Tumor mamário

Top PDF Tumor mamário:

Atividade antitumoral e imunológica de abrina e pulchelina em tumor mamário murino

Atividade antitumoral e imunológica de abrina e pulchelina em tumor mamário murino

pulchellus subsp. tenuiflorus, foram utilizadas e como droga controle foi usada a Doxorrubicina. As RIPs foram administradas em camundongos fêmeas Balb/c. A partir dos tumores retirados dos animais em estudo, verificou-se o percentual de inibição do crescimento tumoral, medindo-se o tamanho e os pesos dos tumore. A partir de culturas de macrófagos obtidos dos animais de estudo, avaliou-se a produção de NO, TNF- α e IL-12 pelas RIPs na presença ou ausência de β-D- galactose. A IL-10 foi quantificada a partir de linfócitos esplênicos. A viabilidade celular foi verificada quando as células foram sujeitas às ações das RIPs. Com base nos resultados obtidos, observou-se que as RIPs não apresentaram potencial antitumoral, pois não houve redução do tamanho do tumor em relação ao controle, exceto pela abrina (p<0,05). Contudo, verificou-se que houve um possível efeito inibitório da toxicidade de abrina e pulchelina pela galactose sobre as células tumorais. As substâncias testadas (abrina, pulchelina e doxorrubicina) nas concentrações utilizadas nos testes de citotoxicidade em macrófagos e linfócitos obtiveram viabilidade celular satisfatória.
Mostrar mais

44 Ler mais

Caracterização do infiltrado inflamatório e avaliação dos marcadores de prognóstico Ki-67, p53, receptor de estrógeno e progesterona no tumor mamário maligno de cadelas

Caracterização do infiltrado inflamatório e avaliação dos marcadores de prognóstico Ki-67, p53, receptor de estrógeno e progesterona no tumor mamário maligno de cadelas

Para finalizar está discussão pode-se dizer que as causas das falhas na intenção por parte do hospedeiro de conter as neoplasias são desconhecidas até o momento, entretanto é possível [r]

113 Ler mais

Estudo da atividade anti-tumoral de abrina em tumor mamário murino e sua influência no sistema imune

Estudo da atividade anti-tumoral de abrina em tumor mamário murino e sua influência no sistema imune

A reduction of CD4 + CD25 + cells, as well as of TGF-β and IL-6 production, was observed in group P compared to group T. IL-6 is known to promote tumor growth by upregulating anti-apoptotic and pro-angiogenic proteins in tumor cells [14], and TGF-β is known to support tumor progression by promoting cell invasion and dis- semination to distant sites, enhancing angiogenesis and mediating the immune evasion of tumor cells [15]. Be- sides that, IL-6 is known to promote, together with TGF- β, naive T cells differentiation into Th17 cells [16], which are found in greater quantities in mice as breast cancer progresses, reaching their highest levels at the later stages of the disease [17]. CD4 + CD25 + cells are nat- urally occurrbca03ing Tregs and are recognized as a major subset among the immune cells that are respon- sible for peripheral immune self-tolerance. The accumu- lation of CD4 + CD25 + Tregs can result in tumor growth through the suppression of anticancer immunity [18]. Consequently, the downregulation of these Tregs and cytokines by pulchellin treatment might improve antitu- mor immunity.
Mostrar mais

124 Ler mais

Neoplasias espontâneas em camundongos de um centro de criação de animais de laboratório.

Neoplasias espontâneas em camundongos de um centro de criação de animais de laboratório.

Nas neoplasias de glândulas mamárias, foram observadas massas tumorais com superfície irregular, que variavam entre 1 e 5cm de diâmetro. Ao corte, eram consistentes e róseas ou brancacentas (Fig. 1A). Quanto à localização, estavam presentes nas regiões das glândulas mamárias torácicas e abdominais. As alterações macroscópicas e microscópicas foram similares às descritas por Garcia-Iglesias et al. (1997) em camundongos. Todavia, os carcinomas túbulo- papilar e tubular mucinoso não foram citados por esses autores. Nielsen et al. (1991), assim como a presente pesquisa, também descreveram ocorrência de carcinoma mamário em machos. A susceptibilidade genética, o estímulo hormonal e o vírus do tumor mamário do camundongo ou vírus Bittner são os três principais fatores para o desenvolvimento, a incidência e o tipo histológico de tumor mamário em camundongos (Tsubura et al., 2007). Na presente pesquisa, 41,7% dos animais com esta neoplasia eram SPF, afastando a possibilidade de etiologia viral nestes roedores.
Mostrar mais

10 Ler mais

Neoplasias mamárias em cadelas: influência hormonal e efeitos da ovario-histerectomia como terapia adjuvante.

Neoplasias mamárias em cadelas: influência hormonal e efeitos da ovario-histerectomia como terapia adjuvante.

O possível papel da glândula pituitária no tumor de mama canino também tem recebido atenção, sendo que alguns relatos conflitantes foram publicados sobre a elevação dos níveis de prolactina em cães portadores dessa neoplasia. Sabe-se que a prolactina é necessária para manutenção da atividade secretória, não desempenhando papel sobre a proli- feração celular da glândula mamaria. As alterações proliferativas que ocorrem no tecido mamário durante a gestação estão associadas aos hormônios de crescimento e à progesterona (BERNSTEIN & ROSS, 1993). A prolactina estimula o crescimento do tumor mamário através da sensibilização celular aos efeitos do estrógeno, promovendo aumento no número de receptores de estrógeno (HOLLANDER & DIAMOND, 1978; MORRISON, 1998). Segundo HOLLANDER & DIAMOND (1978), tanto o estrógeno quanto a prolactina são necessários ao crescimento de tumores mamários.
Mostrar mais

5 Ler mais

Efeitos da exposição gestacional, lactacional e juvenil às dietas com deficiência e suplementação de zinco e suscetibilidade a carcinogênese da mama em fêmeas Sprague-Dawley

Efeitos da exposição gestacional, lactacional e juvenil às dietas com deficiência e suplementação de zinco e suscetibilidade a carcinogênese da mama em fêmeas Sprague-Dawley

Relatos da literatura indicam que a deficiência de zinco pode contribuir para danos e modificações oxidativas no DNA, o que pode aumentar o risco de desenvolvimento de neoplasias incluindo as de mama (Huang, 1999; Fernandes and Mafra, 2005; Leone et al., 2006; Grattan and Freake, 2012). Outros estudos mostraram que a suplementação com zinco reduziu o estresse oxidativo e melhorou a eficiência do sistema imunológico, sugerindo a participação deste mineral em mecanismos importantes envolvidos na prevenção do câncer (Federico et al., 2001; Prasad, 2002). Neste estudo, a deficiência em zinco (3mg/Kg, G1) não aumentou de forma significativa o risco para o desenvolvimento de tumor mamário em nenhum dos parâmetros avaliados, assim como a suplementação de zinco (180mg/kg, G3) não exerceu nenhum papel na inibição do desenvolvimento da carcinogênese mamária na prole de fêmeas. Ao contrário, a suplementação de zinco levou ao aumento significativo de proliferação das células epiteliais mamárias e redução da expressão dos genes Ercc1 e Api5 no tecido mamário. Portanto, esses resultados sinalizam um discreto potencial para modificação da susceptibilidade a carcinogênese mamária da prole de fêmeas alimentadas com dieta suplementada com zinco nas fases iniciais da vida. As concentrações de 3 e 180 mg/Kg de zinco na ração basal foram escolhidas com bases em estudos anteriores de deficiência e suplementação de zinco (Woo and Xu, 2002; Sun et al., 2007b).
Mostrar mais

119 Ler mais

Padronização de modelo de carcinogênese mamária induzido quimicamente por DMBA em...

Padronização de modelo de carcinogênese mamária induzido quimicamente por DMBA em...

O câncer de mama permanece como o segundo tipo de câncer mais freqüente no mundo e o primeiro entre as mulheres (INCA, 2007). Porém, os mecanismos envolvidos no processo de gênese dos tumores mamários mesmo sendo intensamente estudados nos últimos 30 anos, ainda não são bem definidos. Vários estudos apontam que a susceptibilidade em função da genética é uma causa relevante ao surgimento do tumor, porém não a principal. Outros fatores tais quais o ambiente e dieta tendem a ser mais significantes nesse processo. Para a indução dos tumores em animais, a maioria dos modelos utiliza carcinógenos pertencentes à família dos hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, dentre eles o DMBA (7,12- dimetil bezantraceno). O DMBA foi utilizado neste estudo com o objetivo de induzir tumor mamário, estabelecendo-se assim um modelo para estudos futuros, quantificando e classificando as lesões nas diferentes concentrações do carcinógeno, avaliando também a proliferação celular através do método de imunohistoquímica PCNA nos diferentes tumores encontrados. Neste estudo, em todos os grupos houve o desenvolvimento de tumores mamários, sendo estes mais freqüentes nos grupos de 3, 6 e 9 mg. O tipo de tumor mais freqüente foi o Adenocarcinoma A, seguido de Adenoacantoma e Adenocarcinoma Misto em menor freqüência. Sendo assim, concluiu-se através deste trabalho que o DMBA produz um modelo de carcinogênese mamária em camundongos.
Mostrar mais

62 Ler mais

Tratamento de mamas tuberosas com incisões combinadas.

Tratamento de mamas tuberosas com incisões combinadas.

im plante foram planejados conforme a projeção do parên- quima mamário, sendo decididas a posição ideal do novo complexo areolopapilar em relação ao manúbrio esternal e sua distância da linha média. O limite lateral foi coincidente com a linha axilar anterior. O limite medial geralmente foi posicionado 2 cm a 3 cm lateralmente à linha medioesternal. O limite superior icou localizado aproximadamente 4 cm a 5 cm abaixo da clavícula. Por sua vez, o limite inferior foi deinido pela posição do neossulco mamário, a uma distância média de 4 cm a 5 cm abaixo da aréola, onde foi realizada uma incisão transversal com 5 cm de extensão. As posições dos sulcos inframamários foram determinadas para corresponder ao lado normal contralateral ou à posição que a paciente usaria seu sutiã, tendo como parâmetro a distância do mamilo, ou seja, em torno de 7 cm abaixo da papila, se ambos os lados são anormais.
Mostrar mais

7 Ler mais

Efeitos da tibolona sobre o parênquima mamário: estudo experimental.

Efeitos da tibolona sobre o parênquima mamário: estudo experimental.

OBJETIVO: Avaliar o efeito da terapia hormonal com tibolona, em três períodos de tempo diferentes, sobre o tecido mamário de ratas castradas. MÉTODO: Foram utilizadas 60 ratas Wistar adultas e virgens, submetidas à ooforectomia. Após 21 dias de pós-operatório (PO), conirmado o hipoestrogenismo, os animais foram divididos aleatoriamente em 6 grupos: tibolona 1 (n=10) recebeu tibolona 1 mg/dia por 23 dias, tibolona 2 (n=10), por 59 dias, tibolona 3 (n=10), por 118 dias; os subgrupos controle 1 (n=8), controle 2 (n=7) e controle 3 (n=10) receberam a água destilada por 23, 59 e 118 dias, respectivamente. Após o tratamento, foram ressecados seis pares de mamas, destinados à análise histológica pela coloração de hematoxilina e eosina (HE); o procedimento seguiu de eutanásia. Os parâmetros histológicos avaliados foram: hiperplasia epitelial e atividade secretora (AS). As variáveis foram submetidas à análise estatística, adotando-se como signiicante p<0,05. RESULTADOS: Foram observadas alterações histológicas em 20/55 ratas, sendo: hiperplasia epitelial leve (HEB1) em 7/55, hiperplasia epitelial moderada (HEB2) em 5/55, hiperplasia alvéolo-nodular (HAN) em 7/55, atipia sem proliferação epitelial em 1/55, não sendo encontrada hiperplasia severa (HEB3). Encontrou-se AS em 31/55 das ratas. A AS foi signiicativamente maior no grupo tibolona (T), em todos os tempos avaliados (p=0,001). As alterações histológicas analisadas não foram signiicantes comparando (p>0,05) os grupos controle (C) e T. A variável tempo de exposição à droga não apresentou signiicância, quando comparados os três períodos avaliados. CONCLUSÃO: Não foi veriicada relação entre as alterações histológicas e a terapêutica com tibolona em curto, médio e longo prazo.
Mostrar mais

8 Ler mais

Qualidade do sono de mulheres portadoras de câncer ginecológico e mamário.

Qualidade do sono de mulheres portadoras de câncer ginecológico e mamário.

Los result ados m uest ran la necesidad de que el planeam ient o de cuidados de enferm ería para m uj eres con cáncer ginecólogo incluya la evaluación de la calidad del sueño de las paci[r]

8 Ler mais

Carcinoma da mama com diferenciação coriocarcinomatosa

Carcinoma da mama com diferenciação coriocarcinomatosa

O exame microscópico demonstrou a presença de car- cinoma mamário invasivo, grau III de Notthingham, grau III nuclear, constituído em grande parte por células bizarras, por vezes multinucleadas, intensa anaplasia em meio a tecido necrótico com focos de hemorragia (Figura 1). O estudo imuno-histoquímico demonstrou receptores de es- trógeno e progesterona negativos, intensa positividade para proteína p63, vimentina positiva nas células neoplásicas, positividade para cromogranina (Figura 2) e positividade focal para β-HCG (Figura 3).

4 Ler mais

Carcinoma de células escamosas em jararaca-pintada (Bothropoides pauloensis) mantida em cativeiro

Carcinoma de células escamosas em jararaca-pintada (Bothropoides pauloensis) mantida em cativeiro

tumores manifestam prostração, palidez e caquexia, que podem levar a morte do animal. Em fase terminal, apresentam diarréia com fezes de coloração esverdeada (1,10). Frequentemente observa-se crescimento de nódulos em fígado e baço, ocasionando aumento de volume abdominal visível a inspeção da ave (6). Estes tumores podem causar compressão mecânica, resultando em dificuldade respiratória nos animais (5). A Leucose aviária é uma doença causada por retrovírus que induzem tumores benignos ou malignos, não havendo especificação do tipo de tumor predominante ou o tipo de vírus envolvido (1,3). Os retrovírus do grupo leucose/sarcoma aviário induzem a formação de tumores que acometem células hematopoiéticas das séries eritróide, linfóide e mielóide (2). Pertencem a família Retroviridae, apresentam como material genético RNA diplóide e possuem envelope glicoprotéico. Podem ser classificado em 6 subgrupos: A, B, C, D, E e J (3). Os grupos A e B são responsáveis por leucose linfóide, enquanto o grupo J induz a formação de neoplasias nas células da medula óssea, especialmente nos mielócitos, provocando leucose mielóide (4). Há fortes indícios de envolvimento viral na etiopatogenia da leucose linfóide também em aves silvestres (5). A transmissão do vírus da leucose aviária ocorrer tanto por via vertical quanto horizontal, e o vírus pode ser classificado como exógeno ou endógeno, sendo o primeiro transmitido por via vertical ou congênita, e o segundo por via horizontal (1). As aves de vida livre, como pardais, podem albergar o vírus da leucose aviária atuando, deste modo, como reservatório e disseminadores da doença (3).
Mostrar mais

172 Ler mais

TUMOR DE INTESTINO DELGADO SMALL BOWEL TUMOR

TUMOR DE INTESTINO DELGADO SMALL BOWEL TUMOR

Contexto: Tumores do trato gastrointestinal tem interesse especial de estudo para sua detecção cada vez mais precoce e tratamento mais eficaz. Podem acometer variadas áreas do trato gastrointestinal e em alguns casos existem afecções tumorais do intestino delgado e mesentério, sendo este último a primeira suspeita do caso em questão . Objetivo: Relatar um caso de tumor de intestino delgado desde sua investigação precoce até seu tratamento objetivo com ideia de guiar futuras prodepêuticas. Métodos: Trata-se de um relato de caso. Foram reunidos dados de prontuários, exames radiológicos e anatomopatológicos para definir a resolução e surgimento do tumor em questão. Resultados: Tumores de intestino delgado são potencialmente letais e podem acontecer em proximidade de regiões nobres como a artérias de alto fluxo, algo que torna seu manejo importante a ser estudado. Conclusão: A opção cirúrgica aberta teve êxito em remover e tratar o tumor de intestino delgado.
Mostrar mais

9 Ler mais

O aleitamento materno do recém-nascido. Fatores mamários condicionantes

O aleitamento materno do recém-nascido. Fatores mamários condicionantes

Constatou-se que a anomalia dos mami- los, o dia da ocorrencia do ingurgitamento mamário, 0 trauma mamilar e a sensacáo dolorosa nos mamilos estáo relacionados a[r]

9 Ler mais

Mastoplastia de aumento periareolar com descolamento subfascial rombo.

Mastoplastia de aumento periareolar com descolamento subfascial rombo.

Apesar de nossa casuística ser relativamente pequena, concluímos que o uso do descolamento rombo subfascial mamário, praticado com descolador articulado, por via areolar inferior demonstrou ser uma alternativa factível, relativamente rápida, segura e reprodutível para a colocação de implantes de silicone nas mastoplastias de aumento.

6 Ler mais

Efeito da trimegestona sobre o tecido mamário de ratas castradas.

Efeito da trimegestona sobre o tecido mamário de ratas castradas.

A análise morfométrica dos ductos e alvéolos mamários corados pela técnica hematoxilina-eosina (HE) foi realizada em quatro campos por corte histológico, sob um aumento de 400 vezes, e pelo mesmo patologista. A análise foi baseada em um “sistema de graduação histopatológico para anomalias epiteliais, induzidas por 7,12- dimetil- benzantraceno (DMBA), em tecido mamário de fêmeas de ratos” 17

6 Ler mais

Mastopexia crescente com implantes de silicone: um estudo longitudinal prospectivo.

Mastopexia crescente com implantes de silicone: um estudo longitudinal prospectivo.

artigos vêm sendo publicados sobre o uso de elevação mamilar, com ou sem o emprego simultâneo de implantes de silicone. Dentre as complicações mais citadas nos artigos revisados estão persistência ou recidiva precoce de ptose, queloides, cicatrizes hipertróicas e hipotróicas, achata­ mento do cone mamário, perda da sensibilidade da aréola, posicionamento inadequado da aréola, infecção, distorções da forma areolar, aplainamento do mamilo, hematomas e seromas 8,10,11 . Este artigo apresentou índices de complica ção

4 Ler mais

Aspectos radiológicos da tuberculose primária da mama: relato de caso e revisão de literatura.

Aspectos radiológicos da tuberculose primária da mama: relato de caso e revisão de literatura.

A ressonância magnética foi executada para avaliar o tamanho da massa e procurar lesões adicionais. Foi realizada a seqüência T1 com supressão de gordura no plano axial em fase dinâmica de 1 a 5 minutos, onde se observou área de impregnação nodular numa fase precoce e notadamente tardia com curva do tipo II (em platô). No entanto, demonstrando dificuldade de diferenciação entre carcinoma mamário e abscesso piogênico 10 12 .

3 Ler mais

Efeitos de altas doses de genisteína sobre o epitélio mamário de ratas.

Efeitos de altas doses de genisteína sobre o epitélio mamário de ratas.

A morfometria da mama não se mostrou diferente quanto à concentração de parênquima mamário e no número de ductos e alvéolos entre os vários grupos tratados com diferentes doses de genisteína e o contro- le, sendo maior a quantidade e a porcentagem de área ocupada pelo parênquima mamário, assim como de ductos e alvéolos no grupo ECE em relação aos demais grupos (ECE>GEN250=GEN125=GEN46=GCtrl; p<0,05) (Tabela 1).

6 Ler mais

Show all 2813 documents...