Vírus da imunodeficiência humana do tipo 2 (HIV-2)

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Avaliação epidemiológica, clínica e laboratorial de doentes infetados por Vírus da Imunodeficiência Humana tipo 2 na consulta de imunodepressão do Hospital de Santa Maria

Avaliação epidemiológica, clínica e laboratorial de doentes infetados por Vírus da Imunodeficiência Humana tipo 2 na consulta de imunodepressão do Hospital de Santa Maria

responsável por essas propriedades imunossupressoras. Porém, verificam uma corelação inversa entre a resposta IgG contra essas regiões e o número de linfócitos CD4 + , traduzindo-se essa imunossupressão numa progressão mais acelerada da doença 87 . VIH-2 aparenta induzir uma produção de anticorpos muito mais abrangente que VIH-1 e parece ter menor capacidade para escapar à eliminação pelos mesmos 12,13,59 . Aliás, desde cedo se encontrou produção de anticorpos neutralizadores de largo espectro na infeção a VIH-2, mas tal é extremamente raro na infeção a VIH-1 88 . É, no entanto, importante ter em conta que os estudos que têm descoberto essas evidências apresentam algumas limitações 12 . A elevada sensibilidade do vírus aos anticorpos pode dever-se à conformação estrutural do envelope vírico e ao menor padrão de glicolização, o que pode tornar a região V3 mais exposta, o que (como já acima referido) parece conferir maior flexibilidade na utilização de coreceptores por parte de VIH-2, mas também mais facilmente expõe o vírus à ação de anticorpos 59,89 . A associação entre o estado imunitário do doente e o padrão de glicosilação de outros domínios como V1/V2, parece indicar que quanto menor a taxa de glicolização desses domínios, maiores os valores de linfócitos T CD4 + 59 .
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Vírus da Imunodeficiência Humana: o desenvolvimento de uma vacina

Vírus da Imunodeficiência Humana: o desenvolvimento de uma vacina

Passado um ano, em 1983, a SIDA foi identificada como sendo uma consequência da infeção pelo VIH (Sabino & Saéz-Alquézar, 2000; The AIDS Institute, 2011). Esta afirmação deve-se à descoberta de um vírus com atividade de transcriptase reversa que foi isolado de um linfonodo de um paciente com SIDA e de um paciente com linfoadenopatia persistente. Também foi observado o mesmo agente em indivíduos assintomáticos (Sabino & Saéz-Alquézar, 2000). Nesta altura, o vírus foi denominado de HTLV-III/LAV (Human T-cell Lymphotropic Virus-type III/Lymphadenopathy- associated Virus), sendo que hoje em dia a sua denominação é VIH (Human Immunodeficiency: Vírus da Imunodeficiência Humana) (Sabino & Saéz-Alquézar, 2000; The AIDS Institute, 2011). Existem dois tipos de VIH: VIH tipo 1 e tipo 2, sendo que o tipo 1 é o mais predominante e normalmente quando se refere a VIH, fala-se do VIH tipo 1. O VIH-2, descoberto em 1986 no oeste de África, tem algumas características diferentes do anterior e apresenta tanto uma menor infecciosidade como patogenicidade e normalmente encontra-se na África Ocidental (Sabino & Saéz- Alquézar, 2000; AVERT, 2014; AVERT, 2013).
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Prevalência, fatores de risco e caracterização genética dos vírus linfotrópico de células T humana tipo 1 e 2 em pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1 nas Cidades de Ribeirão Preto e São Paulo.

Prevalência, fatores de risco e caracterização genética dos vírus linfotrópico de células T humana tipo 1 e 2 em pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1 nas Cidades de Ribeirão Preto e São Paulo.

Método estatístico. As análises estatísticas foram feitas utilizando-se o pacote de programas Epi-info (version 6.04). Análises univariadas dos fatores de risco suspeitos para aquisição do HTLV foram feitas entre todos os indivíduos pelo teste do qui- quadrado com correção de Yate’s ou com o teste de exatidão de Fisher, quando apropriado. Exatos intervalos de coniança (Ic) binomiais para índices e exatos Ic para odds ratios (ORs) foram usados para acessar a prevalência da infecção por HTLV e sua associação com os fatores de risco para HIV. As taxas de prevalência por grupos (como idade do grupo, número de parceiros sexuais) foram comparadas usando-se o teste do qui- quadrado Mantel-Haenszel para tendência linear. Para demonstrar a associação de fatores de risco individuais com a infecção por HTLV-1/2 utilizou-se o programa Epi-Info MVAWIN logistic regression (version 6.50). Variáveis com valor de P menor que 0.05 foram consideradas estatisticamente signiicativas.
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Universidade Nova de Lisboa Instituto de Higiene e Medicina Tropical Detecção da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em fluido oral de homens que fazem sexo com homens (HSH) da região da Grande Lisboa

Universidade Nova de Lisboa Instituto de Higiene e Medicina Tropical Detecção da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em fluido oral de homens que fazem sexo com homens (HSH) da região da Grande Lisboa

O primeiro estudo de incidência alguma vez realizado na população de HSH em Portugal (Campos et al., 2014), com base na Lisbon Cohort of MSM (LCM), reporta uma taxa de incidência de 3,35/100 pessoas-ano e apresenta como preditores independentes de seroconversão para o HIV a prática, nos últimos doze meses, de relações sexuais com trabalhadores do sexo ou homens já seropositivos para o HIV e o uso de drogas de recreio antes ou durante as relações sexuais. A LCM, estabelecida em Abril de 2011, consiste num estudo prospectivo observacional conduzido num centro comunitário de testagem voluntária e aconselhamento para o HIV, denominado CheckpointLX (http://www.checkpointlx.com/), mantido pelo GAT – “Grupo Português de Activistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA Pedro Santos”. Este centro providencia, em Lisboa, um serviço anónimo, confidencial e gratuito, dirigido a HSH, para rastreio rápido da infecção pelo HIV, disponibilizando simultaneamente um aconselhamento personalizado pré e pós-teste e promovendo o acesso à prevenção e à saúde sexual nesta comunidade. Dados mais actualizados desta mesma coorte, baseados em observações efectuadas num período de três anos (entre 2011 e 2014), recentemente publicados, apontam para uma seroincidência de 2,80/100 pessoas-ano (Meireles et al., 2015a, b), um valor significativo. Em 2013, a taxa de conhecimento sobre o estatuto serológico relativo ao HIV foi relativamente elevada, com 73% dos indivíduos confirmando a realização de um teste no último ano. Por outro lado, a utilização de preservativo durante a última relação sexual de tipo anal foi reportada por apenas 70% dos HSH, o que reforça a importância da implementação de acções eficazes de sensibilização para a protecção e de vigilância epidemiológica com recurso a métodos alternativos, de maior aceitabilidade.
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O infectologista diante da morte de pacientes por aids

O infectologista diante da morte de pacientes por aids

Contexto e Objetivo: Com o surgimento da síndrome da imunodeficiência adquirida (IAIDS), em 1981, os infectologistas passaram por grandes modificações em sua prática assistencial. Este estudo tem por objetivo descrever e analisar as vivências de médicos infectologistas frente à morte e ao morrer de seus pacientes ao longo da trajetória da epidemia de aids na cidade de São Paulo. Tipo de Estudo e Local: Adotou-se a abordagem qualitativa. Foram entrevistados 20 médicos infectologistas pertencentes a cinco instituições hospitalares que atendem portadores de vírus da imunodeficiência humana (HIV)/aids no município de São Paulo. Métodos: A composição da amostra foi realizada pelo processo de snowball e seu tamanho determinado pelo critério de saturação. Para a análise do material obtido nas entrevistas foi utilizado o procedimento da análise temática, que consiste em descobrir os núcleos de sentido existentes no conjunto do material obtido e que têm relação com o objetivo do estudo. Resultados: Da análise do material obtido nas entrevistas resultaram três eixos temáticos: 1) O contexto inicial da aids e o impacto vivido pelos infectologistas; 2) Modificações na vinculação com os pacientes depois da introdução da terapia antirretroviral potente (HAART); 3) Lidando com a morte e o morrer. Conclusões: O estudo aponta para a importância de considerar, tanto na formação como no exercício profissional, o sofrimento, a sobrecarga emocional e os mecanismos adaptativos relacionados à morte e o morrer de pacientes.
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Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal.

Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal.

As crianças com miocardiopatia dilatada eram clinicamente muito comprometidas. Tinham desnutrição protéico-calórica (DPC) de grau importante, infecções respiratórias de repetição e anemia crônica. Três evoluíram com sepse e óbito. Das crianças que evoluíram com miocardiopatia dilatada, 2 permanecem vivas. Uma delas manifestou precocemente a doença, evoluiu de forma grave com comprometimento de múltiplos órgãos pela SIDA, mas sobrevive até os dias de hoje aos nove anos de idade e está clinicamente estável, recebendo tratamento com anti-retrovirais, sem sinais ou sintomas de ICC, com ECG e ECO normais. A outra, atualmente com treze anos, não reverteu o quadro de miocardiopatia, mas encontra-se estável com tratamento para ICC (fig. 1). Esta foi submetida a cateterismo cardíaco com biópsia, que foi negativa para miocardite.
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Estratégias que reduzem a transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana tipo 1.

Estratégias que reduzem a transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana tipo 1.

Uma das intervenções mais efetivas para evitar o escape para a amamentação natural é começar a orientação para o aleitamento artificial durante o pré-natal. A decisão e a comunicação à puérpera da necessidade de suprimir a lactação logo após o parto têm se mostrado inadequadas. No entanto, para mulheres identificadas tardia- mente ou mesmo durante o trabalho de parto (fre- qüentemente com o teste rápido), a conduta ideal não é possível. A inibição da lactação é obtida com bons resultados utilizando cabergolina 1,0 g via oral, em dose única (dois comprimidos de 0,5 mg). Uma das mais sérias limitações para utilização da bromoergocriptina (2,5 mg, via oral, 1/2 vezes ao dia) é o tempo necessário para se obterem bons resultados e a irritação gástrica. Injeções intramusculares de estrogênio em altas doses não são boa opção devido ao risco adicional de trombo- embolismo. As estratégias que envolvem enfaixamento torácico para inibir a lactação apre- sentam resultados inconsistentes e, devido a isto, constituem importante causa de falha do desma- me 11 .
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Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal

Estudo cardiológico longitudinal em crianças expostas ao vírus da imunodeficiência humana tipo 1 por via perinatal

Of the 41 infected children, 13 (31.7%) developed clinical cardiac changes, one of whom had tachycardia as an isolated symptom. The other 12 patients developed CHF associated with the following etiologies: dilated cardiomyopathy (5/41 – 12.2%) (fig. 1); pericardial effusion with cardiac tamponade caused by bacterial pericarditis (2/41 – 4.9%) (figs. 2 e 3); pulmonary hypertension secondary to chronic lung disease (2/41 – 4.9%) (fig. 4); respiratory infection; sepsis; and anemia: 3/41 (7.3%). No changes in Group II-A were found; 2 cases occurred in Group II-B and 11 cases (84.6%) in Group II-C.
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Úlceras esofágicas em portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana: etiologia e...

Úlceras esofágicas em portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana: etiologia e...

As infecções virais são as maiores responsáveis pelas úlceras esofágicas no portador do HIV, sendo o Citomegalovírus (CMV) o agente mais observado, seguido pelo Herpes Vírus Simples (HSV). A abordagem clínica adequada e a utilização de métodos diagnósticos precisos são de grande relevância para o estabelecimento etiológico. Os objetivos deste trabalho foram: avaliar a prevalência de úlceras esofágicas em portadores do HIV; pesquisar os agentes etiológicos associados; verificar a acurácia dos métodos diagnósticos comparando as impressões obtidas pela endoscopia digestiva alta (EDA), histologia utilizando o método de Hematoxilina-Eosina (H&E) e Imuno-histoquímica (IH) para pesquisa de CMV e HSV; avaliar o impacto da coloração para fungos (Gomori metenamina prata- GMS) e bacilos álcool-ácidos resistentes [BAAR- Ziehl-Neelsen (ZN)] e a relevância numérica da amostragem tecidual na avaliação etiológica. Trata-se de um estudo descritivo, retrospectivo, do tipo transversal, baseado em levantamento de dados demográficos, clínico-laboratoriais, endoscópicos obtidos por revisão de prontuários e análise histológica às cegas de biópsias endoscópicas (H&E, IH, GMS e ZN) de úlceras esofágicas em 41 portadores do HIV, no período de agosto de 2002 a setembro de 2006. A IH foi considerada método padrão. No período avaliado, 399 portadores do HIV submeteram-se à EDA, detectando-se úlcera esofágica em 41 pacientes (23 homens, 25 a 56 anos) com uma prevalência de 10,27%. A mediana da contagem de CD4 foi 49 céls/mm 3 e da carga viral 58869,5 cópias/ml. A EDA revelou 29/41úlceras esofágicas suspeitas de infecção pelo CMV; 7/41 pelo HSV; 2/41 relacionada ao refluxo gastroesofágico (DRGE); 1/41 por monilíase; 1/41 por paracoccidioidomicose (PCM) e 1/41 inespecífica. O H&E detectou: 25/41
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Fatores que influenciam a transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana tipo 1.

Fatores que influenciam a transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana tipo 1.

Estes dados indicam que a maior parte das pessoas portadoras do HIV-1 vivem em países não industrializados, comunidades que testemunham o avanço crescente dessa infecção entre as mu- lheres de 15 a 49 anos, em percentuais que ultra- passam o número de homens infectados. No Bra- sil, os números do Ministério da Saúde confirmam esta tendência, mostrando que a razão masculi- no/feminino (M/F) vem reduzindo ano após ano. Em 1985 essa razão era 25/1, chegando a 1,5 em junho de 2004. A tradução destes números indica dramático avanço da infecção entre as mulheres, notadamente na faixa etária que vai dos 13 aos 49 anos 2 .
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Estudo eletrofisiológico da audição em crianças verticalmente infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana em uso de terapia antirretroviral

Estudo eletrofisiológico da audição em crianças verticalmente infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana em uso de terapia antirretroviral

Introdução: Estudos são encontrados referindo maior risco de alterações auditivas em crianças infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), evidenciadas nas anormalidades encontradas no potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE), sugerindo acometimento auditivo tanto condutivo quanto neural. Objetivo: Descrever as respostas auditivas eletrofisiológicas de tronco encefálico em um grupo de crianças infectadas pelo HIV-I acompanhadas no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais e comparar os resultados encontrados a um grupo de crianças sem a infecção, de mesma faixa etária e fatores socioculturais, oriundos de escola pública da cidade de Belo Horizonte. Metodologia: Foram avaliados 36 indivíduos infectados pelo HIV em uso de HAART e 36indiíduos sem a infecção. Todos os pacientes de ambos os grupos foram submetidos à avaliação eletrofisiológica da audição por meio do PEATE através do equipamento MASBE da marca Contronic Ò .O estudo transversal comparativo foi aprovado pelo Comitê de Ética da instituição e realizado no período de dezembro de 2007 a dezembro de 2008. Resultados: Ambos os grupos, de estudo e controle, foram compostos por 36 indivíduos, sendo 52,8% e 47,2% do gênero feminino, respectivamente. A média de idade no grupo infectado foi de 10,41 (DP=1,81) e de 9,11(DP=1,30) no grupo sem a infecção. Todos as crianças infectadas faziam uso regular de terapia antirretroviral altamente ativa (Highly Active Antiretroviral Therapy-HAART).Na análise do PEATE, não foi observada relevância estatística entre os grupos em relação às latências absolutas das ondas I, III e V; aos intervalos interpicos I-III, III-V e I-V; e à diferença interaural da onda V. Foram encontrados três resultados alterados sugestivos de comprometimento
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Risco de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em profissionais da saúde.

Risco de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em profissionais da saúde.

risco ocupacional de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em profissionais da saúde, foram estudados 35 casos de acidentes com material potencialmente contaminado pelo HI[r]

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Saúde auditiva, o vírus da imunodeficiência humana e a síndrome da imunodeficiência adquirida: uma revisão

Saúde auditiva, o vírus da imunodeficiência humana e a síndrome da imunodeficiência adquirida: uma revisão

Como primeiro passo seria necessária a avalia- ção da ocorrência e do tipo de distúrbios auditivos da população portadora do vírus da imunodeiciên- cia humana ou de AIDS de diferentes faixas etárias e níveis socioeconômicos. Como passo seguinte, um modelo pioneiro de intervenção precisa ser criado e testado. O desenvolvimento e avaliação de intervenções sustentáveis para a vigilância epi- demiológica de populações infectadas pelo HIV em países em desenvolvimento, concernentes à saúde auditiva, poderia ser exportável a outros países com o peril brasileiro.
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Malária cerebral e AIDS: relato de caso.

Malária cerebral e AIDS: relato de caso.

RESUMO - Embora não esteja definitivamente comprovada que a severidade da malária esteja associada com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), sabe-se que a infecção pelo Plasmodium f[r]

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Histoplasmose disseminada no Rio Grande do Sul.

Histoplasmose disseminada no Rio Grande do Sul.

IIB ( Trox Brasil Ltda, modelo FLV, série 6 3 6 ) e incubados a 2 5 ºC. Cultivos positivos para H. ca psula tum foram confirmados pelo aspec to mic romorfológic o ( mac roc onídios tuberc ulados) e caracterização do dimorfismo térmico, pela conversão para a fase leveduriforme em ágar infusão de cérebro-coração ( BHI) a 3 7 ºC. O sangue periférico foi processado através de hemocultivo com lise-centrifugação ( Isolator, Wampole Laboratories TM ) com

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Caracterização de pacientes infectados com HIV1, em tratamento, com ou sem resistência aos , no Ceará, no período de 2011 a 2013

Caracterização de pacientes infectados com HIV1, em tratamento, com ou sem resistência aos , no Ceará, no período de 2011 a 2013

No aspecto clínico, o grupo de pacientes que tinha o HIV – 1 resistente aos antirretrovirais (GRA),apresentou o tempo de sorologia (42,8%) e o tempo de uso de terapia antirretroviral (36%) no intervalo de 12 a 17 anos. Em estudo realizado por Ponte (2010), a população de pacientes infectados com o vírus HIV-1, também apresentou diagnóstico de sorologia por mais de 10 anos, o que caracteriza uma população envelhecida, que traduz no aumento da expectativa de vida em virtude dos avanços do tratamento medicamentoso. A orientação sobre o uso correto da medicação e os diagnósticos precoces para detecção de resistência aos antirretrovirais,contribuem para o tratamento. São esses parâmetros que tornam possível a diminuição da morbidade e da mortalidade causada pela doença (SOARES et al, 2015).
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Evolução de parâmetros antropométricos em portadores do vírus da Imunodeficiência Humana ou com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida: um estudo prospectivo.

Evolução de parâmetros antropométricos em portadores do vírus da Imunodeficiência Humana ou com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida: um estudo prospectivo.

mento, a dobra cutânea subescapular apresentou significante aumento, o que aponta para uma tendência de lipo-hipertrofia na região dorso- -cervical. O acúmulo de gordura nesta região é um tipo de anormalidade morfológica da síndrome lipodistrófica associada ao HIV, e foi objetivamente confirmado por exame de absortometria por dupla emissão de raios X (DEXA), em estudo realizado por Carr et al. 24 .

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Parcerias sexuais de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana

Parcerias sexuais de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana

Objetivo : caracterizar as parcerias sexuais estabelecidas por pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Métodos: estudo epidemiológico realizado com 173 participantes em um serviço de assistência médica especializada no tratamento de pessoas com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Os dados foram coletados por meio de entrevista individual com questionário específico para o estudo. Para análise dos dados foram utilizados os testes Qui-quadrado de Pearson. Resultados: a maioria dos participantes era do sexo masculino, adultos-jovens (54/30,9%), solteiros (94/53,7%), com ensino médio completo (72/41,1%) e infectados por relação sexual (150/85,7%). As variáveis sexo (p<0,001), estado civil (p<0,001), morar com parceiro (p<0,001), forma de exposição (p=0,040) e sorologia do parceiro (p<0,001) mostraram diferença estatística. Conclusão: as pessoas vivendo com essa infecção estabelecem diferentes formas de parcerias sexuais, as quais foram influenciadas pelo sexo, estado civil, morar com o parceiro, forma de exposição e sorologia do parceiro.
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Soroprevalência da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana em pacientes com tuberculose, em Londrina, Paraná.

Soroprevalência da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana em pacientes com tuberculose, em Londrina, Paraná.

em Londrina, e comparar os pacientes co-infectados com aqueles que apresentavam somente tuberculose, em relação à baciloscopia de escarro, exame radiológico de tórax, e forma clínica e esquema terapêutico para tratamento da tuberculose. Métodos : Estudo transversal com 188 pacientes com tuberculose ativa. Os diagnósticos de tuberculose e de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana foram realizados de acordo com os critérios adotados pelo Ministério da Saúde. Para a obtenção de informações clínicas e epidemiológicas, aplicou-se um questionário, além dos dados das fichas individuais de investigação de tuberculose. Resultados : A prevalência de soropositividade da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana nos pacientes com tuberculose foi de 14,9%. O índice de positividade da baciloscopia de escarro foi maior no grupo sem a co-infecção (p = 0,0275) e a proporção de pacientes tratados com esquema alternativo foi significativamente maior no grupo com co-infecção (p = 0042). Em 32,1% dos pacientes co-infectados, realizou-se teste sorológico para diagnóstico de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana simultaneamente ou depois do diagnóstico de tuberculose. Conclusão : Os resultados ressaltam a importância da realização rotineira do teste para detecção de anticorpos contra o vírus da imunodeficiência humana em todos os pacientes com tuberculose.
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Doenças hematológicas associadas ao eritrovírus.

Doenças hematológicas associadas ao eritrovírus.

Devido à sua capacidade de infectar células de verte- brados e invertebrados, os Parvoviridae são divididos em Parvovirinae e Densovirinae, respectivamente. O Parvo- virinae subdivide-se em gêneros Parvovirus, Dependovirus e Erytrovirus, de acordo com suas peculiaridades genéticas. Somente os membros dos Dependovirus e Erytrovirus causam infecção em humanos. Devido ao alto tropismo para células eritropoéticas, o B19 foi incluído no gênero Erytrovirus, pois se replica apenas em células eritroides da medula óssea (incluindo unidades formadoras de colônia BFU-E – burst forming units erythroid) e do sangue. Como consequência da infecção viral há inibição da eritropoese e efeitos citotóxicos. A infecção inicia-se quando o capsídeo liga-se ao antígeno P. O antígeno P é um glicoesfingolipídeo da linhagem vermelha, especialmente expresso nos pro- eritroblastos. 13 É o único vírus desta família conhecido como
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