Urina - Exame

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Diferenciais socioeconômicos na realização de exame de urina no pré-natal.

Diferenciais socioeconômicos na realização de exame de urina no pré-natal.

Uma limitação do presente estudo é o fato de que a informação sobre o exame de urina foi baseada no relato da mulher, quando a carteira de gestante não estava disponível ou havia sido mal preenchida. Gestantes com baixa escolaridade podem apresentar difi culdade em fornecer tais informações. Procurou-se atenuar este viés com a exclusão das mulheres que não tinham certeza sobre a realização do exame. Outra limitação diz respeito à variável cor da pele, baseada na obser- vação das entrevistadoras, estas, em sua maioria, eram brancas. Optou-se por utilizar esta variável em vez da cor auto-referida, pois esta última incluiu um maior per- centual de valores ignorados. Quando as análises acima foram repetidas usando a variável cor auto-referida, os resultados foram virtualmente idênticos.
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Relevância das etapas do exame de urina tipo I (EAS) e correlação dos resultados com características e hábitos diários de moradores de uma instituição pública de Muriaé (MG)

Relevância das etapas do exame de urina tipo I (EAS) e correlação dos resultados com características e hábitos diários de moradores de uma instituição pública de Muriaé (MG)

Relacionando este resultado com o histórico de infecção do trato urinário nas participantes do estudo, observa-se que 18,5% das crianças fizeram algum exame de urina em outra ocasião e que nenhuma delas obteve diagnósticos de ITU e nem apresentaram queixas típicas como dor, ardência ou desconforto ao urinar. Responsáveis pelos cuidados prestados às crianças relataram orientar as mesmas quanto à forma correta de higiene, o que tem profunda relação com a ausência de indícios de infecção, principalmente se tratando do sexo feminino, que possui fatores anatômicos que aumentam a possibilidade de contaminação da uretra por esta ser curta e próxima ao ânus.
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Comparação de bulas de duas marcas de tiras reagentes utilizadas no exame químico de urina.

Comparação de bulas de duas marcas de tiras reagentes utilizadas no exame químico de urina.

A análise da urina foi o começo da medicina labora- torial. Referências ao estudo da urina foram encontradas em desenhos dos homens das cavernas e nos hieróglifos egípcios, como o papiro cirúrgico de Edwin Smith, cujos quadros representavam os médicos da Antigüidade exa- minando um frasco de urina. Embora não contassem com métodos sofisticados de exame, eles eram capazes de obter informações diagnósticas de observações básicas, como cor, turvação, odor, volume, viscosidade e até mesmo a presença de açúcar em certas amostras, por observar a aproximação de formigas e outros insetos da urina de alguns pacientes (3, 14) . Muitos nomes conhecidos da medicina estão
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Exame simples de urina no diagnóstico de infecção urinária em gestantes de alto risco.

Exame simples de urina no diagnóstico de infecção urinária em gestantes de alto risco.

Quando se considerou o critério diagnóstico de bac- teriúria/infecção urinária apenas pela presença de mais que quatro piócitos por campo, o exame de urina simples foi considerado sugestivo de infecção em 72 mulheres (43,9%), das quais 63 (87,5%) eram assintomáticas. Porém, considerando a presença de piócitos e nitritros a bacteriúria/infecção urinária foi sugestiva em apenas seis gestantes (3,6%), sendo três (50,0%) assintomáticas. Destaca-se que todas as gestantes com nitrito positivo apresentavam quatro ou mais piócitos por campo.

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Acurácia do exame de urina simples para diagnóstico de infecções do trato urinário em gestantes de baixo risco.

Acurácia do exame de urina simples para diagnóstico de infecções do trato urinário em gestantes de baixo risco.

Alt er ações anat ôm icas e fisiológicas da gr av idez pr edispõem gest ant es a infecções do t r at o ur inár io ( I TU) . O obj et ivo dest e est udo foi ident ificar a acurácia do exam e de urina sim ples para diagnóst ico de I TU em gest ant es de baixo risco. Fez- se uso do est udo de desem penho de t est e diagnóst ico realizado em Bot ucat u, SP, com 230 gest ant es, ent re 2006 e 2008. Os result ados m ost ram que a prevalência de I TU foi de 10% . A sensibilidade foi 95,6% , especificidade 63,3% e acurácia 66,5% do exam e de urina sim ples, em relação ao diagnóst ico de I TU. A análise dos valores predit ivos posit ivo e negat ivo ( VPP e VPN) m ost rou que, na vigência de exam e de urina sim ples nor m al, a chance de haver I TU foi pequena ( VPN 99,2% ) . Fr ent e ao r esult ado alt er ado desse exam e, a pr obabilidade de hav er I TU foi baix a ( VPP 2 2 , 4 % ) . Conclui- se que a acur ácia do ex am e de ur ina sim ples com o m eio diagnóst ico de I TU foi baix a, sendo indispensáv el a r ealização de ur ocult ur a par a o diagnóst ico.
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Precisão da tira reagente e do exame microscópico da urina no diagnóstico de infecções do trato urinário em porcas.

Precisão da tira reagente e do exame microscópico da urina no diagnóstico de infecções do trato urinário em porcas.

The urine samples were collected at dawn, before feeding and in sterile flasks. The collectors waited for the spontaneous urina- tion of the sows and collected the middle urine, disregarding the first discharge. After each collection, the flasks were closed and placed behind the cages of the respective sows. After collecting the samples, the flasks were dried with tissue paper and numbe- red according to the sows earrings. The urine samples were pla- ced into isothermal boxes with ice and taken to the laboratory on the farm for the immediate performance of the physical, chemical and microscopic tests.
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Aspectos clínicos e laboratoriais da infecção do trato urinário em lactentes jovens Clinical and laboratory features of urinary tract infections in young infants

Aspectos clínicos e laboratoriais da infecção do trato urinário em lactentes jovens Clinical and laboratory features of urinary tract infections in young infants

Foram incluídos todos os lactentes jovens de 0 a 3 me- ses de idade que chegaram ao pronto-socorro e foram submetidos a coleta para exame de urocultura a crité- rio médico. Levantamos os dados demográficos, clí- nicos e laboratoriais dos prontuários de lactentes com ITU confirmada. Os dados demográficos pesquisados foram: sexo e idade. Os sinais e sintomas tabulados quanto à frequência foram: febre, temperatura máxi- ma aferida, irritabilidade, vômitos, baixa ingesta ali- mentar, desidratação, baixo ganho ponderal, icterícia, constipação, diarreia e alteração urinária. Esses itens foram também expressos em porcentagem sobre o to- tal de registros presentes nos prontuários. Os dados laboratoriais revistos foram: urina tipo I (quantifica- ção de leucócitos urinários e teste do nitrito positivo), hemograma e proteína C reativa (PCR). A contagem total de leucócitos e a PCR foram descritas em media- na, valores mínimos e máximos. As bactérias identifi- cadas na urocultura quantitativa foram expressas em número de episódios e porcentagem. Todos os epi- sódios de ITU causados pelos diversos uropatógenos foram somados e avaliados quanto à sensibilidade aos antimicrobianos comumente utilizados.
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Leucocitúria em pacientes submetidas a quimioterapia e coleta de urina.

Leucocitúria em pacientes submetidas a quimioterapia e coleta de urina.

A infecção do trato urinário (ITU) é uma patologia extremamente freqüente, que ocorre em todas as idades. Na vida adulta, sua incidência se eleva e o predomínio no sexo feminino é ainda maior, com picos de acometimento no início ou relacionados à atividade sexual, durante a gestação ou menopausa. Cerca de 48% das mulheres apresentam pelo menos um episódio de ITU ao longo da vida. O espectro clínico da ITU é muito amplo, reunindo diferentes condições, dentre elas, a cistite, onde a aderência de bactéria à bexiga leva ao quadro de cistite bacteriana, ou infecção do trato urinário baixo. No indivíduo adulto, os sintomas clínicos característicos de cistite são disúria, polaciúria, urgência miccional, dor em baixo ventre, arrepios de calafrios, com presença ou não de dor lombar, como também mal-estar geral e indisposição. De acordo com o diagnóstico laboratorial do sedimento urinário (exame microscópico feito após a sedimentação da urina), são considerados apenas ITU, contagens superiores a 10.000 leucócitos/ml ou 10 leucócitos/campo, independentemente da morfologia desses leucócitos (8) .
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Análise sumária de urina de rotina: porquê e para quê?

Análise sumária de urina de rotina: porquê e para quê?

Resultados: Foram encontrados 459 artigos e seleccionados, por cumprirem os critérios de inclusão, uma revisão sistemática, dois artigos originais, duas normas de orientação clínica e um artigo de revisão. Após a sua análise, verifica-se que, apesar de ser um exame frequentemente pedido, a alteração à orientação clínica previamente definida ocorre em menos de 5% dos ca- sos, implicando nestes a realização de novos exames complementares de diagnóstico mais onerosos e invasivos sem benefício relevante para a maioria dos utentes.

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Prevalência e fatores associados à prematuridade entre gestantes submetidas à inibição de trabalho de parto prematuro.

Prevalência e fatores associados à prematuridade entre gestantes submetidas à inibição de trabalho de parto prematuro.

A infecção do trato urinário está associada com o parto pré-termo, 21 porém, neste estudo, todas as gestantes internadas com TPP realizaram exame de urina para diagnóstico de ITU e, na o[r]

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Avaliação do efeito da clorpromazina sobre a função renal de cães submetidos à isquemia e reperfusão.

Avaliação do efeito da clorpromazina sobre a função renal de cães submetidos à isquemia e reperfusão.

reperfusão com ou sem aplicação de clorpromazina. Para tanto foram utilizados 12 cães distribuídos aleatoriamen- te em dois grupos de seis indivíduos: grupo A com isquemia e reperfusão sem tratamento por clorpromazina e o grupo B com isquemia e reperfusão tratados previa- mente com clorpromazina. De cada cão foi coletado san- gue e urina antes da isquemia, no inicio da reperfusão, após 120 minutos de reperfusão e semanalmente até 28º dia pós-cirúrgico para verificar possíveis efeitos tardios da isquemia/reperfusão. Avaliações da integridade e fun- ção renal foram feitas por exame físico, concentração sérica de ureia e creatinina e determinação da GGT urinária. A avaliação da relação proteína urinária/creatinina urinária (PU/CU) e atividade da GGT urinária são exa- mes mais sensíveis para detectar lesão tubular aguda que o exame de urina de rotina, uma vez que estas variáveis
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J. Bras. Nefrol.  vol.31 número3

J. Bras. Nefrol. vol.31 número3

A) Avaliação da urina: o exame de Urina I e a bioquímica urinária devem ser solicita- dos na maioria dos pacientes com oligúria, tendo maior relevância na distinção entre LRA de origem pré-renal e necrose tubular aguda (Tabela 2). A presença de hematúria e proteinúria aponta para LRA de outras etiologias, como glomerulonefrite, nefrite intesticial e microangiopatia trombótica. Um grupo de exceção é o de pacientes sép- ticos, no qual a avaliação da bioquímica e do sedimento urinário não parece ter uti- lidade prática. A LRA de origem pós-renal não apresenta um padrão característico.
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Arq. NeuroPsiquiatr.  vol.45 número1

Arq. NeuroPsiquiatr. vol.45 número1

demonstração de oligossacarídeos na urina e pelo exame histológico feito após a morte, que ocorreu antes de dois anos de idade, com comprometimento respi-. ratório severo[r]

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Atenção pré-natal na rede básica: uma avaliação da estrutura e do processo.

Atenção pré-natal na rede básica: uma avaliação da estrutura e do processo.

Foram coletadas as seguintes informações: número de consultas realizadas durante o pré- natal, considerando-se consulta somente quan- do estivessem registrados pelo menos dois pro- cedimentos; idade gestacional na primeira consulta (quando ausente, era calculada a par- tir da data da última menstruação ou estimada por meio das informações de idade gestacional nas consultas subseqüentes), expressa em se- manas; número de fatores de risco registrados (idade menor de 16 anos ou maior de trinta; problemas mentais; hipertensão; diabetes; aborto ou óbito fetal anterior; hábito de fumar até dez cigarros por dia ou mais de dez por dia; álcool; renda familiar; drogas e doenças vené- reas) como presentes ou ausentes. Verificou-se ainda o número de vezes em que os procedi- mentos do exame clínico e obstétrico (idade gestacional, peso, pressão arterial, altura uteri- na, ausculta dos batimentos cardiofetais, ede- ma e apresentação), assim como os exames la- boratoriais de rotina (hemoglobina, sorologia para sífilis e exame comum de urina) foram re- gistrados, separadamente. Finalmente, os re-
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Técnica modificada do sling pubovaginal no tratamento cirúrgico da incontinência urinária de esforço feminina.

Técnica modificada do sling pubovaginal no tratamento cirúrgico da incontinência urinária de esforço feminina.

Objetivo: avaliar a aplicação de faixa aponeurótica por técnica modificada com visibilização direta das agulhas em pacientes com incontinência urinária de esforço. Métodos Métodos Métodos Métodos Métodos: foi aplicado o questionário Kings Health Questionaire (KHQ) de qualidade de vida, exame ginecológico, exame de urina I e urocultura aproximadamente sete dias antes da realização do estudo urodinâmico (EUD) e PAD test de uma hora submetidas à confecção de faixa aponeurótica com passagem de faixa pela via retropúbica, com agulha sob visibilização direta, PAD test e King´s Helth Questionaire, no pré e pós operatórios. Resultados Resultados Resultados Resultados Resultados: a média de idade foi 50,6 anos, 89% da cor branca, IMC de 28 e PPE de 58,5cm de H 2 O. Quarenta e seis delas tiveram acompanhamento de três e seis meses, 43 de 12 meses. A taxa de cura objetiva, em 12 meses de pós-operatório foi aproximadamente 93,5%. Ao avaliarmos a qualidade de vida das pacientes, observamos a melhora significante em 12 meses de pós-operatório, quando comparada ao pré-operatório. Não foi observada nenhuma lesão uretral/vesical. Como resultados adversos tivemos uma retenção urinária persistente (2,3%), sendo submetida à uretrolíse, estando atualmente sem perda. Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: a operação proposta é segura quanto ao risco de lesões vesicais ou uretrais, promovendo melhora acentuada na qualidade de vida e cura objetiva.
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INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO NA GESTAÇÃO: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO NA GESTAÇÃO: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

RESUMO: As infecções do trato urinário (ITU) são caracterizadaspelo crescimento e proliferação de bactérias que podem provocar lesões de graus variados. Essas infecções podem ser classificadas de acordo com a sua localização anatômica e agravo, como: bacteriúria assintomática, cistite e pielonefrite. A ITU é uma das patologias infecciosas mais comuns no decorrer da gestação, sendo que distintos são os motivos que a torna uma fundamental complicação do período gestacional, piorando o prognóstico materno e o perinatal. O objetivo deste artigo é descrever as formas de diagnóstico e tratamento das infecções do trato urinário em gestantes. Trata-se de um estudo sistemático, efetuadopor meio de uma revisão de literatura entre os anos de 2006 a 2018. O diagnóstico é executado clinicamente, pois o paciente pode apresentar polaciúria, dor supra púbica, disúria e urina turva. Juntamente com o exame clínico que pode ser complementado por meio de exames de laboratório como, a urocultura e o exame parcial de urina. Para um tratamento eficaz é preciso determinar a bactéria causadora da infecção, para selecionar o antibiótico a ser empregado. Os fármacos mais usados são: Cefalosporinas, Ampicilinas e Nitrofurantoínas. Portanto, para a redução e controle de casos de ITU, cabe a toda equipe de saúde incluída, informar quanto a coleta de urina, solicitar exames precocemente no pré-natal para diagnosticas e tratar os casos de ITU, e determinar o tratamento antimicrobiano mais apropriado e eficaz, assim evitando danos as gestantes e ao feto.
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Aspectos morfológicos, imunológicos e epidemiológicos do Dioctophyme renale em cães no Distrito de São Cristóvão, Três Barras, Santa Catarina

Aspectos morfológicos, imunológicos e epidemiológicos do Dioctophyme renale em cães no Distrito de São Cristóvão, Três Barras, Santa Catarina

Dioctophyme renale (GOEZE, 1782) é um nematódeo de distribuição mundial que pode ser encontrado parasitando rim, cavidade peritoneal e mais raramente outros órgãos de canídeos e mustelídeos (ANDERSON, 2000). Seu ciclo de vida classicamente envolve um hospedeiro intermediário aquático e pode envolver a presença de hospedeiros paratênicos, como peixes e anuros; além disso, leva diversos meses para se completar (ANDERSON, 2000; DYER, 1998). Em cães, a infecção tipicamente envolve o rim direito, resultando na substituição do parênquima renal por um nematódeo maduro envolto pela cápsula fibrosa do órgão. Os cães parasitados podem eliminar ovos na urina. Estes ovos são detectados no exame do sedimento urinário. De acordo com WOODHEAD (1950), características como espessura, deformidades na casca e não estarem embrionados são típicas de ovos de Dioctophymatoidea. Os ovos de D. renale são ovais, têm coloração marrom-clara a amarela quando removidos da urina e o tamanho varia de 60-80 µm X 39-46 µm (FREITAS, 1980; COSTA et al., 2004).
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Prevalência e fatores associados à internação hospitalar para tratamento da infecção do trato urinário durante a gestação.

Prevalência e fatores associados à internação hospitalar para tratamento da infecção do trato urinário durante a gestação.

OBJETIVO: Veriicar a prevalência e os fatores associados à internação hospitalar da gestante para tratamento da infecção do trato urinário e as repercussões sobre a saúde do recém-nascido e a não realização do exame de urina durante o pré-natal. MÉTODOS: Estudo de delineamento transversal, em que foram elegíveis todas as mães dos recém- nascidos dos partos ocorridos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2010 no município de Rio Grande (RS). As mães foram entrevistadas nas duas maternidades da cidade. Foram coletadas informações referentes à internação hospitalar para tratamento da infecção do trato urinário, à assistência pré-natal e às condições socioeconômicas. As análises estatísticas foram realizadas por níveis e controladas para fatores de confusão através da regressão de Poisson. RESULTADOS: Das 2.288 mulheres elegíveis para o estudo, 2,9% haviam sido internadas para tratamento da infecção do trato urinário e foi maior, após ajuste, em mulheres com menor nível econômico (3,1% no menor e 2,1% no maior), mais jovens (4,0% nas adolescentes e 1,8% naquelas com mais de 30 anos), com menor escolaridade (3,2% nas de ensino fundamental incompleto e 1,2% acima do ensino médio) e que não viviam com o companheiro (4,3% naquelas sem e 2,6% naquelas com). Quanto aos desfechos neonatais, esteve associado com a internação o baixo peso ao nascer (6,4% nas de baixo e 2,6% naquelas de peso normal). Das mulheres que frequentaram o pré- natal, 23,6% não haviam feito o exame de urina conforme o preconizado e, após ajuste, o risco de não realização foi maior naquelas com menor nível econômico (34,4% no menor nível e 14,4% no maior), menor escolaridade (35,2% nas de ensino fundamental incompleto e 11,0% acima do ensino médio) e que não viviam com o companheiro (32,7% naquelas sem e 22,0% naquelas com companheiro). CONCLUSÕES: A alta taxa de internação hospitalar relete a falta de efetividade no rastreamento da infecção urinária durante a gestação. O peril socioeconômico das gestantes que mais necessitam de hospitalização e que não realizaram rastreamento da infecção urinária adequado no pré-natal demonstra a necessidade de atenção mais cuidadosa às gestantes com as características encontradas.
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Avaliação de alguns tratamentos na intoxicação por amônia em bovinos.

Avaliação de alguns tratamentos na intoxicação por amônia em bovinos.

O tratamento de intoxicação por amônia deve ser rápido e baseia-se na administração de ácido acético, para diminuir o pH ruminal e a absorção de amônia. Segundo Radostits et al. (1995), o resultado desse tratamento usual é incerto de improvável eficiência. De fato, Bartley et al. (1976) trataram novilhas com ácido acético precocemente quando do surgimento da tetania, mas, mesmo assim, 80% dos animais sucumbiram. Word et al. (1969) utilizaram o ácido acético quando observaram convulsão em bovinos, e não alcançaram sucesso. Ortolani et al. (2000), em cinco cabras intoxicadas, sendo que duas já apresentavam convulsão, trataram a intoxicação com vinagre e associaram esse tratamento com hidratação intravenosa e furosemida. Todos os animais se recuperaram com sucesso, e os autores especularam a possibilidade de ocorrer maior excreção de amônia pela urina.
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ENSINO E APRENDIZAGEM DO EXAME FÍSICO: ANÁLISE DO PROCESSO PELO EXAME DAS PUPILAS.

ENSINO E APRENDIZAGEM DO EXAME FÍSICO: ANÁLISE DO PROCESSO PELO EXAME DAS PUPILAS.

A experiência das autoras citadas é de que esses objetivos podem ser alcançados pela utilização de estratégias que facilitem a aproximação do aluno ao paciente. Acreditam que a realização do exame físico é um meio adequado para propiciar essa aproximação, pois ele possibilita ao aluno mobilizar seu foco de atenção, do medo de não saber como atuar, para a realização de uma atividade com objetivos pré-determinados.

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