Uveíte anterior

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Uveíte anterior como manifestação da Doença de Kikuchi e Fujimoto.

Uveíte anterior como manifestação da Doença de Kikuchi e Fujimoto.

Apresentação de um caso de febre de origem obscura numa paciente feminina de 35 anos, com queda do estado geral, adenomegalia cervical posterior, monilíase oral, parotidite e irite. Após o parecer oftalmológico, o tratamento foi iniciado e posterior- mente com o resultado do exame histopatológico de um linfonodo, diagnosticou-se a Doença de Kikuchi e Fujimoto. Sugerimos que a uveíte anterior seja reconhecida como mais um sinal de suspeita desta doença. São comentados os achados oculares, os aspec- tos histopatológicos e o tratamento da Doença de Kikuchi e Fujimoto.

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Uveíte anterior na ausência de esclerite em paciente com artrite reumatóide: relato de caso.

Uveíte anterior na ausência de esclerite em paciente com artrite reumatóide: relato de caso.

A artrite reumatóide é a colagenose mais comum, afetando cerca de 0,6% da população brasileira e é uma grande causadora de deformidades articulares em mais variadas formas. A principal manifestação ocular da artrite reumatóide é a cera- toconjuntivite sicca (Sjögren secundária), seguida pela esclerite, úlcera periférica da córnea e uveíte. O objetivo deste trabalho é apresentar um caso de uveíte anterior em paciente com artrite reumatóide, uma apresentação rara em pacientes com esta patologia. Paciente feminina, 55 anos, portadora de artrite reumatóide, apresentan- do quadro de dor e piora súbita da acuidade visual no olho direito. O exame mostrava reação de câmara anterior com hipópio, úlcera corneana periférica e pressão intra- ocular de 32 mmHg. Foi realizado o diagnóstico de uveíte anterior hipertensiva e úlcera corneana periférica e realizado tratamento com corticóide oral e tópico, an- tibiótico tópico, colírio cicloplégico e hipotensores oculares tópicos e sistêmicos. Os casos de uveíte anterior são comuns em doenças reumatológicas, principalmente em artropatias soronegativas relacionadas ao HLA-B27, conferindo grande causa de morbidade a esses pacientes. Neste trabalho relatamos um caso de uveíte anterior em paciente com artrite reumatóide, uma apresentação rara encontrada na litera- tura médica atual.
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Caracterização da uveíte na espondilite anquilosante.

Caracterização da uveíte na espondilite anquilosante.

Objetivo: analisar a apresentação clínica e a evolução da uveíte em uma população de 207 pacientes com espondilite anquilosante (EA). Métodos: estudo retrospectivo (1988-2001) analisando 207 pacientes com o diagnóstico de EA segundo os critérios de Nova York modificados. Todos apresentavam investigação clínica (envolvimento axial e periférico, entesopatias, manifestações extra- articulares) e radiológica (sacroilíaca, coluna lombar, dorsal e cervical) completas, além da pesquisa do HLA -B27 (com seus respectivos alelos, quando possível). Os dados foram comparados com a presença de uveíte durante o período de seguimento dos pacientes. Resultados: trinta pacientes (14,5%) apresentaram 55 episódios de uveíte anterior aguda unilateral durante o seguimento ambulatorial. Vinte e sete pacientes encontravam-se em atividade articular da EA no momento da crise de uveíte, enquanto três pacientes encontravam-se inativos do ponto de vista articular. Um único paciente, em tratamento de tuberculose pulmonar, apresentou um episódio de uveíte posterior. Entre os pacientes com uveíte, houve predomínio de sexo masculino (82,6%), raça caucasóide (77,8%), início da EA na idade adulta (83,1%), HLA - B 27 positivo (79,2%), sem história familiar de EA (84,5%). Houve associação estatística entre uveíte e idade de início juvenil (p = 0,0094) e entesopatias aquileana (p = 0,0003) e plantar (p = 0,0067). Nenhum paciente apresentou seqüela ocular grave da uveíte. Dezesseis pacientes fizeram uso de sulfassalazina (1,0 g/dia a 2,0 g/dia), por prazo mínimo de seis meses. Conclusões: a uveíte anterior aguda foi comum na evolução da EA nesta casuística, estando associada preferencialmente à EA de início juvenil e ao acometimento articular entesopático de membros inferiores.
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Uveíte de etiologia infeciosa em cães e gatos

Uveíte de etiologia infeciosa em cães e gatos

Nos gatos, os sinais clínicos estão, normalmente, relacionados com o envolvimento das vias aéreas superiores, nasofaringe, pele, olhos ou SNC. A maioria dos animais (mais de 80%) exibe sinais de doença da cavidade nasal, incluindo espirros, corrimento, estridores respiratórios e massas subcutâneas nas narinas ou ponte nasal. As lesões cutâneas, para além daquelas que envolvem o nariz, são normalmente múltiplas, não pruríticas, e variam de pápulas pequenas a grandes lesões ulcerativas. Os sinais de envolvimento do SNC dependem das estruturas afetadas e compreendem convulsões, head pressing, circling e ataxia (Beatty et al., 2000). 20 a 25% dos gatos infetados apresentam alterações oculares, em especial aqueles com afeção do SNC. A coriorretinite com ou sem descolamento retinal exsudativo representa a manifestação clínica mais comum, podendo conduzir a uma panoftalmite. Embora menos frequente, a neurite ótica pode ocorrer, resultando em cegueira. A uveíte anterior não é tão comum quanto a doença do segmento posterior (Taboada e Grooters, 2010a). A forma crónica causa letargia e falta de apetite acompanhada de perda de peso. A febre é, contudo, extremamente rara (Sykes e Malik, 2012).
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Uveíte hipertensiva após facoemulsificação com lente intraocular

Uveíte hipertensiva após facoemulsificação com lente intraocular

A tuberculose pode afetar os olhos de muitas maneiras: granuloma de conjuntiva, ceratite intersticial, doença flictenular, episclerite, uveíte anterior (granulomatosa ou não), vasculite retiniana e corresponde a cerca de 1 a 3% dos casos de uveíte. Os achados oculares mais frequentes da uveíte anterior relacionados à tuberculose são: precipitados ceráticos granulomatosos e nódulos de íris. A iridociclite, na ausência de tratamento específico, progride lentamente até o envolvimento do vítreo, retina, coróide e nervo ótico. (8)
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Imunidade celular ao antígeno S em pacientes com uveíte endógena

Imunidade celular ao antígeno S em pacientes com uveíte endógena

celular. Dos 19 pacientes examinados, 1 O estavam sob alguma forma de tera­ pia sistêmica ( corticosteróide, cloram­ bucil, ciclofosfamida e/ou ciclospori­ na) . Os pacientes com DVKH apresen­ taram comprometimento uveal difuso. Oito pacientes apresentavam doença ativa com uveíte anterior, edema de retina profunda e/ou coróide, desco­ lamento de retina exsudativo, e/ou ede­ ma de disco óptico. Os pacientes com doença inativa apresentavam altera­ ções pigmentares da retina com aspec­ to de "pôr-do-sol" (sunset glow fun­ dus). Oito pacientes estavam em uso de medicação sistêmica ( corticosteróide e/ou ciclofosfamida) quando examina­ dos. Cinco pacientes com vasculite de retina sem doença sistêmica associada foram incluídos na presente amostra. Todos apresentavam doença ocular em atividade, exceto um, sendo que 3 esta­ vam em uso de medicação sistêmica (corticosteróide) . Um dos pacientes com vasculite de retina sem doença ativa havia sido submetido a panfoto­ coagulação da retina devido à impor­ tante isquemia de retina. Dezessete pa­ cientes com DB sem envolvimento ocular (forma incompleta), em segui­ mento no Departamento de Reumato­ logia do HCFMUSP, foram incluídos na análise. Todos esses foram submeti­ dos ao exame oftalmológico completo e não apresentavam nenhum sinal de uveíte, presente ou passada. Uma pa­ ciente apresentou catarata em decor­ rência do uso prolongado de corticoste­ róide sistêmico, sendo submetida à fa­ cectomia extra-capsular do cristalino com implante de lente intra-ocular bi­ lateralmente. O grupo controle consis­ tiu de 1 6 voluntários de laboratório e da equipe médica, os quais não apre­ sentavam nenhuma doença ocular nem tinham tido contato prévio com antíge­ nos de retina.
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Uveíte por anaplasmose em bezerro da raça Holandesa

Uveíte por anaplasmose em bezerro da raça Holandesa

Relata-se o caso de um bovino com, aproximadamente, seis horas de vida, apresentando histórico de febre, apatia, inapetência e desconforto ocular. No exame oftálmico rotineiro, encontraram-se valores do teste da lágrima de Schirmer aumentados, diminuição da pressão intra-ocular, hemorragia conjuntival, uveíte anterior, edema corneal e injeção ciliar em ambos os olhos. Coletou-se amostra de sangue para realização de esfregaço sangüíneo, hemograma e bioquímica sérica. No esfregaço visibilizaram-se corpúsculos de Anaplasma marginale em hemácias parasitadas. Quanto à bioquímica sérica, não foram observadas alterações. Os mesmos exames foram realizados na mãe do animal tendo como resultado a positividade para A. marginale. Para o controle da uveíte foi utilizada uma única aplicação de 0,5ml de betametasona a 5%, por via subconjuntival, em cada um dos olhos. Para o tratamento da anaplasmose, seguiu-se o protocolo a base de 10mg/kg de oxitetraciclina, por via intramuscular profunda, a cada 12 horas. Diante os achados oftálmicos e a presença de corpúsculos de A. marginale em hemácias parasitadas, contatou-se, ser um caso de uveíte crônica secundaria a doença sistêmica, factível com Anaplasmose.
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Espondilite anquilosante e uveíte: revisão.

Espondilite anquilosante e uveíte: revisão.

O presente trabalho propõe uma revisão de epidemiologia, patogênese, quadro clínico, diagnóstico e tratamento da es- pondilite anquilosante e sua associação com alteração ocular com a devida condução da doença e suas manifestações. Os autores utilizaram em sua pesquisa os bancos de dados PubMed (MEDLINE), LILACS e Biblioteca do Centro de Estudos de Oftalmologia. A espondilite anquilosante é uma doença infl amatória crônica que acomete preferencialmente o esqueleto axial, podendo evoluir com rigidez e limitação funcional progressiva. Seu início costuma ocorrer por volta da segunda à terceira década de vida, preferencialmente em indivíduos do gênero masculino, caucasianos e HLA-B27-positivos. Sua etiologia e patogênese não são completamente elucidadas, e seu diagnóstico costuma ser tardio. O controle clínico e o tratamento são frequentemente satisfatórios. A uveíte anterior aguda é a manifestação extra-articular mais comum, ocorrendo em cerca de 20%–30% dos pacientes com espondilite anquilosante. Aproximadamente metade dos casos de uveíte anterior aguda está associada à presença do antígeno HLA-B27, podendo ser a primeira manifestação de uma doença reumatológica não diagnosticada, geralmente com boa resposta terapêutica e bom prognóstico. Concluímos que, para melhor avaliação e tratamento dos pacientes com uveíte, é importante maior integração entre oftalmologistas e reumatologistas.
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Uveíte na artrite idiopática juvenil.

Uveíte na artrite idiopática juvenil.

Resultados: dos 72 pacientes com AIJ, 40 (55,5%) crianças eram do sexo masculino e 36 (50%) caucasóides. A idade média de início da AIJ foi 6,4 anos (1 a 14 anos), e a idade média na época do estudo foi de 10,4 anos (1 a 19 anos). De acordo com o tipo de início da AIJ, em 32 (44,4%) crianças era pauciarticular (17 meninos e 15 meninas), em 30 (41,6%) era poliarticular (17 meninos e 13 meninas), e em 10 (14%) era sistêmico (6 meninos e 4 meninas). A presença de uveíte anterior crônica foi detectada em cinco (6,5%) crianças com idade média de 11,4 anos. Destas, quatro (80%) eram do tipo de início pauciarticular (três meninas do tipo I, com FAN positivo, e um menino do tipo I, FAN negativo), e uma menina com doença poliarticular (FAN e FR negati- vos). Neste grupo, a idade de início da AIJ foi em média 5,1 anos (3 a 12 anos), e a idade de início da uveíte foi em média de 9 anos (4 a 16 anos). O FAN foi positivo em 3/5 pacientes (60%) com uveíte. Dentre os pacientes com AIJ e sem uveíte (67 crianças), oito (12%) apresen- taram FAN positivo. Quanto à evolução dos pacientes com comprome- timento ocular, três crianças tiveram apenas um episódio de uveíte, e duas crianças apresentaram quatro recorrências da uveíte com catarata sem atividade articular associada. A presença do FAN foi estatistica- mente mais freqüente na população de pacientes com AIJ associada com uveíte (60%) do que naqueles sem uveíte (12%) (p<0,05).
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Uveíte intermediária e endoteliopatia supostamente auto-imune - descrição de um caso

Uveíte intermediária e endoteliopatia supostamente auto-imune - descrição de um caso

A designação uveíte intermediária (UI), re ferente a wna inflamação pri­ mariamente localizada entre as mem­ branas hialóides anterior e posterior, envolvendo a pars plana, a base vítrea e a retina periférica, foi proposta pelo lUSO (International Uveitis Study Oroup) I com o objetivo de padronizar uma l iteratura até então muito confusa devido a sua vasta sinonímia.

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Influência da dor anterior nos resultados das reconstruções do ligamento cruzado anterior.

Influência da dor anterior nos resultados das reconstruções do ligamento cruzado anterior.

Objective: To examine the impact of residual pain on func- tional outcomes two years after arthroscopic anterior cruciate ligament (ACL) reconstruction and compare the types of graft used during the procedure (patellar vs. flexor). Method: A ret- rospective epidemiological study on 129 ACL reconstructions with a mean follow-up of 28 months was conducted. The pres- ence, intensity and location of the anterior pain were investi- gated. Pain provocation tests were conducted, sensitivity was analyzed and functional scores were applied (IKDC, femoropa- tellar and SF-36), comparing the results with the type of graft used. Results: Anterior pain was present in 28% of patients with a mean intensity of 2.9 in 10. When pain was present, the functional scores decreased significantly. Abnormalities of knee sensitivity and gait occurred frequently with use of the patellar tendon, but there was no statistical difference regard- ing the presence of pain. Conclusion: The presence of anterior pain in ACL reconstructions, even if minimal, has a deleterious effect on the final outcome over the medium term. Because of the influence of graft harvesting on the presence of abnormali- ties of knee sensitivity and gait, choosing the graft should take into account the patient’s professional and sports activities.
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Cervicoplastia anterior.

Cervicoplastia anterior.

O m. platisma é um músculo fino e chato que con- corre na expressão facial, e varia no tamanho, espessura e elasticidade. Tem relação estreita com mandíbula, SMAS (sis- tema músculo-aponeurótico superficial), m. peitoral e m. deltóide. Pela sua ação, a pele do pescoço se enruga e o canto da boca é tracionado inferiormente, dando uma ex- pressão de repugnância. Na maioria dos casos suas fibras se imbricam na linha média, sob o mento, na região anterior do

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Sistemas biodegradáveis de administração intra-ocular contendociclosporina (a) para tratamento de uveíte posterior

Sistemas biodegradáveis de administração intra-ocular contendociclosporina (a) para tratamento de uveíte posterior

O tratamento da uveíte posterior é limitado uma vez que as formas convencionais de administração de fármacos falham ao disponibilizar doses terapêuticas no vítreo, retina e na coróide. Os implantes intra-oculares biodegradáveis são capazes de disponibilizar o fármaco diretamente na cavidade vítrea em doses terapêuticas e por um período prolongado. O copolímero ácido lático / ácido glicólico é um clássico exemplo entre os polímeros sintéticos biodegradáveis e bem aplicados em sistemas de liberação de fármacos devido à sua biocompatibilidade e ausência de toxicidade em testes in vivo. Neste estudo, dois diferentes implantes biodegradáveis a partir do copolímero ácido lático / ácido glicólico) (PLGA 75:25) e do imunossupressor Ciclosporina A (CsA) foram obtidos a partir de dois sistemas: mistura liofilizada e microesfera contendo CsA. O atual trabalho caracterizou, com sucesso, os sistemas por meio de quatro técnicas e esclereceu o perfil preliminar de liberação in vitro observado. Os resultados da validação da metodologia desenvolvida por CLAE mostrou-se adequada para quantificação de CsA e os implantes foram satisfatoriamente obtidos pelas duas técnicas propostas. A cristalinidade dos materiais foram analiadas por DRX que mostraram o estado amorfo para o copolímero e o estado semi-cristalino para a ciclosporina A. Além disso, a técnica mostrou que as amostras contendo polímero e o fármaco apresentam grande caráter amorfo. As curvas de TG provaram a estabilidade da amostra entre 100 e 120°C. O DSC e FTIR mostraram a ausência aparente de interações químicas e físicas entre o fármaco e o polímero. O estudo preliminar de liberação in vitro apresentou um perfil monofásico, onde a liberação do fármaco ocorreu principalmente pela difusão da CsA pela matriz polimérica intumescida. A diferente e maior liberação dos implantes obtidos pelas microesferas contendo CsA ocorreu provalvelmente à distinta distribuição do fármaco e ao aspecto morfológico heterogêneo quando comparado ao implante obtido pela mistura liofilizada, o qual apresentou menor porcentagem de liberação e uma matriz mais homogênea, aspectos morfológicos observados por SEM. Em resumo, os sistemas de liberação de fármacos aqui desenvolvidos e caracterizados podem ser empregados, futuramente, para o tratamento da uveíte posterior.
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Nefrite tubulointersticial e uveíte em idade pediátrica: descrição de três doentes

Nefrite tubulointersticial e uveíte em idade pediátrica: descrição de três doentes

A síndrome nefrite tubulointersticial e uveíte é uma doença rara, provavelmente subdiagnosticada. As manifestações renais e oculares podem não ocorrer simultanea- mente, tornando o diagnóstico mais difícil. A nefrite é geralmente assintomática, tor- nando fundamental a avaliação da função renal em doentes com uveíte. O doseamento da excreção urinária de β2-microglobulina é particularmente útil para o diagnóstico. A uveíte, tipicamente anterior, não granulo- matosa e bilateral, manifesta-se após a ne- frite na maioria dos casos. O tratamento in- clui corticoides e, por vezes, outros imunos- supressores. A doença renal tem evolução benigna, resolvendo-se espontaneamente ou com terapêutica com corticoides sistêmicos na maioria dos casos, no entanto, a uveíte pode ser crônica ou recorrente. Os autores descrevem três casos de síndrome nefrite tu- bulointersticial e uveíte, diagnosticados em idade pediátrica, e pretendem alertar para a necessidade de pesquisar sempre alterações renais nos doentes com uveíte.
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RETOMANDO A AULA ANTERIOR

RETOMANDO A AULA ANTERIOR

Modulação de carga unitária sobre um palete para facilitar a movimentação mecânica com o uso de garfos de empilhadeira. Modulação de Carga: PALETE ou PALLET.[r]

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Infliximabe no tratamento de uveíte posterior refratária em paciente com doença de Behçet.

Infliximabe no tratamento de uveíte posterior refratária em paciente com doença de Behçet.

físico: PA = 200/140 mmHg; peso = 106 kg; observavam- se aftas na mucosa oral, lesões de pele acneiformes e dores articulares à palpação de joelhos e tornozelos. Uveíte re- fratária ao tratamento utilizado; além da disfunção renal e hipertensão arterial relacionados ao uso da ciclosporina, optou-se por suspender essa medicação e iniciar tratamento com infliximabe 300 mg/dose (correspondendo a 3 mg/kg de peso corporal).

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Vitrectomia Via Pars Plana no Tratamento de Uveíte Recorrente Equina

Vitrectomia Via Pars Plana no Tratamento de Uveíte Recorrente Equina

Até ao dia 1 de Janeiro de 2013, 89% dos cavalos submetidos à VPP na clínica anteriormente referida, não sofreram mais nenhum episódio de uveíte confirmando assim os resultados obtidos por Werry e Gerhards 1991, Borstel 2005, Tóth 2004 e Spiess 2010 (97,7%; 94%; 95,3% e 73% respetivamente). Para a avaliação da percentagem de recorrências, não se consideraram os casos em que a cirurgia foi realizada no mês de Dezembro, uma vez que, de acordo com Frühauf (Hannover, 1998), a maioria das uveítes recorrentes surgem cinco a sete semanas após a VPP. Assim, considerou-se necessário o acompanhamento dos animais durante pelo menos cinco semanas após a cirurgia para obter resultados mais fidedignos. É também de referir que o estudo foi realizado apenas durante um ano, pelo que poderão surgir novos episódios após este período.
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Síndrome da hiperfunção anterior

Síndrome da hiperfunção anterior

Na impossibilidade do paciente poder benefi- ciar de um tratamento com implantes, a correc- ção cirúrgica do rebordo alveolar flácido, uma boa adaptação das bases das próte[r]

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Válvula de uretra anterior.

Válvula de uretra anterior.

Após 28 meses, foi realizada a fulguração endoscópica transuretral da válvula de uretra anterior e concomitante fechamento da vesicostomia, não sendo realizada ressec- ção do divertículo uretral. Evoluiu sem intercorrências clínicas, apresentando bom jato miccional. A uretrocisto- grafia miccional controle mostrou normalização do trato urinário inferior, com redução espontânea do divertículo uretral (Figura 2), persistindo discreta dilatação pielocali- ceal à US. Os níveis séricos de uréia e creatinina estavam normais.

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RETOMANDO A AULA ANTERIOR

RETOMANDO A AULA ANTERIOR

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, em 2004, o Brasil gastou 17% de seu Produto Interno Bruto (PIB) com custos de logística (transporte e armazenag[r]

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