Veiculação Hídrica

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Prevalência de parasitas emergentes e reermergentes de veiculação hídrica em crianças...

Prevalência de parasitas emergentes e reermergentes de veiculação hídrica em crianças...

As doenças de veiculação hídrica são causadas, principalmente, por micro-organismos patogênicos de origem entérica. A partir da década de 1980, as enfermidades causadas por protozoários parasitas emergiram e reemergiram e se tornaram um problema de saúde pública com relevância na atualidade, especialmente para grupos populacionais mais vulneráveis, como pessoas que vivem com HIV/aids. Este trabalho teve por objetivo avaliar a prevalência de parasitas emergentes e reemergentes em crianças que vivem com HIV/aids atendidas no HCFMRP-USP e os condicionantes socioambientais envolvidos. Foram coletadas 47 amostras de fezes de 17 crianças de quatro a 13 anos que vivem com HIV/aids atendidas no HCFMRP- USP, no período de março a setembro de 2013. Do total, 52,9% das crianças eram do sexo feminino e 47,1% do sexo masculino, sendo que 52.9% eram pardas, 35,3% brancas e 11,8% negras. A análise de coccídeos intestinais oportunistas, como Cryptosporidium spp., Cyclospora spp. e Cystoisospora spp. foi realizada pelo método de Ziehl Nielsen Modificado, enquanto que para a pesquisa de cistos de Giardia spp. e outros parasitas foi utilizado o método de sedimentação espontânea por meio do Kit Coproplus®. As presenças dos parasitas Giardia spp e Cryptosporidium spp. foram confirmadas por meio de ensaios imunoenzimáticos para detecção de antígenos (métodos de Elisa). Foi ainda aplicado um questionário referente às questões socioambientais, hábitos comportamentais e hábitos de higiene pessoal e alimentar adotados pelas crianças participantes do estudo e algumas informações adicionais foram coletadas dos prontuários. Os resultados obtidos revelaram uma alta frequência de parasitas em crianças que vivem com HIV/aids atendidas no HCFMRP- USP (76,5%), sendo representados por agentes patogênicos: Giardia spp. (35,3%), Cryptosporidium spp. (23,5
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PIBID em uma escola do campo: uma proposta de Educação Ambiental para trabalhar problemas referentes às doenças de veiculação hídrica

PIBID em uma escola do campo: uma proposta de Educação Ambiental para trabalhar problemas referentes às doenças de veiculação hídrica

No terceiro momento, a partir da observação sobre as características da comunidade, observamos a necessidade de abordar, por meio de aula expositiva e dialogada, os temas água, doenças de veiculação hídrica, importância dos serviços de saneamento ambiental e prevenção. Os alunos conseguiram relacionar o conhecimento apresentado com a realidade local. Socializaram diversas questões pertinentes à situação hídrica na localidade, como “o abastecimento de água depende de outra localidade”, “os esgotos das casas são lançados diretamente no rio”, “o lixo das casas que acaba chegando ao rio”.
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DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA ASSOCIADAS À DEGRADAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS, MUNICÍPIO DE CARUARU - PE

DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA ASSOCIADAS À DEGRADAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS, MUNICÍPIO DE CARUARU - PE

A mudança desse cenário está diretamente relacionada à segurança hídrica, que consiste na capacidade de uma população para salvaguardar o acesso sustentável a quantidades adequadas de água de qualidade aceitável para sustentar os meios de subsistência, o bem-estar humano e desenvolvimento socioeconômico, para assegurar a proteção contra a poluição da água e desastres naturais e para preservar ecossistemas (UN-WATER, 2013). As doenças de veiculação hídrica são causadas, basicamente, por microrganismos patogênicos de origem animal ou humana, transmitidos por via fecal-oral, ou seja, são excretados nas fezes de indivíduos infectados e ingeridos na forma de água ou alimento contaminado por água poluída com fezes ou bactérias (coliformes termotolerantes). Essas doenças provocam surtos epidemias e mortes provocados pela negligência com o meio ambiente. Nesse sentido, são necessários esforços especiais para controlar as doenças transmitidas pela água, principalmente nas comunidades mais vulneráveis (GRABOW, 1996).
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VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL E A SAÚDE NA CIDADE: UM ESTUDO SOBRE A MORTALIDADE INFANTIL POR DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL E A SAÚDE NA CIDADE: UM ESTUDO SOBRE A MORTALIDADE INFANTIL POR DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

O presente estudo tem por objetivo avaliar a distribuição espaço-temporal da mortalidade infantil por doenças de veiculação hídrica nas principais áreas metropolitanas do território brasileiro, salientando-se a relação entre as condicionantes espaciais – habitação e saneamento – e a mortalidade infantil como resposta à vulnerabilidade socioambiental das áreas de estudo. Avaliou-se a mortalidade por doença diarréica aguda em menores de cinco anos de idade, durante o segmento temporal de 1990 a 2005, em onze metrópoles brasileiras (Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Maceió e Porto Alegre), e a mortalidade proporcional referente aos anos de 2000 e 2005. Constatou-se, em todas as Regiões Metropolitanas analisadas, uma redução da mortalidade pelo agravo, destacando-se melhores resultados nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte, Curitiba e Belém. Verificou-se ainda, que as RMs de Maceió e Recife compreenderam as taxas mais elevadas de óbitos, enquanto Fortaleza, São Paulo e Curitiba apresentaram as reduções mais significativas.
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A EXPANSÃO URBANA DE MONTES CLAROS E SUAS IMPLICAÇÕES NA OCORRÊNCIA DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA MESTRADO EM GEOGRAFIA

A EXPANSÃO URBANA DE MONTES CLAROS E SUAS IMPLICAÇÕES NA OCORRÊNCIA DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA MESTRADO EM GEOGRAFIA

A ocorrência de doenças de veiculação hídrica em função de diversos fatores ligados a questões de saneamento, principalmente pelo lançamento de esgotos in natura nos mananciais, tem sido uma preocupação crescente da sociedade. Dessa forma, torna-se necessário disponibilizar informações seguras acerca das áreas de ocorrência dessas doenças, bem como das variáveis que interferem na sua incidência, para posterior atuação dos órgãos competentes. Nesse contexto, o presente trabalho objetivou conhecer a relação entre as condições de saneamento básico e a ocorrência de doenças de veiculação hídrica em Montes Claros-MG. Para tanto se caracterizou a expansão urbana da cidade de Montes Claros, avaliando sua Gestão de saneamento, identificando as doenças de veiculação hídrica prevalentes nessa cidade e analisando as condições de saneamento básico das áreas de maior incidência. A pesquisa pretende subsidiar políticas públicas de saneamento básico na cidade de Montes Claros, podendo servir também como subsídio para pesquisas futuras. Para responder aos objetivos da pesquisa, inicialmente foi realizada pesquisa bibliográfica e cartográfica sobre a temática em estudo, como também levantamento de dados secundários, utilizando como fontes o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, Fundação Osvaldo Cruz – Fiocruz, Centro de Zoonoses de Montes Claros, Companhia de Saneamento de Minas Gerais – COPASA, Secretaria Municipal de Saúde - SMS, entre outros. Depois de conhecidas as áreas de maior incidência dessas doenças, a área foi mapeada; posteriormente foi realizado trabalho de campo nesses bairros, momento em que foram entrevistadas suas lideranças. Foram entrevistados também representantes de órgãos responsáveis pelo saneamento de Montes Claros. A partir das abordagens realizadas conclui-se que a ocorrência de doenças de veiculação hídrica em Montes Claros está associada à rápida expansão urbana da cidade nas últimas décadas e à falta de políticas públicas específicas para essas áreas em expansão, principalmente em relação à infra-estrutura de saneamento básico, pois é constante a falta de água nos bairros. As inundações que ocorrem há anos na cidade, bem como a quantidade de lixo e entulho acumulados em todos os bairros visitados trazem transtornos e doenças à população; tudo isso aponta para a necessidade de uma reavaliação das ações que até o momento direcionaram os setores responsáveis por essas questões na cidade de Montes Claros.
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PANORAMA SITUACIONAL DO SERVIÇO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO E SUA RELAÇÃO COM DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM - PARÁ

PANORAMA SITUACIONAL DO SERVIÇO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO E SUA RELAÇÃO COM DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM - PARÁ

O saneamento ambiental compreende entre suas vertentes a coleta, tratamento, disposição final de efluentes domésticos, o controle de vetores e focos de doenças e a organização da ocupação e de uso do solo. A ausência ou a precariedade do saneamento promovem problemas ambientais. De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS, 2015), o saneamento básico da Região Metropolitana de Belém (RMB) é, praticamente, inexistente. Desse modo, o objetivo do artigo foi evidenciar os serviços de saneamento básico no setor de esgotamento sanitário na RMB e as doenças de veiculação hídrica, entre os anos de 2011 a 2015, por meio de indicadores. Constatou-se que a operação e manutenção em 15 estações de tratamento e 36 estações elevatórias de esgoto na RMB sofrem contínua degradação do sistema físico e eletromecânico. Assim sendo, o lançamento do esgoto sem tratamento e a precariedade do tratamento da água para consumo humano desencadeia um conjunto de causas de doenças de veiculação hídrica, onde foram notificados 87% (n=4418) casos de dengue, 2% (n=120) de hepatites virais, 0,6% (n=30) de esquistossomose, 3,5% (n=179) de febre tifoide e 6,5% (n=331) de leptospirose, das quais se constataram 14,81% (n=8) casos de óbitos relacionados à dengue e 85,2% (n=46) à leptospirose. Conclui-se, que há necessidade de estudos de monitoramento da qualidade da água dos corpos receptores das unidades coletoras e de tratamento de esgoto sanitário, cujos diagnósticos poderão servir de ferramentas para fomentar ações de conscientização e esclarecimentos à população quanto aos riscos à saúde.
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Doenças de Veiculação Hídrica em Trechos da Bacia do Rio Piranhas-Assu: ocorrência de bactérias oportunistas, caracterização epidemiológica e concepções de professores e agentes de saúde

Doenças de Veiculação Hídrica em Trechos da Bacia do Rio Piranhas-Assu: ocorrência de bactérias oportunistas, caracterização epidemiológica e concepções de professores e agentes de saúde

A água é essencial à vida e a todos os organismos vivos e o seu suprimento é necessário para o desenvolvimento econômico e para a qualidade de vida das populações humanas, mas sua qualidade vem sendo alterada pelas ações antrópicas. No semiárido nordestino, a água é uma questão preocupante, especialmente a sua qualidade. Nessa região é comum a construção de reservatórios, que captam águas de chuvas, córregos e rios temporários, na busca de amenizar essa situação, sendo destinados para diversas finalidades. A escassez de água é limitante para o desenvolvimento econômico e social da região e contribui com a manutenção das doenças de veiculação hídrica. Cerca de 80% das doenças que ocorrem em países em desenvolvimento são veiculadas pela água contaminada por microrganismos patogênicos. Nesse contexto, este trabalho objetivou determinar, em dois ambientes semilênticos que fazem parte do reservatório Armando Ribeiro Gonçalves, e em um trecho do rio Assu, todos localizados no semi-árido potiguar, a ocorrência de bactérias patogênicas oportunistas; verificar as concepções de professores e agentes de saúde a respeito dos temas “doenças de veiculação hídrica” e “bactérias”, e realizar um diagnóstico das doenças diarréicas que acometem a população de alguns municípios do semi-árido do RN a partir do levantamento de dados epidemiológicos. Para identificação das bactérias utilizaram- se kits comerciais, e o diagnóstico das doenças diarréicas foi realizado com base em informações de bancos de dados. As concepções prévias de professores e agentes de saúde foram obtidas por meio da aplicação de questionários. Os resultados confirmaram a presença de bactérias oportunistas nos ambientes estudados, evidenciando a importância de vigilância da qualidade da água. Verificou-se uma sub-notificaçao de casos de diarréias apontando falhas no Monitoramento das Doenças Diarréicas, e indicando a necessidade de aprimorá-lo. Percebeu-se, ainda, a necessidade de implementação de atividades educativas sobre os temas abordados, tanto com os professores como com os agentes de saúde, uma vez que foram identificadas concepções equivocadas sobre o tema.
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SANEAMENTO BÁSICO versus DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NO MUNICÍPIO DE PELOTAS/RS

SANEAMENTO BÁSICO versus DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NO MUNICÍPIO DE PELOTAS/RS

Conclui-se com este trabalho, a necessidade de um maior investimento por parte dos órgãos responsáveis, em propiciar um saneamento ambiental de boa qualidade à população, pois é uma das principais maneiras de evitar contrair as doenças de veiculação hídrica que foram apresentadas neste estudo. Além disso, a população em geral deve estar atenta e colaborar com a infraestrutura e instalações operacionais de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, drenagem urbana, manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais, pois as precipitações podem interferir negativamente nas ocorrências das doenças de veiculação hídrica no município de Pelotas, decorrentes da falta de saneamento.
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SANEAMENTO BÁSICO E DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA: UM ESTUDO DA COMUNIDADE QUILOMBOLA DE REMANSO, LENÇÓIS-BA

SANEAMENTO BÁSICO E DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA: UM ESTUDO DA COMUNIDADE QUILOMBOLA DE REMANSO, LENÇÓIS-BA

Resumo: a precariedade dos serviços de saneamento básico apresenta estreita relação com o desenvolvimento das doenças de veiculação hídrica. A comunidade quilombola de Remanso se localiza na Chapada Diamantina, uma das principais regiões turísticas da Bahia e se constitui no ponto de partida para a exploração dos Marimbus, famoso atrativo conhecido como “Pantanal Baiano”, formado pelo rio Santo Antônio. Tendo como principal motivação a recente divulgação da contaminação de turistas por esquistossomose, em outros pontos de banho do mesmo rio e reconhecendo a vulnerabilidade social da referida comunidade, este artigo objetivou investigar os fatores que tornam os seus moradores mais susceptíveis a contrair doenças desta natureza. O presente trabalho é caracterizado como uma pesquisa descritiva, apoiada em estudo de campo que teve como principais procedimentos a aplicação de pesquisa de levantamento e de entrevistas semiestruturadas. Como principais conclusões, identificou-se que, para além dos aspectos infraestruturais e de suporte primário à saúde, as questões de ordem cultural são as mais determinantes para o adoecimento da população, indicando para a necessidade do investimento em campanhas de sensibilização para o tema.
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A influência da Cagece sobre a taxa de incidência de doenças de veiculação hídrica (Hepatite Viral) nos municípios cearenses

A influência da Cagece sobre a taxa de incidência de doenças de veiculação hídrica (Hepatite Viral) nos municípios cearenses

A participação do setor saúde em saneamento deve estar orientada para a universalização do atendimento, superando entraves tecnológicos, políticos e gerenciais que tem dificultado a extensão dos benefícios às populações residentes em áreas rurais, municípios e localidades de pequeno porte. Constata-se assim, a não consolidação de direitos sociais básicos de grupos vulneráveis e desassistidos, conformando um quadro e desigualdades sociais, pobreza e indigência. Ao se abordar a relação entre saúde e saneamento, é vital inseri-la no contexto exposto da relação saúde e ambiente. A primeira constatação, nesse aspecto, é de que preocupações sobre a relação saúde-saneamento estiveram, na verdade, na raiz da atual visão saúde-ambiente. Foram quase exclusivamente as questões de saneamento, sobretudo antes da Revolução Industrial, aquelas que historicamente caracterizaram os determinantes ambientais da saúde. Esta correlação entre saneamento básico e saúde, aqui representada pela Taxa de Incidência de doenças de veiculação hídrica, Hepatite Viral, foi estudada para os municípios do Estado do Ceará, como uma forma e mensurar a influência da operação da Cagece na melhoria das condições de saúde da população em relação aos municípios não operados pela companhia.
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Aspectos da microbiologia de reservatórios do semiárido nordestino (Brasil): qualidade de água e concepções espontâneas de professores de escolas públicas

Aspectos da microbiologia de reservatórios do semiárido nordestino (Brasil): qualidade de água e concepções espontâneas de professores de escolas públicas

quantitativos e qualitativos gerados demandam custos para recuperação e tratamento de água e dos ecossistemas aquáticos (TUNDISI, 2003). O balanço entre oferta e demanda dos recursos hídricos em região semiárida reforça a necessidade de aumentar a oferta de água e melhorar sua distribuição, gestão e conservação. Para Godoi et. al (2010), o gerenciamento integrado contempla as propostas dos administradores, as informações produzidas nos centros de pesquisa e as percepções e necessidades das comunidades do entorno da unidade de gerenciamento da bacia hidrográfica, utilizando como recurso adicional o monitoramento participativo dessas comunidades. Sendo assim, o monitoramento participativo da qualidade da água, aqui entendido como um processo sistemático e contínuo de verificação do progresso das alterações causadas pela implementação de uma atividade ao longo de certo período aparece como uma importante ferramenta educativa na prevenção e redução da incidência de doenças de veiculação hídrica, bem como na identificação de medidas mitigadoras para os problemas diagnosticados causadores da degradação ambiental das águas.
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Avaliação econômica de tecnologias sociais aplicadas à promoção de saúde: abastecimento de água por sistema Sodis em comunidades ribeirinhas da Amazônia.

Avaliação econômica de tecnologias sociais aplicadas à promoção de saúde: abastecimento de água por sistema Sodis em comunidades ribeirinhas da Amazônia.

Agregando todos os valores calculados ante- riormente (R$ 158.044,08 + R$ 3.382,12 + R$ 0,00), tem-se o total de R$ 161.426,20, cifra esta que representa o impacto econômico (benefício) estimado da implantação de sistemas SODIS em domicílios das três ilhas estudadas. Em outras palavras, esse valor corresponde à redução de despesas da população das três ilhas para obten- ção de água, para tratar doenças de veiculação hídrica, acrescida do valor estimado do trabalho realizado para obtenção de água e para acompa- nhar os pacientes até os equipamentos de saúde em que foram tratados, bem como os prejuízos financeiros que esses acompanhantes potencial- mente deixarão de ter com a interrupção de ativi- dades remuneradas por eles desempenhadas.
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MESTRADO EM GEOGRAFIA SÃO PAULO 2014

MESTRADO EM GEOGRAFIA SÃO PAULO 2014

Este estudo tem como objetivo analisar as condições dos recursos hídricos, do saneamento básico e da ocorrência de doenças de veiculação hídrica nos bairros de Águas Negras e do Paracurí, em Belém do Pará. Como parte deste estudo, foi realizado o levantamento bibliográfico para o referencial teórico, da Geografia da Saúde, da importância dos recursos hídricos para o homem, do saneamento, das doenças de veiculação hídrica e da localização da área de estudo. Foram também analisados os dados estatísticos referentes ao saneamento básico e das doenças de veiculação hídrica no Brasil, no Estado do Pará e em Belém, cujas informações foram coletadas de órgãos oficiais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde Pública do Pará (SESPA). Foi realizada ainda a aplicação de cinquenta questionários, visando analisar as condições sócio econômicas, de saneamento e das doenças de veiculação hídrica, junto dos moradores. Conclui-se que o saneamento básico no Brasil ainda é muito deficiente, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, com isso influenciando diretamente, o grande número de notificações de doenças de veiculação hídrica no país. Nos bairros dos Paracurí e de Águas Negras, a partir da análise das entrevistas, observa-se que há falta de coleta e tratamento de esgoto, de ligações regulares de água, com a incidência de doenças de veiculação hídrica ocasionando grande número de internações.
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SANEAMENTO E SAÚDE – UM ESTUDO DE CASO DA VILA RORIZ, EM GOIÂNIAGOIÁS

SANEAMENTO E SAÚDE – UM ESTUDO DE CASO DA VILA RORIZ, EM GOIÂNIAGOIÁS

Entre os fatores que exercem poder de atração para o fluxo migratório rural-urbano estão: a busca de melhores condições de emprego, assistência à saúde e oportunidades de educação. Paradoxalmente, as mudanças demográficas ocorridas nos países subdesenvolvidos a partir dos anos 1960 do último século, caracterizadas por um processo rápido de urbanização, têm levado ao incremento de problemas de saúde relacionados ao meio ambiente. As alterações das condições naturais propiciaram o recrudescimento de doenças infecciosas, como a transmissão urbana de doenças de origem rural (leishmaniose visceral, esquistossomose, malária) e a ressurgimento de outras, entre estas a dengue. Outras doenças graves e de veiculação hídrica bastante comuns nos ambientes urbanos, relativos aos problemas de saneamento são as diarréias e disenterias, as verminoses, a febre tifóide e paratifóide, leptospirose, hepatite A, doenças infecciosas dos olhos e pele. Mesmo sendo comuns entre as populações, principalmente a de baixa renda, podem levar a óbito. O crescimento desordenado das cidades, resultante desse processo, gera condições favoráveis de surgimento ou exacerbação de agravos à saúde.
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Restrição hídrica em sementes de Jenipapo (Genipa americana L.).

Restrição hídrica em sementes de Jenipapo (Genipa americana L.).

Em alguns casos, a exposição à restrição hídrica pode comprometer o vigor das sementes quando submersas e sem aeração, já que a restrição hídrica pode-se apresentar não positiva, pois as sementes expostas a baixos potenciais osmóticos, ao passarem para a condição de plena disponibilidade de água, são prejudicadas, como verificado por Sperroto et al. (1999) em sementes de Phaseolus vulgaris L. No jenipapo, nota-se que não houve interferência no vigor das sementes, mesmo imersas por 18 dias nas soluções de politenoglicol.

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1. Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente - PRODEMA, Departamento de Economia Agrícola, Campus do Pici, Bloco 826, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza-CE, Brasil. (enogueirasilvahotmail.com) 2. Profa do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvim

1. Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente - PRODEMA, Departamento de Economia Agrícola, Campus do Pici, Bloco 826, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza-CE, Brasil. (enogueirasilvahotmail.com) 2. Profa do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvim

ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.14 n.25; p. 2017 1779 Segundo o Relatório de Impacto Ambiental apresentado pelo Ministério da Integração Nacional, a Transposição do Rio São Francisco justifica-se através de três motivos principais. O primeiro é que a região Nordeste, que possui apenas 3% da disponibilidade de água do país e abriga 28% da população brasileira, apresenta internamente uma grande irregularidade na distribuição dos seus recursos hídricos, uma vez que o rio São Francisco representa 70% de toda a oferta regional. O segundo é que há discrepância nas densidades demográficas no Semiárido nordestino (cerca de 10 hab/km 2 na maior parte da bacia do rio São Francisco e aproximadamente 50 hab/km 2 no Nordeste Setentrional) fazendo com que, do ponto de vista da oferta hídrica, o semiárido brasileiro seja dividido em dois: o Semiárido da bacia do São Francisco, com 2 mil a 10 mil m 3 /hab/ano de água disponível em rio
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Estimativas da evaporação e da pegada hídrica dos reservatórios das usinas hidrelétricas de Tucuruí-PA e Lajeado-TO

Estimativas da evaporação e da pegada hídrica dos reservatórios das usinas hidrelétricas de Tucuruí-PA e Lajeado-TO

Mekonnen & Hoekstra (2011a) calcularam os valores de pegada hídrica para 35 usinas em diferentes continentes, tendo sido utilizado para o cálculo da evaporação o método de Penman-Monteith e considerando apenas o uso consuntivo de água. Foram consideradas tanto a geração hidroelétrica teórica máxima, referente à energia que pode ser gerada com 100% de disponibilidade de energia hidráulica, quanto a geração real da usina hidrelétrica. Segundo os autores, o clima e o tamanho dos reservatórios influenciaram nos resultados, assim como a potência instalada e a geração de energia real das usinas. As taxas de evaporação variaram de 486 a 3.059 mm por ano e a pegada hídrica real entre 0,3 e 864 m 3 /GJ, sendo a pegada hídrica média para todas as UHEs estudadas igual a 68 m 3 /GJ.
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Ocorrência de condições ambientais para a indução do florescimento de laranjeiras no Estado de São Paulo.

Ocorrência de condições ambientais para a indução do florescimento de laranjeiras no Estado de São Paulo.

a deficiência hídrica acumulada nos meses de junho, julho e agosto (DEF I ), dada pelo balanço hídrico climatológico. Os cálculos e as estimativas foram realizados a partir dos dados de temperatura máxima e mínima diária e precipitação diária dos últimos 5 a 14 anos, dependendo da localidade. Foram consideradas áreas representativas das principais regiões produtoras de citros, onde os plantios estão em expansão ou áreas com potencial para exploração citrícola, sendo: Barretos, Bauru, Botucatu, Catanduva, Itapetininga, Itapeva, Jaboticabal, Jaú, Limeira, Lins, Matão, Mococa, Ourinhos, Piracicaba, São José do Rio Preto e Votuporanga. Com exceção de Botucatu, Itapetininga, Itapeva e Ourinhos, onde a indução do florescimento ocorre por baixa temperatura, a deficiência hídrica é o principal fator de indução nas demais regiões. Já nas regiões de Jaú, Limeira e Piracicaba, a indução do florescimento é ocasionada pelos dois fatores. A influência de NHF na indução do florescimento é mais variável se comparada à DEF I . Em 1996, 2000 e 2004, NHF foi superior a 300 h na maioria das localidades estudadas, mesmo em áreas onde a baixa temperatura não é comum, ex. Barretos, S. J. Rio Preto e Votuporanga. Em relação à deficiência hídrica, a maioria das localidades apresentou esse tipo de influência ambiental no período analisado, sendo as menores ocorrências observadas em Itapeva e Itapetininga (54,5 e 72,7% dos anos, respectivamente). Situação atípica ocorreu em 2004, quando a deficiência hídrica variou de fraca (10<DEF I <30 mm) a moderada (31<DEF I <69 mm) na maioria das localidades. Concluindo, a deficiência hídrica é a principal variável ambiental durante o período de indução do florescimento de laranjeiras na região centro-norte do Estado de São Paulo, enquanto a baixa temperatura é predominante na região centro-sul do Estado, havendo influência desses dois fatores ambientais na região central.
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Sistemas de liberação de geleificação in situ para veiculação de siRNA: desenvolvimento,...

Sistemas de liberação de geleificação in situ para veiculação de siRNA: desenvolvimento,...

A comprovação de que siRNA pode ser usado para supressão de genes em diferentes células de mamíferos atraiu grande atenção como nova possibilidade de tratamento para diversas doenças. No entanto, para aplicação terapêutica de siRNA é necessário o desenvolvimento de um sistema de liberação efetivo e não tóxico, que permita a captação celular do siRNA e também que evite a sua degradação por enzimas. A capacidade de supressão de genes promovido pelo siRNA depende tanto do número de moléculas de siRNA transfectadas quanto da taxa de duplicação da célula. Uma das formas farmacêuticas que vem sendo amplamente utilizadas na literatura com o objetivo de prolongar e proteger a liberação de fármacos são as formulações com capacidade de formação de gel in situ. Desta forma, a presente pesquisa teve por objetivo o desenvolvimento farmacotécnico de formulações líquido cristalinas com formação de gel in situ após administração por via subcutânea para veiculação sustentada de siRNA. Misturas adequadas de monoleína, propilenoglicol, tampão Tris e polietilenoimina ou oleilamina (polímero e lipídeo catiônico, respectivamente) formaram sistemas precursores capazes de se geleificar in situ com excesso de água e, como demonstrado pelo estudo de absorção de água, a formação do gel é um processo rápido. As formulações desenvolvidas também foram eficientes para complexar o siRNA comprovando a importância da incorporação dos aditivos catiônicos aos sistemas. A liberação in vitro dos sistemas líquido cristalinos mostraram que a liberação é dependente da taxa de absorção de água e os estudos in vivo em modelo animal para avaliação da formação do gel in situ e toxicidade demonstraram que o gel se forma in vivo com a absorção de água dos fluidos corporais, sendo biodegradável e biocompatível. Os sistemas desenvolvidos mostraram-se promissores para o tratamento de doenças onde a administração localizada e sustentada de siRNA é necessária.
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Pegadas hídrica e de carbono de produtos agrícolas: estudo da água de coco in natura

Pegadas hídrica e de carbono de produtos agrícolas: estudo da água de coco in natura

ubicadas en los municipios de Acaraú, Camocim, Paraipaba y Trairi, además de analizar el sistema de producción publicado en la literatura para cocoteros enanos verdes. Las huellas se calculan según las normas ISO 14046/67, considerando la producción de 1 litro de agua de coco. La huella de carbono es evaluada por la categoría de cambio climático (IPCC), mientras que el perfil de huella hídrica abarca las siguientes categorías y métodos de evaluación: escasez de agua (AWARE), toxicidad y ecotoxicidad (USETox), eutrofización marina y de agua dulce (ReCiPe). Los resultados muestran que el agua de coco producida en Acaraú y Camocim tiene la menor huella de carbono y Paraipaba la menor huella hídrica en relación con la producida en la finca de referencia. El agua de coco de Trairi tenía la peor huella de carbono, mientras que Camocim, la peor huella hídrica. La mayor reducción en la huella de carbono ocurre cuando el huerto de cocoteros se instala en un área que ha sido deforestada y / o cultivada con un cultivo temporal durante más de 20 años. En el caso de la huella hídrica, las mayores reducciones ocurren con menos uso de fertilizantes nitrogenados y agua en el riego.
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