de histocompatibilidade maior de classe II. Conseqüentemente, indivíduos que têm alelos HLA que compartilhem determi- nantes com essas proteínas virais podem, teo- ricamente, ser mais susceptíveis à infecção 5,16 . O tipo de parto, o tempo de ruptura das membranas e a idade gestacional são os fato- res obstétricos mais estudados. Nas crianças com infecção adquirida intraparto, existe asso- ciação positiva entre o tempo de ruptura de membranas e a transmissão do HIV-1 9 . Além disso, crianças nascidas pré-termo e pequenas para a idade gestacional têm maior risco de in- fecção intraparto 3 . No Brasil, recomenda-se a cesárea eletiva nas mulheres com carga viral acima de mil cópias 17 . Porém, a finalidade da
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Aids em crianças: considerações sobre a transmissão vertical.

Aids em crianças: considerações sobre a transmissão vertical.

A Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) infantil foi reportada pela primeira vez ao Centro de Controle de Doenças (CDC – Atlanta) em 1982, um ano após a descrição ini- cial da nova doença em adultos. De forma aná- loga ao que era observado nos adultos infecta- dos pelo HIV, aquelas crianças apresentavam alterações da função imune, acarretando uma maior predisposição a infecções do que nos indivíduos-controles da mesma faixa etária. À medida que mais casos de crianças com sinto- matologia semelhante foram surgindo, tornou-se evidente que tais pacientes apresen- tavam em comum mães infectadas pelo HIV. Desde então, a incidência de infecção pelo HIV em crianças vem aumentando em função da dis- seminação da infecção a mulheres em idade pro- criativa. Até o presente, como ainda não foram desenvolvidos tratamentos curativos nem uma vacina anti-HIV eficaz, a melhor estratégia para combater a infecção perinatal continua sendo a prevenção, o que torna fundamental a compre- ensão dos mecanismos de transmissão.
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Vulnerabilidade de crianças expostas ao HIV/Aids por transmissão vertical, Piauí,...

Vulnerabilidade de crianças expostas ao HIV/Aids por transmissão vertical, Piauí,...

Além desses contextos acima citados, deve se destacar as privações que gestantes soropositivas e as crianças expostas ao HIV por TV enfrentam na vigência da doença ao confrontá-las com os princípios doutrinários do SUS: o da Equidade, o qual preceitua tratar desigualmente os desiguais e investir mais onde a carência é maior, o que demanda a atenção da rede de serviços para as necessidades reais da população a ser atendida, por ser a equidade um princípio de justiça social; o da Integralidade, o qual considera a pessoa como um todo, ao atender a todas as suas necessidades, o que requer a integração de ações de promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento e reabilitação; o da Universalidade, pelo qual a saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurá-lo. Nesse sentido, o acesso às ações e serviços deve ser garantido a todas as pessoas independentemente de sexo, raça, renda, ocupação ou outras características sociais ou pessoais (BRASIL, 1988; BRASIL, 2007).
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Conhecimento dos profissionais de saúde acerca da transmissão vertical da sífilis em Fortaleza.

Conhecimento dos profissionais de saúde acerca da transmissão vertical da sífilis em Fortaleza.

O controle da SC requer, portanto, maior en- gajamento de proissionais que atuam na atenção primária, uma vez que é nesse nível de assistência que deve ocorrer o acompanhamento pré-natal, oportunidade ímpar para solicitação precoce do exame de Veneral Disease Research Laboratory (VDRL) e os primeiros cuidados relacionados à prevenção da transmissão vertical da síilis. Por outro lado, é imperiosa a capacitação de proissionais quanto às questões técnicas do manejo da doença como na abordagem de gestantes com síilis, respeitando as especiicidades e diiculdades vivenciadas para o seguimento adequado do tratamento.
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Ocorrência de alterações auditivas em lactentes expostos à transmissão vertical do HIV

Ocorrência de alterações auditivas em lactentes expostos à transmissão vertical do HIV

Ausência de alterações cocleares nas primeiras avaliações auditivas não exclui um acometimento da audição, principalmente quando, de fato, acontece a transmissão do HIV e/ou quando a criança passa pelo tratamento com o antirretroviral. Estudos com crianças e adultos soropositivos para o HIV, em uso de medicação antirretroviral, evidenciaram que 33% dessa população apresentavam alguma alteração audiológica. Não há consenso na literatura se a alteração auditiva foi ocasionada por medicação ou por doenças oportunistas, em razão da baixa de imunidade. Além disso, estudos têm demonstrado maior ocorrência de alterações auditivas em pacientes em estágio avançado da doença (6,15,16) .
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Adolescentes infectados por transmissão vertical :  percepções sobre o exercício da sexualidade

Adolescentes infectados por transmissão vertical : percepções sobre o exercício da sexualidade

Este estudo buscou conhecer a percepção de adolescentes HIV positivos, infectados por transmissão vertical, sobre o exercício da sexualidade. A pesquisa de campo foi realizada em um centro de saúde de referência para o atendimento de portadores de DST e do HIV/Aids no DF. O estudo foi desenvolvido por meio de abordagem qualitativa e utilizou a técnica de análise de conteúdo para apresentação dos dados coletados. Foram incluídos na pesquisa 12 adolescentes, entre os quais 9 pertenciam ao sexo masculino e 3 ao sexo feminino, com idades compreendidas entre 12 e 18 anos. A análise das verbalizações permitiu a construção de três categorias sínteses: História de vida, Percepção da doença e Relacionamentos e práticas sexuais. Por meio das categorias e dos temas foi possível constatar a vulnerabilidade a que se encontram submetidos os adolescentes portadores do HIV, bem como a fragilidade de nosso sistema de atenção à saúde para desenvolver atividades de acolhimento, proteção, acompanhamento, prevenção e promoção da saúde, aspectos fundamentais para a melhoria da qualidade de vida dos adolescentes. Entre os adolescentes entrevistados, cinco estavam cientes dos status sorológico e sete não. A ausência de conhecimento, por parte das (os) adolescentes, sobre sua situação clinica e física é decorrente tanto do pedido da família ou responsáveis como do despreparo dos profissionais para revelar o diagnóstico e cuidar desses adolescentes. Os motivos para a não revelação do status sorológico foram: o medo do preconceito, da discriminação e da reação do adolescente frente ao diagnóstico, o desconforto pela exposição da história familiar e medo das responsabilidades nesse contexto. A vivência da doença é particular para cada adolescente. Aqueles que estão cientes de sua situação confrontam
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Transmissão vertical do HIV em população atendida no serviço de referência.

Transmissão vertical do HIV em população atendida no serviço de referência.

A pandemia do vírus da imunodeficiência huma- na (HIV) representa uma das crises mais graves de saúde em todo o mundo, existem 34 milhões de pessoas infectadas em todo o mundo, incluin- do mais de 15,4 milhões de mulheres. No Bra- sil, em 2009, houve 38.538 casos notificados da doença com uma taxa de incidência de 20,1 casos por 100.000 habitantes. A forma predominante de transmissão entre pessoas com mais de 13 anos de idade é sexual, e esta subcategoria principal da exposição é crescente. (1,2)

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Relato de caso: transmissão vertical de dengue.

Relato de caso: transmissão vertical de dengue.

Estatística (IBGE), a população em idade fértil no município do Rio de Janeiro (10-49 anos) é de 1.997.134 mulheres, e o número de nascimentos ano é de 80.000 partos/ano. Consi- derando o número atual de casos e o tempo de aparecimento da doença nos RN, em geral de 5 a 13 dias de vida, ou seja, após a alta da maternidade, é provável que haja casos de transmissão vertical não notificados ou não diagnosticados 8 .

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Os (Des) caminhos da sífilis congênita em Botucatu/São Paulo

Os (Des) caminhos da sífilis congênita em Botucatu/São Paulo

A sífilis congênita é um evento sentinela e um dos mais graves desfechos adversos que podem ser prevenidos durante a gestação. Sua eliminação configura-se como desafio diretamente ligado ao controle da sífilis na gestação, tanto pela atenção à saúde da gestante, quanto à de seus parceiros. A alta prevalência da transmissão vertical vem apontando perdas de oportunidades durante todas as fases da doença na gestação, justificando o presente estudo que teve por objetivo analisar o itinerário terapêutico percorrido por mães que tiveram filhos notificados como caso de sífilis congênita no Sistema de Informação de Agravos de Notificação e propor fluxo de cuidados a gestantes diagnosticadas com sífilis no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Trata-se de pesquisa exploratória de cunho qualitativo embasada no referencial teórico do Itinerário Terapêutico. Fizeram parte do estudo 17 mães que tiveram filhos nascidos no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2014. Os dados foram obtidos por consulta as ficha de notificação de sífilis em gestante e de sífilis congênita, ficha de acompanhamento domiciliar de sífilis congênita do Programa Municipal de Doenças Sexualmente Transmissíveis/Aids, prontuários e por meio de entrevista semiestruturada com as mães. A análise dos dados foi realizada segundo a técnica de Análise de Conteúdo de Bardin, na vertente Temática. Predominaram as mães que tinham alto nível de escolaridade, baixa renda, multiplicidade de parceiros sexuais na vida, multiparidade e antecedente de sífilis. Verificou-se que houve o uso de drogas ilícitas durante o período gestacional por duas mães investigadas. A maioria das mães realizou o pré-natal em unidades básicas de saúde do município, com seis ou mais consultas, entretanto, cinco mães iniciaram o pré-natal no terceiro trimestre de gestação, sete
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Abordagem diagnóstica e terapêutica da sífilis gestacional e congênita: revisão narrativa

Abordagem diagnóstica e terapêutica da sífilis gestacional e congênita: revisão narrativa

A sífilis gestacional é uma doença de fácil diagnóstico e seu tratamento pode ser realizado com baixo custo e pouca ou nenhuma dificuldade operacional. Logo, requer intervenção imediata, para que se reduza ao máximo a possibilidade de transmissão vertical. Dessa maneira, é necessário no mínimo duas vezes na gestação a realização de testes, seja para parto ou curetagem uterina pós-abortamento (BRASIL, 2013). A sífilis afeta um milhão de gestantes por ano em todo o mundo, levando a mais de 300 mil mortes fetais e neonatais e colocando em risco de morte prematura mais de 200 mil crianças (BRASIL, 2017).
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