Úlceras gástricas

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TRATAMENTO DE ÚLCERAS GÁSTRICAS EM EQUINOS

TRATAMENTO DE ÚLCERAS GÁSTRICAS EM EQUINOS

A úlcera gástrica ocorre quando a barreira de glicoproteínas da mucosa e a integridade das células epiteliais são comprometidas. O trato gastrointestinal dos equinos apresenta características anatômicas e fisiológicas típicas em relação à de outras espécies domésticas, predispondo-os ao desenvolvimento de úlceras gástricas, pois secreta constantemente ácido clorídrico (HCl), assim como os demais componentes do suco gástrico. Dessa forma, a função do trato gastrointestinal é reduzir os alimentos ingeridos a moléculas mais simples e transferi- las para o sangue, de modo que possam ser liberadas para as células e metabolizadas. A etiologia das úlceras gástricas pode estar relacionada com um desequilíbrio entre os fatores de proteção intrínsecos: adequada irrigação da mucosa, secreção de muco, prostaglandinas, mecanismos citoprotetores; e fatores lesivos intrínsecos: produção de HCl, acetilcolina, ácidos biliares e pepsina - os quais alteram os diferentes mecanismos de defesa da mucosa gástrica e resultam em lesões. O tratamento das úlceras gástricas é instituído de acordo com a causa primária a fim de se obter um ambiente favorável à cicatrização da úlcera. Os fármacos utilizados são: agentes neutralizantes (antiácidos), redutores da hipersecreção gástrica (antagonistas dos receptores H 2 , análogos de prostaglandinas e inibidores da bomba de
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Avaliação do óleo essencial de Citrus aurantium e do seu constituinte majoritário, limoneno, como adjuvantes no tratamento da artrite reumatóide em ratos com úlceras gástricas

Avaliação do óleo essencial de Citrus aurantium e do seu constituinte majoritário, limoneno, como adjuvantes no tratamento da artrite reumatóide em ratos com úlceras gástricas

Artrite reumatóide (AR) é uma doença auto-imune, crônica, inflamatória e sistêmica cuja etiologia não é totalmente conhecida e até o presente, não existe cura. Esta doença é caracterizada pela inflamação simétrica e progressiva das juntas sinoviais que resulta em uma erosão óssea e da cartilagem. Apesar de todos os inconvenientes causados pelas drogas anti- inflamatórias não esteroidais (DAINE), estas constituem a base da pirâmide no tratamento da AR e são os medicamentos mais prescritos no início do tratamento da AR. A prevalência de úlceras gástricas e duodenais, dentre os usuários crônicos das DAINE, está acima de 20%, dentre estes, cerca de 4% desenvolvem complicações graves. Outro fato muito relevante na prevalência da AR é que pacientes com AR e usuários de DAINE são muito mais susceptíveis as úlceras gástricas causadas por DAINE do que os usuários comuns destes anti-inflamatórios. A partir de resultados obtidos anteriormente foi demonstrado que o óleo essencial de Citrus aurantium (OEC) e o limoneno (LIM), seu constituinte majoritário, apresentaram atividade gastroprotetora frente á úlceras gástricas induzidas por DAINE além de uma ação cicatrizante na mucosa gástrica de ratos. Sendo assim, os objetivos iniciais deste trabalho foram de avaliar a ação gastroprotetora e cicatrizante do OEC e LIM na mucosa gástrica de ratos artríticos e também avaliar a atividade anti- inflamatória destes compostos per si e em associação com uma DAINE em modelos de inflamação aguda e crônica (artrite reumatóide). Para isso foram realizados modelos de inflamação aguda induzida por diferentes agentes pró- inflamatórios (carragenina, histamina, bradicinina, serotonina, e substância P) além do modelo de inflamação crônica (artrite reumatóide) induzida por colágeno. Para avaliar a atividade destes compostos sobre a mucosa gástrica de ratos artríticos foram realizados os modelos de indução de úlceras gástricas por DAINE e ácido acético. Também foi avaliada a ação sobre diferentes mediadores inflamatórios (MPO, PGE 2 , IL-1β, TNF, IL-10, COX-1 e COX-2). A
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Ocorrência de úlceras gástricas em cavalos exercitados em esteira rolante Gesiane RibeiroI Luis Cláudio Lopes Correia da Silva

Ocorrência de úlceras gástricas em cavalos exercitados em esteira rolante Gesiane RibeiroI Luis Cláudio Lopes Correia da Silva

As causas mais frequentes de úlceras gástricas em cavalos são jejum, tipo de alimentação e manejo, bem como a administração de alguns medicamentos. Mais recentemente, o exercício também foi identificado como um fator importante no desenvolvimento das lesões gástricas em cavalos atletas. O objetivo do presente estudo foi avaliar se o exercício em esteira rolante predispõe os cavalos à ocorrência de úlceras gástricas. Cinco cavalos árabes foram submetidos a um período de doze semanas de treinamento em esteira rolante e a avaliação gastroscópica antes e após o período de treinamento. Todos os animais apresentaram lesões gástricas após o treinamento. Com base nesses resultados, conclui-se que cavalos árabes submetidos a exercício em esteira rolante podem desenvolver lesões gástricas em número e gravidade variados.
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Efeitos do óleo de milho e do sucralfato em equinos portadores de úlceras gástricas

Efeitos do óleo de milho e do sucralfato em equinos portadores de úlceras gástricas

A presença de bactérias na predisposição da SUGE continua sendo controversa. No entanto, Helicobacter pilori (Scott et al., 2001) e Helicobacter equorum (Moyaert et al., 2009) têm sido isolados das áreas não glandular e glandular, tanto em equinos adultos e potros como em animais sadios e enfermos. No entanto, o gênero Helicobacter é bem adaptado para sobreviver no ambiente ácido do estômago, devido à atividade da enzima urease, tipo de motilidade e mecanismo eficiente de adesão ao epitélio gástrico (Krakowka, 2007). Outras bactérias ácido resistentes e produtoras de ácido láctico e AGVs via fermentação de amido, já foram incriminadas na gênese de úlceras na área não glandular da mucosa (Nadeau et al., 2003a; Andrews et al., 2006). Recentemente, Patton et al. (2009) reportaram um caso de gastrite em equino e isolaram colônias de Clostridium perfringens tipo A na submucosa, indicando o possível envolvimento deste nas lesões gástricas. Por fim, a colonização bacteriana nas úlceras gástricas em equinos retarda a cicatrização, sendo recomendado o uso de antibióticos nestes casos (Videla e Andrews, 2009). 3.2.6 Terapias a base de
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Avaliação do efeito protetor e cicatrizante do extrato hidroalcóolico de folhas de Solanum paniculatum L. frente á úlceras pépticas

Avaliação do efeito protetor e cicatrizante do extrato hidroalcóolico de folhas de Solanum paniculatum L. frente á úlceras pépticas

O modelo de úlceras gástricas induzidas por etanol é um modelo clássico para avaliar atividade gastroprotetora de alguma droga a ser testada, pois este agente lesivo penetra na mucosa gástrica solubilizando o muco protetor da barreira mucosa, expondo o tecido epitelial à ação hidrolítica e proteolítica do ácido clorídrico e da pepsina (OATES & HAKKINEN, 1988). O etanol também estimula a secreção ácida, reduz o fluxo sanguíneo local, gera um desequilíbrio sobre os fatores antioxidantes e pró-oxidantes. O etanol promove a liberação de radicais livres, que atacam as membranas celulares promovendo peroxidação lipídica (GLAVIN & SZABO, 1992; REPETTO & LLESUY, 2002). Segundo Szabo (1987), o etanol administrado por via oral penetra rapidamente na mucosa gástrica e danifica a membrana plasmática causando morte celular e esfoliação do epitélio o que deixa as estruturas da lâmina própria e submucosa (mastócitos, macrófagos e vasos sanguíneos) expostas aos agentes lesivos presentes no lúmen gástrico. Desta forma o etanol causa lesão, tanto de forma direta, como indireta, através da liberação de produtos vasoativos. Devido ao fato do etanol promover lesões ulcerativas severas na mucosa gástrica e atuar reduzindo os fatores gastroprotetores, o modelo de úlceras gástricas induzidas por este agente lesivo é ideal para realizar uma triagem de substancias com potencial ação gastroprotetora e também para avaliar os mecanismos de ação envolvidos na proteção da mucosa gástrica.
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ÚLCERA GÁSTRICA EM EQÜINOSPALMA, Giovanni Dalla; PALMA , Giuliano Dalla; CERRI, Felipe;POLES, Camila; BARIANI, Mario Henrique; FILADELPHO, Andr Luis

ÚLCERA GÁSTRICA EM EQÜINOSPALMA, Giovanni Dalla; PALMA , Giuliano Dalla; CERRI, Felipe;POLES, Camila; BARIANI, Mario Henrique; FILADELPHO, Andr Luis

Fatores comuns no desenvolvimento de úlceras gástricas é a presença de líquido de baixo pH, rompimento mecânico ou disfunção do mecanismo de proteção da mucosa gástrica contra danos causados por ácido e pepsina (RADOSTITS et al., 2002).Geralmente ocorre o desequilíbrio entre substâncias corrosivas, como ácido, pepsina ou bile, dentro do estômago, e os fatores ou mecanismos de proteção da mucosa, que estarão diminuídos (CHUIT et al., 2003).

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Prevalência de alterações proliferativas gástricas em pacientes com uso crônico de inibidores de bomba de prótons.

Prevalência de alterações proliferativas gástricas em pacientes com uso crônico de inibidores de bomba de prótons.

De todos os exames endoscópicos realizados, seis (27,3%) sujeitos apresentavam resultado normal. Outros achados endoscópicos foram hérnia de hiato por deslizamento, esofagite erosiva distal com graus A/ B/ D de Los Angeles, esôfago de Barrett, gastrite enantematosa de antro, úlceras gástricas de aspecto péptico em atividade e com aspecto cicatricial, duodenites erosiva e enantematosa.

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Atividade gastroprotetora do óleo essencial de Citrus lemon (Rutaceae), de seus componentes principais Limoneno e β-pineno e do óleo essencial de Croton cajucara (Euphorbiaceae)

Atividade gastroprotetora do óleo essencial de Citrus lemon (Rutaceae), de seus componentes principais Limoneno e β-pineno e do óleo essencial de Croton cajucara (Euphorbiaceae)

O Peptídeo Intestinal Vasoativo (VIP) foi descoberto por Said & Mutt (1970). Ele apresenta muitas funções fisiológicas, envolvendo atividades nos sistemas digestivo, respiratório, circulatório, urogenital e nervoso (Iwanaga, 2002; Groneberg et al., 2004). Ele atua como molécula sinalizadora entre o sistema nervoso e o sistema imune, e pode regular a função dos mastócitos da mucosa intestinal através da regulação da secreção neuroendócrina e parácrina (Wu et al., 2008). VIP previne a formação de úlceras gástricas, inibindo a degranulação de mastócitos e protegendo o tecido gástrico da peroxidação lipídica. O mecanismo de ação do VIP nos níveis de histamina no tecido gástrico pode ser explicado por seu efeito inibitório sobre a liberação do hormônio gastrina (que estimula liberação de histamina) e sobre a atividade de mastócitos e células ECL, compartimentos que armazenam histamina no tecido gástrico. Regulando síntese e inativação de histamina, VIP equilibra os efeitos benéficos e prejudiciais dela, que é um importante mediador para reparo e cicatrização dos tecidos, apesar de estimular a secreção ácida gástrica. Ainda, VIP atua como antioxidante e anti-inflamatório, prevenindo a mucosa gástrica da formação de úlceras (Tunçel et al., 2003).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE FERNANDA NEVES ESTRELA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE FERNANDA NEVES ESTRELA

Esses fármacos são geralmente bem aceitos e acreditava-se incialmente que apresentavam baixos efeitos colaterais (LEWIS, 1991), contudo, seu uso disseminado, possibilitou adquirir infornações e, por conseguinte uma melhor elucidação do uso recorrente, sendo descritos alguns efeitos colaterais como: náuseas, sonolência, mialgia e prurido (MARCOLIN et al., 2004). Szabo e Vincze (2000), demostraram que as úlceras cicatrizadas com o uso de cimetidina eram precariamente vascularizadas, apresentando menos densidade de vasos sanguíneos novos do que no tecido normal ao redor, o que pode ser uma das razões da alta taxa de reincidência das úlceras gástricas.
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Sepse e choque séptico na gestação: manejo clínico.

Sepse e choque séptico na gestação: manejo clínico.

Pacientes com sepse grave ou choque séptico geral- mente apresentam condições que favorecem a formação de úlceras gástricas, como ventilação mecânica, hipotensão e coagulopatia; assim [r]

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Estudo farmacológico dos efeitos  e  do lupeol e da dilactona do ácido valonéico, isolados de Cenostigma macrophyllum Tul., em roedores

Estudo farmacológico dos efeitos e do lupeol e da dilactona do ácido valonéico, isolados de Cenostigma macrophyllum Tul., em roedores

Estudos experimentais têm demonstrado que a geração de radicais livres está associada à patogênese de lesões gástricas agudas induzidas por etanol. Os radicais livres participam no dano ou na injúria ao tecido, estimulando a peroxidação dos lipídios, provocando danos à membrana celular através da coagulação de proteínas, lipídios e ácidos nucléicos (AL SHABANAH et al., 2000; LA CASA et al., 2000). São encontrados na literatura alguns estudos mostrando a atividade antioxidante de resinas naturais ricas em triterpenos pentacíclicos e triterpenos isolados, tais como ácidos oleanólico, ursólico, glicirretínico, amirina e lupeol (OLIVEIRA et al., 2004b; SHIRWAIKAR et al., 2004; ASSIMOPOULOU et al., 2005; SANCHEZ et al., 2006). Considerando que a úlcera por etanol gera radicais livres e estes podem contribuir para a lesão gástrica, podemos sugerir que a atividade gastroprotetora do lupeol pode ser atribuída, em parte, à atividade antioxidante.
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Anticorpos anticardiolipinas em úlceras de perna.

Anticorpos anticardiolipinas em úlceras de perna.

Diante dos dados obtidos, a grande pergunta que se faz é se a presença desses auto-anticorpos pode ser considerada causa ou consequência da úlcera. Conside- rando-se a primeira opção, ou seja, a de que esses auto- anticorpos possam estar implicados na etiologia da úlcera de perna, a primeira explicação existente é a de que as anticardiolipinas, sendo anticorpos trombogênicos, causari- am úlceras secundárias a episódios de trombose venosa profunda. Um estudo de 223 pacientes com trombose ve- nosa sintomática mostrou que, em 13 anos de seguimento, 39% deles desenvolveram insuficiência venosa crônica e
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TRATAMENTO CIRÚRGICO DA OBESIDADE E A OCORRÊNCIA DA SÍNDROME DE DUMPING

TRATAMENTO CIRÚRGICO DA OBESIDADE E A OCORRÊNCIA DA SÍNDROME DE DUMPING

A cirurgia bariátrica é uma ferramenta importante na perda de peso, porém o acompanhamento clínico e nutricional, sistemáticos, no período pré e pós-cirúrgico, é de fundamental importância, para possibilitar um tratamento eficaz e duradouro. Levando em consideração que os sintomas da síndrome de dumping são os mais freqüentes após a realização de cirurgias gástricas, e que estes podem ser evitados ou minimizados através de mudanças dietéticas, conclui-se que o conhecimento e a identificação precoce da ocorrência da síndrome, se fazem necessários para intervir adequadamente, evitando assim a ocorrência dos sintomas. As adequações dietéticas deverão ser realizadas sempre que necessário, induzindo o paciente a criar hábitos alimentares saudáveis e permanentes. Para que os objetivos do tratamento da obesidade sejam alcançados, é importante que, além do nutricionista, os profissionais que fazem parte da equipe multiprofissional, como, médicos, enfermeiros e psicólogos, juntamente, com a colaboração do paciente, estejam cientes que todos possuem seu papel de destaque e se as medidas terapêuticas forem tomadas em conjunto, os objetivos do tratamento serão alcançados. Dessa maneira, é possível afirmar que o tratamento cirúrgico da obesidade não se encerra na alta hospitalar. Uma preparação adequada com a equipe multidisciplinar, assim como o acompanhamento sistemático do paciente é tão importante quanto o próprio ato cirúrgico
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Profilaxia das úlceras associadas ao estresse.

Profilaxia das úlceras associadas ao estresse.

A s úlceras da mucosa gastroduodenal que aparecem após graves insultos - como queimaduras, choque séptico e grandes traumatismos, por exemplo -, têm sido chamadas de úlceras associadas ao estresse ou, mais genericamente, de doença mucosa associada ao estresse (DMAE). São conhecidas desde a Antiguidade e apesar de relacionarem-se com altos índices de morbidade e mortalidade, esquemas de profilaxia no intuito de minimizar seus riscos, só foram introduzidos recentemente. Os inibidores da bomba de prótons (IBP) têm desempenhado um papel importante nesse cenário. O presente artigo é uma breve revisão sobre seu uso dentro do contexto clínico da profilaxia do sangramento gastrointestinal (GI) relacionado ao estresse.
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Varizes gástricas: retrospectiva na esquistossomose mansônica hepato-esplênica.

Varizes gástricas: retrospectiva na esquistossomose mansônica hepato-esplênica.

Existe um defeito no autor brasileiro: a de não citar artigos nacionais e por conseguinte periódicos nacio- nais. Contribuições originais brasileiras desaparecem da literatura nacional, apesar de indexadas no Medline. É o caso das varizes gástricas na esquistossomose man- sônica hepato-esplênica. Recentemente (2003) foi publicado um artigo 1 em que os autores afirmam: “Não

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Uso popular de plantas medicinais e perfil socioeconômico dos usuários: um estudo em área urbana em Ouro Preto, MG, Brasil.

Uso popular de plantas medicinais e perfil socioeconômico dos usuários: um estudo em área urbana em Ouro Preto, MG, Brasil.

Depurativo, para ressaca alcoólica, antiespasmódico, contra dores estomacais, para afecções gástricas e hepáticas, para amigdalites, expectorante, antidiarréico, antipirético, verm[r]

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Lesões gástricas em equinos de abatedouro: avaliação macroscópica e histológica.

Lesões gástricas em equinos de abatedouro: avaliação macroscópica e histológica.

O objetivo deste estudo foi avaliar a frequência de lesões nas diferentes regiões do estômago de equinos assintomáticos. Foi realizada avaliação macroscópica dos estômagos, onde foi verifi cada a natureza da lesão. Na sequência, foram obtidos fragmentos de cinco regiões previamente mapeadas para exame histológico, assim como de outras áreas com lesões. De um total de 21 animais, apenas um apresentou lesão macroscópica isolada na região glandular, seis na região aglandular, 13 em ambas as regiões, enquanto um animal não apresentava lesões. Histologicamente, as alterações mais frequentes foram gastrite (19/21), úlceras (14/21) e erosão (8/21). A maioria dos casos foi de úlcera e erosão agudas, e de gastrite crônica. Os resultados do presente estudo revelam a elevada frequência de lesões no estômago de equinos aparentemente sadios, oriundos de abatedouro.
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Úlceras de pernas e anticorpos anticardiolipinas.

Úlceras de pernas e anticorpos anticardiolipinas.

Resumo: Fenômenos pró-trombóticos são descritos em úlceras de perna de diferentes etiologias. Neste tra- balho, procurou-se verificar a prevalência de anticorpos anticardiolipina nestes pacientes. Para isso, estu- daram-se 151 pacientes com úlcera de pernas e 150 controles, sendo obtidos dados clínicos e títulos de anti- corpos anticardiolipina. Os anticorpos anticardiolipina foram detectados em 7,2% do grupo úlcera e 1,3% do grupo controle (p=0.01), todavia, as características clínicas não foram diferentes nos pacientes com e sem anticorpos anticardiolipina.

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Proteínas isoladas do látex de Himatanthus drasticus (Mart.) Plumel (Apocynaceae) protegem a mucosa gástrica de camundongos contra lesões induzidas por etanol : envolvimento da via NOGMPcKATP e da glutationa

Proteínas isoladas do látex de Himatanthus drasticus (Mart.) Plumel (Apocynaceae) protegem a mucosa gástrica de camundongos contra lesões induzidas por etanol : envolvimento da via NOGMPcKATP e da glutationa

Os inibidores da bomba de prótons (IBPs) são os agentes mais utilizados atualmente para o tratamento de úlceras. Porém, além dos elevados custos do tratamento com IBPs, esses fármacos vêm apresentando efeitos adversos relevantes. Alguns efeitos adversos dos IBPs incluem náuseas, diarreia, tontura, hipergastrinemia e infecções entéricas (JAIN et al, 2007). Estudos observacionais têm demonstrado associação entre o uso de IBPs por longo tempo e fraturas ósseas (YANG et al, 2006; TARGOWNIK et al, 2008). Esse risco aumentado parece ser devido à acloridria, levando à má-absorção e deficiências de cálcio e vitamina B12 e subsequente perda óssea (YANG e METZ, 2010). Existem estudos associando os IBPs com um aumento de duas vezes no risco de colite por Clostridium difficile e mais de três vezes no aumento do risco de outras infecções entéricas (EOM et al, 2011). Os IBPs também podem estar associados com um risco aumentado de pneumonia ambulatorial, nefrite intersticial aguda (YANG e METZ, 2010) e hipermagnesemia (FDA, 2011), embora essas associações estejam sujeitas a controversias. Todos esses efeitos limitam o uso de IBPs e geram a necessidade de buscar novas alternativas terapêuticas para a úlcera gástrica. Daí a importância dos nossos achados sobre o efeito gastroprotetor de H. drasticus.
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Incidência e aspectos histopatológicos da infecção por Helicobacter spp. em gatos da Cidade de Recife, Pernambuco, Brasil.

Incidência e aspectos histopatológicos da infecção por Helicobacter spp. em gatos da Cidade de Recife, Pernambuco, Brasil.

crônica por Helicobacter spp. visualiza-se edema, hiperemia moderada a acentuada, podendo ainda ocorrer hemorragia (gastrite erosiva hemorrágica aguda) e úlceras. Esses foram achados constan- tes nos estômagos dos gatos do presente estudo. Atrofia glandular, fibrose e infiltrados linfocíticos são característicos das gastrites, principalmente daquelas que são originadas por H. pylori. São, além disso, consideradas como lesões comuns de um processo de infecção, em que existe um desa- parecimento progressivo de bactérias e degradação

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