Uso da terra - Amazônia - Aspectos econômicos

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Mudanças no uso da terra e o particionamento de energia no sudoeste da Amazônia.

Mudanças no uso da terra e o particionamento de energia no sudoeste da Amazônia.

A expansão agrícola e da pecuária ocorre dentro de um contexto econômico uma vez que há uma relação direta entre os indicadores econômicos, como Produto Interno Bruto (PIB) e o aumento de áreas convertidas (Ewers et al., 2008). A forma mais presente e detectável de mudanças do uso da terra na Amazônia tem sido a conversão de lorestas de dosseis fechados em campos de pastagens e de cultivos, comprometendo a fertilidade do solo em decorrência dos longos períodos de monocultura (Correia, 2006).

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Diversidade de bactérias que nodulam siratro em três sistemas de uso da terra da Amazônia Ocidental.

Diversidade de bactérias que nodulam siratro em três sistemas de uso da terra da Amazônia Ocidental.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi verificar o efeito de três sistemas de uso da terra da Amazônia Ocidental sobre a diversidade fenotípica de bactérias que nodulam siratro. Os sistemas estudados foram cultivo de mandi- oca, cultivo de pupunheira e floresta de terra firme. As densidades de bactérias foram avaliadas pela técnica do número mais provável, pela inoculação de suspensões de solo diluídas em siratro (Macroptilium atropurpureum), e foram semelhantes nas áreas estudadas. Foram caracterizados 257 isolados, provenientes dos nódulos de siratro, os quais formaram 63 grupos culturais a 80% de similaridade. Poucos isolados foram obtidos a partir de solo sob floresta, enquanto um maior número de isolados foi obtido nas áreas cultivadas. A diversidade pelo índice de Shannon e a riqueza foram maiores na área com mandioca e menores na floresta. Porém, a riqueza foi similar nos três sistemas quando determinada pela análise de rarefação. Houve diferença na proporção de tipos de culturais, a qual pôde ser explicada pela diferença na utilização da terra. Houve influência dos sistemas de uso da terra sobre a diversidade de bactérias que nodulam leguminosas.
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Atividade da biomassa microbiana do solo alterada pelo uso da terra no sudoeste da Amazônia.

Atividade da biomassa microbiana do solo alterada pelo uso da terra no sudoeste da Amazônia.

A crescente demanda por alimentos, fibras e biocombustíveis gera diversos problemas ambientais, causados principalmente pela ocupação desordenada da maior fronteira agrícola do mundo, a borda entre a Floresta Tropical Amazônica e o Cerrado do Brasil Central (Borlaug 2002). O relevo plano facilita o uso de máquinas, fazendo a ocupação dessa área relativamente fácil. O sudoeste da Amazônia, especialmente os Estados de Rondônia e Mato Grosso, são os que mais promovem o desmatamento para o uso agrícola da terra (INPE 2006).

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GÊNESE DAS MUDANÇAS NO USO DA TERRA: UMA BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO DE OCUPAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO NO USO DA TERRA NA AMAZÔNIA

GÊNESE DAS MUDANÇAS NO USO DA TERRA: UMA BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO DE OCUPAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO NO USO DA TERRA NA AMAZÔNIA

Esse contexto exposto de mudanças no uso da terra e de grandes transformações nas relações tempo e espaço centrado na lógica do desenvolvimento econômico da região Norte vai sendo incorporado em grande parte pela expansão do capital agrário. O capital agrário produtivo irá se beneficiar em um primeiro momento do baixo preço da terra em relação às outras regiões do país, e, em muitos casos, até mesmo da apropriação indevida de enormes áreas de terras realizada por meio de grilagem de terras públicas, e por uma política de re-colonização pelo Estado Brasileiro (OLIVEIRA, 2007, p.148). Assim, o INCRA até 2003, arrecadou desde os governos militares e contabilizou um total de 105.803.350 ha de terra públicas devolutas na Amazônia, sendo que o estado do Amazonas possuía 32.784.804 ha de terras devolutas (OLIVEIRA, 2007, p.148). Sobre o tema, Oliveira, (2007, p. 148) faz uma crítica sobre a questão fundiária na Amazônia, e, é categórico em afirmar: “A maior parte destas terras foi cercada por particulares, ou seja, griladas”.
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Polarização da estrutura fundiária e mudanças no uso e na cobertura da terra na Amazônia.

Polarização da estrutura fundiária e mudanças no uso e na cobertura da terra na Amazônia.

O objetivo deste artigo é apresentar a polarização da estrutura fundiária como uma expressão mais completa das dinâmicas fundiárias, do uso-cobertura da terra e, consequentemente, do meio rural na Amazônia do que modelos explicativos que enfatizam o êxodo rural e a consolidação de grandes estabelecimentos agropecuários. Os dados foram coletados em levantamento realizado no entorno de Santarém-PA, em 2003, nos locais de 587 lotes rurais selecionados aleatoriamente por amostragem estratificada de 5.086 lotes existentes em mapas da década de 1970. O georreferenciamento permitiu comparar a estrutura fundiária nos dois momentos e relacionar variáveis sociodemográficas e biofísicas dos estabelecimentos encontrados. Detectou- se concentração fundiária, corroborando o documentado por outros autores em outras porções da Amazônia. No entanto, a perspectiva adotada revela que a variação na estrutura fundiária não se limitou ao aparecimento de estabelecimentos maiores, com 200 hectares ou mais, mas se deu também pela divisão dos lotes originais em estabelecimentos com menos de cinco hectares, muitos das quais sem uso agropecuário, em contrapartida à redução de estabelecimentos entre cinco e 200 ha. As especificidades de cada grupo de estabelecimentos com relação ao uso-cobertura da terra e a distribuição da população chamam a atenção para a necessidade de se buscar modelos explicativos – seja da perspectiva socioeconômica, demográfica ou ambiental – que não se fixem exclusivamente em um único processo, grupo de pessoas ou de estabelecimentos.
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Mudanças populacionais e de uso da terra na Amazônia Ecuatoriana

Mudanças populacionais e de uso da terra na Amazônia Ecuatoriana

Este artigo baseia-se em uma pesquisa longitudinal sobre assentamentos agrícolas em três províncias no norte da Amazônia equatoriana, a principal região de colonização agrícola no país desde 1970. A partir da descoberta de reservas de petróleo em áreas próximas a Lago Agrio, capital provincial e maior cidade da Amazônia Equatoriana, empresas petrolíferas iniciaram a abertura de estradas e construção de oleodutos visando a extração, transporte através dos Andes e exportação de petróleo. A exploração petrolífera na Amazônia Equatoriana tem respondido, nos últimos trinta anos, por cerca da metade dos rendimentos com exportação e na arrecadação governamental. As estradas abertas na Amazônia facilitaram a imigração maciça e espontânea de famílias dos Andes equatorianos, uma região tradicionalmente caracterizada pela presença de minifúndios e pobreza rural. Este artigo discute a metodologia de coleta de dados e sumariza os principais resultados de pesquisas sobre esses imigrantes na Amazônia Equatoriana, especificamente em termos de mudanças nas características populacionais, uso e propriedade da terra, tecnologia, trabalho e padrão de vida, assim como relações entre características populacionais e uso da terra ao longo dos anos 90. O elevado crescimento populacional devido ao crescimento natural (alta fecundidade) e contínua imigração tem engendrado a subdivisão e fragmentação de lotes rurais desde 1990, em contraste ao processo de concentração de terra em diversas partes da Amazônia brasileira.
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Análise socioeconômica dos sistemas de uso de terra por pequenos produtores agrários na Amazônia oriental

Análise socioeconômica dos sistemas de uso de terra por pequenos produtores agrários na Amazônia oriental

mordial desempenhado por um sistema de produção notavelmente com- plexo na cidade de Capitão Poço, cujo crescimento foi particularmente dinâmico. Entretanto, esses estudos tratam a lavoura de pousio de forma apenas superficial. Ao contrário de outros casos estudados, Capitão Poço não apresenta nenhuma das fases do ciclo de fronteira; em vez disso, parece ser uma continuação da colonização agrícola caracterizada por pequenos agricultores, existente na Zona Bragantina. Desde o final da década de 40, bem antes da construção da rodovia Belém-Brasília, agri- cultores vindos do Ceará, mas também da Zona Bragantina, iniciaram a derrubada da floresta primária, plantando lavouras anuais e requerendo títulos de terra. Apenas após a conexão inter-regional, ocorrida na déca- da de 60, foi possível a comercialização de arroz e farinha de mandioca e o cultivo da malva, como matéria-prima industrial. Embora a maioria dos agricultores possuísse títulos de terras por volta de 1970 (especialmente de 20 e 50 hectares), Sawyer presumiu que o ciclo de fronteira era válido para Capitão Poço e predisse um aumento no deslocamento dos colonos devido às plantações de pimenta e às fazendas de gado. Essa afirmação seria, segundo ele, confirmada pela dependência dos colonos da natural fertilidade do solo, que é ciclicamente restaurado no sistema de pousio, porém Sawyer previu uma diminuição tendencial, devido aos períodos mais curtos de pousio, causados pela crescente pressão populacional ou pela monopolização de terras. A subseqüente exaustão do solo seria com- pensada apenas pelo aumento de insumos fertilizantes ou pelas lavouras permanentes, as quais, de acordo com Sawyer, excediam a capacidade econômica dos agricultores. Surpreendentemente, o autor apega-se à sua visão pessimista, apesar de indicar em seu texto o caráter inovador dos pequenos agricultores, sua crescente dependência do sistema de avia- mento, sua flexível integração ao mercado e o grande sucesso de sua ampliada reprodução socioeconômica. Devido ao alto custo do sistema de Capitão Poço, obviamente Sawyer é capaz de imaginar apenas a integra- ção parcial das lavouras permanentes ao sistema de produção dos pe- quenos agricultores, por meio de empreendimentos capitalistas. Por ou- tro lado, seu interessante estudo permanece preso ao estereótipo da limi- tada eficiência e capacidade de acumulação das propriedades familiares (SAWYER, 1979a).
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Dependência espacial da eficiência do uso da terra em assentamento rural na Amazônia.

Dependência espacial da eficiência do uso da terra em assentamento rural na Amazônia.

Mudanças no uso e manejo da terra podem ser responsáveis por incrementos na produtividade agrícola. Neste artigo propõe-se o uso de modelos de Análise de Envoltória de Dados (DEA) para avaliar a distribuição espacial da eficiência de agricultores familiares na forma do uso da terra. Estudou-se a evolução da “produtividade da terra” para um grupo de agricultores de Machadinho d’Oeste (RO), para quatro períodos de tempo. As variáveis dos modelos DEA foram as produções de arroz, milho e café como outputs, e a área total plantada dessas culturas como input. Os resultados mostram que o plantio simultâneo de arroz e milho foi a combinação de melhor desempenho. Houve dependência espacial para a eficiência produtiva nos quatro anos avaliados. Os anos de 1999 e 2002 apresentaram maior uniformização em termos da eficiência produtiva dos lotes por toda área, com os lotes mais eficientes concentrando-se na parte central da área de estudo.
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TESE_Diversidade de rizóbios isolados de diferentes sistemas de uso da terra na Amazônia

TESE_Diversidade de rizóbios isolados de diferentes sistemas de uso da terra na Amazônia

O caupi mostrou-se altamente promíscuo pela análise de agrupamento dos isolados por características culturais devido à grande diversidade de rizóbio proporcionada em amostras de solo dos[r]

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Dados Municipais do Levantamento de informações de uso e cobertura da terra na Amazônia - TerraClass 2008

Dados Municipais do Levantamento de informações de uso e cobertura da terra na Amazônia - TerraClass 2008

Chefe Geral Claudio José Reis de Carvalho Coordenador Técnico Adriano Venturieri Embrapa Informática Agropecuária Chefe-Geral Kleber Xavier Sampaio de Souza Coordenador Técnico Alexand[r]

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DISSERTAÇÃO_Estrutura de comunidades de Scarabaeidae (Insecta Coleoptera) em diferentes sistemas de uso da terra na Amazônia

DISSERTAÇÃO_Estrutura de comunidades de Scarabaeidae (Insecta Coleoptera) em diferentes sistemas de uso da terra na Amazônia

Os sistemas de Agrofloresta, Consórcio Triplo, Monocultivo de Mandioca apresentam riqueza de espécies de Scarabaeidae semelhante, porém inferiores a da Floresta, confirmando a associação[r]

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Uso da terra e propriedades físicas e químicas de Argissolo Amarelo distrófico na Amazônia Ocidental.

Uso da terra e propriedades físicas e químicas de Argissolo Amarelo distrófico na Amazônia Ocidental.

A porosidade seguiu uma ordem inversa da densidade (Quadro 3). Assim, na área de mata, tem- se um solo mais poroso, provavelmente por ser um ambiente pouco perturbado e mais protegido das intempéries (sol, chuva e vento). Quanto à resistência à penetração, o maior valor foi encontrado para o uso com pastagem, nas camadas de 0,0-0,20 e 0,20-0,40 m, respectivamente, em relação aos outros usos (Figura 2). A expressiva resistência do solo, na camada de 0,20-0,40 m, com a pastagem demonstra que a compactação não é proveniente apenas do pisoteio, mas também do ajuste de partículas (Ferreira et al., 1999), conseqüência do entupimento dos poros pelas partículas mais finas, bem como dos ciclos de umedecimento e secagem do solo (Oliveira et al., 1996).
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Classificação de uso e cobertura da terra na Amazônia brasileira por meio de imagens de satélite

Classificação de uso e cobertura da terra na Amazônia brasileira por meio de imagens de satélite

In  the  Machadinho  d’Oeste  study  area,  the  2001  Landsat  ETM  image  was  used  to  conduct  land  use/ cover  classification,  consisting  of  12  land  use/cover  classes. Since[r]

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Aspectos econômicos da adubação e da calagem na Amazônia.

Aspectos econômicos da adubação e da calagem na Amazônia.

Do ano de 1975, quando foram divulgadas as avaliações preliminares do desmatamento da Amazônia com base no satélite Landsat, lançado em 23 de julho de 1972, até 2018, a área desmatada da Amazônia Legal passou de 15 milhões de hectares para cerca de 78 milhões de hectares, equivalente a mais de três vezes o estado de São Paulo ou mais do que a soma dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ou, ainda, a 18% da Amazônia Legal. A Amazônia brasileira ocupa uma área de 5.144.333 km 2 , correspondente a 60% do território nacional. Nessa região existem dois tipos de terra: a firme e a inundável. A primeira é aquela fora do alcance das inundações periódicas, enquanto a segunda é sujeita a inundações. A terra firme abrange uma superfície de cerca de 87% do território amazônico e a terra inundável o restante. Cerca de 6% da região é constituída de solos eutróficos – solos de elevada fertilidade – localizados na terra firme. Também, em torno de 6% da superfície regional está representada por solos eutróficos situados na terra inundável (várzea). Assim, aproximadamente 88% da Amazônia é ocupada por solos distróficos – solos de baixa fertilidade – dos quais 81% estão na terra firme e cerca de 7% na terra inundável, restando cerca de 12% de solos eutróficos (Nascimento; Homma, 1984; Homma, 2001).
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Aspectos econômicos da cafeicultura.

Aspectos econômicos da cafeicultura.

A cafeicultura na Amazônia utiliza pouco insumo, como se espera pelo baixo padrão tecnológico predominante na atividade. Esse quadro pouco está se modificando no tempo, o que é motivo de preocupação quanto à inovação tecnológica e competitividade da atividade. Em 1996 menos de 2% dos cafeicultores adubavam as suas lavouras no Pará e em Rondônia. Entre 1996 e 2006 houve o aumento da utilização da irrigação e no uso de agrotóxicos, mas isto não é garantia de uso correto de tecnologia, pois são conhecidos os problemas em sistemas irrigados e o uso de insumos químicos de maneira incorreta (Tabela 5).
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Uso do solo e desmatamento nas regiões da Amazônia Legal Brasileira: condicionantes econômicos e impactos de políticas públicas

Uso do solo e desmatamento nas regiões da Amazônia Legal Brasileira: condicionantes econômicos e impactos de políticas públicas

O modelo ENVISAGE buscou fornecer uma visão dos impactos das mudanças climáticas e políticas de mitigação dentro dos países, ligando um modelo econômico global com um modelo de micro-simulação global baseado numa compilação abrangente de pesquisas familiares de cada país (BUSSOLO et al., 2008). Trata-se de um modelo EGC dinâmico derivado do modelo global de comércio LINKAGE 36 do Banco Mundial. O ENVISAGE modelou a terra usando uma função de transformação CET que governa a sua oferta. O estudo de Keeney e Hertel (2008) examinou os impactos do uso de terra agrícola decorrente do aumento da demanda por etanol nos Estados Unidos usando o modelo GTAP-BIO. Encontrou-se que a suposição padrão do crescimento da produtividade é excessivamente restritiva. O modelo global GTAP-BIO foi adaptado para estudar as commodities agrícolas e a implicação no mercado de fatores de um aumento na produção de biodiesel no EUA, com foco no uso de terra de áreas para lavoura, tanto como a conversão potencial de pasto e floresta.
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Aspectos econômicos da recuperação de pastagens no Bioma Amazônia.

Aspectos econômicos da recuperação de pastagens no Bioma Amazônia.

Este cenário tem despertado a preocupação de diferentes segmentos da sociedade, que cada vez mais exerce pressão sobre o setor produtivo que atua no Bioma Amazônia, com o intuito de que este adote sistemas de produção que sejam sustentáveis. No âmbito das políticas de governo o Plano Amazônia Sustentável - PAS (BRASIL, 2008), pode ser considerado uma das iniciativas pública voltada para a região Norte de forma participativa, em virtude da sua construção com o envolvimento dos estados amazônicos, a qual apresenta entre seus objetivos e estratégias, a sustentabilidade e conservação dos recursos naturais, onde as pastagens cultivadas merecem atenção especial, pois representam o principal uso das terras deste Bioma. Neste contexto a reconversão de pastagens degradadas ao processo produtivo assume grande relevância dada a extensa área a ser recuperada, no entanto, os elevados custos têm impedido uma ampla adoção das tecnologias de recuperação. Neste trabalho são apresentadas diferentes tecnologias de recuperação/ renovação de pastagens, dando-se ênfase aos aspectos econômicos envolvidos no processo.
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Importância e alguns aspectos no uso de leguminosas na Amazônia

Importância e alguns aspectos no uso de leguminosas na Amazônia

Em regiões de colonização antiga, como Bragantina, no Pará, ou de ocupação mais recente como as fronteiras abertas em Rondônia, o desmatamento foi intenso e não há mais formação de capoeira. No período de pousio, a terra fica coberta por uma vegetação quase que exclusivamente herbácea (como o assa- peixe, gramíneas, etc.). Nesse caso, Dubois et al. (1996) sugerem a formação de uma boa cobertura viva com leguminosas herbáceas ou semi-lenhosas, de crescimento rápido, capazes de produzir em pouco tempo uma grande massa de folhagem (por exemplo: feijão-de-porco, flemíngia, desmódio, mucuna preta etc.). No fim do pousio, esta massa verde é cortada e, em seguida, incorporada ao solo ou deitada para formar uma densa cobertura morta. Essas medidas ajudam a recuperar a capacidade produtiva do solo, mas, geralmente, não são suficientes. A aplicação de adubos minerais e orgânicos é quase sempre necessária.
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Aspectos sócio-econômicos da desnutrição no Brasil.

Aspectos sócio-econômicos da desnutrição no Brasil.

Condições Familiares — Condições de Emprego Dada a relação conhecida entre renda e estado nutricional da criança em idade pré­escolar, uma informação útil do pon­ to de vista de orientaç[r]

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A Amazônia, aspectos económicos

A Amazônia, aspectos económicos

ção ao ar da noite ou na residência nas terras baixas pantanosas. Alguns habitantes inglezes, que estão aqui estabelecidos ha 20 ou 30 annos, têm um quasi tão bello aspecto como se nunca houvessem deixado seu paiz natal... A tempe­ ratura igual, a perpetua verdura, a frescura da estação secca, quando o calor do sol é tempe­ rado pelas fortes brisas maritimas e a modera­ ção das chuvas periódicas tornão o clima um dos mais agradaveis ( enjoyable} da superfície da terra. (Pag. 19 e 20).

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