β-lactamases de espectro estendido

Top PDF β-lactamases de espectro estendido:

Prevalência das famílias TEM, SHV e CTX-M de β-lactamases de espectro estendido em Escherichia coli e Klebsiella spp no Hospital Universitário de Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul.

Prevalência das famílias TEM, SHV e CTX-M de β-lactamases de espectro estendido em Escherichia coli e Klebsiella spp no Hospital Universitário de Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul.

produtores de ESBLs e foram armazenados em glicerol a -20°C. Testes fenotípicos confirmatórios para β-lactamases de espectro estendido. Teste do disco combinado: foram utilizados os seguintes discos: cefpodoxima (10µg), ceftazidima (30µg) e cefotaxima (30µg) isoladamente e em associação com ácido clavulânico (10µg) (Oxoid; Basingstoke, Ing). A produção de ESBL foi verificada pelo aumento (≥ 5mm) no diâmetro do halo de inibição dos discos contendo o antibiótico em combinação com o ácido clavulânico se comparados ao mesmo antibacteriano sem a presença deste inibidor.
Mostrar mais

5 Ler mais

Detecção e identificação de genes de β-lactamases de espectro estendido em Salmonella spp. e Escherichia coli isoladas de carnes de frango, suína e bovina destinadas ao consumo humano

Detecção e identificação de genes de β-lactamases de espectro estendido em Salmonella spp. e Escherichia coli isoladas de carnes de frango, suína e bovina destinadas ao consumo humano

A ampla utilização de drogas antimicrobianas tem resultado em aumento e disseminação da resistência aos antimicrobianos entre bactérias patogênicas para o homem. Além do uso indiscriminado em humanos, estas drogas também são extensivamente utilizadas em medicina veterinária e no manejo de animais para a produção de alimentos, o que é reconhecido como um fator associado ao desenvolvimento da resistência em bactérias patogênicas ou comensais de animais. Evidências microbiológicas e clínicas reforçam a associação entre o uso de antimicrobianos na produção animal e o aumento da prevalência de bactérias resistentes na população humana. Sendo assim, a regulamentação da utilização de antimicrobianos no manejo de animais de produção e na terapêutica veterinária é de grande interesse para o Brasil, pois envolve além de importantes aspectos de saúde pública, questões comerciais, pois o país é um dos maiores exportadores de carnes do mundo. Neste estudo, foram analisadas amostras de carnes bovina, suína e de frango, visando à detecção de Salmonella e Escherichia coli produtoras de β-lactamases de espectro estendido (ESBLs). Os isolados bacterianos, obtidos de novembro de 2010 a agosto de 2011, foram submetidos ao teste de suscetibilidade aos antimicrobianos, e 34 cepas foram submetidas à PCR para detecção dos genes bla CTX-M , bla GES , bla SHV e bla TEM . A presença de genes de ESBLs foi
Mostrar mais

120 Ler mais

Caracterização de beta-lactamases de espectro estendido e determinação de grupos...

Caracterização de beta-lactamases de espectro estendido e determinação de grupos...

Escherichia coli pode causar infecção intestinal e extra-intestinal, de origem comunitária ou hospitalar, prevalecendo como agente de infecção do trato urinário (ITU). O objetivo do presente estudo foi caracterizar a produção de β-lactamases de espectro estendido (ESBL), grupos filogenéticos, e a relação clonal em isolados clínicos de E. coli recuperados de pacientes ambulatoriais e internados atendidos em um Hospital Universitário de São Paulo, no período de 2005 a 2007. Seis por cento (34/562) dos isolados de E. coli estudados foram caracterizados como produtores de ESBL, sendo associados exclusivamente a infecções extra-intestinais, tanto nos pacientes ambulatoriais (10/28, 36%) como nos internados (18/28, 64%), dos quais 56% (19/34) foram recuperados de uroculturas. Os isolados produtores de ESBL exibiram um fenótipo multirresistente apresentando um perfil de resistência a ampicilina (100%), cefalotina (100%), cefotaxima (100%), ceftazidima (79%), sulfametoxazol-trimetoprim (62%), gentamicina (56%), ciprofloxacina (50%) e amicacina (6%) e permanecendo suscetíveis ao imipinem. A produção de ESBL esteve associada com a presença de genes do tipo bla CTX-M-2 (94%, 32/34), bla CTX-M-15 (3%, 01/34) e bla CTX-M-1 (3%, 01/34). Entre os isolados
Mostrar mais

65 Ler mais

Prevalência das famílias TEM, SHV e CTX-M de β-lactamases de espectro entendido em Escherichia coli e Klebsiella spp. no Hospital Universitário de Santa Maria, Rio Grande do Sul

Prevalência das famílias TEM, SHV e CTX-M de β-lactamases de espectro entendido em Escherichia coli e Klebsiella spp. no Hospital Universitário de Santa Maria, Rio Grande do Sul

As β-lactamases de Espectro Estendido (ESBLs) são enzimas bacterianas mediadas por plasmídeos que conferem resistência à maioria dos antibióticos β-lactâmicos. Estas enzimas estão amplamente disseminadas em microrganismos nos ambientes hospitalares do mundo. Este estudo estimou a distribuição e prevalência das principais famílias de ESBLs entre amostras de Escherichia coli e Klebsiella spp. no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), Rio Grande do Sul. Durante um período de 14 meses, 90 microrganismos foram selecionados como prováveis produtores de ESBLs de acordo com os critérios estabelecidos pelo Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI). Os microrganismos isolados foram submetidos a testes fenotípicos confirmatórios para a presença de ESBL. As amostras que apresentaram resultado negativo nestes testes tiveram sua susceptibilidade testada frente à cefoxitina. Os tipos de ESBLs presentes em cada microrganismo foram determinados pela pesquisa dos genes bla TEM , bla SHV e bla CTX-M através da reação em
Mostrar mais

71 Ler mais

Epidemiologia das betalactamases de espectro estendido no Brasil: impacto clínico e implicações para o agronegócio.

Epidemiologia das betalactamases de espectro estendido no Brasil: impacto clínico e implicações para o agronegócio.

27.  DHANJI, H. et al. Isolation of fluoroquinolone-resistant O25b:H4-ST131 Escherichia coli with CTX-M-14 extended-spectrum beta-lactamase from UK river water. J Antimicrob Chemother, v. 66, n. 3, p. 512-6, 2010. 28. DROPA, M. Caracterização genotípica de cepas da família Enterobacteriaceae produtoras de β-lactamases de espectro estendido, isoladas de pacientes de um hospital da rede pública da cidade de São Paulo. 2006. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006. 29. DROPA, M. Emergence of Klebsiella pneumoniae carrying
Mostrar mais

9 Ler mais

Caracterização genotípica de cepas da família enterobacteriaceae produtoras de ß-lactamases de espectro estendido, isoladas de pacientes de um hospital da rede pública da cidade de São Paulo.

Caracterização genotípica de cepas da família enterobacteriaceae produtoras de ß-lactamases de espectro estendido, isoladas de pacientes de um hospital da rede pública da cidade de São Paulo.

Introdução - A crescente resistência antimicrobiana em bactérias responsáveis por infecções hospitalares é um grande desafio à Saúde Pública. As β-lactamases de espectro estendido (ESBL), que hidrolisam a maioria dos compostos β-lactâmicos, são reconhecidas mundialmente como um grande problema para pacientes hospitalizados, devido à localização de seus genes em elementos transferíveis, facilitando sua disseminação. Objetivo - Caracterizar geneticamente cepas de Enterobactérias produtoras de ESBL isoladas de pacientes de um hospital público da cidade de São Paulo. Material e Métodos - Todas as cepas de enterobactérias produtoras de ESBL isoladas em um ano foram submetidas a análises moleculares pela PCR, com iniciadores específicos para oito genes bla, e as cepas de Klebsiella pneumoniae ESBL positivas (ESBL-Kp) identificadas nesse período foram comparadas pela técnica de PFGE. Resultados - Os genes, bla TEM , bla SHV , bla CTX-M , bla PER-2 bla VEB and bla GES foram identificados em 9 espécies: Klebsiella pneumoniae (71,5%), Escherichia coli (13,5%), Morganella morganii (6%), Proteus mirabilis (3%), Klebsiella oxytoca (1,5%), Providencia rettgeri (1,5%), Providencia stuartii (1,5%), Enterobacter aerogenes (0,75%) and Enterobacter cloacae (0,75%). Os genes bla PER-1 e bla OXA não foram detectados. O PFGE revelou 8 perfis moleculares principais em 68,4% das ESBL-Kp, e 31,6% das cepas não estavam relacionadas. Conclusões – Os resultados de PCR revelaram uma grande variedade de grupos de ESBL, e aparentemente este é o primeiro relato de grupos GES e VEB em enterobactérias no Brasil. Os resultados sugerem a disseminação de genes de resistência em cepas diferentes de ESBL-Kp em alguns setores do hospital, e que alguns clones fortemente relacionados colonizaram pacientes do Berçário por 3 meses.
Mostrar mais

116 Ler mais

Isolados Clínicos de Enterobateriaceae, da Comunidade, Produtores de ß-Lactamases de Espectro Alargado

Isolados Clínicos de Enterobateriaceae, da Comunidade, Produtores de ß-Lactamases de Espectro Alargado

faecal samples of wild animals in Portugal. “ J. Antimicrob. Chemother. 2006;58(6):1311-2. Dalmarco, E. M., S. L. Blatt, et al. (2006). "Identificação Laboratorial de β-Lactamases de Espectro Estendido (ESBLs) - Revisão." Revista Brasileira de Análises Clínicas 38(3). Damjanova I, Toth A, Paszti J, Jakab M, Milch H, Bauernfeind A, et al. “Epidemiology of SHV-type β-lactamase-producing Klebsiella spp. from outbreaks in five geographically distant Hungarian neonatal intensive care units: widespread dissemination of epidemic R- plasmids.” Int J Antimicrob Agents. 2007;29(6):665–71
Mostrar mais

69 Ler mais

Caracterização de beta-lactamases de espectro estendido e determinação de grupos filogenéticos em isolados de Escherichia coli recuperados de pacientes em um hospital universitário de São Paulo.

Caracterização de beta-lactamases de espectro estendido e determinação de grupos filogenéticos em isolados de Escherichia coli recuperados de pacientes em um hospital universitário de São Paulo.

ou hospitalar, prevalecendo como agente de infecção do trato urinário (ITU). O objetivo do presente estudo foi caracterizar a produção de β-lactamases de espectro estendido (ESBL), grupos filogenéticos, e a relação clonal em isolados clínicos de E. coli recuperados de pacientes ambulatoriais e internados atendidos em um Hospital Universitário de São Paulo, no período de 2005 a 2007. Seis por cento (34/562) dos isolados de E. coli estudados foram caracterizados como produtores de ESBL, sendo associados exclusivamente a infecções extra-intestinais, tanto nos pacientes ambulatoriais (10/28, 36%) como nos internados (18/28, 64%), dos quais 56% (19/34) foram recuperados de uroculturas. Os isolados produtores de ESBL exibiram um fenótipo multirresistente apresentando um perfil de resistência a ampicilina (100%), cefalotina (100%), cefotaxima (100%), ceftazidima (79%), sulfametoxazol-trimetoprim (62%), gentamicina (56%), ciprofloxacina (50%) e amicacina (6%) e permanecendo suscetíveis ao imipinem. A produção de ESBL esteve associada com a presença de genes do tipo
Mostrar mais

116 Ler mais

Detecção e caracterização de bactérias gram-negativas produtoras de b-lactamases de espectro estendido (ESBL) e AmpC plasmidial isoladas de animais de companhia e búfalos no Estado de São Paulo.

Detecção e caracterização de bactérias gram-negativas produtoras de b-lactamases de espectro estendido (ESBL) e AmpC plasmidial isoladas de animais de companhia e búfalos no Estado de São Paulo.

A resistência bacteriana aos antimicrobianos é um importante problema de saúde pública mundial, inerente ao uso exacerbado de antibacterianos tanto na medicina humana e veterinária como no agronegócio (SILVA; LINCOPAN, 2012). A ampla disseminação de bactérias capazes de expressar enzimas que conferem resistência a múltiplos antimicrobianos sugere o meio ambiente como um potencial reservatório de contaminação da água e alimentos consumidos por animais e humanos (LEVERSTEIN et al., 2011), no entanto, a origem dessas cepas resistentes ainda gera grandes dúvidas devido a diversas vias de transmissão que esses agentes bacterianos podem usar para se disseminar. Diversos trabalhos têm apontado para o crescimento mundial da resistência a diversos antimicrobianos a partir de membros da família Enterobacteriaceae, como o surgimento de β- lactamases de espectro estendido (ESBL, do inglês extended-spectrum β- lactamase), resistência a carbapenêmicos, quinolonas, fluoroquinolonas e demais antimicrobianos utilizados como alternativa terapêutica nos casos de infecção bacterianas causadas por Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Salmonella spp. entre outras (JONG et al., 2011; LIMA, 2011; SOUZA, 2008).
Mostrar mais

19 Ler mais

Análise fenotípica de enzimas β-lactamases em Pseudomonas aeruginosa

Análise fenotípica de enzimas β-lactamases em Pseudomonas aeruginosa

Cepas produtoras de P-lactamase de espectro estendido (ESBL) frequentemente apresentam resistência aos antimicrobianos de importância clínica, como penicilinas, cefalosporinas, aminoglicosídeos e quinolonas (BRADFORD, 2001; SPANU et al., 2002). Os principais produtores desta enzima são: Klebsiella pneumoniae e Escherichia coli (CASSETTARI et al., 2006) e o principal forma de transmissão são as mãos dos profissionais de saúde, entre pacientes e o profissional de saúde e o meio ambiente, sendo o principal reservatório o trato intestinal (HOSOGLU et al., 2007). As ESBLs são enzimas transmitidas ou codificadas por plasmídeos, como as famílias: Temoniera (TEM), Sulfidril variável (SHV) e Oxacilinase (OXA), variantes mais isoladas, apesar do surgimento de outros tipos (SIROT et al., 1987). Como resultados mais de 370 variantes naturais de ESBLs diferentes já são conhecidos (STÜRENBURG et al., 2005).
Mostrar mais

38 Ler mais

Disseminação de Enterobacteriaceae produtoras de beta-lactamases de espectro alargado em crianças

Disseminação de Enterobacteriaceae produtoras de beta-lactamases de espectro alargado em crianças

Uma pesquisa realizada em 2005, a crianças saudáveis na Bolívia e Peru revelou um aumento signiÞ cativo das portadoras fecais de estirpes de Escherichia coli resistentes a cefalospori- nas de espectro alargado comparado com um estudo de 2002. Este trabalho demonstra que este aumento está relacionado, principalmente, com a disseminação de determinantes de ESBL do tipo CTX -M entre as estirpes comensais de Escherichia coli. Dos 50 isolados produtores de ESBL em 2005, 44 tinham ESBLs da família CTX -M e seis tinham ESBLs da família SHV (SHV -2 ou SHV -12). Foi detetada uma nova variante de CTX -M -2 deno- minada CTX -M -56. Os resultados deste estudo mostraram que os determinantes de ESBL em geral e em particular os deter- minantes da família CTX -M se disseminaram rapidamente entre estirpes de Escherichia coli comensais em crianças saudáveis, em ambientes de poucos recursos. Na área do estudo, incluindo ambientes urbanos na Bolívia e Peru, a prevalência de crianças saudáveis portadoras de estirpes de Escherichia coli produtores de ESBL na sua microbiota comensal, sofreu um aumento dra- mático (17 vezes) ao longo de um período de três anos e a maior contribuição foi de determinantes do tipo CTX -M. Este fenómeno é motivo de preocupação, uma vez que os comensais podem ser um reservatório de genes de resistência, enquanto a coloni- zação intestinal por isolados produtores de ESBL pode ser uma fonte de entrada de produtores de ESBL em ambiente hospitalar. Embora os dados de consumo de antibióticos não estejam dispo- níveis, é natural assumir que os portadores de ESBL comensais, crianças saudáveis de idade pré -escolar, reß etem na maioria dos casos a exposição à contaminação no ambiente familiar, em vez de um aumento da exposição direta às cefalosporinas de espec- tro alargado ou outros agentes conhecidos como selecionadores de produtores de ESBL. Em comparação com o levantamento inicial realizado em 2002, membros da família CTX -M -1 (CTX-
Mostrar mais

5 Ler mais

Detecção de beta-lactamase de espectro estendido em membros da família Enterobateriaceae

Detecção de beta-lactamase de espectro estendido em membros da família Enterobateriaceae

A classe das beta-lactamases inclui as enzimas TEM-1, SHV-1 e a penicilinase encontrada nos Staphylococcus aureus. O esquema molecular de classificação é ainda usado para caracterizar as beta-lactamases, contudo, este esquema não é suficiente para diferenciar os tipos de enzimas classe A. O esquema de classificação de Richmond e Sykes (1973), baseado no perfil do substrato e na locação do gene que codifica a beta-lactamase foi desenvolvido antes das ESBLs aparecerem e não permite a diferenciação entre as enzimas originais TEM e SHV e as enzimas derivadas. Bush et al. (1995) usaram as propriedades bioquímicas das enzimas, mais a estrutura molecular e a seqüência de nucleotídeos dos genes para colocar as beta-lactamases dentro de grupos funcionais. Os autores, usando este esquema, definiram as ESBLs como beta-lactamases capazes de hidrolizar as oximino-cefalosporinas, as quais são inibidas pelo ácido clavulânico e são colocadas no grupo funcional 2be (BRADFORD, 2001).
Mostrar mais

100 Ler mais

Resistência a antibióticos e presença de ß-lactamases de espectro expandido (ESBLs) em Aeromonas

Resistência a antibióticos e presença de ß-lactamases de espectro expandido (ESBLs) em Aeromonas

A sensibilidade a antimicrobianos em isolados clínicos de Aeromonas spp tem sido bastante estudada, porém sabe-se muito pouco sobre as espécies ambientais isoladas de depósit[r]

95 Ler mais

Estirpes Produtoras de Beta-Lactamases de Espectro Alargado: A Realidade num Hospital Central

Estirpes Produtoras de Beta-Lactamases de Espectro Alargado: A Realidade num Hospital Central

Como classe de antibióticos mais utilizada, os betalac- tâmicos são alvo frequente de mecanismos de resistência aos microrganismos. O principal mecanismo de resistência consiste na produção de betalactamases de espectro alar- gado (ESBL, do Inglês extended-spectrum beta-lactama- ses) e foi identificado pela primeira vez em 1983, na Alema- nha, numa bactéria da espécie Escherichia coli, tendo-se estendido facilmente a outras enterobacteriáceas. Através da hidrolisação dos betalactâmicos, as bactérias produto- ras de EBSL são responsáveis pela ausência de efeito das cefalosporinas de terceira e quarta geração e co-resistên- cia ao cotrimoxazol, aminoglicosídeos e fluoroquinolonas. 4,5
Mostrar mais

7 Ler mais

Colonização fecal de crianças por Enterobacteriaceae produtoras de beta-lactamases de espectro alargado.

Colonização fecal de crianças por Enterobacteriaceae produtoras de beta-lactamases de espectro alargado.

Perante um paciente que por diversos motivos (intolerância, estirpe resistente, etc.) não pode ser tratado com um carbapenemo deve considerar-se a associação de dois ou mais antimicrobianos em função das provas de susceptibilidade. No entanto, os resultados da eficácia das associações são escassos. Na maioria dos estudos não se observa um efeito sinérgico prolongado com nenhuma das associações ensaiadas (Artola, 2004). O antibiótico Tigeciclina, é um novo agente que pertence a uma classe de antimicrobianos designada glicilciclinas que se espera seja uma boa alternativa aos β- lactâmicos e às fluoroquinolonas para o tratamento empírico inicial de infecções bacterianas graves. É um antibiótico sintético que é activo contra uma grande variedade de organismos gram negativos e gram positivos e a sua actividade não é afectada pela presença de BLEAs (Fraise, 2006).
Mostrar mais

119 Ler mais

ß-lactamases de espectro alargado em Enterobacteriaceae da flora fecal de idosos

ß-lactamases de espectro alargado em Enterobacteriaceae da flora fecal de idosos

A colonização de residentes de lares de idosos por bacilos de Gram negativo da família Enterobacteriaceae produtores de BLEA é uma realidade em vários países da Europa e dos Estados Unidos da América, mas ainda pouco conhecida no nosso País. É importante contemplar este tipo de estudo em ambientes relevantes na disseminação da resistência aos antibióticos como é a área de prestação de cuidados geriátricos. O aparecimento e rápida disseminação de Enterobacteriaceae produtoras de BLEA, torna imprescindível conhecer com exactidão a origem destas espécies: hospital ou comunidade. Na comunidade, os lares de idosos constituem importantes reservatórios de espécies bacterianas com resistência aos oximino-β-lactâmicos, como demonstrado no presente estudo. A detecção destas espécies produtoras de BLEA como colonizadoras fecais em residentes de lares de idosos, aquando do internamento hospitalar, é extremamente relevante em termos de implementação de medidas adequadas de controlo de infecção hospitalar.
Mostrar mais

137 Ler mais

Surto de Klebsiella pneumoniae produtora de beta-lactamase de espectro estendido...

Surto de Klebsiella pneumoniae produtora de beta-lactamase de espectro estendido...

Encontramos cinco relatos de bactérias Gram-negativas colonizando persistentemente profissionais de saúde. Durante um surto de Citrobacter diversus num berçário, a pesquisa de colonização entre o corpo de enfermagem encontrou um único profissional colonizado, uma enfermeira com dermatite secundária ao uso de luvas de látex. Nenhuma fonte ambiental foi identificada e o afastamento da enfermeira pos fim ao surto 44 . Em uma outra investigação de surto de Pseudomonas aeruginosa em unidade de terapia intensiva neonatal cuja fonte comum foi as mãos persistentemente colonizadas de um profissional de saúde com onicomicose 41 , foi demonstrada a relação genética entre cepas de 17 pacientes infectados ou colonizados e a cepa da mão da funcionária. Em outro surto, uma enfermeira assistencial de UTIN que utilizava unhas artificiais, o que leva a alterações tróficas importantes da unha natural, colonizou-se persistemente por Klebsiella pneumoniae produtora de beta lactamase de espectro estendido(ESBL) 42 . De maneira semelhante ao surto descrito nesta dissertação, encontramos na literatura, um surto de Klebsiella pneumoniae produtora de ESBL em unidade de terapia intensiva neonatal cuja fonte comum era um auxiliar de enfermagem com onicomicose e mãos persistentemente colonizadas por este agente 43 .
Mostrar mais

82 Ler mais

Presença de bactérias produtoras de beta-lactamases de espectro ampliado (esbl) em uroculturas

Presença de bactérias produtoras de beta-lactamases de espectro ampliado (esbl) em uroculturas

Segundo os estudos, a principal bactéria produtora de ESBL em uroculturas foi a Escherichia coli, seguida de Klebsiella pneumoniae. Entretanto, um estudo observou que outras bactérias também são capazes de desenvolver essa resistência ( Enterobacter aerogenes, E. cloacae e Morganella morganii ), apesar de não ser preconizado pela ANVISA a realização do teste de identificação de ESBL entre esses microrganismos. Entre os fatores de risco estão o uso amplo e indiscriminado de antibióticos, inclusive as cefalosporinas de amplo espectro de ação, uso de cateter, acesso facilitado aos antimicrobianos e interrupção precoce do tratamento. É de suma importância que haja um diagnóstico prévio sobre o agente causador da infecção urinária e sua resistência aos antimicrobianos utilizados na prática clínica, antes do tratamento ser iniciado. O médico também deve conscientizar o paciente para que não abandone o tratamento antes do período indicado. Cabe salientar que estudos regionais sobre a resistência bacteriana em uroculturas tanto de origem nosocomial como também na comunidade devem ser realizados para melhor escolha no tratamento do paciente.
Mostrar mais

18 Ler mais

Resistência a antimicrobianos e diversidade de β-lactamases em Escherichia coli de origem aviária

Resistência a antimicrobianos e diversidade de β-lactamases em Escherichia coli de origem aviária

OLIVEIRA-FILHO, José Carlos, M.Sc., Universidade Federal de Viçosa, outubro de 2006. Resistência a antimicrobianos e diversidade de β- lactamases em Escherichia coli de origem aviária. Orientadora: Célia Alencar de Moraes. Co-Orientadores: Arnaldo Chaer Borges e Marisa Vieira de Queiroz.

3 Ler mais

Sensibilidade das Enterobactericeas Produtoras de Beta-Lactamases de Espectro Alargado  Fosfomicina

Sensibilidade das Enterobactericeas Produtoras de Beta-Lactamases de Espectro Alargado Fosfomicina

introdução: A emergência de enterobacteriáceas produtoras de beta-lactamases de espectro alargado (ESBL) nos últimos anos re- presenta um problema de saúde pública, escasseando alternativas eficazes para o seu tratamento. Vários trabalhos internacionais têm demonstrado uma sensibilidade in vitro muito elevada destas bac- térias à fosfomicina, havendo alguns que testaram a eficácia clínica do tratamento de cistites agudas não complicadas no subgrupo das Escherichia coli com resultados promissores. No Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca EPE (HFF) tem havido um aumento anual progressivo do isolamento destes patogéneos. Os autores preten- deram testar a sensibilidade das enterobacteriáceas produtoras de ESBL à fosfomicina no HFF e averiguar o eventual potencial tera- pêutico.
Mostrar mais

5 Ler mais

Show all 2169 documents...