Tubas uterinas

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Estudo anatômico comparativo do útero e tubas uterinas de vacas e novilhas da raça Nelore (Bos primigenius indicus)

Estudo anatômico comparativo do útero e tubas uterinas de vacas e novilhas da raça Nelore (Bos primigenius indicus)

O estudo anatômico realizado com 45 amostras de cornos uterinos e tubas uterinas de 45 novilhas apresentou os seguintes va- lores: para o lado direito dos cornos uterinos os valores foram os seguintes: o comprimento máximo foi de 18,5 cm, o comprimento médio de 14,6 cm e o mínimo de 11,2 cm. Para o lado esquerdo, o comprimento máximo foi de 18,5 cm, o comprimento médio de 14,8 cm e o mínimo de 11,1 cm. As tubas uterinas apresentaram os se- guintes valores para o lado direito: o comprimento máximo foi de 20,7 cm, o comprimento médio de 15,4 cm e o mínimo de 10,5 cm. Para o lado esquerdo foram os seguintes: o comprimento máximo de 20,4 cm, o comprimento médio de 15,2 cm e o mínimo de 11,2 cm. A análise de variância em parcelas subdivididas para o comprimento (em cm) dos cornos uterinos em vacas e novilhas mostrou efeito significativo (p < 0,05), ou seja, existe diferença significativa quanto ao comprimento dos cornos uterinos entre os grupos de vacas e novilhas. O mesmo não ocorreu em relação aos lados direito e esquerdo dos cornos uterinos e em relação à interação grupos (vacas e novilhas) e lados (direito e esquerdo), ambos sem efeito significativo (p > 0,05), isto é, não existe dife- rença significativa dos comprimentos entre os lados e entre os grupos e lados (Tab. 1).
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Efeitos a longo prazo da aplicação de adesivos cirúrgicos na perviedade de tubas uterinas de coelhas

Efeitos a longo prazo da aplicação de adesivos cirúrgicos na perviedade de tubas uterinas de coelhas

Com a realização do teste de pressão de rompimento ficou demonstrada que todas as tubas uterinas, tanto à direita como à esquerda, do GSIMU (Figuras 18, 20, 22) e do GEFIBRI (Figuras 24, 26, 28) estavam pérvias, embora cinco úteros do grupo GEFIBRI não tenham apresentado gestação no período de trinta dias, o que mostrou a ineficácia do adesivo de fibrina para promover obstrução tubária. Já todas as tubas do GE-GRF (Figuras 30, 32, 34) e do GEBUTIL (Figuras 36, 38, 40) encontravam-se obstruídas, em todos os tempos de observação de trinta, noventa e cento e oitenta dias (Tabela 11A, Gráfico 5). Ficou evidenciado que a aplicação destes adesivos no lúmen tubário foi capaz de impedir a passagem do ar aplicado no teste, provocando a interrupção do trânsito na tuba uterina, e assim não permitir que ocorresse fecundação nestes animais.
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Caracterização morfológica do útero e tubas uterinas de fetos bovinos da raça Nelore (Bos primigenius indicus) em diferentes fases de gestação

Caracterização morfológica do útero e tubas uterinas de fetos bovinos da raça Nelore (Bos primigenius indicus) em diferentes fases de gestação

Caracterização morfológica do útero e tubas uterinas de fetos bovinos da raça Nelore ( Bos primigenius indicus ) em diferentes fases de gestação. Morphological characterization of uterus[r]

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Análise histológica e histoquímica de cistos intra-epiteliais de tubas uterinas de novilhas mestiças.

Análise histológica e histoquímica de cistos intra-epiteliais de tubas uterinas de novilhas mestiças.

Compararam-se, pelo teste de McNemar, os resultados obtidos nas tubas ipsi-laterais frente às contra-laterais ao ovário ativo (aquele com folículo pré-ovulatório ou corpo lúteo). Pelo mesmo teste, compararam-se as tubas do lado direito com as do lado esquerdo, independentemente da ipsi- ou contra-lateralidade ao ovário ativo. Empregou-se o teste de qui- quadrado para a comparação entre animais em fase estrogênica (Est e Estsup) ou progesterônica (Meta, Metasup e Die), e o teste exato de Fisher para as comparações entre diferentes regiões das tubas uterinas. Os valores hormonais, entre os grupos experimentais, foram comparados pelos testes de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney.
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Atividade secretória de tubas uterinas com e sem patologia de porcas adultas nas fases folicular e luteínica.

Atividade secretória de tubas uterinas com e sem patologia de porcas adultas nas fases folicular e luteínica.

Descrevem-se as características anatomopatológicas e histoquímicas de 124 tubas uterinas de porcas (matrizes) abatidas em matadouros, nas fases folicular e luteínica do ciclo estral. As tubas uterinas foram distribuídas em quatro grupos: LSP- fase luteínica sem patologia tubárica (n=45), LCP- fase luteínica com patologia tubárica (n=19), FSP- fase folicular sem patologia tubárica (n=45) e FCP- fase folicular com patologia tubárica (n=15). Para estudo histoquímico de mucossubstâncias foram utilizadas as colorações de periodic acid Schiff (PAS) com e sem digestão prévia pela amilase salivar e Alcian Blue (AB) em pH 2,5 e 0,4. Utilizou-se a coloração de Ninhidrina-Schiff para evidenciação de proteínas ricas em radicais –NH 2 . Foram observadas alterações em 34 tubas uterinas. Independente da fase do ciclo
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Estudo da perviedade das tubas uterinas após aplicação transvaginal de n-butil-2-cianoacrilato em ovelhas

Estudo da perviedade das tubas uterinas após aplicação transvaginal de n-butil-2-cianoacrilato em ovelhas

Dentro da linha de pesquisa em adesivos do Programa de Pós-Graduação em Cirurgia e Experimentação o procedimento já foi testado anteriormente em coelhas mostrando que é um procedimento viável e eficaz para produzir esterilização reprodutiva no período observado de trinta dias 11,12 . A coelha é considerada na literatura biomédica como modelo experimental para pesquisa em reprodução, pela semelhança histológica e funcional de suas tubas uterinas com a das tubas humanas 18,19 . No entanto, a idéia foi dar prosseguimento ao estudo utilizando um animal de maior porte e que, pelas características anatômicas, estivesse mais próximo das condições encontradas em seres humanos. Também se ampliou o tempo de observação para noventa dias, procurando estabelecer o controle em médio prazo.
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Estudo das características histológicas do útero e tubas uterinas de vacas e novilhas da raça Nelore (Bos primigenius indicus)

Estudo das características histológicas do útero e tubas uterinas de vacas e novilhas da raça Nelore (Bos primigenius indicus)

As amostras foram coletadas na fase lútea com a finalidade de se padronizar a fase do ciclo estral. Para os estudos, após evisceração, foram coletados fragmentos com aproximadamente 2,0 cm de comprimento da porção média dos cornos uterinos direito e esquerdo e fragmentos de 1,0 cm de comprimento do istmo, ampola e infundíbulo das tubas uterinas direita e esquerda, O material foi fixado em formol tamponado a 10% por um período de 24 horas e, em seguida, processados e incluídos rotineiramente em parafina. Os cortes histológicos de 6 mm de espessura foram corados com hematoxilina e eosina e examinados ao microscópio de luz para análise. Quinze amostras representativas de cada grupo foram submetidas às seguintes colorações especiais: tricrômio de Mallory (para evidenciar fibras colágenas), Weigert (para fibras elásticas) e com sais de Prata (para fibras reticulares). Foram feitos estudos comparativos entre a parede uterina dos animais jovens e adultos, analisando- se o tipo de epitélio de revestimento, o comportamento das glândulas endometriais (com ou sem dilatação) e o tipo do epitélio glandular, a disposição do tecido conjuntivo e do tecido muscular. Nas tubas uterinas foram observados o tipo de epitélio de revestimento, o tipo de pregueamento da mucosa (alto ou baixo, estreito ou largo, com ou sem pregas secundárias e terciárias) e a disposição do tecido
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Migração espermática em suínos após inseminação artificial intrauterina profunda.

Migração espermática em suínos após inseminação artificial intrauterina profunda.

A inseminação artificial intrauterina profunda (IIP) é de grande importância para a indústria suinícola, em função do maior número de doses produzidas por reprodutores de alto mérito genético e da possibilidade da utilização de biotecnologias, como sêmen sexado e/ou congelado. Entretanto, necessita-se compreender com maior propriedade os mecanismos pelos quais os espermatozoides colonizam as tubas uterinas. Assim sendo, pretende-se com o presente experimento avaliar a existência ou não de migração intraperitoneal de espermatozoides inseminados profundamente em um dos cornos uterinos, mediante a obtenção de oócitos fertilizados no corno contralateral à inseminação e seccionado na base, na junção com o corpo do útero. Quatorze fêmeas pluríparas foram divididas em dois grupos experimentais, sendo que em um deles as fêmeas foram submetidas à secção da base de um dos cornos uterinos (Grupo Operado, n = 7), enquanto as do Grupo Controle (n = 7) não foram submetidas a nenhuma intervenção cirúrgica. Ambos os grupos foram submetidos à IIP, sendo as fêmeas abatidas 5±1,2 dias após a última inseminação. Os sistemas genitais das fêmeas foram coletados, dissecados e o número de corpos lúteos contados em ambos os ovários. A recuperação dos embriões foi feita por meio de lavagem das tubas e cornos uterinos com solução de PBS (Phosphate Buffered Saline), após o que se avaliou os fluidos coletados em lupa para a identificação de embriões. Em ambos os grupos experimentais, foram encontrados embriões nos segmentos do sistema genital de ambos os lados. Apenas uma fêmea apresentou embriões nos segmentos em somente um dos lados no grupo operado. Diante dos resultados aqui observados, concluiu-se que a migração espermática no suíno pode ocorrer tanto por via retrógrada pelo útero quanto por migração intraperitoneal. Estes achados certamente contribuirão para aumentar a eficiência da técnica de IIP, sendo de grande valia para o aprimoramento da indústria suinícola.
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Morfologia macroscópica do aparelho reprodutor feminino de Leontopithecus cativos (Lesson, 1840) Primates-Callitrichidae.

Morfologia macroscópica do aparelho reprodutor feminino de Leontopithecus cativos (Lesson, 1840) Primates-Callitrichidae.

Descreveu-se o sistema reprodutor feminino em três espécies de mico-leão Leontopithecus (Lesson 1840), cativos: L. rosalia, L. chrysopygus e L. chrysomelas. A vulva está delimitada pelos lábios vulvares menores e com clitóris conspícuo. A superfície do períneo urogenital apresenta elevações papilares mais concentradas nos lábios vulvares, conferindo-lhe aspecto rugoso. O vestíbulo vaginal constitui um tubo muscular de parede espessa que se estende da rima da vulva até o óstio da vagina. A vagina é um tubo muscular alongado e achatado dorsoventralmente, que comunica o vestíbulo vaginal ao colo uterino. O útero piriforme está localizado na porção caudal da cavidade abdominal. Craniolateralmente abrem-se tubas uterinas convolutas e ovários grosseiramente fusiformes de superfície lisa.
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Fatores associados ao futuro reprodutivo de mulheres desejosas de gestação após ligadura tubária.

Fatores associados ao futuro reprodutivo de mulheres desejosas de gestação após ligadura tubária.

Após avaliação clínica, laboratorial e laparoscópica, foram incluídas no protocolo de reversão as pacientes com estas características: ausência de doenças sistêmicas, idade até 39 anos, tubas uterinas com possibilidade de reversão e afastado o fator masculino por meio de um espermograma normal. Para a reanastomose tubária foi utilizada a técnica descrita por Donadio et al. 13 . Quando as tubas uterinas não permitiram

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Efeito do benzoato de estradiol na recuperação de oócitos, embriões e nos parâmetros hematológicos de cadelas recém acasaladas

Efeito do benzoato de estradiol na recuperação de oócitos, embriões e nos parâmetros hematológicos de cadelas recém acasaladas

A alteração da motilidade gametogênica e embrionária, induzindo a degeneração oocitária e embrionária pode ocorrer devido ao uso do benzoato de estradiol. O mecanismo de ação dos estrógenos exógenos está relacionada à alteração do microambiente tubárico, o que retarda o transporte gametogênico e embrionário o que promove o fechamento da junção útero-tubárica, com consequente retenção dos embriões e oócitos nas tubas uterinas, seguido do processo de degeneração dos mesmos (BRUNCKHORST et al, 2000; FONTBONNE, 2010).
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Estudo Comparativo entre os Métodos de Sonohisterossalpingografia Contrastada, H...

Estudo Comparativo entre os Métodos de Sonohisterossalpingografia Contrastada, H...

iniciou-se a laparoscopia, visualizando-se a região pélvica (útero e anexos), seguida da região abdominal superior (fígado, vesícula biliar, baço, intestinos, epíploon e peritônio). Ao mesmo tempo, é posicionado o histerossalpingógrafo no colo uterino de maneira semelhante à utilizada na realização da HSG, seguindo-se os mesmos passos descritos previamente. Procede-se a injeção do contraste azul de metileno em frações de 5 ml até o máximo de 15 ml, observando-se (ou não) o seu extravasamento na cavidade pélvica pelas tubas uterinas (figura 11). Ao término do exame, o procedimento é descrito de forma bem detalhada, classificando as tubas direita e esquerda em pérvias ou não, além de outras alterações que puderam ter sido encontradas, tais como: hidrossalpinge, aderências e outras patologias pélvicas associadas.
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Efeitos da exposição gestacional ao Bisfenol-A, a Genisteína e ao Indol-3-Carbinol sobre morfogênese e carcinogênese de órgãos reprodutores de fêmeas Sprague-Dawley da geração F1

Efeitos da exposição gestacional ao Bisfenol-A, a Genisteína e ao Indol-3-Carbinol sobre morfogênese e carcinogênese de órgãos reprodutores de fêmeas Sprague-Dawley da geração F1

No entanto, em ambas as concentrações, o BPA não alterou parâmetros morfométricos das tubas uterinas. Essa divergência de efeitos biológicos nas mesmas condições experimentais já foi observada em outros estudos in vivo. Em exposição pós-natal e durante a lactação, o BPA (25-250 ng/kg p.c.) causou alterações morfométricas, proliferativas e na expressão de REα no útero da prole, no entanto, não foram observadas diferenças na vagina (Markey et al., 2005). Além do fato de que cada composto possui diferentes padrões em relação a sua mecanística de interação com os receptores α e β, a expressão de REα e REβ nos tecidos varia constitutivamente, podendo resultar em respostas biológicas diferentes de maneira tecido-específicas (Brandenberger, 1997). Especificamente no desenvolvimento das tubas uterinas em roedores, as expressões de REα quanto de REβ já foram identificadas, apesar de que REα parece ter papel principal no desenvolvimento do trato genital feminino (Okada et al., 2003). A coexpressão de tais receptores nesses tecidos e a formação de heterodímeros α/β, pode alterar o padrão de resposta biológica, podendo também estar relacionado com a capacidade de recrutamento de fatores coativadores tecido-específicos. Em estudo in vitro já foi demonstrado que o BPA é responsável por causar grandes alterações na expressão gênica de células contendo o receptor REβ quando o coativador TIF2 é corregulador principal, e também causando grandes alterações tanto em REα quanto em REβ quando o coativador-1a está presente (Routledge et al., 2000). Assim, o fato de o BPA ter uma ação proliferativa no útero dos animais mas não ter causado efeitos nas tubas uterinas sugere um tipo de resposta tecido-específica em exposição a compostos com ação estrogênica.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA

Vacas com enfermidades uterinas apresentaram valores médios de NEFA no momento do parto (0,88 ± 0,65 mEq L-1) superiores ao limite de 0,6 mEq L-1, valor proposto por (OSPINA et al., 2010), como sendo um fator de risco associado à chance de apresentar doenças como retenção de placenta, metrite, deslocamento de abomaso e cetose. Sugere-se que os níveis séricos elevados de NEFA, encontrados no presente estudo determinaram a presença de quadros de BEN, e que isso poderia prejudicar a atividade de neutrófilos e saúde uterina (HAMMON et al., 2006). As maiores concentrações de NEFA no pré e pós-parto de vacas Holandesas são relacionadas na literatura com maior ocorrência de enfermidades no período de transição, sendo um fator de risco para a saúde das vacas após a parição (CHAPINAL et al., 2011; OSPINA et al., 2010b; ROBERTS et al., 2012). Animais com intenso e prolongado BEN podem desenvolver problemas clínicos, diminuição da produção leiteira e tendência a reduzir a fertilidade(DUFFIELD e LEBLANC, 2009).
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Estado nutricional materno, ganho de peso gestacional e peso ao nascer.

Estado nutricional materno, ganho de peso gestacional e peso ao nascer.

Introdução: Tanto o estado nutricional materno como o ganho de peso gestacio- nal vem sendo estudado em relação ao papel determinante que desempenham sobre o crescimento fetal e o peso ao nas- cer. O peso inadequado ao nascer é uma das grandes preocupações da saúde públi- ca devido ao aumento da morbimorta- lidade no primeiro ano de vida e ao maior risco de desenvolver doenças na vida adul- ta, tais como a síndrome metabólica, nos casos de baixo peso, e diabetes e obesida- de, nos casos de macrossomia. O objetivo deste trabalho foi descrever uma coorte de gestantes, classificando-as de acordo com o estado nutricional inicial, o ganho ponderal gestacional, a resistência nas ar- térias uterinas e o peso dos recém-nasci- dos. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: foi acompanhada, a cada Métodos: quatro semanas gestacionais, uma coorte de 115 gestantes atendidas pelo Programa de Saúde da Família do município de Cam- pina Grande, PB. O estado nutricional ini- cial foi determinado através do índice de massa corporal (kg/m 2 ) para a idade
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Embolização das artérias uterinas: uma breve revisão de literatura / Embolization of uterine arteries: a brief review of Literature

Embolização das artérias uterinas: uma breve revisão de literatura / Embolization of uterine arteries: a brief review of Literature

A técnica de embolização uterina para o tratamento de mioma começou a ser realizada pelo ginecologista francês Jacques Ravina a partir de 1991, como uma opção terapêutica, além das técnicas já difundidas. A partir disso, estudos foram sendo realizados que comprovaram a eficácia e segurança da embolização para o tratamento da miomatose uterina (RAVINA, 1995). A Embolização de Artérias Uterinas (EAU) tem sido cada vez mais utilizada, visto que apresentam inúmeras vantagens, sendo considerado um procedimento pouco invasivo, realizado com anestesia local, o qual dispende menos custos e menor tempo de internação hospitalar (MESSINA, 2010). A EAU tem seu uso indicado, sobretudo, nas mulheres que desejam manter sua fertilidade ou para aquelas que buscam alternativas terapêuticas menos invasivas (CHIESA, 2004; CHUA,2005; MARSHBURN, 2006; SPIES, 2007). Apesar das vantagens mencionadas, algumas situações contraindicam a embolização, entre elas, gravidez, infecção pélvica, vasculite, irradiação pélvica anterior, processo maligno local, alergia ao contraste radiológico, coagulopatias e insuficiência renal (GOODWIN, 2001).
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Correlação entre doppler de artérias uterinas maternas, no segundo trimestre de gestação, e resultados obstétricos e perinatais, em gestantes de alto risco

Correlação entre doppler de artérias uterinas maternas, no segundo trimestre de gestação, e resultados obstétricos e perinatais, em gestantes de alto risco

Na revisão de literatura realizada, observou-se que a quase totalidade dos estudos, nos quais a dopplervelocimetria de artérias uterinas de segundo trimestre era utilizada como método de rastreamento para intercorrências maternas e perinatais, realizava o exame de Doppler em pacientes com idade gestacional superior a 18 semanas. Pensamos ser esta idade gestacional, para a aplicação de um teste de rastreamento, um tanto tardia, pois medidas profiláticas, como uso do ácido acetilsalisílico em baixas doses, podem ser iniciadas logo no início do segundo trimestre de gestação, com redução significativa da incidência de pré-eclâmpsia e hipertensão induzida pela gestação (VAINIO et al., 2002; ASKIE et al., 2007). Na literatura por nós consultada, encontramos apenas três estudos (CARBILLON et al., 2004; HARRINGTON et al.,1997; STABOULIDOU et al., 2007) que incluíram um grupo de pacientes que possuíam idade gestacional, no momento do Doppler, entre 12 e 16 semanas.
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Anexo C - Modelo de Folha de Rosto ¶

Anexo C - Modelo de Folha de Rosto ¶

Com efeito, parece que o evento da submersão da figura masculina (o filho) do “Angelus” possa corresponder às recordações “intra-uterinas” dalinianas, representadas [r]

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Dissertaçao Ana Morais

Dissertaçao Ana Morais

Ao comparar a OVH com a OVE, a probabilidade de haver hemorragia clinicamente relevante dos pedículos ováricos deve ser semelhante. Por outro lado, a OVH tem um risco adicional de hemorragia dos vasos do ligamento largo e dos vasos uterinos perto do cérvix (onde as artérias uterinas são maiores do que na extremidade do corno uterino e a hemorragia pode ser mais grave). Também foi descrita hemorragia por ruptura de vasos uterinos por tracção excessiva do corpo uterino durante OVH. 3 Porém, segundo Peeters não existem diferenças significativas quanto à perda de sangue
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Perfil lipídico na adolescência: efeito de exposições intra-uterinas.

Perfil lipídico na adolescência: efeito de exposições intra-uterinas.

São escassos os estudos realizados em países de média e baixa renda que avaliaram o efeito em longo prazo das condições intra-uterinas sobre o metabolismo lipídico. Nos países de média e baixa renda, além da prevalência de subnutrição ser mais elevada, espera-se que, entre as mães com baixo peso, a proporção de déficit nutricio- nal e o retardo de crescimento intra-uterino se- jam maiores. Nesse cenário de maior iniqüidade sócio-econômica, o risco atribuível de dislipide- mia decorrente da subnutrição (de acordo com a nossa hipótese) é maior do que em países de alta renda.
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