Unidade de Terapia intensiva - Estresse no trabalho

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O ESTRESSE NO TRABALHO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

O ESTRESSE NO TRABALHO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Objetivos: Identificar os possíveis agentes estressores no trabalho de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), na visão da equipe de enfermagem e discutir as reações encontradas pela equipe de enfermagem para minimizar estes agentes estressores. Métodos: Estudo descritivo com abordagem qualitativa teve como cenário um hospital Geral do Rio de Janeiro; foram realizadas 22 entrevistas semi-estruturadas com profissionais de enfermagem na UTI. Resultados: Destacamos as reações encontradas pela equipe de enfermagem frente aos agentes estressores: a comunicação efetiva no trabalho possibilita um ambiente harmônico; os recursos afetivos e materiais são amenizadores do estresse no trabalho; o trabalho como recurso para evitar o estresse. Conclusão: Entendemos que é fundamental alertar os profissionais de enfermagem quanto à importância do equilíbrio psíquico para prevenir o agravo das manifestações físicas desencadeadas pelos agentes estressores no ambiente laboral. Descritores: Enfermagem, Estresse, Trabalho, Saúde do trabalhador.
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Análise ergonômica do trabalho do enfermeiro na unidade de terapia intensiva :: proposta para a minimização do estresse e melhoria da qualidade de vida no trabalho /

Análise ergonômica do trabalho do enfermeiro na unidade de terapia intensiva :: proposta para a minimização do estresse e melhoria da qualidade de vida no trabalho /

Análise Ergonômica do Trabalho do Enfermeiro na Unidade de Terapia Intensiva: Proposta para a Minimização do Estresse e Melhoria da Qualidade de Vida no Trabalho 146. ROTINA [r]

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Estresse no ambiente de trabalho: aplicação de um programa de intervenção com profissionais da saúde de uma Unidade de Terapia Intensiva

Estresse no ambiente de trabalho: aplicação de um programa de intervenção com profissionais da saúde de uma Unidade de Terapia Intensiva

O presente trabalho foi realizado em 44 profissionais de saúde de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular. O objetivo do trabalho foi avaliar e melhorar o nível de estresse nos profissionais de saúde atuantes nessa UTI, através da realização de entrevistas semiestruturadas e aplicação de questionário de Escala de Estresse no Trabalho (EET) validado por Paschoal e Tamayo (2004), realização de um programa para alívio e prevenção do estresse ocupacional, e avaliação do impacto do programa após as intervenções. Para análise dos dados do questionário EET e comparação dos resultados antes e após o projeto foi utilizado o teste T pareado, e o teste T independente, sendo p≤0.05. Os resultados encontrados mostraram que o nível de estresse dos funcionários que participaram da pesquisa era baixo, com média de 1.97 (DP=.537), e irritação com discriminação/favoritismo no ambiente de trabalho foi o item encontrado com médias mais elevadas. Mesmo não havendo significância estatística nas médias encontradas a partir dos dados obtidos nos questionários dessa pesquisa, através da avaliação das entrevistas concluiu-se que a aplicação de programas de redução de níveis de estresse em UTI’s pode trazer benefícios para a saúde do profissional e para a empresa.
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Estresse e burnout em profissionais de enfermagem de unidade de terapia intensiva e semi-intensiva

Estresse e burnout em profissionais de enfermagem de unidade de terapia intensiva e semi-intensiva

Os sintomas de estresse mais frequentemente percebidos pelos profissionais de enfermagem foram: sensação de desgaste, cansaço e sobrecarga no trabalho. Sabe-se que as características inerentes ao processo de trabalho em enfermagem, assim como as condições de trabalho a que estão expostos, podem contribuir para o desenvolvimento do estresse e a manifestação de seus sintomas. Embora o ambiente de Terapia Intensiva e Semi-Intensiva contribua para o desenvolvimento do estresse, devido a intensa proximidade com pacientes de alta complexidade, predominam profissionais de enfermagem com nível moderado de estresse, fato que pode justificar o baixo indicativo da Síndrome de Burnout nesta população.
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O ESTRESSE DOS ENFERMEIROS QUE ATUAM NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

O ESTRESSE DOS ENFERMEIROS QUE ATUAM NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Os enfermeiros estão trabalhando no hospital nas UTI há um longo período, apresentaram um baixo nível de estresse. Entende-se que quanto maior o tempo de trabalho, menor o estresse, devido ao enfermeiro apre- sentar maior segurança técnica e controle sobre as situa- ções que surgem em seu cotidiano de trabalho, de tal forma que estas não se configurariam como estressantes, percebe-se que o tempo oferece subsídios para adequa- ção e melhor avaliação da atividade profissional, medi- ando o impacto negativo do estresse no trabalho 6 .
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Estresse dos profissionais enfermeiros que atuam na unidade de terapia intensiva.

Estresse dos profissionais enfermeiros que atuam na unidade de terapia intensiva.

O enfermeiro é um profissional com condi- ções estressantes de trabalho e presta assistência em setores considerados desgastantes como a uni- dade de terapia intensiva, tanto pela carga de tra- balho como pela especificidade das tarefas. Existe a constante presença de óbitos, frequentes situa- ções de emergência, controle de material utiliza- do e equipamentos, atender as necessidades dos familiares, realizar atividades com tempo míni- mo disponível, falta de pessoal e material, ruído constante dos aparelhos, o sofrimento e angústia dos familiares.

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Saúde do trabalhador: o estresse do enfermeiro na Unidade de Terapia Intensiva.

Saúde do trabalhador: o estresse do enfermeiro na Unidade de Terapia Intensiva.

Pafaro e Martino (2004) relatam que a dupla Jornada de trabalho para enfermeiros, se faz necessario devido a situacao economica do pais e aos baixos salarios que estes profissionais te[r]

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ESTRESSE OCUPACIONAL DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM QUE ATUA EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

ESTRESSE OCUPACIONAL DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM QUE ATUA EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Diante disso, avalia-se que uma grande demanda psicológica em um cenário de baixo controle do processo de trabalho gera alto desgaste no trabalhador com efeitos nocivos à sua saúde, assim como a situação que conjuga baixas demandas e baixo controle pode gerar perda de habilidades e desinteresse do trabalho. Todavia, quando altas demandas e alto controle coexistem, ainda que as demandas sejam excessivas, elas são menos danosas, na medida em que o trabalhador pode escolher como planejar suas horas de trabalho de acordo com seu ritmo e criar estratégias para lidar com suas dificuldades. A situação ideal, de baixo desgaste, conjuga baixas demandas e alto controle do processo de trabalho (ALVES et al., 2004).
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Estresse de enfermeiros com atuação em unidade de terapia intensiva.

Estresse de enfermeiros com atuação em unidade de terapia intensiva.

Outros estudos investigaram o estresse de enfermeiros através de escalas para determinar presença, causas e sintomas. Verificou-se que a maior causa de estresse está relacionada à insatisfação com o trabalho, remetendo à exaustão emocional, despersonalização da atividade, relacionado a aspectos do trabalho e ambiente, os relacionamentos com equipe e pares na empresa, a pressão da coordenação, conflito com a vida pessoal e profissional. Nesse contexto, o ambiente de trabalho é percebido como ameaça ao indivíduo, repercutindo no plano pessoal e profissional, surgindo demandas maiores do que sua capacidade de enfrentamento (3-4,6-7,16-18) .
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O trabalho do enfermeiro em unidade de terapia intensiva: sentimentos de sofrimento.

O trabalho do enfermeiro em unidade de terapia intensiva: sentimentos de sofrimento.

Os resultados deste estudo apresentam consonância com pesquisa realizada com enfermeiros de UTI, na qual o nível de estresse se encontrava relacionado a fatores como morte de pacientes, sentimentos de desvalorização, falta de poder, erros cometidos, dentre outros (19) . Outra investigação desenvolvida junto aos enfermeiros, que trabalham em unidades oncológicas, evidenciou que óbito de crianças e de adolescentes, problemas relacionados com equipe de trabalho e a falta de pessoal foram situações percebidas como estressantes para os enfermeiros e a estratégia de coping mais utilizada por eles foi a reavaliação positiva, a resolução de problemas e o autocontrole (20) .
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Ocorrência de acidente do trabalho em uma unidade de terapia intensiva.

Ocorrência de acidente do trabalho em uma unidade de terapia intensiva.

Alguns motivos estão relacionados com materiais ou circunstâncias que ocorrem durante o trabalho, como a obstrução do sistema hemodialítico, a grande quantidade de drenos e cateteres e/ou o acidente como um acontecimento inesperado. Esses motivos perfazem 30% e não são previstos ou esperados que ocorram. Parte dos motivos que ocasionaram os acidentes envolve o paciente como causa da situação, entre eles, paciente obeso/ agitado e paciente tossiu. Esses dados somam 14% dos motivos. Outros motivos parecem estar relacionados com as condições do ambiente de trabalho, entre eles, os fatores psicossociais e a organização do trabalho (23%), em que foi mencionada a pressa decorrente do plantão/ estresse, piso molhado em corredor/falta de sinalização e os perfurocortantes descartados em local inadequado.
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Manifestações de estresse em enfermeiros de unidade de terapia intensiva

Manifestações de estresse em enfermeiros de unidade de terapia intensiva

O desgaste emocional, bastante evidenciado neste estudo, aliado ao desgaste físico do trabalhador, é intensifi- cado por clima de trabalho tenso e insatisfatório para as relações e o prolongamento da jornada de trabalho, resul- tando em fatores desenc adeantes para a instalaç ão do estresse. Gaspar, ao definir a profissão de enfermagem, menciona o termo “desgastante”, pois as atividades desem- penhadas, os acidentes de trabalho e as doenças propria- mente ditas, contribuem para a ocorrência de doenças ocupacionais, desencadeando, freqüentemente, situações de estresse e de fadiga mental e física. Existe íntima ligação das doenças ocupacionais com os desgastes a que os tra- balhadores são submetidos no seu ambiente e que este, freqüentemente, torna-se uma prisão, em virtude das más condições de trabalho e da desatenção e prevenção e pro- moção da saúde 4 .
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Carga de trabalho da enfermagem e cultura de segurança em Unidade de Terapia Intensiva

Carga de trabalho da enfermagem e cultura de segurança em Unidade de Terapia Intensiva

. Posteriormente a verificação de erros e inconsistências, a análise dos dados foi realizada no programa PASW Statistics. A análise qualitativa foi baseada no referencial proposto por Bardin (2009). Para execução da pesquisa foram observados os princípios éticos da Resolução n° 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Os achados deste estudo permitiram uma organização dos resultados em dois capítulos. O primeiro capítulo teve como eixo a carga de trabalho da equipe de enfermagem. Por meio do NAS foi possível verificar que os trabalhadores de enfermagem ocupam em média 70% do tempo de um trabalhador. Esse resultado foi corroborado por meio dos dados qualitativos, com base nas seguintes categorias: Demanda de cuidados dos pacientes atendidos na UTI de um hospital universitário e Organização do trabalho: repercussões na carga de trabalho da enfermagem e na segurança do paciente, as quais evidenciaram uma percepção de elevada carga de trabalho e problemas na organização do trabalho que interferem na segurança do paciente. O segundo capítulo teve como eixo a cultura de segurança, no qual, por meio do SAQ verificou-se uma cultura de segurança negativa para clima de segurança, condições de trabalho e percepção da gerência da unidade e do hospital e uma cultura de segurança positiva para clima de trabalho em equipe, percepção de estresse e satisfação no trabalho. Também houve convergência com os dados qualitativos, a partir da categoria: Cultura de Segurança em UTI: percepção de trabalhadores de enfermagem, a qual evidenciou que a sobrecarga de trabalho está atrelada a uma percepção negativa de cultura de segurança. A integração dos resultados quantitativos e qualitativos demonstraram, majoritariamente, convergência entre os dados coletados por meio das diferentes abordagens metodológicas. A partir dos resultados conclui-se que sobrecarga de trabalho interfere na percepção sobre cultura de segurança.
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Estresse entre profissionais de enfermagem que atuam em unidade de terapia intensiva, uma revisão narrativa

Estresse entre profissionais de enfermagem que atuam em unidade de terapia intensiva, uma revisão narrativa

Os profissionais de enfermagem que trabalham por turnos têm níveis de estresse mais elevados e percebem como estressores a falta de tempo e recursos insuficientes para completar tarefas (RODRIGUES; FERREIRA, 2011). Outro fator agravante nas atividades desses profissionais é o trabalho em turnos e a jornada dupla, que ocasionam cansaço excessivo e, consequentemente, maior probabilidade de negligenciar determinadas condutas que podem comprometer a qualidade da assistência prestada. A jornada de trabalho, em regime de plantão, subtrai o tempo livre do enfermeiro e dificulta o convívio social, principalmente no que diz respeito à interação com seus familiares, atividades sociais, lazer, entre outras, e que seria estratégia simples e viável para minimizar o estresse (SANTOS et al, 2010). .
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Estresse entre profissionais de enfermagem em unidade de terapia intensiva

Estresse entre profissionais de enfermagem em unidade de terapia intensiva

Este trabalho tem por objetivo identificar os principais fatores de stress ocupacional da equipe de enfermagem atuantes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), bem como conhecer de que forma o estresse se manifesta na equipe de enfermagem, a fim de compreender melhor e elucidar alguns dos problemas enfrentados pela profissão e propor formas de minimizar o estresse vivenciado no cotidiano da assistência e de melhoria da qualidade de vida destes profissionais, favorecendo, desta forma, não só o trabalhador, mas a própria instituição hospitalar, como um todo.
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A IMPORTANCIA DO TRABALHO HUMANIZADO AO PACIENTE INTERNADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

A IMPORTANCIA DO TRABALHO HUMANIZADO AO PACIENTE INTERNADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

A enfermagem procura preservar a intimidade e a privacidade dos doentes usando biombos, cobrindo partes do corpo que não precisam ficar expostas durante um procedimento e solicitando que familiares/visitas retirem-se do quarto/enfermaria ao realizar um cuidado, caracterizando essa tentativa de proteção como um gesto humanitário e de respeito. Em algumas situações, a enfermagem invariavelmente invadirá a privacidade e a intimidade do doente, como na passagem de cateter vesical, banho no leito, enemas e outros. Entretanto, o doente, sujeito do processo de trabalho da enfermagem, é um ser humano e, como tal, tem personalidade, dignidade, honra, pudor e preconceito. Para que haja interação entre enfermeiro e paciente, é importante conhecer a sua natureza física, cultural, espiritual, social e psicológica. Esses aspectos são significativos ao se tentar estabelecer uma relação de confiança junto ao doente, no sentido de transmitir segurança e apoio. Atitudes de respeito à individualidade, humildade, tolerância, tranquilidade e solidariedade podem minimizar o estresse pela doença e internação. Todos estes fatores são importantes, mas será que são suficientes para proteger a identidade, a privacidade e a intimidade do doente?
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Estresse em enfermeiros com atuação em Unidade de Terapia Intensiva

Estresse em enfermeiros com atuação em Unidade de Terapia Intensiva

Objetivos: O presente estudo teve como objetivos estudar a presença de estresse e sua intensidade caracterizada pelos sintomas clínicos e agentes estressantes em enfermeiros que trabalham em unidades de terapia intensiva e identificar os fatores estressantes em unidade de terapia intensiva relacionado à sua interferência na saúde destes profissionais. Método: realizou-se um estudo transversal com setenta e cinco enfermeiros. Os dados foram obtidos por questionário, que contém informações sobre os fatores estressantes (escores de estressores) e sobre os sintomas clínicos (escore de sintomas clínicos). A análise foi realizada por meio do uso de coeficientes de correlação de Pearson e ajustados modelos lineares generalizados, a significância estatística para se manter no estudo foi de p<0,05. Resultados: análise dos resultados mostrou que os enfermeiros apresentaram intensidade moderada de estresse. Os profissionais que referiam insatisfação com o trabalho tiveram em média 8,34 pontos a mais no escore de sintomas clínicos e cada ponto obtido para o escore de situações críticas corresponde a um aumento de 0,62 pontos no escore de sintomas clínicos, referentes às alterações cardiovasculares, gastrintestinais e músculo-esquéletico. Conclusão: o enfermeiro que exerce sua atividade profissional em unidade de terapia intensiva (UTI) apresenta intensidade moderada de estresse de acordo com escala proposta;os sintomas clínicos estão diretamente relacionados aos fatores estressantes e a intensidade de estresse; os fatores estressantes e os sintomas clínicos estão associados à insatisfação com o trabalho.
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O estresse entre enfermeiros que atuam em Unidade de Terapia Intensiva.

O estresse entre enfermeiros que atuam em Unidade de Terapia Intensiva.

Destaca-se que dois , dos 5 enfermeiros que apresenta- ram indices indicativos de estresse são profissionais de en- fermagem em início de carreira, desenvolvendo suas ativi- dades em uma unidade de assistência extremamente com- plexa, com uma carga horária mensal elevada e no período noturno. Soma-se a isso a falta de preparo específico, le- vando ao entendimento de que esses enfermeiros comple- mentam o seu preparo técnico/científico no próprio local de trabalho, provavelmente sem chance de nenhum tipo de supervisão. Essas características, em um primeiro mo- mento, e para um profissional bastante jovem, podem não ter ainda um significado importante em termos de fatores causadores de estresse, porém, ao longo de um período de tempo, se não houver uma busca ao aprimoramento e a alternativas que facilitem o alívio das tensões provocadas pelo ambiente exaustivo e tenso e pelo árduo trabalho, é de se supor que levarão esse profissional a desenvolver quadros patológicos, entre eles o estresse, que certamen- te comprometerão sua qualidade de vida.
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CARGA DE TRABALHO DE ENFERMAGEM E A MORTALIDADE DOS PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

CARGA DE TRABALHO DE ENFERMAGEM E A MORTALIDADE DOS PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Pode-se observar que apenas o diagnóstico de sepse e APACHE II foram variáveis associadas à mortalidade. A carga de trabalho de enfermagem mensurada pelo NAS, apesar de ter demonstrado associação na análise univariada, não se confi rmou na multivariada. Verifi cou-se, ainda, que ocorreu pouco ganho nas variáveis, sendo possível concluir que há variável confundidora infl uenciando tal resultado.

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CARGA DE TRABALHO DE ENFERMAGEM E MORTALIDADE DOS PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

CARGA DE TRABALHO DE ENFERMAGEM E MORTALIDADE DOS PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Nursing Activities Score: comparison among the Index APACHE II and the mortality in patients admitted in intensive care unit. Rev Bras Ter Intensiva [Internet][r]

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