Veia Porta

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Influência da inversão do diâmetro veia porta/veia esplênica nos resultados do tratamento cirúrgico da hipertensão portal esquistossomótica.

Influência da inversão do diâmetro veia porta/veia esplênica nos resultados do tratamento cirúrgico da hipertensão portal esquistossomótica.

Objetivo: Objetivo: Avaliar a morbidade e a mortalidade no tratamento cirúrgico da hipertensão portal esquistossomótica em pacientes portadores de inversão do diâmetro entre a veia porta e veia esplênica. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Estudo transversal retrospectivo, de pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico da hipertensão no período entre setembro de 1993 e Janeiro de 2004. A população do estudo foi distribuída em dois grupos: a) Inversão - calibre da veia esplênica maior ou igual ao da veia porta) e b) grupo controle (calibre da veia porta maior que o da veia esplênica). Na análise estatística foram utilizados o teste t de student para diferença de médias, qui- quadrado para diferença de proporções e o exato de Fisher para amostras reduzidas. Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: 169 pacientes foram analisados com seguimento pós-operatório médio de 23,6 meses. 21 pacientes (12,4%) apresentavam a veia esplênica de igual ou maior calibre que a veia porta (Inversão - grupo de estudo). A média dos diâmetros pré-operatórios das veias porta e esplênica foram, respecti- vamente, 1,49/1,14cm no grupo controle, e 0,98/1,07cm no grupo de inversão. O diâmetro da veia porta foi significativamente maior no grupo controle quando comparado ao grupo de inversão (p<0,05). A presença de varizes de fundo gástrico foi identificada em 33,3% do grupo de inversão e em 38,5% dos pacientes do grupo controle. Recidiva hemorrágica pós-operatória ocorreu em 23,1% dos pacientes do grupo de inversão e em 13,4% no grupo controle (p>0,05). Na avaliação pós-operatória com ultrassonografia Doppler de vasos portais, não houve casos de trombose portal no grupo de inversão, e no grupo controle a trombose portal foi identificada em 16,9% dos pacientes (p<0,05). O óbito ocorreu em um (4,8%) paciente do grupo inversão, e a mortalidade foi de 4,1% no grupo controle (p>0,05). A média do nível sérico de plaquetas foi significativamente menor (65.950\mm³) no grupo de inversão do que no grupo controle (106.647\mm³) (p<0,05). Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: Os resultados sugerem que a inversão do calibre veia porta\esplênica não representa uma contraindicação ao tratamento cirúrgico da hipertensão portal esquistossomótica..
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Aspectos ultra-sonográficos da trombose da veia porta.

Aspectos ultra-sonográficos da trombose da veia porta.

A trombose da veia porta pode estar associada a várias alterações, como a presença de tumores (por exem- plo: hepatocarcinoma, doença metastática hepática e carcinoma do pâncreas), pancreatite, hepatite, sep- ticemia, trauma, esplenectomia, derivações porto-cava, estados de hipercoagulabilidade (por exemplo: gra- videz), em neonatos (por exemplo: onfalite e cateterização da veia umbilical) e desidratação aguda. Os autores discutem, neste artigo, os aspectos ultra-sonográficos da trombose de veia porta e alguns aspectos de re- levância clínica.
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Distúrbios trombofílicos em crianças e adolescentes com trombose da veia porta.

Distúrbios trombofílicos em crianças e adolescentes com trombose da veia porta.

Por definição, há hipertensão porta quando a pressão no sistema porta é superior a 10-12 mm Hg, ou 17–20 cm de água. O aumento na pressão porta é causado por condições que impedem o fluxo normal do sangue através deste sistema. Do ponto de vista anatômico, pode-se considerar três diferentes locais para a obstrução: pré-hepático, quan- do a obstrução ao fluxo venoso é causada por alterações estruturais da veia porta extra-hepática; intra-hepática, quan- do a resistência vascular é dentro do fígado; e supra- hepática, se a obstrução venosa é localizada na saída do órgão. A trombose da veia porta (TVP) é uma das causas mais comuns de hipertensão porta na infância, sendo iden- tificada em 40% de crianças com hemorragia digestiva devido a varizes de esôfago 1 . A trombose porta, como entidade patológica isolada, foi por muito tempo conside- rada pouco comum, mas estudos recentes identificaram freqüências tão expressivas quanto 24/65 (37%) e 23/37 (62%) em pacientes de diversas idades 2,3 .
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Avaliação com Doppler colorido e espectral da veia porta de cães.

Avaliação com Doppler colorido e espectral da veia porta de cães.

Ainda em 2002, PISCAGLIA et al. avaliaram pacientes portadores de esplenomegalia causada por diferentes enfermidades, tais como hepatite crônica, cirrose, desordens hematológicas e pacientes que já haviam realizado transplante hepático. O estudo visava estabelecer parâmetros ao Doppler espectral que diferenciassem a causa primária desta esplenomegalia entre hipertensão portal cirrótica e distúrbios hemodinâmicos, uma vez que entre 52 e 83% dos pacientes com hipertensão portal apresentam aumento de volume do baço. O autor concluiu que, para diferenciar a causa da esplenomegalia como sendo de um distúrbio hematológico ou de uma hipertensão portal cirrótica, o melhor parâmetro avaliado ao Doppler na veia porta é a Vm.
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Avaliação Doppler da hemodinâmica na veia porta e veia cava caudal em Mustela putorius furo : estudo preliminar para definição de valores de referência

Avaliação Doppler da hemodinâmica na veia porta e veia cava caudal em Mustela putorius furo : estudo preliminar para definição de valores de referência

O parênquima hepático de um animal saudável é homogeneamente ecogénico (Nyland & Matoon, 2004). Contudo, esta ecogenicidade varia de animal para animal, o que dificulta a detecção de processos patológicos difusos. Assim, para reduzir os efeitos da variação normal e das definições do aparelho ecográfico, torna-se fundamental comparar a sua ecogenicidade à de outros órgãos (Mannion, 2006). O aspecto sonográfico de um fígado normal varia entre uma textura homogénea de grão ligeiramente grosseiro a fino. Relativamente ao rim direito, o fígado é regra geral hiperecogénico. Contudo, esta relação é altamente variável, podendo animais saudáveis apresentar um fígado isoecogénico e outros hipoecogénico. Mais fiável é a relação de ecogenicidade entre baço e fígado, sendo este uniformemente hipoecogénico com uma textura ligeiramente granular (Mannion, 2006). Durante a exploração ultrassonográfica do parênquima hepático são observadas diversas estruturas vasculares circulares e tubulares de diferentes dimensões. De facto, o parênquima hepático é interrompido por veias hepáticas e portais que se dirigem para a periferia dos lobos. Apesar do padrão de ramificação destes vasos ser ligeiramente diferente, é comum serem visualizados lado a lado (Mannion, 2006). Os ramos portais apresentam paredes hiperecogénicas (Nyland & Matoon, 2004) e o seu rastreio leva à porta hepatis, local de entrada da veia porta. Contrariamente, as veias hepáticas são mais dificilmente identificadas pois têm, em regra, paredes menos ecogénicas. Ainda assim, em alguns casos, é possível observar a anastomose destas à veia cava caudal (Szatmári, Sótonyi & Vörös, 2001; Mannion, 2006).
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Tromboflebite séptica da veia porta secundária à apendicite.

Tromboflebite séptica da veia porta secundária à apendicite.

laparotomia no 6º dia e drenagem de novos abscessos hepáticos (segmento II e III), foram necessárias no mesmo internamento. Suporte nutricional enteral foi realizado desde o 2º dia de pós-operatório. Antimicrobianos e antifúngico foram administrados baseado em culturas (Pseudomonas aeroginosa e leveduras). Ultra-som-Doppler realizado em leito flagrou transformação cavernomatosa com circulação colateral pós-trombótica. Após 62 dias de internação hospitalar, recebeu alta. Após 6 meses de acompanhamento ambulatorial a paciente ganhou 10 kg e apresentou estudos ecográfico e tomográfico com ausência de abscessos hepáticos, transformação cavernomatosa da veia porta completa e fluxo hepatopetal presente. A anticoagulação com Warfarin foi iniciada no 20º dia de pós-operatório e permaneceu até o 6º mês com controle laboratorial.
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Carcinoma Hepatocelular e Trombose da Veia Porta

Carcinoma Hepatocelular e Trombose da Veia Porta

Uma das opções terapêuticas que se discute quando existe a possibilidade do trombo tumoral se propagar e obstruir a totalidade do lúmen da veia, levando a insuficiência hepática ou hemorragia, é a resseção cirúrgica. Este procedimento engloba dois modelos de abordagem: a trombectomia tumoral e a resseção em bloco do trombo e veia seguida da sua reconstrução. A trombectomia tumoral é tecnicamente menos exigente e tem menor morbimortalidade associadas, quando comparada à resseção em bloco, podendo, no entanto, resultar em tumor residual. Por outro lado, a resseção em bloco, incluindo a bifurcação com ou sem a veia porta principal e/ou a veia contralateral, apesar das altas taxas de morbimortalidade, apresenta um melhor resultado oncológico (49). A escolha do tratamento depende dos centros e dos cirurgiões.
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Aneurisma venoso na junção esplenomesentérica e emergência da veia porta: relato de caso.

Aneurisma venoso na junção esplenomesentérica e emergência da veia porta: relato de caso.

Os aneurismas no sistema esplenoportomesentérico são uma entidade clínica rara e de etiologia desconhe- cida, tendo como fatores contribuintes hipertensão portal, doença hepática crônica e trauma, entre outros. Os autores apresentam os achados de imagem de um caso de aneurisma na junção esplenomesentérica ao nível da emergência da veia porta, em uma paciente de 62 anos de idade sem fatores predisponentes. Unitermos: Aneurisma; Veia porta; Veia esplênica; Veias mesentéricas.

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Ligadura da veia porta associada à bipartição do fígado para hepatectomia em dois estágios (ALPPS): experiência brasileira .

Ligadura da veia porta associada à bipartição do fígado para hepatectomia em dois estágios (ALPPS): experiência brasileira .

Um ponto importante para promover a hipertrofia acelerada deve ser atribuído ao procedimento de bipartição do fígado. Esta técnica leva à completa devascularização do segmento IV e também evita a formação de colaterais entre o segmento lateral esquerdo e o lóbulo direito do fígado estendido. Esta combinação de ligadura da veia porta e bipartição do fígado são capazes de induzir um estímulo de maior intensidade que conduz à hipertrofia rápida e acentuada do lobo lateral esquerdo. A bipartição hepática provoca alterações nas colaterais intra-portais que promove a privação de fluxo portal para os segmentos excluídos e redistribuição de fatores hepatotróficos 15,16,17 .
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Regeneração hepática em animais jovens com estenose da veia porta ou ligadura da...

Regeneração hepática em animais jovens com estenose da veia porta ou ligadura da...

Nobuoka e cols. criaram um modelo para redução do influxo portal através da ligadura parcial do tronco da veia porta por microscopia 95 . Além de ser um procedimento cirúrgico complexo, a constrição induzida por sutura pode perdurar apenas durante um período de tempo, dependendo do fio utilizado, e a operação de sutura transporta um risco muito maior de dano à veia porta, de hemorragia e de trombo secundário. Então, no presente estudo, foi realizada a constrição venosa extrínseca ao vaso com material não absorvível, ocasionando menor injúria ao endotélio do vaso e relativa estabilidade quando comparada ao método de sutura.
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Trombose de veia porta em crianças e adolescentes: casuística e trombofilias associadas

Trombose de veia porta em crianças e adolescentes: casuística e trombofilias associadas

O primeiro caso de trombose de veia porta foi descrito em 1868 por Balfour e Stewart 3 , em um paciente com esplenomegalia, ascite e varizes esofágicas. Nos últimos anos, o número de diagnósticos vem aumentando, possivelmente pela maior disponibilidade de métodos propedêuticos, principalmente a ultrassonografia com Doppler. 2,4-7 A incidência na população geral é estimada em 1% após estudo realizado por Ogren et al em cadáveres. 8 Essa entidade se mostra importante na faixa etária pediátrica por ser causa importante de hipertensão porta, com elevadas taxas de morbidade devido a sua principal complicação - a hemorragia digestiva alta. Aproximadamente 79% das crianças com diagnóstico de trombose de veia porta apresentarão ao menos um episódio de HDA durante suas vidas. 9,10
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Atividade mioelétrica do intestino delgado de cães submetidos à oclusão parcial da veia porta.

Atividade mioelétrica do intestino delgado de cães submetidos à oclusão parcial da veia porta.

É um estudo experimental controlado e dividido em duas fases, tomando-se a oclusão parcial da veia porta como o parâmetro de divisão entre a fase de pré- oclusão e de oclusão portal, que tiveram duração de 30 e 60 minutos. O momento da oclusão portal foi o divisor entre o grupo controle e o experimental, os quais estavam presentes em cada animal, em fases diferentes ao longo do experimento, que corresponderam, respectivamente, a fase de pré-oclusão e a de oclusão portal, de maneira que cada animal era o seu próprio controle. A fase de oclusão portal foi subdividida em três etapas a cada 20 minutos para realização das biópsias jejunais e monitorização hemodinâmica (Figura 1).
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Trauma da Veia Porta.

Trauma da Veia Porta.

utilizaram a ligadura como último recurso em pacientes com trauma da veia porta e a mortalidade foi de 87,5% em oito pacientes tratados. Posteriormente, passaram a indicar a ligadura em situações em que o simples reparo era difícil e a mortalidade obtida em 10 pacientes tratados, tendo por base esta conduta, foi de 20%. Uma relaparotomia programada (“second look”) deve ser indicada após 24 a 48 horas nos casos em que é feita a ligadura da veia porta a fim de verificar a viabilidade das alças intestinais, embora não tenha sido descrito na literatura casos de infarto venoso do intestino secundário a hipertensão após ligadura da veia porta em pacientes traumatizados 1,20,26 .
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Trombose de veia porta em crianças e adolescentes.

Trombose de veia porta em crianças e adolescentes.

A história natural da TVPo compreende a formação de numerosas colaterais no porta hepatis e ao redor dos ductos biliares, que podem comprimir os canais biliares. Com a progressão da doença, pode haver estenose e formação de cálculos no ducto biliar comum e suas ramificações, assim como nos ductos biliares intra-hepáticos, causando cirrose biliar secundária. A biliopatia portal manifesta-se na idade adulta. A icterícia e a dor são raras, exceto na vigência de colangite. É silenciosa e progressiva, sendo detectada sob a forma da complicação mais freqüente: a cirrose biliar 17,24 . A elevação da fosfatase alcalina em duas a cinco vezes o maior valor de referência auxilia no diagnóstico dessa complicação biliar da trombose da veia porta. A colangio- pancreatografia endoscópica retrógrada (CPER) diagnosti- ca a biliopatia portal em 80 a 100% dos pacientes acome- tidos, através do encontro de alterações dos ductos biliares intra e/ou extra-hepáticos (dilatações ou estreitamentos localizados) e da vesícula biliar (irregularidades na parede, angulações e formação de litíase) 11 . Dessa forma, de acordo com a extensão da lesão encontrada na CPER, podemos classificar a biliopatia portal em três tipos, sendo que o tipo I é o grau mais leve da doença, como mostra a Tabela 5.
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Trombose de veia porta no transplante hepático.

Trombose de veia porta no transplante hepático.

RESUMO – Introdução - A trombose de veia porta foi considerada contraindicação ao transplante de fígado no passado em razão da elevada morbi-mortalidade. Diversos avanços permitiram melhora dos resultados. Objetivo - Revisão dos avanços e das estratégias cirúrgicas utilizadas para realização do transplante de fígado na vigência de trombose de veia porta. Método - Revisão da literatura nas bases de dados Medline, Scielo, Lilacs cruzando os descritores: portal vein thrombosis, liver transplantation, vascular complications, jump graft, graft failure, multivisceral transplant. Foram estudados a epidemiologia, fatores de risco, classificação, diagnóstico, estratégias cirúrgicas e resultados. Conclusão - A trombose de veia porta deixou de ser contraindicação para o transplante hepático. O cirurgião dispõe atualmente de uma série de estratégias para realização do transplante, variando conforme o grau da trombose. Apesar de implicar em maior morbidade e taxas de re-trombose, os resultados do transplante na presença de trombose portal são semelhantes aos observados nas séries habituais.
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Dopperfluxometria e avaliação morfométrica da veia porta em cães hígidos diferentes pesos corpóreos

Dopperfluxometria e avaliação morfométrica da veia porta em cães hígidos diferentes pesos corpóreos

A utilização do Doppler na medicina foi importante para expandir a aplicação clínica da ultra-sonografia, e o desenvolvimento da técnica e dos equipamentos proporcionou um melhor entendimento da hemodinâmica vascular e da correlação entre as alterações no fluxo sangüíneo e os diversos processos patológicos (BOOTE, 2003). A avaliação da vascularização hepática tornou o exame ultra-sonográfico mais completo, pois com essa técnica passou a ser possível diferenciar estruturas vasculares de não vasculares, como por exemplo, fazer a distinção entre um ducto biliar dilatado e um vaso portal. Tornou-se possível avaliar a velocidade do fluxo sangüíneo na veia porta, a qual quando diminuída, é um importante indicativo de hipertensão portal, e a direção do mesmo, detectando assim a presença de fluxo hepatofugal, o qual evidencia a gravidade do quadro em uma doença hepática crônica, e seu achado é considerado patognomônico para hipertensão portal (CERRI et al., 1998; MACHADO et al., 2004).
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Fontes de proteína, ingestão de alimentos e fluxo esplâncnico de nutrientes em ovinos.

Fontes de proteína, ingestão de alimentos e fluxo esplâncnico de nutrientes em ovinos.

RESUMO - O objetivo deste trabalho foi avaliar a ingestão de nutrientes e o fluxo esplâncnico de glicose, nitrogênio α-amino, amônia e uréia em ovinos alimentados com diferentes fontes de proteína. Foram utilizados três ovinos pesando, em média, 50 kg, implantados com quatro catéteres, sendo um na veia mesentérica, um na artéria mesentérica, um na veia porta e um na veia hepática. O delineamento utilizado foi o quadrado latino 3x3. Os tratamentos consistiram na utilização de três diferentes fontes de proteína: o farelo de soja, a farinha de penas e o farelo de glúten de milho. Não houve efeito dos tratamentos na ingestão de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN). As concentrações portal, hepática e arterial de glicose, N α-amino, amônia e uréia não diferiram com a utilização de diferentes fontes de proteína. Somente o fluxo portal de glicose aumentou e o esplâncnico de N α-amino diminuiu com a utilização do farelo de glúten de milho como fonte de proteína. As taxas de extração hepática dos nutrientes foram de -10,51; 4,07; 47,69 e -4,81%, para a glicose, N α-amino, amônia e uréia, respectivamente, e não diferiram entre os tratamentos.
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Alterações hemodinâmicas hepáticas (fluxometria e manometria) durante circulação extracorpórea, em condições de normo e hipotermia, com e sem hemodiluição: estudo experimental no cão

Alterações hemodinâmicas hepáticas (fluxometria e manometria) durante circulação extracorpórea, em condições de normo e hipotermia, com e sem hemodiluição: estudo experimental no cão

veia porta. Dessa maneira, as modificações no conteúdo do sangue portal seriam responsáveis pelas alterações no tônus do esfincter arteriolar hepático, por mecanismo não perfeitamente esclarecido, mas que garantiria um suprimento sangüíneo global adequado à atividade metabólica satisfatória do hepatócito. Em resumo: o FAH dependeria da composição do sangue portal e o metabolismo hepático das condições de oxigenação tecidual. Durante CEC, o fluxo sangüíneo hepático (arterial e portal) e a oxigenação tecidual seriam fatores de relevância para a integridade metabólica hepática.
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A saúde pública no Brasil

A saúde pública no Brasil

Ao lado dos sintomas habituais, resultantes da localisacáo preferida do parasito em determi- nados orgãos: ramos da veia porta e veias do intestino grosso, é preci[r]

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Drenagem anômala total das veias pulmonares: terapêutica cirúrgica dos tipos anatômicos infracardíaco e misto.

Drenagem anômala total das veias pulmonares: terapêutica cirúrgica dos tipos anatômicos infracardíaco e misto.

tante de obstrução seja a elevada resistência vascular nas veias coletoras, especialmente se a conexão se fizer no ducto venoso ou na veia porta, devido a passagem pelo pa- rênquima hepático e pela obliteração pós-natal, respectiva- mente. Em nossa casuística, os três pacientes com o tipo in- fracardíaco apresentavam obstrução venosa. Um deles, com conexão da veia vertical inferior para a veia porta, foi operado em situação de emergência pelo quadro de hiper- tensão pulmonar e choque cardiogênico. Apresentou um pós-operatório complicado, com insuficiência renal aguda, infecção mediastinal e septicemia, tendo falecido. Os outros dois casos, com conexões para o ducto venoso e veia cava inferior, também foram operados em situação de emergên- cia, porém com melhor evolução. Essa experiência ilustra que a presença de obstrução venosa é importante na defini- ção do momento ideal da indicação cirúrgica 18 .
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