Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV)

Top PDF Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV):

Risco de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em profissionais da saúde.

Risco de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em profissionais da saúde.

risco ocupacional de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em profissionais da saúde, foram estudados 35 casos de acidentes com material potencialmente contaminado pelo HI[r]

3 Ler mais

Soroprevalência de vírus linfotrópico de células T humanas, vírus da imunodeficiência humana, sífilis e toxoplasmose em gestantes de Botucatu - São Paulo - Brasil: fatores de risco para vírus linfotrópico de células T humanas.

Soroprevalência de vírus linfotrópico de células T humanas, vírus da imunodeficiência humana, sífilis e toxoplasmose em gestantes de Botucatu - São Paulo - Brasil: fatores de risco para vírus linfotrópico de células T humanas.

Com o objetivo de estudar a soroprevalência de vírus linfotrópico de células T humanas I/II (HTLV-I/II), vírus da imunodeficiência humana, sífilis e toxoplasmose, em gestantes atendidas em Unidade Básicas de Saúde do município de Botucatu - São Paulo - Brasil, bem como os fatores de risco para a infecção pelo HTLV -I/II, foram realizados inquérito sorológico e avaliação dos resultados de exames solicitados na rotina do prénatal. Em 913 gestantes, a soroprevalência de HTLV- I e de HTLV- II foi de 0,1%. Sífilis, toxoplasmose e infecção pelo HIV foram encontradas. Nenhum dos fatores de risco pesquisados mostrou-se seguro para identificar gestantes com infecção pelo HTLV- I/II. A comparação da proporção de gestantes infectadas e de doadores de sangue da região sudeste do Brasil com testes reagentes para HTLV- I/II não mostrou diferença estatística.
Mostrar mais

5 Ler mais

Universidade Nova de Lisboa Instituto de Higiene e Medicina Tropical Detecção da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em fluido oral de homens que fazem sexo com homens (HSH) da região da Grande Lisboa

Universidade Nova de Lisboa Instituto de Higiene e Medicina Tropical Detecção da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em fluido oral de homens que fazem sexo com homens (HSH) da região da Grande Lisboa

Em 1981, foi reportado ao CDC (do inglês Centers for Disease Control and Prevention), nos Estados Unidos da América, o aparecimento de vários indivíduos com infecções oportunistas generalizadas e patologias raras, com acentuada linfopenia, como uma extensa candidíase das mucosas, pneumonia causada por Pneumocystis jirovecii e infecção por citomegalovírus, muitas vezes com subsequente aparecimento de sarcoma de Kaposi (CDC, 1981a, b; Gottlieb et al., 1981). Estas patologias foram inicialmente descritas em homens que fazem sexo com homens (HSH), previamente saudáveis, existindo, de imediato, a suspeita de se tratar de uma doença transmissível por via sexual. Um número crescente de novos casos, em diferentes grupos de risco (e.g. indivíduos utilizadores de drogas injectáveis), conduziu à caracterização de uma nova entidade clínica, que o CDC denominou síndrome da imunodeficiência adquirida (sida) (CDC, 1982). Em 1983, foi identificado o vírus da imunodeficiência humana (HIV, do inglês human immunodeficiency virus) como o agente etiológico da sida (Barré-Sinoussi et al., 1983), apresentando como principal característica a depleção dos linfócitos T CD4+ (do inglês cluster of differentiation type 4), o que conduz a uma disfunção progressiva da acção do sistema imunitário. Mais tarde, já em 1986, foi isolado um segundo vírus associado à sida, com relevância específica nos países da África Ocidental (Clavel et al., 1986).
Mostrar mais

138 Ler mais

Vulvovaginites em mulheres infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana.

Vulvovaginites em mulheres infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana.

OBJETIVO: comparar a freqüência de vulvovaginites em mulheres infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) com mulheres não infectadas. MÉTODOS: estudo de corte transversal com 64 mulheres infectadas pelo HIV e 76 não infectadas. Foram calculadas as freqüências de vaginose bacteriana, candidíase e tricomoníase, que foram diagnosticadas por critérios de Amsel, cultura e exame a fresco, respectivamente. Para análise dos dados, utilizaram-se o teste do χ 2 , teste exato de Fisher e regressão múltipla para verificar a independência das associações. RESULTADOS:
Mostrar mais

6 Ler mais

Relação entre o Papilomavírus Humano e o Vírus da Imunodeficiência Humana / Relationship between Human Papillomavirus and Human Immunodeficiency Virus

Relação entre o Papilomavírus Humano e o Vírus da Imunodeficiência Humana / Relationship between Human Papillomavirus and Human Immunodeficiency Virus

De acordo com Ludmila Gonçalves Entiauspe et al (2010), a capacidade do vírus HPV persistir no organismo pode ser aumentada por fatores que levam à imunossupressão, como o uso de drogas citotóxicas, imunodeficiências inatas ou adquiridas, como a causada pelo virus da imunodeficiência humana (HIV). E, segundo estudo de Fedrizzi (2011), o HIV é a principal causa da manifestação de infecção por HPV, sendo os tipos mais comuns aqueles de alto risco oncogênico.

5 Ler mais

Prevalência e fatores de risco associados à infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana em parturientes.

Prevalência e fatores de risco associados à infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana em parturientes.

Objetivo: Determinar a prevalência e os fatores de risco associados à infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) em parturientes admitidas no Hospital Estadual de Presidente Prudente, SP. Métodos: Estudo epidemiológico transversal com 873 parturientes admitidas no Hospital Estadual de Presidente Prudente, SP, entre 1º de março de 2005 a 30 de dezembro de 2006. Foi aplicado um questionário semi- estruturado e obtidas informações em prontuários e carteiras de pré-natal. As variáveis foram sócio-demográficas, gestacionais, assistenciais do pré-natal e específicas da população reagente. Resultados: A prevalência de parturientes com HIV foi de 2,1%, com escolaridades mais baixas e médias de idade e de gestações superiores às não reagentes. Os fatores de risco associados foram a residência fora do município de tratamento e a baixa escolaridade. Houve um aumento da prevalência do HIV em parturientes em relação a dados anteriores. Conclusão: Os fatores de risco encontrados podem estar envolvidos no aumento da prevalência e no comprometimento da profilaxia pré-natal para o HIV.
Mostrar mais

6 Ler mais

Evolução da função renal de pacientes portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Evolução da função renal de pacientes portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Atualmente, estima-se que existam 33,2 milhões de pessoas com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) no mundo e que ocorreram 2,5 milhões de novas infecções e 2,1 milhões de óbitos em 2007. No Brasil, de 1980 a junho de 2007, foram notificados 474.273 casos, com taxa de prevalência da infecção pelo HIV de 0,6% na população de 15 a 49 anos (1) .

4 Ler mais

Estudo eletrofisiológico da audição em crianças verticalmente infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana em uso de terapia antirretroviral

Estudo eletrofisiológico da audição em crianças verticalmente infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana em uso de terapia antirretroviral

Introdução: Estudos são encontrados referindo maior risco de alterações auditivas em crianças infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), evidenciadas nas anormalidades encontradas no potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE), sugerindo acometimento auditivo tanto condutivo quanto neural. Objetivo: Descrever as respostas auditivas eletrofisiológicas de tronco encefálico em um grupo de crianças infectadas pelo HIV-I acompanhadas no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais e comparar os resultados encontrados a um grupo de crianças sem a infecção, de mesma faixa etária e fatores socioculturais, oriundos de escola pública da cidade de Belo Horizonte. Metodologia: Foram avaliados 36 indivíduos infectados pelo HIV em uso de HAART e 36indiíduos sem a infecção. Todos os pacientes de ambos os grupos foram submetidos à avaliação eletrofisiológica da audição por meio do PEATE através do equipamento MASBE da marca Contronic Ò .O estudo transversal comparativo foi aprovado pelo Comitê de Ética da instituição e realizado no período de dezembro de 2007 a dezembro de 2008. Resultados: Ambos os grupos, de estudo e controle, foram compostos por 36 indivíduos, sendo 52,8% e 47,2% do gênero feminino, respectivamente. A média de idade no grupo infectado foi de 10,41 (DP=1,81) e de 9,11(DP=1,30) no grupo sem a infecção. Todos as crianças infectadas faziam uso regular de terapia antirretroviral altamente ativa (Highly Active Antiretroviral Therapy-HAART).Na análise do PEATE, não foi observada relevância estatística entre os grupos em relação às latências absolutas das ondas I, III e V; aos intervalos interpicos I-III, III-V e I-V; e à diferença interaural da onda V. Foram encontrados três resultados alterados sugestivos de comprometimento
Mostrar mais

80 Ler mais

Parcerias sexuais de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana

Parcerias sexuais de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana

Objetivo : caracterizar as parcerias sexuais estabelecidas por pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Métodos: estudo epidemiológico realizado com 173 participantes em um serviço de assistência médica especializada no tratamento de pessoas com o Vírus da Imunodeficiência Humana. Os dados foram coletados por meio de entrevista individual com questionário específico para o estudo. Para análise dos dados foram utilizados os testes Qui-quadrado de Pearson. Resultados: a maioria dos participantes era do sexo masculino, adultos-jovens (54/30,9%), solteiros (94/53,7%), com ensino médio completo (72/41,1%) e infectados por relação sexual (150/85,7%). As variáveis sexo (p<0,001), estado civil (p<0,001), morar com parceiro (p<0,001), forma de exposição (p=0,040) e sorologia do parceiro (p<0,001) mostraram diferença estatística. Conclusão: as pessoas vivendo com essa infecção estabelecem diferentes formas de parcerias sexuais, as quais foram influenciadas pelo sexo, estado civil, morar com o parceiro, forma de exposição e sorologia do parceiro.
Mostrar mais

7 Ler mais

Vírus da Imunodeficiência Humana: o desenvolvimento de uma vacina

Vírus da Imunodeficiência Humana: o desenvolvimento de uma vacina

Passado um ano, em 1983, a SIDA foi identificada como sendo uma consequência da infeção pelo VIH (Sabino & Saéz-Alquézar, 2000; The AIDS Institute, 2011). Esta afirmação deve-se à descoberta de um vírus com atividade de transcriptase reversa que foi isolado de um linfonodo de um paciente com SIDA e de um paciente com linfoadenopatia persistente. Também foi observado o mesmo agente em indivíduos assintomáticos (Sabino & Saéz-Alquézar, 2000). Nesta altura, o vírus foi denominado de HTLV-III/LAV (Human T-cell Lymphotropic Virus-type III/Lymphadenopathy- associated Virus), sendo que hoje em dia a sua denominação é VIH (Human Immunodeficiency: Vírus da Imunodeficiência Humana) (Sabino & Saéz-Alquézar, 2000; The AIDS Institute, 2011). Existem dois tipos de VIH: VIH tipo 1 e tipo 2, sendo que o tipo 1 é o mais predominante e normalmente quando se refere a VIH, fala-se do VIH tipo 1. O VIH-2, descoberto em 1986 no oeste de África, tem algumas características diferentes do anterior e apresenta tanto uma menor infecciosidade como patogenicidade e normalmente encontra-se na África Ocidental (Sabino & Saéz- Alquézar, 2000; AVERT, 2014; AVERT, 2013).
Mostrar mais

80 Ler mais

Evolução de parâmetros antropométricos em portadores do vírus da Imunodeficiência Humana ou com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida: um estudo prospectivo.

Evolução de parâmetros antropométricos em portadores do vírus da Imunodeficiência Humana ou com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida: um estudo prospectivo.

Avaliar o estado nutricional e a evolução de parâmetros antropométricos para alterações morfológicas em pacientes vivendo com o vírus da Imunodeficiência Humana ou com Síndrome da Imunod[r]

8 Ler mais

Soroprevalência da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana em pacientes com tuberculose, em Londrina, Paraná.

Soroprevalência da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana em pacientes com tuberculose, em Londrina, Paraná.

em Londrina, e comparar os pacientes co-infectados com aqueles que apresentavam somente tuberculose, em relação à baciloscopia de escarro, exame radiológico de tórax, e forma clínica e esquema terapêutico para tratamento da tuberculose. Métodos : Estudo transversal com 188 pacientes com tuberculose ativa. Os diagnósticos de tuberculose e de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana foram realizados de acordo com os critérios adotados pelo Ministério da Saúde. Para a obtenção de informações clínicas e epidemiológicas, aplicou-se um questionário, além dos dados das fichas individuais de investigação de tuberculose. Resultados : A prevalência de soropositividade da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana nos pacientes com tuberculose foi de 14,9%. O índice de positividade da baciloscopia de escarro foi maior no grupo sem a co-infecção (p = 0,0275) e a proporção de pacientes tratados com esquema alternativo foi significativamente maior no grupo com co-infecção (p = 0042). Em 32,1% dos pacientes co-infectados, realizou-se teste sorológico para diagnóstico de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana simultaneamente ou depois do diagnóstico de tuberculose. Conclusão : Os resultados ressaltam a importância da realização rotineira do teste para detecção de anticorpos contra o vírus da imunodeficiência humana em todos os pacientes com tuberculose.
Mostrar mais

7 Ler mais

Prevenção da transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana: análise da adesão às medidas de profilaxia em uma maternidade de referência em Fortaleza, Ceará, Brasil.

Prevenção da transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana: análise da adesão às medidas de profilaxia em uma maternidade de referência em Fortaleza, Ceará, Brasil.

Prevenção da transmissão vertical do vírus da imunodeficiência humana: análise da adesão às medidas de profilaxia em uma maternidade de referência em Fortaleza, Ceará, Brasil.. Preventio[r]

7 Ler mais

Carcinoma oral de células escamosas em pacientes infetados pelo Vírus da Imunodeficiência Humana

Carcinoma oral de células escamosas em pacientes infetados pelo Vírus da Imunodeficiência Humana

Com a introdução da Terapia Antirretroviral Combinada, indivíduos infetados pelo Vírus da Imunodeficiência Humana passaram a ter maior esperança de vida e maior susceptibilidade a malignidades não-definidoras da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida como o carcinoma oral de células escamosas. Nesses indivíduos, o carcinoma oral de células escamosas é mais comum em homens, acima dos 50 anos, fumadores e etilistas e a grande maioria se apresenta em estádio clínico avançado e com pior prognóstico. Papilomavírus humano, imunossupressão e alterações genéticas também têm sido implicados como responsáveis pelo carcinoma oral de células escamosas neste grupo de indivíduos. Uma revisão narrativa da literatura foi realizada e observou-se que indivíduos infetados pelo Vírus da Imunodeficiência Humana que são fumadores, etilistas, portadores de HPV oncogénicos e com contagem de células T CD4+ < 200 céls/µL, têm maior risco de desenvolver carcinoma oral de células escamosas, com pior prognóstico do que indivíduos imunocompetentes.
Mostrar mais

30 Ler mais

Saúde auditiva, o vírus da imunodeficiência humana e a síndrome da imunodeficiência adquirida: uma revisão

Saúde auditiva, o vírus da imunodeficiência humana e a síndrome da imunodeficiência adquirida: uma revisão

Tema: a Síndrome da Imunodeiciência Adquirida (SIDA/AIDS) é causada pelo Vírus da Imunodeiciência Humana (VIH/HIV), e resulta numa imunidade reduzida, o que torna o indivíduo mais susceptível a doenças e infecções oportunistas. Com o avanço da doença as estruturas do sistema auditivo central podem ser comprometidas pela ação direta do vírus ou decorrente de infec- ções secundárias e neoplasias. O portador do HIV/AIDS pode também se tornar mais vulnerável a outras patologias do ouvido. Objetivo: o objetivo desta revisão foi exploratório, visando identii- car os possíveis pontos de interseção entre distúrbios auditivos e a Síndrome da Imunodeiciência Adquirida. Realizou-se uma revisão da literatura sobre a saúde auditiva dos portadores de HIV/AIDS e foi discutido o impacto potencial de patologias auditivas na qualidade de vida. Conclusão: a lite- ratura sugere que várias possiveis associações existam entre os distúrbios auditivos e a Síndrome da Imunodeiciência Adquirida e o Vírus da Imunodeiciência Humana. Proissionais de saúde, inclu- sive aqueles dos serviços públicos no Brasil, deveriam examinar a necessidade de iniciativas de saúde auditiva dirigida aos portadores de HIV/AIDS para prevenir patologias auditivas ou reduzir seu impacto na qualidade de vida.
Mostrar mais

7 Ler mais

Implicações Éticas da lHagemSorológica para o Vírus da Imunodeficiência Humana

Implicações Éticas da lHagemSorológica para o Vírus da Imunodeficiência Humana

b) "A Justiça Federal (da região em Brasília) está exigindo uma série de exames, entre eles o do vírus da AIDS (HIV) dos candidatos aprovados no concurso público realizado em maio para preenchimento de 1522 vagas em cargos administrativos em 14 Estados" — (jornal Folha de S. Paulo, de 24.07.92). c) "Fortaleza—O Governador do Ceará, Ciro Comes (PSDB), revogou ontem a decisão do Instituto de Previdência do Estado do Ceará (IPEC) de exigir dos candidatos concursados o exame anti-AIDS para ingressarem no serviço público estadual. A exigência era feita desde o dia 13 de junho. O Governador disse que não vai admitir qualquer tipo de discriminação contra aidéticos ou portadores do vírus HIV nas repartições públicas estaduais."—jornal Correio Popular—Campinas-SP, 22.07.92) .
Mostrar mais

18 Ler mais

Qualidade do sono em portadores do vírus da imunodeficiência humana.

Qualidade do sono em portadores do vírus da imunodeficiência humana.

A aids pode manifestar-se após a infecção do orga- nismo humano pelo Vírus da Imunodeiciência Humana, também conhecido como HIV, termo derivado do inglês Human Immunodeiciency Vírus. A doença evolui com intensa e conínua replicação viral em diversos compar- imentos celulares e anatômicos, resultando, principal- mente, na destruição e disfunção de linfócitos T, que ex- pressam o anígeno de membrana CD4 (linfócitos T-CD4+), bem como de outras células do sistema imu-

8 Ler mais

Úlceras esofágicas em portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana: etiologia e...

Úlceras esofágicas em portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana: etiologia e...

As infecções virais são as maiores responsáveis pelas úlceras esofágicas no portador do HIV, sendo o Citomegalovírus (CMV) o agente mais observado, seguido pelo Herpes Vírus Simples (HSV). A abordagem clínica adequada e a utilização de métodos diagnósticos precisos são de grande relevância para o estabelecimento etiológico. Os objetivos deste trabalho foram: avaliar a prevalência de úlceras esofágicas em portadores do HIV; pesquisar os agentes etiológicos associados; verificar a acurácia dos métodos diagnósticos comparando as impressões obtidas pela endoscopia digestiva alta (EDA), histologia utilizando o método de Hematoxilina-Eosina (H&E) e Imuno-histoquímica (IH) para pesquisa de CMV e HSV; avaliar o impacto da coloração para fungos (Gomori metenamina prata- GMS) e bacilos álcool-ácidos resistentes [BAAR- Ziehl-Neelsen (ZN)] e a relevância numérica da amostragem tecidual na avaliação etiológica. Trata-se de um estudo descritivo, retrospectivo, do tipo transversal, baseado em levantamento de dados demográficos, clínico-laboratoriais, endoscópicos obtidos por revisão de prontuários e análise histológica às cegas de biópsias endoscópicas (H&E, IH, GMS e ZN) de úlceras esofágicas em 41 portadores do HIV, no período de agosto de 2002 a setembro de 2006. A IH foi considerada método padrão. No período avaliado, 399 portadores do HIV submeteram-se à EDA, detectando-se úlcera esofágica em 41 pacientes (23 homens, 25 a 56 anos) com uma prevalência de 10,27%. A mediana da contagem de CD4 foi 49 céls/mm 3 e da carga viral 58869,5 cópias/ml. A EDA revelou 29/41úlceras esofágicas suspeitas de infecção pelo CMV; 7/41 pelo HSV; 2/41 relacionada ao refluxo gastroesofágico (DRGE); 1/41 por monilíase; 1/41 por paracoccidioidomicose (PCM) e 1/41 inespecífica. O H&E detectou: 25/41
Mostrar mais

126 Ler mais

Vírus da Imunodeficiência Humana em Odontopediatria

Vírus da Imunodeficiência Humana em Odontopediatria

A infeção pelo HIV provoca uma deterioração progressiva do sistema imunitário que leva à evolução para o quadro clínico final de SIDA. O vírus pode atuar de forma direta nas células infetadas ou de forma indireta nas células não infetadas. A evolução para doença ativa varia bastante entre pacientes pediátricos, podendo ser lenta e gradual ou rápida (Veronesi, Foccacia e Lomar, 1999).

62 Ler mais

Screening do alelo HLA-B*5701 em associação a hipersensibilidade ao abacavir em pacientes HIV positivos do estado de Mato Grosso

Screening do alelo HLA-B*5701 em associação a hipersensibilidade ao abacavir em pacientes HIV positivos do estado de Mato Grosso

A AIDS (sigla em inglês da síndrome da imunodeficiência adquirida) é considerada a primeira grande pandemia da segunda metade do século XX. Sua etiologia foi elucidada em 1981, quando se demonstrou que a doença ocorria em decorrência da infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), um lentivírus pertencente à família Retroviridae (Prescott et al., 1996). No final dos anos 70 foram notificados nos Estados Unidos da América (EUA), um aumento no número de casos de pneumonia por Pneumocysis carinii (atualmente Pneumoystis jirovecii) e de Sarcoma de Kaposi entre homossexuais masculinos. Essas doenças até então eram pouco freqüentes, e associadas à imunocomprometidos e idosos e, inicialmente foi chamada de Gay related immunedeficiency (Hinrichsen et al., 2005). Passou-se a desconfiar de que se tratava de doença infecciosa, pois os casos eram relacionados ao grande número de parceiros, confinados a grupos sexuais com interação. Em 1982, investigadores do Centro de Controle de Doenças em Atlanta nos Estados Unidos associaram a transmissão da doença ao sangue, pois passou-se a observar casos da doença em pacientes hemofílicos, usuários de drogas injetáveis, pessoas que receberam transfusões sanguíneas. Neste período, a doença deixou de ser associada aos homossexuais, sendo relatada também em mulheres, parceira de pacientes soropositivos, passando a ser chamada de AIDS (Sprinz et al., 1999). Em 1983, um grupo de pesquisadores conseguiram isolar o vírus utilizando cultura de linfócitos a partir da coleta de biópsia de um paciente homossexual, que apresentava manifestações clínicas raras e oportunistas como a infecção por Pneumocistis carinii e um tipo raro de câncer, o Sarcoma de Kaposi (Eleopulos et al., 2004).
Mostrar mais

50 Ler mais

Show all 7879 documents...