Turismo - Financiamento

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FINANCIAMENTO COLETIVO EM TURISMO NO BRASIL
							| CULTUR - Revista de Cultura e Turismo

FINANCIAMENTO COLETIVO EM TURISMO NO BRASIL | CULTUR - Revista de Cultura e Turismo

podem contribuir monetariamente, recebendo ou não compensação, a determinado projeto. O sistema pode facilitar o acesso ao crédito ao empreendedor, e ao mesmo tempo propiciar o envolvimento do público com os projetos (bens ou serviços) em financiamento. O presente trabalho buscou analisar o financiamento de projetos da área de Turismo por meio das plataformas de crowdfunding existentes no Brasil (até março de 2018). A pesquisa pode ser útil aos que pretendem utilizar o sistema (contribuindo ou angariando fundos), bem como ao meio acadêmico que ainda possui escasso arcabouço sobre a temática. Assim, por meio de pesquisa exploratória, foram analisados os projetos lançados nas 16 plataformas brasileiras encontradas (seu escopo, meta monetária, sucesso e distribuição geográfica). A seleção deu-se por meio do descritor “turismo” que resultou em 43 projetos. Os resultados apontam que fatores como relevância social ou ambiental, bem como recompensas, podem contribuir ao sucesso das campanhas.
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Taxa sobre as dormidas: Uma alternativa para o financiamento do turismo sustentável em Cabo Verde1

Taxa sobre as dormidas: Uma alternativa para o financiamento do turismo sustentável em Cabo Verde1

Diversos países têm apostado no turismo como uma atividade importante no processo de geração de rendimento, emprego e desenvolvimento econó- mico. No entanto, na prática, a atividade turística ainda não possui esse reconhecimento no momento da alocação dos recursos dos Estados nacionais e das cidades. Para o desenvolvimento sustentável do turismo é necessário o seu planeamento e são necessários recursos financeiros para executar pro- jetos voltados para o aumento na competitividade do setor e para a capacitação profissional, no intuito de garantir a socialização do rendimento e dos be- nefícios derivados do crescimento dos negócios tu- rísticos. Para países com escassez de recursos e que carecem de serviços básicos, como fornecimento de energia, água ou transporte, como é o caso de Cabo Verde, a criação de uma taxa sobre as dormidas dos turistas internacionais, pode ser uma alternativa para o financiamento do desenvolvimento sustentá- vel da atividade turística.
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Financiamento de Startups de Turismo e Determinantes Financeiros para o Seu Sucesso: Um Olhar Sobre a Experiência Portuguesa

Financiamento de Startups de Turismo e Determinantes Financeiros para o Seu Sucesso: Um Olhar Sobre a Experiência Portuguesa

Relativamente ao papel e à forma de participação de instituições de Garantia Mútua e dos Fundos da União Europeia, (questão 5) António Santos, esclareceu que das várias linhas de apoio, o Turismo de Portugal possui a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta, que é um instrumento de crédito, resultante de uma parceria entre o Turismo de Portugal e o sistema bancário, com o objectivo de assegurar às empresas do turismo melhores condições no acesso ao financiamento de médio e longo prazo. O financiamento é repartido entre o banco e o Turismo de Portugal em distintas proporções, consoante o tipo e localização do projecto e a dimensão da empresa. E acrescenta ainda que neste caso concreto, em que eventualmente pode ser concedido financiamento a Startups, nos termos do respectivo protocolo, compete à instituição bancária assegurar a constituição de garantias que cubram a totalidade do financiamento. Importa referir, igualmente nos termos do protocolo, que a parcela do Turismo de Portugal não vence juros, com excepção dos casos de criação de estabelecimentos de alojamento em territórios que não de baixa densidade ou que não incidam em património classificado como monumento nacional ou imóvel de interesse público.
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Turismo e cctividades e lazer na Natureza, o enquadramento nos Programas de Financiamento. Caso de estudo: Valongo

Turismo e cctividades e lazer na Natureza, o enquadramento nos Programas de Financiamento. Caso de estudo: Valongo

Mestrado Riscos Cidades e Ordenamento do Território – Políticas Urbanas Setembro de 2011 Marco Alexandre Lopes 113 No que diz respeito ao Turismo de Natureza, foi definido como um produto turístico prioritário para a região Norte, no PENT bem como na Agenda Regional de Turismo. Assim numa lógica de subsidiariedade, compete ao Governo a definição dos grandes objectivos nacionais e gerais da Política de Turismo, sendo ao nível Regional que se deve ter uma visão real da dimensão do fenómeno. A nível local compete aos Municípios um papel determinante de planeamento e desenvolvimento do turismo, desde logo pelos instrumentos de planeamento que dispõe (PMOT’s, Agenda 21), bem como ao nível dos procedimentos de licenciamento de actividades e equipamentos turísticos. A animação turística local surge também como uma área de actuação dos municípios, para além de um conjunto alargado de funções que não estando directamente relacionadas com o turismo, têm efeitos no seu resultado, como “qualificação do espaço urbano, preservação dos Centros Históricos; limpeza do espaço público; criação de espaços verdes.
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Modelos de financiamento – fator estratégico de desenvolvimento de turismo sustentável

Modelos de financiamento – fator estratégico de desenvolvimento de turismo sustentável

associado a boas práticas de turismo sustentável, e aplicável a diferentes tipologias de projectos e iniciativas, por forma a incentivar os empresários e as entidades públicas a adoptar esta actuação e a possibilitar a sua acreditação. Os cerca de 40 ecolabels regionais, nacionais e internacionais existentes na Europa são já matéria suficiente para permitir avaliar as experiências mais interessantes e daí tirar os ensinamentos mais úteis.

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Turismo e financiamento : o caso brasileiro a luz das experiencias internacionais

Turismo e financiamento : o caso brasileiro a luz das experiencias internacionais

Na maioria dos países subdesenvolvidos, a própria condição de suas economias oligoprodutoras, com mercados pequenos, de renda relativamente baixa e carentes de infra-estrutura, constitui grande barreira à diversificação de investimentos em seus territórios. Assim, não se pode esperar que o turismo tenha a capacidade de deslanchar este processo, tanto mais em época de elevada aposta na riqueza financeira e crescente liberdade no movimento de capitais entre países. Na verdade, é necessário que se considere a ocorrência de um fenômeno que, em última análise, depõe contra a “esperança desenvolvimentista” que cerca a visão do turismo. Ao que parece, países candidatos aos investimentos das grandes corporações multinacionais e que estão enredados em graves problemas econômicos e sociais tornam-se politicamente pouco confiáveis para o investimento de longo prazo. Este ambiente de incerteza favorece a emergência de uma mentalidade de curto prazo nas empresas, cujo desdobramento é a exploração desenfreada dos recursos
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O financiamento da economia dos Açores

O financiamento da economia dos Açores

Por fim, os efeitos implícitos no turismo poderão dar origem à Teoria da Doença Holandesa. Copeland (1991) utilizou um modelo de equilíbrio geral para analisar os efeitos económicos de um aumento do turismo numa pequena economia aberta. Os resultados indicam que o desenvolvimento do turismo em pequenas economias abertas afeta principalmente a economia através da mudança de termos de troca. Neste sentido, os turistas consomem principalmente bens não transacionáveis, conduzindo ao aumento da procura e dos preços destes bens, provocando deste modo uma sobrevalorização da taxa de câmbio real. Assim, devido ao aumento das receitas e do produto marginal do trabalho, o setor do turismo torna-se mais atraente do que outros setores, atraindo fatores de produção, especialmente o trabalho, de outros setores. Além disso, o setor do turismo desloca recursos de outros setores orientados para a exportação, nomeadamente, a agricultura e a indústria, o que origina o efeito de desindustrialização.
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Aula Financiamento do projeto

Aula Financiamento do projeto

• Reinvestimentos de lucros: nem sempre a empresa possui lucros suficientes para reinvestimentos e os sócios não possuem capital suficiente para financiamento...  As d[r]

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Financiamento do programa Mais Educação

Financiamento do programa Mais Educação

Dessa forma, o segundo capítulo revisa o processo de implantação da educação integral aqui no Brasil, referindo-se às ideias de Anísio Teixeira, às iniciativas de Darcy Ribeiro e às experiências desenvolvidas até as décadas de 80 e 90. Em seguida, identificamos o contexto de surgimento do Programa Mais Educação, este criado pelo Ministério da Educação e “instituído pela Portaria Interministerial n° 17/2007 e pelo Decreton° 7083 de 27 de janeiro de 2010” (BRASIL, 2014, p. 4). O programa visa promover a participação de todos os que fazem parte do meio escolar, promovendo e ofertando uma gama de novas atividades em escolas com baixo nível de desenvolvimento (IDEB). Na sequência, faremos algumas considerações a respeito das formas previstas para o seu financiamento.
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Financiamento das empresas em crise

Financiamento das empresas em crise

tratamento das de qualquer outro empresário. 614 Não há mais concurso de credores e o descumprimento de uma obrigação perante um deles não gera efeitos diretos aos demais. Neste momento, presume a LRE que o devedor está recuperado e, portanto, os efeitos benéficos do financiamento concedido na recuperação judicial já cumpriram seu papel. Além disso, caso prevalecesse tal entendimento, eventuais créditos concedidos após o encerramento da recuperação teriam, na falência, hierarquia inferior aos créditos concedidos durante a recuperação, ainda que aqueles possuam garantias reais, o que certamente aumentaria a insegurança na concessão de crédito a essas empresas, prejudicando o livre exercício de sua atividade em iguais condições de concorrência no mercado. Desse modo, não faz sentido estender a extraconcursalidade do art. 67 às falências decretadas após o encerramento da recuperação judicial, de sorte que a expressão “em caso de decretação de falência” deve ser lida em consonância com o restante do dispositivo legal, para se entender pela sua ocorrência apenas no âmbito da recuperação judicial, com fulcro em alguma das hipóteses do art. 73, caput e parágrafo único, e não ad eternum . 615
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Financiamento das empresas em crise

Financiamento das empresas em crise

A palavra financiar tem sua origem etimológica no termo finança e quer dizer, num sentido amplo, sustentar gastos, prover o capital necessário para algo, custear, bancar. 3 Na seara mercantil e industrial, significa “o apoio financeiro prestado ao comércio ou à indústria ou a qualquer outro empreendimento de ordem pública ou particular, mediante fornecimento do numerário indispensável à realização pretendida.” 4 Neste trabalho, adotaremos a palavra financiamento em sua acepção ampla, para expressar qualquer fornecimento de crédito às empresas em crise, seja por meio de mútuo, vendas a crédito ou adiantamento do preço de bens e serviços, destinado à realização de determinados objetivos mediatos e imediatos. Imediatamente, destina-se ao capital de giro necessário à
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Financiamento ótimo do legislativo

Financiamento ótimo do legislativo

When party � is the Ąrst one to make a coalition proposal, it will be able to form a coalition with the smallest party that supports � Šs ideal policy as the government.. policy even wit[r]

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Financiamento de projetos tecnológicos

Financiamento de projetos tecnológicos

Este capítulo descreve a estrutura e as características dos incentivos às empresas de base tecnológica e a experiência de alguns países no tocante ao mercado de capitais como alternativa de financiamento de projetos tecnológicos. O relato da experiência internacional mostra-se importante como exemplo e base de comparação dos resultados e de experiências alcançadas com os fracassos vivenciados por esses países. O crescimento de incentivos a partir da década de 90 em vários países mostrou-se de vital importância para o desenvolvimento de pequenas empresas tecnológicas. O Estado teve um papel central nesse desenvolvimento, mediante incentivos fiscais, aportes iniciais para formação de fundos públicos de incentivo às empresas tecnológicas, sistemas de garantias entre outros. Neste capítulo, pode-se verificar a importância do Estado e sua participação no incentivo a essas empresas e a participação da iniciativa privada com fundos de capital de risco, contribuindo com a experiência empresarial para o sucesso dessas empresas.
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A matemática do financiamento habitacional

A matemática do financiamento habitacional

Em face da necessidade de maiores investimentos na habitac¸˜ao, foi criado, pela lei 4.380 de 21.08.1964, o Sistema Financeiro de Habitac¸˜ao (SFH), que tinha como ´org˜ao central o Banco Nacional da Habitac¸˜ao (BNH) e como premissas captar recursos para a ´area habita- cional e financiar a construc¸˜ao e a compra da casa pr´opria. Era caracter´ıstica do novo sistema a diversificac¸˜ao dos objetivos dos financiamentos, que abrangiam diferentes itens de desenvol- vimento urbano. Passou a existir a correc¸˜ao monet´aria dos ativos e passivos. A concepc¸˜ao desse sistema baseava-se na concess˜ao de cr´edito habitacional com fontes pr´oprias de recur- sos, as cadernetas de poupanc¸a, o Fundo de Garantia por Tempo de Servic¸o (FGTS) e as letras imobili´arias. As cadernetas foram criadas com o objetivo de captar a poupanc¸a volunt´aria das fam´ılias e contribu´ıram de forma decisiva para a disseminac¸˜ao do h´abito de poupar na soci- edade. A aplicac¸˜ao dos recursos das cadernetas obedecia a crit´erios de exigibilidade m´ınima que variaram em diferentes per´ıodos. O FGTS foi o instrumento de poupanc¸a compuls´oria do sistema. Criado com o objetivo de substituir o estatuto da estabilidade no emprego, o FGTS ´e um fundo de indenizac¸˜oes trabalhistas cuja arrecadac¸˜ao foi destinada `a concess˜ao de cr´edito `a habitac¸˜ao e ao financiamento do saneamento b´asico e infra-estrutura urbana.
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INSTRUMENTOS DE FINANCIAMENTO DA PNDR

INSTRUMENTOS DE FINANCIAMENTO DA PNDR

Estimativa de Valores (R$ milhões) 1,5% Programas de Financiamento do NO, NE e CO 7.432 0,5% para Programas de Desenvolvimento Econômico e Social (90% p/NO, NE e CO) 2.477 >>>>> Norte, Nordeste e Centro-Oeste (90%) (Recursos no âmbito federal) 2.230

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FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Não devem (ou não deveriam) estar incluídas entre as despesas com Educação os pagamentos de aposentadorias e pensões (que são gastos que deveriam ser contabilizados n[r]

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Modelos de Financiamento Empresarial: O Financiamento das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em Cabo Verde

Modelos de Financiamento Empresarial: O Financiamento das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em Cabo Verde

As PME’s são uma importante fonte de criação de emprego para muitos países do mundo e Cabo Verde não é excepção, no entanto, estão fortemente condicionadas pelos constrangimentos de recursos humanos e naturais, mas também segundo o Estudo Diagnóstico de Integração do Comércio 2013 (EDIC Cabo Verde, 2013) pelo pouco acesso ao financiamento, pela carga fiscal excessiva, pela rigidez da legislação laboral e por um regime judiciário excessivamente lento, burocrático e desincentivador do investimento (NIU/QIR- CV, 2013). Além da lentidão/ineficiência, o custo elevado da justiça é extremamente penalizante principalmente para as PME´s, com impacto nos níveis de confiança e nos riscos associados ao investimento.
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Turismo de saúde em Portugal: turismo médico e turismo de bem-estar

Turismo de saúde em Portugal: turismo médico e turismo de bem-estar

- 119 - Relativamente ao turismo de bem-estar, apesar da preponderância moderna fazer sugerir que é um conceito ainda relativamente recente, na realidade algumas práticas datam de 5.000 anos antes de Cristo. Em termos recentes, na década de setenta já se tinha desenvolvido uma indústria sólida relativamente a este segmento. Apesar do conceito do turismo de bem-estar ser facilmente perceptível é, no entanto, menos concreto na sua aplicação prática uma vez que o bem-estar não deriva exclusivamente das meras questões físicas, existe ainda uma dimensão espiritual, psicológica e holística em forma de complemento. O crescimento do turismo de bem-estar continuará a registar-se a um ritmo elevado e são múltiplos os factores que sustentam essa tendência. Por um lado, o envelhecimento da população, por outro, os consumidores orientam as suas procuras de consumo para serviços com maior “custo efectividade”, que visam prevenir casos de doença. A saúde preventiva de forma progressiva vai ganhando maior preponderância face à filosofia tradicional sustentada no tratamento.
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3. VALOR DO FINANCIAMENTO

3. VALOR DO FINANCIAMENTO

Os docentes pesquisadores que participem de dois grupos de pesquisa deverão ser relacionados nos formulários de inscrição de ambos, indicando se serão computados integralmen[r]

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Financiamento das Microempresas em São Vicente

Financiamento das Microempresas em São Vicente

Mesmo com todas essas opções disponíveis, as microempresas continuam a ter dificuldades de acesso ao crédito. E para fazer face às dificuldades de crédito, as MEs beneficiam ainda de um conjunto de apoios e programas específicos de financiamento, designadamente subsídios, funciona como um instrumento muito importante e uma componente indispensável dos programas de assistência aos pequenos negócios (Verheuel e Thurik, 2000). Os subsídios do governo e os incentivos fiscais desempenham, um papel importante no suporte das empresas cujo potencial de sucesso não é, necessariamente, visível a curto prazo mas que pode ter um impacto significativo no crescimento económico, pela introdução de inovações e geração de novos empregos.
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