Trauma e Assistência pré-hospitalar.

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Acidentes de trânsito: caracterização das vitimas segundo o "Revised Trauma Score" medido no período pré-hospitalar.

Acidentes de trânsito: caracterização das vitimas segundo o "Revised Trauma Score" medido no período pré-hospitalar.

O estudo descreve idade, sexo, aspectos do mecanismo e procedimentos realizados em. 643 acidentados de trânsito atendidos nas Marginais Tietê e Pinheiros, considerando os valores do Revised Trauma Score (RTS) do período pré-hospitalar. As vítimas com RTS=12 somaram 90,8%, com RTS=11, 4,0% e RTS<10, 5,2%. No grupo de RTS<10, destacam-se os atropelamentos (36,4%), os impactos frontais (24,2%), as vítimas projetadas (36,4%) ou presas às ferragens (15,1%), e que receberam o maior percentual de procedimentos de suporte avançado. Os motociclistas e as vítimas do gênero masculino e de idade entre 21 e 30 anos predominaram. Espera-se com este estudo, fornecer subsídios para a melhora da assistência às vítimas de acidente de trânsito.
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A multidimensionalidade da dor no ensino de Enfermagem em atendimento pré-hospitalar, às vítimas de trauma.

A multidimensionalidade da dor no ensino de Enfermagem em atendimento pré-hospitalar, às vítimas de trauma.

Portanto, os docentes vislumbram o cuidado de enfer- magem no APH, tendo como base a assistência holística: “... eu tento orientar isso aos alunos... que não po- demos erradicar a dor, mas minimizar” (Docente 6). É possível inferir que os discursos se relacionaram à especiicidade que a experiência dolorosa representa ao paciente vítima de trauma que é atendido no am- biente extra-hospitalar, de acordo com suas especiici- dades, seja pela faixa etária ou pela condição de saú- de e doença apresentadas. O contexto da situação do APH inluencia sobremaneira como os docentes abor- dam a temática da dor nas disciplinas relacionadas ao
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Resumos da15ª Semana Brasileira e Enfermagem e 6ª Mostra Científica da UNIABEU-

Resumos da15ª Semana Brasileira e Enfermagem e 6ª Mostra Científica da UNIABEU-

simulação realística, a importância da segurança do paciente para uma assistência segura. Metodologia: Trata-se de uma simulação realística, do tipo comportamental, frente a um atendimento de emergência a uma vítima de trauma, ao chegar ao hospital de destino. A equipe do Atendimento Pré-Hospitalar será composta por um enfermeiro e um socorrista condutor e a equipe do intra hospitalar será composta por um médico, enfermeira e técnica de enfermagem. Onde a temática simulada está relacionada com um processo de comunicação não efetivo entre as equipes que culmina em um erro de administração de medicamento. Resultados: Demonstrar a importância de um processo de comunicação efetivo para garantir uma continuidade da assistência resolutiva no que diz respeito a transferência do cuidado e a administração medicamentosa. Tendo como intuito a reflexão dos estudantes acerca de uma comunicação efetiva para garantir um cuidado pautado na segurança do paciente. Conclusões: Este tipo de metodologia proporciona maior segurança na prática profissional, pois o estudante vivencia uma experiência controlada e segura, onde o erro não implicará em perigo para o paciente. Também permite que o mesmo aprimore os sentimentos envolvidos no cuidado, proporcionando maior convicção da assistência realizada.
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Trauma em idosos: acesso ao sistema de saúde pelo atendimento pré-hospitalar móvel.

Trauma em idosos: acesso ao sistema de saúde pelo atendimento pré-hospitalar móvel.

Diante do aumento dos eventos traumáticos em idosos e da importância da assistência imediata para a deinição do bom prognóstico, visto que o trauma é tempo-dependente, o Atendimento Pré-Hospitalar Móvel (APHM) possui relevância, pois se constitui em forma de assistência prestada por uma equipe médica e de enfermagem que realiza os primeiros cuidados ainda no local do evento, por meio de unidades móveis, tais como as Unidades de Suporte Básico (USB), Unidades de Suporte Avançado (USA) e Motolâncias (3,9-10) .

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Gravidade do trauma avaliada na fase pré-hospitalar

Gravidade do trauma avaliada na fase pré-hospitalar

nação de índices de base fisiológica e anatômica. Considerando que os índices de gravidade do trauma são instrumentos úteis para o atendimen- to da vítima de causa externa, seria desejável que, em nosso meio, todos os profissionais envolvidos no âmbito da problemática do acidente e violência se conscientizassem da sua importância, não ape- nas para a assistência imediata, mas, também, para a realização de estudos cujos resultados, divulgados em uma linguagem uniforme, possam ser utilizados pela equipe multidisciplinar, possi- bilitando, desse modo, contribuições para o desen- volvimento em todos os níveis de assistência e prevenção.
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Perfil Epidemiológico e Indicadores de Qualidade em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda na Região Norte de Minas Gerais - Projeto Minas Telecardio 2.

Perfil Epidemiológico e Indicadores de Qualidade em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda na Região Norte de Minas Gerais - Projeto Minas Telecardio 2.

Resultados: No período do estudo, 593 pacientes foram admitidos com SCA (idade média 63 ± 12 anos, 67,6% homens), com 306 (51,6%) casos de angina instável, 214 (36,0%) de infarto com supradesnivelamento do ST (IAMCSST) e 73 (12,3%) com infarto sem supradesnivelamento do ST (IAMSSST). A mortalidade total para IAMCSST foi 21% e a intra-hospitalar foi de 17,2%. Nos pacientes com IAMCSST, 46,0% foram submetidos a terapia de reperfusão, com 88 angioplastias primárias e seis trombólises. AAS foi administrado a 95,1% dos pacientes nas primeiras 24 horas e a 93,5% na alta, inibidores do P2Y 12 foram administrados a 88,7% dos participantes nas primeiras 24 horas e a 75,1% na alta. Ao todo, 73,1% receberam
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Padrões de morbidade hospitalar: considerações para uma política de assistência médico-hospitalar.

Padrões de morbidade hospitalar: considerações para uma política de assistência médico-hospitalar.

— Grupo VIII — Doenças do Aparelho Respiratório: este grupo apresenta no período surpreendente crescimento, tanto em número absoluto de internações, como em relação aos outros grupos, pr[r]

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Evolução da assistência materno-infantil na cidade de São Paulo (1984-1996).

Evolução da assistência materno-infantil na cidade de São Paulo (1984-1996).

Melhorias na assistência de puericultura oferecida durante o primeiro ano de vida mantêm virtualmente inalterada a relação inversa entre os indicadores dessa assistência e a renda familiar. Quanto à assistência de puericultura oferecida após o primeiro ano, as melho- rias restringem-se aos estratos de renda média e alta, registrando-se, de fato, deterioração de cobertura no estrato de menor renda. Nesse caso, ampliam-se tam- bém as desigualdades sociais entre os inquéritos. De- sempenho excepcional da vacinação em todos estratos de renda determina sua virtual universalização em to- dos estratos sociais, o que, nesse caso, elimina as desi- gualdades que prevaleciam no primeiro inquérito. D ISCU SSÃO
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Rev. esc. enferm. USP  vol.12 número2

Rev. esc. enferm. USP vol.12 número2

A primeira, PADRÕES MÍNIMOS DE ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À COMUNIDADE, é o relatório de uma reunião de enfermeiras promovida pela Coordenadoria de Assistência Médica e Hospitalar da Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde, com o propósito de " . . . servir de guia ao desenvolvimento do serviço de en- fermagem . . . " Sua coordenação esteve a cargo do Setor de Enfermagem da Divisão Nacional de Organização Sanitária (DNOS) e de enfermeiras da OPAS-OMS. Dela participaram enfermeiras do MS, Ministério da Previdência Social, Secretaria de Saúde do Distrito Federal, de dois Ter- ritórios e de 16 Estados da Federação, de todas as macro-regiões do País.
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Leite materno, fórmulas e circuito de biberões e tetinas em ambiente hospitalar – Normas de Orientação Clínica

Leite materno, fórmulas e circuito de biberões e tetinas em ambiente hospitalar – Normas de Orientação Clínica

A preparação e administração do leite e fórmulas lácteas, em ambiente hospitalar, associa-se a um risco de infeção mais elevado, carecendo de abordagem prioritária no contexto da segurança. É por isso necessário que os profissionais de saúde conheçam e apliquem boas práticas relativas à manipulação de leites e biberões, o seu transporte e armazenamento.

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Assistência hospitalar como indicador da desigualdade social.

Assistência hospitalar como indicador da desigualdade social.

mostra que crianças, mulheres e idosos (acima da quinta década da vida) têm coeficientes de hospitali- zação mais elevados que o restante da população, sendo as causas destas internações as doenças da in- fância, problemas ligados à gravidez, parto e puerpério e as doenças crônicas e degenerativas, prin- cipalmente as cardíacas e vasculares cerebrais. To- davia, quando são feitos estudos em bases populacio- nais, trata-se a população como um todo homogê- neo, abstrato, desconhecendo que há grandes dife- renças entre classes (ou estratos) e que a explicação e a dinâmica da morbi-mortalidade passa pela exis- tência e reprodução dessas desigualdades. O modelo de análise utilizado no presente estudo, centrado na inserção econômica do indivíduo na sociedade, den- tro de uma perspectiva marxista, permitiu discernir a forte associação existente entre nível ocupacional e categoria da hospitalização; assim, a categoria da hospitalização, e o tipo de assistência a que se tem acesso, é atributo da situação social do paciente ou do responsável por ele, no caso dos dependentes. Pode-se então estudar os sistemas de assistência hos- pitalar como estimadores da posição social dos paci- entes. Quando isto não se faz, e se integram estes dois subgrupos (ativos e inativos) para compor o con- junto dos hospitalizados provenientes de uma popu- lação conhecida, atribui-se as desigualdades encon- tradas às diferenças de idade e sexo, e não à sua base real: o pertencimento social de classes.
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Financiamento da assistência médico-hospitalar no Brasil.

Financiamento da assistência médico-hospitalar no Brasil.

três esferas de governo de que a antiga fórmula das “normas operacionais” para a indução de mudanças estava esgotada e era o momento de inovar. Foi assim concebido um “pacto” entre as instâncias, em que fossem respeitadas as dife- renças regionais e a avaliação e cobrança se desse com base em resultados. O novo “Pacto pela Saú- de”, publicado em 22 de fevereiro de 2006 pela Portaria GM/MS nº 399, constitui-se como a so- matória de três outros, quais sejam, o “Pacto pela Vida”, o “Pacto pelo SUS” e o “Pacto de Gestão”. O primeiro define as principais políticas e metas pactuadas pelas três esferas de governo para o território nacional, cabendo a cada Comissão Intergestores Bipartite (CIB), a sua adaptação às condições locais, visando a reforçar o movimen- to da gestão pública por resultados. O segundo é a reafirmação do SUS como uma política de Esta- do e do compromisso de todos com o seu finan- ciamento. O terceiro pode ser visto como o mais próximo das antigas normas por tratar dos mes- mos temas, embora incorporando mudanças ex- pressivas, entre as quais podem ser citadas: (i) o desaparecimento da figura da “habilitação” de municípios e estados a alguma condição de ges- tão; (ii) o deslocamento do estabelecimento de critérios e regras do nível federal para as CIB em cada estado; e, (iii) as transferências de recursos federais passaram a ser necessariamente automá- ticas, condicionadas somente à homologação da CIB de cada estado, e ordenadas em cinco gran- des blocos – atenção básica, atenção de média e alta complexidade, vigilância à saúde, assistência farmacêutica e gestão. Espera-se assim que, após a sua regulamentação e implementação efetiva, aconteça o redirecionamento de gastos, de forma a possibilitar que as ações de saúde se mostrem quantitativa e qualitativamente mais adequadas a cada realidade.
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Assistência pré-natal no Brasil.

Assistência pré-natal no Brasil.

Dados de abrangência nacional relativos à as- sistência pré-natal no Brasil são escassos. As in- formações do Sistema de Informações sobre Nas- cidos Vivos (SINASC) demonstram um aumento da cobertura pré-natal no país, alcançando va- lores próximos a 100% em 2011 (Departamento de Informática do SUS. http://www.datasus.gov. br, acessado em 01/Jul/2013). Entretanto, esse sistema só permite a análise do número de con- sultas realizadas, além de se restringir às gesta- ções que resultaram num nascido vivo. O Sistema de Acompanhamento do Programa de Huma- nização no Pré-Natal e Nascimento – SispreNatal (http://sisprenatal.datasus.gov.br/SISPRENATAL /index.php), implantado no ano 2000, permitiria acesso a outras informações, como idade ges- tacional no início da assistência pré-natal, exa- mes de rotina, vacinação antitetânica, número de consultas de pré-natal e consulta puerperal. Porém, esses dados não estão disponíveis para consulta regular e apresentam problemas de sub -registro 9 . O único trabalho que avaliou a assis- tência pré-natal utilizando dados desse sistema para o conjunto do país foi feito com gestantes inscritas nos dois primeiros anos do programa (2001 e 2002), quando menos de 30% das gestan- tes se encontravam cadastradas 10 .
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Qualidade de vida de vítimas de trauma seis meses após a alta hospitalar.

Qualidade de vida de vítimas de trauma seis meses após a alta hospitalar.

aspecto positivo, não houve diferença signifi cativa no domínio das relações sociais entre a amostra estudada e o esperado para a população australiana em geral, sugerindo que o suporte familiar entre os pacientes de Ribeirão Preto possa ter se mantido em níveis adequados de atenção. A principal limitação do presente estudo talvez tenha sido o tamanho amostral, que pode não ser representati- vo de todo o conjunto de vítimas de trauma atendidas na unidade de emergência no período. Também a ausência de pacientes vítimas de agressão interpessoal pode ter interferido nos resultados, devido ao forte caráter psicossocial relacionado a este tipo de mecanismo de trauma. Além disso, deve ser reconhecido que o caráter de transversalidade da metodologia adotada impõe restrições ao estudo de causalidade de variáveis. Em conclusão, os achados do presente trabalho indi- cam que o trauma pode estar relacionado a um grande impacto negativo na qualidade de vida das vítimas em médio prazo. Embora, em comparação com os padrões nacionais e internacionais, o aspecto físico tenha sido o mais atingido, há evidências de que os domínios psicológico e de meio ambiente, após seis meses da lesão, permaneceram distantes das condições ideais esperadas para a população em geral.
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SEGURO DE REEMBOLSO DE DESPESAS DE ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR BRADESCO SAÚDE COLETIVO POR ADESÃO – PRÉ-PAGAMENTO

SEGURO DE REEMBOLSO DE DESPESAS DE ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR BRADESCO SAÚDE COLETIVO POR ADESÃO – PRÉ-PAGAMENTO

Obriga-se a Seguradora a custear, através de reembolso dentro dos limites estabelecidos no contrato ou, alternativamente, por meio de pagamento direto à rede referenciada, por conta e ordem do Segurado, as despesas relativas à cobertura assistencial, médica, ambulatorial e hospitalar, quando necessárias para o tratamento de todas as doenças relacionadas na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, da Organização Mundial de Saúde (OMS), em todas as especialidades médicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina e obedecido ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde editado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vigente à época do evento. A cobertura corresponde à segmentação assistencial Ambulatorial e Hospitalar com Obstetrícia observada e respeitada a abrangência geográfica, inclusive nos casos de reembolso pela utilização da livre escolha de prestadores de serviço. O atendimento, dentro da segmentação e da área de abrangência geográfica contratada, será garantido independentemente do local de origem do evento.
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Correlação entre o momento da cirurgia e a ocorrência de complicações per-operatórias no tratamento das fraturas trocanterianas do fêmur.

Correlação entre o momento da cirurgia e a ocorrência de complicações per-operatórias no tratamento das fraturas trocanterianas do fêmur.

médico de todos os pacientes vitimados por fraturas tro- canterianas. A seguir, aplicamos os seguintes critérios de exclusão: idade abaixo de 55 anos de idade, trauma de alta energia, fratura patológica e mais de uma fratura as- sociada ao mesmo trauma. Uma vez aplicado este filtro, a amostra resultante foi submetida a analise levando-se em consideração as seguintes variáveis: sexo, idade na data do trauma, data do trauma, mecanismo do trauma, data e hora da admissão, classificação AO da fratura, complicações clínicas pré-operatórias, tempo decorrido entre a data do trauma e a cirurgia, horário de início da cirurgia, duração da cirurgia, implante utilizado, va- lor do Tip Apex Distance (TAD), complicações locais e clínicas per - operatórias, tempo de hospitalização, complicações mecânicas, numero de re-operações e data do óbito se aplicáveis. Os pacientes foram divididos em dois grupos. Em um dos grupos os pacientes ope- rados em horário comercial, aqui definido como das 7 às 17 horas. Os pacientes não pertencentes a este grupo passaram a fazer automaticamente parte do grupo de pacientes operados nos períodos de plantão. Os dados dos dois grupos foram analisados de forma quantitativa e qualitativa aplicando-se Teste Exato de Fisher, para verificar a associação entre variáveis qualitativas. Este procedimento foi realizado através do software SAS® 9.0, utilizando a PROC FREQ. Além disso, aplicamos o Coeficiente de correlação de Pearson ( ) r , que quan- tifica a associação entre duas variáveis quantitativas. Este coeficiente varia entre os valores -1 e 1. O valor 0 (zero) significa que não há relação linear, o valor 1 indica uma relação linear perfeita e o valor -1 também indica uma relação linear perfeita, mas inversa, ou seja, quando uma das variáveis aumenta a outra diminui. Quanto mais próximo estiver de 1 ou -1, mais forte é a associação linear entre as duas variáveis. Os resultados foram obtidos com o auxilio do software SAS® 9.0, através da PROC CORR. Devido à multiplicidade de dados Modelo de regressão linear múltiplo, empregado para estudar a relação entre uma única variável depen- dente e diversas variáveis independentes. Esse modelo tem como pressuposto que seus resíduos tenham dis- tribuição normal com média 0 e variância constante. Os resultados foram obtidos com o auxilio do software SAS® 9.0, através da PROC REG. Por fim utilizamos o Teste de Wilcoxon, que é uma técnica não paramétrica utilizada para comparar dois grupos. Sendo assim, ela não requer suposições quanto a distribuição dos dados. Os resultados foram obtidos com o auxilio do software SAS ® 9.0, através da PROC NPAR1WA (13-16) .
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Amputação primária no trauma: perfil de um hospital da região centro-oeste do Brasil.

Amputação primária no trauma: perfil de um hospital da região centro-oeste do Brasil.

epidemiológicos dos vários serviços disponíveis no Brasil e no mundo, a im de se levantarem dados que permitam subsidiar um planejamento proilático voltado a reduzir ao estritamente necessário a indicação de amputação de um membro, procedimento cujo impacto econômico não é menor que o psicossocial. Devido à escassez de trabalhos no gênero, principalmente no Brasil, o presente estudo buscou alimentar a base de pesquisa cientíica e manter ativa a discussão sobre o problema para conhecer a casuística das amputações primárias decorrentes de trauma das extremidades. Assim, o objetivo principal deste artigo foi levantar um peril epidemiológico da amputação de indicação primária, ou seja, sem tentativa de salvamento de membro, decorrente do trauma vascular de membros inferiores e superiores, atendidos no maior hospital da região e único a atender alta complexidade numa abrangência de dois milhões de habitantes no período de janeiro de 2005 a dezembro de 2008.
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Cenário do atendimento aos agravos provocados por acidentes e violência contra idosos na rede SUS de Manaus (AM, Brasil).

Cenário do atendimento aos agravos provocados por acidentes e violência contra idosos na rede SUS de Manaus (AM, Brasil).

Resumo O objetivo deste artigo é descrever o atendimento na rede SUS de Manaus ao idoso vítima de acidente ou violência nos três níveis de atendimento (pré-hospitalar, hospitalar e reabi- litação). Trata-se de um estudo descritivo com abordagem quantitativa e qualitativa, sendo in- vestigadas 42 unidades de saúde (32 do pré-hospi- talar, cinco do hospitalar e cinco da reabilitação). Os resultados revelam que os serviços de pronto atendimento apresentam a melhor estrutura físi- ca. A organização do fluxo de atendimento a esses agravos ainda é incipiente em Manaus. Verifi- cou-se escassez de leitos hospitalares e de unidade de terapia intensiva para continuidade do trata- mento do idoso. Foi evidenciada a necessidade de capacitação dos profissionais e de especialidades médicas para o acompanhamento de idosos in- ternados por traumas. Pouco tem sido feito no campo da prevenção. O registro de dados e a noti- ficação aparecem como um dos pontos mais frá- geis nos três níveis de atenção. O cenário do aten- dimento ao idoso vítima de acidente e violência tem o seu ponto mais crítico no âmbito hospita- lar, sendo este nível de atenção largamente apon- tado pelos gestores e profissionais como necessita- do de reestruturação.
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O cuidado pré-natal em hospital universitário: uma avaliação de processo.

O cuidado pré-natal em hospital universitário: uma avaliação de processo.

O estudo objetivou avaliar o processo de atenção pré-natal referente à utilização do cui- dado pré-natal do Programa Assistência Pré- natal às Gestantes de Baixo Risco, Hospital Universitário de Maringá (PPNBR/HUM), im- plantado em 1996 no Ambulatório de Especia- lidades do HUM, Paraná. As características sin- gulares desse programa referem-se ao caráter de ensino e do modelo assistencial proposto, no qual o profissional enfermeiro conduz a as- sistência pré-natal em conjunto com os profis- sionais da equipe multiprofissional composta por médico obstetra, nutricionista, assistente social, fisioterapeuta, psicóloga e discentes de enfermagem.
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