Variabilidade espacial e vertical

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Diagnóstico da variabilidade espacial e vertical da fertilidade do solo

Diagnóstico da variabilidade espacial e vertical da fertilidade do solo

As análises de solo utilizadas para conhecer a variabilidade espacial e vertical.. 21.[r]

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Variabilidade espacial de uma cultura de milho (Zea mays): influencia da  distribuição vertical de semente.

Variabilidade espacial de uma cultura de milho (Zea mays): influencia da distribuição vertical de semente.

32000 ha a área de sementeira direta (FAO Aquastat, 2013), sendo o milho a principal cultura de regadio praticada sob esta técnica, nomeadamente nas regi- ões do Ribatejo e Alentejo. Nesta região apresenta- -se particularmente importante pela crescente área de regadio sob influência do perímetro de rega da barragem do Alqueva. De acordo com informação reunida junto de agricultores do distrito de Évora para a campanha de 2012/13 a redução em custos de mecanização de um sistema de mobilização mínima para sementeira direta é de 120 €/ha (Conceição, 2013). São, contudo, conhecidas limitações à imple- mentação da técnica de sementeira direta, relacio- nadas com a variabilidade das características físicas do solo, como a sua textura e o maneio dos resíduos de culturas anteriores que condicionam a unifor- midade de distribuição da semente e assim a sua germinação e emergência (Valero et al., 2010). No caso da região do Alentejo, a elevada variabilidade na sua composição geológica (Atlas do Ambiente, 2005) e um clima de tipo Mediterrâneo Csa segundo a classificação climática de Koppen-Geijer (Kotteck
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Variabilidade espacial do teor de água e sua influência na condutividade elétrica...

Variabilidade espacial do teor de água e sua influência na condutividade elétrica...

Fritz et al. (1998) descreveram um equipamento por indução eletromagnética que mede a condutividade elétrica do solo até uma profundidade de 0,12 m na configuração vertical e a uma profundidade até de 0,30 m na configuração horizontal. Um entrave do método é que o equipamento não pode sofrer interferência de metais, por isso o cuidado com o manuseio, no que diz respeito a vestimentas do operador, deve ser atentado e quando tracionado, o veículo onde é fixado também não pode conter nenhum metal. É um método de amostragem rápida para a coleta de informações sobre o solo e a distribuição espacial de algumas de suas propriedades (Domsch & Giebel, 2001). Com o advento do Sistema de Posicionamento Global (GPS – “Global Position System”), o equipamento que mede a CE pode ser equipado com um receptor de GPS permitindo a geração de mapas de CE (Doerge, 2004).
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Variabilidade espacial dos atributos químicos do solo, associada ao microrrelevo.

Variabilidade espacial dos atributos químicos do solo, associada ao microrrelevo.

Solos sob vegetação natural apresentam variabilidade em seus atributos químicos (Montezano et al., 2006), resultante dos processos de formação e esta variabilidade varia tanto no sentido horizontal como no vertical. Além da variabilidade natural do solo, as práticas agrícolas de manejo e uso das terras são fatores adicionais de variabilidade. Estudos já foram realizados enfatizando variações causadas pelo próprio uso e manejo (Mello et al., 2006; Zanão Júnior et al., 2010), mas são escassas as informações que tratam desse tipo de variabilidade associada ao
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Variabilidade espacial da textura de um latossolo sob cultivo de citros.

Variabilidade espacial da textura de um latossolo sob cultivo de citros.

Portanto, para realizar o estudo da variabilidade de atributos do solo têm sido utilizadas diversas metodologias, tais como: a classificação numérica, estatística multivariada, classificação contínua (fuzzy), geoestatística, métodos fractais, morfologia matemática e teoria do caos (Burrough et al., 1994). Embora esses métodos estatísticos permitam inferir sobre a variabilidade espacial do solo (vertical e horizontal), a dependência espacial entre as amostras somente pode ser modelada por meio da geoestatística (Webster, 2000). Análises estatísticas clássicas que consideram a independência entre as amostras, baseadas na média, vêm sendo substituídas por análises geoestatísticas fundamentadas na teoria das variáveis regionalizadas (Isaaks & Srivastava, 1989), por intermédio do semivariograma e da dependência espacial.
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Variabilidade espacial da infiltração de água no solo.

Variabilidade espacial da infiltração de água no solo.

Basicamente, a estrutura espacial é analisada depen- dendo do comportamento do semivariograma na origem e no infinito. Na origem (Fig. 1), quatro aspectos são possí- veis: o aspecto parabólico, que traduz uma variável muito regular; o aspecto linear, que corresponde a uma variável menos regular; o efeito de pepita (nugget effect), que traduz um efeito muito irregular (dois pontos distintos, porém vizinhos, podem apresentar valores bem diferen- tes. Tal irregularidade pode ser devida a uma micror- regionalização de escala inferior à escala de amostragem); e o aspecto aleatório puro, que traduz a inexistência de correlação entre pontos. Ao infinito (Fig. 2), duas situa- ções são possíveis: variograma ao infinito limitado, e variograma ao infinito com patamar e portança. Ao contrá- rio do variograma não-limitado (indicativo de deriva), aquele que apresenta um patamar indica que nas distâncias entre pontos de amostragem superior à portança, os valores da propriedade não são correlatos entre si. Nesses casos, o valor do patamar corresponde à variança espacial da amos- tra.
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Variabilidade espacial de propriedades químicas em um solo salino-sódico.

Variabilidade espacial de propriedades químicas em um solo salino-sódico.

Os solos aluviais, particularmente os classificados como salinos e, ou, salino-sódicos, em decorrência de fatores relacionados com os processos de formação e das ações antrópicas, principalmente quando do uso da irrigação, podem exibir elevada variabilidade espacial. Essa variabilidade pode, muitas vezes, mascarar ou levar à uma interpretação errônea dos efeitos dos tratamentos em um ensaio. Desse modo, uma análise criteriosa, visando conhecer melhor o comportamento espacial das características físicas e químicas desses solos, é um aspecto de fundamental importância e pode ser feita pelo uso de técnicas esta- tísticas descritivas (geral e espacial) e geoestatísticas. As técnicas geoestatísticas, com base na construção de semivariogramas, permitem a descrição da dependência espacial das propriedades estudadas (Vieira, 1995). Vários autores, como Coelho (1983), Coelho & Ferreyra (1986), Guimarães et al. (1992), Souza (1992), Araújo et al. (1993), Gomes et al. (1994), Souza et al. (1997) e outros, têm
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Variabilidade espacial de atributos de solos coesos do leste maranhense.

Variabilidade espacial de atributos de solos coesos do leste maranhense.

áreas A e B, os quais estão localizados em áreas côncavas, e menores no solo da área C, localizado em área convexa, mostrando a influência do relevo no comportamento desses atributos. Resultados semelhantes foram encontrados por Barbieri et al. (2008). Para Marques Jr & Lepsch (2000), o entendimento das causas da variabilidade do solo está intimamente relacionado ao conhecimento dos processos do solo que operam em locais específicos. Tais processos estão relacionados à água, sendo o relevo o principal controlador de sua intensidade e de seu fluxo em determinada área.

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Variabilidade espacial de propriedades físicas do solo em uma parcela experimental.

Variabilidade espacial de propriedades físicas do solo em uma parcela experimental.

Experimentos de solo realizados no campo necessitam de estudos que verifiquem a variabilidade espacial do solo. O objetivo deste trabalho foi estudar a variabilidade espacial de propriedades físico-hídricas do solo em uma parcela experimental, usando métodos geoestatísticos. O experimento foi realizado em 1982 no Centro Experimental do Instituto Agronômico em Campinas (SP), em um Latossolo Vermelho sob preparo convencional, numa parcela de 30 x 30 m, com grade de pontos a cada 5 m. As propriedades analisadas foram: teor de água do solo, porosidade, densidade do solo, resistência à penetração e retenção de água. Para analisar a variabilidade espacial, utilizou-se a geoestatística, por meio da análise de semivariogramas, interpolação dos dados por krigagem e construção de mapas de isolinhas. A dependência espacial ocorreu principalmente nas variáveis obtidas na camada superficial do solo (0-25 cm), apresentando dependência espacial moderada e forte. Houve correlação positiva significativa entre retenção de água e densidade do solo. A dependência espacial encontrada e a semelhança de comportamento entre as variáveis permitiram inferir que amostragem ao acaso seria falha, pois esconderia a variabilidade encontrada, interferindo nas respostas dos tratamentos, caso fosse instalado um experimento que exigisse independência entre amostras.
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Distribuição espacial da variabilidade genética intrapopulacional de Dipteryx alata.

Distribuição espacial da variabilidade genética intrapopulacional de Dipteryx alata.

Esta diferença, provavelmente, deve estar relacionada à diversificação das características do ambiente, em cada população, o que inclui o fato de as duas apresentarem níveis variados de antropização. Essas características podem afetar a densidade dos indivíduos nas populações e, conseqüentemente, a estruturação espacial da variabilidade genética intrapopulacional. Uma hipótese a ser considerada é a de que na população de Icém, que se encontra em áreas cujo ambiente natural já está mais descaracterizado (com pastagens ou lavouras), a dispersão por animais, que alcança distâncias maiores, estaria sobrepondo os efeitos da dispersão por barocoria, já que as novas plântulas teriam muito menos chances de persistirem próximas à árvore mãe.
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Variabilidade espacial de atributos químicos em um Argissolo sob pastagem.

Variabilidade espacial de atributos químicos em um Argissolo sob pastagem.

continuidade espacial no eixo x e menor no eixo y. Essa menor continuidade espacial no eixo y pode estar relacionada com vários fatores, como a pedoforma, a cobertura do solo, a não aplicação de fertilizantes, o transporte de partículas de solo no escoamento superficial, o que é muito comum em áreas de pastagens mal manejadas. Souza (2003) observaram que pequenas variações, na pedoforma, condicionam variabilidade diferenciada em relação aos atributos químicos do solo.

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Variabilidade espacial da rentabilidade, perdas na colheita e produtividade do feijoeiro.

Variabilidade espacial da rentabilidade, perdas na colheita e produtividade do feijoeiro.

RESUMO: O feijoeiro comum é cultivado em todas as regiões do País e apresenta grande importância econômica e social. É uma cultura de subsistência em pequenas propriedades, porém apresenta alguns problemas que influenciam em sua comercialização, como oscilação de preço pago ao produtor. Os métodos de colheita são diversos e, atualmente, o mais utilizado no Brasil é a colheita semimecanizada. Com o objetivo de avaliar a produtividade, rentabilidade, perdas manual e mecânica na colheita da cultivar de feijão Juriti, realizou-se o levantamento de dados georreferenciados em uma área de 10,45 ha, com o auxílio de uma grade de amostragem regular de 50 x 50 m. Para estudar a variabilidade espacial, foram utilizadas técnicas geoestatísticas, que geraram mapas temáticos por meio da krigagem. Constatou-se que, para a safra de 2005/2006, a produtividade média encontrada na área foi 7,66% maior que a média regional informada pela SEAB do Paraná. Por ocasião da colheita, as perdas manuais foram menores (1,47%) que as mecânicas (7,28%) e, estas, quando somadas, representaram uma perda total de 8,75% da produtividade média da área. Pelos mapas, foi possível identificar a distribuição espacial das variáveis estudadas por toda a área estudada e verificar que, em 21,37% da área cultivada, houve prejuízo, ou seja, a rentabilidade obtida com a venda do feijão foi menor que o custo de produção, causado especialmente pela baixa produtividade da cultura. Tais informações são importantes para que o agricultor conheça a sua área de plantio, bem como avalie por meio do mapa de rentabilidade se, eventualmente, outra cultura agrícola não teria uma rentabilidade maior por área.
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Variabilidade Espacial da Resistência à Penetração em Neossolo Litólico Degradado.

Variabilidade Espacial da Resistência à Penetração em Neossolo Litólico Degradado.

a resistência à penetração permite avaliar o comportamento do solo diante do manejo adotado. este estudo teve como objetivo avaliar o comportamento da resistência à penetração nos períodos seco e chuvoso por meio da variabilidade espacial em uma área degradada em gilbués, pi. o estudo foi conduzido em uma área experimental de 4 ha, pertencente à embrapa meio Norte, no período de 2010/2011. o solo da área é um Neossolo litólico eutrófico com exposição do horizonte c. construíram-se um grid irregular e uma transecção próximos à parte central da área, espaçada da seguinte forma: os pontos de número 1 a 21 apresentaram espaçamento de 30 × 30 m; de 22 a 52, distanciamento a cada 5 m; de 52 a 53, com 15 m de espaçamento; e de 54 a 79, a cada 30 m, totalizando 79 pontos. em cada ponto, foi verificada a resistência à penetração e coletadas amostras com estrutura alterada de solo para ser quantificada a umidade do solo, em três profundidades (0,00-0,10; 0,10-0,20 e 0,20-0,30 m) nos períodos seco e chuvoso. a resistência à penetração do solo evidenciou, em geral, moderada dependência espacial nos períodos seco e chuvoso. a umidade influenciou fortemente os valores de resistência à penetração no período chuvoso.
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Variabilidade do perfil vertical de vapor de água na troposfera

Variabilidade do perfil vertical de vapor de água na troposfera

Esse deslocamento mais ao sul da célula de Hadley pode estar associado aos eventos El Niño e Oscilação Sul (ENOS), o qual revelou um agrupamento estatisticamente significativo de sua circulação com El Niño. Para eventos neutros e La Niña, se observou pouca diferença na intensidade da célula no verão e inverno (STACHNIK e SCHUMACHER, 2011). Antes do período de 1980-2010, a existência de um padrão entre a célula de Hadley e os ENOS não foi observado. Isso pode sugerir que a associação da célula de Hadley com os ENOS apresenta uma forte influência da variabilidade multidecadal, pois antes e depois da mudança em meados da década de 1970, o clima apresentou respostas diferentes (QUAN et al., 2004).
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Geoestatística para o mapeamento da variabilidade espacial de atributos físicos do solo

Geoestatística para o mapeamento da variabilidade espacial de atributos físicos do solo

A análise geoestatística foi realizada em duas etapas. Na primeira avaliou-se a dependência espacial, por meio da modelagem dos semivariogramas empíricos de cada variável. Foram avaliados os modelos teóricos esférico, exponencial, circular e gaussiano. O ajuste foi realizado por tentativa e erro e o critério usado para escolha dos modelos foram os parâmetros provenientes da validação cruzada, conforme sugere Vieira et al. (1983). Esse critério também é sugerido por Faraco et al. (2008), que comparou métodos de avaliação da qualidade do ajuste de modelos teóricos a semivariogramas (validação cruzada, Akaike, Filliben e máximo valor do logaritmo da função verossimilhança). Para definição do tamanho e número de lags usado para agrupar os pares de pontos usou-se como referência a regra empírica na qual o produto entre o tamanho e o número de lags deve ser aproximadamente igual à metade da maior distância de separação entre pares de pontos da malha amostral (CLARK, 1979; ESRI, 2004a). Para a malha de amostragem adotada esse limite corresponde a 64 m. Outro ponto observado no decorrer da análise, salientado por Journel & Huijbregts (1978) e Andriotti (2003), é que cada lag deve ter no mínimo 30 pares de pontos. A partir dos parâmetros de cada modelo escolhido (efeito pepita, contribuição e patamar) foi calculado o índice de dependência espacial proposto por Zimback (2001).
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Aplicação localizada de defensivos baseada na variabilidade espacial das plantas...

Aplicação localizada de defensivos baseada na variabilidade espacial das plantas...

Mapas de atributos da fertilidade do solo podem ser utilizados para a elaboração de mapas de prescrição de herbicidas baseados na variabilidade espacial dos atributos mapeados (Qiu et al., 1998). Sabe-se que a determinação das dosagens de alguns herbicidas depende das características dos solos onde eles serão aplicados. Propriedades dos solos como a textura, a CTC (capacidade de troca de cátions), o pH (potencial hidrogeniônico) e a matéria orgânica interferem no nível de adsorção de alguns herbicidas aplicados, como os herbicidas PRE e PPI, necessitando de dosagens diferenciadas de acordo com o nível do atributo para o controle eficiente das plantas daninhas (Rodrigues & Almeida, 1998). Alguns autores têm realizado trabalhos relacionados com a aplicação localizada de herbicidas a razões variáveis de acordo com a variabilidade espacial de atributos do solo (Gaadi & Ayers, 1999; Khakural et al., 1999 e Qiu et al., 1998).
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Variabilidade espacial da resistência do solo à penetração em plantio direto.

Variabilidade espacial da resistência do solo à penetração em plantio direto.

No Latossolo Vermelho distroférrico, os semivariogramas ajustados foram do tipo exponencial na profundidade de 5cm, tipo gaussiano nas profundidades de 7,5cm, 10cm e 17,5cm (Tabela 2). Nas profundidades de 12,5cm, 15cm, 20cm e 25cm, os dados de RP apresentaram um comportamento crescente com a distância, ajustando-se então, semivariograma do tipo linear. Na profundidade de 5 cm, o alcance da dependência espacial foi de aproximadamente 13 metros, já nas profundidades de 5cm, 7,5cm e 10cm, os valores de alcance ficaram em torno de 17 metros. O modelo linear caracteriza-se por não apresentar alcance. Na profundidade de 5cm, o semivariograma apresentou forte dependência espacial (Tabela 2). Na profundidade de 25cm, o semivariograma apresentou fraca dependência espacial, enquanto que, as demais
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Variabilidade espacial de atributos químicos e de produtividade na cultura do café.

Variabilidade espacial de atributos químicos e de produtividade na cultura do café.

Os valores do alcance relativos aos semivariogramas têm uma importância considerável na determinação do limite da dependência espacial, podendo ser também um indicativo do intervalo entre unidades de mapeamento de solos (TRANGAMAR et al., 1985; SOUZA et al., 1997; GREGO & VIEIRA, 2005). As variáveis apresentaram diferentes alcances de dependência espacial, sendo que o potássio apresentou o maior alcance (347,82m) e a produção da cultura do café apresentou o menor alcance (60,43m). As variáveis pH, Ca, Mg, SB e produção da cultura do café apresentaram alcances na ordem de 70m, CTC efetiva com alcance na ordem de 98m e as variáveis fósforo e potássio com alcance na ordem de 340m. Todas as variáveis em estudo apresentaram valores
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Variabilidade espacial da condutividade hidráulica e da permeabilidade ao ar em função...

Variabilidade espacial da condutividade hidráulica e da permeabilidade ao ar em função...

O conhecimento de propriedades do solo ligadas diretamente à produtividade das culturas é uma busca incessante. As propriedades fortemente correlacionadas com o espaço poroso do solo tornam-se muito importantes, principalmente porque têm ação direta no desenvolvimento vegetal: é pelo espaço poroso que ocorre o deslocamento de água e ar para a rizosfera das plantas. Cada tipo de solo e mesmo cada horizonte pedológico possui uma geometria de poros que o caracteriza e que permite uma maior ou menor facilidade de transportar água e, consequentemente, o ar. Como as propriedades do solo relacionadas ao transporte de água e de ar são altamente variáveis no espaço, o objetivo deste trabalho foi estudar a variabilidade espacial: a) dos parâmetros da equação que correlaciona a condutividade hidráulica com o conteúdo de água no solo e b) da permeabilidade do solo ao ar. Para tanto, foi instalado um experimento no campo, num Latossolo Vermelho Amarelo – textura média, constituído por 60 tubos de acesso a uma sonda de nêutrons, numa malha regular de 5 x 5 m, com a finalidade de medir o conteúdo de água em função do tempo, nas profundidades de 0,20; 0,40; 0,60; 0,80 m e, então, determinar-se a condutividade hidráulica pelo método do perfil instantâneo. A permeabilidade do solo ao ar (k a ) foi
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Variabilidade espacial de atributos físicos do solo em uma microbacia hidrográfica.

Variabilidade espacial de atributos físicos do solo em uma microbacia hidrográfica.

Este comportamento dos atributos estudados, em função da camada pode ser explicado com base na classe de solo predominante e suas características. A classe de solo dominante na área da microbacia experimental é o Cambissolo. Neste caso, a presença de horizonte B incipiente, ou mesmo a transição entre horizonte B e C na camada de 20 a 40 cm, podem justificar a elevada variabilidade nos teores de silte e nos demais parâmetros estudados. Quanto menos intemperizado o material do solo, maior a tendência de variação. Outra causa de grande variabilidade dos atributos do solo está relacionada com a mudança no material de origem.
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