Utilização de serviços de saúde

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Perfis de utilização de serviços de saúde no Brasil.

Perfis de utilização de serviços de saúde no Brasil.

da população acima de 14 anos de idade no país, excluída a região Norte. Esse grupo é composto, predominantemente, por pessoas idosas, que moram sozinhas, com alta necessidade de servi- ços especializados. Cabe ainda ressaltar o enor- me contingente de indivíduos (35.109.394) com baixa capacitação, necessidade e predisposição para o consumo. Esses indivíduos têm baixa ne- cessidade, pois se auto-avaliam em bom estado de saúde e não possuem doenças crônicas, nem limitações de atividades, o que pode suscitar a dúvida se a ausência de morbidades é devida ao baixo nível de capacitação para o consumo des- te grupo. De qualquer forma, esse grupo consti- tui os potenciais alvos de medidas preventivas. Devido à importância dos resultados encontra- dos, estudos futuros devem aprofundar a análi- se, de forma a entender melhor a dinâmica de utilização de serviços.
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Desigualdades geográficas e sociais na utilização de serviços de saúde no Brasil.

Desigualdades geográficas e sociais na utilização de serviços de saúde no Brasil.

Resumo O consumo de serviços de saúde é função das necessidades e do comportamento dos indivíduos em relação a seus problemas de saúde, bem como das formas de financiamento e dos serviços e recursos disponíveis para a po- pulação. A Constituição brasileira de 1988 es- tabelece o Sistema Único de Saúde (SUS) com base na institucionalização da universalidade da cobertura e do atendimento. O sistema foi implementado em 1990 e pode ser traduzido como igualdade de oportunidade de acesso aos serviços de saúde para necessidades iguais. Este trabalho estuda a eqüidade no uso de serviços de saúde a partir de duas dimensões: a geográ- fica e a social. Os dados utilizados são de pes- quisas realizadas em 1989 e 1996-1997, pelo IBGE. Para avaliar as desigualdades geográfi- cas no consumo de serviços de saúde foram cal- culadas taxas padronizadas de utilização de serviços. Comparou-se também a dimensão do gasto privado domiciliar com medicamentos e com planos de saúde. Para avaliar as desigual- dades sociais, estimou-se a razão de odds para três grupos de renda e para as pessoas com e sem cobertura de plano de saúde. Observou-se pequena redução dos níveis de desigualdades no período analisado (1989-1996/1997), com o sistema de saúde atual mantendo-se caracteri- zado por marcadas iniqüidades.
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Situação no mercado de trabalho e utilização de serviços de saúde no Brasil.

Situação no mercado de trabalho e utilização de serviços de saúde no Brasil.

mercado de trabalho sobe a utilização de serviços de saúde. Os resultados sugerem que a estrutura social e econômica, que estabelece diferentes gru- pos sociais com condições de saúde desiguais, também se faz presente no uso deles, o que pode contribuir para reproduzir e acentuar as desigual- dades existentes. O Sistema Único de Saúde, que representa um enorme avanço em termos de po- líticas públicas no Brasil, ainda não foi capaz de fazer face à desigualdade na utilização de serviços, em especial no uso de serviços odontológicos e consultas médicas, e na população masculina eco- nomicamente ativa. Conhecer as barreiras e au- mentar a oferta de serviços com perfil de funcio- namento adequado para quem trabalha é funda- mental para tentar reduzir as iniquidades obser- vadas. Por outro lado, promover a inserção no trabalho com garantias dos direitos sociais pode contribuir para a melhoria da saúde pública.
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(In)Satisfação dos usuários: duplicação e uso simultâneo na utilização de serviços na Saúde da Família.

(In)Satisfação dos usuários: duplicação e uso simultâneo na utilização de serviços na Saúde da Família.

Estudo descritivo-exploratório, visando identificar padrão de utilização de serviços de saúde: duplicação e uso simultâneo em uma Unidade de Referência Distrital (URD)e quatro Unidades de Saúde da Família (USF). Os dados secundários foram coleta-dos em duas etapas: na primeira etapa, foram identificadas as Fichas de Atendimento da Unidade de Referência Distrital, referentes a 15 dias do mês de junho de 2006; na se- gunda etapa, verificou-se 856 atendimen- tos, distribuídos entre as USF selecionadas, de usuários que utilizaram a URD. Identifi- cou-se a ocorrência de duplicação na utili- zação dos serviços de saúde que corres- pondeu a 0,35% dos usuários atendidos no conjunto dos serviços, e o uso simultâneo, correspondendo a 3,27% dos usuários. A duplicação da utilização de serviços de saú- de é considerada indicador indireto para a análise da satisfação do usuário, ou seja, a análise da duplicação da utilização dos ser- viços pode ser analisada como expressão da insatisfação dos usuários.
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Utilização de serviços públicos e privados de saúde pela população de Belo Horizonte.

Utilização de serviços públicos e privados de saúde pela população de Belo Horizonte.

RESUMO: Objetivo: Analisar as diferenças de utilização de serviços de saúde pelos usuários do SUS e beneiciários da Saúde Suplementar (SS). Métodos: Um total de 288 indivíduos adultos, residentes em Belo Horizonte, participantes do inquérito telefônico VIGITEL em 2009, compuseram a amostra cujas variáveis foram analisadas segundo a classiicação de usuários do SUS ou beneiciários da SS. Razões de Prevalência (RP), ajustadas por sexo, idade e escolaridade, foram calculadas para avaliar diferenças entre os grupos. Resultados: A necessidade e a procura por serviços de saúde foram similares entre os grupos e os usuários do SUS obtiveram menor êxito no atendimento (RP = 0,78; p = 0,027). Os participantes de ambos os grupos avaliaram, na sua maioria, o atendimento recebido como muito bom/bom, sem diferenças signiicativas. Conclusão: Embora ocorram diferenças na utilização dos serviços de saúde em Belo Horizonte, o atendimento recebido é bem avaliado por usuários do SUS e de planos de saúde.
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Gênero, morbidade, acesso e utilização de serviços de saúde no Brasil.

Gênero, morbidade, acesso e utilização de serviços de saúde no Brasil.

O padrão de utilização de serviços de saúde de um determinado grupo populacional é pre- dominantemente explicado por seu perfil de necessidades em saúde (Hulk & Wheat, 1985). O uso de serviços está condicionado, também, por inúmeros outros fatores, internos e exter- nos ao setor. A disponibilidade, o tipo, a quan- tidade de serviços e recursos (financeiros, hu- manos, tecnológicos), a localização geográfica, a cultura médica local, a ideologia do presta- dor, entre outros, são aspectos da oferta que in- fluenciam o padrão de consumo dos indivíduos (Wennberg, 1985). Por outro lado, as escolhas individuais também são cruciais, sendo que nem todas as necessidades se convertem em de- mandas e nem todas as demandas são atendi- das. Dessa forma, desigualdades no uso de ser- viços de saúde refletem as desigualdades indi- viduais no risco de adoecer e morrer. Igualmen- te, indicam diferenças no comportamento do indivíduo perante a doença, além das caracte- rísticas da oferta de serviços que cada socieda- de disponibiliza para seus membros (Pinheiro & Travassos, 1999; Travassos et al., 2000).
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Inquérito sobre a utilização dos serviços de saúde por homens adultos: prevalências e fatores associados1.

Inquérito sobre a utilização dos serviços de saúde por homens adultos: prevalências e fatores associados1.

premissa de que a faixa etária deve ser considerada, como no presente estudo, enquanto fator de ajuste para estimar modelos explicativos da utilização dos serviços de saúde. Porém, ressalta-se que, em análise univariada preliminar (sem ajustes teóricos), a faixa etária não se mostrou estatisticamente associada, possivelmente devido ao fato de que, entre os homens com idade de 20 a 59 anos, a proporção de utilização dos serviços de saúde não variou entre os intervalos etários, ao contrário do que poderia ter sido encontrado caso tivessem sido incluídos homens idosos no estudo. Além disso, o intervalo entre 50 e 59 anos, que apresentou maior diferença em comparação à categoria de referência (20 a 29 anos), não foi a mais frequente na amostra total, o que leva a concluir que o tamanho amostral dos subgrupos etários pode ter inluenciado na não identiicação de associação entre idade e utilização de serviços de saúde.
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A utilização de serviços de saúde por sistema de financiamento.

A utilização de serviços de saúde por sistema de financiamento.

Entretanto, quando analisada a distribuição de cada tipo de atendimento SUS, segundo re- gião de moradia do usuário, evidenciam-se dife- renças importantes. A região Sudeste concentra uma parcela dos atendimentos SUS referentes a quim io, rádio e hem oterapia ou hem odiálise muito mais que proporcional ao tamanho de sua população (Tabela 3). Este fato era esperado, ten- do em vista a distribuição regional da oferta des- ses serviços de alta e média tecnologia, o que cor- robora a hipótese de que uma parcela da deman- da de serviços de saúde é induzida pela oferta. As regiões Norte e Nordeste, inversamente, têm uma utilização desses serviços muito menos que pro- porcional ao tamanho de sua população, fato esse que se deve a uma escassez na oferta desses ser- viços nas referidas regiões 4 .
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A utilização de serviços de saúde por acidentados de trabalho.

A utilização de serviços de saúde por acidentados de trabalho.

Neste estudo descrevem-se as características da utilização de serviços de saú- de por trabalhadores que sofreram acidentes de trabalho. Os dados provêm das três primeiras fases de um estudo de coorte de base comunitária sobre saúde e trabalho, iniciado no ano 2000, e conduzido com todos os trabalhadores de 2.512 famílias selecionadas por amostragem aleatória de conglomerado, de estágio único, residentes na cidade de Salvador, Bahia. Entrevistas individuais foram empregadas para a coleta de dados. Nesta pesquisa analisaram-se os trabalhadores (n = 628) que referiram ter sofrido acidente de trabalho nos 12 meses antes da entrevista. Observou-se que cerca de metade dos casos de acidentes recebeu primeiros socorros e tratamento médico. A maioria (71%) foi atendida em unidades do SUS. Cerca de 15% tiveram o atendimento pago por planos de saúde privados. Observou-se também que a maioria referiu alta satisfação com o atendimento, tanto em serviços públicos como privados. En- tre os usuários do SUS, predominaram os trabalhadores sem carteira assinada, mas trabalhadores segurados também utilizaram os serviços públicos em sua maioria. Concluiu-se que o SUS tem expressiva participação no atendimento de acidentados do trabalho, independentemente da condição de cobertura por planos de saúde.
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Idosos na unidade de saúde da família: morbidade e utilização de serviços de saúde

Idosos na unidade de saúde da família: morbidade e utilização de serviços de saúde

O estudo alcançou o objetivo de conhecer como ocorre a utilização dos serviços de saúde pelos idosos cadastrados na USF Qualis A.E. Carvalho. A população idosa caracterizou-se como jovem, pois se encontrava na faixa etária de 60 a 70 anos e predominantemente do sexo feminino. A maioria dos idosos apresentava pelo menos um problema de saúde (93,5%), a prin- cipal DCN mencionada foi a hipertensão (67,4%) e 88,0% dos idosos utilizavam medicamentos. Apesar de o elevado quantitativo de idosos que utilizavam medicamentos, observou-se 57,6% visitavam o mé- dico de rotina. Os idosos que participaram do estu- do estavam cadastrados na USF, no entanto, somente 12,8% deles buscavam atendimento nessa unidade quando necessário. Por outro lado, 50,3% dos que fo- ram contra-referidos para a USF Qualis necessitaram de ir à unidade duas vezes ou mais para conseguirem realizar o agendamento.
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Uma revisão sobre os conceitos de acesso e utilização de serviços de saúde.

Uma revisão sobre os conceitos de acesso e utilização de serviços de saúde.

Uma tentativa mais recente de pensar a in- ter-relação entre os elementos que explicam o uso dos serviços de saúde, sobretudo a relação entre saúde e uso de serviços de saúde, é o mo- delo proposto por Evans & Stoddart 25 , deno- minado “Modelo de Produção da Saúde”. Des- taca-se por descrever a relação causal recípro- ca entre doença e utilização, em que somente a doença, e não a saúde, é responsável direta pe- lo consumo de serviços de saúde. A saúde é to- mada como fenômeno distinto da doença, que não se reduz à sua simples ausência. Essa abor- dagem vem ao encontro do conceito de saúde apresentado por Contandriopoulos 31 , para o qual não existe um contínuo entre a saúde e a doença, isto é, do estado mais completo de saú- de e bem-estar até a morte, passando pelos di- ferentes estágios das doenças e das perdas de capacidade funcional. O modelo explicita que os determinantes da saúde diferem dos deter- minantes do uso de serviços de saúde. A doen- ça – fator diretamente associado ao uso – é um dos elementos, dentre outros, como o grau de prosperidade e bem-estar de uma sociedade, que determinam a saúde. A utilização de servi- ços impacta diretamente a doença, mas apenas indiretamente a saúde.
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Utilização dos serviços de saúde pela população coberta pela Estratégia de Saúde da Família.

Utilização dos serviços de saúde pela população coberta pela Estratégia de Saúde da Família.

Foi realizado estudo transversal com 2.988 indiví- duos de todas as faixas etárias, residentes em áreas cobertas pela ESF, na zona urbana do município de Porto Alegre (RS), entre julho e setembro de 2003. Foram realizados cálculos de erro máximo permitido para o estudo de prevalência e de riscos relativos mínimos para a amostra estudada, levando em consi- deração um poder de 80% e um intervalo com 95% de confi ança para detecção das associações entre as variáveis independentes e o desfecho. O risco relativo mínimo da amostra foi 1,31 para a variável cor da pele, considerando uma prevalência de 27% de utilização de serviços de saúde nos últimos 15 dias.
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Arranjos domiciliares e a utilização de serviços de saúde dos idosos brasileiros

Arranjos domiciliares e a utilização de serviços de saúde dos idosos brasileiros

Este trabalho tem como objetivo medir a associação entre arranjos domiciliares e uso de serviços de saúde, controlando as estimativas por fatores demográficos, socioeconômicos e condições de saúde. Os dados utilizados foram retirados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) referente ao ano de 2008. Três formas de utilização dos serviços de saúde foram levadas em consideração: consulta médica, internação hospitalar e atendimento de emergência no domicílio, no período de referência. Foram utilizados modelos de regressão logística multivariada para cada tipo de serviço de saúde e construídas duas sequências de modelos: uma comparou a utilização de serviços de saúde entre idosos que viviam sós em relação aos idosos que viviam com alguém, e outra comparou a utilização de serviços de saúde apenas entre os idosos que corresidiam com outros indivíduos. Os resultados sugerem forte diferencial entre os sexos nas distribuições das características demográficas, socioeconômicas e de saúde, assim como na utilização dos serviços. Além disso, os resultados sugerem que morar sozinho não diferencia o idoso para realização de consulta médica ou internação hospitalar, mas sim para atendimento de emergência no domicílio. Porém, entre os idosos que não vivem sozinhos, vários fatores interferem na probabilidade de utilizar os serviços de saúde. Idosos que corresidem apenas com idosos possuem maior chance de utilizar os serviços de saúde de forma adequada. Surpreendentemente, corresidir com adultos, suspostamente os filhos dos idosos, não oferece proteção para os mesmos, no que diz respeito à utilização de serviços de saúde.
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CONDIÇÕES DE SAÚDE BUCAL E UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS ENTRE ADULTOS DE 40 ANOS OU MAIS: ESTUDO DE BASE POPULACIONAL

CONDIÇÕES DE SAÚDE BUCAL E UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS ENTRE ADULTOS DE 40 ANOS OU MAIS: ESTUDO DE BASE POPULACIONAL

As conclusões referentes à escolaridade observadas neste estudo reforçam resultados de outros realizados no país (BARROS; BERTOLDI, 2002; PINHEIRO; TORRES, 2006; PERES et al., 2012; MANHÃES; COSTA, 2008; ARAÚJO et al., 2009) e fora do país (GILBERT et al., 1994; MUIRHEAD et al., 2009; MAHARANI, 2009) e podem estar relacionadas às questões apontadas por Cecílio (2012) acerca da produção do cuidado, das práticas e do conhecimento. A utilização dos serviços de saúde bucal reflete também o descompasso entre o tempo dos gestores, da equipe de saúde e dos usuários e os múltiplos sistemas que regulam o acesso e consumo de serviços de saúde. Considerando estas questões, no contexto do acesso à saúde, com ênfase aos serviços odontológicos, a garantia de uma maior equidade não se limita aos sistemas de saúde, dependem de ações intersetoriais e políticas públicas que permitam reduzir as desigualdades de renda e educação, bem como a promoção de um usuário autônomo e capaz de fazer escolhas.
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Acesso e utilização dos serviços de saúde de atenção primária em população rural do município de Jequitinhonha, Minas Gerais

Acesso e utilização dos serviços de saúde de atenção primária em população rural do município de Jequitinhonha, Minas Gerais

relacionadas à busca de medicamentos, a taxa de utilização cai para 15,8% e apenas a presença de restrições de atividades habituais mostra-se associada com a utilização (OR 3,84; IC 1,53 – 9,74). A maioria dos indivíduos foi atendida na primeira vez que procurou o serviço (92,3%), no entanto, quase 40,0% daqueles que tiveram medicamentos prescritos no último atendimento ou foram apenas buscá-los com prescrições anteriores não os receberam gratuitamente. Tendo em vista a localização do Centro de Saúde local, o deslocamento até os serviços foi principalmente a caminhada de até 30 minutos e o uso de transporte coletivo para os serviços de saúde de Jequitinhonha ou outro município. Das pessoas estudadas, 33,7% não procurou os serviços de saúde, embora tenham percebido necessidades, apontando em geral problemas como a não disponibilidade de profissional para o atendimento, sendo que, 8,0% dos que procuraram não foram atendidos. Concluindo, não foram observadas iniqüidades no acesso e utilização dos serviços de saúde entre a população estudada. Entretanto não foi garantido efetivamente o acesso aos serviços de saúde nem a utilização próxima do domicílio. Recomenda-se a ampliação da oferta e adaptação dos serviços de APS às especificidades geográficas e socioeconômicas dessa população, facilitando o acesso e conseqüentemente a utilização.
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Desigualdades no acesso e utilização dos serviços de saúde na Região Metropolitana de São Paulo.

Desigualdades no acesso e utilização dos serviços de saúde na Região Metropolitana de São Paulo.

Resumo Este artigo relata achados dos estudos de casos realizados em cinco municípios da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP): São Paulo, Guarulhos, Santo André, Osasco e Franco da Ro- cha. As desigualdades no acesso aos serviços e sua utilização foram descritas a partir de tabulações avançadas da Pesquisa de Condições de Vida-PCV de 1998 do Seade. Analisamos informações a par- tir das variáveis posse ou não de planos de saúde, quintil de renda e faixa etária. Os atributos estu- dados foram: utilização dos serviços, tipo de co- bertura do plano, procura pelos serviços e tempo médio de espera no atendimento. A comparação com estudos de outras regiões metropolitanas do Brasil, a partir da PNAD 98 do IBGE, permite afir- mar que existem disparidades intra-regionais so- mente detectadas em estudos de menor escala es- pacial – os municípios. Apesar da RMSP possuir a maior cobertura de planos de saúde no Brasil, nota- se grande heterogeneidade interna. As desigual- dades na posse de planos, no acesso, tempo de es- pera, tipo de cobertura se manifestam claramente na análise segundo quintil de renda e faixa etária. Conforme os resultados, sugerimos o aumento da capacidade de regulação do Estado, permitindo que os princípios da universalidade e eqüidade se estabeleçam no SUS, efetivando o direito à saúde. Palavras-chave Relação público/privado, Desi- gualdades em saúde, Região Metropolitana de São Paulo
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A utilização de instrumentos para avaliação da liderança nos serviços de saúde e enfermagem

A utilização de instrumentos para avaliação da liderança nos serviços de saúde e enfermagem

Entende-se que, por meio da aplicação de instrumen- tos simplificados e objetivos de avaliação da liderança, é possível averiguar quais são os estilos, modelos ou teorias de liderança mais presentes na realidade das instituições de saúde brasileiras e, por conseguinte, estipulou-se a se- guinte pergunta de investigação: “Quais instrumentos são empregados para avaliar a liderança em serviços de saú- de e enfermagem?” O objetivo deste estudo consistiu em identificar as evidências científicas disponíveis na literatura acerca da utilização de instrumentos para a avaliação da liderança nos serviços de saúde e enfermagem, bem como verificar se houve utilização de estilos/modelos/teorias de lideranças na construção dos mesmos.
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Utilização de serviços de saúde por idosos vivendo na comunidade.

Utilização de serviços de saúde por idosos vivendo na comunidade.

Do ponto de vista do profi ssional de saúde ressalta-se a sua importância perante à sua atuação no atendimento ao idoso, em especial na atenção primária. Conhecendo os idosos na comunidade e os determinantes da sua u - lização dos serviços de saúde é possível aos profi ssionais considerá-los em suas múl plas interfaces, em suas par - cularidades e diferenças. Tal fato é de extrema importân- cia para subsidiar a gestão do cuidado a essa clientela de maneira a preservar sua independência e autonomia, já que a assistência ao idoso e a oferta de serviços de saúde devem ser ações prioritárias nas polí cas públicas volta- das a essa população.
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Avaliação do acesso e da utilização de serviços de saúde pela população quilombola de Vitória da Conquista, Bahia

Avaliação do acesso e da utilização de serviços de saúde pela população quilombola de Vitória da Conquista, Bahia

Em 2009, Bigdeli e Annear 14 propuseram a classificação das barreiras de acesso aos serviços de saúde como principal ponto para análise do tema. Segundo os autores, são cinco as categorias de barreiras de acesso: 1) barreiras físicas, abrangendo distância, meios de transportes disponíveis, horário de funcionamento dos serviços e tempo de espera para o atendimento; 2) barreiras financeiras, incluindo os custos financeiros diretos e indiretos, encargos financeiros associados aos cuidados de saúde; 3) qualidade do atendimento, tanto de natureza subjetiva, ou seja, relacionada às expectativas dos pacientes, quanto de natureza objetiva, tais como habilidades clínicas dos profissionais de saúde, disponibilidade de medicamentos, equipamentos e funcionamento do sistema de referência; 4) conhecimento dos usuários, quando há falta de informação sobre os serviços disponíveis, de confiança em instalações e profissionais de saúde, e, ainda, de mecanismos de participação da comunidade e 5) barreiras socioculturais, incluindo restrições relacionadas com sexo ou idade, crenças e preferências culturais.
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Utilização dos serviços de saúde por residentes em um condomínio exclusivo para idosos.

Utilização dos serviços de saúde por residentes em um condomínio exclusivo para idosos.

O estudo objeivou descrever e comparar a uilização dos serviços médicos e odontoló- gicos por idosos residentes no Condomínio do Idoso e na comunidade. Estudo quan- itaivo, realizado junto aos 50 residentes do condomínio e 173 na comunidade. Os dados foram coletados entre novembro 2011 e fevereiro de 2012, com a aplicação de um quesionário, e submeidos à análise estaísica. A realização de exames clínicos e a saisfação com os serviços de saúde foi maior entre os idosos da comunidade, já a realização de tratamento isioterápico foi maior entre os do condomínio. A uilização de serviço médico e odontológico apresen- tou diferença estaisicamente signiicai- va. Os idosos dos dois grupos necessitam de acompanhamento da saúde bucal e os do condomínio também de cobertura pela Estratégia Saúde da Família. A presença de proissionais com peril para atender os moradores e a rede de serviços disponíveis são fatores determinantes para o sucesso dessa nova políica habitacional.
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