Unidade de Conservação

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A Serra de Santa Catarina: um enclave subúmido no sertão paraibano e a proposta de criação de uma unidade de conservação

A Serra de Santa Catarina: um enclave subúmido no sertão paraibano e a proposta de criação de uma unidade de conservação

A análise da cobertura vegetal da Serra de Santa Catarina, localizada no município de São José da Lagoa Tapada – PB, possibilita a identificação de um gradiente de cobertura vegetal, encontrando-se desde a ocorrência da caatinga arbustiva, caatinga arbóreo-arbustiva e caatinga arbórea. Em alguns locais específicos evidencia-se famílias e espécies vegetais características de mata atlântica e/ou de ambientes de maior umidade. Nesse sentido, busca- se: contribuir com a análise da distribuição de espécies de mata atlântica em enclaves subúmidos, inseridos no sertão paraibano; propor a criação de uma Unidade de Conservação para a efetiva proteção dos ecossistemas de Mata Atlântica em áreas de refúgio com altitudes superiores a 600 metros de altitude. Para a execução deste trabalho na área em estudo, fundamenta-se na teoria de sistemas, teoria dos redutos e refúgios e em levantamentos florísticos. Utilizar-se-á também na interpretação da paisagem, os parâmetros fitoecológicos, morfopedológicos, e vegetacionais ocorridos durante o Quaternário, em que se verificaram períodos glaciais e interglaciais.
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UNIDADE DE CONSERVAÇÃO DA RESTINGA DA PRAIA DO PECADO: UMA POSSIBILIDADE REAL À LUZ DA LEGISLAÇÃO

UNIDADE DE CONSERVAÇÃO DA RESTINGA DA PRAIA DO PECADO: UMA POSSIBILIDADE REAL À LUZ DA LEGISLAÇÃO

O presente artigo destaca a Legislação Ambiental Brasileira, a níveis Federal e Estadual, além analisar pareceres acadêmicos e periciais e processos administrativos produzidos localmente para subsidiar a proteção de um fragmento urbano de restinga, intitulada Restinga da Praia do Pecado. A Restinga é um ecossistema costeiro que se estende por todo o litoral Brasileiro, caracterizado por faixas arenosas formadas por avanços e recuos das marés durante o Pleistoceno e Holoceno. O avanço da legislação ambiental referente à proteção das restingas é recente e ocorreu concomitantemente à uma série de transformações urbanas em municípios costeiros como Macaé/RJ. A análise legal do tema se inicia a partir da Constituição de 1988, que cita nominalmente a Zona Costeira como Patrimônio Nacional a ser protegido, leis estaduais, lei orgânica do município de Macaé e o decreto municipal assinado em 2014. Conclui-se que, mesmo com legislação totalmente favorável à proteção e preservação, fatores políticos e econômicos se mostram limitantes para a institucionalização definitiva de uma Unidade de Conservação na Restinga da Praia do Pecado.
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Turismo e conservação no cenário rural do entorno de uma Unidade de Conservação, no município de Luiz Antonio (SP).

Turismo e conservação no cenário rural do entorno de uma Unidade de Conservação, no município de Luiz Antonio (SP).

Inicialmente, é necessário ter cautela para evitar demasiada expectativa local quanto às ilusões de retornos econômico e social rápidos geradas por deste tipo de atividade. Não há perspectivas de investimento no setor de serviços ligados ao turismo pelos governos local e do estado. O incentivo a investimentos em turismo e à implantação de serviços tanto nas propriedades próximas à UC (Unidade de Conservação: EEL) quanto nos municípios da região deve ser objeto de um plano de desenvolvimento regional. Deve também envolver a definição de linhas de crédito para a implantação de infra-estrutura apropriada, incluindo treinamento de pessoal para atender às demandas, além de definir atividades de controle. Atualmente, existe uma reduzida oferta de possibilidades turísticas e de lazer educativo no Município de Luiz Antônio.
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Síndromes de dispersão de Angiospermas em uma Unidade de Conservação na Caatinga, SE, Brasil.

Síndromes de dispersão de Angiospermas em uma Unidade de Conservação na Caatinga, SE, Brasil.

RESUMO - (Síndromes de dispersão de Angiospermas em uma Unidade de Conservação na Caatinga, SE, Brasil). O presente estudo teve por objetivos caracterizar os tipos de frutos e as síndromes de dispersão de Angiospermas no Monumento Natural Grota do Angico, localizado nos municípios de Canindé de São Francisco e Poço Redondo, SE, Brasil. A caracterização dos frutos e das síndromes foi baseada na análise do material coletado em uma área de 251 ha. Foram amostradas 67 espécies e 24 famílias, das quais Fabaceae, Euphorbiaceae, Bromeliaceae e Cactaceae, foram as mais representativas. Houve o predomínio de frutos secos (68,7%) e dez tipos de frutos foram encontrados, sendo os mais comuns os do tipo legume, cápsula e baga. Vetores abióticos predominaram na área de estudo (61,2%). A principal síndrome de dispersão foi a autocoria (43,3%), seguida pela zoocoria (38,8%) e anemocoria (17,9%). A autocoria também prevaleceu nos estrato herbáceo-subarbustivo (52,2%) e arbustivo-arbóreo (45,7%), entretanto apresentou pequena diferença percentual em relação à zoocoria.
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AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DO USO DOS RECURSOS HÍDRICOS EM UNIDADE DE CONSERVAÇÃO: ESTUDO DE CASO DO PARQUE ESTADUAL SERRA DO MAR.

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DO USO DOS RECURSOS HÍDRICOS EM UNIDADE DE CONSERVAÇÃO: ESTUDO DE CASO DO PARQUE ESTADUAL SERRA DO MAR.

RESUMO: Este trabalho é um estudo de caso sobre o serviço ambiental hídrico prestado pelo Parque Estadual da Serra do Mar (PESM) ao promover a regularização dos mananciais e garantir o suprimento de água para adensadas regiões urbanas do Estado de São Paulo. Foi realizado através da análise de dados populacionais e de outorga de água na região de estudo, com o objetivo de avaliar a pressão antrópica, quantiicar o volume de água outorgado, bem como identiicar as principais categorias de usuários. Ressalta a importância do estabelecimento de uma política de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) que venha a aumentar a dotação orçamentária da Unidade de Conservação (UC) e consequentemente as ações de proteção ao ambiente natural. Os dados demográicos mostram que o entorno do PESM apresenta grande população e elevadas taxas de crescimento anual, fato que conigura uma grande pressão sobre a UC, especialmente sobre seus recursos hídricos. Constatou-se que o volume total de água outorgado é de 752.305.722 m 3 /ano sendo que o Abastecimento público é a categoria que apresenta o maior volume
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SÍNDROMES DE DISPERSÃO E POLINIZAÇÃO EM UMA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO NA AMAZÔNIA

SÍNDROMES DE DISPERSÃO E POLINIZAÇÃO EM UMA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO NA AMAZÔNIA

A polinização das flores e dispersão de frutos e sementes são fatores vitais para a manutenção de grande parte da população de espécies vegetais em florestas tropicais. A caracterização das síndromes de dispersão e polinização ocorrentes num fragmento de floresta tropical pode ser uma ferramenta de diagnóstico ambiental, demonstrando o grau de distúrbio que o ambiente possa estar sofrendo. Este trabalho teve como objetivo analisar e descrever as estratégias de polinização e dispersão dos diásporos de diferentes tipos vegetacionais no Parque Estadual do Utinga, unidade de conservação que compreende um gradiente florestal com áreas em diferentes estágios de preservação no município de Belém/PA. Foi utilizada a lista de espécies arbóreas levantadas no Plano de Manejo do Parque do Utinga, realizado em agosto de 2013. Utilizou-se a lista de espécies da flora por cada tipo vegetacional: Floresta Secundária, Floresta de Igapó e Floresta de Terra Firme. As espécies catalogadas no plano de manejo do parque foram caracterizadas quanto às suas síndromes de dispersão e polinização, baseando-se na análise de diferentes bibliografias especializadas, nas características morfológicas de seus diásporos e caracteres relacionados a polinização compartilhados em seus táxons. A síndrome de dispersão zoocórica foi a mais comum entre as espécies analisadas (72%) e entre os indivíduos (78,24%). Para as síndromes de polinização, mais de 90% das espécies e 76% dos indivíduos amostrados foram classificados dentro de alguma das síndromes de dispersão bióticas. Entre os tipos vegetacionais, houve diferença apenas quando analisadas as síndromes de polinização por número de indivíduos. As síndromes de dispersão e polinização bióticas são mais comuns em florestas tropicais com baixo nível de perturbação. Estes resultados indicariam um grau de distúrbio ambiental ainda moderado na unidade de conservação e em seus diferentes tipos vegetacionais. Levantamentos fitossociológicos, estudos de biologia floral e análises subsequentes são necessários para o acompanhamento da evolução deste quadro.
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O desenvolvimento sustentável em unidade de conservação: a "naturalização" do social.

O desenvolvimento sustentável em unidade de conservação: a "naturalização" do social.

O Brasil incorporou as reflexões sobre ocupa- ção humana em UC, seguindo o programa Man and Biosphere, a partir dos anos de 1980. Diante da cobrança de organismos internacionais para uma postura mais efetiva do país voltada à conser- vação ambiental, o Brasil elaborou, pois, sua pri- meira proposta de criação de um Sistema Nacional de Unidades de Conservação, com categorias nas quais o uso sustentável era permitido (Brito, 2000). Nesse mesmo período, a proteção ambiental passou a ser enfocada a partir do que denomina- mos ecologismo social ou socioambientalismo, ou seja, diversos movimentos sociais começaram a considerar a questão ambiental uma de suas cau- sas (Diegues, 1998; Leis e Viola, 1996). Assim, de- sencadearam-se propostas para o extrativismo e a agricultura – atividades que permitiam a reprodu- ção de populações tradicionais –, mantendo seu acesso aos recursos naturais e sua participação no planejamento e na gestão das unidades de con- servação. A Reserva Extrativista (Resex), criada em 1990, constituiu-se dentro desse contexto e, atualmente, é a principal categoria utilizada para conservação em áreas ocupadas por populações tradicionais.
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Fronteiras do manejo: embates entre concepções num universo de unidade de conservação.

Fronteiras do manejo: embates entre concepções num universo de unidade de conservação.

a criação de UCs: “ (...) temos aqui a idéia de que a mera ‘transferência de informações’ irá ‘cativar a confiança’ e ‘alterar a conduta’ das pessoas para que elas passem, de boa vontade, a preservar nossos preciosos ‘recursos naturais’. Renega-se, portanto, a possibilidade de autonomia de pensamento e de ação dos atingidos pela implementação de unidades de conservação, visto que comportamentos e entendimentos contrários a esta política decorreriam apenas da falta de ‘informações’ sobre os ‘benefícios’ destas áreas ou, como veremos a seguir, da incompetência e falta de ‘treinamento’ dos ‘funcionários’. Aliás, por inferência, o texto dá a entender que unidades de conservação seriam intrinsecamente benéficas, ou melhor, que a implantação destas áreas protegidas só trariam ‘benefícios’ não só à preservação da biodiversidade, mas também aos ‘habitantes locais’. Ora, como têm mostrado vários estudos de caso, do ponto de vista de muitas pessoas e grupos sociais que vivem a realidade e o dia-a-dia das restrições ao uso de recursos naturais em áreas naturais protegidas, essa possibilidade não necessariamente se confirma” (GERHARDT, 2007: 17).
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Parque Natural do Pedroso: uma unidade de conservação em área urbana

Parque Natural do Pedroso: uma unidade de conservação em área urbana

Antes da “construção” do santuário, tinham trabalhos de umbanda até na entrada do parque. Eu tinha receio de passar perto, mas respeitava. Inclusive temos fotos do meu filho l[r]

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Parque Governador José Rollemberg Leite, Aracaju (SE): uma análise da percepção de seus visitantes

Parque Governador José Rollemberg Leite, Aracaju (SE): uma análise da percepção de seus visitantes

O Parque Governador José Rollemberg Leite, em Aracaju (SE), também conhecido como Parque da Cidade, está inserido em uma Unidade de Conservação, a Área de Proteção Ambiental - APA Morro do Urubu. Essa área abriga o último remanescente florestal de Mata Atlântica da cidade, e apesar de possuir vários estudos acadêmicos (ARAÚJO; FREITAS, BRAGHINI, 2011; SANTOS; GOMES; GOMES; SANTANA, 2013), verifica-se que existe uma carência de estudos, principalmente no que se refere à percepção dos visitantes com relação ao parque e à percepção sobre a vegetação do bioma Mata Atlântica.
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS – ICS DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA - DAN PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL - PPGAS Eduardo Vieira Barnes

INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS – ICS DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA - DAN PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL - PPGAS Eduardo Vieira Barnes

Diante da “espada” da lei, algumas unidades do Ibama se articularam entre si e com parceiros da sociedade civil e mercado, com vistas à criação dos conselhos consultivos ou deliberativos, a depender da modalidade de unidade de conservação. Uma análise dos atores que compõem essas instituições civis revela que muitos deles são oriundos dos quadros dos órgãos de gestão territorial do Estado, além das universidades, que, apesar de autônomas em relação ao Ministério da Educação, são organizações públicas, com orçamento da União. Em todos os casos, esse conselho será presidido pelo órgão responsável pela sua administração [Ibama] e constituído por órgãos públicos, de organizações da sociedade civil, (...) das populações tradicionais residentes (...) (SNUC 2000; destaques meus). É importante frisar que a regra não se faz prática automaticamente após a promulgação do(s) texto(s) legal (is). Daí que a etnografia desses processos revela-se um importante instrumento heurístico para interpretar o que está para além da fala (impressa).. Assim, foi diante dos inúmeros conflitos (passados e futuros) fundiários e interétnicos presentes na implementação de unidades de conservação no Brasil (Little, 1999 e 2002; Barreto Filho, 2001; Correia, 2004; Maciel, 2004; Ricardo, 2004; Diegues, 1994) e no mundo é que foram institucionalizadas arenas ou esferas para participação e fala dos outros interessados nas terras das UC.
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INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

De acordo com o SNUC, todas as unidades de conservação devem dispor de um Plano de Manejo, que deve abranger a área da Unidade de Conservação, sua zona de amortecimento e os corredores ecológicos, incluindo medidas com o fim de promover sua integração à vida econômica social das comunidades vizinhas (Art. 27, §1º), devendo ser elaborado no prazo de cinco anos a partir da data de sua criação.

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TAMANHO POPULACIONAL DE LOBOS-GUARÁ (Chrysocyon brachyurus) EM UMA ÁREA PROTEGIDA DE CERRADO NO SUDESTE DO BRASIL

TAMANHO POPULACIONAL DE LOBOS-GUARÁ (Chrysocyon brachyurus) EM UMA ÁREA PROTEGIDA DE CERRADO NO SUDESTE DO BRASIL

O lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) está listado entre as espécies ameaçadas de extinção no Brasil devido à perda de seu hábitat natural para agropecuária e aos freqüentes atropelamentos. Com o objetivo de determinar o número populacional mínimo de C. brachyurus em uma Unidade de Conservação na região nordeste do estado de São Paulo (Estação Ecológica do Jataí – EEJ), um método não invasivo de estudo – a análise genética de fezes – foi utilizado, procurando-se confirmar os achados da espécie que originalmente depositou as fezes de acordo com as características morfológicas e odores característicos e distintivos para a espécie C. brachyurus. Por meio de um painel de 5 locos de microssatélites, foi possível individualizar cada uma das amostras coletadas em campo. Dentre as 41 fezes coletadas, diagnosticamos 13indivíduos de C. brachyurus na EEJ. A probabilidade de identidade (P ID ) foi de 0,8 x 10 -6 e a probabilidade de não detecção alélica (allelic dropout) de
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O desafio da conservação de ambientes aquáticos e manutenção de serviços ambientais em áreas verdes urbanas: o caso do Parque Estadual da Cantareira.

O desafio da conservação de ambientes aquáticos e manutenção de serviços ambientais em áreas verdes urbanas: o caso do Parque Estadual da Cantareira.

Tomando esta última ideia como ponto de partida, este artigo tratará especificamente do Parque Estadual da Cantareira (PEC), tendo como foco os corpos de água presentes em seu interior. Trata-se de uma unidade de conservação de proteção integral, criada por meio do Decreto Estadual nº 41.626 de 30/11/1963 e pela Lei nº 10.228 de 24/09/1968, que abriga um dos maiores remanescentes de formação florestal em área urbana do mundo (INSTITUTO FLORESTAL, 2009a) e que está localizada na Região Metropolitana de São Paulo, caracterizada por um alto grau de urbanização. Remanescentes urbanos são conside- rados um reflexo do histórico de exploração do ambiente, de sucessivos ciclos econômicos e da contínua expansão da população humana que resultaram em pequenos fragmentos de vegetação nativa isolados nos centros urbanos (HULTMAN, 1976).
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A construção de consensos em conflitos  como instrumento de gestão ambiental integrada da região do Cocó em FortalezaCE

A construção de consensos em conflitos como instrumento de gestão ambiental integrada da região do Cocó em FortalezaCE

A proposta do grupo foi de que a área, em face de sua caracterização ambiental atual – quase toda ainda constituída de ecossistemas sensíveis e notáveis, tanto sob o ponto de vista ambiental como paisagístico – deve ser objeto de criação de uma única unidade de conservação de proteção integral com a tipologia de Parque. Segundo a proposta, este tipo de unidade de conservação – PARQUE – seria “o mais adequado para proteger os ecossistemas ainda íntegros e promover a adequada recomposição natural dos que estão em processo de degradação, permitindo, por sua vez, a realização de atividades pouco impactantes, como pesquisas ecológicas, educação e interpretação ambiental, recreação e turismo ecológicos”. Considerou-se, ainda, que criar diferentes tipos de unidades de conservação, umas de proteção integral e outras de uso sustentável, em formação típica de um mosaico, não seria o adequado, uma vez que unidades de conservação de uso sustentável, por admitirem a convivência com a propriedade privada, poderiam importar em mecanismo gerador de expedientes de degradação capaz de atuar contra a proteção que os frágeis
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Análise da efetividade de manejo de áreas marinhas protegidas: um estudo do Parque Estadual Marinho da Pedra da Risca do Meio

Análise da efetividade de manejo de áreas marinhas protegidas: um estudo do Parque Estadual Marinho da Pedra da Risca do Meio

Artaza e Schiavetti (2006) buscaram avaliar a efetividade do manejo de duas unidades de conservação localizadas no litoral sul da Bahia: Área de Proteção Ambiental (APA) da Costa de Itacaré – Serra Grande e Área de Proteção Ambiental de Caraíva – Trancoso, ambas inseridas na área do Corredor Central da Mata Atlântica. A metodologia aplicada para a avaliação da efetividade do manejo da unidade de conservação foi baseada segundo os critérios estabelecidos por Padovan e Lederman (2004). Fundamentando-se na revisão de documentos, em observações de campo e entrevistas com atores e setores de interesse, os autores optaram por medir a situação dos processos que induzem aos resultados que se quer alcançar. Os autores consideraram quatro âmbitos – ambiental, social, econômico/financeiro e institucional – como fundamentais para se atingir a sustentabilidade de longo prazo das unidades de conservação. Os resultados apontaram que a APA Costa de Itacaré encontrava-se numa situação de manejo regular, atingindo um grau de efetividade do seu manejo de 61,6% do seu nível ótimo, enquanto a APA de Caraíva totalizou apenas 18,5% de sua situação ótima, qualificando-se numa condição de manejo extremamente precária. Desta forma, puderam os autores inferir que estas unidades de conservação não estavam contribuindo de maneira efetiva para a conservação dos recursos naturais e tampouco para a melhoria da qualidade de vida da população local, fazendo-se necessário, entre outras medidas, o desenvolvimento de um programa permanente de monitoramento das atividades antrópicas com potencial impactante no interior das unidades e estabelecer um mecanismo consistente de participação social nestas áreas.
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Estrutura populacional e distribuição espacial de Theobroma speciosum Willd.ex Spreng (cacauí) na floresta nacional do tapirapé-aquiri / Population structure and spatial distribution of Theobroma speciosum Willd.ex Spreng (cacauí) in the national forest o

Estrutura populacional e distribuição espacial de Theobroma speciosum Willd.ex Spreng (cacauí) na floresta nacional do tapirapé-aquiri / Population structure and spatial distribution of Theobroma speciosum Willd.ex Spreng (cacauí) in the national forest of tapirapé-aquiri

Na Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri (FLONATA), uma unidade de conservação de uso sustentável que compõem o Mosaico de Carajás um dos poucos remanescentes de floresta tropical do Pará (ICMBIO, 2017), a alta diversidade de espécies, as pressões antrópicas, e a falta de conhecimento, inibem os estudos florísticos no âmbito de uma unidade conservação, sendo que essas informações combinadas com o alto potencial de utilização da Theobroma speciosum (VARELLA et al., 2018) podem auxiliar o uso para comunidades nativas da Amazônia e auxiliar em planos de conservação da espécie (FERRÃO, 2001). Segundo Varella et al., (2018) o gênero de Theobroma apesar de sua importância ecológica ainda tem poucos estudos sobre sua estrutura e
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Biomarcadores histológicos em duas espécies de bagres estuarinos da Costa Maranhense, Brasil.

Biomarcadores histológicos em duas espécies de bagres estuarinos da Costa Maranhense, Brasil.

Espécimes de S. herzbergii e B. bagre foram amostrados em dois locais distintos na Baía de São Marcos (Fig. 1) no período de abril a outubro de 2010. A Ilha dos Caranguejos (S1), localizada sob as coordenada s 02°49’06’’S e 044°29’05’’W, foi utilizada como área de referência por ser uma Unidade de Conservação, criada pelo governo do estado do Maranhão. A região de influência do complexo portuário (S2) de São Luís, MA, próximo ao port o da ALUMAR/ALCOA, 02º43’14’’S e 044º23’35’’W, foi considerada uma área potencialmente contaminada.
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Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

No PEV não foi registrada a espécie Amblyomma cajannense, ainda que bovinos e eqüinos ocorram em seu entorno imediato e que em algumas situações acessem suas glebas, possibilitando também o contato entre estes animais e a fauna silvestre. A maior parte do plantel bovino e eqüino que chega às bordas do PEV pertence à Usina Santa Rita, proprietária das plantações de cana-de-açúcar. Esta empresa está atualmente envolvida em processo movido pela direção da unidade de conservação em função de gradear a área em regeneração representada pela planície de inundação do Rio Mogi-Guaçu, limítrofe à Gleba Capão da Várzea e pertencente ao PEV para confinamento e pastagem de seu gado.
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Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu (Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu (Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

No PEV não foi registrada a espécie Amblyomma cajannense, ainda que bovinos e eqüinos ocorram em seu entorno imediato e que em algumas situações acessem suas glebas, possibilitando também o contato entre estes animais e a fauna silvestre. A maior parte do plantel bovino e eqüino que chega às bordas do PEV pertence à Usina Santa Rita, proprietária das plantações de cana-de-açúcar. Esta empresa está atualmente envolvida em processo movido pela direção da unidade de conservação em função de gradear a área em regeneração representada pela planície de inundação do Rio Mogi-Guaçu, limítrofe à Gleba Capão da Várzea e pertencente ao PEV para confinamento e pastagem de seu gado.
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