Umidade no subleito - pavimentos

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Influência da resistência do subleito e intensidade do tráfego no dimensionamento de pavimentos flexíveis no Brasil  

Influência da resistência do subleito e intensidade do tráfego no dimensionamento de pavimentos flexíveis no Brasil  

O pavimento flexível é bastante utilizado no Brasil e, apesar de ser dimensionado para um período de dez anos, é comum que apresente vida útil reduzida e defeitos não saneáveis pela manutenção. Assim, pode-se supor que o defeito tenha origem congênita, no projeto do pavimento. No dimensionamento de pavimentos novos, os principais parâmetros considerados são: a resistência do subleito, o tráfego solicitante, o clima e os materiais disponíveis na região. No momento do projeto, podem existir incertezas referentes aos parâmetros que devem ser observados pelos projetistas na busca de garantir uma vida útil adequada à estrutura. Assim, o presente estudo visou avaliar as variáveis referentes à resistência do subleito e à intensidade do tráfego, nos procedimentos de dimensionamento DNIT (versão 2006) e AASHTO (versão 1993), analisando a sensibilidade desses parâmetros. Para a análise da resistência do subleito, avaliou- se a variação do CBR com a modificação da umidade de compactação, dentro da tolerância de ±2% da umidade ótima, e a resposta estrutural de pavimentos dimensionados para um subleito de boa resistência com diminuição desta característica em campo. Para a intensidade do tráfego, foi analisado o efeito da adoção de diferentes taxas de crescimento do tráfego e a resposta estrutural de pavimentos com a variação da configuração e carga dos eixos, e da pressão de inflação dos pneus. As tensões e deformações foram calculadas pelo software Elsym5. Por meio das análises foi possível estabelecer quais são os parâmetros mais importantes para cada procedimento de dimensionamento, e a importância das variações da umidade e das características dos veículos na resistência do subleito e na intensidade do tráfego, permitindo ao projetista saber a quais fatores deve atentar-se para garantir uma vida útil adequada para a estrutura.
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Utilização de emulsão asfáltica em um solo de Caxias do Sul/RS para fins de estabilização e uso em subleito de pavimentos

Utilização de emulsão asfáltica em um solo de Caxias do Sul/RS para fins de estabilização e uso em subleito de pavimentos

de peso específico aparente seco máximo foram um pouco maiores do que para a segunda. Contudo a umidade ótima de compactação foi sensivelmente maior nas misturas de cal cálcica. Já Santos (2004) adicionou cal a um solo de características típicas da região do Distrito Federal, enquadrando-se como um silte de alta plasticidade (MH) no Sistema Unificado. Com isso, ele pode observar que a adição de cal fez com que a curva de compactação se deslocasse para a direita (aumento da umidade ótima) e para baixo (redução da massa específica aparente seca máxima) com o aumento da quantidade de cal até o limite de 6% determinado pelos métodos de dosagem utilizados. Além disso, as curvas de resistência à compressão em relação ao tempo de cura para as amostras ensaiadas (com ou sem imersão prévia) mostraram um rápido ganho de resistência no período inicial até atingirem um ponto de inflexão, em torno de 10 dias (dependendo do teor de cal), após o qual resistência continua crescendo, porém mais lentamente.
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Controle da compactação do subleito de valas em travessias de vias urbanas através do emprego do cone de penetração dinâmica

Controle da compactação do subleito de valas em travessias de vias urbanas através do emprego do cone de penetração dinâmica

Conforme apresentado por Garcez (2010), as intervenções realizadas nas vias urbanas pelas obras dos subsistemas de infraestrutura comprometem o desempenho estrutural e funcional dos pavimentos devido ao aparecimento de patologias na vala e no seu entorno, tais como: deformações, trincas, panelas e buracos. Dessa forma, é necessário garantir a qualidade do controle tecnológico na execução de serviços de infraestrutura através do cumprimento das especificações vigentes relacionadas aos materiais empregados e aos procedimentos executivos. Sendo que, para garantia de qualidade da compactação das camadas do solo durante o fechamento das valas, se faz necessário o controle do grau de compactação e da umidade.
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Influência da variação da umidade no comportamento de pavimentos da região metropolitana de Fortaleza

Influência da variação da umidade no comportamento de pavimentos da região metropolitana de Fortaleza

Vários fatores podem influenciar no comportamento resiliente de materiais granulares, dentre eles vale citar a umidade que pode variar de acordo com as condições ambientais a que os pavimentos estarão sujeitos no campo (infiltração de água de chuva pelas trincas do pavimento ou pelos acostamentos, variação do nível do lençol freático, transferência de umidade entre as camadas devido às variações de temperatura, etc). As variações climáticas sazonais podem acarretar alterações que comprometam o desempenho do pavimento, sendo importante verificar quais os materiais locais que melhor resistem a tais variações. Na tentativa de analisar um pavimento mais adequado às características regionais, o presente trabalho teve o objetivo de avaliar os efeitos da variação da umidade dos solos na análise dos pavimentos à luz de métodos empíricos e mecanísticos-empíricos. Para tanto, foram realizadas análises numéricas (através do programa de análise CAP3D e do programa de dimensionamento SisPav) para determinar tensões e deslocamentos atuantes nos pavimentos asfálticos, considerando-se o efeito da variação da umidade nos solos. Para execução do programa experimental foram coletados solos no município de Caucaia, localizado na Região Metropolitana de Fortaleza, estado do Ceará, que foram submetidos aos ensaios de caracterização, compactação, CBR (Índice de Suporte Califórnia) e MR (Módulo de Resiliência). O ensaio de CBR foi realizado em diferentes condições de imersão. Já o MR dos solos foi avaliado nas umidades de compactação e pós-compactação. A partir dos resultados de laboratório foram realizadas análises numéricas para determinar tensões e deslocamentos atuantes nos pavimentos asfálticos. Os resultados mostram que os valores de MR são mais sensíveis à variação do teor de umidade para o caso de solos pertencentes ao subleito do que para os provenientes de jazidas. Os estudos mostram, ainda, que a variação da umidade influencia nos resultados dos deslocamentos verticais, das tensões horizontais e verticais dos pavimentos. Verificou-se que a alteração de ± 2% em termos absolutos em torno da umidade ótima, normalmente aceito para a compactação do solo em campo, pode representar variações significativas nos dimensionamentos dos pavimentos. Percebeu-se que estruturas mais esbeltas são obtidas quando se considera os materiais 2% abaixo da umidade ótima, tanto de compactação quanto de pós-compactação. Mas esta prática não deve ser incentivada, pois se a umidade vier a aumentar a tendência é que o pavimento seja prejudicado.
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Respostas estruturais em pavimentos flexíveis via utilização de equações de módulos de resiliência de solos de subleito e da camada de reforço

Respostas estruturais em pavimentos flexíveis via utilização de equações de módulos de resiliência de solos de subleito e da camada de reforço

Assim, foram obtidas as curvas de compactação e CBR dos solos investigados neste trabalho, nas energias do Proctor normal e intermediário. A compactação das amostras foi feita por impacto, ou seja, empregou-se o método dinâmico de compactação dos solos. As tolerâncias adotadas para aceitação dos resultados dos ensaios foram: intervalos de ± 0,3% para o teor ótimo de umidade dos solos e de ± 0,3% para o grau de compactação. A partir das curvas de compactação, foram extraídos o teor ótimo de umidade e o peso específico aparente seco máximo dos solos para cada energia de compactação empregada na pesquisa. Essas condições de umidade e peso específico foram utilizadas para moldagem dos corpos-de-prova para a realização dos ensaios: triaxial convencional do tipo não consolidado e não drenado (triaxial UU) e triaxial de cargas repetidas; este último para a determinação dos módulos de resiliência dos três solos, objetos de análise neste trabalho.
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Dimensionamento de pavimentos flexíveis para aeroportos

Dimensionamento de pavimentos flexíveis para aeroportos

Compacta-se um corpo de prova, com 5 camadas iguais de 2,5cm de altura totalizando a altura total do corpo de prova em 12,5cm, finalizando a compactação, posteriormente se o ensaio for para determinação da camada de subleito são realizados 12 golpes com o soquete, se for para camadas de sub-base e base são necessários 26 ou 55 golpes. A altura que o soquete é solto fica a 45,7 cm e seu peso é de 4,5 kg;

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Modelação do escoamento em pavimentos rodoviários

Modelação do escoamento em pavimentos rodoviários

Para escoamentos laminares sabe-se que as velocidades das partículas são bem definidas e no sentido do escoamento. No escoamento de águas pluviais em pavimentos rodoviários é difícil de imaginar este acontecimento uma vez que a macrorugosidade do pavimento é, aproximadamente, da mesma magnitude da altura de escoamento. Contudo, os valores do número de Reynolds presentes neste tipo de escoamento são algo reduzidos devido à natureza do problema podendo assim esperar-se escoamento laminar do tipo filamentar em torno de obstáculos. Para escoamentos em hidráulica de superfície livre o escoamento considera-se laminar, para valores de Reynolds inferiores a 2000 (equação 3.22) ou 500 (equação 3.23) [3]. Uma vez que estes valores se destinam a problemas mais comuns como escoamentos em canais com grandes caudais é prudente analisar o caso de estudo considerando os dois tipos de escoamento, laminar e turbulento.
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Reciclagem de pavimentos na engenharia rodoviária

Reciclagem de pavimentos na engenharia rodoviária

26 para a execução de novos pavimentos. A reciclagem, além de ser uma boa alternativa, ajuda a melhorar o meio ambiente, sendo o seu principal objetivo a reutilização de produtos fresados oriundos de um pavimento degradado, envelhecido e, portanto, deficiente para a circulação rodoviária. Os produtos da fresagem provenientes da reciclagem de pavimentos podem ter vários destinos, ou seja, tanto podem ser reutilizados na obra de onde são originários, como em outras obras. Ao serem utilizados na mesma obra, eles poderão ser reutilizados através do processo da reciclagem in situ a frio com maquinaria própria para a execução deste tipo de reciclagem, ou serem transportados para uma central para o fabrico de material reciclado. Ao material desagregado é adicionado um aglomerante ou conglomerante (emulsão ou cimento) e água (para hidratação, pré-moldagem e compactação) 3 . Em alguns casos, poderão ser adicionados agregados para corrigir a granulometria dos inertes, bem como outro aditivo necessário à sua composição. A mistura obtida será submetida a ensaios laboratoriais, sendo testada em função dos casos em estudo a adotar em obra, sendo posteriormente espalhada e compactada. O pavimento fica o tempo necessário sem circulação rodoviária para curar e entrar em presa. Está- se na presença de um novo pavimento, constituído por uma nova camada de base ou por uma camada estruturalmente resistente, ou ainda de uma nova camada de desgaste.
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Inspeção e diagnóstico de pavimentos de madeira

Inspeção e diagnóstico de pavimentos de madeira

Os pavimentos de madeira encontram-se entre as melhores soluções para a execução de estruturas horizontais, tendo sido utilizados ao longo de vários séculos, apresentando vantagens como a facilidade de execução e peso reduzido. São constituídos por vigamento e soalho, e elementos secundários, tarugos e cadeias. Grande parte dos constituintes dos pavimentos, vigas, tarugos, cadeiras incluem-se nas obras de tosco, trabalhos em que a madeira apenas será serrada, não necessitando de outros aparelhos e cuidados. Estes elementos ficam embebidos na alvenaria e não à vista. O soalho e teto inferior incluem-se nos trabalhos limpos, com acabamento mais cuidado, uma vez que ficaram à vista (Segurado, 1942).
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Caracterização de patologias em pavimentos rodoviários

Caracterização de patologias em pavimentos rodoviários

A redução das tensões, originadas pelo tráfego, dissipa-se lentamente em profundidade, solici- tando mais as camadas inferiores, enquanto que, nos pavimentos rígidos devido à sua consti- tuição essa degradação é mais rápida. Tal facto deve-se fundamentalmente às caraterísticas geométricas e mecânicas das camadas que constituem os pavimentos flexíveis e rígidos. Os pavimentos semi-rígidos são uma situação intermédia dos dois tipos de pavimentos anterior- mente descritos com a camada superior constituída por materiais betuminosos e as camadas subjacentes normalmente constituídas por materiais com ligantes hidráulicos, tendo o conjun- to deformabilidade reduzida [1].
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Validação estrutural dos pavimentos flexíveis indicados no "Manual de Conceção de Pavimentos para a Rede Rodoviária Nacional"

Validação estrutural dos pavimentos flexíveis indicados no "Manual de Conceção de Pavimentos para a Rede Rodoviária Nacional"

O MACOPAV destina-se a ser aplicado em fase de pré-dimensionamento, devendo as estruturas de pavimento com ele determinadas ser retificadas e reajustadas, por meio de cálculo, em fase de projeto de execução. A sua organização tipo catálogo permite facilmente selecionar uma estrutura de pavi- mento adequada às exigências da via rodoviária a projetar. As estruturas propostas pelo Manual foram definidas em função da “classe de tráfego”, da deformabilidade da fundação de suporte ao pavimento e dos materiais de pavimentação utilizados. Na base do cálculo estrutural estiveram considerações empí- rico-mecanicistas, onde as leis de fadiga dos materiais betuminosos e de deformação permanente dos materiais granulares, constituem as leis de ruína. Relativamente ao dimensionamento de pavimentos flexíveis, o MACOPAV prevê o dimensionamento para um período de vida útil de 20 anos, sob a ação da carga de um eixo com carga total de 80 kN, ou seja, 40 kN aplicados numa “roda dupla”. No perío- do de 20 anos, o Manual considera ser mínima a necessidade de intervenções de conservação econo- micamente significativas. Uma descrição mais detalhada deste Manual é apresentada no Capítulo 2. Também em Espanha e França, se utilizam guias de dimensionamento como metodologia simplificada de dimensionamento de estruturas de pavimentos, baseados em considerações empíricas e métodos analíticos, respetivamente, [4], [3]. Em Espanha, França e Reino Unido, os pavimentos flexíveis são dimensionados para a ação de veículos com carga total por eixo de 130 kN, por se tratar do nível de carga mais próximo do peso máximo dos eixos dos veículos pesados [1]. Ainda que em Portugal já se projetem pavimentos para este nível de carga, o MACOPAV, documento que serve de base ao dimen- sionamento, não prevê ainda estruturas de pavimento flexíveis para a ação de eixos de veículos pesa- dos de 130 kN.
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UMIDADE DE EQUILÍBRIO DE PAINÉIS OSB EM FUNÇÃO DA UMIDADE RELATIVA E DA TEMPERATURA AMBIENTE.

UMIDADE DE EQUILÍBRIO DE PAINÉIS OSB EM FUNÇÃO DA UMIDADE RELATIVA E DA TEMPERATURA AMBIENTE.

O trabalho teve como objetivo obter modelos estatísticos para a estimativa da umidade de equilíbrio de painéis OSB em função da temperatura e da umidade relativa do ar, assim como também avaliar o efeito de algumas variáveis de produção sobre a umidade de equilíbrio dos painéis. O delineamento experimental se constituiu de seis condições de processamento, três temperaturas do ar e seis umidades relativas do ar. Nas condições de processamento, foram avaliadas três diferentes espessuras das partículas strand (0,4; 0,7 e 1,0 mm), duas densidades aparentes do painel (0,65 e 0,90 g/cm³) e também três níveis de pressão na prensagem dos painéis (40, 60 e 80 kgf/cm²). Para cada tratamento foram produzidos quatro painéis com a madeira de Pinus taeda e 6% de adesivo fenol-formaldeído. Na avaliação do experimento foi considerado um delineamento inteiramente casualizado disposto em esquema fatorial triplo 6 x 3 x 6, ou seja, 6 variáveis de produção (condições de processamento), 3 temperaturas do ar (30, 40 e 50°C) e 6 umidades relativas (40, 50, 60, 70, 80, 90%). As médias foram comparadas estatisticamente pelo Teste Scott-Knott em nível de 5% de significância. A modelagem da umidade de equilíbrio dos painéis OSB foi realizada mediante o ajuste de modelos polinomiais múltiplos para cada tratamento. Com base nas medidas de precisão e nos resultados obtidos pode-se concluir que: 1) recomenda-se a utilização do modelo UEQ = β 0 + β 1 UR + β 2 UR² + β 3 UR³ + β 4 Temp + ε para a estimativa indireta da umidade de equilíbrio dos
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Reciclagem de Pavimentos Flexíveis

Reciclagem de Pavimentos Flexíveis

Segundo Fonseca (2002), a reciclagem de pavimentos é uma técnica cujo objetivo fundamental é transformar um pavimento degradado, numa estrutura homogénea e adaptada ao tráfego que deverá suportar. Mais concretamente, consiste em reutilizar os materiais existentes na construção de uma nova camada, mediante a desagregação dos mesmos numa certa profundidade, a adição de um conglomerante ou aglomerante (cimento ou emulsão), água (para a hidratação, pré-molhagem e compactação), eventualmente agregados (como corretores granulométricos ou com outros fins) e algum aditivo, com uma dosificação obtida mediante ensaios. A mistura homogénea destes materiais, espalha-se, compacta-se e deixa-se curar adequadamente, constituindo uma base ou uma camada estruturalmente resistente de um novo pavimento.
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Betonilhas para o revestimento de pavimentos

Betonilhas para o revestimento de pavimentos

Rui Barros 79 No que diz respeito a patologias em pavimentos, a maioria dos problemas que ocorrem são em pisos revestidos com betonilhas. Desta forma e dado ser possível tornar a superfície de uma base em betão o suficientemente plana e lisa para aceitar o acabamento final do pavimento ou servir ela mesma como piso final, sem existir recurso ao uso de betonilhas, as empresas têm vindo a preferir a aplicação dos pavimentos em betão leve reforçado, referindo sempre serem mais económicos e fiáveis. Caso uma betonilha seja aplicada, é então necessário ter cuidado de forma a obter uma boa ligação entre a mesma e a base em betão. Se a ligação for deficiente e as tensões de retracção forem elevadas, então, existe uma forte probabilidade do piso em betonilha fendilhar, existindo tendência para o aparecimento de “Curling”, ou seja, levantamento e encurvamento das extremidades. Caso exista revestimentos aplicados sobre a betonilha, tais como cerâmicos, madeiras, etc., também estes estarão susceptíveis de fendilhar, rachar e em último caso perder a adesão à betonilha. Concluiu-se que existem vários factores que aumentam a retracção e fendilhação dos pavimentos em betonilhas e enfraquecem a sua ligação à base. Os principais são: um processo inadequado de mistura da betonilha; textura inadequada da base em betão; um intervalo de tempo muito elevado entre a aplicação da base e a da betonilha; um processo de cura incorrecto; aplicação da betonilha em painéis com áreas muito grandes sem que tivessem sido previstas juntas intermédias; e finalmente uma espessura muito elevada ou inadequada da betonilha.
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métodos de determinação da umidade

métodos de determinação da umidade

Colocar em um frasco com o solvente de ponto de ebulição maior que o da água cobrindo a amostra.. Destilar por mais 5 minutos e deixar esfriar para tomar a leitura do volume de água no[r]

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Estudo da durabilidade de revestimentos de pavimentos

Estudo da durabilidade de revestimentos de pavimentos

As infraestruturas de transporte têm apresentado uma enorme evolução ao longo dos últimos anos, aumentando as exigências tanto ao nível do seu dimensionamento como da sua utilização. O desenvolvimento de técnicas de reabilitação funcional surge como resposta ao aparecimento de degradações mas também à crescente valorização das caraterísticas superficiais por parte dos utentes e das próprias entidades, que procuram um maior conforto e segurança nas estradas. Assim, este estudo tem como objetivo avaliar o efeito da aplicação de revestimentos superficiais na melhoria de caraterísticas como o atrito, textura e aderência nos pavimentos, bem como a sua influência no seu desempenho mecânico. De forma a compreender também a influência da escolha dos materiais no desempenho destas soluções, serão utilizados diferentes ligantes e agregados, desde ligantes betuminosos a resinas, e de agregados mais convencionais como a brita granítica a materiais como a sílica e o seixo.
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Teor de umidade da madeira em Tora

Teor de umidade da madeira em Tora

Utilizou-se um medidor elétrico capacitivo da marca Sultech, modelo TCS-75. Esse apare- lho possui três sensores de medições, um po- tenciômetro de seleção do grupo de madeira a ser trabalhada e também um potenciômetro de zeramento, que busca eliminar interferências externas causadas por fatores como umidade relativa do ar, aproximidade da mão do ope- rador, entre outros. Para sua utilização, inicial- mente foi selecionado o grupo da madeira a ser medida. Em seguida utilizou-se o potenciôme- tro de zeramento, procurando obter no visor o valor mais próximo deste, variando entre 0,0 a ±0,2%. A partir daí colocaram-se em contato os sensores de medições do aparelho no sentido paralelo às fibras, para obter a leitura do teor de umidade.
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Umidade de equilíbrio de painéis de madeira.

Umidade de equilíbrio de painéis de madeira.

para a utilização de produtos compostos de madeira. Essa relação é conhecida como isoterma de sorção e afeta, de forma bastante significativa, a resistência mecânica e a estabilidade dimensional de diferentes produtos. Para determinação dessa isoterma de sorção é necessária uma análise detalhada dos problemas relacionados com a umidade do material, como empenamentos na manufatura do painel e inchamento e contração na estrutura do composto (BURCH et al., 1992; WU e SUCHSLAND, 1996).

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Análise do ciclo de vida de pavimentos rodoviários

Análise do ciclo de vida de pavimentos rodoviários

A quarta etapa, normalização, pretende associar os impactos caracterizados de um projeto a um conjunto de valores de referência reconhecível e facilmente compreensível pelos responsáveis pela tomada de decisão. Deste modo, a seleção de um sistema de referência deve estar em harmonia com o objetivo e âmbito anteriormente estipulados, uma vez que, diferentes sistemas de referência traduzir-se-ão em diferentes valores obtidos para a mesma categoria de impacto. Os resultados normalizados serão úteis para diferenciar as alternativas na mesma categoria de impacto, no entanto, não podem ser comparados os valores obtidos entre diferentes categorias de impacto. Considerando a subjetividade envolvida no sistema de referência, é pertinente o desenvolvimento de um sistema de referência específico do setor dos pavimentos. A este processo de análise através de um sistema de referência designa-se normalização externa.
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Dimensionamento de pavimentos flexíveis com auxílio informático

Dimensionamento de pavimentos flexíveis com auxílio informático

O pavimento deve garantir a circulação do tráfego, caracterizado pelo número acumulado de eixos padrão, durante a vida útil previsível deste, ou seja, no período de dimensionamento, o qual para pavimentos rodoviários flexíveis novos é geralmente considerado de 20 anos desde o ano de abertura ao trafego, de 10 anos no caso de reforço e de 30 anos para pavimentos rígidos (CEPSA, 2006). A velocidade de tráfego influencia o desempenho dos pavimentos, em particular na avaliação do seu módulo de deformabilidade. Devido ao carácter visco-elasto-plástico das misturas betuminosas, a velocidade de tráfego, ou de aplicação das cargas, influencia consideravelmente o desempenho do pavimento, exibindo este módulos mais baixos para velocidades baixas e módulos altos quando as velocidades de circulação são altas. Desta forma a deformabilidade do pavimento perante velocidades baixas é maior que para velocidades mais altas do tráfego. Alguns investigadores referem que a extensão vertical máxima nas camadas betuminosas provocada por um veículo pesado a 20 km/h é cerca do dobro da provocada pelo mesmo veículo a 80 km/h (Chen et al., 2004).
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