Usuários de Drogas

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A internação para usuários de drogas: diálogos com a reforma psiquiátrica.

A internação para usuários de drogas: diálogos com a reforma psiquiátrica.

Apesar de uma nova legislação sobre drogas ter entrado em vigor, a prática não acompanhou a mudança tão rapidamente, e ainda hoje temos vestígios do antigo tratamento perante o fenômeno, predominando a abordagem repressora e punitiva aos usuários. Na contramão da humanização dos serviços e das conquistas do movimento da luta antimanicomial, alguns setores da sociedade tentam repetir o paradigma asilar de tratamento da loucura trazendo, como proposta de cuidado, o isolamento social dos usuários de drogas, contendo-os à revelia em instituições totais. Essa tendência é semelhante à adotada nos tribunais norte-americanos cuja ideia central é de que os usuários de drogas iquem obrigados a tratar da “doença”, a qual é diagnosticada na maior parte dos casos por uma autoridade jurídica. O descumprimento dessa obrigação implica uma punição legal mais severa e gera o modelo de tratamento compulsório em que os usuários passam a ser vistos tanto como doentes quanto como criminosos (Bravo, 2002).
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Linguagem e memória autobiográfica de adolescentes usuários de drogas.

Linguagem e memória autobiográfica de adolescentes usuários de drogas.

Analisando-se a linguagem contida na memória autobio- gráfica de adolescentes usuários de drogas, se pode obter importantes informações sobre o funcionamento lingüístico e sobre a integração entre a cognição e a emoção, áreas ge- ralmente prejudicadas em tais sujeitos. Assim, este estudo torna-se importante por possibilitar ao fonoaudiólogo um novo campo de atuação clínica, além de fornecer à equipe interdisciplinar informações que permitam melhor compre- ensão deste transtorno.

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Fatores de risco para transmissão do HIV em usuários de drogas de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

Fatores de risco para transmissão do HIV em usuários de drogas de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

Pode-se perceber que uma parcela signifi- cativa dos entrevistados apresentava renda fa- miliar acima de três salários mínimos, contra- dizendo a impressão empírica de que usuários de drogas se concentram em uma faixa popu- lacional de renda muito baixa ou inexistente. Outro ponto importante é que trata-se de uma população jovem e potencialmente produtiva, como também demonstram Lima et al. 8 , Bar- cellos 13 e Castilho et al. 14 entre outros, que identificam indivíduos dos 25 aos 40 anos como a faixa de maior concentração de usuários de drogas sob risco de soropositividade para o HIV. Quanto à soropositividade e testagem HIV, importa ressaltar que a taxa encontrada é bas- tante alta (22,6%), especialmente porque os in- divíduos estudados eram usuários de drogas variadas e não apenas drogas injetáveis e por- que 70,0% nunca haviam injetado drogas. En- tretanto, é provável que a forma de uso e não o tipo de droga esteja associada com maior risco, uma vez que apenas o uso injetável de cocaína apresentou diferença significativa quanto à so- ropositividade do respondente. A relação entre uso de drogas injetáveis e soropositividade já é bem estabelecida na literatura por Des Jarlais et al. 15 e Nwanyanwu et al. 16 .
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ALTERAÇÕES BUCAIS PRESENTES EM USUÁRIOS DE DROGAS

ALTERAÇÕES BUCAIS PRESENTES EM USUÁRIOS DE DROGAS

Ainda que o cirurgião-dentista se depare com muitas das manifestações da dependência das drogas na cavidade bucal, esses profissionais, geralmente, desconhecem as profundas consequências do uso, como o aumento da susceptibilidade a infecções, xerostomia e hemorragias pós-operatórias, o que pode comprometer os resultados do tratamento odontológico instituído, expondo, desnecessariamente, o paciente a riscos. Além disso, os usuários de drogas apresentam maior risco de ter a saúde bucal comprometida devido ao descuido em geral e, também, por não buscarem cuidados odontológicos, apresentarem dieta não balanceada e hábitos deficientes de higiene oral. (CASOTTI et al., 2016, p. 632)
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Percepções de jovens usuários e não usuários de drogas sobre a escola e a família

Percepções de jovens usuários e não usuários de drogas sobre a escola e a família

Este estudo objetivou comparar a percepção de jovens de baixa renda usuários de drogas (em situação de risco psicossocial) e não usuários de drogas sobre o sentido da família e da escola em suas vidas. Para isso foi utilizada a Pesquisa Nacional sobre Fatores de Risco e Proteção da Juventude Brasileira de baixa renda, desenvolvida nas cinco regiões do Brasil e no Distrito Federal. A base de dados é formada a partir de um questionário com 109 questões de múltipla escolha, o qual foi respondido por mais de sete mil jovens e utilizado para investigar aspectos relacionados a vários temas. Nesta pesquisa focalizou-se a percepção que os participantes têm da escola e da família e o modo como se relacionam com as mesmas. Resultados indicam que jovens que se declararam usuários de drogas faltam mais dias letivos, quase metade já foram reprovados pelo menos uma vez, têm visões mais negativas em relação à qualidade da escola, gostam dos amigos da escola, mas não confiam nos professores, mostram descontentamento com a atual instituição escolar. Conclui-se que a família e a escola são importantes fatores de proteção e que quando ocorre o fracasso dessas instituições, os jovens ficam muito vulneráveis.
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Drogas, sujeito e proibicionismo: uma discussão sobre os modelos de atenção aos usuários de drogas

Drogas, sujeito e proibicionismo: uma discussão sobre os modelos de atenção aos usuários de drogas

No terceiro e último capítulo, este trabalho desenvolveu os elementos que configuram o contexto das mais recentes transformações em termos de regulação e circulação das drogas, bem como analisa seus desdobramentos no que respeita aos modelos de atenção em saúde. Inicia descrevendo o processo de modificações de ordem legal-institucional, que culmina na implantação da atual lei de drogas 11.343/2006. Parte da inicial identificação das mudanças em nível governamental, destacando os movimentos ministeriais e a gestação de políticas públicas, e segue mostrando como tais transformações desembocam nas propostas reformadas de atenção e trato com usuários de drogas. Em seguida, o capítulo apresenta o modelo de atenção psicossocial, definido pela Política Nacional de Saúde Mental como a orientação em termos de compreensão teórica e desdobramentos técnicos dessa atenção. São descritas algumas balizas dessa proposta, bem como feita a caracterização dos dispositivos em rede e seu funcionamento. O capítulo buscou transmitir a implantação desse modelo em meio às questões estruturais concretas e culturais simbólicas, buscando articular o modelo de atenção em saúde mental com as práticas institucionais de cuidado dispensadas aos usuários de drogas. Entre os objetivos centrais, buscou-se explicitar o raciocínio segundo o qual este momento tem sido considerado como de transição paradigmática, fruto direto de inconteste esgotamento dos modelos de atenção e regulação das drogas embebidos no proibicionismo. Tal transição tem se mostrado fundamentalmente tensionada, pois que da combinação de avanços e retrocessos tem se produzido os efeitos práticos da atenção nos dispositivos e nas ações de governo. Esta tensão, por sua vez, explicita as dimensões dos desafios postos e escancara um sem número de lacunas legais, conceituais e técnicas. Nesta tese e nos trabalhos que a ela foram referências, inquirir e sabatinar este atual estado das coisas é papel implicado e indeclinável da pesquisa e de seus autores. A esta pretensão intentamos ter contribuído.
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Ideação de suicídio em um serviço de teleatendimento para usuários de drogas

Ideação de suicídio em um serviço de teleatendimento para usuários de drogas

O Serviço por meio da abordagem utilizada orienta seus pacientes na busca por centros especializados para lidarem com o risco de suicídio. Considerando os resultados de menções a própria morte relatados nos atendimentos ressalta-se a urgência dos profissionais de saúde em realizar o inquérito de risco de suicídio com pacientes usuário de substâncias. A taxa global de suicídio no Brasil cresceu 30% em 20 anos (Botega, 2014), exigindo dos profissionais que lidam com os usuários de drogas maior atenção sobre o tema, já que muitas vezes necessita-se de medidas extremas, como contensão física e química, para evitar a morte do paciente.
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Não adesão em intervenções por telemedicina para usuários de drogas: revisão sistemática.

Não adesão em intervenções por telemedicina para usuários de drogas: revisão sistemática.

Foram selecionados ensaios clínicos randomizados que atendessem aos seguintes critérios: a) teste de diferentes métodos terapêuticos por meio de telemedicina entre usuários de drogas e com estimação de fatores asso- ciados a taxas de não adesão para acompanhamento; b) população acima de 18 anos; c) publicações em lín- gua inglesa entre 2000 e 2012. A telemedicina é ainda um campo de estudo recente e foram encontrados estu- dos a partir de 2000, por isso a data de início da busca. Os autores decidiram pela língua inglesa pelo número maior de publicações nesse idioma.
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O trabalho do assistente social na política de atenção aos usuários de drogas

O trabalho do assistente social na política de atenção aos usuários de drogas

Esse estudo versa sobre o trabalho do assistente social na Política de Atenção aos usuários de drogas e objetiva analisar como a categoria profissional dos assistentes sociais vem discutindo a questão do uso de drogas e sua prática profissional nas produções científicas da área, com vistas a elaborar subsídios para aprimoramento dos atendimentos e contribuir para a produção teórica da categoria. Para tanto, desenvolveu-se uma pesquisa de cunho bibliográfico na Revista Serviço Social e Sociedade, publicação de referência para a categoria profissional e consultou-se o Banco de Teses e Dissertações dos Programas de Pós-Graduação brasileiros, avaliados pela área do Serviço Social na CAPES/MEC, a fim de identificar o montante de publicações que discutem a questão do trabalho do assistente social e o uso de drogas.. Ainda, fez-se uso do recurso da pesquisa documental para a análise do Banco de Dados da pesquisa “Políticas e Práticas de Enfrentamento à Drogadição no Rio Grande do Sul/RS”, com o intuito de apresentar um panorama sobre os serviços destinados à usuários de drogas que contam com o trabalho do assistente social na Região Metropolitana de Porto Alegre/RS. Para o andamento da pesquisa utilizou-se, durante todo o percurso do estudo, o método dialético-crítico com as categorias centrais de análise: historicidade, totalidade e contradição. Os dados quantitativos receberam tratamento estatístico simples e os qualitativos foram submetidos à técnica de análise de conteúdo, com base em Bardin (1977). As discussões sobre a Política de Saúde Brasileira, sobre o fenômeno do Uso de Drogas na Sociedade e sobre o Trabalho do Assistente Social na Política de Atenção aos usuários de drogas fundamentaram-se nos aportes teóricos e nos resultados coletados durante a pesquisa. A partir desses dados e informações, é possível concluir que existe um baixo índice de produção, nas fontes pesquisadas, sobre a temática das drogas no Serviço Social. A produção analisada permite concluir que os assistentes sociais que atuam em instituições de enfrentamento a drogadição, não têm discutido teoricamente suas práticas, limitando a produção do Serviço Social nessa área.
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Concepções de acadêmicos de enfermagem sobre usuários de drogas.

Concepções de acadêmicos de enfermagem sobre usuários de drogas.

Objeto do estudo: Concepções dos graduandos de enfermagem sobre a abordagem ao paciente usuário de drogas. Objetivos: Descrever a concepção dos estudantes de enfermagem sobre os usuários de drogas. Método: Estudo descritivo-exploratório desenvolvido com 321 estudantes de 15 Instituições privadas de Ensino Superior de Enfermagem, no estado do Rio de Janeiro. Utilizou-se a escala de atitudes e crenças NEADA, aplicada entre junho de 2006 e agosto de 2007. Os resultados evidenciam que as dificuldades em abordar um cliente que faz uso de drogas são reais, mas as limitações pessoais dos profissionais em atender essa clientela ainda permeiam a assistência, influenciando no cuidado.
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Surto de malária induzida entre usuários de drogas injetáveis.

Surto de malária induzida entre usuários de drogas injetáveis.

A ocorrência de malária entre usuários de dro- gas endovenosas, detectadas pela primeira vez no Estado de São Paulo, no final da década de 80, pode ser explicada pela intensificação da t[r]

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A internação compulsória como estratégia de governamentalização de adolescentes usuários de drogas.

A internação compulsória como estratégia de governamentalização de adolescentes usuários de drogas.

De forma geral, as ordens judiciais se utilizam da descrição e da exaltação do comportamento e da con- duta do adolescente para embasar suas justificativas de encaminhamento como, por exemplo: eles criam situações de conflito, não obedecem às regras, não obedecem às determinações médicas e utilizam drogas. Mesmo sendo um pedido de avaliação, a ordem judicial tem características de medida de segurança. Essa medida surge como forma, em alguns casos, de “segregação de quem expõe a perigo a integridade de seus familiares e compromete a segurança da sociedade” [ sic]. Para efetivar a ordem judicial o juiz sugere e autoriza que os profissionais do serviço de saúde utilizem “força poli- cial para fiel cumprimento da medida” [sic]. São esses discursos, colocados em documentos impressos, que garantem o encaminhamento do jovem para o serviço de internação aqui estudado (Guareschi et al., 2015).
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Percepções do Cuidado aos Usuários de Drogas por Agentes Comunitários de Saúde

Percepções do Cuidado aos Usuários de Drogas por Agentes Comunitários de Saúde

Já na abordagem da RD, embora se compreenda que a abstinência possa vir a ser o desfecho desejável para algumas pessoas, o foco está “na adoção de estra- tégias para minimizar os danos sociais e à saúde relacio- nados ao consumo de drogas, mesmo que a intervenção não produza uma diminuição imediata do consumo” (Alves, 2009, p. 2313). A abordagem da RD considera que o usuário pode estabelecer diversas relações com as drogas, podendo seu consumo variar: “recreacional, medicinal, nocivo, compulsivo” (Sodelli, 2010, p. 643). Portanto, não se deve classificá-las a priori como subs- tâncias maléficas, conforme esclarece Sodelli (2010), fazendo-se necessário que o indivíduo seja o centro do tratamento, para se entender a relação que ele estabelece com as drogas. Somente a partir de então seria possí- vel formular projetos terapêuticos singulares, conside- rando-se as especificidades de cada caso.
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Dinamica de transmissão do HIV entre usuários de drogas injetáveis, na cidade de...

Dinamica de transmissão do HIV entre usuários de drogas injetáveis, na cidade de...

A estrutura social das comunidades de UDIs promove o compartilhamento de agulhas e seringas, pois a ética de cooperação nos pequenos grupos é aplicada, também, ao uso compartilhado dos equipamentos para injetar drogas. A recusa do compartilhamento, sem uma razão social legítima, poderia provocar um questionamento do grupo sobre o indivíduo, acerca da confiança para outras ações (1992 [97] ). Além disto, razões como o limitado suprimento de agulhas e seringas, seu alto preço relativo, entre outras, fazem com que o compartilhamento deste equipamento ocorra entre indivíduos que se conhecem, os que pouco se conhecem, e mesmo entre os que são absolutamente desconhecidos, onde o uso da droga é o único elo comum entre eles. Vários fatores de risco têm sido associados com a soropositividade para o HIV em comunidades de UDIs: duração do uso de droga injetável, compartilhamento de agulhas e seringas, número de pessoas que participam do compartilhamento, quantidade de equipamentos disponíveis para injetar drogas, número médio de injeções e residência em área com alta prevalência do HIV (1987 [32] ).
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Nota sobre surto de malária em usuários de drogas injetáveis .

Nota sobre surto de malária em usuários de drogas injetáveis .

Em julho de 1990 um surto de malária induzida em usuários de cocaína injetável foi assinalado na cidade de Bauru, Estado de São Paulo, Brasil, ten- do sido notificados, até o momento, 12[r]

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Perfil sociodemográfico e de padrões de uso entre dependentes de cocaína hospitalizados

Perfil sociodemográfico e de padrões de uso entre dependentes de cocaína hospitalizados

De muitas maneiras, os usuários de drogas estão es- condidos da sociedade, tanto por usar uma droga ile- gal como pela criminalidade a ela relacionada, fican- do, assim, difícil determinar com precisão o seu núme- ro. Eles podem ser encontrados: a) em serviços especia- lizados no tratamento de dependência química, onde são internados para recuperação ou por “overdose”; b) em delegacias de polícia, cadeias e nos presídios, onde se encontram devido aos crimes relacionados às dro- gas; c) em hospitais, quando são agredidos em conse- qüência da violência, ou quando são vistos para cui- dados médicos devido às drogas ou outras condições a elas relacionadas, tais como infecções. 14
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“Uma força que atrai”: o significado das drogas para usuários de uma ilha de Cabo Verde.

“Uma força que atrai”: o significado das drogas para usuários de uma ilha de Cabo Verde.

Este estudo teve como objetivo compreender o significado do consumo de drogas na perspectiva de usuários, atendidos em um ambulatório do Serviço da Saúde Mental de uma ilha do arquipélago de Cabo Verde. Dada a natureza do problema, esta investigação utilizou a abordagem qualitativa, tendo como referencial metodológico a Teoria Fundamentada nos Dados, à luz do Interacionismo Simbólico. Participaram do estudo nove usuários de drogas do referido ambulatório. A entrevista gravada e a observação foram as estratégias de obtenção de dados. A análise comparativa dos dados resultou no fenômeno central “uma força que atrai”, expressando a grande dificuldade que os usuários têm para se afastar do consumo abusivo de substâncias psicoativas, sabendo, previamente, que todos os problemas enfrentados nas esferas pessoal, familiar e social advêm da habituação. Este estudo permitiu, assim, identificar pontos vulneráveis de possível atuação da equipe de saúde, visando a prevenção do abuso de drogas.
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Drogas sob o olhar de jovens usuários em situação de tratamento

Drogas sob o olhar de jovens usuários em situação de tratamento

Objetivo: Promover, por meio do Círculo de Cultura, espaço crítico- relexivo acerca das drogas junto aos jovens usuários em situação de tratamento. Método: Desenvolveu-se pesquisa-ação, realizada em 2012, com dez jovens usuários de drogas, acompanhados para tratamento de dependência na comunidade terapêutica Desaio Jovem do Ceará. A análise e interpretação dos resultados privilegiaram a discussão conforme experiência vivida pelo grupo. Resultados: Constatou-se que os amigos, familiares e a curiosidade foram os principais fatores de risco para que viessem a experimentar as drogas, e que atualmente eles possuíam uma visão mais crítica sobre as drogas. Conclusão: É preciso que os proissionais de saúde se aproximem da realidade dos jovens, com o intuito de visualizar estratégias criativas e ativas ao longo do processo de ensino- aprendizagem, que possibilitem aos sujeitos relexões sobre a busca por soluções para as situações-problema vivenciadas de forma interativa. Descritores: Adolescente, Cocaína Crack, Educação em Saúde.
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Desatando a trama das redes assistenciais sobre drogas: uma revisão narrativa da literatura.

Desatando a trama das redes assistenciais sobre drogas: uma revisão narrativa da literatura.

Resumo Acalorados debates sobre determinados modelos de tratamento para usuários de drogas ocorrem no âmbito da academia, das políticas públicas, além da mídia. A rede assistencial sobre drogas é apresentada neste contexto como um im- portante mecanismo, mas sua construção torna-se um desafio. Assim, realizou-se uma análise crítica da literatura acadêmica acerca das redes assisten- ciais sobre drogas, na forma de uma revisão nar- rativa, visando levantar seus desafios e possibili- dades de consolidação. Os resultados encontrados foram: a) uma escassez de estudos específicos sobre a rede assistencial sobre drogas; b) cobertura insu- ficiente e desintegrada frente à demanda de trata- mento; c) necessidade de se repensar o papel dos Centros de Atenção Psicossocial para Álcool e ou- tras Drogas, visando seu fortalecimento, expansão, melhoria estrutural e readequação de práticas; d) ausência de análises críticas sobre o processo de construção dos modelos assistenciais sobre drogas nos serviços públicos; e, e) responsabilidade do Estado em fornecer melhores alternativas ao pa- norama encontrado, avançando no fortalecimento das ações intersetoriais, articulação do cuidado e no aprimoramento das condições de trabalho. Palavras-chave Assistência à saúde, Transtornos relacionados ao uso de substâncias, Centros de tratamento de abuso de substâncias
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Relação entre consumo de drogas e comportamento sexual de estudantes de 2o grau de São Paulo.

Relação entre consumo de drogas e comportamento sexual de estudantes de 2o grau de São Paulo.

Esse comportamento mais “liberal” poderia ser caracteriza- do por um estilo de vida que favoreça maior atividade sexual. Este grupo teria uma vida menos rígida moralmente, com menor preconceito quanto ao sexo e ao uso de drogas. Além disso, podem ser pessoas mais integradas a grupos de amigos também usuários, nos quais ocorreriam trocas de experiências sobre obtenção e uso de drogas ilícitas e maior facilidade de se conseguir um parceiro sexual. Assim, esse grupo que denomi- namos de mais liberal, independentemente de estar sob o efei- to da droga, poderia estar adotando posturas de maior risco no relacionamento sexual, evitando ou dispensando o preservati- vo. Além disso, a conhecida onipotência dos adolescentes pode estar mais acentuada neste grupo que, além de se considerar imune aos efeitos deletérios das drogas, sente-se imune tam- bém às DSTs. Essa característica pode estar mais acentuada entre os usuários de drogas mais “pesadas”, como a cocaína e o crack, aqueles que fazem uso mais freqüente de drogas, ou ainda os que associam um maior número de drogas.
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