Velocidade de pulso ultrassônico

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PROPAGAÇÃO DA VELOCIDADE DE PULSO ULTRASSÔNICO NA ANÁLISE DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO: ESTUDO DE PARÂMETROS TECNOLÓGICOS INTERVENIENTES

PROPAGAÇÃO DA VELOCIDADE DE PULSO ULTRASSÔNICO NA ANÁLISE DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO: ESTUDO DE PARÂMETROS TECNOLÓGICOS INTERVENIENTES

Resumo: A aplicação de Ensaios não Destrutivos (END) trata-se de uma estratégia interessante para monitorar o estado das estruturas de concreto armado, principalmente quando ocorrem falhas de projeto, erros de dosagem, problemas na mistura, transporte ou lançamento do concreto. O método de ensaio de Velocidade de Pulso Ultrassônico (VPU) é um Ensaio não Destrutivo, expresso na compacidade dos materiais, que vem sendo usado comumente em diversas áreas da engenharia civil, devido à facilidade da operação, ao seu baixo custo, à rapidez na execução dos testes e à ausência de danos ao material analisado. O objetivo deste trabalho consiste em apresentar o resultado de uma pesquisa experimental, visando a estudar a influência que determinadas variáveis tecnológicas exercem sobre os resultados obtidos através de ensaios de VPU. Nesse trabalho, foi utilizado o método do ultrassom, pelo modo de transmissão indireta. Foram moldados em laboratório dois elementos de concreto, com dimensões próximas a estruturas reais. Um elemento com armadura nas duas faces e outro sem armadura, nos quais foram introduzidos objetos para reproduzir possíveis falhas de concretagem. Com a finalidade de facilitar a análise dos dados, os resultados são apresentados por meio de imagens geradas através de software e análises estatísticas. Este estudo verificou que a escolha dos parâmetros de ensaios é fator determinante para que se tenha uma interpretação correta dos resultados, sem equívocos, salientando-se que experiência do operador e as dimensões de grid são os parâmetros que mais interferem na interpretação dos dados.
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Desenvolvimento de redes neurais artificiais para interpretação de ensaios de velocidade de propagação de pulso ultrassônico no concreto.

Desenvolvimento de redes neurais artificiais para interpretação de ensaios de velocidade de propagação de pulso ultrassônico no concreto.

O ensaio de VPU é uma ferramenta importante para avaliação do concreto, pois os seus resultados são fortemente inluenciados pela compacidade do material, que está associada à sua resistên- cia à compressão [13]. Os métodos têm a característica de serem ferramentas de rápida aplicação, que apresentam um adequado grau de coniança e são seguras para fornecer informações quan- titativas sobre as características iniciais da microestrutura do con- creto e para a avaliação local das condições do mesmo [14]. O ensaio VPU é cada vez mais empregado no diagnóstico de es- truturas, pois permite caracterizar o material, avaliar sua integrida- de e medir propriedades físicas importantes por meio do monito- ramento da velocidade de propagação de ondas de som de alta freqüência pelo material [15].
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ESTRUTURAL E CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL JÚLIA GOMES WOLFGANG

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ESTRUTURAL E CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL JÚLIA GOMES WOLFGANG

Os métodos não destrutivos estão em alta no mercado devido a grande necessidade de novos ensaios que possam analisar a estrutura sem danificá-la. O método do ultrassom é um dos mais procurados quando se precisa prever fissuras, avaliar a qualidade do concreto e monitorar a estrutura, seja durante a fase construtiva ou em estruturas já prontas. Contudo, como a maioria dos ensaios, o ensaio de ultrassom também está sujeito a erros, que podem ser minimizados com pessoal bem treinado. Este trabalho está dividido em duas fases. Foram utilizados moldes cilíndricos 10x20cm em todos os ensaios, os quais foram todos realizados sete dias após a moldagem. Na primeira fase foram executados 20 corpos de prova na Obra B. O concreto utilizado foi da Empresa D e tinha Fck de projeto de 30 MPa. Os corpos de prova foram rompidos no Nutec (Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará), mas antes disso o ultrassom foi utilizado para a medida da velocidade de pulso ultrassônico. Na segunda fase foram executados 20 corpos de prova na Obra C. O concreto utilizado foi da Empresa D e tinha Fck de projeto de 20 MPa. Os corpos de prova foram rompidos no Laboratório de Materiais da UFC (Universidade Federal do Ceará), mas antes disso o ultrassom foi utilizado para a medida da velocidade de pulso ultrassônico. Foram realizados 40 ensaios de resistência à compressão e 40 ensaios de ultrassom (120 medições de velocidade de pulso). Neste trabalho, a partir dos resultados obtidos pelos ensaios, a qualidade do concreto é analisada e a curva de correlação, entre a velocidade de pulso e a resistência a compressão do concreto, é traçada. Junto com a curva, são propostas outras possíveis equações de correlação. A curva escolhida foi considerada não ideal por não transmitir uma boa correlação entre a velocidade de pulso ultrassônico e a resistência a compressão axial do concreto. Já na sua avaliação, o concreto desempenhou um resultado de excelente qualidade quanto ao valor de velocidade de pulso.
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Anemômetro ultrassônico baseado em sensor de distância

Anemômetro ultrassônico baseado em sensor de distância

Neste trabalho propomos o desenvolvimento de um anemômetro ultrassônico utilizando sensores de distância. A velocidade do vento é uma variável meteorológica importante para o estudo da dinâmica da atmosfera, mudanças no clima e plantações agrícolas. Com isso se faz necessário avanços em estudos que possibilitem cada vez mais a caracterização do comportamento do vento. Atualmente existem diversos tipos de anemômetros para medir velocidade do vento, entre os quais se destaca o anemômetro ultrassônico devido à precisão nas medidas. Porém este dispositivo possui um alto custo dificultando a utilização do mesmo. Sendo assim, buscamos baixar o custo do anemômetro ultrassônico, desenvolvendo um aparelho capaz de medir a velocidade do vento, utilizando sensores de distância. Neste tipo de anemômetro a velocidade do vento é aferida com base no tempo de trânsito do pulso ultrassônico, mesma técnica presente nos sensores de distância para medidas de espaço. Aqui foram feitas diversas montagens buscando a melhor configuração a qual pudéssemos utilizar o sensor de distância para mensurar a velocidade do vento. Arranjos com anteparo e transdutores separados são exemplos, de montagens trabalhadas que serão detalhadas no capítulo 3. Com as medidas coletadas (sem e com vento) foram gerados histogramas, que mostram a distribuição dos registros de tempo de trânsito da onda sonora para cada caso. Duas das configurações estudadas apontam resultados favoráveis quanto ao uso do sensor de distância na medida da velocidade do vento.
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Sensor de fotopletismografia por reflexão sem fios: projeto e desenvolvimento de hardware

Sensor de fotopletismografia por reflexão sem fios: projeto e desenvolvimento de hardware

7 portanto apresentada sob a forma de um espectro único para cada substância. Quando a luz passa através de uma solução (sangue neste caso), parte é absorvida, parte é espalhada e a restante é transmitida [7]. Sensores óticos são responsáveis por medir a radiação transmitida e incidente, transformando-as em corrente elétrica. Essas medições são posteriormente sujeitas a um modelo que as relaciona com as concentrações das diferentes substâncias presentes na solução. A mais utilizada atualmente para medir a saturação de oxigénio no sangue originou um aparelho conhecido como oxímetro CO. Estes oxímetros quantificam os diferentes tipos de hemoglobina (hemoglobina funcional e hemoglobina disfuncional) no sangue a partir de uma amostra diluída de sangue. É precisamente esse facto que distingue estes oxímetros dos oxímetros de pulso, a capacidade de distinguir e quantificar a hemoglobina disfuncional da hemoglobina funcional [8] [9]. No capítulo seguinte abordar-se-á este aspeto com mais detalhe.
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Eficácia de duas técnicas de obturação em cavidades experimentais de reabsorção radicular interna.

Eficácia de duas técnicas de obturação em cavidades experimentais de reabsorção radicular interna.

se veriicar que, na obturação de canais, em dentes com cavidades criadas artiicialmente, os sistemas de obturações termoplastiicadas foram signiicativamente melhores no preenchimento da área de reabsorção, quando comparados com o sistema de condensação lateral a frio. Assim, as técnicas obturadoras selecionadas para este estudo foram a híbrida de Tagger e o uso do sistema ultrassônico.

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Simulação do ensaio ultrassônico pela técnica TOFD utilizando o método dos volumes finitos dis pjcamurça

Simulação do ensaio ultrassônico pela técnica TOFD utilizando o método dos volumes finitos dis pjcamurça

A inspeção por ultrassom possui alta sensibilidade em detectar pequenas descontinuidades internas como trincas, poros e falta de fusão, além de permitir o dimensionamento e interpretação das descontinuidades, não requerendo plano de segurança para realizar a inspeção. Segundo Santin (1996) dentre os métodos e técnicas de inspeção por ultrassom mais utilizados pode-se citar: método do pulso-eco, método da transparência, ressonância, técnica de inspeção por contato e imersão e a técnica do tempo de percurso da onda difratada - TOFD. Como limitação esses ensaios não são adequados para materiais de espessura muito pequena da ordem de milímetros.
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Avaliação da influência do nacl em pastas de cimento portland para cimentação de poços de petróleo em zonas evaporíticas

Avaliação da influência do nacl em pastas de cimento portland para cimentação de poços de petróleo em zonas evaporíticas

Os ensaios de caracterização foram feitos para avaliar as propriedades reológicas, tempo de espessamento, água livre e resistência à compressão pelo método ultrassônico (UCA).. Prop[r]

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MATRIZ DE LINHA DE TRANSMISSÃO TRIDIMENSIONAL SCN-TD E FD CONTRIBUIÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS PARA CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS JOÃO ANTONIO ASSAD DE SOUZA

MATRIZ DE LINHA DE TRANSMISSÃO TRIDIMENSIONAL SCN-TD E FD CONTRIBUIÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS PARA CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS JOÃO ANTONIO ASSAD DE SOUZA

Em um circuito de telefone celular encontramos circuitos de sintonia, filtros e outros dispositivos que são realizados em microstrip e com componentes eletrônicos que usam substratos dielétricos. Consideramos como fatores críticos em um aparelho celular portátil o seu tamanho e peso. Por isso, o uso de substrato de constante dielétrica elevada traz por benefício um alto fator de redução do tamanho dos aparelhos devido a redução da velocidade da luz e que leva a comprimento de onda menores. Quanto maior for a constante dielétrica menor a dimensão de tais componentes. Ressoadores com dielétricos convencionais de constante dielétrica muito baixa são de dimensões grandes e ocupam muito espaço além de possuírem fator Q baixo na freqüência UHF/SHF. Um ressoador de baixo Q pode causar consumo excessivo de energia o que é indesejável em equipamentos alimentados por baterias enquanto que um ressoador muito grande faz aumentar o tamanho e o peso do equipamento. Esses tipos de ressoadores são inadequados para aparelhos telefônicos celulares portáteis.
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Estudo da utilização de filmes automontados de polianilina e nanotubos de carbono em sensores para detecção de fenóis

Estudo da utilização de filmes automontados de polianilina e nanotubos de carbono em sensores para detecção de fenóis

A amplitude do pulso de potencial ( Es) , na etapa de redissolução utilizando voltametria de onda quadrada, foi de 50 mV e a frequência, de 15 Hz, ou seja, a largura do pulso ( [r]

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Método ultrassônico para estimativa do módulo de elasticidade de madeiras de Pinus taeda tratadas termicamente.

Método ultrassônico para estimativa do módulo de elasticidade de madeiras de Pinus taeda tratadas termicamente.

Foi necessária a calibração do aparelho emissor de ultrassom, que foi realizada sempre antes das análises por meio de um cilindro metálico, fornecido juntamente com o equipamento. Esse cilindro possui um tempo de propagação fi xo (20,5µs). O processo de medição da velocidade de propagação (V) da onda foi composto de três medições realizadas nas extremidades das amostras, realizando um cálculo de média entre os três valores, assim pode- se calcular o módulo de elasticidade dinâmico (Ed), de acordo com a equação: Ed = V 2 x ME x 10 -6 , em
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

As coletas de solo foram feitas com trado manual, já as de água foram feitas com garrafas de poli tereftalato de etileno (PET) previamente limpas em banho de Extran e em seguida banho ácido. Todas as pesagens foram feitas em balança analítica (ATX 224, Shimadzu, Japão). No preparo das amostras foram empregados moinho de facas (MA 048, Marconi, Brasil), moinho de facas (IKA A11 Basic), gral e pistilo (Unilab, Índia) e Liofilizador (Benchtop K, Virtis, Índia). Banho ultrassônico (E 30, Elma, Alemanha) e digestor de amostras por micro-ondas (MARS 6, CEM, EUA) foram utilizados nos procedimentos de extração e/ou digestão. Nas filtrações, foram utilizados papeis filtro quantitativo faixa branca (Unifil, Alemanha). As amostras foram armazenadas em tubos falcon (Corning, EUA).
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Márcio Velloso da Silveira ∗1  , Ricardo Borges Barthem1 , Antonio Carlos dos Santos1 

Márcio Velloso da Silveira ∗1  , Ricardo Borges Barthem1 , Antonio Carlos dos Santos1 

* 0.0343}. Este comando expressa em linguagem de com- putador os conhecimentos que extraímos da compreensão do mundo físico. A velocidade de propagação do som varia em função das características do meio em que está a se propagar. No ar, esta velocidade também sofre os efeitos da variação da temperatura, sendo admitida uma velocidade de aproximadamente 343 m/s para uma tem- peratura em torno de 20 °C [15]. Para conhecermos a distância em que se encontra o objeto faremos uso desta velocidade, em conjunto com a contagem de tempo desde a emissão do pulso até seu retorno ao sensor. Como que- remos saber a distância (distance) em que se encontra o objeto e não a distância percorrida pelo pulso, usaremos a metade do tempo (duration/2). Sabemos que a distân- cia pode ser calculada pela equação (d = t * v), ou seja, a distância percorrida é igual ao produto da velocidade pelo tempo gasto em seu deslocamento. É importante ressaltar que a plataforma Arduino trabalha com pulsos da ordem de milissegundos e que queremos o resultado da distância em centímetros. Para tanto, torna-se neces- sário dividir a velocidade 343 m/s por 10000 para que tenhamos o resultado expresso em cm. Por essa razão ve- mos no comando a metade do tempo (duration/2) sendo multiplicada por 0,0343.
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Matéria (Rio J.)  vol.16 número4

Matéria (Rio J.) vol.16 número4

No caso da amostra C, os valores calculados foram superiores aos valores críticos obtidos nos testes. Sendo assim, a hipótese das medidas serem estatisticamente iguais deve ser rejeitada. Não se pode afirmar que as medições são estatisticamente iguais para o caso dessa amostra em nenhuma das regiões analisadas. Esse resultado era esperado. De acordo com literatura [6], sistemas para medição de camada de óxido constituídos de aparelhos manuais para detecção de falhas e transdutores de ondas cisalhantes com frequência de 20MHz, apresentam um limite mínimo de medição de 125 a 140μm, dependendo das condições de ajuste do equipamento. No caso da amostra em questão, as médias das espessuras de camada de óxido medidas por microscopia ótica nas regiões AB e CD foram 117,2 e 119,6μm, respectivamente, enquanto que as médias apresentadas pelo equipamento ultrassônico foram de 144 e 143μm, mostrando que o limite mínimo do equipamento foi atingido.
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Estudo dos efeitos da  do material e da frequência do sinal ultrassônico na análise de flutuações

Estudo dos efeitos da do material e da frequência do sinal ultrassônico na análise de flutuações

Neste trabalho, o meio modelado é composto por duas porções e a fonte foi posicionada exatamente entre elas. A porção à direita da fonte, objeto de interesse desse estudo, reproduz as características da amostra de aço ASTM A516 Gr 60 e é subdividida em regiões com certo tamanho médio e desvio padrão. A cada elemento desta porção são atribuídos valores de velocidade de propagação e de densidade determinados a partir das amostras de aço inspecionadas experimentalmente. A porção à esquerda da fonte, totalmente homogênea e com impedância acústica igual a do aço, foi criada para evitar o efeito das extremidades sobre os sinais simulados. Tais efeitos (a produção de sinais simulados com média diferente de zero) foram observados durante testes em que a fonte foi posicionada exatamente na extremidade da região de interesse. O posicionamento da fonte, bem como a realização das medidas dos deslocamentos, entre essas duas porções eliminou as interferências causadas pelo efeito das bordas.
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VALÉRIA SANTOS DE OLIVEIRA EFEITO DO ULTRASSOM E PLASMA A FRIO NAS PROPRIEDADES DO SUCO

VALÉRIA SANTOS DE OLIVEIRA EFEITO DO ULTRASSOM E PLASMA A FRIO NAS PROPRIEDADES DO SUCO

períodos de 10, 15 e 20 minutos. Ao fim do processamento foi verificado que no tratamento ultrassônico, os parâmetros melhores apresentados para o suco de acerola estudado foi o valor de nuvem, a capacidade antioxidante pelos três métodos estudados (DPPH, ABTS e FRAP), atividade enzimática, vitamina C e carotenoides totais. A concentração de peróxido de hidrogênio apresentou aumento de concentração ao longo do experimento, já esperado pelo tratamento ultrassônico. Apesar de ter verificado uma degradação de vitaminas B3 e B5 no suco de acerola sonificado, quando se adicionou o frutoligossacarídeo, este protegeu a matriz do suco e promoveu o aumento da concentração das vitaminas do complexo B ao final do experimento. Os resultados para o processamento em plasma a frio, mostraram-se bastante satisfatórios. Praticamente todos os parâmetros estudados aumentaram após o processamento, com exceção apenas dos compostos fenólicos e capacidade antioxidante, mas após a adição do frutoligossacarídeo este teve poder protetivo e evitou sua perda ao longo do processamento. Outro parâmetro interessante que ocorreu no tratamento com plasma a frio foi a diminuição da quantidade da concentração de peróxido de hidrogênio, evitando assim perdas nutritivas futuras deste suco.
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Processamento de sinais para inspeção de corrosão em dutos por PIG ultrassônico usando...

Processamento de sinais para inspeção de corrosão em dutos por PIG ultrassônico usando...

método de deteção de pios para loalização dos sinais de eo de ultrassom, provenientes.. das reexões do sinal nas paredes dos dutos.[r]

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Desenvolvimento de propriedades de papéis reciclados por tratamento ultrassônico e adição de xilanas

Desenvolvimento de propriedades de papéis reciclados por tratamento ultrassônico e adição de xilanas

A partir da década de 50, pesquisadores vêm estudando a aplicação da tecnologia de ultrassom na indústria de celulose e papel. Muitos trabalhos obtiveram resultados positivos comprovando a eficácia do tratamento ultrassônico. No entanto, a tecnologia da época inviabiliza a aplicação em nível industrial devido ao elevado consumo de energia desses equipamentos. Atualmente, com a evolução tecnológica, os equipamentos tornaram-se mais econômicos, o que pode viabilizar o seu uso. Além do mais, com o mercado consumidor cada vez mais exigente, a busca pela qualidade do papel e pelo diferencial de produto força os fabricantes a buscarem a inovação tecnológica.
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Melhoramento das propriedades de papéis reciclados através da ultrassonificação das fibras e adição de xilanas.

Melhoramento das propriedades de papéis reciclados através da ultrassonificação das fibras e adição de xilanas.

RESUMO – Nesse estudo foi avaliado o potencial de utilização de vibrações ultrassônicas e adição de xilanas para melhorar a qualidade do papel reciclado. Inicialmente, foi realizado um estudo de otimização do tratamento ultrassônico. Foram avaliadas as influências do pH, da consistência da massa e do tempo de tratamento. A consistência da massa não afetou significativamente os resultados. Entretanto, elevados tempos de tratamento e valores de pH intensificaram os efeitos da ultrassonificação. O tratamento ultrassônico melhorou as propriedades mecânicas do papel de forma semelhante ao refino em PFI, embora com menor intensidade. As ondas ultrassônicas atuam, principalmente, promovendo o desfibrilamento externo das fibras. Também foram investigados os impactos da adição de xilanas na polpa. Os resultados indicaram que, mesmo com pequenas dosagens de xilanas (10 g/kg), foi possível aumentar significativamente a resistência mecânica do papel. Dosagens acima de 50 g/kg não são justificáveis. As tecnologias de ultrassonificação e adição de xilanas evidenciaram grande potencial técnico para melhorar a qualidade do papel reciclado.
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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS CICLOS DE FILTRAÇÃO E REGENERAÇÃO DOS MEIOS FILTRANTES COM LIMPEZA POR PULSO DE AR REVERSO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS CICLOS DE FILTRAÇÃO E REGENERAÇÃO DOS MEIOS FILTRANTES COM LIMPEZA POR PULSO DE AR REVERSO

Figura 2. 1 - Filtração de gases......................................................................................... 5 Figura 2. 2 – Queda de pressão em função da massa acumulada para o primeiro ciclo de filtração............................................................................................................................. 6 Figura 2. 3 - Determinação do ponto de colmatação do meio, através da perda de carga em função da carga mássica. ............................................................................................ 7 Figura 2. 4- Tipos de confecção de fios sintéticos. .......................................................... 9 Figura 2. 5 - Estrutura de um (a) tecido plano e (b) estrutura da superfície do tecido trançado gerado no MEV com ampliação de 100x. ....................................................... 10 Figura 2. 6 - Estrutura da superfície do tecido não trançado.......................................... 11 Figura 2. 7 Desenho esquemático da captura de partículas por interceptação direta. .... 12 Figura 2. 8 – Desenho esquemático da captura de partículas por impactação inercial. . 13 Figura 2. 9 – Desenho esquemático da captura de partículas por difusão...................... 13 Figura 2. 10 – Desenho esquemático da captura de partículas por ação gravitacional. . 14 Figura 2. 11 – Captura de partículas por deposição eletrostática. .................................. 14 Figura 2. 12 – Mecanismos de coleta e eficiência dos mesmos. .................................... 15 Figura 2. 13 – Desenho esquemático da operação (a) de filtração do meio filtrante e (b) de limpeza do meio filtrante por pulso de ar reverso. .................................................... 18 Figura 2. 14 – Ilustração do mecanismo de limpeza por pulso de ar. ............................ 20 Figura 2. 15 - Comportamento real e ideal da perda de carga em função do tempo de filtração........................................................................................................................... 27 Figura 3. 1 - Material particulado rocha fosfática (aumento de 2000x), gerado no MEV.
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