Unidade de Farmacovigilância do Sul

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Caracterização das reações adversas hepáticas e renais reportadas à Unidade de Farmacovigilância do Sul durante o período de 2012 e 2016 (5 anos)

Caracterização das reações adversas hepáticas e renais reportadas à Unidade de Farmacovigilância do Sul durante o período de 2012 e 2016 (5 anos)

Até à década de 90 não havia em Portugal qualquer forma de Farmacovigilância. Foi só depois da adesão à Comunidade Económica Europeia (CEE), em 1986, que foram introduzidas algumas alterações legislativas na área do medicamento. Assim, em 1991 é publicado o Decreto de Lei (DL) 72/91 de 8 de Fevereiro, também conhecido como o ‘Estatuto do Medicamento’. Neste DL vinha descrito que tanto os titulares de AIM como os profissionais de saúde deviam submeter notificações de todas as reações adversas relacionadas com medicamentos à DGAF (Direção Geral dos Assuntos Farmacêuticos), enquanto não fosse implementado um SNF. É a partir deste DL que começa a surgir o conceito de Farmacovigilância em Portugal, permitindo inclusão do nosso país nos grupos de trabalho da União Europeia, cujo objetivo é a partilha de informação. (11,15)
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Caracterização das Reações Adversas Psiquiátricas e Neurológicas reportadas à Unidade de Farmacovigilância do Sul durante o período de 2012 a 2016 (5 anos)

Caracterização das Reações Adversas Psiquiátricas e Neurológicas reportadas à Unidade de Farmacovigilância do Sul durante o período de 2012 a 2016 (5 anos)

Antes da ocorrência do maior desastre de saúde pública relacionado com um medicamento, foram vários os episódios que colocaram em causa a segurança do medicamento e que levaram a uma reflexão coordenada e racional sobre a necessidade de farmacovigilância. No século XIX o clorofórmio, utilizado como anestésico obstétrico, foi associado a mortes súbitas. Em consequência da preocupação crescente com a segurança das anestesias, foi constituída uma comissão para incrementar a notificação de mortes associadas a procedimentos anestésicos. Já no século XX, ocorreu o caso da sulfonamida, antibacteriano com propriedades anti-estreptocócicas, que surgiu inicialmente em comprimidos e cápsulas, mas que mais tarde foi comercializado sob a forma líquida sem terem sido realizados ensaios toxicológicos. Rapidamente foi estabelecida uma relação entre esta nova forma farmacêutica da sulfonamida e várias mortes por insuficiência renal. A FDA (Food and Drug Administration) organizou uma campanha de recolha de lote em grande escala, minimizando assim as consequências desta tragédia. (9,10)
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Caracterização das reações adversas associadas a antibacterianos (J01) reportadas à Unidade de Farmacovigilância do Sul durante o período de 2012 a 2016 (5 anos)

Caracterização das reações adversas associadas a antibacterianos (J01) reportadas à Unidade de Farmacovigilância do Sul durante o período de 2012 a 2016 (5 anos)

A nova era legislativa está orientada no sentido de se adotar uma atitude mais pró-ativa relativamente à segurança do medicamento, razão pela qual todas as indicações relativas à segurança do mesmo estão contempladas no plano de gestão de risco. O plano de gestão de risco pode ser submetido em qualquer fase do ciclo de vida do medicamento e deve ser capaz de identificar ou caracterizar o perfil de segurança de um medicamento, documentar medidas de minimização do risco (e uma avaliação da efetividade dessas medidas) e documentar as obrigações para a fase pós-comercialização, impostas como condição de entrada no mercado. Este plano de gestão de risco deve incluir, entre outros, de um modo geral, todo o conhecimento de que se dispõe sobre o medicamento, resultado dos ensaios clínicos, mas também dados de utilização do medicamento em populações não estudadas nos ensaios clínicos, especificações de segurança requeridas pela UE, um plano de farmacovigilância, medidas de minimização do risco e um plano para estudos de eficácia pós-autorização (6).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Quanto à redefinição da função dos órgãos intermediários e sua recapacitação, os profissionais dos órgãos intermediários precisam fazer a transição de um papel predominantemente burocrático para o de parceria e de apoio técnico às escolas. É necessário que os atores situados nos órgãos regionais se constituam, efetivamente, em interlocutores dos gestores escolares e dos professores, facilitando e propiciando espaços e instâncias para a interação com as equipes escolares em função dos desafios enfrentados pelas escolas. Ao dominar esse novo papel, os supervisores estarão, ao mesmo tempo, aptos a entrar no espaço escolar, a orientar, na condição de parceiro mais experiente, o processo de ensino- aprendizagem. Esse último papel requer das equipes regionalizadas habilidade e conhecimento para auxiliarem as escolas na organização e realização de reuniões coletivas que lhes permitam discutir, no interior de cada unidade escolar, aspectos centrais para o seu bom funcionamento. Conhecendo de perto as experiências de sucesso e, também, os fracassos que viveram as escolas, os órgãos intermediários do sistema de ensino devem divulgar para as demais unidades escolares aquilo que deu certo e aquilo que malogrou, socializando esse conhecimento. Além disso, coletar experiências (NEUBAUER, 2010, p. 26)
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Farmacovigilância: uma abordagem regulatória

Farmacovigilância: uma abordagem regulatória

uma grande evolução para a farmacovigilância, pois tornou obrigatória a notificação por parte das empre- sas farmacêuticas. A RDC, em seu artigo 4º, definiu que estas empresas devem possuir um sistema para o registro sistemático, atualizado e rotineiro das ati- vidades e informações relacionadas às notificações de eventos adversos recebidas. Além disso, institui a inspeção em farmacovigilância, em seu artigo 13, afirmando que sempre que houver necessidade de avaliação do cumprimento dessa Resolução, os de- tentores de registro de medicamentos poderão ser submetidos à inspeção em farmacovigilância pelo SNVS, e a obrigatoriedade da autoinspeção, em seu artigo 16, em que fica estabelecido que os deten- tores de registro de medicamentos devem realizar, no mínimo uma vez por ano, uma autoinspeção em relação às ações de farmacovigilância, mantendo em seu poder o registro da autoinspeção com a des- crição das ações corretivas necessárias. A RDC nº 4/2009 demandou a necessidade do desenvolvimen- to de guias para complementação da norma. Por meio da Instrução Normativa nº 14, de 27 de outu- bro de 2009, as guias foram publicadas, visando a fornecer orientações práticas para a monitorização do cumprimento das obrigações regulatórias em farmacovigilância e inspeção em farmacovigilân- cia (Brasil, 2009d).
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Farmacovigilância da heparina no Brasil.

Farmacovigilância da heparina no Brasil.

Objetivo: Investigar a origem das preparações de heparina, na forma farmacêutica injetá- vel, disponíveis no mercado brasileiro, discutindo o impacto do peril dos produtos comer- cializados e das alterações na monograia da heparina na segurança do fármaco. Métodos: Pesquisou-se o banco de dados de Produtos Registrados das Empresas de Medicamentos da Anvisa e o Dicionário de Especialidades Farmacêuticas (DEF 2008/2009). Foi realizado inquérito com as indústrias com autorização ativa para o comércio do fármaco no Brasil. Resultados: Cinco indústrias possuem autorização para o comércio de heparina não fra- cionada no Brasil. Três são de origem suína e duas de origem bovina, sendo que apenas uma possui essa informação explicitada na bula. A efetividade e a segurança da heparina, estudadas em populações estrangeiras, podem não representar a nossa realidade, já que a maioria dos países não produz a heparina bovina. A heparina atualmente comercializada tem, ainda, aproximadamente 10% menos atividade anticoagulante que a anteriormente produzida, e essa alteração pode ter implicações clínicas. Conclusão: Evidências acerca da ausência de intercambialidade de doses entre as heparinas de origem bovina e suína e o diferenciado peril de segurança entre esses fármacos indicam necessidade de acompanha- mento do tratamento e da resposta dos pacientes. Eventos que ameacem a segurança do paciente devem ser comunicados ao sistema da farmacovigilância do país.
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A VENEZUELA DE CHÁVEZ CONTRA A CORRENTE

A VENEZUELA DE CHÁVEZ CONTRA A CORRENTE

Assim, a situação da Venezuela traz possibilidades e riscos. O que essa personalidade, esse governo e esse regime podem propiciar em termos de um projeto de integração sul- americano? Ora, concretamente, Chávez contribui para equilibrar ou para dar uma outra dimensão às relações dos Estados Unidos com a América Latina. Neste contexto, ele tem trabalhado no sentido de evitar a concretização da ALCA, e procura contribuir para fortalecimento do Mercosul. Inclusive, em setembro de 2001, em Porto Alegre o Governador do Rio Grande do Sul lançou o Mercoprovíncias/ Foro de governadores do Mercosul, para o qual a Venezuela enviou representantes (evidentemente a imprensa deu pouco destaque). Tal iniciativa foi lançada com a finalidade de colocar os governos estaduais, provinciais e departamentais na discussão da integração, pois os governadores têm de responder a uma série de políticas públicas.
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Secessão Boliviana: Um Estudo de Caso sobre Conflito Regional Fernando Dall' Onder Sebben

Secessão Boliviana: Um Estudo de Caso sobre Conflito Regional Fernando Dall' Onder Sebben

Do exposto, podemos concluir que o separatismo boliviano traz um grave desafio à integração sul-americana, pois atua como um pólo multiplicador dos litígios já existentes na região. Devido à exacerbação das tensões entre bolivarianos e liberais, o conflito já afeta diretamente um dos princípios da política externa brasileira dos últimos anos: a integração na América do Sul. Em termos de relevância social, a Constituição Federal vigente, de 1988, prevê expressamente a busca da integração entre os povos da América Latina (artigo 4º, parágrafo único). A integração é, portanto, uma política de Estado, ultrapassa projetos de qualquer governo. Estudar óbices e condicionantes da integração – como o conflito boliviano – empresta relevância social ao presente trabalho. O nascimento de um Estado influenciado pela extrema-direita chilena e militarmente treinado pelos AUC's (tidos como terroristas pelos EUA) é, no mínimo, preocupante.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MESTRADO EM CIÊNCIA POLÍTICA DISSERTAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MESTRADO EM CIÊNCIA POLÍTICA DISSERTAÇÃO

A capacidade total instalada situa-se em torno de 82.320MW, composta por 77,99% de usinas hidrelétricas e 18,36% de usinas térmicas, ficando o restante para outras fontes de energia (OLADE, 2000). A matriz elétrica brasileira é basicamente composta por usinas hidrelétricas, portanto depende fortemente do aporte pluviométrico, o que torna esse sistema instável, devido a alternância entre períodos anuais secos e chuvosos. Por outro lado pela sua dimensão territorial e posição geográfica, pode haver uma complementaridade entre regiões, ou seja, períodos secos no sul e chuvosos mais ao norte, propiciando com isso, uma utilização mais racional dos reservatórios das usinas. Essa complementaridade pode ser entendida através do exercício da integração entre o ONS e os COS`s. Isto significa que, em períodos que os reservatórios da região norte estão cheios, existindo abundância de água e o sul enfrenta limitação nos seus reservatórios, impedindo a geração plena das suas usinas, as usinas da região norte podem gerar mais para o SIN. Se de outra forma, quando existe limitação nesses reservatórios em virtude dos baixos índices pluviométricos e as usinas da região sul estão com seus reservatórios cheios em função da chuvas, essas podem suprir o SIN, complementando todo o sistema elétrico nacional.
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Nacionalização Boliviana e Desafios da América do Sul

Nacionalização Boliviana e Desafios da América do Sul

Do lado boliviano, a venda de gás natural esbarra em três problemas insolúveis a curto prazo, que devem ser levados em conta na estratégia negociadora brasileira. O primeiro deles é que esta venda depende de um único mercado consumidor, o Brasil, que absorve 60% da sua produção e que lhe rendeu US$ 800 milhões em impostos no ano de 2005. Mais importante, o Brasil não é apenas o maior cliente da Bolívia como é o único mercado potencialmente grande a que o país tem acesso no curto prazo, consumidor que a Bolívia não tem como substituir. O outro cliente do gás boliviano, a Argentina, não só paga menos pelo gás que importa como o faz num volume muito menor (cerca de 6 milhões de m 3 /dia) do que o Brasil. Individualmente nenhum mercado na América do Sul tem condições substituir o mercado brasileiro.
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I - Complexos Regionais de Segurança e a América do Sul

I - Complexos Regionais de Segurança e a América do Sul

Quanto à diferenciação entre Cone Sul (regime de segurança) e Andes (‘formação de conflito’), regiões que chegam a ser tratados por Buzan & Wæver (2003:320-339) como dois sub-complexos de segurança claramente delimitados, o final do contencioso Equador-Peru após a guerra do Cenepa em 1995 deixa apenas a guerra civil da Colômbia para dar substância a esta diferenciação. Os indicadores sociais e a estabilidade política dificilmente poderiam autorizá-la, especialmente depois do colapso argentino em 2001 (ou da atual crise política no Brasil) e da dificuldade de classificação do Paraguai neste contexto. Mesmo o conflito colombiano, independentemente do sucesso ou fracasso das políticas de defesa e segurança de Uribe, hoje dificilmente corresponde à imagem tão corrente a poucos anos atrás, de um conflito de facto regionalizado por diversos mecanismos de spill-over.
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Inibidores selectivos da ciclooxigenase-2 e a hipertensão arterial: análise das notificações espontâneas remetidas à unidade de farmacovigilância do norte

Inibidores selectivos da ciclooxigenase-2 e a hipertensão arterial: análise das notificações espontâneas remetidas à unidade de farmacovigilância do norte

outro facto observado é que há um elevado número de rAm aos Aines e, o número de notificações somente aos icox-2 não dista assim tanto dos Aines não selectivos. perante este cenário, os resultados obtidos têm um valor científico credível e, provavelmente, existe uma razão para a ocorrência desta situação. tal facto, alerta para uma problemática referente à taxa insuficiente de notificações recebidas pela unF, uma vez que, os icox-2 pertencem a uma classe terapêutica que, por norma, é sempre alvo de prescrição e não de auto-medicação, contrariamente com o que se verifica com os Aines não selec- tivos que podem ser adquiridos sem receita. o que seria de esperar era um número de rAm aos outros Aines superior quando comparados com os icox-2. esta situação talvez se verifique pelo facto dos profissionais de saúde portugueses ainda não terem muito presente o conceito de farmacovigilância e do quanto a sua participação activa pode ser importante para o bom funcionamento do sistema de Farmacovigilância em portugal.
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Condições de implantação e operação da farmacovigilância na indústria farmacêutica no Estado de São Paulo, Brasil.

Condições de implantação e operação da farmacovigilância na indústria farmacêutica no Estado de São Paulo, Brasil.

Foi constatado, entre as empresas pesquisa- das e junto ao CVS-SP, na época da pesquisa que, no âmbito do Estado de São Paulo, a indústria farmacêutica tem colaborado com a instituição na proposição de um formulário de notificações de fácil preenchimento pelos notificadores, vi- sando um aumento no número de notificações. Esta instituição, desde o início de suas ativida- des de farmacovigilância, já possuía um banco de dados único para armazenar dados de no- tificação de hospitais, profissionais de saúde e indústria farmacêutica. Atualmente, estão sendo implantados sistemas diferenciados para arma- zenar dados de notificação das indústrias farma- cêuticas. A partir da conclusão deste banco será possível analisar com mais facilidade os dados coletados.
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CENTRO DE FARMACOVIGILÂNCIA DA UNIFAL (CEFAL): PROMOÇÃO DA SEGURANÇA, EFETIVIDADE E QUALIDADE DO MEDICAMENTO

CENTRO DE FARMACOVIGILÂNCIA DA UNIFAL (CEFAL): PROMOÇÃO DA SEGURANÇA, EFETIVIDADE E QUALIDADE DO MEDICAMENTO

As pesquisas realizadas pelo CEFAL são direcionadas para a área de farmacovigilância tendo como foco principal as seguintes linhas: o estudo das notificações, estudos de utilização de medicamentos, busca ativa de reações adversas e monitoramento da qualidade e segurança dos medicamentos comercializados. Em um destes estudos realizado pelo CEFAL com relação ao erro de medicação, que é considerado um EAM, resolveu analisar as receitas médicas que demonstrou que 69% (223/323) das prescrições da Farmácia Universitária da UNIFAL-MG (FarUni) possuiam falhas nas informações que prejudicavam as dispensações dos medicamentos e talvez poderia ser uma causa de erro de medicação (ABJAUDE, 2012b).
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Farmacologia e Terapêutica do Fármaco Benfluorex

Farmacologia e Terapêutica do Fármaco Benfluorex

Em 1968 foi desenvolvido um projeto-piloto de investigação e monitorização internacional, coordenado pela OMS, que visou a criação de um Sistema Internacional de Farmacovigilância. Este tinha o objetivo de desenvolver um sistema de deteção das RAM, denominado Programa Internacional de Monitorização de Reações Adversas, tendo sido inicialmente constituído por dez países, que criaram os respetivos Centros Nacionais de Farmacovigilância. Este programa é coordenado, desde 1978, pelo centro de monitorização do medicamento, que tem como funções a recolha, o processamento e armazenamento de notificações assim como a emissão dos alertas às autoridades reguladoras de cada país membro (Gomes, 2001; Herdeiro et al., 2012).
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EVENTOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS EM CONTEXTO DE INTERNAMENTO HOSPITALAR EM PORTUGAL CONTINENTAL

EVENTOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS EM CONTEXTO DE INTERNAMENTO HOSPITALAR EM PORTUGAL CONTINENTAL

Cientistas e organizações que regulam este domínio propuseram uma grande variedade de definições para a farmacovigilância. Bégaud definiu a farmacovigilância como sendo um conjunto de métodos de avaliação e prevenção de reações adversas com uma abordagem muito mais ampla, incluindo para além da monitorização pós- marketing o desenvolvimento clínico e até mesmo pré-clínico dos medicamentos (28). A Organização Mundial de Saúde reconhece a farmacovigilância como a ciência e a totalidade das atividades que estão relacionadas com a deteção, avaliação, validação e prevenção de eventos adversos ou outros problemas relacionados com medicamentos (29), enquanto que a Sociedade Internacional de Farmacoepidemiologia a define como "uma monitorização contínua dos eventos indesejados e dos outros aspetos que se referem à segurança e qualidade dos medicamentos existentes no mercado ” (30).
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Quanto ao Projeto Político-Pedagógico da escola, a coordenadora pedagógica revelou que o mesmo era feito coletivamente, buscando ser uma espécie de “carta de intenções” (termo utilizado por ela) das proposições de trabalho da escola. Já sobre o Plano de Curso, a coordenadora disse que até 2008 não havia uma uniformidade de trabalho curricular, nem mesmo entre professores da mesma disciplina, na mesma série, mas em turnos distintos. Ela revela ainda que já registrou muitos casos de professores da mesma disciplina e mesma série/ano de escolaridade que trabalhavam conteúdos completamente distintos. A diretora adjunta revela que no ano de 2009, a unidade escolar, por decisão tomada pelos professores e direção em Conselho de Classe, passou a adotar um planejamento comum, ou seja, os professores começaram a fazer o Plano de Curso em conjunto, realizando, posteriormente, pequenos ajustes para adaptá-lo à realidade dos alunos, mas que, contudo, em geral os planejamentos eram idênticos.
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Farmacovigilância: da teoria à prática

Farmacovigilância: da teoria à prática

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatís- tica (IBGE, 2010), há no Brasil, 6.875 estabelecimentos de saúde com internação (hospitais), dos quais 41,3% (2.839) são públicos e 58,7% (4.036) privados. Atualmente, 247 hospitais compõem a Rede Sentinela. Portanto, menos de 3,5% (242) das instituições de saúde de nível terciário ou quaternário são responsáveis por 60% das notificações recebidas pela Unidade de Farmacovigilância da Anvisa (Souza et al., 2004), demonstrando que essa Rede é a principal fonte de notificação de problemas relacionados a medicamentos e a Evento Adverso a Medicamento (EAM), permitindo a avaliação do risco/benefício da utilização de medicamentos e a regulamentação desses produtos no mercado brasileiro. Esses dados também sugerem que há subnotificação dos relatos dos casos de EAM no país.
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Farmacovigilância: um instrumento necessário.

Farmacovigilância: um instrumento necessário.

I Con gresso Nacion al da Sociedade Bra- sileira de Farm ácia Hospitalar.. SOCIEDADE BRASILEIRA DE FARMÁCIA H OSPITA-.[r]

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