Veias hepáticas

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Efeitos da oxigenoterapia hiperbárica em ratos submetidos à ligadura das veias hepáticas: avaliação da mortalidade e da histologia do fígado e baço.

Efeitos da oxigenoterapia hiperbárica em ratos submetidos à ligadura das veias hepáticas: avaliação da mortalidade e da histologia do fígado e baço.

A atenuação das alterações histopatológicas encontradas no grupo 2 e a conseqüente redução significativa da mortalidade pós-operatória parecem relacionar-se à capacidade da oxigenoterapia hiperbárica de reduzir a resposta inflamatória sistêmica após condições clínicas graves e agir de maneira atenuante, criando condições para que os animais tolerassem melhor a congestão hepática grave, secundário a ligadura das veias hepáticas. Em outros estudos verificou-se que o tratamento hiperbárico imediatamente após eventos isquêmicos diminui os fenômenos deletérios secundários à síndrome de reperfusão de forma sistêmica e não apenas local. Sabe-se que em apenas uma hora após o emprego da oxigenoterapia hiperbárica em ratos, ocorreu redução da agregação leucocitária no endotélio venoso, as paredes venosas da musculatura esquelética apresentaram-se livres e bem definidas histologicamente dos fenômenos de reperfusão e houve inibição da isquemia causada pela vasoconstrição microarteriolar, que ocorre após eventos de reperfusão. O tempo de inicio da oxigenoterapia hiperbárica é importante, TABELA 3 - Comparação dos animais dos grupos 1 e 2,
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O papel da oxigenação hiperbárica na estrutura do fígado e baço após ligadura das veias hepáticas: estudo em ratos.

O papel da oxigenação hiperbárica na estrutura do fígado e baço após ligadura das veias hepáticas: estudo em ratos.

Método: Foram utilizados 30 animais machos adultos da espécie Holtzman, distribuídos aleatoriamente em dois grupos de 15 animais cada, assim designados: grupo 1 - ligadura das veias hepáticas; grupo 2 - ligadura das veias hepáticas associada à oxigenoterapia hiperbárica. Todos os animais foram submetidos à anestesia geral por meio de solu- ção contendo cloridrato de cetamina (40 mg/ml) e cloridrato de meperidina (10 mg/ml) na dose de 50 mg/kg/peso, laparotomia medi- ana e ligadura das veias hepáticas. A oxigenoterapia hiperbárica foi apli- cada nos animais do grupo 2, a partir da oitava hora do pós-operatório, por 120 minutos, sendo 90 minutos sob pressão de 2,5 atmosferas e 15 minutos no início e final da terapêutica, para promover a compressão e descompressão gradativa no período de 20 dias consecutivos. No 21° dia de pós-operatório, os animais foram mortos por inalação de éter e submetidos à laparotomia e extirpação dos fígados e baços para exame histológico. Foram comparados os resultados da histologia hepática e esplênica aplicando-se o teste exato de Fisher, considerando-se a dife- rença significante de P < 0,05.
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Dopplerfluxometria das veias hepáticas em pacientes com esteatose hepática não-alcoólica

Dopplerfluxometria das veias hepáticas em pacientes com esteatose hepática não-alcoólica

A primeira etapa consistiu no preenchimento do TCLE e do questionário sociodemográfico, contendo as seguintes variáveis: nome, idade, sexo, consumo de álcool, ausência de cardiopatias, ausência de doenças hepáticas crônicas ou tumores primários no fígado e uso de medicamentos. Para se formular a hipótese diagnóstica de DHGNA o consumo de álcool semanal foi considerado < 140 g/ semana para homens e < 70 g/ semana para mulheres, através do questionário sociodemográfico com informações sobre hábitos etílicos. A presença e frequência de etilismo foi conhecida e o consumo foi calculado, utilizando-se a fórmula: dose em ml x grau x 0,8 / 100, onde os graus ou teor alcoólico das bebidas são conhecidos, a saber: cerveja 4, vinho 12, conhaque 40, rum 40, uísque 43, pinga 46 (MINCIS M e MINCIS R, 2011).
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Estudo prospectivo aleatorizado comparando a eficiência clínica dos métodos convencional...

Estudo prospectivo aleatorizado comparando a eficiência clínica dos métodos convencional...

No presente estudo, a opção pelo método convencional foi considerada preferencial em 4 casos por motivos não previstos nos critérios de inclusão (Tabela 1). A utilização do método piggyback foi contra-indicada em dois portadores de hepatomegalia maciça, sendo um por doença policística e um por doença de Gauchet. Nesses pacientes, devido ao volume do fígado, a rotação da víscera torna-se mais difícil, limitando o acesso à porção retro-hepática da VCI e aumentando o risco da dissecção do vaso. Optou-se também pelo método convencional em um portador de síndrome de Budd-Chiari e em um portador de TIPS ∗ , nos quais se entendeu que havia impossibilidade de utilização das veias hepáticas para implantação do enxerto pelo método piggyback.
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Systematization of the caudal vena cava in buffalos (Bubalus bubalis bubalis Simpson, 1945)

Systematization of the caudal vena cava in buffalos (Bubalus bubalis bubalis Simpson, 1945)

Segue ventralmente às artérias lombar a renal direita, cruzando-as antes da lá vértebra lombar onde se sustenta pelo pilar direito do diafragma. Ventralmente está coberta pelo peritônio que corresponde ao mesentério, intestino grosso, a em seguida pela veia porta a pelo pâncreas, atingindo a margem dorsal do fígado (margem obtusa). Coloca-se à esquerda do lobo direito do fígado e, nesta porção, revestida completamente da substância hepática, recebe as veias hepáticas, para finalmente atingir a cavidade torácica, apresentando em média, um comprimento de 15,2 cm. Ultrapassa o forame oval do diafragma (forame da veia cava caudal) localizado no seu centro tendíneo, em situação oposta à nona ou décima vértebra torácica, para atingir a cavidade torácica. Deste modo, mostra um percurso intra-torácico médio de 4,9 cm. entre o pulmão direito e o seu lobo acessório, contido no interior do ligamento pleural da veia cava. Em sua face lateral observamos o nervo frênico direito. Perfura o pericárdio fibroso (porção intrapericárdica) para terminar no átrio direito do coração, na porção mais
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Análise da segmentação venosa hepática através de moldes de resina.

Análise da segmentação venosa hepática através de moldes de resina.

Foi injetada uma resina (Resapol T-208) com diferentes cores nas três veias hepáticas, de maneira seletiva, de modo que houvesse distinção entre os segmentos. À resina eram acrescidos o catalisador (peroxol), o monômero de estireno e o corante para formar uma mistura homogênea 11 .

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Ressecões hepáticas por videolaparoscopia.

Ressecões hepáticas por videolaparoscopia.

A técnica operatória deve obedecer às regras e cuidados tomados para as ressecções hepáticas convencionais A mo- bilização hepática adequada e controle vascular são pontos essenciais para o sucesso do procedimento. Por essa razão, a utilização de pinças e afastadores específicos facilitam sobremaneira o procedimento. O controle vascular sempre foi uma das grandes preocupações nas hepatectomias VL, no entanto, ele pode ser feito de forma semelhante à cirurgia por via laparotômica. A dissecção hilar e isolamento dos vasos dos pedículos hepáticos direito e esquerdo podem ser realizados com segurança, bem como o isolamento das veias hepáticas. A manobra de Pringle pode ser realizada com facilidade, sendo utilizada rotineiramente por alguns autores, principalmente em ressecções maiores. Recente- mente, também se reportou a segurança e factibilidade do controle intra-parenquimatoso dos pedículos glissonianos por videolaparoscopia 27,28 . Nas ressecções não regradas, a
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Veias do sistema porta-hepático em gansos domésticos.

Veias do sistema porta-hepático em gansos domésticos.

A porção transversa da veia porta-hepática direita pode ser encontrada com diferentes denominações na literatu- ra, entre eles ramo comunicante (Miyaki 1972) ou anasto- mose portal intersinusal (Pavoux & Jolly 1968). Particu- larmente sobre o último termo discorda-se dessa termi- nologia por este vaso não se tratar de uma anastomose, mas sim de uma ramificação em sentido esquerdo, a par- tir da veia porta-hepática direita, em direção ao lobo he- pático esquerdo. Outro fato que corrobora esse ponto é que esse vaso diminui seu calibre em sentido ao lobo esquerdo e mesmo nos pontos de confluência das veias porta-hepáticas esquerdas, o vaso permanece com cali- bre mais espesso que estas, e desta forma o sangue pro- veniente destas pequenas veias mistura-se com aquele proveniente da veia porta-hepática direita antes de distri- buir-se pelo parênquima hepático.
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Comparação de diferentes metodologias para descelularização de veias humanas

Comparação de diferentes metodologias para descelularização de veias humanas

No caso de veias e artérias, ainda existem outros cuidados a serem levados em conta quando da recomendação no uso desses biomateriais, um deles seria o risco de geração de coágulos no interior desses materiais 46 47 48. Porém, o resultado de estudos onde se verificou o reimplante desses tecidos mostrou-se promissor e não houve casos de formação desses trombos no interior de artérias descelularizadas e reimplantadas 49 . Fontes de materiais para se substituir tecidos não são escassas, contudo no caso de veias, seus substitutos ainda são imunogênicos, menos duradouros ou exigem que o paciente se submeta a procedimentos invasivos para sua obtenção 50 .
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EFEITOS DA TERAPÊUTICA EXPERIMENTAL COM Agaricus blazei SOBRE PARÂMETROS HISTOPATOLÓGICOS EM CAMUNDONGOS doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v12i2.1454

EFEITOS DA TERAPÊUTICA EXPERIMENTAL COM Agaricus blazei SOBRE PARÂMETROS HISTOPATOLÓGICOS EM CAMUNDONGOS doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v12i2.1454

O cogumelo Agaricus blazei (A. blazei), conhecido como cogumelo do sol, é utilizado na medicina alternativa para a prevenção de diversas patologias como o câncer, hepatopatias e diabetes. Ainda que amplamente utilizado pela população mundial como um composto medicinal, seus possíveis efeitos adversos não são completamente conhecidos. Neste contexto, em relato de caso, foi demonstrado que pacientes que faziam o uso prolongado do A. blazei desenvolveram alterações nas células hepáticas. Com base nisto, o objetivo deste trabalho foi avaliar se o tratamento crônico de camundongos com o fungo A. blazei pode induzir algum efeito hepatotóxico. Foram utilizados 10 camundongos swiss fêmeas. Os animais do grupo teste (Ab) (n=6) foram tratados com uma dose oral diária de 0,1 ml a uma concentração de 110mg/Kg, por um período de sessenta dias. Os animais do grupo controle (n=4) foram tratados com PBS. A análise histopatológica demonstrou que não houveram diferenças na morfologia das células hepáticas entre os grupos Ab e controle. Portanto, sugere-se que o extrato aquoso de A. blazei, nas doses utilizadas, não teve ação tóxica nas células hepáticas.
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Calcificações hepáticas: freqüência e significado.

Calcificações hepáticas: freqüência e significado.

Infecções parasitárias podem levar à formação de granulomas e, conseqüente- mente, a calcificações hepáticas. A infec- ção parasitária mais comum é a esquistos- somose, que nos casos de infecção por Schistosoma japonicum pode apresentar calcificações com uma morfologia caracte- rística, descrita como em “casco de tarta- ruga” (14) . Nesses casos, a associação com

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Anatomia descritiva e comparativa do sistema urinário de Crotalus durissus Linnaeus, 1758, Bothrops neuwiedi Wagler, 1824 e B. moojeni Hoge, 1965 (Ophidia, Viperidae)

Anatomia descritiva e comparativa do sistema urinário de Crotalus durissus Linnaeus, 1758, Bothrops neuwiedi Wagler, 1824 e B. moojeni Hoge, 1965 (Ophidia, Viperidae)

Constatou-se a presença de rins mesonéfricos, pares, que foram medidos em comprimento e largura (Tabela XIV). Na fase descrita, o aspecto é granular, coloração amarelada a amarronzada, filiformes e achatados lateralmente (Figura 7). A face medial delimita-se crânio-ventralmente com o ovário nas fêmeas e com o testículo nos machos, em seguida com a adrenal correspondente (Figuras 7A e 7B), e a região caudal margeia a porção final do intestino e também as veias renais caudalmente à junção que forma a veia pós-cava (Figura 8A). A face lateral é delimitada pela parede da cavidade celômica e na porção caudal, pelo rim metanéfrico (Figura 8B).
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Neoplasias hepáticas: caracterização por métodos de imagem

Neoplasias hepáticas: caracterização por métodos de imagem

Uma grande variedade de tumores benignos e malignos ocorre no fígado. Embora a caracterização de lesões hepáticas focais possa ser um desafio para o radiologista, a maioria das lesões se apresenta com caracterís- ticas de imagem que permitem o seu diagnóstico. O objetivo deste trabalho é o de rever os principais aspec- tos de imagem dos tumores hepáticos benignos e malignos mais comumente encontrados no fígado adulto. Unitermos: Fígado; Neoplasia; Imagem por ressonância magnética; Ultra-sonografia; Tomografia computa- dorizada.

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Complicações hepáticas na doença falciforme.

Complicações hepáticas na doença falciforme.

Alterações hepáticas são freqüentes em doentes falciformes, ocorrendo predominantemente em pacientes homozigotos para anemia falciforme e em menor freqüência em indivíduos com hemoglobinopatia SC ou Sß talassemia. Os doentes falciformes podem apresentar alterações hepáti- cas agudas, que exigem tratamento e suporte imediato, ou alterações hepáticas crônicas. Estudos sobre incidência e etiologia das alterações hepáticas crônicas em doentes falciformes vivos são raros e limitados a um pequeno número de doentes. 1-4 Somente quatro estudos com detalhamento
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Cálcio intracelular na proliferação de células hepáticas

Cálcio intracelular na proliferação de células hepáticas

regulação da regeneração hepática. Para investigar alterações de expressão gênica pelo Ca 2+ nuclear utilizamos o protocolo de RaSH (Rapid Subtraction Hybridization) que permite selecionar genes expressos em células SKHep1 que tiveram o Ca 2+ nuclear tamponado. A subtração permitiu identificar 154 genes cuja expressão foi afetada por pequena alteração na concentração do Ca 2+ nuclear. Dentre estes, foram selecionados 3 clones, legumaína (LGMN), reticulom (RTN4) e o regulador do fator de crescimento transformante (TBRG), que através de pesquisa de similaridade utilizando o programa BLASTN, mostraram envolvimento em processos de proliferação celular. A LGMN foi alvo de futuros estudos. Observamos que o tamponamento do Ca 2+ nuclear reduziu os níveis de mRNA e os níveis protéicos da LGMN. Por outro lado, o aumento de Ca 2+ nuclear, pela estimulação das células SKHep1 com HGF aumentou a expressão de LGMN. O silenciamento da LGMN por siRNA diminuiu a proliferação de células SKHep1, por um mecanismo que independe da atividade da LGMN como endopeptidase. Além disso, foi observado que na ausência da LGMN, houve redução do índice mitótico, com significante redução na fração de células na fase G2/M. Isto foi associado ao aumento na expressão das ciclinas A e E e ausência de apoptose. O papel da LGMN na proliferação celular foi confirmado em tecido humano, no qual observamos expressão aumentada de LGMN em células de hepatocarcinomas comparados a hepatócitos normais na mesma amostra. Como o aumento de Ca 2+ intracelular em células hepáticas é mediado primordialmente por InsP 3 R, investigamos a
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Freqüência de alterações hepáticas em pacientes com esclerodermia.

Freqüência de alterações hepáticas em pacientes com esclerodermia.

Objetivo: avaliar a freqüência das doenças hepáticas em pacientes com esclerodermia e, secundariamente, estudar a freqüência de infecção pelos vírus B e C da hepatite nesses pacientes, assim como a freqüên- cia de auto-anticorpos séricos. Material e métodos: estudaram-se pacientes com diagnóstico de esclerodermia, localizada ou sistêmica, acompanhados no Ambulatório de Reumatologia do Hospital Santa Izabel. Como grupo de comparação, foram estudados pacientes com diagnóstico de acne vulgar. Resultados: dos 65 pacientes com diag- nóstico de esclerodermia incluídos nesse trabalho, 35% apresentaram a gama-glutamiltransferase (gama-GT) alterada, 30% tiveram a fos- fatase alcalina aumentada e 17,1%, a alaninoaminotransferase (ALT) acima dos valores de referência. A ALT apresentou-se mais alterada nos pacientes do que nos controles. Apenas um indivíduo dos 41 testados apresentou positividade para o anticorpo antimitocôndria enquanto 19% tinham anticorpo antimúsculo liso, não se observando diferença estatística na positividade desses anticorpos entre os dois grupos. Um paciente apresentou o HBsAg positivo e outro foi positivo para o anticorpo anti-HCV. Nenhum paciente apresentou manifestações clínicas de doença hepática. Conclusões: no presente estudo, embora as alterações de enzimas hepáticas em pacientes com esclerodermia não tenham sido incomuns, não se observou nenhum caso com manifestações clínicas de doença hepática.
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Neoplasias hepáticas: caracterização por métodos de imagem.

Neoplasias hepáticas: caracterização por métodos de imagem.

Uma grande variedade de tumores benignos e malignos ocorre no fígado. Embora a caracterização de lesões hepáticas focais possa ser um desafio para o radiologista, a maioria das lesões se apresenta com caracterís- ticas de imagem que permitem o seu diagnóstico. O objetivo deste trabalho é o de rever os principais aspec- tos de imagem dos tumores hepáticos benignos e malignos mais comumente encontrados no fígado adulto. Unitermos: Fígado; Neoplasia; Imagem por ressonância magnética; Ultra-sonografia; Tomografia computa- dorizada.

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Experiências de pessoas internadas com o processo de punção de veias periféricas.

Experiências de pessoas internadas com o processo de punção de veias periféricas.

das representações sociais construídas a partir das experiências que ocorrem no encontro da dimensão individual com a coletiva. As habilidades e competências requeridas por aqueles que puncionam veias, quando confrontadas com a variedade de características dos usuários e de como o fenômeno é realizado, percebido e interpretado, possibilitam afirmar que se trata de um procedimento complexo e multifatorial. Portanto, justifica-se a realização de uma releitura de sua ocorrência na perspectiva daqueles que têm seus vasos puncionados quando se deseja identificar suas necessidades, verificar se, na perspectiva dos usuários, há componentes estressores e quais seriam as respos- tas humanas percebidas a ponto de serem relatadas por eles 4,5 . Diante do exposto, objetivou-se compreender quais são os componentes representacionais, a origem das experiências de pessoas internadas com o processo de punção de vasos periféricos, suas percepções e os indícios implícitos e explícitos que poderiam esclarecer as demandas de cuidado.
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Amoniúria e amino-acidúria nas insuficiências hepáticas

Amoniúria e amino-acidúria nas insuficiências hepáticas

Reparando bem, nota-se que os três casos que acima destacamos — aumento pouco pronunciado do amoníaco nos dois primeiros, quantidade aproxima- damente normal no terceiro — são precisam[r]

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Alterações hepáticas em pacientes com Anorexia Nervosa

Alterações hepáticas em pacientes com Anorexia Nervosa

Adicionalmente, e uma vez que foi verificado que as alterações nas enzimas hepáticas são a anormalidade mais significativa nos exames laboratoriais de rotina dos pacientes anorécticos, é correcto considerar a elevação das aminotransferases como um dos melhores e mais simples marcadores de um desarranjo crítico do estado metabólico destes pacientes. Então, é importante monitorizar as enzimas de lise e colestase hepática de forma regular nestes pacientes de risco para se poder detectar atempadamente estas alterações e evitar a falência multiorgânica.
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