Visual basic (Linguagem de computador)

Top PDF Visual basic (Linguagem de computador):

O arduino e o visual basic como recursos didáticos na prática experimental para o ensino de eletrostática e primeira lei de OHM

O arduino e o visual basic como recursos didáticos na prática experimental para o ensino de eletrostática e primeira lei de OHM

O computador não é capaz de compreender diretamente qualquer tipo de linguagem humana por esta ser complexa e ambígua (PERRY, 1999). Então, para que seja possível dar ordens a um computador é necessário traduzir esta ordem em algum tipo de linguagem que possa ser entendida pela máquina. A linguagem entendida pelos computadores é chamada de linguagem de máquina, que é constituída por uma cadeia de números, geralmente um conjunto de zeros e uns. Este tipo de linguagem é de difícil compreensão para nós humanos, e programar nela exige muito tempo. Por isso, para agilizar a programação foi inventada a linguagem assembly, que utiliza ao invés de números pequenas abreviações de orações em inglês, e que depois é traduzida por programas tradutores, os assemblers, que convertem a linguagem assembly em linguagem de máquina. A linguagem assembly alavancou de vez o uso de computadores pessoais, por permitir que o programador pudesse utilizar um tipo de código mais familiar, no entanto, mesmo com esta linguagem, muitas vezes os programas escritos eram muito grandes, cheios de instruções para realizar tarefas simples (DEITEL, DEITEL e DEITEL, 2013). Assim, para tornar a programação ainda mais rápida e fácil, foram criadas as linguagens de alto nível, como o Visual Basic, que simplificaram ainda mais os comandos, tornando possível realizar tarefas mais complexas usando códigos mais simples que mesclam inglês coloquial com notações matemáticas. Para traduzir a linguagem de alto nível em linguagem de máquina são utilizados programas tradutores chamados de compiladores. Um exemplo de programa escrito nos três tipos de linguagem descritas acima é apresentado pelos irmãos Deitel (2013), se trata de um programa de folha de pagamento com horas extras inclusas:
Mostrar mais

164 Ler mais

Implementação em visual basic de um sistema enterprise resource management

Implementação em visual basic de um sistema enterprise resource management

This study aims to provide an overview of ERP (Enterprise Resource Management) and develop a Visual Basic (VB) language application in a more simple fashion and more accessible for smaller enterprises. Key tools of corporate management support, ERP systems are able to integrate many functions performed by different departments of an organization, optimizing corporate processes and enhancing the quality of their products and results. However, despite the great quality of more traditional and robust ERP systems, their high implementation and maintenance price makes them inacces- sible for smaller enterprises. Therefore, this study aims to develop an ERP-sort appli- cation more accessible and simple, comprising the most essential and basic function- alities of the ERP concept.
Mostrar mais

53 Ler mais

Experimentos de física moderna para a determinação da constante de Planck utilizando Arduino e Visual Basic: uma alternativa na formação e na prática docente

Experimentos de física moderna para a determinação da constante de Planck utilizando Arduino e Visual Basic: uma alternativa na formação e na prática docente

Com o desenvolvimento do sistema operacional Windows e a crescente aquisição de PCs por usuários comuns, graças a interfaces gráficas que promoveram uma completa revolução na forma de se utilizar os computadores, segundo Martins (2015), em 1991 uma nova e versão do Quick-BASIC é lançada pela Microsoft recebendo o nome de Visual Basic com o intuito de tornar a programação uma operação cada vez mais prática, confortável e interativa. Esta versão não foi um sucesso de vendas e só atingiu o ápice na versão VB3 que foi lançada no ano de 1993, daí para frente os aprimoramentos feitos nesta linguagem acabaram por transformá-la na linguagem mais utilizada para escrever softwares para Windows de todos os tempos, onde estima-se que cerca de 70% a 80% dos aplicativos deste sistema sejam desenvolvidos em VB. Atualmente o Visual Basic foi anexado a plataforma NET desde 2002 juntamente com outras linguagens como o Visual C++, sofrendo grandes modificações em sua estrutura o que desagradou a muitos usuários que tiveram que migrar da última versão VB6 de 1998 para a versão VB2002. “ O Visual Basic. NET é um produto tão diferente do antigo Visual Basic 6.0, que não pode ser considerado uma versão seguinte” (TUTORIAL UFJF 2012), hoje estamos na versão 2015 que disponibiliza uma interatividade muito maior que as demais, uma vez que, é possível desenvolver aplicações para os mais diversos tipos de dispositivos e sistemas
Mostrar mais

187 Ler mais

From Errors Treatment to Exceptions Treatment Regarding the Execution Control over Visual Basic Programs

From Errors Treatment to Exceptions Treatment Regarding the Execution Control over Visual Basic Programs

For the common language routine (CLR) an exception is an object deriving from the Sys- tem.Exception class, basic class from which all exceptions are inherited. Exception is generated by the code sequence where the problem occurs towards that part of the code which is destined to receive and to treat the error. The type of exception will determine the code which is to treat the exception. The Visual Basic development environment finds all design errors (syntax errors) occur- ring when a command is written incorrectly (incorrect key words, missing parameters, in- correct expressions, etc.), providing neces- sary assistance upon their repairing (place- ment on the error line, contextual help, assis- tance in introducing expressions, methods, properties or reserved words, etc.).
Mostrar mais

7 Ler mais

Espaçamento e dimensionamento de terraços agricolas : automatização na linguagem de programação visual basic

Espaçamento e dimensionamento de terraços agricolas : automatização na linguagem de programação visual basic

LATOSSOLO VERMELHO ESCURO LATOSSOLO VERMELHO ESCURO LATOSSOLO VERMELHO ESCURO LATOSSOLO VERMELHO ESCURO LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO LATOSSOLO V[r]

129 Ler mais

Optimização Numérica com Aplicações na Modelação Hidrológica. Programação em Visual Basic.

Optimização Numérica com Aplicações na Modelação Hidrológica. Programação em Visual Basic.

Devido às alterações que introduzimos no modelo, tentámos uma melhoria na qualidade da optimização, partindo dos valores óptimos a que tínhamos chegado e utilizando como função critéri[r]

150 Ler mais

The Fourier transform (FFT) in basic.

The Fourier transform (FFT) in basic.

A linguagem Basic é a mais simples das linguagens de programação, e pode ser aprendida com rapidez e facilidade. O Visual Basic® 3 desenvolvido pela Microsoft® é muito versátil e incorpora inúmeras vantagens próprias de outras linguagens, tornando-se em método ideal para elaboração de programas re- lativamente pequenos, principalmente se desenvolvidos por pes- soas cujo objetivo principal em pesquisa esteja voltado para outros aspectos, sendo a programação uma ferramenta e não um objetivo em si, como é o nosso caso. Decidimos experi- mentar a elaboração de programas de FFT em Basic, e ficamos surpresos com a qualidade dos resultados, em boa parte devi- da, naturalmente, à grande rapidez e capacidade de memória dos computadores usados hoje em dia.
Mostrar mais

5 Ler mais

Desempenho visual: validação do inventário de eficiência visual em estudantes.

Desempenho visual: validação do inventário de eficiência visual em estudantes.

questões que avaliam a presença e a frequência de sintomas associados com habilidades visuais e preceptivas que interfe- rem no rendimento visual (anexo 1). Em cada questão o indiví- duo indica a frequência com que cada sintoma ocorre numa escala de likert que é pontuada de zero a quatro, onde o zero corresponde a “nunca”, o um a “raramente”, o dois a “às ve- zes”, o três a “frequentemente” e o quatro representa “sem- pre”. As respostas aos 30 itens são somadas para se obter a pontuação total. Uma pontuação total superior a 17 indica sus- peita de alguma alteração visual e sugere a necessidade de uma avaliação mais aprofundada (8,9) .
Mostrar mais

7 Ler mais

Distribuição da atenção visual em áreas não adjacentes do campo visual

Distribuição da atenção visual em áreas não adjacentes do campo visual

corpo caloso seccionado (Banich, 1998; Holtzmann, 1981; Luck, Hillyard, Mangun & Gazzaniga, 1989; Mangun et al. 1994) parecem suportar esse modelo. Luck et al. (1989), por exemplo, compararam o desempenho em uma tarefa de busca visual com indivíduos normais e com pacientes com secção do corpo caloso e verificaram que conjuntos de estímulos bilaterais foram processados em uma taxa mais rápida pelos pacientes seccionados do que pelo grupo controle de participantes normais. Os resultados foram interpretados como evidência de que cada hemisfério dos participantes seccionados pode ter controlado seu próprio foco de atenção, que poderia esquadrinhar independentemente seu respectivo campo visual contralateral, enquanto indivíduos com a comunicação entre os hemisférios intacta teriam um sistema integrado de foco de atenção para ambos os conjuntos de estímulos apresentados de cada lado do campo visual. Apesar desses resultados suportaram o modelo proposto por Kraft et al., mais informações precisam ser coletadas para entender como a atenção visual pode ser dividida nessas circunstâncias, pois alguns resultados sugerem que a atenção possa ser dividida do mesmo lado do campo visual (Awh & Pashler 2000; Hahn & Kramer, 1998; Silva & Ribeiro-do-Valle, 2008), enquanto outros demonstram que indivíduos normais não são capazes de dividir a atenção de maneira voluntária entre lados opostos do campo visual, mas indivíduos com o corpo caloso seccionado, sim (Arguin, Lassonde, Quattrini, Del Peste, Foschi & Papo, 2000).
Mostrar mais

182 Ler mais

Descrição do desenvolvimento neuropsicomotor e visual de crianças com deficiência visual.

Descrição do desenvolvimento neuropsicomotor e visual de crianças com deficiência visual.

Os resultados mostraram que o desempenho da coorde- nação foi o mais comprometido no grupo experimental, o que está de acordo com os achados das pesquisas relacionadas às manifestações que ocorrem nos primeiros anos de vida e que são pobremente experimentadas (24-25) . A deficiência visual li-

5 Ler mais

Identidade Visual

Identidade Visual

O ícone nasceu do grego eikon, que significa imagem, nasceu da necessidade de representar algo religioso, e da questão de que na altura muita da população não sabia ler nem escrever, então era visto como uma forma de manter fiel aqueles que não o sabem ajudando a perceber o que esta escrito através de imagens, algo como uma bíblia para todo o humano, quer seja ele de que origem for ou língua falar, “uma imagem vale mais que mil palavras” (Confúcio (Chiu Kung) 552 e 479 a.c.), é a melhor expressão que se poderia aplicar neste caso, algo que todos percebam sem ter que ter grande conhecimento teórico. Na identidade visual o mesmo processo aplica-se, representação de algo através de uma imagem de grande valor informativo.
Mostrar mais

47 Ler mais

Estudo e Implementação do Padrão Visual de Assinatura Visual para PDF

Estudo e Implementação do Padrão Visual de Assinatura Visual para PDF

Portanto como exposto pela RFC 3709 ( SANTESSON; HOUSLEY; FREEMAN , 2004) cabe a essa implemen- tação assegurar de que não há ambiguidade quanto à ligação entre as imagens e os tipos de [r]

53 Ler mais

Entre o verbal e o visual

Entre o verbal e o visual

Mas vou me concentrar num livro, que, embora não muito recente, descobri há pouco tempo. O livro é Rente 8 de João Bandeira, de 1997, que trabalha nessas fronteiras entre o verbal e o visual, incluindo também o sonoro, o que me parece intensifica as possibilidades de reconfiguração do sensível, para falar como Rancière. O primeiro poema é “o eu é o nó ou nós o eu”, escrito com canetas esferográficas, numa imagem que desconcerta, traz um estranhamento, e pede uma atenção maior para sua decifração. Como diz Celan em “O meridiano”, o poema talvez seja apenas uma estranheza. Uma questão crucial – o nó – aqui é apresentado pelo visual também, numa síntese máxima a questão do eu, questão
Mostrar mais

7 Ler mais

Preliminary Specification of Basic Services and Protocols

Preliminary Specification of Basic Services and Protocols

The WAN-of-CAN Structure plays an major role in the CORTEX network archi- tecture. CANs (Controller Area Networks) connect islands of tightly cooperating autonomous computing nodes. At an abstract layer, a CAN constitutes a zone of coherent QoS provision. This may be a fieldbus, an Ethernet, or even a wireless network like bluetooth or an 802.11 infrastructure network. We assume a certain guaranteed level of predictability as an intrinsic property of CANs which usually is considerably higher than what we can expect from WANs. Therefore, although CANs may have a wide spectrum of what level of predictability they provide, their basic protocol mechanisms assist the architecture of higher level communication schemes which allow to define temporal bounds on communication beyond a purely best effort probabilistic approach (although it must be admitted that any system can only guarantee probabilistic bounds!). This actually distinguishes them from WANs where we do not make such assumptions. On a CAN, the protocol and ser- vices allow the specification of time bounds and provide mechanisms to enforce these constraints.
Mostrar mais

85 Ler mais

Basic synonyms in English you should know

Basic synonyms in English you should know

Basic Synonyms in English You Should Know  Synonyms are words that are similar, or have a related meaning, to another word. They can be  lifesavers when you want  to avoid repeating  the[r]

28 Ler mais

Deficiencia visual

Deficiencia visual

— CATARATA PEDIÁTRICA: tratável. Responsável por 10 a 20% dos casos de cegueira em crianças. Cirurgia recomendada antes dos três meses. Perda de transparência do cristalino, originando perturbações na diminuição da acuidade visual. A visão periférica também está normalmente afetada, daí existir uma grande dependência na funcionalidade e na autonomia.

7 Ler mais

Linguagem visual

Linguagem visual

“Na segunda metade do século XX, houve uma mudança na definição do que é literatura. A pro- liferação do uso de imagens como um fator de comunicação foi intensificada pelo crescimento de uma tecnologia que exigia cada vez menos a ha- bilidade de se ler um texto. Dos sinais de trânsito às instruções mecânicas, as imagens ajudaram as palavras e, muitas vezes, até as substituíram. Na verdade, a leitura visual é uma das habilidades obrigatórias para a comunicação neste século.” Hill Eisner (pg. 7, 2003).

53 Ler mais

Visual sociology

Visual sociology

David Harvey (1989) extensively discussed Henri Lefebvre’s ‘Spatial Practices’ to note that those with the power to command and produce space can also reproduce and enhance their own power. It is within the boundaries created by these practices that the local lives of ordinary urban dwellers take place. In a related vein, Pierre Bourdieu noted that ‘the most successful ideological effects are those which have no words, and ask no more than complicitous silence’. Therefore we can say that the production of symbol- ic capital serves ideological functions, because the mechanisms through which it contributes ‘to the reproduction of the established order and to the per- petuation of domination remain hidden’ (Bourdieu, 1977: 188; see also King, 1996: 112–136). For a visual sociologist, many of these otherwise ‘hidden’ reproductions cum re-presentations of local social life are in rather ‘plain view’. Bourdieu’s notion of the ‘habitus’ or practices that produce, in the present case, visible regularities, is also helpful in regard to seeing the effects of the powerful (1977: 72–95). For Lefebvre the visual was central to producing social space of any scale: ‘A further important aspect of spaces of this kind is their increasingly pronounced visual character. They are made with the visible in mind; the visibility of people and things, of spaces and of whatever is contained by them. The predom- inance of visualization (more important than “spec- tacularization”, which is in any case subsumed by it) serves to conceal repetitiveness. People look, and take sight, take seeing, for life itself. We build on the basis of papers and plans. We buy on the basis of images’ (Lefebvre, 1991: 75–76).
Mostrar mais

12 Ler mais

Basic components of a national blood system

Basic components of a national blood system

policy, national health officials must take into con- sideration numerous legal, organizational, opera- tional, financial, medical, and technical issues. Some of the basic components of a national blood system are discussed below to help those who are involved in planning, developing, implementing, and evaluating national blood systems, and to put into perspective the other articles on blood banks and blood services in the Region of the Americas that are included in this issue of the Revista Paname- ricana de Salud Pública/Pan American Journal of Public Health.
Mostrar mais

6 Ler mais

Show all 4117 documents...